Arquivo de artigos sobre "7 anos em 7 minutos"
Sexta-feira, 21 de maio de 2010 às 13:06
O grande mérito dos últimos sete anos do governo foi equilibrar o trabalho desenvolvido nos campos econômico, político e social, permitindo ao País alcançar um melhor equilíbrio na prosperidade de suas empresas e cidadãos. A avaliação é do vice-presidente José Alencar, que participou da série 7 Anos em 7 Minutos, destacando ainda o trabalho realizado nas relações exteriores.
O Brasil é hoje outro País, conhecido e respeitado no mundo inteiro, graças a essas idas do presidente Lula, às missões levadas por ele, que é um governo realmente abençoado porque trouxe ao Brasil condições de ocupar o lugar que lhe cabe naturalmente no concerto internacional.
O vice-presidente da República lembra que quase 25 milhões de brasileiros deixaram a pobreza absoluta nos últimos anos graças às ações empreendidas pelo governo, que tem como uma de suas prioridades o desenvolvimento social. Mas para isso, afirma, é preciso ter uma economia forte, próspera e independente.
Porque é através dessa prosperidade econômica é que vamos alcançar dias melhores para todos. Por isso o governo aplaude o desenvolvimento da indústria, do comércio, da agricultura. Tudo isso, 90 e tantos por cento, operado pelo setor privado. Mas isso não significa que não pertença ao País, porque a empresa é um bem da comunidade, seja ela pequena, média, grande, gigantesca, estatal, privada, cada uma delas é uma fração da economia. Então se nós queremos uma economia próspera, forte e independente para que se alcancem os objetivos sociais, é preciso que suas frações o sejam. Então o governo tem aplaudido a prosperidade empresarial como meio para alcançar o bem comum.
José Alencar destaca ainda o cuidado que o governo teve na preparação de seus recursos humanos, investindo pesadamente em escolas técnicas federais, universidades e extensões universitárias por todo o País, lembrando que tanto ele quanto o presidente Lula não têm diplomas.
Outro ponto importante a ser priorizado pelo governo para atingir os objetivos sociais é a manutenção do poder de compra da moeda brasileira, avalia o vice-presidente. Para isso, foi dada atenção especial ao controle da inflação, por meio do equilíbrio orçamentário e a responsabilidade fiscal.
Responsabilidade fiscal significa responsabilidade orçamentária, orçamento equilibrado. Esse é realmente o trabalho sério que se desenvolve no combate à inflação. Por isso tenho me preocupado muito com as taxas de juros básicas do Brasil. Porque elas tem nos levado a uma rubrica pesadíssima no orçamento de despesa da União. A rubrica mais pesada do orçamento.
Imprima:
Domingo, 9 de maio de 2010 às 14:26
As principais marcas do governo Lula nos últimos sete anos são a transparência de suas ações, seu compromisso social e a forte geração de emprego e renda, que melhorou a vida dos trabalhadores brasileiros e ajudou o País a superar uma das mais graves crises econômicas de todos os tempos, conquistando assim o respeito do resto do mundo. Segundo o ministro Carlos Lupi, do Trabalho e Emprego, agora o Brasil é hoje uma nação que está dando certo.
Hoje quando se fala do Brasil no exterior, fala-se de um País que está dando certo, que venceu a crise com ninguém, fala-se de um País em que o trabalhador está avançando, o empresário tem compromisso social e que estamos conseguindo galgar os degraus de avanço social que tanto a sociedade necessita.
No programa da série 7 Anos em 7 Minutos dedicado ao seu ministério, Carlos Lupi afirmou que o Ministério do Trabalho tem se empenhado para garantir emprego, renda e cidadania aos trabalhadores brasileiros e explicou algumas da ações que possibilitam isso. Entre as conquistas dos últimos sete anos, Lupi destacou os 12,5 milhões de empregos formais criados, o aumento real do salário mínimo para todas as categorias de trabalhadores e os programas de qualificação profissional que já beneficiaram mais de 10 milhões de brasileiros. “O trabalhador está tendo oportunidade de aprender ou se aprimorar numa profissão”, afirmou o ministro.
Carlos Lupi também falou dos fundos de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de Amparo ao Trabalhador (FAT), que permitem a execução de uma série de programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida e o seguro-desemprego.
O ministro do Trabalho destaca ainda os esforços de sua pasta na fiscalização do cumprimento da legislação trabalhista e no reconhecimento legal das centrais sindicais, além da atuação do Ministério na internet, oferecendo aos trabalhadores canais importantes, como o Blog do Trabalhador, com informações sobre seus direitos e deveres, dados e resultados da atividade do MTE, além de dicas sobre os principais serviços da pasta.
