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Arquivo de artigos sobre "Bom dia, ministro"

Quinta-feira, 20 de outubro de 2011 às 16:11

Governo vai investir R$ 45 bilhões em saneamento, diz ministro das Cidades

Ministro das Cidades anuncia investimentos de R$ 45 bilhões em obras de saneamento pelo PAC. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro O governo federal vai investir R$ 45 bilhões em obras de saneamento básico, informou hoje (20) o ministro das Cidades, Mario Negromonte, no programa de rádio Bom Dia, Ministro. Segundo ele, o PAC Saneamento será reaberto em novembro para que estados, municípios e concessionárias de serviços públicos apresentem suas propostas para receber recursos.

“Vamos trabalhar com as concessionárias, com os governos dos estados e os municípios para conseguir a universalização do setor de saneamento básico. Isso vai demandar 20 anos e um custo de R$ 420 bilhões”, explicou o ministro, acrescentando que, nos últimos oito anos, foram investidos pelo governo federal R$ 40 bilhões em saneamento.

De acordo com o ministro das Cidades, o Brasil atingiu a meta de 95% de abastecimento de água nas áreas urbanas. O governo trabalha agora para atingir a meta de saneamento.

“Nós atingimos a meta do milênio na questão de abastecimento de água nas áreas urbanas. Chegamos a uma cobertura de 95%. Na área de saneamento, nós estamos trabalhando para atingir esse percentual, que hoje é 80%. Estamos trabalhando no Plano Nacional de Saneamento Básico, que está na Presidência da República, para fazermos a Consulta Pública.”

Acidentes de trânsito – Durante o programa, Mario Negromonte também falou sobre as campanhas realizadas pelo governo para conscientizar a população para a violência no trânsito. Segundo ele, mais de cem projetos estão em tramitação no Congresso Nacional para alterar a legislação de trânsito.

“O índice de mortalidade nos acidentes de trânsito é muito alto no Brasil. A cada dia, morrem cem pessoas. Então, quanto maior a irresponsabilidade, a negligência, a imperícia, a imprudência no trânsito, maior tem que ser a punição, maior tem que ser a lei. Agora, é importante que a gente faça uma campanha de conscientização, de esclarecimento, antes de punir.”

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia, Ministro.

 

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Quinta-feira, 6 de outubro de 2011 às 13:22

Ministério da Justiça e CNJ vão assinar termo de cooperação para agilizar processos que envolvam armas

Ministro José Eduardo Cardozo participa do programa Bom Dia, Ministro. Foto: Wilson Dias/ABr

bom dia, Ministro O Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça vão assinar um termo de cooperação para agilizar as perícias e processos judiciais que envolvam armas acauteladas. O objetivo é permitir a destruição desses armamentos que estão depositados nos fóruns e unidades da Justiça brasileira. O anúncio foi feito hoje (6/10) pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em entrevista ao programa de rádio Bom dia, Ministro. Segundo ele, a iniciativa faz parte da Campanha Nacional do Desarmamento, que já recolheu mais de 25 mil armas entre maio e setembro deste ano.

“Por meio deste termo de cooperação, vamos conjugar esforços para que as armas depositadas nas unidades judiciais também sejam destruídas e não voltem às ruas. Arma é sempre um risco, sempre um perigo e a campanha tem esse objetivo: retirar armas de circulação.”

Para o ministro José Eduardo Cardozo, a garantia de anonimato incentivou a entrega de armamentos pesados, como metralhadoras e submetralhadoras.

“Pela primeira vez, recebemos armamento pesado, o que nos surpreendeu muito. Foram 50 fuzis, além de metralhadoras e submetralhadoras”, afirmou.

Fronteiras – O ministro da Justiça acrescentou que a entrada de armas no país tem sido duramente combatida por meio do Plano Nacional de Fronteiras lançado este ano pela presidenta Dilma Rousseff. As operações Ágata e Sentinela, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança reforçaram a fiscalização e o policiamento da fronteira brasileira. São 17 mil quilômetros, dos quais 34 pontos foram detectados como os mais vulneráveis.

