Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Domingo, 20 de julho de 2014 às 11:00  

Governo mostrou o Brasil a 10 mil jornalistas do mundo durante a Copa

140719_BalançoDaCopa-ComBLOG

Em uma iniciativa inédita na história das Copas do Mundo, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) adotou estratégia de comunicação integrada para levar informações sobre o Brasil e apoiar a imprensa global que veio ao país para cobertura do Mundial. Durante o torneio, mais de 10 mil jornalistas de 84 países (96,5% dos jornalistas internacionais recomendariam uma viagem ao Brasil, aponta pesquisa Fipe) foram atendidos nos Centros de Abertos de Mídia instalados nas 12 cidades-sede. Em levantamento preliminar, a Secom identificou mais de 60 mil matérias sobre o Brasil veiculadas em todo o mundo.

“Os principais efeitos de comunicação da Copa são de percepção. A onda de pessimismo que tomou conta do Brasil até maio foi absolutamente revertida”
, aponta o ministro-chefe da Secom, Thomas Traumann. Antes de a bola rolar, o apoio à realização do torneio girava entre 50% e 55%. Ao final, estava em 70%. Chegou perto dos 80% antes da eliminação do Brasil, segundo pesquisa telefônica do Ibope, encomendada pela Secretaria.

Traumann explica que a ação buscou aproveitar a visibilidade sem precedentes que a Copa trouxe ao Brasil.

“As milhares de reportagens sobre o Brasil publicadas pela imprensa nacional e estrangeira mostraram ao planeta um país que vai muito além do futebol – da sustentabilidade e inovação à economia, cultura e inclusão social”, explica. “É abissal a diferença entre a cobertura da Copa pela imprensa antes e depois do início do torneio”.

O ministro destaca que vários recordes foram batidos. A Copa foi o evento mais comentado nas redes sociais do mundo. No Twitter, apenas o jogo Brasil e Alemanha gerou 35,6 milhões de mensagens. O Facebook anunciou que a Copa gerou mais de 3 bilhões de interações na rede. “No Brasil, foram mais de 25 milhões de posts durante os últimos trinta dias”, destaca Traumann. Até junho, para cada post positivo havia um post negativo. Ao cabo de um mês, o volume total de postagens no Brasil mostrou 75% de menções favoráveis nas redes sociais ao torneio.

Estratégia
Os Centros Abertos de Mídia (CAMs) ofereceram infraestrutura de trabalho aos jornalistas credenciados ou não pela Fifa – para a cobertura da competição. A ação incluiu entrevistas coletivas com porta-vozes oficiais, eventos culturais e visitas a locais de interesse em cada cidade-sede. Isso permitiu a agências, jornais, emissoras de televisão e de rádio uma cobertura diversificada.

“Com a realização de 22 entrevistas coletivas com 11 ministros e outras autoridades, o CAM João Saldanha, no Rio, tornou-se referência para os profissionais que buscavam informações oficiais do governo brasileiro sobre a Copa”, afirma o secretário de Imprensa da Presidência, Olímpio Cruz. Jornalistas estrangeiros também puderam conhecer melhor o Rio e a cultura brasileira por meio de visitas guiadas oferecidas gratuitamente pela equipe do CAM e degustações de produtos nacionais.

Somente no Rio de Janeiro, onde o governo federal assumiu a responsabilidade direta pela montagem da estrutura e da programação, em uma parceria entre a Secom, Apex-Brasil, Embratur e a prefeitura do Rio, o CAM João Saldanha, no Forte de Copacabana, recebeu mais de quatro mil jornalistas de 84 países em 36 dias de funcionamento.

Os profissionais de imprensa puderam contar com estações de trabalho, internet sem fio, cabines de rádio, infraestrutura para transmissão de imagens ao vivo e o apoio de uma equipe de mais de 20 assessores de comunicação bilíngues na apuração de informações para suas reportagens.

No CAM João Saldanha, os jornalistas receberam material em inglês, espanhol e português com informações para o trabalho da imprensa na cobertura da Copa. Foram distribuídos o Guia do Jornalista, com dicas sobre o Brasil e as 12 cidades sede e o manual O que você precisa saber sobre a Copa do Mundo, com dados econômicos, sociais e de infraestrutura sobre a Copa do Mundo 2014. “Além disso, o CAM João Saldanha ofereceu um banco de pautas sobre as 12 cidades sede, as cinco regiões do Brasil e sobre programas do governo federal”, destaca Cruz.

