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Sábado, 6 de fevereiro de 2016 às 9:10   (Última atualização: 12/02/2016 às 16:43:11)

‘Bolsa Família é um programa de democratização do poder’, diz Nobel da Paz

O ativista indiano Kailash Satyarthi é reconhecido mundialmente como um dos principais porta-vozes da luta contra o trabalho infantil. Uma de suas missões, que libertou 80 mil crianças em situação de escravidão na Índia, foi reconhecida, em 2014, com o Prêmio Nobel da Paz, ao lado da paquistanesa Malala Yousafzai.

Em visita ao Brasil, o ativista participou de reuniões com ministros e autoridades. Na última quinta-feira (4), Satyarthi teve um encontro com a presidenta Dilma Rousseff para discutir novas ações contra o trabalho infantil e sugeriu que o Brasil encabece uma conferência entre os países do Brics, para debater a sustentabilidade na pauta da infância.

O indiano se declarou parceiro do País e fã das políticas públicas brasileiras de inclusão social e combate à pobreza. “O Bolsa Família não é simplesmente um programa de desenvolvimento, é a democratização do poder e o empoderamento da população pobre. Mais importante que isso, ele cria esperança na parcela mais pobre da sociedade”, disse, em entrevista exclusiva ao Portal Brasil, no Palácio do Planalto.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:

- O que levou o Sr. a trabalhar com o tema do trabalho infantil?

- Kailash Satyarthi: Era muito apaixonado desde a minha própria infância sobre o assunto. Quando tinha cerca de cinco anos, vi um garoto sapateiro trabalhando no portão da minha escola. Era meu primeiro dia de escola e fiquei chocado. Perguntei aos meus professores, aos meus amigos e todo mundo disse ‘ah, são crianças pobres e estão trabalhando’, como se não tivesse nada fora do comum. Depois de uma semana, fui àquela criança sapateira e perguntei ao seu pai: “por que você não manda seu filho à escola?”. Ele respondeu que nunca tinha conversado sobre isso. Ele disse que seu pai, seu avô e ele, todos começaram a trabalhar na infância, e assim seria com seu filho. Ele disse para mim que, talvez eu não soubesse, mas eles eram obrigados a trabalhar. Essa foi a resposta dele, mas foi um desafio para mim durante toda a minha vida. Por que algumas crianças eram obrigadas a trabalhar, aos custos da sua educação, saúde, liberdade, infância e isso deveria ser aceitável? Comecei a pensar nisso e a enxergar o mundo com um olhar diferente. Fiz graduação, me tornei um engenheiro e dei aulas na universidade. Mas finalmente segui meu coração, deixei minha carreira e comecei a trabalhar com esse assunto. Foi um pouco difícil, porque não tinha exemplos no meu país para aprender a lutar. Principalmente porque ele não é, muitas vezes, visto como um problema. Mas, aos poucos, as pessoas foram enxergando essa questão não simplesmente como a pobreza, e sim a negação de direitos, dignidade e liberdade. Isso não é negociável.

- Quais iniciativas brasileiras considera exitosas no combate ao trabalho infantil?

- Satyarthi: Penso que a iniciativa mais bem-sucedida, definitivamente, é o Bolsa Família, porque junta diferentes aspectos da infância. Desse modo, a criança não é vista isoladamente. Ela é vista como parte de uma família. A educação, a saúde, a erradicação da pobreza e má nutrição, tudo isso é contemplado em um só programa, e é muito impressionante – e isso tudo condiciona a transferência de renda. Aquele dinheiro é dado às mães de filhos que estão indo à escola e os que estão recebendo atenção de saúde. O Brasil tem uma legislação muito mais progressista contra o trabalho infantil e trabalho forçado do que os padrões internacionais. O Brasil dá exemplo nesse quesito e deve ser seguido por outros países.

- O Sr. acredita que iniciativas parecidas podem ser utilizadas em países semelhantes ao Brasil, como a própria Índia?

