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Arquivo de artigos sobre "Israel"

Sexta-feira, 19 de março de 2010 às 11:29

Holocausto nunca mais, nunca mais, nunca mais


Viagens internacionais
O presidente Lula ficou bastante sensibilizado ao visitar o Museu do Holocausto, em Jerusalém. Num curto pronunciamento, o presidente brasileiro pediu: “Holocausto nunca mais, nunca mais, nunca mais”. Lula enfatizou que “não podemos permitir, de forma nenhuma, que se repita” a barbárie como a exterminação de judeus praticada pelos comandados de Adolph Hitler.

As imagens foram feitas pelo repórter-fotográfico da Presidência da República, Ricardo Stuckert, que acompanhou o presidente Lula na visita oficial ao Oriente Médio.

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Sexta-feira, 19 de março de 2010 às 10:56

Um pedido de paz para o mundo

No Muro das Lamentações, dona Marisa pede pela paz no mundo. (Vídeo e foto: Ricardo Stuckert/PR)

No Muro das Lamentações, dona Marisa pede pela paz no mundo. (Vídeo e foto: Ricardo Stuckert/PR)

Viagens internacionais
Durante visita a Israel, a primeira-dama do Brasil, Marisa Letícia Lula da Silva, compareceu ao Muro das Lamentações. Acompanhada pelo repórter-fotográfico da Presidência da República, Ricardo Stuckert, dona Marisa explicou que o pedido que colocaria no muro “era um segredo”. Instantes depois, ela afirmou que gostaria que houvesse paz no mundo. Confira:

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Terça-feira, 16 de março de 2010 às 15:01

Visita não estava prevista na agenda

Viagens internacionais

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse nesta terça-feira (16/3), antes de seguir para Belém, que a visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do sionismo, “não esta prevista na agenda” do presidente Lula. Marco Aurélio conversou com jornalistas quando, na oportunidade, avaliou como positiva a primeira etapa da viagem oficial do presidente Lula ao Oriente Médio.

Marco Aurélio respondeu indagações sobre a participação do Brasil no momento de construção da paz naquela região, as conversas com as lideranças de Israel, Palestina e Irã, e a decisão da partidos políticos de não comparecer ao Parlamento israelense, ontem (15/3), quando Lula discursou. Segundo o assessor, o ato foi tratado como sendo uma coisa normal.

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Terça-feira, 16 de março de 2010 às 10:58

Brasil nunca foi tratado com tanto respeito em Israel, diz correspondente da BBC

Viagens internacionais

Do front em Tel Aviv, onde trabalha como correspondente da BBC Brasil em Israel e territórios palestinos desde 1997, Guila Flint conversou com o Heródoto Barbeiro, âncora da CBN, na manhã desta terça-feira (17/3), onde faz uma avaliação da visita oficial do presidente Lula ao Oriente Médio (Israel, Palestina e Jordânia). “Depois de viver muito anos aqui, nunca vi o Brasil ser tratado com tanto respeito”, disse.

Ouça aqui o comentário da correspondente Guila Flint

 

O comentário foi feito de um ponto de checagem no momento em que Lula terminava a visita a Israel. Guila trata também da repercussão da presença do presidente brasileiro no Oriente Médio publicada pela mídia: “A repercussão está sendo bastante grande tanto na mídia eletrônica quanto na mídia impressa. Várias reportagens, sendo a maior parte delas favorável ao presidente Lula”, destacou. Ela acrescentou que “o balanço foi muito bom. O presidente brasileiro foi bem recebido em Israel”.
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Terça-feira, 16 de março de 2010 às 7:30

Museu do Holocausto: visita obrigatória para quem quer dirigir uma nação

Presidente Lula durante visita ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Jerusalém. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula durante visita ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Jerusalém. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Viagens internacionais

Todos que querem dirigir uma nação deveriam visitar o Museu do Holocausto, em Jerusalém (Israel), para saber o que pode acontecer quando a irracionalidade toma conta do ser humano, afirmou o presidente Lula após conhecer o lugar na manhã desta terça-feira (16/3) – horário local, cinco horas a mais do que o de Brasília. Acompanhado da primeira-dama Marisa Letícia, ministros e empresários, Lula percorreu os corredores do novo museu, inaugurado em 2005, ouvindo atentamente às explicações do guia, que contava algumas das histórias de horror vividas pelos judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). “O Holocausto e a escravidão foram grandes crimes da humanidade”, comentou Lula ao diretor do Conselho Deliberativo do Museu, o rabino Israel Meir Lau, que acompanhou toda a visita ao lado do presidente brasileiro.

