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Arquivo de artigos sobre "7 de Setembro"

Domingo, 7 de setembro de 2014 às 12:32

Desfile de 7 de Setembro reúne cerca de 30 mil pessoas em Brasília

Riquezas do Brasil

A presidenta Dilma Rousseff participou nesta manhã do desfile cívico-militar de 7 de Setembro, que reuniu cerca de 30 mil pessoas em Brasília. Na comemoração aos 192 anos da Proclamação da Independência, estiveram presentes autoridades civis e representantes das Forças Armadas. A presidente deu ordem para início do desfile ao Comandante Militar do Planalto, General Racine Bezerra.

O público acompanhou apresentações de bandas e grupos escolares, representando diversos aspectos da cultura brasileira. O desfile militar mostrou novos equipamentos, como o blindado Guarani que abriu a apresentação e grupamentos que atuam em diversas áreas do Brasil.

Veja fotos do desfile em nossa galeria

Domingo, 7 de setembro de 2014 às 10:22

Presidenta Dilma Rousseff no Rolls-Royce em desfile de 7 de Setembro

O passeio no Rolls-Royce é um dos atos tradicionais do desfile. Após chegar à Tribuna, a presidenta Dilma Rousseff recebeu as honras militares feitas pelo Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) e autorizou o início do desfile. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O passeio no Rolls-Royce é um dos atos iniciais e tradicionais do evento. Após chegar à Tribuna, a presidenta Dilma Rousseff recebeu as honras militares feitas pelo Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) e autorizou o início do desfile. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Domingo, 7 de setembro de 2014 às 9:12

Rolls-Royce presidencial

Riquezas do Brasil

Um dos ritos do desfile cívico-militar de 7 de Setembro é a participação do Presidente da República no Rolls-Royce presidencial. Fabricado em 1953 na Inglaterra, o carro conversível é utilizado nesta data comemorativa e também em posses presidenciais.

Veja o vídeo exclusivo e saiba mais sobre o Rols-Royce

Domingo, 7 de setembro de 2014 às 7:57

7 de Setembro: Desfile em comemoração da Independência do Brasil

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Clique na imagem e saiba como chegar ao Desfile, em Brasília.

Riquezas do Brasil

O momento mais esperado das comemorações do Dia da Independência do Brasil ocorre neste domingo (7), quando a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, vira palco do desfile cívico-militar, com participação de 3,5 mil civis e militares. O evento está previsto para começar às 8h30, quando a presidenta Dilma Rousseff chega à Tribuna Presidencial.

O desfile se inicia com a execução do Hino Nacional Brasileiro pela Fanfarra do 1º Regimento da Cavalaria de Guardas dos Dragões da Independência. A partir daí, desfilam pela Esplanada bandas marciais, grupos culturais, estudantes, veteranos de guerra, integrantes das Forças Armadas Brasileiras, policiais militares, bombeiros, entre muitos outros.

Além da tradicional Esquadrilha da Fumaça, que se apresentará nos novos aviões A-29, os Supertucanos, o desfile terá presença de outros modelos de aeronave, tropas motorizadas e cavalaria de guardas.

Acesse a cartilha e entenda todas as alas e participações do desfile cívico-militar

Sábado, 6 de setembro de 2014 às 10:00

Veteranos da Força Expedicionária Brasileira lembram campanha na Segunda Guerra

A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, na Segunda Guerra Mundial. Chegada de soldados brasileiros ao porto de Nápoles. Foto: Reprodução Iano Andrade/Portal Brasil.

A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, na Segunda Guerra Mundial. Chegada de soldados brasileiros ao porto de Nápoles. Foto: Reprodução Iano Andrade/Portal Brasil. Clique na imagem para acessar o álbum de fotos.

Riquezas do Brasil

Há 70 anos, Vinicius Vênus Gomes da Silva, presidente da Associação dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), desembarcou na Itália para lutar junto aos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. O Pracinha – como eram chamados os soldados brasileiros – não tinha certeza se voltaria do conflito, mas lembra, com orgulho, de como a missão foi importante não só para o fim da guerra, mas também para a história e orgulho do Brasil.

