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Arquivo de artigos sobre "Bom dia, ministro"

Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 às 10:30

Número de beneficiados pela distribuição gratuita de medicamentos contra doenças crônicas aumentou mais de 200%

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha fala sobre o combate ao tabagismo, remédios gratuitos contra doenças crônicas e recursos para Unidades Básicas de Saúde, durante o programa Bom Dia Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro De janeiro a agosto de 2011, o número de brasileiros que recebem gratuitamente medicamentos contra hipertensão aumentou 219% e, contra diabetes, 156%. A informação foi apresentada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou nesta quinta-feira (25/8) do programa de rádio Bom Dia, Ministro.

Ao comentar o programa de distribuição gratuita de medicamentos contra diabetes e hipertensão, o Aqui Tem Farmácia Popular, lançado no início de fevereiro pela presidenta Dilma Rousseff, o ministro Padilha informou que o governo agora estuda inserir outras doenças crônicas no programa. Problemas como a osteoporose e distúrbios da tireoide podem ser alvo da ampliação da política de distribuição gratuita de remédios, antecipou o ministro.

“O Brasil tem hoje o maior programa do mundo de distribuição de medicamentos”, disse.

Alexandre Padilha comentou também a política do governo federal para redução do tabagismo. Nesta semana, foi anunciado o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os cigarros, e estabelecido um preço mínimo de venda para o consumidor. Além disso – disse o ministro – o governo investirá em campanhas de conscientização da população sobre os efeitos nocivos do cigarro.

“Queremos reduzir cada vez mais o número de fumantes (…). Nossa campanha mira muito a população jovem para que possamos evitar desde o começo o hábito do fumo”, salientou.

O decreto presidencial fixando os novos valores e alíquotas para cigarros estabelece, para o período de novembro de 2011 a dezembro de 2012, um IPI fixo de R$ 0,90 para maço a R$ 1,20 para caixa, além de uma alíquota sobre o preço ao consumidor de 6%. Os números devem elevar a carga tributária total sobre os preços atuais dos cigarros de 60% para cerca de 72%, devendo resultar em um aumento dos preços no varejo de 20% a partir de dezembro. Já o preço mínimo no varejo será, no período 2011-2012, de R$ 3,00 por maço, devendo chegar a R$ 4,50 em janeiro de 2015. Para as medidas entrarem em vigor, a Medida Provisória 540, que está em tramitação no Congresso Nacional, deve ser aprovada.

Ouça abaixo íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

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Quinta-feira, 18 de agosto de 2011 às 12:40

Ministro afirma que em pouco tempo aeroportos terão grandes melhorias

Ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, foi entrevistado no programa Bom Dia Ministro. Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro Ao comentar o aperfeiçoamento da gestão aeroportuária, a ampliação nos investimentos e o modelo de concessão de aeroportos, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, afirmou que em pouco tempo os brasileiros já perceberão melhoria nos aeroportos. Wagner Bittencourt conversou com âncoras de rádio nesta quinta-feira (18/8), durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

 

O ministro defendeu o processo de licitação de aeroportos e disse que o novo modelo de gestão – que possibilita concessões dos aeroportos de Brasília (BSB), São Paulo-Guarulhos (GRU) e Viracopos-Campinas (VCP) à iniciativa privada – será benéfico ao país. Ele disse, ainda, que as licitações não estão sendo feitas de maneira apressada e que a modelagem que vai ser feita levará em consideração todos os aspectos, públicos e privados.

“Durante esse processo nós conversamos muito com potenciais investidores que nos procuram para tirar suas dúvidas, dar suas sugestões. Na verdade, é um processo todo muito interativo, no sentido de você construir um edital de concessão que seja equilibrado (…), posso garantir a vocês que todos eles [os entes privados] estão muito empolgados para afazer esse investimento e para participar do leilão de concessão”, reforçou.

De acordo com o modelo definido, as concessões serão feitas por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPE), a serem constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos. Como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia. O leilão deve ocorrer no dia 22 de dezembro deste ano.

Wagner Bittencourt comentou que a Infraero, além de participar da operação dos aeroportos com até 49% do controle acionário, coordenará as Autoridades Aeroportuárias, criadas por decreto nesta semana. Na opinião do ministro, não há incompatibilidade no papel duplo que Infraero exercerá, uma vez que é o “ente público que tem mais proximidade e conhecimento sobre aeroportos”.

Questionado se os aeroportos estarão em condições de atender com qualidade os turistas e brasileiros que vierem para a Copa do Mundo 2014, Wagner Bittencourt informou que o governo tem uma grande preocupação em atender não só a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas principalmente os usuários no dia a dia. “Vocês podem ter certeza de que todos nós que gostamos de futebol não teremos problemas durante a Copa do Mundo”, afirmou.

