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Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 21:56   (Última atualização: 28/10/2014 às 22:45:17)

Dilma afirma que disposição e abertura para o diálogo com a sociedade serão essenciais

    "Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria", afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria”, afirmou a presidenta Dilma ao jornalista Ricardo Boechat. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em entrevista ao Jornal da Band nesta terça-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o diálogo será imprescindível para definir o futuro do Brasil. Isso significa, segundo Dilma, ouvir os setores organizados da sociedade e quem estiver disposto a contribuir para o processo.

“A reeleição, como a eleição, é sempre, no caso da democracia, uma expectativa de mudança. Ninguém participa de um processo eleitoral sem que o que esteja em questão seja a mudança, a melhoria. Eu acho que é isso que é a pauta”, afirmou a presidenta.

Dilma também falou sobre temas como a crise financeira e o impacto na economia brasileira, além da crise de abastecimento de água que afeta o estado de São Paulo. Confira trechos da entrevista:

Economia
A presidenta falou sobre a necessidade de reconquistar a confiança do mercado na economia brasileira e afirmou que, segundo as agências internacionais sinalizaram, não haverá risco de redução do risco Brasil antes de 2015. “A economia brasileira possui fundamentos fortes. É importante que nós todos nos unamos no sentido de perceber que o Brasil tem fundamentos fortes. (…) Os investidores internacionais mantêm um grau de investimento direto no Brasil muito expressivo. Nós somos um dos países que mais atraem investimento direto externo. Nós não temos essa sinalização de que vai haver, num futuro imediato uma redução do grau de risco no Brasil”, disse.

Crise internacional
Dilma Rousseff garantiu que o governo brasileiro tem buscado enfrentar a crise sem comprometer empregos e salários dos trabalhadores. “Eu acredito que o Brasil, hoje, tem condições de sair desse processo de baixo crescimento em busca de um processo de mais alto crescimento. Nós temos um mercado interno robusto, porque milhões de brasileiros foram para a classe média. Somos um país que temos uma proteção externa, ninguém sofre como sofria porque não tinha reservas, nós temos reservas e elas nos protegem”, pontuou.

Crise hídrica
A presidenta também comentou sobre a ajuda do governo federal ao estado de São Paulo para enfrentar a questão da falta de água na região, inclusive com repasse de recursos para obras de enfrentamento. “Tudo que São Paulo precisar da nossa ação, nós faremos. Independentemente do que diga a Constituição, esse é um problema tão grave que afeta toda a população brasileira, São Paulo, a economia e tudo”, explicou a presidenta.

–> Assista à entrevista da presidenta Dilma Rousseff ao Jornal da Band na íntegra

Íntegra do áudio do Jornal da Band

Confira a íntegra

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 20:32   (Última atualização: 29/10/2014 às 12:07:33)

Casa Civil desmente entrevista de ministro Mercadante ao site InfoMoney

Nota Oficial

A Casa Civil da Presidência da República emitiu nota nesta terça-feira (28) informando que o ministro Aloizio Mercadante não concedeu entrevista ao site Infomoney e que são inverídicas as declarações do ministro contidas na matéria “Mercadante descarta assumir Fazenda e sinaliza que cargo ficará com setor privado”.

Confira a íntegra da nota:

A Assessoria de Comunicação Social da Casa Civil da Presidência da República informa que o ministro Aloizio Mercadante não concedeu entrevista para o site InfoMoney. Mercadante, tampouco, deu qualquer informação para o referido portal. Portanto, não é verdadeira a matéria “Mercadante descarta assumir Fazenda e sinaliza que cargo ficará com setor privado”, publicada no site InfoMoney desta quarta-feira, 28, sendo totalmente inverídicas as informações contidas no material.

Assessoria de Comunicação Social da Presidência da República

Fonte: Casa Civil.

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 18:05  

Por telefone, presidentes dos Estados Unidos e da Guiné Bissau parabenizam Dilma pela reeleição

Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Guiné Bissau, José Mário Vaz, ligaram para a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça (28), e a parabenizaram pela vitória no pleito presidencial.