“Desenvolvemos a Operação Ágata, que é uma intervenção muito forte em pontos não declarados do território nacional. Ela tem um aspecto inibidor e, de forma articulada, mantemos a Operação Sentinela em situação permanente. A Polícia Federal permanece em atividade de investigação e inteligência, enquanto a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança atuam em posição ostensiva de fiscalização desses pontos vulneráveis.”

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 às 9:29

Ministra Tereza Campello explica novidades do Programa Bolsa Família

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no programa Bom Dia Ministro, explica que a partir de agora o Bolsa Família pagará benefícios para até cinco filhos menores de 15 anos (por família), antes era concedido no máximo para até três crianças e adolescentes. Foto: Elza Fiuza/ABr

bom dia, Ministro A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, detalhou no programa de rádio Bom dia, Ministro as três novas medidas de aprimoramento do Programa Bolsa Família, anunciadas esta semana. Elas reforçam o foco nas crianças atendidas, asseguram renda à população extremamente pobre e garantem o retorno ao programa, caso necessário, de beneficiário que se desligue voluntariamente. As novidades fazem parte do Plano Brasil Sem Miséria.

A ministra Tereza Campello disse que dos 16 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza, ou seja, que vivem com até R$ 70,00 por mês, quarenta porcento são menores de 14 anos. Ela frisou que cabe ao Estado garantir que as crianças e adolescentes tenham recursos para poder se alimentar bem e ter um bom desempenho na escola. “Crianças e adolescentes não devem trabalhar, não podem trabalhar, devem estar na escola e têm que ser protegidos”, disse.

Segundo a ministra, a ampliação de três para cinco crianças beneficiárias – uma das novidades anunciadas essa semana – não terá impacto na taxa de natalidade do país e sim na redução da extrema pobreza. Ela enfatizou que a nova medida não servirá de estímulo para que os casais tenham mais filhos.

“Não conheço nenhum especialista ou conhecedor do assunto que acredite que a ampliação de um benefício de R$ 32 vá levar à ampliação da taxa de natalidade. Pelo contrário, há oito anos, o Bolsa Família tem repassado recursos com a parcela variável, atingindo crianças, e o que tivemos foi a redução da taxa de natalidade, inclusive na população pobre e extremamente pobre”, frisou.

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

Quinta-feira, 15 de setembro de 2011 às 11:00

Governo pretende aumentar produção de pescado e incentivar queda dos preços, diz ministro da Pesca

O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, fala sobre a Semana do Peixe, que ocorre entre os dias 11 e 24 de setembro, durante o programa Bom Dia Ministro. Foto: Elza Fiúza/PR

bom dia, Ministro O governo federal estima dobrar a produção de pescado no Brasil, a partir do aproveitamento da potencialidade dos lagos e rios do país. A informação é do ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, que participou nesta quinta-feira (15/8) do programa de rádio Bom Dia Ministro, uma produção da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

Luiz Sérgio explicou que apesar do extenso tamanho do litoral e da variedade de espécies, os cardumes na costa brasileira são muito reduzidos. Entretanto, o ministro garantiu que essa particularidade não impede a atividade da pesca. Nesse sentido, o governo criou o chamado Profrota – financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – para construção de embarcações para pesca em alto mar.

“Nós podemos produzir mais, mas nós temos no Brasil uma pesca que está muito limitada à área muito próxima da costa, e nós produzimos muito pouco pescado longe da costa. E longe da costa estão os peixes mais nobres (…), que têm grande valor no mercado internacional e uma enorme procura no mercado interno.”

Ouça abaixo a íntegra do programa Bom Dia Ministro:

 

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Sexta-feira, 9 de setembro de 2011 às 12:31

Para Haddad, desafio na educação profissional e superior é garantir expansão qualificada dos cursos e oportunidades

bom dia, Ministro O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou nesta sexta-feira (9/9) do programa Bom Dia, Ministro e falou sobre a criação de quatro novas universidades federais, a abertura de 47 novos campi universitários e 208 novas unidades dos Institutos Federais de Educação Profissional e Tecnológica no país. O ministro informou que entre os critérios para a escolha das localidades que receberão os campi universitários pesaram a demanda de alunos e a necessidade de interiorização e, no caso dos Ifets, o critério adotado pelo governo foi a pobreza.