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Quinta-feira, 11 de agosto de 2011 às 14:10

Governo trabalha para evitar retrocesso na ascensão da nova classe média, afirma Moreira Franco

O ministro Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, fala ao programa Bom Dia, Ministro sobre o novo retrato da classe média brasileira. Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), Moreira Franco, participou, nesta quinta feira (11/8), do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) em parceria com a EBC Serviços. Durante uma hora o ministro respondeu perguntas de âncoras de rádios de mais de 10 estados.

O tema mais frequente da entrevista foi em relação ao crescimento da classe média no Brasil e suas consequências. Segundo o ministro, o governo prepara medidas para que os mais de 30 milhões de pessoas que ingressaram nesse estrato social não retornem à pobreza.

“Temos empenho e compromisso de evitar que os ganhos desses brasileiros, que saíram da pobreza e entraram na classe média, sejam perdidos. Em breve, a SAE em conjunto com os ministérios da Fazenda e Trabalho, apresentará as medidas à presidenta Dilma Rousseff,” disse.

Ouça abaixo íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

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Quinta-feira, 4 de agosto de 2011 às 10:52

Presidente do BC acredita em queda expressiva da inflação nos próximos meses

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro sobre o controle da inflação e do crédito, além da inclusão financeira. Foto: Antônio Cruz/ABr

bom dia, Ministro O Brasil viverá, nos próximos oito meses, um período de redução expressiva da inflação que, até abril de 2012, deve sofrer queda de dois pontos percentuais. A avaliação é do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que participou nesta quinta-feira (4/8) do programa de rádio Bom Dia Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

“A inflação está num pico neste mês de agosto e daqui para frente ela cai de forma expressiva – dois pontos de percentagem nos próximos oito meses –, de forma que o Banco Central está focado na meta de 4,5% em 2012. Nós estamos no caminho certo”, ponderou.

Sobre a situação financeira internacional, Tombini afirmou que o “Brasil acompanha a questão de forma muito criteriosa” e que “está muito bem preparado para um ambiente internacional mais desafiador”. Ele acrescentou que atualmente o país possui mais reservas internacionais e depósitos compulsórios – recursos que os bancos são obrigados a deixar no Banco Central – do que tinha antes da crise de 2008. Essas duas ferramentas – segundo o presidente do BC – foram importantes para que o Brasil superasse de forma rápida a crise de 2008.

Mercado de crédito – Alexandre Tombini frisou que o crescimento do crédito no Brasil nos últimos anos tem acontecido de forma dinâmica e segura e que o BC tem adotado medidas no sentido de inibir que os bancos realizem operações de risco muito elevado e de evitar que as famílias se endividem em demasia. O volume de crédito na economia brasileira dobrou nos últimos anos, se aproximando da marca de 50% do PIB. Segundo o presidente do BC, essa expansão propiciou a melhoria das condições de vida de milhões de famílias e também beneficiou o setor produtivo.

“Naturalmente esse é um momento de moderação na economia brasileira e o crédito cresce menos que no ano passado, mas ainda assim de forma vibrante”, disse Tombini.

Ouça abaixo íntegra da entrevista com o presidente do BC, Alexandre Tombini:

 

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Quinta-feira, 28 de julho de 2011 às 12:27

Ciência sem Fronteiras: “Os melhores alunos do Brasil, nas melhores universidades do mundo”, diz ministro

Ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) foi entrevistado do programa Bom Dia Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro O programa Ciência sem Fronteiras, lançado essa semana pela presidenta Dilma Rousseff, será um incentivo para que os jovens brasileiros estudem mais e colocará o país num patamar internacional de pesquisa e inovação. A avaliação é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que participou nesta quinta-feira (28/7) do programa de rádio Bom Dia Ministro.

“O programa Ciência sem Fronteiras busca dar condições para que o Brasil participe nas principais universidades do mundo, para que a gente acelere a condição de ter universidades de classe mundial, porque a produção científica em muitas áreas é internacional”, disse.

Na opinião de do ministro, “quanto mais se articula a rede de pesquisa, o Brasil participa de forma mais ativa e melhora a resposta de que se pode ter, no desenvolvimento da ciência, o desenvolvimento econômico e social do Brasil”. Aloizio Mercadante informou que agora o governo trabalha em parceria com instituições de ensino para ampliar a oferta de cursos de idiomas, como inglês, espanhol, mandarim e alemão.

