Arquivo de artigos sobre "Estados Unidos da América"
Terça-feira, 20 de setembro de 2011 às 20:34

Presidenta Dilma Rousseff e o presidente Barack Obama se encontram, em Nova York, para reunião bilateral. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O Ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, concedeu entrevista coletiva no fim da tarde desta sexta-feira (20/9), em Nova York, sobre os encontros bilaterais da presidenta Dilma Rousseff com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e do México, Felipe Calderón. Segundo Patriota, Dilma Rousseff e Barack Obama manifestaram preocupação sobre a crise financeira na Europa e frisaram “que é muito importante Brasil e EUA trabalharem juntos em função de toda turbulência econômica internacional”.
O ministro informou que, durante o encontro, os dois presidentes trataram também sobre os conflitos nos países árabes e na Líbia e concordaram ser muito importante que a fase de transição de governo e reconstrução daquele país se desenvolva no âmbito das Nações Unidas.
“O presidente Obama mencionou a reunião de hoje de manhã nas Nações Unidas, em que se buscou reunir nas Nações Unidas delegações em torno de um projeto de reconstrução e transição na Líbia, em direção a formas de governo mais democráticas”, disse o ministro.
Houve, ainda, de acordo com o ministro, troca de informações sobre questões ligadas à educação, energia e G-20, além de convite do presidente Obama para que a presidenta Dilma visite os Estados Unidos no início do próximo ano.
“Foi uma conversa muito amistosa e eles fizeram um rápido balanço do seguimento dado à visita do presidente Obama ao Brasil.”

Presidenta Dilma Rousseff durante encontro com o presidente do México, Felipe Calderón. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
México - “Houve uma conversa bilateral bastante longa e muito amistosa entre a presidenta Dilma e o presidente Calderón, do México”, informou o ministro Patriota. Ele disse que os presidentes trataram sobre a situação financeira internacional, a situação de cada país, a necessidade de a América Latina preservar os ganhos dos últimos anos e de políticas de inclusão social.
Outro ponto amplamente debatido no encontro foi o comércio bilateral e a intenção de o Brasil e México aproximarem as classes empresariais dos dois países. Falaram, ainda, sobre a importância da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), o potencial energético do México – que está entre os maiores produtores de cana-de-açúcar do mundo – e sobre a reunião do G-20, que será realizada em novembro, na França.
“O presidente Calderón convidou a presidenta Dilma a visitar o México (…). Existe o compromisso recíproco da presidenta Dilma ir ao México para o G-20 [em 2012] e do presidente Calderón de ir ao Brasil para o Rio + 20”, antecipou.
Ouça abaixo íntegra da entrevista do ministro Antonio Patriota.
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Terça-feira, 20 de setembro de 2011 às 18:01

Cerimônia em NY marca lançamento oficial da Parceria para Governo Aberto, uma iniciativa internacional que pretende difundir e incentivar globalmente práticas governamentais como transparência orçamentária, acesso público à informação e participação social. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Durante o lançamento oficial da Parceria para o Governo Aberto – ação multilateral, copresidida por Brasil e Estados Unidos –, nesta segunda-feira (19), em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que a transparência na gestão pública é um importante instrumento para o fortalecimento das democracias no mundo. Ela citou o uso das redes digitais na promoção de governos mais transparentes e acessíveis aos cidadãos, e na melhoria dos serviços públicos de Educação, Saúde, Segurança e Meio Ambiente.
Dilma Rousseff falou sobre a experiência brasileira na gestão pública e combate à corrupção e disse que o país endossa a Declaração de Princípios sobre o Governo Aberto. Para ela, uma gestão transparente não depende apenas de se permitir o acesso individual à execução do Orçamento do Estado ou o acompanhamento da lisura e da racionalidade da ação dos agentes públicos; trata-se, também, de assegurar a prestação de contas, a fiscalização e a participação de toda a sociedade.
