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Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 17:18

Dilma: Retomada das relações entre Estados Unidos e Cuba marca uma mudança na civilização

Dilma Rousseff cumprimentou os presidentes Raúl Castro, de Cuba, e Barack Obama, dos Estados Unidos, pela retomada nas relações entre os dois países, um momento que, exaltou a presidenta, marca uma mudança na civilização. A presidenta cumprimentou também o Papa Francisco, a quem creditou participação fundamental para essa reaproximação. As declarações foram feitas no discurso de encerramento da 47ª Cúpula do Mercosul.

A presidenta cumprimentou também o papa Francisco, a quem creditou como um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta cumprimentou também o Papa Francisco, a quem classificou como um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Em um dia como o de hoje, em que, como disse a presidenta Cristina, nós, lutadores sociais, imaginávamos que jamais veríamos este momento de retomada das relações entre os Estados Unidos e Cuba. Eu queria cumprimentar o presidente Raul Castro. Queria cumprimentar também o presidente Barack Obama. E, sobretudo, queria cumprimentar o Papa Francisco por ter sido, muito possivelmente, um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Acho que é um momento que marca uma mudança na civilização mostrando que é possível restabelecer relações interrompidas há muitos anos”, enfatizou a presidenta.

Dilma disse que este evento histórico deve servir de exemplo para o mundo. Destacou que os métodos para resolução de conflitos adotados pela América do Sul são o diálogo e o estabelecimento de relações, o que tem permitido que o continente usufrua de paz  há mais de um século, sem conflitos de ordem religiosa, étnica ou de qualquer outra espécie.

“Nós, de fato, vivemos num continente, num hemisfério especial. Nós, pelo menos da América do Sul, estamos há mais de 120 anos vivendo em paz. Não há entre nós nenhum conflito de ordem religiosa, étnica ou de qualquer outra espécie. Nós não resolvemos nossos conflitos com métodos que não sejam o diálogo e o estabelecimento de relações. Daí porque também conquistamos muito com o Mercosul, a Unasul e a Celac”, analisou Dilma.

A presidenta também exaltou o esforço dos países da região para manutenção da democracia na Venezuela, destacando a contribuição fundamental do Papa Francisco.

“Lembro perfeitamente de todas as ações que fizemos, no sentido de fazer vigorar a democracia, seja no caso mais recente, que eu quero me referir, que é o caso da Venezuela. Acho que nós todos tivemos, na Venezuela, uma experiência extraordinária e, nessa ocasião também, acredito que o Papa Francisco foi um grande suporte para que a constitucionalidade na Venezuela fosse respeitada”, analisou.

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Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 8:30

Reunião de Cúpula deve fortalecer o “Mercosul das pessoas”, afirma Antônio Simões

A 47ª Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, que acontece nesta terça e quarta-feira (16 e 17), destina atenção especial à vida das pessoas que vivem nos países membros do bloco. Prova disso, é que durante o encontro será apresentada a Cartilha do Mercosul, documento com procedimentos que cidadãos da região devem adotar para realizar ações do dia a dia, como viajar, residir, estudar e trabalhar em um dos cinco países do bloco, além de aspectos relacionados à saúde e à seguridade social dos cidadãos do Mercosul.

Foto: Valter Campanato/ABr.

Além de um importante caráter comercial e econômico, o Mercosul possui também uma forte conotação social e cidadã, garante o embaixador brasileiro Antônio Simões. Foto: Valter Campanato/ABr.

A presidenta Dilma Rousseff participa da Reunião de Cúpula nesta quarta (17) junto com os chefes de Estado dos outros quatro países membros do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e estados associados na cidade de Paraná, Argentina. Na ocasião, a presidenta Dilma passará a ocupar a presidência pro tempore do bloco para os próximos seis meses, cargo que estava sendo ocupado pela presidenta argentina Cristina Kirchner.

Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o subsecretário-geral para a América do Sul, Central e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antônio Simões, destacou que, além de um importante caráter comercial e econômico, o Mercosul possui também uma forte conotação social e cidadã.

“Nós estamos trabalhando para a criação de uma unidade ou de um pensamento do Mercosul que muitas vezes não é discutido por nós, que é o Mercosul das pessoas. Esse é o que vai ficar. O Mercosul das disputas comerciais sempre vai existir, agora esse Mercosul das pessoas é que o definitivo”, afirmou.

Além disso, o embaixador ressaltou a necessidade do fortalecimento da integração dos países do Mercosul para enfrentar os desafios impostos pela forte crise internacional.