Ainda segundo o ministro, o Ciência sem Fronteiras atuará em uma outra vertente para atrair jovens talentos “especialmente brasileiros, mas não só brasileiros” para o país. “São 1,2 mil jovens talentos que serão atraídos por esse programa. Nós queremos que eles venham pesquisar no Brasil, para que eles se insiram no Brasil e depois permaneçam no Brasil”, complementou.

O ministro informou que o site com mais informações sobre o programa e cronogramas entrará no ar na próxima semana.

“No dia 1º de agosto, nós estaremos colocando o Portal do CNPq e no Ministério de Ciência e Tecnologia, com todos os detalhes, como é que ele se inscreve, como é que ele encaminha, como é que são feitos os editais… Então, nós vamos divulgar detalhadamente essas informações, para que qualquer aluno, em qualquer lugar do Brasil, possa acessar e saber quais são as condições que ele tem que preencher.”

Tablets – Durante o programa, Aloizio Mercadante disse que o país mantém “entendimentos que estão muito avançados” para a instalação de uma fábrica de tablets, “que será o primeiro país do ocidente a ter essa indústria”.

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Quinta-feira, 21 de julho de 2011 às 12:42

Mais oferta e concorrência permitirão ao brasileiro internet banda larga a R$ 35

O ministro paulo Bernardo (Comunicações) foi entrevistado do programa Bom Dia Ministro. Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro
O aumento da oferta e da concorrência no mercado de internet banda larga vai assegurar a competição e permitir a oferta do serviço a preço mais barato. Deste modo, é possível que o cidadão disponha de internet ao custo de R$ 35 por mês. A avaliação foi feita pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta quinta-feira (21/7), em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, ao ao falar do preço estipulado para o acesso à internet banda larga.

“A gente prevê que com o aumento da oferta, da concorrência, com a infraestrutura que estamos planejando construir (…), com o que as empresas privadas também vão fazer, vai haver muito mais oferta, e a tendência é baratear”.

Paulo Bernardo explicou que a ideia do governo era de que o plano para a oferta de internet a R$ 35 fosse implantado imediatamente, mas as empresas de telefonia precisavam fazer algumas adequações. Por isso, foi dado um prazo de 90 dias para o início da oferta (a partir do dia da assinatura do acordo, que foi em 30 de junho 2011). Mas, esclareceu ele, isso não quer dizer que as empresas tenham que esperar 90 dias para começar a oferecer o serviço a R$ 35. Na sua avaliação, a tendência é que o processo avance muito rapidamente, depois que as empresas fizerem as adaptações iniciais.

De acordo com o ministro, o governo federal acertou metas com as empresas para a oferta de internet até 2014, sendo que inicialmente o serviço será oferecido com um megabit de velocidade, para ir aumentando gradativamente. “A nossa meta para 2014 é chegar a 5 megabit”, previu ele. Paulo Bernardo também informou, durante a entrevista, que no ano que vem haverá licitação para o celular de quarta geração, que é uma tecnologia que permite operar até 100 megabit de velocidade, o que vai contribuir para ampliar mais ainda a oferta de internet. “A nossa previsão é que em 2014 nós vamos ter um quadro completamente diferente em termos de internet”, disse.

O ministro também informou que o custo estipulado – R$ 35 – não foi inventado. Segundo ele, o governo federal fez uma pesquisa que mostrou que as pessoas declararam não ter acesso à internet porque era cara, e uma boa parte disse que o motivo era porque não havia oferta do serviço. Pela pesquisa, “o valor de R$ 35 tinha uma aceitação de cerca de 70%”, contou Paulo Bernardo. Para o ministro, se for considerado o preço internacional e o custo médio atual de R$ 70 reais, o custo de R$ 35 é bastante razoável.

“Nos EUA um megabit custa US$ 42, isso dá perto de R$ 70. Aqui na América do Sul ficamos, provavelmente, em segundo ou terceiro lugar com os R$ 35”.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista do ministro Paulo Bernardo.

 

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Quinta-feira, 14 de julho de 2011 às 12:13

ECA estabeleceu prioridades na saúde, na educação, na documentação básica e na assistência social

O programa Bom Dia Ministro recebe a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário. Ela faz um balanço dos 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Foto: Marcello Casal Jr./ABr

bom dia, Ministro A ministra Maria do Rosário fez um balanço positivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e lembrou que quando se fala no Estatuto não se pode falar apenas de questões ligadas à violência que, segundo destacou, é o grande desafio a enfrentar. Para ela, é preciso nos darmos conta também de que ao longo de 21 anos, desde que foi criado, o ECA estabeleceu prioridades na saúde, na educação, na documentação básica e na assistência social. Na sua avaliação, feita durante entrevista ao programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (14/7) “todas essas políticas integradas estão assegurando uma vida melhor para os brasileiros”.