“Nos últimos anos, ampliou-se o espaço de diálogo na gestão da coisa pública no Brasil, graças à implantação da consulta participativa. Desde 2003, o governo brasileiro realizou 70 conferências nacionais temáticas, nas mais diversas áreas, envolvendo a interação com cinco milhões de pessoas, em cinco mil municípios. Evidentemente, a grande mudança social hoje vivida por meu país não seria possível sem o engajamento da própria sociedade brasileira”.
A presidenta informou que o governo brasileiro recorreu a consultas públicas para a preparação de planos e programas de governo, entre os quais o Plano Plurianual 2012/2015 e as propostas brasileiras para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Disse, também, que o Congresso Nacional discute um projeto de lei destinado a regulamentar o acesso às informações públicas, com regras transparentes e prazos menores para o sigilo de documentos.
Ela falou ainda sobre os instrumentos brasileiros de combate à corrupção, e citou o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União e a Inteligência da Polícia Federal como instituições eficientes para “identificar e corrigir, com eficiência cada vez maior, os problemas de gestão, quando ocorrem”.
“Conta-se também com a posição vigilante da imprensa brasileira, não submetida a qualquer constrangimento governamental. As ações do governo nessa matéria são firmes e permanentes. Fui muito clara desde o discurso de posse, em janeiro, quando afirmei que meu governo não terá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito”.
Ouça abaixo íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.
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Terça-feira, 20 de setembro de 2011 às 16:38

Ao lado do presidente Barack Obama e dos chefes de Estado do Reino Unido, África do Sul, Filipinas, Indonésia, México e Noruega, entre outras autoridades, presidenta Dilma participa do lançamento da Parceria para Governo Aberto, em Nova York. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Foi lançada oficialmente nesta terça-feira (20/9), em Nova York, a Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership – OGP), uma iniciativa internacional que pretende difundir e incentivar globalmente práticas governamentais como transparência orçamentária, acesso público à informação e participação social. A presidenta Dilma Rousseff participou do evento, ao lado do presidente Barack Obama, além dos chefes de Estado do Reino Unido, África do Sul, Filipinas, Indonésia, México e Noruega. Esses oito países integram o Comitê Diretor da OGP, juntamente com nove organizações não governamentais, entre elas o brasileiro Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). Brasil e EUA copresidem a Parceria.
Durante o lançamento, os membros do Comitê Diretor endossaram uma Declaração de Princípios e apresentaram os Planos de Ação nacionais, comprometendo-se a adotar medidas concretas para o aumento da integridade pública, a gestão mais efetiva dos recursos e dos serviços públicos, a criação de comunidades mais seguras e o aumento da integridade no setor privado. A ideia de criação da OGP foi lançada pelo presidente Obama em setembro de 2010, na 65ª Assembleia Geral da ONU. O Brasil foi o primeiro país a ser convidado para a parceria e, em seguida, os outros seis países do grupo inicial.
Com base em critérios objetivos, o grupo convidou cerca de 70 países e mais de 40 organizações não governamentais para participar do evento de apresentação da OGP em julho deste ano, em Washington, DC. Até o momento, cerca de 30 novos países já formalizaram sua intenção de aderir à OGP. Eles deverão adotar as medidas necessárias para o atendimento dos requisitos mínimos e se comprometer a avançar na transparência governamental, na luta contra a corrupção e no engajamento da sociedade civil. Devem, ainda, endossar a Declaração de Princípios e apresentar seus Planos de Ação nacionais em outro evento, que dessa vez será no Brasil, em março de 2012. A lista completa dos países pode ser acessada no site da OGP.
Brasil – O Plano de Ação brasileiro para implementação no primeiro ano de funcionamento da OGP inclui a adequação do Portal da Transparência ao padrão de “dados abertos”; a implementação do Sistema Federal de Acesso à Informação; e a implementação da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos; a disponibilização de dados do Sistema de Convênios (Siconv) em formato “dados abertos”; e a construção da “Plataforma Aquarius (de gestão de informações estratégicas em Ciência e Tecnologia). As informações são da Controladoria-Geral da República (CGU).
