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Arquivo de artigos sobre "Entrevistas"

Segunda-feira, 31 de outubro de 2011 às 20:13

“O presidente Lula é um guerreiro e vai sair desse desafio”

Após visitar o ex-presidente Lula hoje (31) no hospital Sírio-Libanês em São Paulo (SP), a presidenta Dilma Rousseff disse que ele está otimista e “maravilhoso de humor”. E afirmou que o ex-presidente tem uma grande facilidade para superar desafios, o que o ajudará a enfrentar um câncer de laringe descoberto no último sábado (29).

“Eu quero dizer ao povo brasileiro que torce por ele que pode ter certeza de que ele é um guerreiro e vai sair desse desafio.”

A presidenta disse ainda que o ex-presidente Lula estava mais interessado em debater a Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do G20 – que acontece esta semana em Cannes, na França – e o desempenho financeiro dos países da zona do euro do que seu próprio estado de saúde. Ela informou que eles compartilham a visão de que não há soluções para crises sem que, concomitantemente, haja crescimento dos países.

“Ele é uma pessoa que olha para fora, olha para o mundo e olha para a vida. A conversa com ele é sempre muito alegre”, destacou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista coletiva concedida pela presidenta Dilma Rousseff no hospital Sírio-Libanês ou leia aqui a transcrição.

 
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Quarta-feira, 28 de setembro de 2011 às 11:39

Entrevista às rádios Difusora e A Crítica de Manaus

A presidenta Dilma Rousseff concedeu entrevista às rádios Difusora (AM/FM) e A Crítica (FM), ambas da capital do Amazonas. O Blog do Planalto transmitiu a entrevista ao vivo.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição:

 
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Quarta-feira, 21 de setembro de 2011 às 13:14

Após discursar na abertura da Assembleia Geral da ONU, presidenta afirma que momento foi especial

ONU “Vou levar a lembrança do seguinte: foi um momento especial, eu acho que para mim, para o Brasil e para as mulheres, vou levar essa lembrança”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (21/9), após discursar na abertura da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Dilma Rousseff foi a primeira mulher a abrir o Debate Geral, tarefa que cabe tradicionalmente ao Brasil desde a primeira Assembleia, que aconteceu em 1947.

Em uma rápida entrevista à Rádio ONU na saída do evento, a presidenta ressaltou, ainda, a presença calorosa das mulheres que acompanharam seu discurso no Plenário. “Também foi uma coisa importante; interagiu muito”, completou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta à Radio ONU ou leia aqui a transcrição.

 

Segunda entrevista - Ao chegar ao Waldorf Astoria Hotel, a presidenta Dilma conversou rapidamente com a imprensa. Ela reiterou a emoção que sentiu por ser a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral da ONU. “Eu gostei de falar, acho que é importante para o Brasil, para as mulheres, foi muito bom”, declarou.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista coletiva da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.

 
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 21:35

Em entrevista, presidenta defende participação das mulheres nas instâncias de poder

ONU A participação da mulher não é uma coisa para o futuro, ela já começou, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (19/9), em entrevista coletiva após o Colóquio de Alto Nível sobre Participação Política de Mulheres, em Nova York.

“É no mundo inteiro, você tem mulheres primeiras-ministras, mulheres presidentas, secretárias de Estado, como é o caso, aqui, dos Estados Unidos, mulheres participando, de todos os países do mundo.”

Durante a entrevista, uma jornalista pontuou ser um bom exemplo ao país ter uma presidente mulher citada com muito bons olhos. Em resposta, Dilma Rousseff afirmou que é, sem sombra de dúvida, muito importante para o Brasil, um país de grande dimensões, ter uma mulher Presidenta da República.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.

 
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 18:30

“Tenho que representar o Brasil, então é uma emoção muito grande”

ONU Em uma rápida entrevista coletiva no início da tarde desta segunda-feira (19/9), a presidenta Dilma Rousseff antecipou que durante seu discurso na abertura do debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, na próxima quarta-feira (21/9), abordará “questões relativas ao fato de o Brasil hoje ser um país afirmativo, que cresce”. Dilma Rousseff conversou com a imprensa na chegada ao hotel Waldorf Astoria, em Nova York, após participar da Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não-Transmissíveis.