Maria do Rosário disse que as comemorações pelos 21 anos do Estatuto têm o objetivo de reforçar o que a presidenta Dilma já disse sobre o combate à miséria: “se o Brasil tem força, e tem, para erradicar a miséria extrema, junto com a erradicação da miséria extrema, nós vamos colocar um ponto final na exploração sexual das crianças e adolescentes brasileiros.”

Maria do Rosário considera que o Brasil precisa estar permanentemente mobilizado contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Ela contou que nas regiões do país onde há grandes empreendimentos e grande número de trabalhadores do sexo masculino, o governo federal tem se mobilizado para constituir conselhos tutelares de referência, para identificar onde e como as crianças são vítimas e oferecer-lhes proteção, desde a prevenção até o atendimento.

Na visão da ministra, os conselhos tutelares são importantíssimos no processo de proteção das crianças e adolescentes. “Essa rede está em 98% dos municípios brasileiros. Por isso, estamos priorizando capacitar e cobrar a efetividade dos conselhos nos municípios.” Mas há casos ainda, contou Maria do Rosário, de conselhos que atendem uma cidade inteira, o que acaba prejudicando o trabalho dessas entidades. Sobre essa questão, ela esclareceu que será preciso estabelecer regras mais adequadas, inclusive no plano federal, e que o governo já está trabalhando para equipar melhor as unidades.

“A nossa meta é constituir nas capitais – a começar pelas capitais que vão receber os Jogos e grandes eventos – conselhos tutelares de referência, equipados devidamente, com capacidade de mobilidade, com carros.” Uma das medidas que já está em curso, segundo Maria do Rosário, é a interligação, por internet, dos conselhos tutelares das capitais, e em uma segunda etapa os do interior do país, para facilitar, por exemplo, a localização de crianças desaparecidas.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista com a ministra Maria do Rosário.

 

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Quinta-feira, 7 de julho de 2011 às 11:37

Portos de sete capitais estarão prontos, em 2013, para a Copa do Mundo Fifa 2014

O ministro da Secretaria de Portos, José Leônidas Cristino durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, nesta quinta-feira (7/7). Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro


“Sem dúvida nenhuma, nós vamos concluir todas essas obras até o final de 2013…”
. A afirmação foi feita pelo ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, ao falar no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (7/7), transmitido pela Rede Nacional de Rádio, via satélite, a partir de Brasília, sobre os sete novos terminais que serão construídos no país. As cidades de Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos – beneficiadas com estes terminais – vão ampliar a oferta de leitos de hospedagem durante a Copa do Mundo Fifa 2014 que acontecerá no Brasil. O ministro informou, também, que os R$ 740 milhões destinados às obras já estão assegurados pelo governo federal.

Segundo Leônidas Cristino, até o final de julho ou começo de agosto, o governo federal pretende colocar em disputa os editais de licitação, para que a partir do próximo ano as obras nos portos possam ser iniciadas. O ministro informou que o processo licitatório deve começar por Recife, que é uma obra menor, seguida de Salvador, Santos, e depois Rio de Janeiro que – de acordo com ele – será uma obra maior, com seis berços exclusivos para passageiros.

Durante a entrevista, Leônidas Cristino ressaltou que a estrutura que será construída nos portos pelo governo federal para a Copa do Mundo de 2014 vai permanecer e vai melhorar, sem dúvida nenhuma, a movimentação de passageiros. Na sua avaliação, isso terá “um retorno extraordinário para a economia dessas cidades e também desses estados.”

Ele explicou que no caso dos sete terminais, especificamente, tem sido feito um acompanhamento diário porque as obras têm que estar prontas até o final de 2013. Mas, lembrou o ministro, o governo também está construindo obras estruturantes na maioria dos portos públicos nacionais, para melhorar a movimentação de cargas porque, segundo ele, o Brasil precisa ter a tranquilidade de produzir e de poder exportar os seus produtos. Hoje o Brasil tem 34 portos públicos, sendo 18 geridos diretamente pelo governo federal, e 16 delegados, informou ele.

“O governo está investindo em todos esses portos, fazendo dragagem, recuperando a estrutura portuária, melhorando a inteligência logística, e contribuindo para que a gestão fique mais moderna, para que aumente a movimentação de cargas nos portos.”

