Arquivo de artigos sobre "Olimpíadas Rio 2016"
Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 12:50

Dilma inaugurou o Estádio Aquático Olímpico e entregou ambulâncias que serão utilizadas por turistas e atletas durante dos Jogos Rio 2016. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff criticou nesta sexta-feira (8) o clima de ‘quanto pior, melhor’ no País. Em discurso no início da tarde, no Parque Olímpico da Barra, onde inaugurou o Estádio Aquático Olímpico, ela disse que a Olimpíada do Rio demonstra a capacidade de construção de consenso e diálogo no Brasil.
“Se somos capazes de fazer uma Olimpíada, de fazer uma Paralimpíada, somos capazes de fazer também o nosso país voltar a crescer“, disse a presidenta.
Dilma fez uma saudação especial aos operários que ergueram as obras e às profissionais de imprensa presentes ao local e afirmou que o clima de mau humor, citado em discurso pelo prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, não interessa ao país, e nem à estabilidade política da Nação.
“Este momento é especial, e o símbolo do que é possível fazer quando pessoas de bem se unem em prol do país“, disse, numa referência à aliança do governo federal com os governos estadual, representado pelo vice-governador Francisco Dornelles, e municipal, ambos do PMDB.
Na cerimônia foram entregues também 146 ambulâncias que servirão aos turistas e atletas que participarão dos Jogos, marcados para acontecer de 5 a 21 de agosto no Rio de Janeiro. Já os Jogos Paralímpicos serão de 7 a 18 de setembro.

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Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 11:30
Em discurso durante a solenidade de entrega do Estádio Aquático Olímpico, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reclamou do mau humor que o país vive neste momento. Segundo Paes, o Brasil não é feito só de notícias ruins, como tem sido noticiado insistentemente.
“Há um profundo mau humor no país neste momento, mas apesar disso há também boas notícias. O Brasil tem mostrado muita capacidade de entrega“, disse.
O prefeito, que elogiou a presidenta Dilma durante sua fala, lembrou que todo o projeto do complexo inaugurado nesta sexta-feira (8) foi elaborado e executado por brasileiros. Ele também salientou que não ocorreram pedidos de verbas adicionais para concluir as obras do Estádio Aquático. “Hoje a senhora chega e vê que está tudo pronto“, frisou.
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Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 11:30
A presidenta Dilma Rousseff chegou há pouco ao Parque Olímpico da Barra, onde inaugura o Estádio Aquático Olímpico, que receberá provas de natação e polo aquático durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O complexo recebeu investimentos de R$ 250 milhões. Dilma foi recebida pelo governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles, e pelo prefeito da cidade, Eduardo Paes. Antes, ela conheceu as ambulâncias que servirão ao público presente aos Jogos Olímpicos.
A presidenta cumprimentou atletas do nado sincronizado que estão presentes à cerimônia. O prefeito Eduardo Paes foi o primeiro a discursar e ressaltou que a presidenta Dilma encontrou um novo parque aquático, já que da última vez em que esteve vistoriando as obras elas ainda estavam em uma fase anterior.
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Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 11:26
O presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, elogiou há pouco as novas instalações do Estádio Aquático Olímpico, que será inaugurado nesta sexta-feira (8) pela presidenta Dilma Rousseff. “É uma das mais lindas do mundo”, destacou.
Nuzman assegurou que a arena possui instalações modernas à altura dos grandes atletas que irão competir durante os Jogos Rio 2016. “Nós estamos extremamente felizes e orgulhosos dessa nova instalação que está sendo entregue. Temos a certeza de que é mais um passo importantíssimo foi dado para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”, finalizou.
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Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 10:00

