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Segunda-feira, 20 de outubro de 2014 às 13:23   (Última atualização: 20/10/2014 às 15:07:34)

Governo e Anfavea firmam parceria para equipar trabalhador do campo

O governo federal fechou novo acordo de cooperação com a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para venda de veículos e máquinas para agricultores familiares. A renovação foi assinada nesta sexta-feira (17), em São Paulo, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Laudemir Müller, na sede da entidade, em São Paulo.

A medida valerá até 2017. Desde o início da parceria em 2008 foram vendidos 80 mil tratores e 48 mil veículos. Agora, a expectativa é elevar esse volume para 100 mil tratores, aumentando o número de agricultores com acesso a tecnologias e maquinário para trabalho no campo, além de incentivar a indústria a produzir máquinas e implementos agrícolas. Segundo o ministério, o acordo proporcionará melhor preço e custo/benefício para agricultores familiares interessados em novos equipamentos.

Há 11 anos esse investimento era de R$ 2 bilhões ao ano. Atualmente, o número subiu para R$ 3 bilhões ao mês.

“Mais da metade do valor vai para investimento em máquinas. Nós temos um rural que está se desenvolvendo, mas que ainda precisa muito de tecnologia, e isso dará um salto na produção de alimentos e no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Temos muito a comemorar, mas queremos incentivar ainda mais a compra de equipamentos, aumentando a produção de alimentos”, salientou o ministro ao observar que a agricultura familiar produzirá muito mais e com tecnologia.

O presidente da Anfavea, Luiz Moan, afirmou que nos seis anos as empresas puderam atingir a marca de 80 mil tratores vendidos. Antes disso, o número de tratores comercializados, no Brasil, era de 300 mil.

“Nós comercializamos 15 veículos. Em 2013-2014, chegamos ao número de 25 mil veículos vendidos, sendo 19 mil tratores, com a busca do aumento da produtividade dos agricultores familiares e impacto muito significativo para os fabricantes de automotores”, salientou.

Atualmente, há 525 empresas ofertantes – um aumento de mais de 15% de empresas cadastradas em relação à safra 2013-2014. Além dos 80 mil tratores, 47 mil veículos de transporte de carga, entre outras máquinas, foram financiados.

Fonte: com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Segunda-feira, 20 de outubro de 2014 às 10:02  

Governo cria sete novas unidades de conservação ambiental e protege mais 903 mil hectares

Recentemente, o Governo Federal criou sete novas unidades de conservação ambiental no País e ampliou outras duas. Com a medida, o Brasil conta agora com mais 903 mil hectares de área protegida em todo o território nacional. A criação dessas unidades beneficia diretamente mais de 800 famílias, que dependem financeiramente da preservação ambiental nas regiões em que vivem.

Os estados beneficiados com a criação das unidades foram Amazonas (Estação Ecológica Alto Maués), Minas Gerais (Parque Nacional Gandarela e Reserva de Desenvolvimento Sustentável Nascentes Geraizeros), Paraná (Parque Nacional de Guaricana) e Pará (Reservas Extrativistas Marinhas Mocapajuba, Mestre Lucindo e Cuinaran). Além disso, houve ampliação das Reservas Extrativistas Araí-Peroba no Pará e a Reserva Extrativista Médio Juruá, no estado do Amazonas.

Reivindicações da sociedade
A criação do Parque Nacional Gandarela, a cerca de 40 km de Belo Horizonte, por exemplo, coloca sobre proteção ambiental um das últimas áreas de Mata Atlântica ainda existente no País e que enfrentava ameaças de desmatamento ilegal. O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin destaca o envolvimento das comunidades locais e da sociedade civil na criação das áreas de conservação:

“A criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Geraizeiras, por exemplo, nasceu de reivindicações de movimentos sociais da região e vai atender plenamente às expectativas das comunidades locais. A luta do movimento, que representa e organiza essa população, era pela criação da reserva em uma das poucas áreas do norte de Minas Gerais que apresenta cobertura florestal bastante conservada”, afirmou

Sustentabilidade
Na mesma linha, o Coordenador de Gestão Socioambiental do ICMBio, Daniel Castro, destaca a criação das reservas extrativistas marinhas no Pará, que devem ser responsáveis pela proteção do ecossistema localizado na maior faixa contínua de manguezais do planeta (680 km de costa).