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Quarta-feira, 29 de junho de 2011 às 13:37

Haverá restrição apenas para as empresas que disputam, para que elas não combinem preço, diz ministro

Ministro do Esporte, Orlando Silva, comentou aprovação do Regime Diferenciado de Contratações (RDC) no programa Bom Dia Ministro. Foto:Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro

No programa Bom Dia Ministro desta quarta-feira (29/6), o ministro do Esporte, Orlando Silva, falou das regras de licitação (Medida Provisória 527/11) aprovadas ontem (28/6) na Câmara dos Deputados para a Copa do Mundo Fifa 2014 e outros eventos esportivos, e afirmou que não haverá nenhum tipo de restrição de acesso aos órgãos de controle (tais como Ministério Público, Tribunais de Contas e, no caso federal, a Controladoria-Geral da União). Segundo o ministro, a sociedade conhecerá todos os dados no detalhe após a licitação.

“Haverá restrição apenas para as empresas que disputam, para que elas não combinem preço”, explicou Silva.

O ministro enfatizou que o governo “não abriu mão de coisa alguma” em relação a sigilo. Segundo ele, a proposta que foi encaminhada originalmente ao Congresso Nacional já previa a possibilidade de os órgãos de controle interno e externo terem a possibilidade de, a qualquer tempo, ter acesso a todos os dados. “Essa posição foi mantida – disse Silva – e, mais que isso, explicitada literalmente no projeto de lei, para que não sustentassem as premissas falsas que alguns tentaram argumentar”.

O fato de as empresas concorrentes não terem acesso ao orçamento prévio feito pelo governo tem como objetivo impedir que essas empresas façam acordos entre si, esclareceu o ministro, reafirmando que “todo e qualquer indício de que haja de problema em qualquer obra vinculada à Copa será prontamente apurado, para que a sociedade tenha segurança da boa utilização do dinheiro público.”

A proposta aprovada ontem na Câmara dos Deputados também define a possibilidade de se fazer contratação integrada. Conforme explicou Silva, nesse tipo de contratação o governo federal estabelece de maneira detalhada um anteprojeto, que diz o que o governo precisa. Nesse caso, é feita apenas uma licitação, e essa licitação determina que o vencedor elabore o projeto e o execute. Segundo ele, o objetivo é desburocratizar o processo e reduzir prazos e custos. Além disso, essa modalidade restringe a realização dos chamados aditivos contratuais, que muitas vezes são responsáveis por estourar o orçamento inicial, explicou o ministro.

“Agora, como quem executa é quem fez o projeto, não vai valer essa conversa de que tem que ter aditivo e, portanto, estouro de orçamento. O objetivo é reduzir custo e simplificar, desburocratizar os processos de licitação”.

No que diz respeito à possibilidade de formação de cartéis na execução das obras do Mundial, Silva disse que se esse tipo de situação for detectada, o governo federal acionará o Cade (órgão responsável por impedir a formação de cartéis), como já aconteceu outras vezes com outras obras públicas.

“Houve casos de cancelamento de licitações, de acionamento do Cade, para garantir a boa utilização do dinheiro público e a concorrência entre as empresas, o que traz para o Estado o ganho da redução do custo das obras”.

Ouça abaixo a íntegra da entrevista no programa Bom Dia Ministro.

 

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Sexta-feira, 17 de junho de 2011 às 12:42

Programa Minha Casa, Minha Vida entregará 300 mil moradias em 2011

Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior (D), e a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, participaram do programa Bom Dia Ministro sobre a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Valter Campanato/ABr

bom dia, Ministro

Na avaliação de Miriam Belchior, ministra do Planejamento, e de Inês Magalhães, secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, o ritmo de entrega das casas do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) está de acordo com o previsto pelo governo federal, e deverá melhorar ainda mais a partir de agora, com o lançamento da segunda etapa do programa. A afirmação foi feita durante entrevista concedida ao programa Bom Dia Ministro desta sexta-feira (17/6), a emissoras de rádio de todo o país.

Miriam Belchior informou que o MCMV já entregou 300 mil moradias em todo o país e até o final deste ano pretende entregar mais 300 mil. Ela acredita que com a segunda etapa do programa “um número ainda maior de unidades poderá ser contratado, levando benefício a toda a população”. Fazer um empreendimento habitacional significa um ciclo de pelo menos 18 meses, dependendo do tamanho do empreendimento, explicou Inês. Considerando que o MCMV foi lançado no meio de 2009, e todo o processo de preparação da iniciativa privada, dos prefeitos e das secretarias estaduais que lidam com a questão ambiental, a secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades avalia que o governo federal está entregando um número bastante expressivo de moradias. E ressalta: “Não só esse número é expressivo, mas nunca antes se conseguiu atender essa faixa de renda da população” [a de menor renda].

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia, Ministro.

 

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