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Sexta-feira, 28 de agosto de 2015 às 12:53   (Última atualização: 28/08/2015 às 15:20:17)

Entrega do Minha Casa beneficia mais de 10 mil pessoas no Norte e no Nordeste

Mais de 10 mil pessoas serão beneficiadas, nesta sexta-feira (28), pelo Programa Minha Casa Minha Vida, com a entrega de 2.701 moradias nos municípios de Caucaia (CE), Fortaleza (CE), Maracanaú (CE), Castanhal (PA), Bom Conselho (PE) e Colinas do Tocantins (TO). Os empreendimentos são destinados a famílias com renda de até R$ 1,6 mil. A presidenta Dilma Rousseff participa em Caucaia do evento de entrega simultânea nas cidades contempladas.

Serão beneficiadas 2.701 famílias nos municípios de Caucaia (CE), Fortaleza (CE), Maracanaú (CE), Castanhal (PA), Bom Conselho (PE) e Colinas do Tocantins (TO). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

Serão beneficiadas 2.701 famílias nos municípios de Caucaia (CE), Fortaleza (CE), Maracanaú (CE), Castanhal (PA), Bom Conselho (PE) e Colinas do Tocantins (TO). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

Uma das pessoas beneficiadas é a bordadeira Alexandra Araújo Gomes, 30 anos. Ela e seus três filhos vão deixar de viver de favor na casa de um parente para morar com outras 480 famílias no Residencial José Lino da Silveira, em Caucaia. “Eu vou morar lá, vou pagar pouco. Daqui a dez anos vou ter quitado a minha casa. É o que todo mundo quer. É o sonho de todo mundo. E agora eu vou receber as chaves, graças a Deus”, comemora. “Antes eu morava em um cômodo só, agora vou ter o quarto dos meus filhos e o meu próprio quarto”, completa.

Além das unidades de Caucaia, o evento dessa sexta vai entregar , ainda no estado do Ceará, outras 368 unidades do Residencial Cidade Jardim II serão, em Fortaleza, e 312 unidades, em Maracanaú, do Residencial Demócrito Dummar I. Em Castanhal (PA), mil famílias serão contempladas com casas dos Residenciais Japiim I e II. Já no estado do Tocantins, 400 moradias serão concedidas aos beneficiários dos Conjuntos Estrela do Norte I e II.

Em todo o país, o Minha Casa Minha Vida já beneficiou mais de 9,2 milhões de pessoas, com a entrega de 2,3 milhões de moradias. Para o Superintendente Nacional da região Nordeste da Caixa, Luiz Antônio de Souza, “esse é mais um passo dado no sentido de cumprir esse grande objetivo que é levar moradia para quem está precisando, e realmente as pessoas mais carentes têm sido beneficiadas com o programa”.

Todas as unidades são divididas em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. Além disso, atendendo às exigências de qualidade do MCMV, os empreendimentos são equipados com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica.

Números
No estado do Ceará, foram entregues mais de 55,7 mil unidades, beneficiando mais de 220 mil pessoas. No Pará, o MCMV beneficiou mais de 208,9 mil pessoas com a entrega de 52,2 mil unidades habitacionais. Em Pernambuco, já foram beneficiadas mais de 283,7 mil pessoas com a entrega de mais de 70,9 mil unidades. Já no Tocantins, foram beneficiadas mais de 52,5 mil pessoas com a entrega de 13,1 mil moradias.​

Sexta-feira, 28 de agosto de 2015 às 8:00  

Minha Casa Minha Vida, Dialoga Ceará, encontro com empresários e governadores do Nordeste

Agenda presidencial

Nesta sexta-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff cumpre extensa agenda no Ceará. A partir das 14h30, no município de Caucaia, ela participa da entrega simultânea de unidades habitacionais construídas pelo Programa Minha Casa Minha Vida.

Ao final da cerimônia, a presidenta se desloca para Fortaleza, onde participa de encontro com empresários e em seguida, a partir das 18h30, estará na edição cearense do Dialoga Brasil.

Encerrando os compromissos do dia, Dilma participa de jantar com governadores dos estados do Nordeste e retorna a Brasília.