“Certamente, uma das reflexões que os chefes de Estado vão fazer na reunião de amanhã aqui é refletir como um processo de integração pode nos ajudar no cenário atual que se encontra a economia mundial, em que você tem alguns mercados de ‘commodities’ que estão diminuindo. Há certas dificuldades que precisam ser superadas e há muitas coisas que nós podemos fazer em conjunto em relação a isso, justamente para superar este cenário”, avaliou.

Acordos Comerciais
Além de avanços relacionados à cidadania da população do Mercosul, estão previstas para a 47ª reunião de Cúpula do bloco a assinatura de acordos de preferências tarifárias com Líbano e Tunísia. O Mercosul deve firmar ainda um acordo prevendo relações comerciais futuras com a União Euroasiática, bloco econômico que integrará Rússia, Cazaquistão, Bielarus e Armênia. Outra medida prevista é a aprovação de programa de integração produtiva para o setor de brinquedos, reduzindo a importação atual de produtos da China. A mesma medida também é estudada para os setores têxtil, de softwares, calçados e cosméticos.

Nesta terça (16), Ivan Ramalho, alto representante geral do Mercosul afirmou em entrevista ao Blog do Planalto que o Brasil deve terminar 2014 com superávit superior a US$ 6 bilhões no comércio exterior com países do Mercosul. Ele informou ainda que, do total das exportações brasileiras para os países do bloco, 80% são produtos industrializados de alto valor agregado.

Ouça a entrevista com o embaixador Antônio Simões

Quarta-feira, 30 de julho de 2014 às 12:53

Presença da Venezuela no Mercosul fortalece Cúpula Social

Durante o 46º encontro dos chefes de estado do Mercosul, na Venezuela, governos e movimentos sociais, sindicais e culturais se reuniram na 16º Cúpula Social do bloco. As reuniões ocorrem paralelamente desde 2006 e, neste ano, o encontro teve cerca de 400 participantes. Criada para expandir e fortalecer a participação social no processo de integração regional, a Cúpula Social reúne representantes de governos, parlamentos, centrais sindicais, confederações da agricultura familiar, pastorais sociais, cooperativas, organizações de pequenos e médios empresários e de entidades que tratam de economia solidária, direitos humanos, mulheres, juventude, meio ambiente, saúde e educação, entre outros.

Gisele Ricobom, Pró-Reitora de Relações Institucionais e Internacionais da Unila (Universidade da Integração Latino-americana), reiterou a importância do fórum social no âmbito do bloco.

“A Cúpula Social da Venezuela representa o ingresso efetivo da sociedade civil venezuelana no Mercosul. Esse é o aspecto mais simbólico da Cúpula. Deve-se lembrar que a experiência da participação popular da Venezuela, resultado da revolução bolivariana, traz uma nova configuração para esse espaço de diálogo. A entrada da Venezuela ressaltou o aspecto político, socialista e bolivariano, que representa uma forma de defesa efetiva das demandas da sociedade civil. Essa é uma experiência muito rica que poderá ressignificar o conjunto de ações dos movimentos sociais dos outros países do Mercosul”, disse a reitora.

Assim como o encontro de chefes de Estado, a Cúpula Social repudiou mais uma vez o conflito na Faixa de Gaza.

“Outro aspecto relevante foi a defesa unânime do povo da palestina. Há uma comoção geral pelo genocídio que, uma vez mais, enfrenta o povo palestino. Nesse sentido, a Cúpula recomendou aos presidentes dos Estados membros do Mercosul a suspensão do Tratado de Livre Comércio do Mercosul com o Estado de Israel”, afirmou Gisele.

Desde 2010, a Unila participa das Cúpulas Sociais, quando sediou a Cúpula Social e a Cúpula dos Presidentes em Foz do Iguaçu, no Brasil. A universidade participa das discussões e também da organização dos eventos. A reitora lembra que, na Cúpula de Brasília (2012), um conjunto de professores sistematizou e registrou as discussões o que resultou em um documento publicado pela Secretaria Geral da Presidência da República do Brasil.

Segundo Gisele, a Cúpula ainda necessita de institucionalização efetiva e mais apoio financeiro. Ela afirma que a “maioria” das demandas se repete, exatamente porque não há obrigação de resposta ao que foi solicitado.

“Uma das demandas da Cúpula que ocorreu em Montevidéu no ano passado foi exatamente a sua institucionalização, pois a Cúpula não é órgão do Mercosul. Reivindica-se muito também formas de financiamento que permitam a organização e participação autônoma dos movimentos sociais, sem ingerências governamentais”, defende.

Terça-feira, 29 de julho de 2014 às 17:21

Governo brasileiro reitera chamado por cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza

A presidenta Dilma Rousseff reforçou o pedido do governo brasileiro por um cessar-fogo imediato, abrangente e permanente entre as partes envolvidas no conflito na Faixa de Gaza. Durante a reunião da 46ª Cúpula do Mercosul, nesta terça-feira (29), em Caracas, ela falou sobre o compromisso com a estabilidade e com a paz em todos os quadrantes do mundo.