“A criação de reservas extrativistas são obrigatoriamente resultado de reivindicações das próprias comunidades locais. O que se busca nessas reservas, em especial, é compatibilizar a preservação ambiental com o modo de vida tradicional das comunidades. Isso é feito buscando o envolvimento efetivo da sociedade na gestão dessas reservas, de modo a assegurar o uso sustentável dos recursos naturais e a promoção da qualidade de vida dessas populações”, explicou.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Instituto Chico Mendes.

Domingo, 19 de outubro de 2014 às 10:00  

BNDES financia R$ 254 milhões para cinco usinas eólicas no Ceará

Ao todo, cinco centrais eólicas que serão construídas nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Amontada, no Ceará, vão receber financiamento de R$ 254 milhões, informou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na quarta-feira (15).

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O valor liberado pela instituição financeira corresponde a 50,2% do total dos investimentos (R$ 503 milhões). O BNDES possui, atualmente, uma carteira com 51 projetos de financiamento de geração eólica, totalizando 5,5 mil MW e investimentos de R$ 25 bilhões.

Usinas
As usinas têm capacidade instalada de 121,8 MW e são controladas pela Ventus Energia Renováveis S.A, vencedora do leilão de energia de reserva de 2009.

Os parques contam com 58 aerogeradores, fornecidos pela Suzlon Energia Eólica do Brasil, e são divididos em dois complexos: Complexo Icaraí (Central Geradora Eólica Icaraí I S/A e Icaraí II S/A) e o Complexo Taíba (Central Geradora Eólica Taíba Águia S/A, Central Eólica Geradora Taíba Andorinha e Central Geradora Eólica Colônia S/A).

O Complexo Icaraí, em Amontada, tem capacidade de 61,5 MW e o Taíba, localizado em São Gonçalo do Amarante, de 57,6 MW. Ambos estão conectados ao sistema de distribuição da Chesf.

Sábado, 18 de outubro de 2014 às 10:00  

Saiba qual operadora oferece o melhor serviço de telefonia celular em sua cidade

Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançou na terça-feira (14) o APP Serviço Móvel, aplicativo que permite consultar a qualidade do serviço das operadoras de telefonia celular. Ele está disponível para celulares com sistemas Android e iOS.

“Com o aplicativo, o usuário tem mais informações para escolher entre as prestadoras”, disse o presidente da Anatel, João Rezende, durante a coletiva de lançamento, no evento Futurecom, em São Paulo.

O APP Serviço Móvel permite consultar a qualidade dos serviços de voz e de dados nas redes das operadoras do serviço móvel em todos os municípios brasileiros. Nele também está disponível um ranking das operadoras, construído a partir dos indicadores aferidos de acessibilidade, conexão, quedas e desconexão. Além disso é possível acompanhar a evolução da qualidade de cada operadora a partir da consulta ao histórico desses indicadores em intervalos de até 12 meses.

O aplicativo permite, ainda, que o usuário visualize em um mapa as estações licenciadas e em funcionamento e suas respectivas tecnologias (2G, 3G e 4G), por operadora. Com isso, os usuários poderão se informar melhor sobre a disponibilidade do serviço.

A consulta também pode ser feita na versão web do aplicativo, ativada por meio do sistema de geolocalização do celular ou manualmente – situação em que o usuário escolhe o município que deseja pesquisar. As informações são atualizadas mensalmente.

Fonte: Anatel.

Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 19:42  

Salário das mulheres recupera defasagem em relação ao dos homens em 2014, aponta Caged

As mulheres estão avançando para a redução da defasagem salarial entre o que elas ganham e o que é pago aos homens. É o que revelam os dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta semana. Com relação ao salário médio real de admissão por grau de instrução, por exemplo, as mulheres sem escolaridade tiveram ajuste de 3,18% no emprego com carteira assinada, enquanto homens nesta mesma condição receberam 0,82% a mais entre janeiro e setembro de 2014, em relação a igual período do ano passado.

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Avanço dos salários entre homens e mulheres, segundo Caged/MTE.

Atualmente, a defasagem salarial de gênero ainda existe em todas as regiões do País. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2013 (Pnad/IBGE) – que é mais ampla que o Caged por abrangir outras formas de trabalho sem carteira assinada – mostram que no início da década passada o rendimento das mulheres equivalia a 70% do rendimento dos homens. Dez anos depois, em 2012, a diferença, segundo a Pnad, ficou ainda maior, subindo a 73%. No grupo com 12 anos ou mais de estudo, o rendimento feminino cai para 66% da renda masculina.

Mas, no último ano, os números do Caged mostram uma tendência consistente inversa, de melhora para as mulheres. “Na questão de gênero, tem acontecido nos últimos meses – e neste mês isso se repetiu – que o aumento salarial das mulheres foi superior, em termos percentuais, ao dos homens”, afirma o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Manoel Dias. Como consequência, explica ele, há uma perspectiva real de que os salários sejam mais equilibrados entre os dois sexos em um futuro próximo.

A pesquisa aponta que, no nível fundamental completo, os homens tiveram uma variação de 1,84% no emprego formal, na passagem de 2013 para 2014, enquanto para as mulheres a variação foi de 2,52% em igual período. No nível médio completo os homens avançaram 0,59% e as mulheres, 1,82%, revela o Caged.

Reduções menores
Segundo o levantamento do ministério, os dados apontam que as mulheres obtiveram comportamento mais favorável em termos de aumentos salariais relação aos homens em quase todos os níveis de escolaridade. No ensino superior completo os homens apresentaram uma redução no salário de admissão de 3,50%, enquanto as mulheres registraram uma perda de 0,46%.

“Neste grau de instrução se verifica o maior diferencial entre os salários de admissão da mulher versus o dos homens (64,74%). Esse resultado dá continuidade ao processo paulatino de recuperação dos salários das mulheres comparativamente o dos homens, verificado nos últimos anos”, diz o estudo.

É interessante notar, no entanto, que a recuperação do salário feminino diminui enquanto avança a escolaridade. No nível superior completo, por exemplo, o salário masculino do emprego com carteira assinada avançou 1,17% no período, enquanto o das mulheres variou 1,74%.

“Os salários médios reais de admissão das mulheres mostram uma maior representatividade nos níveis de escolaridade mais baixos em relação aos dos homens: analfabeto (94,75%) e até o quinto ano incompleto do ensino fundamental (83,05%)”, conclui o estudo do Ministério do Trabalho.

Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 15:32   (Última atualização: 17/10/2014 às 17:48:22)

Ação afirmativa: mais da metade dos alunos do programa federal de bolsas são negros

Segundo dados do Ministério da Educação, dentre os estudantes contemplados em 2014 pelo programa do governo federal que concede bolsas de estudo de ensino superior, mais da metade são negros. No primeiro ano do programa, 2005, apenas 37,2% dos estudantes eram negros. Hoje, são 56,48%. Em números absolutos, a quantidade de alunos negros passou de 35.568, há 10 anos, para 125.566 atualmente, um aumento de 353%.

Para a diretora de Programas de Ações Afirmativas da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), Mônica de Oliveira, o aumento se deve a dois fatores. “Com o passar do tempo, se ampliam a divulgação e o grau de informação da população. Esse é um elemento. E outra questão fundamental é que a população negra passa a reconhecer que essas políticas estão dirigidas a ela prioritariamente. Isso é uma mudança de como a população negra se enxerga no universo das políticas públicas”.