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 16:15   (Última atualização: 27/08/2015 às 17:16:20)

“Esporte ensina lições de superação, luta e respeito”, afirma presidenta a atletas

Ao falar nesta quinta-feira (27) para os atletas que representaram o Brasil nos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos Toronto 2015, a presidenta Dilma frisou que o esporte é capaz de ensinar muitas lições, principalmente de superação. “Sempre é comovente a gente ver histórias de superação e todos os atletas têm uma história de superação”, disse, durante cerimônia no Palácio do Planalto que celebrou também os 10 anos do programa Bolsa Atleta.

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Para presidenta Dilma, atletas são exemplo de determinação e coragem na superação de limites. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Citando os atletas que deram seu depoimento sobre como o Bolsa Atleta os apoiaram a superar desafios para alcançar resultados, Dilma afirmou que o esporte “mostra também que é possível sofrer derrotas, é possível sofrer dificuldades no caminho, mas que todo atleta levanta e segue frente. Muitas vezes não ganha na primeira, mas ganha na segunda ou terceira. E segue lutando para ganhar e respeita também o resultado do outro atleta que é o vencedor”, disse.

Falando sobre os esportes individuais, a presidenta disse que eles evidenciam a capacidade dos atletas em superar obstáculos, as limitações, e até a lei da gravidade. “Supera todas aquelas limitações que cada um de nós temos, supera os medos e ao mesmo tempo é uma história muito bonita”. Em relação aos esportes coletivos, ela falou sobre o exemplo que dão para que as pessoas lutem juntas, em cooperação.

“Por isso, eu parabenizo toda a delegação. As conquistas de vocês sem dúvida nos inspiram e inspiram todo o Brasil. Esse exemplo de coragem e determinação que vocês dão a nós, esse exemplo de determinação e coragem na superação de seus limites. E aí eu queria destacar os [paratletas]. Eles também demonstram que é possível viver sem limites”, disse. E ressaltou que vê-los brilhando no primeiro lugar tem um simbolismo muito forte para cada brasileiro.

 

Confira a íntegra

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 15:55   (Última atualização: 27/08/2015 às 17:16:56)

Dilma: esforço dos atletas garantiu medalhas; orgulho do governo é ter garantido oportunidades

Na comemoração dos dez anos do Programa Bolsa Atleta, a presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta quinta-feira (27), que o Brasil vai continuar investindo, de forma determinada e consistente, no esporte nacional. A presidenta parabenizou o desempenho da delegação brasileira nos Jogos de Toronto, no Canadá, e disse que os bons resultados comprovam o sucesso do programa. Ela recebeu no Palácio do Planalto a delegação de atletas brasileiros que participou dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos.

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Presidenta Dilma recebeu delegação brasileira que participou dos Jogos de Toronto 2015. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

Dilma destacou que um grande orgulho foi saber que 78% dos competidores que defenderam o Brasil no Canadá são bolsistas do programa, e salientou o mérito pessoal dos atletas.

“Foi o esforço de vocês que garantiu a medalha. Foi o apoio das famílias de vocês. Certamente tem muitas mães dando apoio, dando estímulo e falando ‘vai que você consegue’. Porque mãe faz isso. Muitos pais também dando apoio. Sem sombra de dúvida é uma vitória que vocês conquistam. O que é o orgulho do governo? É ter garantido a oportunidade, é ter dado a oportunidade. Nós não damos vitória, nós só damos oportunidades. Quem dá a vitória são vocês mesmos, quem conquista a vitória. Daí porque eu fiquei muito feliz que os 78% recebam Bolsa Atleta.”

O Bolsa Atleta, criado em 2005, é o maior programa de patrocínio individual de atletas no mundo. Beneficia atletas de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais e garante condições mínimas para que se dediquem, com exclusividade e tranquilidade, ao treinamento e às competições.

“Ao completar a primeira década de vida, o Bolsa Atleta, que foi objeto de muitas dúvidas, muitos falavam que o programa não ia dar certo, a gente vê que no teste de escala o programa passou. Porque nós concedemos agora em 2015, 6.093 bolsas e em 2005 eram 975. Vejam que a escala foi crescendo, até que chegamos a 43 mil bolsas nesses 10 anos. E garantimos também que essas bolsas tivessem continuidade ao longo dos 10 anos”, avaliou a presidenta.