Estádio Aquático Olímpico foi construído de acordo com os mais modernos princípios de sustentabilidade e será transformado em ginásios após os Jogos Rio 2016. Foto: Isac Nóbrega/PR
A presidenta Dilma Rousseff inaugura nesta sexta-feira (8), às 11h, no Rio de Janeiro (RJ), o Estádio Aquático Olímpico e entrega 136 ambulâncias que serão utilizadas nos Jogos Rio 2016 e eventos-testes da competição. Construído no Parque Olímpico da Barra, o estádio irá receber as competições de natação olímpica e paralímpica, além da fase final do polo aquático dos jogos. Com capacidade para 18 mil lugares, é composto por duas piscinas de 50 metros, uma de competição na área interna e uma de treinamento na parte externa.
O complexo recebeu investimentos da ordem de R$ 225,3 milhões do Ministério do Esporte, sendo R$ 217,1 milhões para construção e outros R$ 8,2 milhões para manutenção. Feita de vigas metálicas modulares e piscinas pré-fabricadas, sua estrutura foi projetada para ser temporária e desmontável. Após os Jogos, a estrutura será transformada em ginásios a serem instalados em duas cidades, como explica o presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Joaquim Monteiro de Carvalho.
“O Estádio Aquático, como todas as obras do Parque Olímpico, respeita a realidade brasileira e se baseia nos princípios mais modernos de sustentabilidade. Tem uma engenharia muito interessante: as vigas não têm solda, são tubulares e encaixadas como se fossem um grande lego. Outro diferencial é que o estádio não tem ar-condicionado, assim como alguns estádios de Londres, mas terá conforto térmico pois é todo vazado”, explica Carvalho.
Eventos-testes
O Estádio Aquático Olímpico receberá, de 15 a 20 de abril, o campeonato Troféu Maria Lenk de Natação, que servirá como evento-teste da modalidade e reunirá os maiores nadadores brasileiros em busca da vaga para os Jogos Olímpicos Rio 2016, além de 55 atletas de 11 países (Argentina, Canadá, Chile, China, Eslováquia, Finlândia, Japão, Paraguai, República Tcheca, Ucrânia e Uruguai). Entre os brasileiros serão 58 clubes, com 356 atletas.
De 22 a 24 de abril, a instalação receberá o Open Internacional Caixa Loterias de Natação Paralímpica, com participação de 212 atletas de 19 países, e valerá como evento-teste da modalidade para os Jogos Paralímpicos Rio 2016. O polo aquático, por sua vez, fecha a sequência de torneios preparatórios na arena, entre os dias 25 e 29 de abril.
Parque Olímpico da Barra
Coração dos Jogos Rio 2016, o Parque Olímpico da Barra está com 98% das obras concluídas, graças ao envolvimento dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) e de Parcerias-Público-Privadas (PPP). Do Ministério do Esporte, recebeu investimentos da ordem de R$ 903,7 milhões. Desse total, R$ 379 milhões são direcionados para construção e manutenção de instalações esportivas que serão permanentes: Centro Olímpico de Tênis, o Velódromo Olímpico e as Arenas Cariocas 1, 2 e 3 (nestas, os recursos são destinados apenas à climatização e somam R$ 58,5 milhões).
O Parque Olímpico ocupa uma área de 1,18 milhão de metros quadrados, onde ocorrerão disputas de 16 modalidades olímpicas e nove paralímpicas. Baseado em três pilares – legado, economia de recursos públicos e obras sem “elefantes brancos” – será destinado à população depois do evento. Além da transformação do Estádio Aquático em ginásios esportivos, o boulevard e área de lazer serão abertos ao público, enquanto a Arena do Futuro – onde serão disputadas as competições de handebol e golbol – será desmontada e transformada em quatro escolas municipais em diferentes localidades.
Para o presidente da EOM, esses serão apenas alguns dos muitos legados deixados pelos Jogos Rio 2016. “Sem dúvida, os Jogos de 2016 serão os jogos da transformação. O Rio de Janeiro será uma grande inspiração para as futuras cidades olímpicas e deixará muitos legados. Um belo exemplo é a mobilidade urbana. Para se ter uma ideia, antes dos Jogos menos de 20% da população carioca utilizava transporte de massa; depois dos Jogos serão 63%”, estima.
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Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 13:42
A olímpiada é uma grande oportunidade, para alavancar o crescimento do turismo brasileiro, disse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, em entrevista ao Blog do Planalto, após o lançamento do Ano Olímpico para o Turismo, nesta quarta-feira (7). O evento, que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, reuniu ainda os ministro do Esporte, George Hilton e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, para compartilhar experiências dos governos federal e estadual na preparação dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016.