“A Força Expedicionária foi o pivô da redemocratização do Brasil e de outros países”, avalia o pracinha Vinicius Vênus Gomes da Silva. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

“A Força Expedicionária foi o pivô da redemocratização do Brasil e de outros países”, avalia o pracinha Vinicius Vênus Gomes da Silva. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

O veterano fez parte de uma força de 25 mil homens que, em 1943, constituiu a Força Expedicionária Brasileira e adotou o lema “A cobra vai fumar”. Antes de ingressar no conflito mundial, dizia-se que era mais fácil uma cobra fumar que o Brasil entrar na guerra. Até 1941, o País se manteve neutro no conflito. Depois de ataques nazistas a navios brasileiros que forneciam matéria-prima para norte-americanos, o então presidente Getúlio Vargas reconheceu que era inevitável o País entrar em guerra e, reconhecendo a a beligerância, o Brasil, enfim, entrou para o conflito.

“O Brasil entrou em guerra no dia 22 de agosto de 1942. A partir dessa data, todos nós fomos imbuídos da ideia de ir para a guerra”, lembra o Coronel Nestor Silva.

“Na frente de combate a gente só pensa naquilo que está vendo ali. É gente se ferindo, outros morrendo, a gente avançando, o inimigo contra-atacando. E bomba caindo, metralhadora em cima. Muitos ficaram perturbados lá mesmo. Eu, graças a Deus, estou bom até hoje”, lembrou o veterano Nestor. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

“Na frente de combate a gente só pensa naquilo que está vendo ali. É gente se ferindo, outros morrendo, a gente avançando, o inimigo contra-atacando. E bomba caindo, metralhadora em cima. Muitos ficaram perturbados lá mesmo. Eu, graças a Deus, estou bom até hoje”, lembrou o veterano Nestor. Foto: Iano Andrade/Portal Brasil.

Cinco escalões lutaram no norte da Itália e tinham como missão romper a “Linha Gótica” que se constituía na ultima defesa nazista antes de se entrar em território alemão. Depois de sofrer com os rigores do inverno europeu, os membros da FEB, auxiliados por norte-americanos, tomaram o Monte Castelo, mesmo com inferioridade numérica e tecnológica. Essa é a batalha mais conhecida da missão e foi travada por três meses até fevereiro de 1945, uma das últimas ofensivas contra o exército alemão.

O Coronel Mario Raphael Vanutelli conta sobre a ida para a campanha da Itália, a despedida dos familiares. “Eu deixei meu pai e minha mãe, no Rio de Janeiro. E meu irmão também já estava no primeiro grupo, Lá de São Cristóvão. (…) Fomos eu e meu irmão, dois filhos”, contou.

Para Vinicius, foi um orgulho ter participado da missão brasileira. “Acho que como brasileiro eu cumpri o meu dever. Não sou melhor que nenhum brasileiro. Tenho orgulho de ter cumprido e ter servido a minha pátria na hora que ela precisou”, afirmou o pracinha.

Assista aos depoimentos dos veteranos da 2ª Guerra Mundial

Sexta-feira, 5 de setembro de 2014 às 17:35

Acordos de defesa com outros países contribuem para desenvolvimento do Brasil

Riquezas do Brasil

Nos últimos meses, o governo brasileiro fez vários acordos de defesa para garantir a proteção do território nacional. Parcerias com países como China, Rússia, Suécia e França promovem o aumento da inovação tecnológica, capacitação de profissionais, desenvolvimento industrial e geração de empregos.

Para o chefe da coordenação geral de Defesa do Itamaraty, Rodrigo Baena, é preciso associar indústria de defesa ao desenvolvimento nacional. Ele também ressaltou a participação da indústria nacional nos projetos de defesa.

“Pensamos sempre em parcerias com países amigos para que haja transferência de tecnologia, de inovação e de capacitação tecnológica, tudo em função do desenvolvimento. Queremos que o País tenha ganhos efetivos para que o nosso próprio pessoal seja capacitado a desenvolver novos projetos e que o desenvolvimento desses projetos tenha, cada vez mais, a participação de empresas brasileiras. Também é importante o fato da indústria de defesa ser geradora de empregos de alta qualificação.”