“Eu acho que essa é uma expectativa grande, porque de fato é uma honra ser a primeira mulher a discursar na Assembleia Geral da ONU. Então eu tenho uma expectativa também aí de levar a palavra do Brasil para a Assembleia, principalmente sobre as questões relativas ao fato de o Brasil hoje ser um país afirmativo, que cresce. É mais uma fala de esperança do que qualquer outra coisa. É isso que importa.”


Veja abaixo o vídeo da entrevista da presidenta Dilma Rousseff:

Ouça abaixo a íntegra da entrevista da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição.

 
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Segunda-feira, 19 de setembro de 2011 às 11:25

Presidenta Dilma Rousseff é capa da Newsweek

Uma entrevista com a presidenta Dilma Rousseff foi capa da revista Newsweek desta semana. Com o título “Don’t Mess With Dilma”, a matéria com a presidenta Dilma ilustra as versões nacional e internacional da revista americana.

Clique aqui e leia a versão em inglês.

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Quinta-feira, 15 de setembro de 2011 às 16:18

Prefeituras já podem contratar a construção de creches e pré-escolas

Os municípios brasileiros não precisam mais esperar a liberação de convênios a cada ano para a construir creches e pré-escolas municipais, explicou o ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta manhã (15/9), durante coletiva após a cerimônia de abertura de nova seleção para unidades de educação infantil. Segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff liberou os municípios para contratação imediata de todas as unidades previstas até 2014.

“O que a presidenta fez hoje foi um gesto inédito. Liberou imediatamente ao prefeito a possibilidade de contratar. Ele não vai mais ter de esperar 2012, 2013, ou 2014 para fazer o convênio. Os convênios estão automaticamente liberados até aquele patamar, por município, que foi decidido pelos critérios estabelecidos. Quem se mexer, quem correr com os processos de licitação vai poder – até 2014 – ter as creches”, disse o ministro.

Ainda durante a entrevista, o ministro defendeu a ampliação dos dias letivos no Brasil. Segundo ele, estudos internacionais demonstram a necessidade de ampliação da carga horária no Brasil. “Agora ela é baixa. Nós vamos ampliar. Há estudos que mostram que o número de dias é mais importante que o número de horas por dia, embora o número de horas por dia também seja importante”, disse.

“Mas o impacto sobre a aprendizagem é até maior quando nós falamos em números de dias letivos por ano”, completou o ministro.

Haddad revelou que o governo federal está discutindo com secretários estaduais e municipais possibilidades concretas e até físicas para as mudanças. “Precisamos trabalhar com o país real e não com o país imaginário. E isso depende dos estudos que estão sendo feitos para verificar qual é a melhor maneira”, disse. O governo vai avaliar também se dará aos gestores a possibilidade de escolher qual a melhor maneira de ampliar a jornada. “Ampliar a jornada é bom. E se houver mais dias letivos é melhor”, concluiu.

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Quarta-feira, 14 de setembro de 2011 às 11:59

“Temos todos os instrumentos no Brasil para diminuir o impacto da crise sobre nós”

É impossível que o Brasil tenha um tipo de crise similar a dos Estados Unidos e alguns países da Europa, informou nesta quarta-feira (14/9) a presidenta Dilma Rousseff, em entrevista coletiva em Brasília (DF). A presidenta atribuiu às reservas internacionais e compulsórias e a importantes medidas políticas de investimento a segurança que o país tem para resistir aos efeitos da crise e antecipou que o Brasil está preparado caso o mundo enfrente situação de escassez de crédito.

A presidenta reiterou a importância do fortalecimento do mercado interno tanto para a resistência à crise quanto para o crescimento do país, e assegurou que medidas de redução de impostos adotadas pelo governo como o programa Brasil Maior, dirigido à indústria, o Reintegra e o SuperSimples vêm nesse sentido.

“É impossível que o Brasil tenha um tipo de crise similar à que está acontecendo nos Estados Unidos e na zona do Euro. Até porque nós temos todos os instrumentos no Brasil para diminuir o impacto da crise sobre nós. Tanto os instrumentos, eu diria, financeiros (…), como os políticos”, afirmou.

A presidenta Dilma conversou por cerca de 25 minutos com a imprensa, após visitar a exposição promovida pelo Ministério da Educação “Gestão de Compras Governamentais – a Experiência da Educação”, no Hotel Royal Tulip, em Brasília. Confira abaixo alguns trechos da entrevista.