Mônica acrescenta ainda que o programa é um fator de mudança na vida dos alunos. É o caso de Joceline Gomes, 26 anos, aluna da primeira turma do programa, em 2005. Ela conquistou uma bolsa integral no curso de Jornalismo da Universidade Católica de Brasília (DF). “Minha família era de classe média baixa, a gente não tinha acesso a nada. Quando entrei na universidade e vi que eu realmente podia estar lá, que aquela vaga realmente era minha, que eu tinha uma bolsa integral que ia me permitir cursar uma faculdade, foi a oportunidade da minha vida. Isso me transformou no que sou hoje. O programa foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma a jovem negra, moradora de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal.

Joceline se formou em 2008 e hoje trabalha na sua área de formação. Segundo levantamento da Seppir, 85% dos alunos formados pelo programa possuem emprego, sendo que 65% trabalham com carteira assinada. A maioria desses estudantes trabalha na área em que se formaram. Para a jovem, a melhoria de vida não veio somente para ela. “Eu fui a primeira a entrar na faculdade de toda a minha família. Isso já vai encorajando outras pessoas da família. Então você vai puxando toda uma geração de pessoas e vai influenciando. Primeiro dentro da sua família, depois com seus amigos, e vai aumentando esse círculo”, assegura.

Programa
O programa concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros, sem diploma de nível superior. Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, essa renda deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

São reservadas bolsas a pessoas com deficiência e aos autodeclarados indígenas, pardos ou pretos. O percentual de bolsas destinadas aos cotistas é igual àquele de cidadãos pretos, pardos e indígenas, em cada estado, segundo o último censo do IBGE. Vale lembrar que o candidato cotista também deve se enquadrar nos demais critérios de seleção do programa.

Desde a sua criação, em 2005, o programa concedeu mais de 1,6 milhão de bolsas de estudo.

Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 12:47   (Última atualização: 17/10/2014 às 15:35:55)

Brasil doa alimentos e material hospitalar para países africanos afetados pelo ebola

O governo brasileiro enviará ajuda humanitária de R$ 13,5 milhões em alimentos para os três países afetados pela epidemia de ebola: Guiné, Serra Leoa e Libéria. A medida foi anunciada esta semana pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, por meio do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (ONU). Serão enviados 6,4 mil toneladas de arroz beneficiado, no valor de R$ 6,3 milhões, e 4,6 mil toneladas de feijão, no valor de 7,1 milhões.

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Cada kit enviado contém 48 itens, sendo 30 tipos de medicamentos, incluindo antibióticos e anti-inflamatórios, e 18 insumos para primeiros-socorros, como luvas e máscaras. Fotos: Rondon Vellozo/MS

Além disso, o Ministério da Saúde enviará mais 10 kits de medicamentos e insumos, suficientes para atender cerca de cinco mil pessoas por três meses.

Anteriormente a essa ajuda, o governo brasileiro enviara cinco kits para Serra Leoa, cinco para Libéria e quatro para Guiné, além da doação de R$ 1 milhão à Organização Mundial da Saúde (OMS) para fortalecer ações e interromper a transmissão do ebola na África Ocidental. “Precisamos ajudar estes países a se estruturarem para que possam superar, não só à epidemia, mas também ao colapso econômico que vivem”, afirmou o ministro.

Fonte: Ministério da Saúde.

Sexta-feira, 17 de outubro de 2014 às 11:23   (Última atualização: 17/10/2014 às 11:44:29)

Pacto Federativo: Conheça as responsabilidades da União, estados e municípios para assistência social

Em 2013, o Brasil alcançou uma marca histórica garantindo que 22 milhões de brasileiros saíssem da condição de extrema pobreza. Avanços como esse são resultado de políticas de estado que tem o objetivo de promover inclusão social e qualidade de vida da população mais pobre. As ações destas políticas públicas são executadas de forma conjunta pela União, estados, Distrito Federal e municípios.

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A Constituição Federal estabelece que a gestão de serviços socioassistenciais e de segurança alimentar no Brasil deve ser compartilhada entre os três níveis de governo.