A programação do CAM João Saldanha incluiu 23 visitas guiadas com foco em turismo, inovação e projetos que unem esporte e inclusão social. Entre as press tours oferecidas estavam, por exemplo, visitas ao Centro de Pesquisa da Petrobras, a um navio da Marinha que fez a patrulha da costa durante o evento e a escolinhas de formação de jogadores de futebol.

O governo também colocou à disposição das emissoras de TV de todo o mundo, um banco de imagens das cidades-sede para livre utilização. O banco foi acessado gratuitamente copabrasil.ebc.com.br. Todo o conteúdo produzido pelo CAM, tais como press releases, entrevistas com autoridades e vídeos das coletivas estão disponíveis no Portal da Copa: www.copa2014.gov.br/cam

Nos centros abertos de mídia das demais onze cidades-sede, o governo federal também teve participação importante, especialmente na estruturação das equipes de trabalho. Mais de 60 assessores de comunicação foram alocados nos CAMs de todas as sedes da Copa, para auxiliar na interlocução com a imprensa.

Sábado, 19 de julho de 2014 às 16:36   (Última atualização: 21/07/2014 às 09:51:37)

Governo federal se prontificará para reconstrução e recomposição em Uruguaiana

19072014-_ETO7748-Editar

Presidenta Dilma Rousseff durante reunião de coordenação em Uruguaiana (RS). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Após sobrevoo às áreas atingidas do municípios de Uruguaiana (RS), em reunião de coordenação sobre as enchentes na região, a presidenta Dilma Rousseff confirmou repasse total de R$ 54 milhões do governo federal para enchentes na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Serão R$ 14 milhões para assistência social às vítimas e mais R$ 40 milhões para ações de infraestrutura, como reconstrução de estradas e plano de avaliação da condição das moradias às margens de rios. A presidenta afirmou que o governo federal se prontificará para todas as medidas na reconstrução e recomposição das condições nas cidades atingidas.

Na reunião, Dilma explicou como funciona a assistência do governo federal em casos de enfrentamento a desastres naturais. Eles estão divididos em quatro eixos: resgate/acolhimento das vítimas; recuperação do serviços essenciais interrompidos (saúde, desobstrução de ruas); reconstrução e prevenção. A presidenta frisou os últimos dois estágios, uma vez que se trata do status atual em Uruguaiana, mas afirmou que em todos os estágios é fundamental a participação de estados, municípios e governo federal, trabalhando juntos no processo.

“A reconstrução é para as condições que foram comprometidas pelo desastre natural, seja enchente, seja desbarrancamento, seja qualquer forma que altere as condições de vida numa região. Prevenir é uma ação que pode estar muito ligada, porque você pode reconstruir diminuindo as condições de risco. Principalmente no que se refere aos zoneamentos urbanos que permitem que as pessoas fiquem na beira de rios, na beira de córregos, enfim, em situações de risco também de desmoronamento e de desbarrancamento.”

Sábado, 19 de julho de 2014 às 10:17   (Última atualização: 21/07/2014 às 09:54:07)

Governo federal destina R$ 54 milhões para enchentes na Fronteira Oeste do RS

Neste sábado (18), a presidenta Dilma Rousseff sobrevoa o município de Uruguaiana (RS) atingido por chuvas intensas no começo deste mês. Na última quarta-feira (16), o governo federal reservou R$ 14 milhões para ajudar o governo estadual no reestabelecimento de serviços essenciais, além de outros R$ 40 milhões para a reconstrução da infraestrutura destruída pelas águas. A verba depende da apresentação do relatório detalhado dos trechos viários e obras de infraestrutura destruídos.

De acordo com o Coordenador de Defesa Civil de Uruguaiana, Paulo Wouthers, no ápice da enchente (06/07) o Rio Uruguai chegou a 11,82 metros acima do nível normal, afetando em torno de 6,2 mil pessoas no município. Segundo o secretário de Estado, Jorge Branco, cerca de 70 mil pessoas foram atingidas em todo o estado.