Acessibilidade para alunos com deficiência

“Nós vamos fazer um esforço imenso para garantir que as escolas públicas tenham isso [acessibilidade de pessoas com deficiência visual], além disso, um computador para cada criança. Além disso, nós vamos fazer busca ativa, o que é muito importante, porque temos mais de 200 mil crianças com algum tipo de deficiência fora da sala de aula.”

 

Compra governamental

“A compra governamental é um instrumento poderoso para a gente garantir duas coisas: o desenvolvimento da indústria e preços mais baixos (…). É muito importante o que estamos fazendo aqui. Nós estamos mostrando que é possível diminuir o preço.”

 

Crise financeira internacional

“O grande problema é político. É como é que se pretende resolver a crise fiscal decorrente do fato de que os governos foram obrigados a salvar os bancos quando ocorreu, em 2008, a quebra do Lehman Brothers, e houve uma contaminação, por causa da bolha, também, de todo o sistema financeiro internacional. Os governos transformaram as dívidas privadas dos bancos em endividamento público, porque usaram o orçamento público para permitir a reciclagem dessa dívida (…). Agora há uma objeção política, dentro dos Estados Unidos, por exemplo, para maior gasto fiscal, quando na verdade se sabe que os Estados Unidos precisam de uma iniciativa fiscal e não apenas monetária (…) Eu não acho que o problema é falta de dinheiro, o problema é falta de decisão política para investir.”

 

Royalties do pré-sal

“É necessário acordo no Brasil sobre a questão dos royalties. Acho que nós temos dois limites: de um lado, temos que respeitar contratos existentes (…), aumentar isso não é uma questão que está em nossa mão. Agora, é possível repartir, tem que repartir sem criar consequências graves para ninguém (…). Nós temos uma forma que pode possibilitar que a repartição se dê sem que ninguém perca e as pessoas que não ganhavam ganhem. As pessoas, que eu falo, os governos, que não ganhavam ganhem.”

 

Saúde

“Tem de melhorar a gestão, tem de torná-la mais humana (…). Agora esse país é o país que é o maior desse continente, em termos de economia, em termos de população e em termos de potencial. Ora, esse país gasta 42% a menos, per capta, do que a Argentina gasta em saúde; esse país gasta 27% a menos, per capta, do que o Chile gasta com saúde; o setor público gasta duas vezes e meia menos que o setor privado na área de saúde. Isso significa uma coisa que nós todos temos que ter consciência: se você quiser um sistema universal de saúde, gratuito e de qualidade, nós vamos ter que colocar dinheiro na saúde e colocar gestão na área de saúde.”

 

Aeroporto de Guarulhos

“É muito importante para o Brasil que as medidas sejam tomadas com muita serenidade. O que nós fizermos em relação à obra de Guarulhos, com urgência e emergência, é muito importante. O governo, antes de tomar uma medida … nós não tomamos sem avisar que vamos fazê-la. Nós avisamos tanto o Tribunal de Contas da União quanto o Ministério Público. Então, estamos tranquilos, porque fizemos de forma clara e transparente e alegando o que nós estamos alegando: não a Copa, nós não fizemos a urgência e emergência para atender 2014, nós fizemos a urgência e emergência para atender Guarulhos em dezembro.”

 

Ouça abaixo íntegra da entrevista da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição:

 
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Segunda-feira, 12 de setembro de 2011 às 12:48

Entrevista ao Fantástico: “Temos um mercado interno crescente e vamos combater essa crise crescendo”

No Palácio da Alvorada, presidenta Dilma Rousseff concede entrevista à apresentadora Patrícia Poeta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff concedeu entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, exibida no último domingo (11/9). A entrevista foi dividida em dois blocos, sendo o primeiro no Palácio da Alvorada, onde a presidenta conversou com a apresentadora Patrícia Poeta sobre o seu dia a dia. Na segunda parte, já no Palácio do Planalto, a presidenta falou sobre a crise financeira internacional, política e economia. Confira alguns trechos e, abaixo, a íntegra da entrevista exclusiva à Rede Globo.