No telefonema, Obama cumprimentou Dilma pela reeleição e afirmou que as eleições demonstraram a solidez da democracia brasileira. Disse que pretende continuar a trabalhar com a presidenta brasileira, com quem espera se encontrar na reunião do G-20, na Austrália. O presidente dos EUA disse valorizar parceria bilateral com o Brasil e enxergar grandes oportunidades de cooperação nas áreas econômico-financeira e de energia, conforme adiantado em mensagem encaminhada na segunda-feira (27). Sugeriu que equipes dos dois países “trabalhem mecanismos existentes para definir a agenda para 2015, estabelecendo bases para preparação da visita de Estado da presidenta brasileira aos EUA em momento oportuno”.

O presidente Obama registrou, ainda, impressões muito positivas transmitidas pelo vice-presidente Joe Biden sobre reunião com Dilma em visita ao Brasil durante a Copa do Mundo.

A presidenta agradeceu os cumprimentos e disse que a eleição foi importante para o Brasil e para a região. Afirmou ter todo interesse em estreitar laços com os Estados Unidos e que terá satisfação em encontrá-lo na reunião do G-20, em novembro próximo. Ela afirmou ainda a importância do trabalho bilateral na preparação de visita de Estado aos EUA.

Guiné Bissau
O presidente da Guiné Bissau, José Mário Vaz, cumprimentou a Presidenta Dilma pela reeleição e desejou êxito no novo governo. Dilma agradeceu os cumprimentos e disse que manterá, no segundo mandato, alta prioridade nas relações com a África. Reiterou ao presidente Vaz que seu país continuará tendo apoio do Brasil para consolidação da democracia e desenvolvimento econômico e social.

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 10:00  

Dia Internacional da Animação promove exibições de curtas em 240 cidades do País

Nesta terça-feira, (28), é celebrado o Dia Internacional da Animação e 240 cidades brasileiras terão exibições gratuitas de curtas-metragens de desenho animado nacionais e internacionais. Além do Brasil, as exibições também ocorrem em outros 30 países e fazem referência à primeira projeção pública mundial de imagens animadas, realizada em 28 de outubro de 1892, pelo artista Émile Reynaud, na França.

A iniciativa tem como objetivo difundir o cinema de animação, atrair novos públicos e proporcionar aos espectadores o acesso a essa arte cinematográfica.

No Brasil, a data é promovida pela Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) e conta com patrocínio da Petrobras e financiamento do Ministério da Cultura. As exibições da mostra nacional são simultâneas, começando às 19h30, horário de Brasília. Além das mostras oficiais, a programação de cada cidade tem diversas atividades como mostras infantis, internacionais, para deficientes visuais e auditivos. Também serão promovidos debates, oficinas, palestras e exposições. Todas as atividades do evento são gratuitas.

–> Confira se sua cidade participa do circuito do Dia Internacional de Animação

Terça-feira, 28 de outubro de 2014 às 9:00  

Dilma: Competência e compromisso do servidor contribuiu para Brasil mais justo e mais forte

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff enviou mensagem destinada aos servidores públicos em alusão ao dia 28 de outubro. Para a presidenta, a data é uma oportunidade de saudar a dedicação de cada um dos milhares de trabalhadores que cumprem diariamente a missão de servir a milhões de cidadãos brasileiros. “O esforço diário de vocês torna as políticas públicas realidade”, escreveu Dilma na mensagem.

A presidenta saudou ainda os servidores públicos pela dedicação de garantir, diariamente, direitos de todos os brasileiros para desenvolvimento social e econômico no Brasil.

“Se hoje temos um Brasil mais justo e mais forte, que pode celebrar conquistas como a superação da extrema pobreza, a redução das desigualdades e o maior acesso à educação e à saúde, é porque contamos com a atuação competente e o compromisso verdadeiro de cada servidor público deste País”, diz trecho da mensagem.

Confira a íntegra da mensagem da presidenta Dilma Rousseff aos servidores públicos do Brasil:
MensagemPresidenta_DiadoServidor_2014

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014 às 23:44   (Última atualização: 29/10/2014 às 12:08:11)

Presidenta diz que inicia na próxima semana diálogo com setores da economia

"Pretendo colocar, de forma muito clara, quais são as medidas que eu vou tomar", disse Dilma em entrevista ao Jornal Nacional um dia após ser reeleita. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Antes do final do ano eu vou fazer isso – e vou começar neste mês que se inicia na próxima semana”, disse Dilma ao Jornal Nacional sobre mudanças na economia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (27), em entrevista ao Jornal Nacional no primeiro dia após sua vitória na eleição deste domingo, que pretende iniciar, a partir da próxima semana, um diálogo amplo com as forças produtivas da Nação, nos segmentos da indústria, da agricultura, de serviços e do setor financeiro. Segundo ela, a intenção é tornar muito claras a estes setores as medidas que pretende tomar na economia.