Wouthers afirma que o nível do rio está 6,2 metros acima do nível neste momento e espera-se que a situação seja normalizada no final da próxima semana.

Na quinta-feira (17), o Ministério da Integração reconheceu emergência ou estado de calamidade pública em mais 16 municípios do estado, totalizando 165 em todo o Rio Grande do Sul. Alguns deles entram na lista mais de uma vez, em razão de desastres diversos ou ocasiões diferentes.

O prefeito de Uruguaiana, Luiz Augusto Schneider, considera que o desafio será superado com a colaboração da comunidade, municípios e governo federal.

“Agora, o rio baixa e temos que começar a reconstrução. E hoje se pensa um modelo integrado entre os municípios de Uruguaiana, Itaqui e São Borja e a perspectiva da reunião com a presidenta da República, Dilma Rousseff, para nós é muito motivadora, porque estando o governo federal e o estadual, mais os municípios, juntos neste momento de reconstrução e na perspectiva de projetos de prevenção, isso permite aos gestores municipais imaginarem a solução definitiva para a prevenção e solução dos problemas das cheias do Uruguai”.

Fontes: Ministério da Integração.

Sábado, 19 de julho de 2014 às 9:00  

Sobrevoo das áreas atingidas pelas chuvas em Uruguaiana (RS)

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff sobrevoa neste sábado (19), às 10h05, região de Uruguaiana (RS) para dimensionar estragos causados pelas chuvas e cheia do Rio Uruguai.

Às 11h, Dilma coordena reunião na prefeitura de Uruguaiana para avaliar medidas para o problema das enchentes na área.

Sábado, 19 de julho de 2014 às 4:52   (Última atualização: 19/07/2014 às 10:43:04)

Brasil é um dos seis países do G-20 que registram superavit primário

ETO6312

Presidenta Dilma cumprimenta Heitor Muller, presidente reeleito da Federação e Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em cerimônia de posse das novas diretorias da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) nesta sexta-feira (18), a presidenta Dilma Rousseff elencou motivos para empresários se manterem otimistas e confiantes no aquecimento da indústria e retomada do crescimento. Segundo ela, o desenvolvimento sustentável do Brasil só será possível com indústria forte e pujante. Dilma também lembrou que a indústria brasileira teve a quinta maior taxa de expansão entre os países do G-20 em 2013 e que, em 2014, houve queda acentuada não somente no Brasil, mas no mundo inteiro.

“Temos mobilizado todos os instrumentos para preservar nosso crescimento, e principalmente, para garantir a continuidade da criação de empregos para os brasileiros. Perseguimos este objetivo, sem abdicar, um só instante, da robustez dos fundamentos macroeconômicos. (…) O Brasil, nesse momento, é um dos seis países do G-20 que registram superávit primário nas suas contas, junto com Arábia Saudita, a Itália, Alemanha, Turquia e a Coreia do Sul. Os demais não registram superávit primário.”

Durante a cerimônia, a presidenta detalhou conjunto de estímulos, já anunciados, para reduzir custos de produção em curto prazo, dando mais força à indústria. Dentre eles estão: a desoneração permanente da folha de pagamento; adoção do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) com juros bem mais baixos; política de compras governamentais, priorizando produção no Brasil; estímulo ao desenvolvimento de cadeias produtivas; e incentivo ao aumento de exportações com o Reintegra. A presidenta aposta nas medidas somadas à questão da produtividade para dar mais fôlego à indústria nacional.

“Nós temos uma pauta de produtividade baseada em quatro pilares. Um é infraestrutura, o segundo é educação, o terceiro é inovação e o quarto é a construção de um Brasil sem burocracia.”

Na questão da infraestrutura, o investimento em ferrovias e em hidrovias ampliará a capacidade de escoar produção a menores custos. Na redução da burocracia, Dilma defende modelos regulatórios claros, com processos simplificados: “o princípio é que o cidadão é um só e o Estado que integre todos os guichês e o trate como um cidadão e um indivíduo.”

No sentido da inovação e da educação, a presidenta tornou a defender a necessidade de formação de técnicos, universitários, pesquisadores e lembrou que isso só é possível com muito investimento, como os 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para educação.

