Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 às 13:04
Futuro da economia depende da capacidade de trabalho do povo
O futuro da economia brasileira depende da capacidade de trabalho da sociedade, que está madura e sabe fazer as escolhas certas. Foi assim que o País enfrentou e superou a crise econômica mundial, afirmou o presidente Lula em entrevista exclusiva concedida por escrito publicada nesta sexta-feira no jornal Metro (edição São Paulo e ABC). E a manutenção e o aprofundamento desse rumo serão defendidos durante a campanha eleitoral de 2010:
(…) Esperamos contar com a solidariedade dos eleitores, que aprovam o que fizemos, apóiam nossa luta diária pela eliminação da fome, pela erradicação da pobreza e redução das desigualdades sociais e regionais, pelo crescimento com distribuição de renda. Todas as nossas iniciativas sempre se pautaram pela necessidade de crescer para gerar riquezas para todos e pela necessidade de retirar milhões de brasileiros da situação de carência e abandono.
Confira aqui a íntegra da entrevista.
O presidente falou também sobre as diferenças do seu governo em relação à gestão anterior, lembrando que antes o Estado era considerado um entrave para o desenvolvimento do País:
O governo anterior achava que o Estado atrapalhava o desenvolvimento do País, e fez tudo para desmontá-lo. Para eles, o mercado era um deus. A crise financeira internacional, que nós superamos com elogios do mundo inteiro, mostrou que estávamos certos ao recuperar a capacidade do Estado ser um indutor e organizador do desenvolvimento.
Questionado sobre o andamento das obras do PAC, Lula afirmou que seu governo foi o que mais investiu em infraestrutura (logística, energética e social e urbana) e que os projetos do programa estão espalhados por todo o País, beneficiando todas as regiões. Destacou as obras das usinas de Jirau e Santo Antonio, no rio Madeira, na região amazônica, “a maior obra de engenharia dos últimos 22 anos no Brasil”, lembrando que o complexto será um dos maiores do mundo.
A maioria das obras do PAC ficará pronta até o final do nosso mandato. E nós já tomamos a decisão de não parar por aqui. Vamos deixar muitos projetos engatilhados para que o próximo governo possa iniciar as obras já no seu primeiro ano. Se outros tivessem feito isto antes de nós, hoje o país estaria num estágio muito mais avançado do que está.
Artigos relacionados
Respostas em blog
Não existem respostas em blog deste artigo. Quer ser o primeiro a blogar este artigo?





