Com a China, o Brasil está fazendo intercâmbio desde julho em áreas como Sensoriamento Remoto, Telecomunicações e Tecnologia da Informação. São iniciativas importantes para a proteção da região amazônica com o desenvolvimento de ferramentas como meteorologia, aplicativos e ações da Defesa Civil, além de fortalecer uma parceria antiga de satélites e observação da Terra.

A parceria de defesa com a Rússia é mais tradicional. Além dos helicópteros russos MI-35, utilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB), em julho foi acordado desenvolvimento da cooperação bilateral na área de defesa antiaérea. Também foi feito o convite às Forças Armadas do Brasil para participar dos exercícios das Forças Armadas da Rússia.

A cooperação com a Suécia é mais antiga. Em dezembro de 2013, o Brasil comprou 36 caças suecos do modelo Gripen, representando um salto tecnológico na frota de aeronaves da FAB. O acordo de defesa com a França é de 2008, que prevê a construção de quatro submarinos convencionais diesel-elétricos e um submarino de propulsão nuclear para patrulhamento da costa brasileira. Durante o projeto, cerca de 200 engenheiros foram à França para intercâmbio profissional. Além disso, há estaleiro sendo construído em Itaguaí, Rio de Janeiro, causando impacto na região com geração de emprego e renda.

Quinta-feira, 4 de setembro de 2014 às 19:17

Produção de novos equipamentos militares agregam valor e tecnologia à indústria nacional

Modernização da Defesa

O Brasil está se preparando para desafios nesse novo século em que desponta como uma potência. Os projetos inseridos no Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED) geram benefícios muito além dos campos militar e político, com repercussões no desenvolvimento socioeconômico, científico e tecnológico da sociedade.

As demandas atuais criam especializações e empregos e agregam valor aos bens de fornecedores, aumentando a renda dos trabalhadores. Oitavo maior exportador mundial de produtos de defesa nos anos 1980, o Brasil tem potencial para voltar a ocupar lugar de destaque nesse mercado internacional – que movimenta, por ano, cerca de US$ 1,5 trilhão.

O Coronel Gilberto Breviliere, comandante militar do Planalto, destaca que os projetos incrementam a indústria nacional em vários setores, como química, georreferenciamento, propulsão. Ele cita algumas novidades do Exército como o Astros 2020, um equipamento de defesa antiaérea, e a estratégia de defesa cibernética, meio cada vez mais usado em guerras, como indutores de transformação das Forças Armadas brasileiras.

“A indução dos projetos visa capacitar as Forças Armadas a enfrentar os desafios do futuro, que é a era do conhecimento. Nós precisamos evoluir, precisamos tornar a FA em condições de defender um país que já está na era do conhecimento”, considera Breviliere.

Sisfron
Um dos destaques entre os planos do Exército é o Sistema de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) com o objetivo de fortalecer a presença e a capacidade de ação do Estado na faixa de fronteira, uma área de 16.886 quilômetros de extensão. Trata-se de um conjunto integrado de recursos tecnológicos, tais como sistemas de vigilância e monitoramento, tecnologia da informação, guerra eletrônica e inteligência que, aliados a obras de infraestrutura, reduzirão vulnerabilidades na região fronteiriça.

“Este projeto age de forma a incrementar através da tecnologia e sobretudo da interoperabilidade entre as forças de defesa e os órgãos de segurança pública, a defesa e a vigilância das fronteiras terrestres, que necessita de alta tecnologia, além da capacitação profissional de seus talentos humanos para enfrentar, por exemplo, os ilícitos transnacionais”, explica Breviliere.

O projeto básico do Sisfron foi elaborado em 2010 e 2011. O período de implementação do sistema é de dez anos. A previsão de investimento é de R$ 12 bilhões.

Guarani
A família de blindados Guarani substituirá os veículos Urutu e Cascavel, em uso há mais de 30 anos. Ele pode transportar 11 militares e será empregado principalmente para defesa de infraestruturas estratégicas do País. Além de ser robusto e com baixo custo de manutenção, ele é um veículo anfíbio, que consegue atravessar rios e suportar minas terrestres. O exército deve incorporar mais de duas mil unidades nos próximos 20 anos. Devem ser investidos R$ 6 bilhões no projeto.