“Nós estamos avançando no chamado G-100, que são as 100 cidades do país com maior número de habitantes – mais de 80 mil habitantes – e arrecadação per capita ao ano inferior a R$ 1 mil. Então, o critério foi o G-100 e os Territórios de Cidadania, que são aquelas regiões muito deprimidas do país, onde há pouco investimento público-privado (…). Ao instalar uma unidade de um Instituto Federal nessas localidades, você forma pessoas qualificadas para qualquer atividade econômica e isso atrai investimentos (…). O desafio na educação profissional e na educação superior é garantir, nesta década que se inicia, uma expansão qualificada dos cursos e das oportunidades.”

As novas universidades federais serão instaladas no Pará, na Bahia e no Ceará. Outras 12 universidades federais, de 11 estados, ganharão 15 novos campi, completando 27 unidades. Até o fim de 2012, o governo federal deve concluir a implantação de 20 unidades, distribuídas entre 12 universidades federais localizadas nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste.

Durante a entrevista, Fernando Haddad mencionou também o Plano Nacional de Educação, cujo projeto de lei está no Congresso Nacional para votação. O governo espera, com isso, aumentar os investimentos em educação de 5% para 7% do Produto Interno Bruto, compromisso de campanha da presidenta Dilma Rousseff. Segundo ele, a fonte pode ser o pré-sal. Entretanto, é a votação do Plano que vai definir tanto o percentual do PIB que vai ser investido em educação como a fonte do financiamento. “Eu penso que o momento é decisivo para orientar a próxima década”, ressaltou.

Questionado sobre a estratégia do governo para o combate ao analfabetismo, o ministro afirmou que o país está empenhado em diminuir as taxas e que vem realizando um trabalho importante. No entanto – disse Haddad – a grande dificuldade é de cunho logístico, uma vez que a concentração dos índices de analfabetismo está na zona rural, onde a taxa é superior a 18%.

“Não é por falta de recursos que nós não vamos avançar (…), não há restrição orçamentária para o combate ao analfabetismo, a dificuldade é logística (…). Nós estamos investindo meio bilhão de reais ao ano só para essa questão, e se precisarmos incrementar o orçamento para isso, nós temos liberdade, dada pela própria presidenta Dilma Rousseff.”

Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 às 10:30

Número de beneficiados pela distribuição gratuita de medicamentos contra doenças crônicas aumentou mais de 200%

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha fala sobre o combate ao tabagismo, remédios gratuitos contra doenças crônicas e recursos para Unidades Básicas de Saúde, durante o programa Bom Dia Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro De janeiro a agosto de 2011, o número de brasileiros que recebem gratuitamente medicamentos contra hipertensão aumentou 219% e, contra diabetes, 156%. A informação foi apresentada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou nesta quinta-feira (25/8) do programa de rádio Bom Dia, Ministro.

Ao comentar o programa de distribuição gratuita de medicamentos contra diabetes e hipertensão, o Aqui Tem Farmácia Popular, lançado no início de fevereiro pela presidenta Dilma Rousseff, o ministro Padilha informou que o governo agora estuda inserir outras doenças crônicas no programa. Problemas como a osteoporose e distúrbios da tireoide podem ser alvo da ampliação da política de distribuição gratuita de remédios, antecipou o ministro.

“O Brasil tem hoje o maior programa do mundo de distribuição de medicamentos”, disse.

Alexandre Padilha comentou também a política do governo federal para redução do tabagismo. Nesta semana, foi anunciado o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os cigarros, e estabelecido um preço mínimo de venda para o consumidor. Além disso – disse o ministro – o governo investirá em campanhas de conscientização da população sobre os efeitos nocivos do cigarro.

“Queremos reduzir cada vez mais o número de fumantes (…). Nossa campanha mira muito a população jovem para que possamos evitar desde o começo o hábito do fumo”, salientou.

O decreto presidencial fixando os novos valores e alíquotas para cigarros estabelece, para o período de novembro de 2011 a dezembro de 2012, um IPI fixo de R$ 0,90 para maço a R$ 1,20 para caixa, além de uma alíquota sobre o preço ao consumidor de 6%. Os números devem elevar a carga tributária total sobre os preços atuais dos cigarros de 60% para cerca de 72%, devendo resultar em um aumento dos preços no varejo de 20% a partir de dezembro. Já o preço mínimo no varejo será, no período 2011-2012, de R$ 3,00 por maço, devendo chegar a R$ 4,50 em janeiro de 2015. Para as medidas entrarem em vigor, a Medida Provisória 540, que está em tramitação no Congresso Nacional, deve ser aprovada.