Participaram da elaboração do plano brasileiro, além da CGU, o Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Ciência e Tecnologia; e da Educação; além da Casa Civil e da Secretaria-Geral da Presidência da República, dentre outros órgãos. Foram também ouvidas organizações da sociedade civil.
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 11:35

Presidenta Dilma Rousseff participa da abertura da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não-Transmissíveis na Sede da Organização das Nações Unidas (ONU). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O Blog do Planalto transmitiu diretamente de Nova York a participação da presidenta Dilma Rousseff na abertura da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não-Transmissíveis.
O evento é realizado na sede da Organização das Nações Unidas e pretende tratar da prevenção e do controle de doenças não-transmissíveis em todo o mundo – entre elas hipertensão e diabetes –, em especial nos países em desenvolvimento. Veja abaixo a participação da presidenta Dilma na reunião.
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 9:58
Nesta semana, o programa de rádio Café com a Presidenta traz edições especiais para São Paulo e Minas Gerais. Na versão nacional, a presidenta Dilma Rousseff comentou o fato de ser a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral das Nações Unidas. Ela está em Nova York, nos Estados Unidos, e na próxima quarta-feira (21/9) fará a abertura do debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil.
Segundo antecipou a presidenta durante a entrevista, a viagem a Nova York será um momento para discutir temas importantes, como o papel da mulher no mundo, a transparência nas ações dos governos e o combate a doenças crônicas. Outra temática que merecerá destaque – afirmou a presidenta – é a crise econômica mundial.
“Vou falar em nome do Brasil para chefes de Estado dos 193 países que vão participar dessa Assembleia Geral (…). O Brasil tem muito a mostrar em cada um desses temas”, frisou.
Outro assunto abordado pela presidenta Dilma durante o programa nacional foi o anúncio feito, na semana passada, de que o governo federal irá construir 6.427 creches e pré-escolas em todo o Brasil, “em um esse esforço para oferecer educação de qualidade a todas as crianças de zero a cinco anos de idade”. Desse total, 4.943 creches e pré-escolas já foram colocadas à disposição de 1.465 municípios, informou.
Ouça abaixo a íntegra da versão nacional do programa de rádio Café com a Presidenta ou leia aqui a transcrição.
São Paulo – Aos ouvintes do estado de São Paulo, a presidenta falou sobre o anúncio, na semana passada, de uma série de obras importantes para São Paulo – a Hidrovia Paraná-Tietê, a construção de um estaleiro em Araçatuba e a expansão do trecho norte do Rodoanel –, que totalizam investimentos federais de mais de R$ 3 bilhões.
“São obras que vão fazer uma tremenda diferença na vida das pessoas e das empresas de São Paulo.”
Ela informou, ainda, que o governo federal colocou à disposição das prefeituras paulistas recursos para construir 746 creches e pré-escolas, em 225 municípios, até 2014. “A distribuição foi feita de acordo com a necessidade de cada município”, explicou.
Minas Gerais – Já no programa regional para Minas Gerais, Dilma Rousseff tratou do início da contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2014. Na última sexta-feira (16/9), a presidenta esteve em Belo Horizonte para anunciar investimentos para a área de mobilidade urbana e visitar as obras do estádio Mineirão.
“Uma das obras que vamos fazer para melhorar o transporte coletivo diz respeito ao metrô de Belo Horizonte. Esta obra é esperada pelos mineiros há 25 anos, e agora nós vamos fazê-la junto com o governo do estado e com a prefeitura de BH. Vamos modernizar e ampliar a Linha 1, vamos também fazer a Linha 2, do Barreiro a Calafate 2, e também vamos fazer a Linha 3, que vai sair da Savassi e ir até a Lagoinha. Hoje, o metrô de Belo Horizonte transporta 160 mil pessoas por dia, em condições precárias. Quando as três linhas estiverem em operação, o metrô vai poder transportar quase 1 milhão de pessoas diariamente.”