“É um projeto que desenvolve tecnologia nacional com incremento da indústria nacional gerando empregos diretos e indiretos além da tecnologia. O projeto desenvolve também a indústria nacional através do chamamento de profissionais na área de blindagem de materiais e de mecânica, e isto, para nós, também incrementa no País a nossa pauta de exportação”, analisa o Coronel.

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Quarta-feira, 3 de setembro de 2014 às 17:59

Cargueiro militar da FAB projeta Brasil como referência em equipamentos de defesa no mundo

Modernização da Defesa

A vigilância, o controle e a defesa do espaço aéreo do País exigem da Força Aérea Brasileira (FAB) a utilização de modernos recursos para detecção, interceptação e eliminação de equipamentos aéreos, terrestres e aquáticos. Para cumprir sua missão, a FAB tem investido em projetos de acordo com a Estratégia Nacional de Defesa (END) que prevê modernização das Forças Armadas com tecnologia sob controle brasileiro.

Um dos principais projetos estratégicos da FAB é o desenvolvimento do cargueiro KC-390, uma aeronave de transporte militar e reabastecimento em voo. Para atender às necessidades do Brasil, tanto nas missões militares, como na de ajuda humanitária, o KC-390 poderá operar em qualquer latitude e longitude do globo terrestre, em ações como: auxílio em caso de calamidades públicas, apoio e ajuda humanitária internacional e suporte aos pelotões de fronteira.

O desenvolvimento do KC-390 projetará e solidificará o Brasil como um dos grandes produtores de equipamentos de defesa no mundo. Além de possuir grande potencial de exportação, a aeronave tem alto valor agregado e servirá a mercado de mais de 70 países.

A Força Aérea assinou contrato com a Embraer para o desenvolvimento, fornecimento de protótipos e preparação da industrialização da aeronave. Argentina, Portugal e República Tcheca são parceiros no desenvolvimento e fabricação de parte da estrutura do KC-390. O projeto foi iniciado em 2009 e tem término previsto para 2016.

Vant-FAB
Espécie de sistema completo de veículos aéreos não tripulados (Vants) e, ainda, desenvolver tecnologia nacional similar aos sistemas importados.

A utilização dos Vants permite transmissão de imagens em tempo real de áreas de interesse, garantindo ganho maior de dados de inteligência e tomada de ações mais rápidas. Estes sistemas podem ser usados para apoio à segurança pública, controle de desmatamento e em operações de defesa civil. Para fins militares, o equipamento pode realizar missões de reconhecimento, vigilância, busca e resgate e patrulha marítima.

A utilização permitirá também uma diminuição dos custos de operação e deslocamento, além de redução de exposição ao risco de pilotos em hipóteses de conflitos armados. O desenvolvimento está sendo realizado pela Harpia Sistemas, uma associação da Embraer, Avibras e AEL.

A-1M
Trata-se de iniciativa de modernização das aeronaves A-1, o avião de ataque ar-superfície usado pela FAB nas missões de interdição, apoio aéreo e reconhecimento. Modernizada, a aeronave poderá realizar ataques de precisão contra alvos de superfície, terrestres e navais, com o mínimo de perdas e danos, além de missões de reconhecimento aéreo com alta probabilidade de êxito, nos períodos diurnos e noturnos.

O projeto vai, ainda, instalar um reforço estrutural que permitirá aos A-1 alcançar quatro mil horas de vida em fadiga, o que vai ampliar a vida útil das aeronaves em mais de 20 anos. Das 52 aeronaves A-1 existentes na FAB, 43 serão modernizadas.

O A-1 está na linha de produção da Embraer. O primeiro protótipo, de apenas um piloto, realizou primeiro voo em junho de 2012 e a primeira aeronave modernizada foi entregue em setembro de 2013. A previsão de encerramento das entregas é em 2017.

Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 17:09

Novos projetos das Forças Armadas ampliam capacidade da defesa brasileira

Modernização da Defesa

Blindados que atravessam rios, cargueiro feito para pousar nos terrenos mais difíceis, submarino movido a energia nuclear. O Brasil, com suas dimensões continentais e extensas fronteiras, precisa também de meios que se adaptam a várias situações. Por isso, projetos de alta tecnologia como esses são a grande aposta das Forças Armadas para garantir a soberania e defender os interesses do País, como o pré-sal.

Os projetos de reestruturação das Forças Armadas obedecem a Estratégia Nacional de Defesa (END), que estabelece diretrizes para garantir a segurança do País tanto em tempo de paz, quanto em situações de crise.

O orçamento do Ministério da Defesa em 2013 foi de R$ 78,8 bilhões, o quarto maior do governo. Grandes projetos em desenvolvimento prometem ampliar capacidade brasileira de defesa. O Exército está investindo no projeto Guarani, um blindado de combate anfíbio e o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras. A Aeronáutica decidiu recentemente pela compra dos caças suecos Gripen NG e está investindo na construção dos cargueiros KC-390.

O Blog do Planalto começa série de matérias especiais em alusão à Semana da Pátria. E a partir de hoje, três abordagens sobre modernização da defesa brasileira, as conquistas e avanços no Exército, Aeronáutica e Marinha.

Marinha
Com quase 10 mil km de costa, o Brasil possui um dos maiores litorais do mundo. Diante dessa grande responsabilidade, a Marinha investe em projetos para manter o controle na chamada “Amazônia Azul”, uma área de aproximadamente 4,5 milhões de quilômetros quadrados de mar, correspondente, em tamanho, à Amazônia terrestre.

O Capitão de mar e guerra, Paulo Volpini, destaca, entre os projetos importantes para o futuro do setor, o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), um conjunto de sistemas para ampliar a capacidade de monitoramento das águas brasileiras. Segundo Volpini, não se trata de uma ferramenta simples.

“Esse é um sistema que tem um emprego dual, ele serve tanto para o emprego militar, quanto para utilidades civis, como metereologia, monitoramento da poluição, serve para vigilância de combate ao tráfico de drogas, roubo armado, repressão ao contrabando”, explicou Volpini.

Outro destaque é o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). Com esse propósito, Brasil e França firmaram, em 2008, acordo de cooperação e transferência de tecnologia que deu início ao programa, que viabilizará a produção do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear e de mais quatro submarinos convencionais diesel-elétrico. Além disso, serão construídos um estaleiro e uma base naval.

Em 2013, a presidenta Dilma Rousseff inaugurou estaleiro em Itaguaí, onde está sendo construído o primeiro submarino convencional do programa. O valor total do projeto é de R$ 31,1 bilhões e, além de criar empregos, representa uma mudança de paradigma na Marinha brasileira.

“O projeto é estratégico para a Marinha e para o Brasil, de grande importância, pois a nação possuindo não só um submarino nuclear como outros submarinos, e o principal, com transferência de tecnologia. É uma arma estratégica em caso de guerra, em caso de conflito armado, porque ela tem um poder dissuasório muito grande frente as nossas ameaças”, disse o Capitão de mar e guerra.

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Sábado, 7 de setembro de 2013 às 10:00

Investimento na modernização da Defesa chega a R$ 14,5 bilhões em 2013

7 de SetembroO governo federal está investindo para modernização dos equipamentos e veículos do Exército, da Aeronáutica e da Marinha, em 2013, R$ 14,521 bilhões. Com o objetivo de reforçar a segurança, os investimentos são em projetos estratégicos da Defesa e fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Na área da Marinha, os recursos do PAC estão inseridos no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), destinado à construção de submarinos convencionais e à propulsão nuclear, além do Programa Nuclear da Marinha. Para Força Aérea Brasileira, o investimento será feito para aquisição do avião cargueiro militar KC-390, desenvolvido pela Embraer.

Já o Exército Brasileiro contará com a inclusão de radares de vigilância e monitoramento das fronteiras terrestres a partir do sistema chamado Sisfron, os blindados Guarani e o Sistema Astros de Defesa Antiaérea.

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