Também destacou que é fundamental apoiar o esporte porque ele também é pré-condição para uma boa educação. “Esporte não é algo restrito a si mesmo. Esporte assegura não só muito mais capacidade de aprendizagem em todas áreas, mas também integra a cultura de um país”, disse.

Legado
Com o ânimo dos resultados dos jogos de Toronto, a presidenta disse que o País agora trabalha para assegurar o maior legado do investimento que tem feito nos atletas. “Trabalhamos para assegurar que o maior legado de nossa Olimpíada e Paralimpíada Rio 2016 seja o legado dessa formação de atletas de alto rendimento e de massificação do atletismo e de todos os demais esportes”.

Dilma destacou também que o investimento em infraestrutura também faz parte deste legado. São 16 centros de treinamento olímpico que foram instalados em todo o País, capazes de atender desde as categorias de base até as equipes de alto rendimento. “Essa infraestrutura espalhada por todas as regiões do Brasil vai nos permitir disseminar a cultura esportiva entre as crianças e jovens”.

Confira a íntegra

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 15:40   (Última atualização: 27/08/2015 às 20:42:33)

Governo brasileiro é o maior parceiro do esporte nacional, diz ministro

“A história dos atletas é linda. O mérito é deles, mas há uma mão amiga lhes amparando nesses últimos anos e essa mão amiga vem do governo”, disse o ministro do Esporte, George Hilton. A constatação foi feita durante a recepção às delegações do Brasil nos jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto 2015, que ocorreu nesta quinta-feira (27), no Palácio do Planalto. Na ocasião também prestaram homenagem aos 10 anos do programa Bolsa Atleta.

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Foto: RafaB/ Blog do Planalto

 

Segundo o titular da pasta, o governo brasileiro é o maior parceiro do esporte nacional. “Para muitas dessas modalidades, se não fosse o apoio, de forma incondicional, eu diria que o esporte quebraria”, destacou.

 

Hilton salientou ainda a importância do Bolsa Atleta como incentivo ao esporte. “Há dez anos nasceu o programa Bolsa Atleta para oferecer aos nossos esportistas a alternativa de apenas se preocupar em treinar, treinar e treinar”, comentou.

Em seu discurso, o ministro enfatizou também as “histórias inspiradoras de pessoas que mudaram o rumo de suas vidas por intermédio do esporte”. “São relatos que nos levam em frente e nos fazem observar a vida por um ângulo diferente”.

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 14:30   (Última atualização: 27/08/2015 às 21:26:47)

Bolsa Atleta incentiva o desenvolvimento e ajuda a alcançar sonhos, dizem atletas brasileiros

O Bolsa Atleta chega aos dez anos com resultados expressivos dos atletas brasileiros em diversas competições. Mais importante do que isso, é uma promoção de oportunidades e um incentivo ao desenvolvimento dos atletas.

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A atleta Joice Silva conquistou o primeiro ouro do Brasil na luta olímpica. Foto: RafaB/ Blog do Planalto

A atleta Joice Silva conquistou o primeiro ouro do Brasil na luta olímpica, nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Beneficiária do Bolsa Atleta, destacou que o incentivo foi importante na decisão para seguir no esporte. “No início da carreira, quando tive que decidir entre continuar a treinar ou procurar emprego, a bolsa foi fundamental para eu decidir ser atleta e lutar pelos meus sonhos”, afirmou.

Após começar no atletismo há apenas um ano e meio, o paratleta Petrucio Ferreira, do atletismo, estreou na competição internacional quebrando recordes nos 100 e 200 metros. Para ele, os resultados obtidos foram possíveis graças ao Bolsa Atleta, que recebe desde que começou a treinar. “É um grande incentivo que ajuda o desenvolvimento dos atletas, que permite boa alimentação e compra de materiais que não teria condição de adquirir sem o auxílio”, comentou.

O paratleta, Guilherme Costa, 23 anos, começou no tênis de mesa em 2008, seis meses após ter sofrido um acidente que o deixou paraplégico. Dois anos depois, já competia internacionalmente. Em seu segundo Parapan-Americano, subiu ao pódio duas vezes. Ele trouxe para casa uma medalha de bronze, na categoria individual, e uma de ouro, na competição por equipe.