Imprima:
Quarta-feira, 5 de maio de 2010 às 22:17
Se todo o trabalho do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) tivesse que ser resumido em uma palavra apenas, a escolhida seria ‘prevenção’. Todas as atividades desenvolvidas pela instituição tem esse objetivo, da segurança do presidente da República, vice-presidente, seus familiares e ministros, ao trabalho de inteligência e segurança da informação de comunicações, afirma Jorge Félix, titular do GSI, no programa 7 Anos em 7 Minutos que o Blog do Planalto publica nesta quarta-feira (5/5).
No trabalho de garantir a segurança do presidente, Félix afirma que foi preciso uma adaptação de ambos os lados:
Tanto o presidente se adapta às regras e normas e às exigências da segurança, como também a segurança tem que se adaptar ao jeito de ser do presidente. Isso vem acontecendo e esse trabalho vem sendo aprimorado ao longo desses sete anos de governo. (…) Hoje nós somos um modelo de segurança presidencial. Temos sido procurados por muitos governos de países amigos, para tratar de segurança de chefes de Estado, de chefes de Governo, de proporcionar cursos, estágios. Hoje nós podemos dizer que somos um modelo de segurança presidencial respeitado em todo o mundo.
Jorge Félix destaca as “radicais modificações” que sofreu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao GSI. Segundo ele, as modificações ocorreram tanto na carreira do servidor como em toda a área de inteligência, que deve culminar na Política Nacional de Inteligência. Entre as principais atribuições da Abin hoje estão a proteção do conhecimento e da tecnologia desenvolvida no País, além de assessorar o presidente para facilitar suas decisões.
Leia o artigo completo »
Imprima:
Sexta-feira, 30 de abril de 2010 às 18:56
A história do Ministério do Turismo ainda é breve – foi criado em 2003 – mas já está entre as mais produtivas do governo. Por abranger diversos segmentos da economia nacional, o setor turístico ganhou autonomia no governo Lula para poder planejar estrategicamente as ações e prioridades de investimentos, obtendo excelentes resultados até aqui. O futuro, afirma o ministro Luiz Barretto no programa 7 Anos em 7 Minutos dedicado à sua pasta, é promissor:
Os resultados que alcançamos até agora serão multiplicados pelas oportunidades que a Copa do Mundo e as Olimpíadas trazem ao País.
Segundo Barreto, ao ganhar status de Ministério, o setor turístico brasileiro ganhou reconhecimento de sua importância para o desenvolvimento socioeconômico do País. O ministro lembra que as atividades ligadas ao turismo têm enorme capacidade de gerar empregos, renda e investimentos, nacionais e estrangeiros, contribuindo para reduzir a desigualdade regional e social.
Hoje trabalhamos com 65 destinos indutores, definidos com base em pesquisas realizadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2010 vamos destinar R$ 400 milhões para cobrir as contrapartidas dos estados e municípios que participam do Prodetur, que é o programa de Desenvolvimento do Turismo. Somando os recursos do nosso orçamento, do Prodetur e os US$ 600 milhões da linha de crédito da corporação andina de fomento, teremos quase US$ 2 bilhões somente para infraestrutura.
O ministro do Turismo aproveitou para destacar a força do mercado interno para o setor. Com a população empregada e ganhando melhor, graças às políticas públicas do governo, mais ela está viajando. Nos últimos dois anos houve um aumento de 83% no número de pessoas que viajaram entre destinos brasileiros. O turismo está mais acessível a todos, diz Barretto, e o seu desenvolvimento ganhou força com a aprovação da Lei Geral do Turismo. Os dados comprovam: o setor vem crescendo há sete anos e, em 2008, chegou à primeira posição no setor de serviços da balança comercial. Emprega mais de 2 milhões de trabalhadores e tem investido pesado na capacitação e reciclagem profissional, além de ações que viam incluir no mercado de trabalho os beneficiários do programa Bolsa Família.
Imprima:
Terça-feira, 27 de abril de 2010 às 18:50
O Ministério das Cidades, criado em 2003 pelo governo Lula, é uma resposta às reivindicações da sociedade por tratamento adequado a questões importantes como habitação, saneamento, transporte público, regularização fundiária e segurança no trânsito, atendendo ainda ao Estatuto da Cidade e à Constituição Federal, que previu em 1988 um capítulo sobre desenvolvimento urbano. Para executar políticas nessas áreas, o Ministérios conta com quatro secretarias, afirma o ministro Márcio Fortes: a Nacional de Habitação, a de Saneamento Ambiental, de Programas Urbanos e Transporte e Mobilidade Urbana.