Levo ao Brasil a certeza do que pode acontecer quando a irracionalidade toma conta do ser humano. Não podemos permitir que se repita algo como o Holocausto. E temos que repetir quantas vezes forem necessárias: nunca mais, nunca mais.

Veja aqui algumas fotos do Museu do Holocausto de Jerusalém.

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Segunda-feira, 15 de março de 2010 às 16:56

Entre amigos fala-se com franqueza

Viagens internacionais
Em conversa franca e amistosa com o presidente Shimon Peres e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de Israel, o presidente Lula reiteirou seu desejo de cooperar para encontrar soluções pacíficas para o conflito com os palestinos e evitar que o Irã desenvolva armas a partir de seu programa nuclear, além de discutir o estreitamento da relação comercial, afirmou o ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) em entrevista coletiva concedida no início da noite desta segunda-feira (15/3) no hotel King David, em Jerusalém, para jornalistas brasileiros.

Lula se encontrou primeiro com o presidente Shimon Peres em sua residência oficial em Jerusalém. À tarde, após discursar no parlamento de Israel (Knesset), Lula se reuniu com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Amorim revelou que Lula e Netanyahu concordaram em estabelecer uma agenda com reuniões a cada dois anos entre os chefes de Estado de Israel e Brasil, além de ministros de diversos setores – defesa, agricultura, tecnologia -, e disse que o presidente brasileiro fez um convite ao primeiro-ministro israelense para que visitasse o Brasil ainda este ano.

Sobre o Oriente Médio, Lula e Netanyahu, bem como Shimon Peres, expuseram seus pontos de vista sobre a questão, sempre de forma amistosa. Os três desejam a mesma coisa – a garantia do Irã de que seu programa nuclear seja usado de forma pacífica. “Temos confiança de que ainda é possível o diálogo”, afirmou Celso Amorim, lembrando que muitas certezas que justificaram a guerra contra o Iraque se mostraram nulas. “Nós damos o benefício da dúvida (ao Irã). Se isso tivesse sido feito com o Iraque, teriam sido evitadas 200 mil mortes.”

O ministro das Relações Exteriores do Brasil afirmou ainda que o estabelecimento de duras sanções contra o Irã não é o melhor caminho neste momento, porque elas, quando aplicadas em outros casos, não funcionaram e sempre acabam atingindo os mais vulneráveis do país. Além disso, disse Amorim, os regimes-alvo das sanções acabam endurecendo suas posições e até ganhando mais apoio interno.

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Segunda-feira, 15 de março de 2010 às 14:19

Discurso em prol do diálogo é aplaudido de pé no Parlamento israelense

Viagens internacionais

Em discurso no parlamento de Israel (Knesset) que foi aplaudido de pé, o presidente Lula defendeu uma solução negociada dos conflitos no Oriente Médio, notadamente entre palestinos e israelenses, e a participação de novos atores nas conversações de paz na região, além da renovação da ONU para que a instituição possa ter mais representatividade e “um papel mais ativo na busca da paz”.

O presidente brasileiro citou por duas vezes o físico Albert Einstein para reforçar seus argumentos. Na primeira citação, um chamado para que todos os envolvidos nas conversações sobre a paz procurem alternativas:

“Não se pode fazer a mesma coisa, dia após dia, e esperar resultados diferentes”, disse Lula, que discursou após o presidente do Knesset, Reuven Rivlin; o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu; e a líder da oposição em Israel, Tzipi Livni. O presidente Shimon Peres também estava presente, mas não fez discurso.

A segunda citação veio ao final do discurso:

A paz não pode ser mantida pela força. Somente pode ser alcançada pelo entendimento.