Para ele, que também é bolsista, o auxílio é fundamental para se dedicar ao esporte e buscar resultados melhores. “Um atleta precisa viver para isso. A bolsa proporciona que eu vá para a competição e só pense no tênis de mesa, sem me preocupar em tirar dinheiro do patrocínio que não existe”, disse.

Já a paratleta de tênis de cadeira de rodas Natália Mayara Costa, 21 anos, também ajudou o Brasil na conquista do primeiro lugar do quadro de medalhas, no Parapan. “Quando comecei no esporte, nunca imaginei que competiria profissionalmente e representaria o Brasil”, afirmou. Ela conquistou duas medalhas de ouro.

Segundo ela, o auxílio do governo permite que ela se dedique, exclusivamente, ao esporte. “Hoje em dia para viver do esporte tem que abdicar de muita coisa. A bolsa vem com esse papel de manter uma base para o atleta, enquanto ele se dedica ao que ele faz”, enfatizou.

Foi em Toronto que o nadador Thiago Pereira, outro bolsista, ganhou sua 23ª medalha em Pan-Americano e se tornou o maior vencedor da história da competição. “Foi um Pan mais que especial para mim ao me tornar o maior medalhista da história de todos os jogos. Meu quarto Pan consecutivo. E também para o Brasil que passa a ter representante dentro desse recorde de medalhas”, ressaltou.

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O atleta bolsista Thiago Pereira se tornou o maior vencedor do Pan-Americano, com 23 medalhas. Foto: RafaB/ Blog do Planalto

Ele acrescentou que a Bolsa Atleta, que recebe há dez anos, traz tranquilidade para se dedicar ao esporte. “Para muitos de nós, é [importante] não ter a preocupação fora do nosso esporte. A gente doa 100% do nosso tempo”, completou.

O também nadador Guilherme Guido, que ganhou medalha de prata nos 100 metros e ouro no revezamento medley, destacou o incentivo do governo para que os resultados positivos continuem. “Importante continuar o investimento que o governo está fazendo e a gente vai continuar dando o máximo para buscar o pódio”, garantiu.

As 141 medalhas conquistadas pelos atletas brasileiros no Pan-Americano e as 257 conquistadas pelos paratletas no Parapan, em Toronto, no Canadá, mostram a superação dos competidores e credenciam o Brasil a brigar pelo pódio nos jogos Olímpicos e Paralímpicos, no Rio 2016.

Campanha brasileira
O Brasil encerrou a participação nos jogos Pan-Americano de Toronto em terceiro lugar no quadro geral de medalhas. Nesta edição, os brasileiros conquistaram 41 medalhas de ouro, 40 de prata e 60 de bronze, totalizando 141. Em primeiro e segundo lugares ficaram os Estados Unidos com 265 medalhas (103 ouros, 81 pratas e 81 bronzes), seguidos do Canadá, com 217 (78 ouros, 69 pratas e 70 bronzes).

Mais de 70% dos competidores brasileiros são bolsistas do Ministério do Esporte.

Nos jogos Parapan-Americanos, o desempenho do Brasil foi ainda melhor. A delegação brasileira teve a campanha mais vitoriosa na competição com 257 medalhas conquistadas, que garantiram o primeiro lugar no pódio. Foram 109 ouros, 74 pratas e 74 bronzes. Na segunda e terceira posição, ficaram Canadá e Estados Unidos, respectivamente, com 135 e 113 medalhas no total.

O Ministério do Esporte tem, ainda, dois convênios ativos com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O primeiro deles, de R$ 38 milhões, é destinado à preparação e treinamento de seleções permanentes em 16 modalidades. O outro convênio, de R$ 1,8 milhão, foi destinado a propiciar a participação da missão brasileira nos Jogos Parapan-americanos de Toronto 2015.