- Satyarthi: A Índia também tem esse problema, mas nós tivemos progresso ao longo dos anos. Não é só o crescimento da economia, tecnologia de informação e engenharia. É igualmente importante o fato de termos constituído o direito legal à educação. Temos leis específicas para garantir educação gratuita para todas as crianças. E pudemos assistir à redução do trabalho infantil de 12,5 milhões de crianças, há dez anos, para cerca de quatro milhões agora. Houve progresso, mas esses países como a Índia, Brasil, África do Sul, Rússia, todos esses países do Brics e semelhantes, têm demonstrado liderança em diversas formas. Apesar de todas as dificuldades e desafios que eles têm enfrentado por dentro e fora, suas vozes agora são ouvidas. E eles deveriam tomar a liderança e mostrar a todo o mundo que conseguimos achar soluções. Mas é necessário demonstrar suas práticas, garantir que elas funcionem de forma adequada, para mostrar que os problemas relacionados à infância estão resolvidos e serem modelos para todo o mundo. Eles devem ser os porta-vozes para o resto do planeta e falarem alto: priorizem as crianças, gastem mais verba com a infância e a educação infantil, garantam sua proteção e saúde, e as políticas serão mais integradas.

- O Sr. elencou o Bolsa Família como sendo a principal política pública brasileira contra o trabalho infantil. O programa é alvo de muitas críticas no País. Por que você acha que essas críticas existem?

- Satyarthi: Qualquer tentativa de mudar o status quo da sociedade sempre irá encarar críticas. O criticismo contra o Bolsa Família não é uma coisa nova. Aqueles que sentem que controlam o poder das terras, o poder do dinheiro e o poder do lucro se sentem ameaçados. Porque agora, com o Bolsa Família, o poder está sendo descentralizado. O Bolsa Família não é simplesmente um programa de desenvolvimento, é a democratização do poder e o empoderamento da população pobre. Mais importante que isso, ele cria esperança na parcela mais pobre da sociedade. Eles se sentem empoderados e algumas pessoas não gostam disso.

Sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016 às 8:00  

Reunião com o ministro Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo

Agenda presidencialNesta sexta-feira (5), a presidenta Dilma Rousseff recebe o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, às 10h, no Palácio do Planalto.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 22:07   (Última atualização: 12/02/2016 às 16:44:25)

Nobel da Paz diz que Brasil é exemplo e deve liderar combate ao trabalho infantil no mundo

Dilma e o nobel da Paz

Satyarthi: “Durante 15 anos, número de crianças trabalhando no Brasil vem caindo de forma notável. Sempre fui um grande admirador dos mecanismos que Brasil tem implementado e que têm servido de modelo para todo o mundo”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O ativista indiano Kailash Satyarthi, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2014 pelo seu trabalho para a erradicação do trabalho infantil e contra o trabalho escravo, afirmou que o Brasil tem todas as condições de encabeçar uma conferência global, a fim de propor uma agenda abrangente sobre as questões de interesse das crianças. Ele afirmou que esse foi um dos principais temas da conversa que teve com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (4), em Brasília.

“Durante 15 anos a fio o número de crianças trabalhando no Brasil vem caindo de forma notável. Sempre fui um grande admirador da sociedade brasileira e do Brasil como País. Particularmente do sucesso das instituições democráticas, da democracia, dos mecanismos de instituições que Brasil têm implementado e que têm servido de modelo para todo o mundo”, destacou.

O ativista elogiou também o Bolsa Família. Para ele, foi o programa de transferência de rende que promoveu a saúde, reduziu a pobreza aguda, o trabalho infantil e o analfabetismo nos últimos 12 anos de forma notável.