Márcio Fortes é o entrevistado da edição desta terça-feira (27/4) do programa 7 Anos em 7 Minutos e nela explica como muitas ações de seu ministério foram incorporadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ganhando assim a agilidade necessária para atender as demandas nas áreas de habitação, saneamento e transporte público.
Para o futuro temos agora o PAC 2, que vai reforçar as ações que o PAC 1 previu, em habitação e saneamento, e vai ampliar essas ações, de modo que nós tenhamos na política de desenvolvimento urbano uma integração das ações. Ou seja, não é só ter a casa, habitação, saneamento, mas também com integração com transportes e regularização fundiária.
Imprima:
Sexta-feira, 23 de abril de 2010 às 23:57
A atuação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nos últimos sete anos contribuiu para o crescimento econômico brasileiro e para a criação de empregos, além de ampliar o comércio exterior e elaborar e coordenar uma política industrial que ajudou o País a enfrentar a crise econômica mundial, afirmou o ministro Miguel Jorge no seu programa da série 7 Anos em 7 Minutos, que o Blog do Planalto publica nesta sexta-feira (23/4).
O ministro destaca que o comércio exterior mais que triplicou entre 2002 e 2008, passando de um patamar de US$ 107 bilhões para quase US$ 371 bilhões. Houve incremendo significativo nas exportações – de US$ 60 bilhões em 2002 para US$ 198 bilhões em 2008, o melhor resultado da nossa historia. Ele lembra que as exportações caíram em 2009, para US$ 159 bilhões, porque a crise afetou os países de destino de nossas vendas, mas que essa queda poderia ter sido maior sem a política de diversificação das exportações.
Com ela, diminuímos a nossa dependência dos países desenvolvidos. Um dado deixa isso claro: em 2002, os Estados Unidos receberam 25% de nossas exportações, mas em 2009 elas foram de apenas 10%, com o mesmo volume. Na busca pela diversificação, nesses sete anos, os ministros do desenvolvimento e os secretários do ministério chefiaram 40 missões empresariais a 45 países.
Todas as medidas na área de comércio exterior foram coordenadas, afirma o ministro, com a retomada do processo de política industrial no País, que culminou no lançamento em 2008 do Plano de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que foi coordenada pelo MDIC e envolveu outros 13 ministérios, com destacada colaboração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Agência de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Hoje, o PDP abrange os 27 mais importantes setores da economia brasileira.
Miguel Jorge faz questão de destacar a fundamental atuação do BNDES, que se transformou durante o governo Lula no maior banco de desenvolvimento das Américas e um dos maiores do Mundo. Hoje, o BNDES é o principal financiador a longo prazo para investimentos em todos os setores da economia brasileira.
No ano passado, o BNDES desembolsou mais de R$ 135 bilhões em empréstimos – o maior volume dos 57 anos da sua história. Isso representou o crescimento de 365% em relação aos R$ 37 bilhões desembolsados em 2002. O BNDES também foi fundamental para superar os efeitos da crise financeira internacional. É ainda o maior financiador do PAC e continuará tendo papel fundamental no futuro. Já está financiando investimento para a exploração do petróleo e do gás do Pré-sal e também financiará projetos de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.
Imprima:
Segunda-feira, 19 de abril de 2010 às 22:00
A economia da cultura é uma das que mais cresce no mundo, sendo hoje responsável por quase 10% do PIB mundial. No Brasil ela representa quase 6% do PIB. Mas pode ganhar ainda mais força, acredita Juca Ferreira, ministro da Cultura, com a promoção da produção brasileira e inclusão de milhões de brasileiros às atividades culturais do País. No seu programa da série 7 Anos em 7 Minutos, Juca Ferreira explica o que vem sendo feito desde 2003 para desenvolver e qualificar essa produção cultural brasileira e aumentar o acesso dos cidadãos.
Todo o trabalho foi feito a partir de três referenciais, explica o ministro: contribuir para o desenvolvimento da qualidade da produção cultural brasileira, fortalecendo, fomentando e incentivando essa produção, para transformar a cultura em política pública.
Cultura é um direito, é uma necessidade básica, um direito básico, e o Estado tem obrigação de disponibilizar os meios para que todos os brasileiros tenham acesso à cultura, e fazer da cultura uma grande economia.