“É natural que o turismo queira se aproximar desse evento para ter ganhos concretos, já que o Brasil todo vai se expor ao mundo”, diz ministro. Foto: Agência Brasil
“Olimpíadas são o maior evento esportivo do planeta. É natural que o turismo queira se aproximar desse evento para ter ganhos concretos, já que o Brasil todo vai se expor ao mundo. Nós queremos trazer turistas para que venham ver a complexidade, a grandeza e a criatividade do nosso País. É uma oportunidade única. Tudo que um turista pode querer para se deliciar, nós temos. Nós temos que informar, promover e divulgar”, enfatizou.
Em seu discurso, o titular da pasta citou os principais números do setor, como a contribuição de 3,7% do turismo para socioeconômico do país. “Temos que mostrar que o Brasil não é do mau humor, da crise; turismo gera emprego e renda, é unidade, é sorriso, é emoção”, afirmou.
O ministro ressaltou também que maior investimento no desenvolvimento do turismo pode servir como “um dos motores” do desenvolvimento do País. “Essa categoria quer apenas respeito, não quer favores, quer apenas a indução ao desenvolvimento. Infraestrutura, aeroportos, ferrovias, financiamentos normais, dos bancos privados e públicos, para que eles possam fazer seus investimentos”, disse.
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Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 13:30
O sucesso do Brasil nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016 será mostrado não apenas nas arenas, mas principalmente na eficiência da organização, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (7), durante a cerimônia do Ano Olímpico para o Turismo, em Brasília (DF).

Dilma: Os Jogos Olímpicos Rio 2016 serão uma plataforma importante para expansão do turismo no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Para ela, essa certeza resulta do sucesso obtido na Copa do Mundo de 2014, quando milhares de turistas estrangeiros e brasileiros visitaram as cidades-sede dos jogos, sem que fosse registrado qualquer problema de segurança e transporte. Os aeroportos do País, lembrou, receberam todos os investimentos necessários para funcionarem perfeitamente, tanto que 95% dos visitantes internacionais manifestaram a intenção de voltar ao Brasil. E é isso que deve acontecer nas Olimpíadas, disse.
“Na Copa ganhamos todas as competições fora do estádio. Ganhamos a competição de aeroportos bem estruturados, a competição da segurança, a competição de estarmos prontos, a competição da mobilidade. E queria dizer que o sucesso dos Jogos Olímpicos será medido pela organização que, tenho certeza, será impecável”, afirmou.
Os Jogos Olímpicos Rio 2016 serão uma plataforma importante para expansão do turismo no Brasil, acrescentou. “O Rio é a mais bela porta de entrada do nosso País e, quanto mais belo ele for, mais vai permitir que atraiamos turistas para outros destinos dentro do Brasil. E essa é a ideia. Tanto durante, mas sobretudo depois dos Jogos. Daí porque a ação turística vai ter de ser extremamente dedicada durante esse período. Acho que bons aeroportos são um chamariz, mostram a disposição do País de bem receber. E a estrutura hoteleira adequada também”.
Lembrou que, apesar de a maioria das atividades esportivas serem realizadas no Rio, haverá outras em vários estados, como as competições de futebol que ocorrerão em Manaus, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, além do Rio.
Além disso, comentou a presidenta, as Olimpíadas vão mobilizar toda a população. “Os Jogos Olímpicos vão perpassar todo imaginário de cada um dos brasileiros. Primeiro, porque a tocha olímpica percorrerá 300 municípios, em um ritual de 100 dias, anteriores a abertura dos jogos. Isso vai mobilizar, em todos os cantos do Brasil, a atenção das pessoas e vai permitir que mostremos ao mundo as belezas naturais e a diversidade cultural do nosso imenso território”.
Dilma destacou ainda a importância de estimular o mercado interno de viagens. “O Brasil teve uma mudança estrutural nos últimos 13 anos. Quando se olha o mercado de viagens no Brasil, percebe-se a quantidade de pessoas que antes não tinham acesso ao avião e que passaram a ter”.
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Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 15:42
Ninguém tem dúvidas de que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. Mas, além da beleza, os representantes da cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 querem deixar nos visitantes uma impressão ainda melhor do que os seus atrativos naturais e turísticos.
O presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Joaquim Monteiro de Carvalho, garante que os Jogos Rio 2016 vão promover uma transformação social na cidade. “Estamos usando o argumento olímpico para transformar a cidade. O que estamos fazendo não vai durar apenas durante os dias de competições e nem vai beneficiar apenas atletas e turistas”, ressalta.
Um dos exemplos nesse aspecto são os investimentos em mobilidade urbana, afirma Joaquim. “Estamos mudando a maneira do carioca ir e vir”, assegura. Segundo ele, antes do início das obras, menos de 20% da população utilizava transporte público de massa. Ao final dos Jogos, em 2016, a estimativa é ampliar esse percentual para mais de 60%. Para isso, serão concluídas as obras da Transolímpica para se juntar à Transoeste e Transcarioca e formar um grande corredor de BRT na cidade. Além disso, também deverá ser concluída a linha 4 do metrô, ampliando a rede para atender uma média de 300 mil passageiros/dia.
O orçamento do Comitê Rio 2016 é de R$ 7 bilhões, exclusivamente com verbas privadas, originárias de patrocínio, venda de ingressos, produtos licenciados e direitos de transmissão de TV. Além disso, R$ 6,6 bilhões serão investimentos da matriz de responsabilidade dos governos, com recursos públicos e privados. Para as obras de legado serão destinados R$ 24 bilhões, com investimentos públicos e privados para transformação da cidade, como metrô, BRTs, etc.
Para que esses projetos se concretizem, o presidente da EOM destaca a importância da parceria entre os governos, que tem dado demonstrações de preocupação com o gasto racional dos recursos públicos. “Você não consegue fazer um evento como uma Olimpíada sem um alinhamento sólido entre o governo municipal, estadual e o federal.” E nesse sentido, destaca o apoio, cada vez mais ativo, que o governo federal tem dado à organização e às obras para os jogos.
A maior parte dos recursos para a construção dos dois principais complexos esportivos para as Olimpíadas: o Parque Olímpico – considerado o coração dos jogos e que já está com 82% de suas obras concluídas, e o Complexo Esportivo de Deodoro – são provenientes do governo federal.
No entanto, Joaquim Carvalho faz questão de destacar o compromisso que os governos envolvidos têm dispensado para a aplicação racional dos recursos públicos e para que as Olimpíadas do ano que vem sejam condizentes com a realidade brasileira.
“Quase 60% do orçamento para os Jogos vem da iniciativa privada. Usamos o modelo das Parcerias-Público-Privadas (PPPs) para garantir a infraestrutura necessária para a realização dos Jogos e o Rio está inovando nessa organização. Serão Jogos adequados à realidade brasileira, que terão uso racional dos recursos públicos e com obras que não se tornarão elefantes brancos”, afirma.
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Sexta-feira, 3 de julho de 2015 às 13:20
O ministro do Esporte, George Hilton, afirmou nesta sexta-feira (3), durante a cerimônia de lançamento da Rota de Revezamento da Tocha Olímpica, em Brasília, que o Brasil executa hoje o maior projeto esportivo de sua história.
Como exemplos desse grande projeto, destacou as iniciativas do governo da presidenta Dilma, que equipou o “País inteiro com centros de excelência para treinamento de atletas de alto nível”, além de instalar centros de iniciação esportiva em mais 260 municípios brasileiros.
E enfatizou o apoio que o Ministério do Esporte tem dado a milhares de atletas brasileiros, por meio do Bolsa Atleta, do Bolsa Podium e do Programa Brasil Medalhas. Segundo ele, esses programas fizeram que o País “desse saltos extraordinários de resultados em modalidades em que o Brasil não apresentava tanta tradição”.