“Isso foi possível graças ao forte papel desempenhado pela sociedade civil. Mas também por causa de iniciativas inovadoras, como Bolsa Escola e depois o Bolsa Família no Brasil. Essas iniciativas não só reduziram o número de crianças trabalhando propriamente, mas também criaram a confiança de que o Brasil, a América Latina, o mundo, os governos, a sociedade civil, podem, atuando ombro a ombro, em conjunto e com empenho e compromisso, efetivamente erradicar e reduzir a zero o trabalho escravo. Isso foi possível, neste País, indubitavelmente, graças às lideranças do presidente Lula e da presidenta Dilma”.

O indiano disse estar muito impressionado com o interesse da presidenta Dilma acerca dos assuntos internacionais referentes à infância, como violências contra as crianças, analfabetismo, fome, pobreza e trabalho infantil. “Discutimos sobre como o crescente poder e o papel dos países em desenvolvimento, como aqueles agregadas sob o bloco dos Brics, podem efetivamente dar um exemplo a todo o mundo sobre como a agenda de combate ao infantil pode ser alavancada e beneficiar iniciativas afins.”

E enfatizou que a “boa nova” é que todas as principais questões relacionadas às crianças de todo o mundo estão agora incorporadas e refletidas nos novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). “Assim, pela primeira vez na história, as questões relativas às crianças, tais como trabalho infantil, escravidão moderna, tráfico e violência contra as crianças, qualidade da educação e educação inclusiva para todas as crianças do mundo encontraram um espaço no âmbito dos atuais Objetivos do Desenvolvimento Sustentáveis”, comemorou.

Satyarthi disse ainda que agora quer ver o Brasil à frente de uma iniciativa para que os países adotem uma abordagem holística, ampla e abrangente, de forma a traduzir essas políticas em iniciativas nos âmbitos nacionais e globais. Ele lembrou que, até o fim do ano 2000, o número de trabalhadores infantis em escala global vinha aumentando, chegando a um pico de 260 milhões, aproximadamente. Agora esse número caiu para 168 milhões de trabalhadores. Nesse mesmo período, o número de crianças fora da escola, que no ano 2000 somava cerca de 230 milhões, também caiu para 59 milhões em escala global.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 21:39   (Última atualização: 04/02/2016 às 21:47:10)

CNBB conclama Igreja para intensificar combate ao Aedes aegypti

Segundo o arcebispo, a presidenta Dilma e o ministro da Saúde, Marcelo Casto, se comprometeram a enviar para a CNBB todo o material para orientar a população sobre o combate ao Aedes aegypti.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segundo o arcebispo, a presidenta Dilma e o ministro da Saúde, Marcelo Casto, se comprometeram a enviar para a CNBB todo o material para orientar a população sobre o combate ao Aedes aegypti.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Sérgio da Rocha, entregou à presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (4) mensagem em que conclama toda a Igreja Católica no Brasil a continuar e intensificar a mobilização no combate ao mosquito transmissor da dengue, do vírus zika e do chikungunya. Em reunião no Palácio do Planalto, à convite da presidenta Dilma, igreja e governo reforçaram o compromisso de unir forças contra a proliferação do mosquito.

“Temos consciência que a igreja tem muito a contribuir, mobilizando, formando as pessoas, ajudando para que nossas comunidades tomem as devidas iniciativas para que a redução desse problema ocorra o mais breve possível”, disse o arcebispo a jornalistas, após a reunião.

Segundo o arcebispo, a presidenta Dilma e o ministro da Saúde, Marcelo Casto, também presente na reunião, se comprometeram a enviar para a entidade todo o material necessário para orientar a população sobre as medidas de combate ao Aedes aegypti.

Dom Sérgio reiterou a importância da união de esforços de todos os brasileiros nesse momento. “Por isso a CNBB, está enviando essa mensagem a todos os bispos do Brasil, para que cada um possa, localmente, na sua diocese, estabelecer parcerias com o poder público local para unir forças”

Microcefalia e aborto

Na mensagem divulgada hoje, a entidade disse que a situação dos casos de microcefalia associados ao vírus zika como emergência internacional decretada pela OMS não deve “levar ao pânico”  e se posicionou contra a interrupção de gestação em caso de malformação do crânio de bebês.