Leia o artigo completo »
Imprima:
Sexta-feira, 16 de abril de 2010 às 18:00
A atuação do Ministério do Esporte nos últimos sete anos girou em torno de cinco eixos: inclusão social, desenvolvimento do esporte de alto rendimento, investimentos em infraestrutura, grandes eventos esportivos e futebol. Segundo o ministro Orlando Silva explica no programa 7 Anos em 7 Minutos desta sexta-feira (16/4), o balanço é altamente positivo.
Essa foi a agenda cumprida nos últimos sete anos, com bons resultados sociais e repercussões econômicas, que serviu para realçar a importância internacional do nosso País. Eu estou muito feliz com o trabalho que foi realizado e sei que são milhares de atletas, técnicos, dirigentes e gestores que se somaram nessa corrente e estão tão felizes quanto eu pelo resultado que o esporte ofereceu ao Brasil.
A inclusão social por meio do esporte foi promovida em parceria com estados, municípios e entidades da sociedade civil. O programa Segundo Tempo, por exemplo, que prevê esporte e reforço alimentar e escolar para estudantes, já atendeu cerca de 1 milhão de crianças e jovens.
Leia o artigo completo »
Imprima:
Quarta-feira, 14 de abril de 2010 às 21:01
Um dos grandes avanços do governo Lula foi instituir no País, a partir de 2003, algo que está previsto na Constituição Federal brasileira aprovada em 1988: a democracia participativa, que prevê um diálogo franco e permanente da sociedade civil com o governo. Desse diálogo, feito em conferências, conselhos, ouvidorias e mesas de negociação, saíram diversas políticas públicas e ações do governo ao longo dos últimos anos, promovendo o desenvolvimento do País e melhorando as condições de vida da população. Detalhes dessa conquista são explicados no programa 7 Anos em 7 Minutos desta quarta-feira por Luiz Dulci, da Secretaria Geral da Presidência da República, que tem entre suas atribuições coordenar essa relação Estado-sociedade civil.
Dulci lembra que de 2003 até hoje foram realizadas 63 conferências nacionais em todas as áreas – meio ambiente, saúde, reforma agrária, juventude – para subsidiar políticas públicas nesses setores. Elas contaram com a participação de cerca de cinco milhões de brasileiros. Além das conferências, foram criados mais de 60 conselhos de participação social, vinculados a todos os ministérios, em que as maiores organizações populares do Brasil, e também entidades empresariais, religiosas, etc, ajudam a pensar as políticas públicas, a implementá-las, a avaliá-las, a corrigir alguma coisa que precise ser aperfeiçoada nessas políticas.
Leia o artigo completo »
Imprima:
Segunda-feira, 12 de abril de 2010 às 20:49
Gerenciar e aprimorar o maior sistema público de saúde brasileiro, o maior do mundo, não é tarefa das mais fáceis. Mas com criatividade e organização, é possível reduzir as deficiências e qualificar a atenção, melhorando o atendimento à população, afirma o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o Blog do Planalto traz a seus leitores no programa 7 Anos em 7 Minutos desta segunda-feira (12/4).
A assistência à saúde do cidadão vem passando por uma importante transformação nos últimos sete anos. Nós começamos a organizar esse imenso sistema público de saúde que atende a mais de 180 milhões de pessoas, integrando serviços para possibilitar uma maior agilidade no atendimento. E reforçamos o foco de todo esse trabalho na família, implementando uma abordagem de prevenção de doenças e promoção da saúde.
Você pode escolher o ministro que estará no programa da próxima quarta-feira (14/4). Clique aqui e vote!
Temporão ressalta a importante marca de 100 milhões de pessoas cobertas pelo programa Saúde da Família, uma vez e meia maior que o total verificado em 2003. O ministro lembra que onde há atuação do programa, a mortalidade infantil cai significativamente – nos últimos cinco anos, foram salvas 35 mil crianças.
Também se destacam os programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente, que atendem a milhões de pessoas no País, além de serviços como o Samu 192, que melhorou o atendimento de emergência da população.
Mas o nosso desafio o atendimento à saúde não pára por aí. Em mais uma ação integrada para reduzir o tempo de espera nas emergências dos hospitais, nós criamos as UPAs, que são unidades de pronto-atendimento. Essas unidades funcionam 24 horas, inclusive nos finais de semana e feriados. O paciente é atendido em consultórios de clínica médica, de ortopedia, de pediatria, odontologia, entre outras especialidades.
Imprima: