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Arquivo de artigos sobre "ONU"

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 21:58

ONU: ministro Patriota fala sobre papel da diplomacia na promoção da paz e defende reforma do Conselho de Segurança

ONU O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, destacou nesta quinta-feira (22/9) o papel da diplomacia na promoção da paz e na prevenção de coações, sanções e intervenções militares, objetivo central das Nações Unidas. Antonio Patriota representou a presidenta Dilma Rousseff no Debate sobre Diplomacia Preventiva do Conselho de Segurança da ONU, realizado nesta tarde em Nova York.

O ministro mencionou que o princípio da resolução pacífica é previsto na Constituição brasileira, país que, segundo enfatizou Patriota, acredita que paz, segurança e desenvolvimento são conceitos interdependentes.

Ele falou, ainda, sobre a importância do Conselho de Segurança da ONU e de instituições multilaterais efetivas em um mundo que ainda vive situações de conflitos, guerras e violações de direitos humanos. Nesse ponto, Patriota defendeu que a reforma do Conselho, de forma que represente a realidade atual do planeta, “contribuirá extremamente ao reforço da capacidade preventiva”.

“O diálogo, a diplomacia e a resolução pacífica dos conflitos continuarão a ser os princípios de base de conduta do meu país neste Conselho e nesta Organização, onde nossa responsabilidade coletiva exigirá que esforços adicionais sejam investidos na prevenção como uma aproximação larga para a paz e a segurança.”

Veja abaixo o discurso do ministro Antonio Patriota:

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 18:31

ONU: imagens do terceiro dia de trabalho da presidenta Dilma Rousseff em Nova York

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 18:16

ONU: Imagens do quarto dia da viagem da presidenta Dilma Rousseff a Nova York

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 16:27

Crise financeira internacional é tema central da entrevista da presidenta Dilma em NY

Presidenta Dilma Rousseff durante coletiva de imprensa no Hotel Waldorf Astoria. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

ONU Uma viagem com muitos compromissos e com resultados positivos para o Brasil. Foi assim que a presidenta Dilma Rousseff resumiu os quatro dias de trabalho em Nova York, onde participou, entre outros compromissos, da Assembleia Geral da ONU, momento em que entrou para a história como a primeira mulher a abrir o Debate Geral desde a fundação das Nações Unidas.

Durante entrevista coletiva concedida no início da tarde desta quinta-feira (22/9), no Waldorf Astoria Hotel, a presidenta Dilma fez um relato dos compromissos em que participou na cidade americana, incluindo oito encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo e três reuniões na ONU – uma relativa a doenças crônicas não transmissíveis, uma outra relativa à questão do empoderamento das mulheres, e a terceira sobre segurança nuclear.

Ela falou, ainda, sobre temas de interesse nacional e global, como a crise financeira internacional, assunto mais recorrente na conversa com os jornalistas. Dilma Rousseff reiterou que o Brasil está pronto para resistir à crise, ainda que não imune a efeitos indiretos, e lembrou da solidez em que o país se encontra. “Nós temos bancos saudáveis, nós temos uma situação diferenciada”, disse. Veja alguns trechos da entrevista coletiva:

Crise financeira

“Esperamos que a crise seja resolvida. Nós não somos responsáveis pela crise e não somos aqueles que sofrem a crise diretamente. Não somos. Não há a menor dúvida. Mas também não se pode alegar que não soframos as consequências indiretas da crise. Sofremos. Primeiro, porque o mercado internacional reduz, não é? Ele se reduz, na medida em que as economias desenvolvidas diminuem o tamanho de seus mercados, na medida em que há desemprego, na medida em que há contração da demanda. Sofremos as consequências e, como sofremos as consequências, julgamos que temos todos os direitos de participar e de discutir as saídas.”

Encontro do G-20

“Julgamos que o G-20, na França, tem de tratar das questões relativas à nova configuração tanto dos organismos multilaterais, também, quanto a configuração das soluções para a saída dessa crise, que eu não acredito que seja passível de ser dada pela ação de uma economia ou de um grupo pequeno de países. Acho que é uma questão que nós temos de procurar a solução conjuntamente nos moldes, até muito bem feitos, daquele momento em 2008/2009, quando o mundo reagiu de forma organizada e coordenou políticas macroeconômicas.”