Para o ministro do Esporte, George Hilton, programas do governo de apoio aos atletas brasileiros, como o Bolsa Atleta e o Bolsa Podium, fizeram com que o Brasil desse saltos extraordinários em diversas modalidades olímpicas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A 399 dias do início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Hilton também afirmou que o Brasil sediará a maior Olimpíada de todos os tempos e defendeu a aprovação pelo Congresso Nacional de um Sistema Nacional do Esporte que possa garantir uma política de valorização permanente para o setor.
“Teremos no Brasil a maior Olimpíada de todos os tempos e o mundo inteiro falará do Rio de Janeiro. E, mesmo quando os jogos se forem, o fogo olímpico vai continuar brilhando no Brasil. Sim, porque o governo federal brasileiro trabalha na construção de um Sistema Nacional de Esporte, que chegará ao Congresso Nacional dentro de dois meses, e que, uma vez tornado lei, elevará o nosso esporte em muitos patamares”, ressaltou.
Integração
Após o lançamento da Tocha Olímpica para os jogos do Rio de 2016, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, defendeu que um dos maiores benefícios que o Jogos trazem ao Brasil é sua capacidade de integrar o povo brasileiro.
“Os jogos são no Rio de Janeiro. E o Rio está trabalhando incansavelmente, está se transformando em uma outra cidade, é um exemplo. Mas os Jogos são do Brasil e a população brasileira vai participar. A união de esforços de todos os brasileiros é, talvez, o maior legado que os jogos irão deixar para o Rio e para o nosso País”, enfatizou.
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Sexta-feira, 3 de julho de 2015 às 11:25
12h40 – Termina a cerimônia. Acompanhe logo mais a cobertura completa sobre a apresentação da tocha olímpica no Blog do Planalto.
12h39 – As olimpíadas serão um momento de congraçamento do mundo, declarou a presidenta. “Será o momento de ampliar a unidade, de colocar todos os representantes das diferentes nações disputando de forma tranquila, respeitosa, de forma em que se reconhece o esforço do atleta e a sua capacidade de superação.”
12h35 – Tenho certeza que faremos uma olimpíada segura”, afirmou Dilma. Ela destacou a parceria do governo federal com os governos do estado e da cidade do Rio de Janeiro, com ações nos bairros e favelas da cidade-sede. “Tivemos a capacidade de nos organizar e de articular as Forças Armadas e a Polícia Federal de um lado e de outro a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro com as polícias Militar e Civil.”
12h29 – Acompanhe o discurso da presidenta também pelo perfil do Planalto no Twitter.
12h25 – “Quando nós vemos a tocha dos Jogos Rio 2016, cresce para nós tanto a responsabilidade, quanto a emoção. Está chegando o dia que vamos ter a honra, orgulho de ser o primeiro país da América do Sul a sediar o maior evento esportivo da terra. A tocha sem duvida é muito bonita, é verdadeiramente fantástica.”

