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Quarta-feira, 23 de março de 2016 às 19:28

Brasil precisa criar solução definitiva para doenças causadas pelo Aedes aegypti, diz Celso Pansera

As entidades responsáveis pelo financiamento às pesquisas para desenvolver novas tecnologias de combate ao mosquito Aedes aegypti destacaram o protagonismo brasileiro no enfrentamento da questão, durante o lançamento do eixo de desenvolvimento tecnológico, educação e pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, ocorrido nesta quarta-feira (23), em Brasília.

Para o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, as ações articuladas têm o objetivo claro de enfrentar o avanço das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti com o fomento à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico, por meio de financiamento e repasses financeiros às instituições brasileiras. “É um projeto muito ambicioso, mas necessário. O Brasil tem que criar uma solução definitiva para essa questão da dengue, da chikugunya, a zika e, particularmente, a questão do combate ao vetor, o principal vetor deles,. que é o mosquito Aedes aegypti”, afirmou.

Para Hernan Chaimovich, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a disponibilização dos recursos para financiar a pesquisa em instituições brasileiras é importante para dar ainda mais visibilidade ao que vem sendo produzido no País. “O País pode investir, pode enfrentar um desafio gigante em saúde pública, para criar nova uma ciência, uma nova tecnologia, porque temos uma comunidade científica criada através dos últimos muitos anos que é competente e internacionalmente competitiva”, analisou.

Os valores anunciados hoje pela presidenta Dilma correspondem ao Eixo de Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à microcefalia, e serão aplicados até 2018. A Finep irá disponibilizar recursos em crédito de R$ 200 milhões, e mais R$ 30 milhões em recursos não reembolsáveis, em edital a ser lançado nesta quinta-feira (24). Do valor total do plano, cerca de R$ 650 milhões sairão dos ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Educação e da Saúde, para investimentos em pesquisa, além de aproximadamente R$ 550 milhões, que serão disponibilizados em forma de crédito para desenvolver novas tecnologias, por meio da Finep e do BNDES.

Para Wanderley de Souza, presidente da Finep, os recursos serão importantes para que práticas inovadoras possam ser desenvolvidas e comercializadas. “Nós temos algumas instituições que claramente serão clientes, como a Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Butantan, Instituto Evandro Chagas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, USP, Unicamp. Como os recursos vêm do FNDCT, por força de lei, 30% deles precisam ser aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Então com isso a gente vai também estar estimulando  o desenvolvimento da pesquisa em outros estados”, frisou.

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