O estado de alerta, contudo, não deve nos levar ao pânico, como se estivéssemos diante de uma situação invencível, apesar de sua extrema gravidade. Tampouco justifica defender o aborto para os casos de microcefalia como, lamentavelmente, propõem determinados grupos que se organizam para levar a questão ao Supremo Tribunal Federal, num total desrespeito ao dom da vida”.

Na nota, a CNBB pede que seja garantida assistência a crianças com microcefalia e à família delas. “A saúde, dom e direito de todos, deve ser assegurada, em primeiro lugar, pelos gestores públicos”. 

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 14:12   (Última atualização: 04/02/2016 às 15:11:44)

Dilma se encontra com vencedor do Nobel da Paz, Kailash Satyarthi

Kailash Satyarthi é um entusiasta das políticas sociais brasileiras como instrumento de no combate à pobreza e em favor do desenvolvimento socioeconômico. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Kailash Satyarthi é um entusiasta das políticas sociais brasileiras como instrumento de no combate à pobreza e em favor do desenvolvimento socioeconômico. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff se encontra nesta quinta-feira (4), às 15h30, no Palácio do Planalto, com o ativista indiano Kailash Satyarthi, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, em 2014, pelo seu trabalho para a erradicação do trabalho infantil e contra o trabalho escravo.

Satyarthi já esteve no Brasil em diversas ocasiões. Ele reconhece o êxito de programas como o Bolsa Família no combate à pobreza e em favor do desenvolvimento socioeconômico, tendo, inclusive, recomendado sua replicação em outros países. Satyarthi também reconheceu o Brasil como forte parceiro na causa e ressaltou o papel dos programas sociais na eliminação de formas de trabalho irregulares no País.

Em visita ao Brasil, ele já se reuniu com o ministro Miguel Rossetto, do Trabalho e Previdência Social e com a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e visitou os estados de Pernambuco e São Paulo.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 14:11   (Última atualização: 04/02/2016 às 19:53:13)

Entrada irrestrita de militares nas casas é ‘necessidade de segurança de saúde’, diz ministro

Aldo fala sobre zika na nbr

Para Aldo, entrada forçada é necessária: “Em São Paulo, de 33 mil imóveis visitados pelos militares, 10 mil estavam fechados. São armazéns, terrenos, residências que estavam sem a presença de ninguém.” Foto: Antônio Cruz/ABr

No “Bom dia, Ministro” desta quinta-feira (4), o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, falou sobre atuação dos membros das Forças Armadas no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, a febre chikungunya e o vírus zika. Rebelo explicou que a entrada forçada de agentes públicos em imóveis públicos e privados para ações de combate mosquito, autorizada por medida provisória, é uma necessidade de segurança de saúde.

“Em São Paulo, por exemplo, de 33 mil imóveis visitados pelos militares, 10 mil estavam fechados. São armazéns, terrenos, residências que estavam sem a presença de ninguém. Além disso, em quase mil não havia pessoas autorizadas para permitir a entrada de agentes, apenas vigias, fiscais ou porteiros”, disse o ministro.

“Todos estão motivados para apoiar o Brasil, porque a questão de saúde é também uma questão da segurança do País. E isso nós compreendemos como atividade auxiliar que nos compete”, acrescentou.

As visitas domiciliares das três forças acompanhando os agentes de saúde é a terceira etapa da atuação dos militares no combate ao mosquito Aedes aegypti. Entre os dias 15 e 18 de fevereiro, cerca 50 mil de militares estarão diretamente envolvidos no combate ao mosquito, inspecionando possíveis focos de proliferação e, se for o caso, fazendo aplicação de larvicida em criadouros.

Para Rebelo, a participação da população tem papel “essencial e decisivo” no sucesso da campanha. “Como as doenças não têm vacina, a vacina é a mobilização e a conscientização da sociedade”, alertou o ministro.

A primeira etapa da campanha, que começou no dia 29 de janeiro, foi um mutirão de limpeza nas 1,2 mil organizações militares espalhadas por todo o Brasil. A segunda etapa ocorre no dia 13 de fevereiro e prevê a mobilização de 60% do efetivo total das Forças Armadas –cerca 160 mil homens e mulheres do Exército, 30 mil da Marinha e 30 mil da Força Aérea Brasileira.

A meta é visitar 3 milhões de residências, em 356 municípios, para conscientizar e orientar a população no combate ao mosquito. Também serão distribuídos panfletos com um número de telefone local que irá receber denúncias de locais onde possivelmente haja proliferação do mosquito.

A última ação militar prevista será em parceria com o Ministério da Educação, com visitas às escolas e conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a proliferação do mosquito transmissor.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 13:16   (Última atualização: 04/02/2016 às 13:28:05)

Crise é momentânea e é preciso continuar investindo, diz Dilma

Segundo a presidenta Dilma, o governo está se esforçando para que 2016 seja o ano da retomada do crescimento econômico. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segundo a presidenta Dilma, o governo está se esforçando para que 2016 seja o ano da retomada do crescimento econômico. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (4) que a crise econômica internacional que atinge País é momentânea e investimentos como o da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) na nova fábrica de Uberlândia (MG), de R$770 milhões, são determinantes para o Brasil voltar a crescer. A afirmação foi durante a cerimônia de inauguração da Cervejaria Uberlândia, que pertence a Ambev.

“Uma empresa do porte da Ambev decidindo investir nessas proporções é porque ela sabe que as dificuldades que o Brasil vem enfrentando são momentâneas. Portanto, aqueles que se colocarem melhor terão também um resultado melhor”.

A presidenta falou dos esforços do governo federal para transformar 2016 no ano da retomada do crescimento. “Não só buscamos investimentos privados em todas as áreas, mas também dentro das nossas possibilidades: investimentos públicos e a manutenção de programas sociais”.

Segundo Dilma, a crise econômica serve como uma oportunidade para superar desafios e encontrar novos caminhos de desenvolvimento. “Por isso nós temos uma série de propostas no campo tributário, no campo de regulação e, principalmente, na Previdência Social e na melhoria do ambiente de negócios para o Brasil”.

Combate ao mosquito
Em seu discurso, a presidenta Dilma voltou a alertar a todos sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika vírus. Segundo ela, o governo federal vai fazer uma grande movimentação no próximo dia 13 para limpar os criadouros do mosquito.

“Vamos envolver todos os 220 mil integrantes das Forças Armadas, como também todos os funcionários dos serviços de saúde nos estados, tanto os agentes comunitários de saúde como os agentes de endemia, que estão espalhados pelo Brasil todo e que chegam acima de 250 mil pessoas. Vamos mobilizar os funcionários públicos para fazer a primeira grande movimentação federal”.

Carnaval
A presidenta aproveitou para fazer um apelo para que as pessoas aproveitem o carnaval com consumo consciente de bebidas alcoólicas e segurança nas estradas. “Eu peço então que todos aproveitem esses dias da melhor forma. São dias de imensa alegria e celebração no Brasil”.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 12:58   (Última atualização: 04/02/2016 às 13:38:05)

“Aqui eu tenho um futuro promissor”, diz trabalhador de nova fábrica de bebidas em MG

A Cervejaria Uberlândia, da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), foi inaugurada nesta quinta-feira (4), no Triângulo Mineiro, em cerimônia com a participação da presidenta Dilma Rousseff. A fábrica vai aumentar a oferta de emprego na região e já conta com 480 trabalhadores, além dos 9 mil que trabalharam durante as obras.