Repercussão da abertura da Assembleia Geral da ONU

“No geral, eu recebi muita manifestação de concordância, muita manifestação de concordância. Especificamente houve, eu queria destacar uma, que vai dar origem a uma consequência, que foi a do presidente Juan Manuel Santos. Porque com ele eu acertei que nós precisamos estreitar as relações dentro dos países da Unasul e, portanto, que iríamos fazer uma reunião de presidentes de Banco Central e de ministros da Economia da região, mais uma vez, no sentido de concertar, de acertar e de articular todas as reações macroeconômicas que vamos fazer.”

Reforma dos organismos multilaterais

“Obviamente que o que eu acho que vai estar colocado em Cannes e que eles também se manifestaram nesse sentido é a questão da discussão de como conduzir, como continuar as medidas de reforma dos organismos multilaterais, como o Fundo Monetário, o Banco Mundial, como melhorar a gestão e a concertação das medidas macroeconômicas comuns; quais serão as medidas prudenciais que devem ser tomadas nas esferas financeiras. Enfim, é aquela pauta que já vem de longe e que não foi completada.”

Crise na Grécia

“Há que decidir o que se fazer em relação à Grécia. Ninguém aqui acredita que um pacote de 8 bilhões resolva o problema da Grécia. Então, você tem de buscar a solução que seja politicamente consistente com o problema (…). Eu não acredito numa saída para a Grécia que simplesmente obrigue a Grécia sistematicamente a fazer cortes de 20%, cortar todos os seu funcionalismo público, vender o Partenon… Além de vender o Partenon, o que mais ela pode vender? As Ilhas Gregas… Eu não acho que essa solução seja correta.”

Reforma do Conselho de Segurança da ONU

“Eu acho importante para o mundo que a gente atualize o Conselho de Segurança. O Conselho de Segurança, no seu formato atual, foi produzido num outro contexto, tanto econômico como geopolítico, baseado numa visão de mundo que dava vantagens inequívocas para aqueles países que tinham controle da tecnologia nuclear (…). O mundo caminha para uma outra concepção, e há uma nova realidade econômica; os emergentes são uma realdade. Acredito que os pleitos tanto para ampliar e modificar os membros permanentes quanto para integrar os não permanentes com novas nações são pleitos justos e legítimos.”

Leia aqui a transcrição da entrevista coletiva da presidenta Dilma em Nova York.

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 11:29

Na ONU, Presidenta reitera compromisso constitucional do Brasil com uso pacífico e seguro da energia nuclear

Presidenta Dilma Rousseff discursa na Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear na ONU. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

ONU “O acidente de Fukushima reforçou a percepção de que não podemos ser complacentes em matéria de segurança nuclear”, disse a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (22/9), em seu discurso na Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear, ocorrida no Plenário da Assembleia Geral da ONU. A presidenta afirmou que o Brasil acompanhou com pesar os eventos de março passado na usina nuclear de Fukushima, no Japão.

 

“Temos laços profundos de amizade com o povo japonês e abrigamos a maior comunidade de nipodescendentes no exterior”.

Dilma Rousseff lembrou que o assunto do reforço da segurança nuclear foi debatido em recente reunião da Agência Internacional de Energia Atômica. Em sua opinião, é decisiva a ação internacional da Agência no sentido de supervisionar e fornecer parâmetros para condições de segurança mais adequadas. Ela lembrou que em muitas nações a energia nuclear continuará a ser a alternativa para atender as necessidades energéticas.

“O compromisso do Brasil com o uso pacífico e seguro da energia nuclear é irreversível e está expresso em nossa Constituição Federal.”

Na opinião da presidenta, o desarmamento nuclear é fundamental para a segurança e é o pilar do Tratado de Não Proliferação Nuclear, “cuja observância as potências nucleares devem ao mundo”. A presidenta combateu, em seu discurso, a posse de arsenais de armas de destruição em massa, já que cria direitos exclusivos e se traduz em uma concepção assimétrica e ultrapassada de mundo. Além disso, segundo ela, os armamentos nucleares são ineficazes e inadequados para lidar com as ameaças à segurança no século XXI. “Um mundo em que armas nucleares são aceitas será sempre um mundo inseguro”, disse.