Na área da assistência social, é o Sistema Único de Assistência Social (Suas) que descentraliza ações que vão desde o combate à fome e à pobreza até a assistência aos portadores de necessidades especiais. Já o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) estimula a integração dos esforços entre governos e sociedade civil para promover o acompanhamento, o monitoramento e a avaliação da segurança alimentar e nutricional.

Confira os compromissos da União, estados, municípios e Distrito Federal na garantia da assistência social e segurança alimentar:

União articula a Política Nacional
É responsabilidade da União articular ações da Política Nacional de Assistência Social e do Sistema Único de Assistência Social em todo o País. Ela é responsável por definir condições e formas de acesso da população à assistência social e repassar recursos aos demais entes da Federação para execução dos programas, serviços e ações.

Em relação à Segurança Alimentar, é atribuição da União planejar, implementar e supervisionar projetos e ações instituídos a partir das diretrizes da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Política essa, desenvolvida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e que conta com a participação de entidades da sociedade civil. Só no período de 2004 a 2010, houve um aumento de 82% nos recursos destinados pelo Governo Federal à Política Nacional de Segurança Alimentar.

=> Acesse os relatórios e boletins de informações sociais da União

Coordenação estadual
Entre as atribuições dos governos estaduais na assistência social estão a coordenação e execução dos respectivos programas assistenciais. Aos estados cabe também a coordenação da gestão pública nos espaços regionais, nas regiões metropolitanas e nas aglomerações urbanas.

Na área de Segurança Alimentar e Nutricional, há a possibilidade de os governos estaduais aderirem e operacionalizar programas desenvolvidos pela União.

=> Acesse os relatórios e boletins de informações sociais por estado

Municípios executam as ações
As prefeituras são as executoras dos programas, serviços e ações da Assistência Social, recebendo recursos da União e dos governos estaduais para sua execução. Na área de Segurança Alimentar e Nutricional – assim como os estados – elas também podem aderir e operacionalizar programas desenvolvidos pela União.

=> Acesse os relatórios e boletins sociais de cada município

Distrito Federal
Ao Distrito Federal cabe o papel de estado e de município na gestão dos serviços de assistência social e segurança alimentar.

=> Acesse os relatórios e boletins de informações sociais do Distrito Federal

Quinta-feira, 16 de outubro de 2014 às 18:00   (Última atualização: 16/10/2014 às 18:47:47)

Ancine investe R$ 27 mi em “núcleos criativos” para incentivar produção de cinema em escala no Brasil

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) vai investir R$ 27 milhões para estruturação de núcleos criativos – grupo organizado por produtora para desenvolvimento de carteira de filmes e outros projetos audiovisuais.

A iniciativa rompe com o modelo de investimento em produções singulares e trabalha planejamento a médio e longo prazos, como fazem grandes empresas audiovisuais do mundo inteiro, potencializando a produção e melhorando sua qualidade final.

Filmagem de "Antes que o mundo acabe" (2009), produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual . Foto: divulgação Imagem Filmes.

Filmagem de “Antes que o mundo acabe” (2009), produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual . Foto: divulgação Imagem Filmes.

Os recursos, provenientes do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), serão destinados a 28 empresas brasileiras independentes, de todas as regiões do País, selecionadas por chamada pública (Prodav 03/2013). Desse investimento resultarão 165 projetos: 69 séries de ficção; 24 séries de animação; 19 séries documentais; 46 longas-metragens de ficção; 06 longas de animação, e 03 formatos de obra audiovisual.

O professor Giba Assis Brasil falou sobre o tema em entrevista ao Blog do Planalto. Ele é montador de cinema e roteirista líder do núcleo criativo da Casa de Cinema de Porto Alegre. A empresa, uma das contempladas no edital, receberá R$ 1 milhão em investimentos.