Ervando de Queiroz (esquerda), Márcio Podva (centro) e Anderson Aparecido Sales (direita). Fotos: Marco Mari/Blog do Planalto

Ervando de Queiroz (esquerda), Márcio Podva (centro) e Anderson Aparecido Sales (direita). Fotos: Marco Mari/Blog do Planalto

Ervando de Queiroz, de 20 anos, foi um dos profissionais que conquistaram o primeiro emprego. Ele trabalha com a fermentação da cerveja. “Aqui eu tenho um futuro promissor, tem uma trilha de carreira pra mim. É o meu primeiro emprego. Faço o curso de engenharia ambiental e espero vir a atuar nesta área aqui na cervejaria”, disse.

O engenheiro mecânico Márcio Podva é coordenador na cervejaria. Podva já está na companhia há 16 anos. Começou operando máquinas de envase em outra unidade e veio transferido para orientar novos empregados. “A empresa dá oportunidade para quem quer crescimento. Minha equipe tem 21 pessoas, a maioria está no primeiro emprego”.

Anderson Aparecido Sales, 39, também trabalha há dois anos na Cervejaria Uberlândia. “Para a cidade foi uma conquista muito boa. Oportunidade de emprego para mim, para outros jovens e outras pessoas. É uma empresa muito grande. Vejo-me trilhando uma carreira aqui”.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 9:01   (Última atualização: 04/02/2016 às 11:02:56)

Presidenta Dilma inaugura fábrica de bebidas em Uberlândia (MG)

A presidenta Dilma Rousseff viaja nesta quinta-feira (4) para o Triângulo Mineiro onde participa da cerimônia de inauguração da Cervejaria Uberlândia, da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev). A nova planta fabril recebeu R$770 milhões de investimentos e já está empregando diretamente 480 trabalhadores.

A nova planta fabril recebeu R$770 milhões de investimentos e já está empregando diretamente 480 trabalhadores. Foto: Marco Mari/Blog do Planalto

A nova planta fabril recebeu R$770 milhões de investimentos e já está empregando diretamente 480 trabalhadores. Foto: Marco Mari/Blog do Planalto

De acordo com o gerente da fábrica, Gabriel Aver de Souza, a nova planta vai proporcionar desenvolvimento e novos empregos para a região. “Aqui a gente conta com pessoas e com investimento de alto porte para que esse sonho se torne realidade. Com certeza um grande desenvolvimento para a região proporcionado novos empregos e o desenvolvimento de novas tecnologias. É sempre uma abertura nova para que as pessoas conheçam um pouco do trabalho da nossa companhia”, declarou.

A nova unidade tem capacidade instalada de produção de 6 milhões de hectolitros de cerveja por ano, destinados a atender os mercados de Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e São Paulo. O gerente falou também sobre a estratégia da Ambev de contratar jovens formandos e também de incentivar a formação de outros colaboradores. Ele destacou o conhecimento como fundamental para o negócio.

“É uma das bases, das fortalezas, ter conhecimento estabelecido. A gente continua estimulando isso para que as pessoas cresçam dentro da companhia. A gente fala muito em oxigenação, fazer com que as pessoas de grande talento tenham sua oportunidade de crescimento”, disse.

A Ambev
Criada em 1999 a partir da união da Cervejaria Brahma e Companhia Antarctica, a Ambev está em operação em 17 países das Américas com 52 mil funcionários.

No Brasil são 34 mil empregados atuando em 32 fábricas e 2 maltarias. Atualmente faz parte da Anheuser-Busch InBev, com sede em Leuven, Bélgica, a cervejaria líder global e uma das cinco maiores companhias de bens de consumo do mundo.

Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016 às 8:01  

Cervejaria Uberlândia Ambev (MG) e Dom Sérgio da Rocha, presidente da CNBB

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff participa, às 11h desta quinta-feira (4), da inauguração da Cervejaria Uberlândia Ambev, em Minas Gerais.

Às 16h30, recebe Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Palácio do Planalto, em Brasília.

* Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

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