“Eu externei ontem [domingo], que não ia esperar a conclusão do meu primeiro mandato para iniciar as ações para transformar e melhorar o crescimento da nossa economia. Temos de passar por esse processo. Pretendo colocar, de forma muito clara, quais são as medidas que eu vou tomar. Antes do final do ano eu vou fazer isso – e vou começar neste mês que se inicia na próxima semana”.

A presidenta contou que, entre as reformas, uma das que tem maior urgência é a tributária. “Se tem uma coisa que eu procurei fazer, foi a reforma tributária. Tem até ainda hoje, no Congresso, uma legislação sobre ICMS. Agora, vamos ter de fazer essa discussão a fundo”, enfatizou.

“Precisa simplificar tributos. É impossível continuar com a sobreposição [de tributos] e com a guerra fiscal. Conseguimos reduzir, e muito, a guerra dos portos. Mas a guerra fiscal [entre os estados] permanece. Esse é um dos desafios que eu vou ter de encarar”.

De acordo com a presidenta, o governo já fez muito nesse sentido. “Fizemos uma série de reformas, fomos até criticados por isso. Desoneramos a tributação sobre folha de pagamento. Tentamos fazer uma discussão sobre PIS/Cofins. [Mas] tem, no Brasil, um conflito redistributivo”, explicou.

Por isso, quando começa a discutir uma reforma tributária, há um conflito entre quem acha que vai perder e quem acha que vai ganhar. A presidenta ressalva que nem sempre quem acha que vai perder, acabará perdendo nesse campo, mas “essas posições não se coadunam”.

O governo também fez uma grande reforma tributária com o Super Simples, lembra Dilma Rousseff. “Universalizamos, para o micro e pequeno empreendedor, toda a legislação de unificação, simplificação e redução de tributos. E, ao universalizar, ampliamos o conjunto de pessoas que passaram a ter direito a esse processo de simplificação, que eu acho que é o início da reforma tributária”.

A presidenta afirmou ainda que o objetivo final é assegurar que todos os brasileiros tenham um país mais moderno, mais inclusivo e mais produtivo. Que possa atender aos clamores da população, que quer continuar melhorando de vida. “Assegurar que tenhamos valores fundamentais como base, oportunidades para todos – esse é um valor moral e ético”, finalizou.

–> Assista à entrevista da presidenta Dilma Rousseff ao Jornal Nacional na íntegra

Confira a íntegra

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014 às 23:09   (Última atualização: 29/10/2014 às 12:07:53)

“Não vou deixar pedra sobre pedra, vou investigar”, afirma Dilma sobre casos de corrupção

“Vou me empenhar ainda mais para que isso seja revelado, entendido e que fique claro quem são os responsáveis”, afirmou a presidenta Dilma sobre corrupção na Petrobras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Vou me empenhar ainda mais para que isso seja revelado, entendido e que fique claro quem são os responsáveis”, afirmou Dilma sobre corrupção na Petrobras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff reiterou nesta noite em entrevistas ao Jornal da Record, na Rede Record de televisão e ao Jornal Nacional, na rede Globo de televisão, seu total compromisso com o combate à corrupção. Foram as primeiras entrevistas de Dilma depois de sua reeleição à presidência da República do Brasil.

Dilma garantiu que não ficará “pedra sobre pedra” em casos de corrupção investigados durante seu governo. Segundo a presidenta, a impunidade constitui um dos principais desafios no combate aos malfeitos no País.

“Não acredito em instabilidade política por se prender e condenar corruptores. Acredito que o Brasil tem uma democracia forte e tem uma institucionalidade forte. Acho que a sociedade brasileira exige uma atitude que interrompa a sistemática impunidade que ocorreu no País ao longo da nossa história. E isso significa, doa a quem doer, que se faça justiça. E fazer justiça nesse caso, é punir. Se alguém errou tem que ser punido”, defendeu a presidenta.

Ela reafirmou seu compromisso com a transparência e repudiou a divulgação de informações seletivas de casos de corrupção.