Ouça abaixo íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

Quinta-feira, 18 de agosto de 2011 às 12:40

Ministro afirma que em pouco tempo aeroportos terão grandes melhorias

Ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, foi entrevistado no programa Bom Dia Ministro. Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro Ao comentar o aperfeiçoamento da gestão aeroportuária, a ampliação nos investimentos e o modelo de concessão de aeroportos, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, afirmou que em pouco tempo os brasileiros já perceberão melhoria nos aeroportos. Wagner Bittencourt conversou com âncoras de rádio nesta quinta-feira (18/8), durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

 

O ministro defendeu o processo de licitação de aeroportos e disse que o novo modelo de gestão – que possibilita concessões dos aeroportos de Brasília (BSB), São Paulo-Guarulhos (GRU) e Viracopos-Campinas (VCP) à iniciativa privada – será benéfico ao país. Ele disse, ainda, que as licitações não estão sendo feitas de maneira apressada e que a modelagem que vai ser feita levará em consideração todos os aspectos, públicos e privados.

“Durante esse processo nós conversamos muito com potenciais investidores que nos procuram para tirar suas dúvidas, dar suas sugestões. Na verdade, é um processo todo muito interativo, no sentido de você construir um edital de concessão que seja equilibrado (…), posso garantir a vocês que todos eles [os entes privados] estão muito empolgados para afazer esse investimento e para participar do leilão de concessão”, reforçou.

De acordo com o modelo definido, as concessões serão feitas por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPE), a serem constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos. Como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia. O leilão deve ocorrer no dia 22 de dezembro deste ano.

Wagner Bittencourt comentou que a Infraero, além de participar da operação dos aeroportos com até 49% do controle acionário, coordenará as Autoridades Aeroportuárias, criadas por decreto nesta semana. Na opinião do ministro, não há incompatibilidade no papel duplo que Infraero exercerá, uma vez que é o “ente público que tem mais proximidade e conhecimento sobre aeroportos”.

Questionado se os aeroportos estarão em condições de atender com qualidade os turistas e brasileiros que vierem para a Copa do Mundo 2014, Wagner Bittencourt informou que o governo tem uma grande preocupação em atender não só a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas principalmente os usuários no dia a dia. “Vocês podem ter certeza de que todos nós que gostamos de futebol não teremos problemas durante a Copa do Mundo”, afirmou.

Quinta-feira, 11 de agosto de 2011 às 14:10

Governo trabalha para evitar retrocesso na ascensão da nova classe média, afirma Moreira Franco

O ministro Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, fala ao programa Bom Dia, Ministro sobre o novo retrato da classe média brasileira. Foto: Elza Fiúza/ABr

bom dia, Ministro O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), Moreira Franco, participou, nesta quinta feira (11/8), do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) em parceria com a EBC Serviços. Durante uma hora o ministro respondeu perguntas de âncoras de rádios de mais de 10 estados.

O tema mais frequente da entrevista foi em relação ao crescimento da classe média no Brasil e suas consequências. Segundo o ministro, o governo prepara medidas para que os mais de 30 milhões de pessoas que ingressaram nesse estrato social não retornem à pobreza.

“Temos empenho e compromisso de evitar que os ganhos desses brasileiros, que saíram da pobreza e entraram na classe média, sejam perdidos. Em breve, a SAE em conjunto com os ministérios da Fazenda e Trabalho, apresentará as medidas à presidenta Dilma Rousseff,” disse.

Ouça abaixo íntegra do programa Bom Dia, Ministro:

 

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Quinta-feira, 4 de agosto de 2011 às 10:52

Presidente do BC acredita em queda expressiva da inflação nos próximos meses

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro sobre o controle da inflação e do crédito, além da inclusão financeira. Foto: Antônio Cruz/ABr

bom dia, Ministro O Brasil viverá, nos próximos oito meses, um período de redução expressiva da inflação que, até abril de 2012, deve sofrer queda de dois pontos percentuais. A avaliação é do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que participou nesta quinta-feira (4/8) do programa de rádio Bom Dia Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

“A inflação está num pico neste mês de agosto e daqui para frente ela cai de forma expressiva – dois pontos de percentagem nos próximos oito meses –, de forma que o Banco Central está focado na meta de 4,5% em 2012. Nós estamos no caminho certo”, ponderou.

Sobre a situação financeira internacional, Tombini afirmou que o “Brasil acompanha a questão de forma muito criteriosa” e que “está muito bem preparado para um ambiente internacional mais desafiador”. Ele acrescentou que atualmente o país possui mais reservas internacionais e depósitos compulsórios – recursos que os bancos são obrigados a deixar no Banco Central – do que tinha antes da crise de 2008. Essas duas ferramentas – segundo o presidente do BC – foram importantes para que o Brasil superasse de forma rápida a crise de 2008.

Mercado de crédito – Alexandre Tombini frisou que o crescimento do crédito no Brasil nos últimos anos tem acontecido de forma dinâmica e segura e que o BC tem adotado medidas no sentido de inibir que os bancos realizem operações de risco muito elevado e de evitar que as famílias se endividem em demasia. O volume de crédito na economia brasileira dobrou nos últimos anos, se aproximando da marca de 50% do PIB. Segundo o presidente do BC, essa expansão propiciou a melhoria das condições de vida de milhões de famílias e também beneficiou o setor produtivo.

“Naturalmente esse é um momento de moderação na economia brasileira e o crédito cresce menos que no ano passado, mas ainda assim de forma vibrante”, disse Tombini.

Ouça abaixo íntegra da entrevista com o presidente do BC, Alexandre Tombini:

 

Quinta-feira, 28 de julho de 2011 às 12:27

Ciência sem Fronteiras: “Os melhores alunos do Brasil, nas melhores universidades do mundo”, diz ministro

Ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) foi entrevistado do programa Bom Dia Ministro. Foto: Antonio Cruz/ABr

bom dia, Ministro O programa Ciência sem Fronteiras, lançado essa semana pela presidenta Dilma Rousseff, será um incentivo para que os jovens brasileiros estudem mais e colocará o país num patamar internacional de pesquisa e inovação. A avaliação é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que participou nesta quinta-feira (28/7) do programa de rádio Bom Dia Ministro.

“O programa Ciência sem Fronteiras busca dar condições para que o Brasil participe nas principais universidades do mundo, para que a gente acelere a condição de ter universidades de classe mundial, porque a produção científica em muitas áreas é internacional”, disse.

Na opinião de do ministro, “quanto mais se articula a rede de pesquisa, o Brasil participa de forma mais ativa e melhora a resposta de que se pode ter, no desenvolvimento da ciência, o desenvolvimento econômico e social do Brasil”. Aloizio Mercadante informou que agora o governo trabalha em parceria com instituições de ensino para ampliar a oferta de cursos de idiomas, como inglês, espanhol, mandarim e alemão.

Ainda segundo o ministro, o Ciência sem Fronteiras atuará em uma outra vertente para atrair jovens talentos “especialmente brasileiros, mas não só brasileiros” para o país. “São 1,2 mil jovens talentos que serão atraídos por esse programa. Nós queremos que eles venham pesquisar no Brasil, para que eles se insiram no Brasil e depois permaneçam no Brasil”, complementou.

O ministro informou que o site com mais informações sobre o programa e cronogramas entrará no ar na próxima semana.

“No dia 1º de agosto, nós estaremos colocando o Portal do CNPq e no Ministério de Ciência e Tecnologia, com todos os detalhes, como é que ele se inscreve, como é que ele encaminha, como é que são feitos os editais… Então, nós vamos divulgar detalhadamente essas informações, para que qualquer aluno, em qualquer lugar do Brasil, possa acessar e saber quais são as condições que ele tem que preencher.”

Tablets – Durante o programa, Aloizio Mercadante disse que o país mantém “entendimentos que estão muito avançados” para a instalação de uma fábrica de tablets, “que será o primeiro país do ocidente a ter essa indústria”.

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