Desde o início, o Brasil condenou tanto o lançamento de mísseis contra Israel, como também o uso desproporcional da força israelense que resultou num elevado número de vítimas civis, segundo Dilma. Ela defende que o diálogo pela paz na região do Oriente Médio passa pelo reconhecimento e construção dos Estados de Israel e da Palestina.

“Consideramos que para a estabilidade da região e até para a segurança de Israel, a existência dos dois Estados é precondição. Acreditamos que o conflito israelo-palestino é um conflito que tem um potencial de desestabilizar toda aquela região. Por isso, reiteramos essa questão do cessar-fogo imediato, abrangente e permanente”, frisou a presidenta.


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Terça-feira, 29 de julho de 2014 às 16:30

Problema que atinge a Argentina é ameaça a todo o sistema financeiro, afirma presidenta

Durante reunião da 46ª Cúpula do Mercosul, a presidenta Dilma Rousseff reiterou a solidariedade brasileira com o desafio que a Argentina enfrenta no processo de reestruturação da dívida soberana do país. Nesta terça-feira (29), na Venezuela, ela lembrou que pretende levar o tema à próxima reunião do G20, na Austrália, da mesma forma que foi discutido na reunião com os membros do BRICS, em Brasília.

“O problema que atinge hoje a Argentina é uma ameaça não só a um país irmão, atinge a todo o sistema financeiro internacional. Não podemos aceitar que a ação de alguns poucos especuladores coloquem em risco a estabilidade e o bem-estar de países inteiros. Precisamos de regras claras e de um sistema que permita foros imparciais, permita previsibilidade e, portanto, justiça no processo de reestruturação de dívidas soberanas”, comentou.

Dilma ainda desejou sucesso à Argentina na presidência pro-tempore do Mercosul, no próximo semestre. Ela afirmou que confia na liderança da presidenta Cristina Kirchner para que o bloco siga no caminho do fortalecimento.

Crescimento do Mercosul

A presidenta destacou também o fortalecimento dos mercados internos dos membros do Mercosul e a importância da integração dos países sul-americanos. Neste sentido, ela considerou a adesão da Bolívia como um passo importantíssimo na direção de interagir com outros parceiros e de maior projeção internacional do bloco, que já conta com o segundo maior território, a quarta maior população e a quinta maior economia do mundo.

“O Brasil aposta e todos os demais parceiros do Mercosul apostamos na ampliação das trocas econômicas e comerciais. E aí, é muito importante a economia boliviana e as demais economias da America do Sul. Devemos buscar a implementação da desgravação tarifária, o que vai permitir que nós criemos zona de livre comércio sul-americana”, analisou Dilma.


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Terça-feira, 29 de julho de 2014 às 9:47

46ª Cúpula do Mercosul

Agenda presidencial

Nesta terça-feira (29), a presidenta Dilma Rousseff participa da 46ª Cúpula do Mercosul, em Caracas, na Venezuela. Às 9h haverá a cerimônia de oferenda floral e fotografia oficial da 46ª Cúpula. Em seguida, às 9h30, acontece a reunião privada dos presidentes do Mercosul.

Está prevista para 11h a fotografia oficial dos presidentes do Mercosul, estados associados e convidados. Na sequência, às 11h15, ocorre a Sessão Plenária da 46ª Cúpula do Mercosul e cerimônia de transmissão da presidência pro tempore.

Segunda-feira, 28 de julho de 2014 às 19:38

Embaixador do Brasil na Venezuela fala sobre pauta da 46ª Cúpula do Mercosul

Segunda-feira, 28 de julho de 2014 às 17:46

Cúpula do Mercosul discutirá ampliação do livre comércio na América do Sul

A 46ª Cúpula do Mercosul (Mercado Comum do Sul), acontecerá nesta terça-feira (29) em Caracas, na Venezuela, e terá algumas pautas no centro do debate, como a criação de uma zona de cooperação econômica entre Alba (Aliança Bolivariana para as Américas), Petrocaribe (acordo de fornecimento de petróleo pela Venezuela a países do Caribe), Caricom (Comunidade do Caribe) e Mercosul; a incorporação de elementos institucionais ao Mercosul nas áreas social e de cidadania; e o debate sobre o estágio atual da negociação Mercosul-União Europeia sobre acordo de livre comércio. Essa é a avaliação que o embaixador do Brasil na Venezuela, Ruy Carlos Pereira, fez em entrevista ao Blog do Planalto.

Outro marco da Cúpula será o reencontro dos chefes de Estado e de governo dos cinco países membros do bloco, pois se trata da primeira reunião após término da suspensão do Paraguai entre países membros.

Sobre o estabelecimento da tarifa zero entre o Mercosul e Chile, Colômbia e Peru, o embaixador lembrou que se trata de proposta feita pela presidenta Dilma Rousseff na Cúpula passada, em Montevidéu (2013), no Uruguai. Ele destacou que o Brasil está disposto a avançar rapidamente nesse processo de desgravação tarifária (progressiva diminuição das tarifas), que é residual, no âmbito da Aladi (Associação Latino-Americana de Integração). O objetivo é completar a constituição de uma área de livre comércio dentro da América do Sul.

“A tarifa zero, pelo menos a ausência de barreira tarifária, sobretudo no que nos interessa, as exportações do Brasil para esses países já existe em grande parte dos produtos. Existe um resíduo de tarifa maior que zero que se aplica num universo de produtos relativamente reduzido, mas que tem importância econômica relevante para cada um desses países, razão pela qual tratam de manter as tarifas acima de zero para proteger os seus segmentos produtivos, mesmo assim, em termos de proteção tarifária é um volume residual. (…) Essa proposta está sobre a mesa o Brasil pretende levar adiante. Esperamos que os demais países se disponham a executar nesse exercício”, declarou.

De acordo com o embaixador, esse é um passo importante no sentido de concluir a realização de uma área de livre comércio na América do Sul, uma vez que já existem áreas de livre comércio estabelecidas entre países membros do Mercosul e vários países da América do Sul. Ele citou como exemplo o comércio entre o Brasil e o Chile, que não é país membro, mas associado ao bloco econômico, que se realiza a praticamente 100% de redução tarifária para todos os produtos.

Ruy Pereira também avaliou exercício da Venezuela na presidência do Mercosul, destacando contribuições nas áreas de cidadania e social. A Cúpula Social do Mercosul, fórum de representantes da sociedade organizada e institucionalizada na última Cúpula realizada no Brasil, é consolidada no encontro deste ano na Venezuela. Outra contribuição da presidência venezuelana é a proposta da criação da zona econômica complementar entre Alba, Petrocaribe, Caricon e Mercosul.

“Nessa presidência venezuelana, excepcionalmente longa devido às circunstâncias do Paraguai, a Venezuela trouxe, a meu juízo, elementos muito valiosos para o futuro do Mercosul, que são elementos da área de cidadania e da área social. A Venezuela fez uma proposta de um Mercosul indígena, de um Mercosul operário, está continuando a tradição das cúpulas sociais do Mercosul”, disse o embaixador, que ressaltou que é por meio da Cúpula Social do Mercosul é que a sociedade organizada tem condição de expressar críticas e apresentar propostas aos governos para o andamento do processo de integração dentro do Mercosul.

Por fim, o embaixador ressalva que a Venezuela ainda não concluiu a adoção do conjunto de normas sobre a integração do Mercosul. Falta, por exemplo, a incorporação da nomenclatura comum do bloco que permite a identificação dos produtos na fronteira e cobrança ou não de tarifas sobre importação.

Quinta-feira, 9 de maio de 2013 às 20:06

Em encontro com Nicolás Maduro, Dilma destaca parceria estratégica com a Venezuela

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (9) que o Brasil tem uma parceria estratégica com a Venezuela e que deseja aprofundar esta parceria em várias áreas, entre elas, a da segurança alimentar. Durante declaração à imprensa após encontro com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a presidenta disse ainda que manterá com Maduro uma relação de alto nível, assim como teve com o presidente Hugo Chávez.

“Hoje reiteramos o compromisso com uma forte parceria, parceria estratégica entre nossos países. Decidimos aprofundar os projetos existentes de cooperação em áreas como alimentos, energia elétrica, energia de petróleo, agricultura, desenvolvimento social e habitação. Discutimos, ainda, novas possibilidades de cooperação, em matéria muito específica de abastecimento, segurança alimentar e também na garantia do suprimento energético”, afirmou Dilma.

Dilma lembrou que, mesmo em um momento de crise, a troca comercial entre os dois países ultrapassou, em 2012, a marca de US$ 6 bilhões. Para ela, os dois países estão mostrando a vocação de criar um futuro comum, que une toda a região, e contribui para um mundo multipolar e multilateral, sem pretensões hegemônicas. A presidenta ainda agradeceu o apoio da Venezuela na candidatura à direção da Organização Mundial do Comércio.

Confira a íntegra

 

Sexta-feira, 19 de abril de 2013 às 3:30

Presidenta participa de reunião extraordinária da Unasul

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta quinta-feira (18), da Reunião da Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em Lima, no Peru.

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