Depois da reeleição, Dilma comemorou a força da democracia brasileira. “A gente tem que acreditar na democracia. Nós já temos uma democracia razoavelmente sólida e madura”, afirmou.

A Presidenta garantiu que conversará amplamente com todas as forças produtivas e sociais do País e apontou que, mesmo com visões contraditórias, a disputa durante o pleito demonstrou que a população busca um futuro melhor para o Brasil. Para Dilma, união não quer dizer “unidade perfeita de ideias” e, sim, “diálogo”. “A partir de agora o clima é de construção de pontes”, emendou.

Reforma política
Para Dilma, a reeleição também significa um pedido por mudanças. A presidenta destacou que o Brasil caminha para ser um País cada vez mais inclusivo, produtivo e solidário e que cuida especialmente daqueles que mais emergiram nos últimos anos: mulheres, jovens e negros.

Para ela, uma das principais mudanças exigidas pela sociedade é a reforma política. Dilma considera o processo de consulta à população essencial e reitera e que é preciso proibir o financiamento empresarial de campanhas. De acordo com a presidenta, há um “clamor” de diversos segmentos da sociedade por mudanças no sistema político.

“O Congresso vai ter sensibilidade para perceber que isso é uma onda que avança”, considerou Dilma.

Íntegra do áudio do Jornal da Record

Íntegra do áudio do Jornal Nacional

Confira a íntegra

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014 às 21:57   (Última atualização: 29/10/2014 às 19:31:25)

Líderes de várias partes do mundo parabenizam a presidenta Dilma pela reeleição

Autoridades de todo o mundo cumprimentaram, nesta segunda-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff por sua reeleição, alcançada nas eleições presidenciais deste domingo (26). Ela recebeu saudações por meio da rede social Twitter de 16 países e blocos econômicos, além de mensagens oficias da União Europeia, Estados Unidos, China, El Salvador, Alemanha e Colômbia. A presidenta recebeu ainda telefonemas dos presidentes da Colômbia, Rússia, Peru, Argentina, Paraguai, Chile, Equador, Venezuela, França e Suécia.

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Além de parabenizarem a presidenta pela vitória nas urnas em uma das maiores democracias do mundo e manifestarem suas intenções de ampliarem relações com o Brasil, a maior parte das mensagens destacaram os projetos de justiça social desenvolvidos no País nos últimos anos.

O presidente alemão, Joachim Gauck, por exemplo, ressaltou em sua mensagem o programa Ciência sem Fronteiras, ao qual chamou de impressionante por oferecer bolsas de estudos a estudantes brasileiros no exterior:

“Espero que mais jovens estudantes brasileiros possam ser recebidos na Alemanha, com a ajuda de seu impressionante programa ‘Ciência sem Fronteiras’, e tragam consigo um pouco da cultura de receptividade brasileira tão admirada pelo mundo”.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também enviou mensagem parabenizando a presidenta Dilma pela reeleição. Em nota, a assessoria de imprensa da Casa Branca informou que Obama irá parabenizá-la em telefonema nos próximos dias, quando discutirão, entre outros assuntos, como aumentar a cooperação bilateral entre os países nas áreas de educação e energia.

Já o presidente chinês, Xi Jinping, lembrou quando esteve em julho no Brasil para o encontro dos Brics, em Fortaleza, além dos vários acordos assinados e e pontos de vista em comum durante visita oficial, no Palácio do Planalto.

Reeleição
A atual presidenta da República, Dilma Rousseff, foi reeleita neste domingo (26), no segundo turno das eleições presidenciais. Dilma venceu o pleito com 51,64% dos votos válidos, enquanto o candidato à presidência, Aécio Neves, alcançou 48,36% dos votos.

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014 às 18:42  

Atuação integrada das forças de segurança garante segurança no 2º turno das eleições 2014

A atuação integrada das forças de segurança resultou em um número menor de ocorrências durante o segundo turno das Eleições 2014. Os Centros Integrados de Comando e Controle (CICC), do Ministério da Justiça, repassaram à Justiça Eleitoral o registro de 1.052 ocorrências em todo o País. No primeiro turno, o CICC registrou 3.186 ocorrências de crimes eleitorais, sendo 1.362 com prisões.