“No Brasil, nós precisamos da educação por quê? Para não voltar atrás na desigualdade e estabilizá-la, torná-la perene, precisamos formar técnicos, universitários, pesquisadores, enfim, precisamos formar as pessoas em todas as áreas, mas basicamente, precisamos saber que é necessário gastar bastante com educação básica, tanto com creches, como educação em tempo integral, como alfabetização na idade certa. Por isso, propusemos ao Congresso que se dedicasse 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para educação.”

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 18:46   (Última atualização: 18/07/2014 às 20:11:01)

Rede de 15 mil quilômetros de fibras ópticas ficará como legado da Copa

140716_BalançoDaCopa-TeleBLOG

Durante balanço de ações de organização da Copa do Mundo da FIFA 2014, divulgado na segunda-feira (14), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, destacou que rede de 15 mil quilômetros de fibras ópticas foi instalada pela Telebras e interligou os 12 estádios que receberam jogos do Mundial, além de outros locais oficiais do torneio. Essa infraestrutura suportou um volume de dados circulados de 166 terabytes e fica de legado

O evento somou, no total, 517 horas de transmissão sem interrupções. Foram 64 jogos, além de treinos e entrevistas de técnicos e jogadores.

Paulo Bernardo também lembrou que foram instaladas mais de 15 mil antenas de telefonia móvel. Destas, mais de 3.200 foram colocadas dentro dos estádios, permitindo tráfego de dados de 25 terabytes nas arenas.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia (SindiTelebrasil), a final da Copa do Mundo de 2014, entre Alemanha e Argentina, no domingo (13.07), no Maracanã, bateu o recorde de envio de fotos pelos torcedores. As redes de telecomunicações instaladas pelas prestadoras registraram um volume de tráfego de dados equivalente a 2,6 milhões de fotos, com tamanho médio de 0,55 MB.

As interações nas redes sociais superaram os três bilhões, transformando a Copa do Mundo no Brasil no maior evento de redes sociais do planeta, de acordo com o ministro das Comunicações.

Paulo Bernardo também citou que foram vendidos 16,1 mil chips de celular para estrangeiros durante a Copa e outros 341 mil visitantes usaram o serviço de roaming. Além disso, houve aumento de 60% nas vendas de aparelhos de TV, total de 8 milhões de televisores comercializados no mês de junho.

Fonte: Portal da Copa.

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 17:29   (Última atualização: 18/07/2014 às 17:33:13)

Acordo Mercosul-União Europeia é tema de encontro entre Dilma e Durão Barroso

Presidenta Dilma Rousseff  durante encontro no Palácio da Alvorada com o senhor José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma Rousseff durante encontro no Palácio da Alvorada com o senhor José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff recebeu nesta sexta-feira (18), no Palácio da Alvorada, José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia – braço executivo da União Europeia. Os dois presidentes conversaram sobre as relações Brasil-União Europeia e sobre a necessidade de consolidação das negociações comerciais Mercosul-União Europeia. Também consideraram temas da atualidade internacional, como a situação em Gaza e na Ucrânia.

Durão Barroso aproveitou a ocasião para elogiar a organização da “bem sucedida Copa do Mundo, que qualificou de “uma grande festa do esporte e da união entre os povos”. Cumprimentou também o Brasil pela realização da Cúpula do Brics, em especial pela criação do novo banco de desenvolvimento, o New Development Bank (NDB).

Dilma elogiou a atuação de Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia e desejou êxito ao próximo presidente, Jean-Claude Juncker, que assumirá em outubro próximo.

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 15:21  

Diálogo entre Brics, países sul-americanos e caribenhos fortalecem multipolaridade mundial

Brics 2014

Após as reuniões entre a VI Cúpula do Brics com países da América do Sul e entre a Cúpula Brasil-China com líderes da América Latina e do Caribe, Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República para assuntos Internacionais, conversou com o Blog do Planalto sobre importância e força relação comercial e econômica entre os países.

“Entre os países Brics, em particular com a China e a América Latina, há hoje um relacionamento muito forte do ponto de vista econômico, (…) o comércio da China é o primeiro comércio de uma boa parte dos países latino-americanos e caribenhos. Mas não se resume somente às relações comerciais, há também relações econômicas no sentido mais amplo e financeiras na medida em que há muitos financiamentos chineses aqui na região”, declarou o assessor especial.