Como o Fundo Setorial do Audiovisual está contribuindo para o País se tornar um relevante centro produtor e programador de conteúdo?
Como o Brasil não tem uma tradição de ter uma indústria audiovisual – enfim, tem muita criatividade, tem momentos importantes na história do audiovisual brasileiro, mas nunca chegou a se consolidar uma indústria como tem os Estados Unidos, a Índia e alguns países da Europa. Então, o que acontece é que tem muita gente trabalhando, fazendo produtos interessantes, mas dificilmente tu consegues desenvolver um produto de forma adequada. Dificilmente tu consegues dedicar tempo exclusivo para ideia de pegar um roteiro e ficar trabalhando naquele roteiro e ficar trabalhando naquele roteiro, para melhorar aquele roteiro e trabalhando coletivamente, né? Porque a melhor maneira de trabalhar roteiros, sou professor disso também, é sempre trabalhar entre duas, três pessoas, um grupo de pessoas que trabalhem nisso até ele chegar no ponto de ser filmado, de ser produzido.

Então, investir em desenvolvimento de projeto, que é o que as grandes empresas audiovisuais do mundo inteiro fazem, é tu ter essa possibilidade de dedicar tempo exclusivamente para aquilo. Normalmente o que a gente faz é o seguinte: a gente fica trabalhando no dia a dia, fazendo os projetos que estão tocando, próprios ou por encomenda, e os próximos projetos tu faz à noite, no tempo livre. E o ideal não é isso. O ideal é que os roteiristas tenham possibilidade para trabalhar nisso oito horas por dia apenas nisso. É assim que vão surgir bons projetos. Então, pela primeira vez, a gente está tendo essa possibilidade de poder se dedicar exclusivamente aos próximos projetos.

O núcleo criativo trabalhará então em vários projetos?
O projeto que a gente está propondo são dez roteiristas trabalhando cinco projetos simultaneamente. A gente vai ter um ano e meio para desenvolver esses projetos da melhor maneira possível e viabilizar alguns deles nesse período.

O senhor pode adiantar quais são os projetos que a Casa de Cinema de Porto Alegre desenvolverá nesse sentido?
São projetos que a gente aposta muito. Tem um projeto de longa-metragem para cinema e os outros projetos são para televisão. E aí tem de tudo: tem uma série de comédia, tem uma série de drama, tem uma série de terror, tem uma série de documentário… Eventualmente outras ideias podem ser desenvolvidas, mas basicamente agora a gente vai fazer um sistema de rodízio, assim que tiver uma contratação para isso, em que a gente vai trabalhar todos os dias, cada roteirista vai ter que apresentar alguma coisa nova. E a gente vai discutir pelo menos uma vez por semana o que cada um está fazendo e o que a gente precisa desenvolver mais em cada um dos projetos.

A ideia é que, a parte, a produção vá viabilizando esses projetos, tentando contatos, feiras, formatando esses projetos sempre que a gente tiver uma nova versão, tentar contato com emissoras, com distribuidoras, para transformar isso em produto. Quanto mais a gente trabalhar neles como roteiro, melhor.

Quinta-feira, 16 de outubro de 2014 às 17:00  

“Prévia do PIB” aponta crescimento de 0,27% na economia do País em agosto, diz BC

A economia brasileira cresceu pelo segundo mês seguido em agosto, de acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (16). O índice é considerado pelo mercado como um sinalizador do avanço do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e riquezas produzidos no País, embora nem sempre esses indicadores sejam coincidentes.

O avanço foi de 0,27% em agosto, em relação ao mês anterior, já descontados os fatores sazonais (temporários). Em julho, a economia brasileira havia avançado 1,5%, maior alta mensal em seis anos. Agora, o segundo índice positivo aponta para uma possível recuperação da economia brasileira no terceiro trimestre de 2014.

No ano, o IBC-Br registra retração de 0,11% sem ajuste sazonal e alta de 0,4% com ajuste. Em 12 meses, o avanço é de 0,88% (0,93% com ajuste).

Este indicador registra o comportamento de três setores considerados estratégicos para o crescimento da economia: a agropecuária, a indústria e o setor de serviços. Para chegar ao índice final, o Banco Central levanta a produção estimada para os três setores, mais os impostos sobre produtos.

Fonte: com informações do Banco Central.

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