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 13:10   (Última atualização: 27/08/2015 às 15:26:07)

“Bolsa Atleta me incluiu na sociedade”, diz medalhista que era guardador de carros

A história do esporte na vida de Davi é emocionante. Há 15 anos ele tomava conta de carros em um estacionamento ao lado do Centro Olímpico em São Paulo. “Meu professor estacionava o carro lá e eu tomava conta do carro dele. E aí ele me chamou para treinar”, conta ele. Ele começou a treinar para ganhar o lanche. Em 2005, quando foi criado o Bolsa Atleta, ele diz que foi um dos primeiros a se inscrever no programa. “Depois que eu comecei a receber o Bolsa Atleta, falei: ‘Vou ser atleta, cara! Não quero nunca mais voltar.’”

“O Bolsa-Atleta está fazendo dez anos e eu estou fazendo dez anos junto, com ele pude me manter no esporte," conta Davi. Foto: RafaB/Blog do Planalto

“O Bolsa Atleta está fazendo dez anos e eu estou fazendo dez anos junto, com ele pude me manter no esporte,” conta Davi. Foto: RafaB/Blog do Planalto

E assim ele fez. Nunca mais tomou conta de carro e se dedicou exclusivamente ao treinamento, a ser atleta. “O Bolsa Atleta me manteve no esporte. O Bolsa Atleta está fazendo dez anos e eu estou fazendo dez anos junto”. Um dos maiores desafios para os atletas jovens com poucos recursos, relata o lutador, é que quando chega a uma idade de 17, 18 anos tem a necessidade de ajudar financeiramente à família. E aí muitos se veem obrigados a deixar o esporte para procurar trabalho.

Então o programa do governo federal fez diferença mais uma vez. “Fez um papel fundamental de estar me mantendo no esporte. Antigamente eu não tinha patrocínio, não tinha incentivo de ninguém e o Bolsa Atleta me manteve no esporte, porque eu tinha de onde ajudar minha família. Pude me manter no esporte. Na minha vida fez um papel fundamental. Praticamente me incluiu na sociedade.”

E a bolsa que recebia fez ainda mais uma diferença, o incentivou a progredir cada dia mais e a conquistar melhores colocações no ranking nacional. “O Bolsa Atleta faz você sempre querer mais, te dá o benefício de ter o dinheiro a mais do seu sacrifício. Você se sacrifica, consegue chegar mais longe e o Bolsa Atleta vai e te incentiva a chegar muito mais longe no seu esporte, porque quanto mais apoio você tiver, melhor para você no seu rendimento.”

Com a criação de uma nova categoria do programa em 2011, o Bolsa Pódio, Davi se esforçou ainda mais para entrar no ranking internacional dos 20 melhores atletas em sua modalidade. “Eu era atleta nacional e recebia R$ 750, passei a ser atleta internacional e ganhava R$ 1.850. Hoje eu sou atleta pódio, sou o primeiro atleta a entrar no ranking mundial da história da luta olímpica brasileira. E com a bolsa, o atleta tem condições de comprar um suplemento melhor, ter uma alimentação melhor. E atleta que não tem preocupação financeira, o rendimento dele é maior.”

Davi Albino lembra que a luta greco-romana é um esporte tradicional no mundo, existe desde 750 a.C, mas que a Confederação Brasileira de Luta tem apenas 15 anos. “Em apenas 15 anos já temos medalha em mundial, já temos atletas no ranking mundial. Eu sou o primeiro atleta a entrar no ranking mundial da história da luta olímpica brasileira”. E se depender dele, o Brasil vai ainda mais longe na modalidade. “Ano que vem nas Olimpíadas eu sei que vou estar muito forte, graças ao Bolsa Atleta também, vou estar financeiramente melhor e fisicamente muito mais forte para trazer a primeira medalha olímpica para o Brasil na greco-romana.”

O Bolsa Atleta
O governo brasileiro mantém, desde 2005, o maior programa de patrocínio individual de atletas no mundo. O público beneficiário são atletas de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais de sua modalidade. O programa garante condições mínimas para que se dediquem, com exclusividade e tranquilidade, ao treinamento e competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas. Atualmente, são seis as categorias de bolsa oferecidas pelo Ministério do Esporte: Atleta de Base, Estudantil, Nacional, Internacional e Olímpico/Paralímpico e Pódio.