A presidenta Dilma citou o exemplo da América Latina e do Caribe, onde é proibido o uso não-pacífico da energia nuclear. “Somos, portanto, uma das maiores áreas do mundo livres de armas nucleares e modelo para a paz e para a segurança mundiais. (…) Nossa segurança nuclear é marcada por uma obra de grande dimensão, uma obra de diplomacia regional única: a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade de Controle de Materiais Nucleares, que, esse ano, completa 20 anos”.

Ouça abaixo íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição:

 

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 9:31

Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear

Presidenta Dilma Rousseff particpa da Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear na ONU. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

ONU A presidenta Dilma Rousseff participou da Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear, em Nova York, nos Estados Unidos. A Reunião é realizada no plenário da Assembleia Geral da ONU.

A presidenta Dilma encerra nesta quinta-feira (22/9) a viagem de cinco dias a Nova York, depois de ser a primeira mulher a abrir o Debate Geral da Assembleia Geral das Nações Unidas. Durante a viagem, a presidenta participou de eventos promovidos pela ONU e por instituições privadas e de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo.

A TV NBR transmitiu ao vivo, diretamente de Nova York.

Quarta-feira, 21 de setembro de 2011 às 22:10

Para ministro Patriota, discurso da presidenta Dilma na Assembleia Geral da ONU foi histórico

ONU O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, em entrevista coletiva concedida no final desta tarde no hotel Waldorf Astoria, em Nova York, falou sobre a agenda da Presidenta nesta quarta-feira (21/9), que além da histórica abertura da assembleia geral da ONU incluiu encontros com diferentes chefes-de-Estado europeus e sul-americanos.

Na entrevista, Patriota destacou a importância dos acontecimentos do dia: “Hoje trabalhamos sob o signo da coragem e da sinceridade”. O ministro explicou que antes de discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, a presidenta teve uma conversa bastante abrangente com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

“Falou-se um pouco da ‘Primavera Árabe’, da situação da Líbia. Dilma ressaltou o papel da ONU nesse processo”, afirmou.

Patriota comentou ainda um pouco sobre os diferentes assuntos que estiveram em pauta nas reuniões com o primeiro-ministro britânico, James Cameron, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e seus homólogos sul-americanos, Sebastián Piñera, do Chile, Ollanta Humala, do Peru e Juan Manuel Santos, da Colômbia.

Com os dois interlocutores europeus, a Presidenta falou sobre a próxima reunião do G-20, que acontecerá na França nos dias 3 e 4 de novembro, e sobre a crise que afeta o continente. Em pauta estiveram ainda temas como os próximos Jogos Olímpicos, que serão sediados pelo Reino Unido, e o programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece aos estudantes brasileiros a chance de estudar no exterior.

Ainda de acordo com Patriota, os encontros com os presidentes sul-americanos foram marcados pelo grande interesse no estreitamento dos laços entre os países da região e no fortalecimento dos Corredores Bioceânicos.

“O Brasil e a América do Sul são, hoje em dia, parte das soluções mundiais”, afirmou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista coletiva do ministro Antonio Patriota:

 

Quarta-feira, 21 de setembro de 2011 às 19:20

Encontros bilaterais marcam tarde de trabalho da presidenta Dilma Rousseff em NY

ONU A presidenta Dilma Rousseff manteve uma série de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo nesta quarta-feira (21/9), no Hotel Waldorf Astoria, em Nova York.

O primeiro deles foi no início da tarde, com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, após discursar na abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

Após o almoço, a presidenta Dilma se encontrou com o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron; com o presidente da França, Nicolas Sarkozy; com o presidente do Peru, Ollanta Humala; e, por último, com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

Mais cedo, antes da Assembleia Geral da ONU, a presidenta concedeu audiência ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. O encontro aconteceu na sede da Organização.

Confira as imagens do encontro da presidenta com os chefes de Estado e de Governo e com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon:

Quarta-feira, 21 de setembro de 2011 às 13:14

Após discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, presidenta afirma que momento foi especial

ONU “Vou levar a lembrança do seguinte: foi um momento especial, eu acho que para mim, para o Brasil e para as mulheres, vou levar essa lembrança”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (21/9), após discursar na abertura da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Dilma Rousseff foi a primeira mulher a abrir o Debate Geral, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil desde a primeira Assembleia, que aconteceu em 1947.