Presidenta Dilma durante a apresentação da tocha olímpica. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
12h19 – Tem início o discurso da presidenta Dilma Rousseff. Ela dirige um cumprimento especial a Bernard Rajzman, medalha olímpica no vôlei e membro do COI: “A quem minha geração acompanhou estarrecida, com fôlego preso. E todos torcemos”, disse.

Torben Grael: Foto: RafaB/Blog do Planalto
12h05 – O Blog do Planalto conversou com Torben Grael, o iatista brasileiro que conquistou o maior número de medalhas. De acordo com ele, a cerimônia de revezamento da tocha simboliza exatamente e anuncia que os jogos olímpicos estão chegando.
“É um momento em que o país que vai ser a sede dos jogos, seus estados e municípios, vai ter a honra e o privilégio de conduzir essa tocha através de personalidades que tenham um projeto ímpar na sua vida, caminhando com o fogo que simboliza a união dos povos”, disse.
12h00 – O estado anfitrião dos Jogos será percorrido antes da entrada triunfal na cidade-sede, onde a chama acenderá a Pira Olímpica no Estádio do Maracanã, durante a cerimônia de abertura do dia 5 de agosto, abrindo oficialmente os Jogos Olímpicos Rio 2016.
11h58 – A jornada começará com a chegada da chama em Brasília no mês de maio de 2016.
11h57 – São 82 municípios, incluindo as 26 capitais e o Distrito Federal, que marcam o destino final da chama olímpica em cada dia do revezamento da tocha. Outras cidades se somarão a essas para contemplar em torno de 300 que receberão o revezamento e 200 que verão o comboio de carros passar com a chama exposta para ser saudada pelos cidadãos.
1154 – Agora, Mário Andrada, membro do Comitê Rio 2016, apresenta a rota de revezamento da tocha olímpica e revela a lista das primeiras cidades que viverão a experiência
11h48 – Bernard Rajzman, medalhista de prata Olímpico do vôlei e atual membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), em depoimento, conta que participou de três edições de Jogos Olímpicos. Em “Los Angeles 84, ganhei uma medalha de prata. Posso dizer que a responsabilidade e a emoção de conduzir a tocha olímpica é a mesma”, disse.
11h42 – Neste momento a presidenta Dilma Rousseff apresenta a tocha olímpica.

Foto: Comitê Rio 2016
11h35 – Beth Lula, integrante do Comitê Organizador Rio 2016, apresenta o conceito da tocha olímpica. Ela afirma que a chama olímpica é um dos mais importantes símbolos na história dos Jogos e simboliza a paz, a união e a amizade.
11h28 – A cerimônia começa neste momento.
11h25 – Logo mais será realizada a cerimônia de apresentação da Tocha Olímpica Rio 2016 e da primeira lista das cidades da rota do Revezamento da Tocha. Quer conhecer a tocha? Acompanhe em tempo real a cobertura do evento, que terá a participação da presidenta Dilma Rousseff, pelo Blog do Planalto e pelo perfil no Twitter.

Vinicius, um dos mascotes dos Jogos Olímpicos Rio 2016, está em Brasília para o lançamento da Tocha Olímpica. Foto: Comitê Rio 2016
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