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Quarta-feira, 2 de março de 2016 às 14:30

Governo federal libera R$ 48 milhões para combate à seca no Ceará

Camilo Ceará

Camilo: “Açude que abastece a capital Fortaleza está com menos de 10% de água. Isso é muito grave. Com R$ 48 milhões, poderemos manter ações como adutoras emergenciais de engate rápido, perfuração de poços e operações com carro-pipa”. Foto: Blog do Planalto.

O governador do Ceará, Camilo Santana, afirmou, nesta quarta-feira (2), que o governo federal vai liberar R$ 48 milhões ao estado para ações de combate à seca. A afirmação foi feita após reunião com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

“O açude Castanhão, que abastece Fortaleza e região metropolitana, está hoje com menos de 10% de água. Isso é muito grave. Com os R$ 48 milhões, poderemos continuar as ações que a gente têm feito desde 2015, que são adutoras emergenciais de engate rápido, perfuração de poços e operações com carro-pipa”, disse o governador em conversa com jornalistas após o encontro.

Nesse contexto, Santana enfatizou a importância do projeto de integração do Rio São Francisco para o estado, que, segundo o governador, entra no quinto ano consecutivo de chuvas abaixo da média.

“É uma obra que está bastante adiantada e a previsão é que a água chegue ao Ceará em agosto deste ano. Isso é a segurança que, com a água do São Francisco, nós não vamos ter problemas em relação à Fortaleza e à região metropolitana, que representam quase dois terços da população do Ceará”.

Combate ao vírus zika
O governador disse que um dos assuntos da reunião foi o combate ao vírus zika, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Segundo ele, o estado está fazendo uma mobilização intensa, principalmente nas escolas, além de distribuir gratuitamente telas para as caixas d’água.

Santana citou também a criação de uma lei estadual que garante a entrada de agentes de saúde e de endemia nos domicílios que estejam fechados ou que a população não permita o ingresso. “O grave problema do mosquito em Fortaleza era os imóveis que continuavam abandonados e fechados, e que os agentes de endemia não tinham como acessá-lo”.

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