Do total de ocorrências registradas no último domingo (26), 451 resultaram em prisão; as demais (601) foram solucionadas sem que nenhum cidadão fosse preso. As principais ocorrências foram de boca de urna, com 406 registros (268 com prisão e 138 sem prisão), e divulgação de propaganda, com 303 registros (48 com prisão e 255 sem prisão). O Rio de Janeiro foi o estado que mais contabilizou ocorrências. Ao todo, foram 275 (174 com prisão e 101 sem prisão). Rio Grande do Norte teve 114 registros (33 com prisão e 81 sem prisão) e Minas Gerais registrou 108 ocorrências (40 com prisão e 68 sem prisão). Não foi registrada nenhuma ocorrência envolvendo candidatos.

O CICC fez o monitoramento online de todas as ocorrências em tempo real em unidades regionais nos 12 estados, sedes da Copa do Mundo deste ano, além da unidade nacional. Também foram criados comitês nos outros 15 estados que servirão de embrião para novos Centros. Para que a atuação dos CICC garantisse seu êxito, o Ministério da Justiça promoveu a integração com as polícias militar, civil, federal e rodoviária federal, Forças Armadas, Abin, Guarda Municipal, Tribunais Regionais Eleitorais, Sistema Prisional e Sistema de Urgência.

Também foram mobilizados 15 mil militares das Forças Armadas para atuar em 15 estados brasileiros, que receberam apoio logístico e suporte de efetivos para garantir a votação e apuração do pleito.

Fonte: TSE e Ministério da Defesa.

Segunda-feira, 27 de outubro de 2014 às 17:44   (Última atualização: 27/10/2014 às 18:23:21)

Governo reafirma compromisso de fortalecer pilares da economia nos próximos 4 anos

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou nesta segunda-feira (27) o compromisso do governo de fortalecer os fundamentos da economia brasileira nos próximos quatro anos, principalmente o de manter a inflação sob controle e a geração de empregos, garantindo recuperação e expansão do mercado. “É prioritário fortalecer os fundamentos fiscais para que a dívida pública continue sob controle, assim como a inflação”, disse.

“É claro que, para manter os empregos, temos de manter os estímulos aos investimentos e fortalecer as empresas brasileiras, com a expansão do mercado de capitais. Temos que manter o sistema financeiro sólido, porque é ele que financia a expansão da economia e do consumo”, acrescentou.

Indicadores apontam crescimento no quarto trimestre
Em seu pronunciamento, Guido Mantega destacou que já se observa uma volta do otimismo na economia brasileira e que, com os recentes resultados, verifica-se que a economia voltou a crescer. “Gradualmente é verdade, mas a tendência é que essa recuperação continue no quarto trimestre”.

Ele citou alguns dados que corroboram esse cenário: o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec/CNI) registrou crescimento de 1,3% em setembro em relação a agosto; o Índice de Confiança de Serviços (ICS/FGV) melhorou 1,2% de setembro para outubro; e o Índice de Confiança da Indústria de Transformação avançou 1,8% no mesmo período. Além disso, segundo o ministro, pesquisa Datafolha mostrou que o brasileiro está ficando mais otimista com a economia.

O ministro ainda ressaltou que o Investimento Externo Direto (IED) continua elevado. O saldo entre janeiro e setembro é de US$ 78 bilhões. “Portanto, o investidor externo, que olha para o médio e longo prazo, está otimista em relação ao Brasil”.

Cenário apresenta desafios
Sobre o atual cenário econômico, Mantega disse que há grandes desafios a serem vencidos para que o País possa entrar em um novo ciclo de expansão. “Estamos trabalhando com cenários adversos, pois a economia mundial ainda não melhorou como deveria”. Ele enfatizou que o desafio de expandir a economia brasileira só será possível se governo, empresas e trabalhadores estiverem mobilizados.

O ministro lembrou também que algumas medidas já foram adotadas e outras que estão por vir. “Uma série de estímulos já foram dados, outros estão em cursos e outros estão por vir”, ressaltou.

Sobre a reação do mercado no pós-eleição, Mantega explicou que a volatilidade não tem como causa apenas o resultado das eleições mas, principalmente, decorre de fatores externos. “Hoje todas as bolsas estão caindo devido à forte queda de commodities. A eleição e as especulações causam volatilidade também, mas, com o fim do processo, esse cenário tende a se amainar”, explicou.

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