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Sábado, 27 de fevereiro de 2016 às 10:00

Políticas econômicas e sociais do Brasil são referências para América Latina, diz Cepal

Viagens internacionaisEm seu segundo dia de visita oficial ao Chile, a presidenta Dilma vai se reunir com representantes da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), organismo da Organização das Nações Unidas criado para estudar e formular propostas de desenvolvimento regional.

O economista Antonio Prado é o primeiro brasileiro a ocupar o cargo de secretário-geral adjunto da Cepal. Ele garante que as políticas do Brasil de redução da desigualdade e de combate à pobreza têm servido de inspiração para outros países. “É muito importante dizer que a própria prática de política econômica e social do Brasil passa a ser uma referência relevante. O combate à pobreza no Brasil foi muito bem sucedido, com políticas bem estruturadas, bem coordenadas e que vêm sendo motivo de exemplo para vários países da região”, afirma.

Na avaliação de Prado, o protagonismo brasileiro se estende também às discussões sobre o desenvolvimento sustentável e questões climáticas. “O Brasil tem dado exemplos bastante fortes no sentido de permitir que uma agenda mais ambiciosa de transformações dos problemas internacionais possam encontrar solução”, diz.

A maior participação brasileira em foros internacionais de discussão também comprova a posição de liderança do país, segundo o dirigente. “O Brasil é a sétima economia mundial, é um país com grande população, que tem grande capacidade e capacidade também de liderança e de influência. Portanto tem um papel a cumprir não somente nos foros regionais, como o Mercosul, a Unasul, a Celac, mas também em organismos extra-regionais como os Brics, mas fundamentalmente em organismos multilaterias como o Fundo Monetário Internacional, como o Banco Mundial e as próprias Nações Unidas, onde o Brasil há muito tempo vem lutando para fazer parte do Conselho de Segurança”, assegura.

Para Antonio Prado, a visita da presidenta brasileira à sede da entidade carrega consigo um simbolismo muito especial. “A presidenta Dilma tem uma formação econômica com influência Cepalina, portanto, nós estamos recebendo em nossa casa uma presidente que é amiga do pensamento histórico estrutural da Cepal. Mas também porque é uma presidente que tem um compromisso profundo com o tema da igualdade, que está no centro da agenda da Cepal”, garante.

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