Lula lembrou sua trajetória de sindicalista e de como sempre procurou resolver os conflitos por meio do diálogo, “ainda quando ele parecia ingênuo, tarefa impossível”.

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.

 

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Segunda-feira, 15 de março de 2010 às 10:24

Lula, Everton e Tzipi

Lula conversou com a líder da oposição, Tzipi Livni, e o jogador Everton. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Lula conversou com a líder da oposição, Tzipi Livni, e o jogador Everton. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Viagens internacionais

O presidente Lula reuniu-se com a líder da oposição, Tzipi Livni, em Jerusalém, como parte da agenda que cumpre nesta segunda-feira (15/3), em viagem oficial ao Oriente Médio. Após o encontro, Lula ganhou uma camisa do jogador brasileiro Everton, que atua no Hapoel, clube israelense.

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Segunda-feira, 15 de março de 2010 às 8:47

Temos 8,5 milhões de oportunidades para empresários israelenses

Viagens internacionais

O Brasil oferece uma gama diversificada de oportunidades de negócios para empresários israelenses, especialmente na área de engenharia e tecnologia, afirmou o presidente Lula em seu discurso no seminário Brasil-Israel realizado nesta segunda-feira (15/3) no hotel King David, em Jerusalém (Israel). Falando para uma platéia de empresários brasileiros e israelenses, Lula afirmou que Israel é o sócio ideal para desenvolver parcerias em tecnologias de ponta, como semicondutores, telecomunicações, nanotecnologia e fármacos, além da engenharia – Israel é o país com maior índice per capita de engenheiros no mundo.

O presidente brasileiro lembrou que as cadeias produtivas de Brasil e Israel têm alto grau de complementariedade, o que abre espaço para parcerias em setores importantes. “Só precisamos aproveitar a sinergia, principalmente de nossas pequenas e médias empresas”, afirmou.

Lula saudou o fato de Israel ser o primeiro país fora da América do Sul a fechar um acordo de livre comércio com o Mercosul:

Espero que isso seja motivo para que outros paises façam acordo com o Mercosul. Queremos fazer avançar novos projetos conjuntos que gerem crescimento e bem-estar para a nossa sociedade.

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.

 

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Segunda-feira, 15 de março de 2010 às 6:35

A arte da política é a arte de vencer o impossível

Lula, ao lado de dona Marisa, cumprimenta o presidente de Israel, Shimon Peres, em Jerusalém. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Lula, ao lado de dona Marisa, cumprimenta o presidente de Israel, Shimon Peres, em Jerusalém. (foto: Ricardo Stuckert/PR)

Viagens internacionaisMais do que fortalecer a relação política e comercial entre Brasil e Israel, a missão do governo brasileiro no Oriente Médio é falar de paz, afirmou o presidente Lula durante discurso realizado na manhã desta segunda-feira (horário de Jerusalém, cinco horas a mais que o de Brasília) em visita à residência oficial do presidente de Israel, Shimon Peres. Lula afirmou que o Brasil tem uma história de paz exemplar e que é muito importante o envolvimento de mais pessoas nas negociações entre israelenses e palestinos. Lula reafirmou ao presidente israelense sua vontade de contribuir para o processo de paz.

É importante que se ouça mais gente, que se envolva mais gente e que se converse um pouco mais. A arte da política é a arte de vencer as coisas que parecem impossíveis. A política é a única ciência que não tem limite, porque quando as coisas parecem impossíveis de acontecer, elas acontecem. (…) Não existe uma única palavra e um único motivo que justifique a guerra, mas existem milhões de palavras e milhões de gestos que justificam a paz.

Conheça aqui mais detalhes sobre a viagem do presidente ao Oriente Médio.

Shimon Peres discursou primeiro e disse que a visita do presidente brasileiro representa “uma esperança de paz”. Disse ainda que Lula deu um novo sentido à democracia, elogiando os avanços sociais e econômicos no Brasil.

Após os discursos realizados na entrada da residência oficial do presidente israelense, Shimon Peres e Lula almoçaram e depois seguiram para o hotel King David onde participaram do seminário empresarial Brasil-Israel: Livre Comécio e Oportunidades de Negócios, que contou ainda com a participação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e empresários brasileiros e israelenses.

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