Em uma rápida entrevista à Rádio ONU na saída do evento, a presidenta ressaltou, ainda, a presença calorosa das mulheres que acompanharam seu discurso no Plenário. “Também foi uma coisa importante; interagiu muito”, completou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta à Radio ONU ou leia aqui a transcrição.

 

Segunda entrevista - Ao chegar ao Waldorf Astoria Hotel, a presidenta Dilma conversou rapidamente com a imprensa. Ela reiterou a emoção que sentiu por ser a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral da ONU. “Eu gostei de falar, acho que é importante para o Brasil, para as mulheres, foi muito bom”, declarou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista coletiva da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.

 

Quarta-feira, 21 de setembro de 2011 às 12:36

“O Brasil descobriu que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza”

Em discurso histórico, presidenta Dilma é a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

ONU Na abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta quarta-feira (21/9) em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff proferiu amplo discurso e abordou assuntos como representatividade das mulheres, crise econômica, reforma do Conselho de Segurança da ONU, Palestina e meio ambiente.

No início de sua fala, a presidenta afirmou ter certeza de que este será o século das mulheres. “Pela primeira vez na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo”, ressaltou.

 

Crise econômica – Dilma Rousseff chamou a atenção para o momento de crise financeira que o mundo vive e disse acreditar que, se não debelada, a crise pode se transformar em uma grave ruptura política e social. “Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção”, frisou. Na opinião da presidenta, como todos os países sofrem as consequências da atual situação econômica, todos têm o direito de participar das soluções. “Essa crise é séria demais para que seja administrada apenas por uns poucos países”.

Para a presidenta Dilma, a crise é ao mesmo tempo econômica, de governança e de coordenação política. Segundo ela, ainda não foi encontrada uma solução por falta de “recursos políticos e de clareza de ideias” por parte dos países desenvolvidos. Citou, ainda, o exemplo de como o Brasil tem agido para fazer frente aos efeitos negativos da atual conjuntura.

“Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas – sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento. Estamos tomando precauções adicionais para reforçar nossa capacidade de resistência à crise, fortalecendo nosso mercado interno com políticas de distribuição de renda e inovação tecnológica”, informou.

 

Conselho de Segurança – Dilma afirmou ainda que o Brasil está pronto para assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. “Estamos aptos a prestar também uma contribuição solidária aos países irmãos do mundo em desenvolvimento, em matéria de segurança alimentar, tecnologia agrícola, geração de energia limpa e renovável e no combate à pobreza e à fome”, destacou.

A cada ano que passa, segundo a presidenta, “mais urgente se faz uma solução para a falta de representatividade do Conselho de Segurança, o que corrói sua credibilidade e sua eficácia”. Disse, ainda, que é preciso haver interrelação entre desenvolvimento, paz e segurança; e que as políticas de desenvolvimento devem ser, cada vez mais, associadas às estratégias do Conselho de Segurança na busca por uma paz sustentável.

“O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea; um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não-permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento”.

 

Palestina – Dilma Rousseff deu, também, as boas-vindas ao Sudão do Sul, por ser o mais novo membro das Nações Unidas, mas lamentou o fato de ainda não poder saudar o ingresso pleno da Palestina na Organização.

“O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembleia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título”.

 

Clima – Na visão da presidenta, é preciso que os países assumam as responsabilidades que lhes cabem quanto aos acordos referentes ao meio ambiente, em especial, ao clima. Ela lembrou aos participantes da Assembleia Geral da ONU que o Brasil defende um acordo global, abrangente e ambicioso para combater a mudança do clima.

“Apresentamos uma proposta concreta, voluntária e significativa, de redução [de emissões] durante a Cúpula de Copenhague, em 2009. Esperamos poder avançar já na reunião de Durban, apoiando os países em desenvolvimento nos seus esforços de redução de emissões e garantindo que os países desenvolvidos cumprirão suas obrigações, com novas metas no Protocolo de Quioto, para além de 2012.”

 

A presidenta mencionou em seu discurso o fato de o Brasil ter descoberto que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. “Uma verdadeira política de direitos humanos tem por base a diminuição da desigualdade e da discriminação entre as regiões, entre as pessoas e entre os gêneros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil”.

 

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.

 

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