Marco Aurélio Garcia avaliou também a importância da reunião no contexto global multipolarizado do século XXI. O polo sul-americano e caribenho, de acordo com ele, tem todo o interesse no diálogo com o Brics, que seria uma união de polos.

“Há um outro elemento que eu acho muito relevante, o quadro internacional tem apontado muito para a construção de um mundo multipolar. A União Europeia foi a seu tempo, ela perdeu um pouco essa importância com a crise que se abateu sobre ela. Mas começaram a emergir países na, digamos, margem do mundo desenvolvido que apresentaram, não só pelo seu desempenho econômico, mas pela sua presença política na esfera internacional (…) Então, esse polo sul-americano, ou um polo latino-americano e caribenho, tem todo o interesse de manter diálogo seja com os Brics, que é uma aliança de polos, seja com a China que em si é um país de enorme relevância no quadro asiático e mundial”, afirmou.

Sexta-feira, 18 de julho de 2014 às 10:55  

Nota de pesar da presidenta Dilma Rousseff pelo falecimento de João Ubaldo Ribeiro

Nota Oficial

A literatura brasileira perde um grande nome com a morte de João Ubaldo Ribeiro.

Neste momento de dor, presto minha solidariedade aos familiares, amigos e leitores.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 22:03   (Última atualização: 18/07/2014 às 12:13:48)

Novas parcerias comerciais aumentam valor agregado das exportações brasileiras à China

Brasil e China

Na reunião bilateral entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente chinês Xi Jinping, realizada nesta quinta-feira (17) no Palácio do Planalto, foram assinados 32 atos, dentre eles, importantes parcerias comerciais. O Brasil tem na China seu principal parceiro comercial desde 2009, sendo que o volume de negócios chegou a quase US$ 90 bilhões em 2013. Este valor deve crescer ainda mais com o levantamento do embargo e disposição de compra de carne bovina pela China.

Sobre a exportação de carne, o Blog do Planalto conversou com o diretor de Assuntos Corporativos da Brasil Foods, Marcos Jansk. Ele destacou a complementariedade que existe entre os dois países e o potencial de aumento nas exportações para o parceiro comercial.

“Quase metade do que se vende para a China é agronegócio, mas eu diria que quase 80% é soja, e nós temos a chance agora de adicionar mais valor aos nossos produtos através de proteínas animais, de carnes. Então, ao invés de a gente estar exportando US$ 500 por tonelada, nós podemos chegar a até US$ 5 mil por tonelada, a partir da exportação da proteína.”
, avaliou o diretor.

Durante a reunião, a presidenta Dilma destacou a necessidade de diversificar e agregar valor às exportações e investimentos brasileiros relacionados à China. Ela citou como exemplo importante a venda de 60 aeronaves da Embraer. Frederico Fleury Curado, presidente da fabricante de aviões, contou ao Blog mais sobre os contratos assinados durante a cerimônia.

“Nós assinamos hoje dois contratos: um de 40 aeronaves, com uma empresa que já é cliente nossa, chamada Tianjin Airlines; e outro de 20 aeronaves com uma empresa que na verdade é uma empresa de leasing, que é do maior banco chinês, atualmente o maior banco do mundo, o ICBC. (…) além das commodities, além de minérios, além de soja e produtos agrícolas, o Brasil também passa a exportar para a China produtos com alto valor agregado”, declarou.

Outro setor que apresenta grandes oportunidades de aumentar o valor agregados das exportações ao país asiático, é o de serviços. Essa é a avaliação de Luigi Nese, presidente da Confederação Nacional de Serviços. Ele ressaltou a experiência do Brasil em informatização/tecnologia bancária como geradora de oportunidades de negócios.

“Nós temos uma expertise muito grande aqui no Brasil, o sistema financeiro brasileiro é um dos melhores informatizados do mundo e podemos ter condições de implementar isso na abertura de mercado que eles estão fazendo agora, implementando o setor financeiro dentro da China, inclusive para financiamento de varejo”, afirmou Nese.

Tweets

Portal da Copa

Portal da Copa

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-