Papel de avó

“Olha, eu vou te falar, é um papel fantástico. É mãe com açúcar (…). Fico o dia inteiro com ele [o neto, Gabriel]. Brinco, levo ele pra nadar (…), faço tudo que toda avó faz, tudo”.

Crise econômica mundial

“Nós temos um mercado interno crescente e vamos combater essa crise crescendo”.

Inflação

“A inflação é algo que sempre tem de nos preocupar, sabe, Patrícia? Você sempre tem de ter um olho no crescimento e o outro olho na inflação.”

Copa do Mundo de 2014

“Ah, tenho absoluta certeza [de que o Brasil estará preparado para a Copa do Mundo de 2014] (…). Porque nós vamos ter nove estádios ficando prontos até dezembro de 12. No máximo início de 13. Tempo de sobra para a Copa (…). Aeroportos, nós estamos com três aeroportos em licitação, já totalmente formatada a engenharia. Vamos fazer essas licitações no final desse ano”.

Combate à corrupção

“Tem vários ossos do ofício de ser presidente. O caso, por exemplo, da luta contra a corrupção é osso do oficio da Presidência, ou seja, é intrínseco à condição de presidente zelar para que o dinheiro público seja bem gasto. Depois, eu tenho uma responsabilidade pessoal também nessa direção”.

Base aliada

“Nós montamos um governo de composição. Caso ele não seja um governo de composição, nós não conseguimos governar. A minha base aliada, ela é composta de pessoas de bem”.

Clique na imagem abaixo e veja os vídeos e a entrevista completa:

 

Leia o artigo completo »

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Quinta-feira, 1 de setembro de 2011 às 12:52

“Um sistema de saúde universal, gratuito e de qualidade é o que nós queremos”

Em entrevista às rádios mineiras Itatiaia FM-AM e Congonhas AM na manhã desta quinta-feira (1/9), a presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a área da Saúde e ressaltou que, para que os serviços oferecidos à população sejam de qualidade é preciso se pensar em recursos para o setor. Ao ser questionada pelo entrevistador se era a favor do retorno da CPMF, a presidenta respondeu que não, que trabalha para a redução de impostos, mas que é necessário que a população seja esclarecida de que para resolver a equação ‘universalização, gratuidade e qualidade na Saúde’ é preciso discutir, de forma séria, meios para aumentar as verbas destinadas ao segmento.

Uma das saídas – lembrou a presidenta – é o Fundo Social do Pré-Sal, que destina parte dos recursos da exploração do petróleo da camada pré-sal para a melhoria da saúde pública do país. Já a aprovação da Emenda 29, na visão da presidenta, não garante sozinha o incremento que a área precisa para garantir qualidade no atendimento aos brasileiros. Ela lembrou, ainda, que é indispensável aumentar o número de médicos e profissionais da saúde.

“O Brasil tem um sistema de saúde que é universal, gratuito e tem que ser de qualidade, que é que nós queremos. Nenhum país do mundo resolveu essa equação sem investir muito em saúde, não há como (…). Você vai precisar cada vez mais de recursos para a Saúde para ela ser de qualidade.”

A presidenta Dilma Rousseff discursou também sobre a inter-relação entre a taxa de juros e a situação econômica internacional, e lembrou da autonomia do Banco Central, que anunciou ontem a queda dos juros. Ela disse que, no que cabe ao governo federal, a resposta ao cenário de instabilidade internacional está sendo elaborada em três frentes: manutenção do investimento em infraestrutura e programas sociais e incentivo ao emprego, consumo e produção; monitoramento contínuo das características da crise; e estímulo ao crescimento, com aumento do superávit, e postura austera naquilo que não se referir a investimento na área social.

“Não podemos olhar a crise com temor, temos que olhar a crise com ousadia, mas também com cautela, sabendo que o Brasil não tem porque sofrer as consequências dela (…)”, afirmou.

Entre outros assuntos, a presidenta Dilma mencionou também a questão da dívida dos estados com a União e disse que, mantendo-se a responsabilidade fiscal, é possível rever os contratos, o perfil da dívida e o cálculo dos juros. Sobre o marco regulatório da mineração, Dilma Rousseff informou que para não cometer nenhum excesso, nem tampouco nenhuma escassez, o prazo para lançamento do marco está um pouco maior do que o que ela gostaria, que era entre julho e agosto de 2011. “Mas acredito que nós avançamos muito”, disse.

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