Com a escolha do país como sede olímpica e paralímpica em 2016, o governo federal criou, em 2012, a categoria Bolsa Pódio, a mais alta do programa e destinada a atletas com chances de disputar medalhas nos Jogos Rio 2016. Os beneficiados pelo Bolsa Atleta recebem a ajuda durante um ano. A prioridade é para atletas de esportes que compõem os programas dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos. Em seguida, o benefício se destina a atletas de modalidades chamadas não-olímpicas.

Quinta-feira, 27 de agosto de 2015 às 8:00  

Recepção à delegação brasileira nos Jogos de Toronto 2015

Agenda presidencial

Nesta quinta-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff cumpre agenda no Palácio do Planalto: às 10h ela se encontra  com o deputado Sibá Machado, Líder do PT na Câmara dos Deputados.

Em seguida, às 11h, Dilma participa de cerimônia de recepção às delegações do Brasil nos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto 2015. Na ocasião será feita homenagem aos 10 anos do Programa Bolsa Atleta.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para mais detalhes e atualizações, acesse o Portal Planalto.

 

 

Quarta-feira, 26 de agosto de 2015 às 8:00  

Reuniões com parlamentares

Agenda presidencialNesta quarta-feira (26), a presidenta Dilma Rousseff tem uma série de reuniões com parlamentares, no Palácio do Planalto. Às 10h, ela recebe a senadora Gleisi Hoffmann. Mais tarde, às 11h, Dilma conversa com o senador e líder do PT e do Bloco de Apoio ao Governo, Humberto Costa. Em seguida, às 12h, a reunião será entre a presidenta e o deputado federal e líder do PT na Câmara dos Deputados, Sibá Machado.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para mais detalhes e atualizações, acesse o Portal Planalto.

Terça-feira, 25 de agosto de 2015 às 16:51   (Última atualização: 25/08/2015 às 16:53:50)

Papel do governo é dar oportunidades iguais para todos, afirma presidenta Dilma

"No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto tanto se esforçaram”, disse a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto tanto se esforçaram”, disse a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta terça-feira, a inédita entrega hoje, em Catanduva, de um residencial do Minha Casa Minha Vida com infraestrutura comunitária completa: escola, creche, posto de saúde e posto policial. No total, 1.237 moradias do Programa, no residencial Nova Catanduva I, em Catanduva, interior paulista.

Além da estrutura básica – drenagem, pavimentação, iluminação pública e esgotamento sanitário –, comum a todos os empreendimentos do MCMV, o residencial foi inaugurado com creche, escola, unidade básica de saúde e posto policial.

Segundo a presidenta, o sonho da casa própria é possível graças aos esforços do governo, mas também dos cidadãos. “No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto vocês lutaram, tanto se esforçaram. Porque se fosse tomar um empréstimo nos bancos, a prestação não iria caber na renda”, afirmou Dilma, que também salientou: “O papel de um governo não é achar que fez tudo para as pessoas. Não reconhecer que numa família o rapaz, por exemplo, que chega numa faculdade, que consegue um emprego técnico, que faz um curso técnico. Ele conseguiu aquilo pelo seu esforço”.

A presidenta também salientou a importância da família no âmbito do programa.“O Minha Casa Minha Vida não é só formado por telhas, janelas, tijolos, paredes, azulejos, cerâmicas. É, sobretudo, formado pela força que é a base de qualquer sociedade, que é a força da família”, comentou.

Outro diferencial do residencial é o aquecimento solar térmico. Além disso, os métodos construtivos utilizados nas casas favorecem a economia de energia e o consumo consciente. A presidenta ressaltou que essa “água quente é importante porque a pessoa não vai pagar conta de luz com ela”.

Ao entregar as moradias, Dilma enfatizou que o MCMV cumpre “o papel do governo de dar oportunidades iguais para todas as pessoas. A creche de qualidade é importante porque ataca a raiz de desigualdade que é a diferença de oportunidades desde que a pessoa nasce”.

A presidenta destacou a importância da parceria entre os governos federal, estadual e municipal para que as construções do Minha Casa Minha Vida sejam ainda mais completas

Cada residência custa cerca de R$ 70 mil. O governo federal custeia em torno de R$ 55 mil, enquanto o governo estadual participa com R$ 15 mil. As prefeituras ficam responsáveis pelos empreendimentos que garantem sustentabilidade, ou seja, esgoto, água tratada entre outros.

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