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 9:19
A presidenta Dilma Rousseff está em Nova York (EUA), onde participará de série de eventos promovidos pelas Nações Unidas e instituições privadas e de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo, além da Assembleia Geral da ONU.
Nesta segunda-feira (19/9), Dilma Rousseff participa, no início da manhã, da abertura da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. O evento é realizado na sede da Organização das Nações Unidas e pretende tratar da prevenção e do controle de doenças não-transmissíveis em todo o mundo, em especial dos países em desenvolvimento.
À tarde, a presidenta marca presença no Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres.
Leia aqui programa de imprensa sobre a viagem presidencial a Nova York divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.
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Domingo, 18 de setembro de 2011 às 10:20

Presidenta Dilma Rousseff recebe cumprimentos no Hotel Waldorf Astoria, em Nova York – EUA. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff desembarcou na manhã deste domingo (18/9) no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, Estados Unidos.
Prevista para ocorrer até o dia 23 de setembro, a missão presidencial tem como objetivo a participação de Dilma Rousseff no debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, onde será a primeira mulher a abrir o debate, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil.
Ainda nos EUA, a presidenta participará de eventos promovidos pelas Nações Unidas e instituições privadas e de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo.
Leia aqui programa de imprensa sobre a viagem presidencial a Nova York divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores.
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Quinta-feira, 15 de setembro de 2011 às 18:33
A presidenta Dilma Rousseff deverá cumprir agenda de trabalho em Nova York, Estados Unidos, nos próximos dias. Prevista para ocorrer entre 17 e 23 de setembro, a missão presidencial tem como objetivo a participação de Dilma Rousseff no debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU – onde será a primeira mulher a abrir o debate, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil. Ainda nos EUA, a presidenta participará de eventos promovidos pelas Nações Unidas e instituições privadas e de encontros bilaterais com chefes de Estado e de Governo.
O anúncio foi feito pelo porta-voz da Presidência da República, Rodrigo Baena, em briefing concedido à imprensa no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (15/9). De acordo com Baena, a partida da comitiva presidencial em direção a Nova York deve ocorrer no próximo sábado (17/9), com chegada prevista para o domingo (18/9).
O primeiro evento de que Dilma Rousseff participa, na segunda-feira (19/9), é a abertura da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não-Transmissíveis. Segundo Baena, a reunião pretende tratar da prevenção e do controle de doenças não-transmissíveis em todo o mundo, em especial dos países em desenvolvimento. Ainda na segunda, a presidenta marca presença no Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres.
Na terça-feira, a presidenta Dilma mantém encontros bilaterais com os presidentes dos Estados Unidos da América, Barack Obama, e do México, Felipe Calderón. No mesmo dia, participa do lançamento da Parceria para o Governo Aberto, iniciativa multilateral que visa a assegurar os compromissos dos governos junto aos cidadãos. O último compromisso do dia é um jantar em que a presidenta recebe o Prêmio por Serviço Público, oferecido pelo Woodrow Wilson International Center for Scholars. A premiação é concedida a líderes que tenham trabalhado em prol do aprimoramento da qualidade de vida em seus países e fora deles.
O dia seguinte começa com audiência concedida ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e com a abertura do Debate Geral da 66ª Assembléia-Geral das Nações Unidas. Na parte da tarde, a presidenta participa de outros dois encontros bilaterais, com o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e com o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
A missão presidencial termina com a participação de Dilma Rousseff em duas Reuniões de Alto Nível, no dia 22. A primeira é sobre Segurança Nuclear e tem como pano de fundo o acidente de Fukushima. O evento será voltado para discussões sobre como elevar o comprometimento político com o aprimoramento da segurança nuclear e sobre preparação contra desastres nucleares. A segunda reunião é sobre Diplomacia Preventiva. À noite, a comitiva presidencial parte para Brasília, com previsão de chegada para a manhã de sexta-feira (23/9).
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