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Sábado, 13 de junho de 2015 às 17:32

Universidades brasileiras terão 1 milhão de novos estudantes em 2015

As universidades brasileiras terão 640 mil novos estudantes apenas neste primeiro semestre de 2015. Somado com o número do segundo semestre, o total chegará a 1 milhão de universitários neste ano, segundo a presidenta Dilma Rousseff. Em entrevista ao Programa do Jô, nesta sexta-feira (12), ela disse que estão garantidas as verbas para manter, neste ano, os principais programas da Educação e que o ajuste fiscal não comprometerá a estratégia “Brasil, Pátria Educadora”, uma bandeira do seu segundo mandato.

“Nós, neste ano, teremos um milhão de novos estudantes na rede universitária, tanto pública, quanto privada. Antes, um milhão se fazia em três anos, quatro anos. Porque só tinha três milhões de pessoas fazendo escola [superior]”, comparou. E disse que é importante cuidar da educação desde os primeiros anos da criança, para levá-la à universidade. Por isso, o governo federal financiará a construção de seis mil neste ano.

“A grande questão do Brasil é educação, mais educação, mais educação”, afirmou ela. Porque somente assim será possível manter a recente redução das desigualdades e a distribuição de renda feita no País, que elevou 50 milhões de pessoas à classe média e retirou 35 milhões da pobreza, explicou. “Para isso ser sustentável e perene, duradouro e efetivo e a gente não voltar atrás, essas pessoas precisam receber educação de qualidade”.

Dilma destacou a importância do conhecimento tecnológico e da inovação para a soberania brasileira. “Para virar um país desenvolvido, e ser uma nação soberana, o Brasil tem de investir em ciência, tecnologia e inovação. E isso tem por base a educação”.

Caminhos para a universidade
Ainda sobre o ensino universitário, a presidenta destacou que os avanços foram construídos ao longo dos últimos 13 anos, “porque você nunca faz isso de um dia para o outro. O acesso à universidade foi garantido através do Sistema Único, que é feito pelo Enem, que é o Sisu. Duplicamos o número de estudantes que fazem hoje universidades públicas”.

E acrescentou: “Nós demos algo que não tinha no Brasil, bolsas em universidades privadas. Você tira o imposto e paga a bolsa. O governo tira o importo e, com esse dinheiro que eles não vão pagar imposto, paga-se a bolsa. Isto daí chama-se Prouni, isso é o Prouni”.

Em seguida, ela abordou o Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies. O programa foi mantido neste ano pelo governo, mesmo passando por uma reestruturação orçamentária. No Fies, disse Dilma Rousseff, se o curso é de quatro anos, o governo financia o pagamento e o aluno só paga 13 anos após ter iniciado os estudos.

Ensino médio e profissionalizante
A presidente contou que, no início do governo, constatou a necessidade de continuar reforçando o ensino profissionalizante. “Vimos o seguinte: um país sem ensino técnico profissionalizando, não consegue inovar. Você precisa não só de cientista, de pesquisador, precisa de técnico de nível médio. E técnico de nível médio tem de ser uma profissão valorizada. Então, fizemos o Programa Nacional de Ensino Técnico (Pronatec)”.

Para viabilizar o Pronatec, o governo procurou parcerias com instituições privadas que já tinham uma estrutura na área do ensino técnico, como o Senai, da confederação Nacional da Indústria; o Senac, do Comércio; o Senat, do Transporte; e o Senar, da Agricultura. “Com esses quatro, fizemos uma parceria e formamos oito milhões de pessoas, homens e mulheres – e é bom dizer que as mulheres foram 52% dos oito milhões”.

O primeiro objetivo, enfatizou Dilma Rousseff, é dar ao estudante do ensino médio uma formação técnica de qualidade. “Por exemplo, ele vai ser um eletricista de primeiro time ao mesmo tempo em que faz seu ensino médio, final de ensino médio”.

O segundo objetivo é fazer a mesma coisa para o trabalhador. “Mas, para o trabalhador, criamos cursos menores. Ou seja, de menor prazo, mas que têm uma sequência. Então, ele começa, por exemplo, como instalador de eletricidade predial. Depois, passa para um outro curso. Geralmente os cursos duram 180 dias ou três meses”. Dessa forma, o governo garante a formação continuada do trabalhador.

Pequenos empreendedores
O governo também oferece cursos para empreendedores e microempreendedores individuais. “Porque nós formalizamos esse pessoal que tem o micronegócio, o microempreendedor individual. Que pode ser a mulher que tem um cabeleireiro; a mulher que faz uma unha; o pipoqueiro; o outro, que faz um serviço”.

Segundo a presidenta, é importante formalizar esses pequenos empresários para que tenham acesso ao microcrédito. “Ele pode tirar, vamos supor, R$12 mil e abrir um ‘negocinho’. Nós damos assistência para ele, ensinamos como é que ele faz as contas dele e acompanhamos isso”. Ele pode também pagar um percentual pequeno sobre sua atividade e ter direito à aposentadoria a partir do momento que cumprir os prazos.

Creches
Em sua entrevista na televisão, a presidenta Dilma falou sobre a importância das creches para o sucesso da vida escolar das crianças, para que todas tenham as mesmas oportunidades. “Antes falavam assim: ‘Ou você faz um bom ensino fundamental ou você faz um ensino universitário’. Não. O ensino tem que ser bom da creche à pós-graduação. Um depende do outro. É tudo interligado”.

Ela lembrou também que se costuma dizer que as creches são necessárias para que as mães possam trabalhar. “Eu acho que é bom para a mãe que trabalha ter creche. Mas você precisa de creche não é para ela, é para a criança. A raiz da desigualdade está na capacidade que a criança vai ter de ser estimulada. Quanto mais estímulo a criança tiver, melhor é o desenvolvimento intelectual, afetivo, emocional. E melhor ela se dedica, depois, ao aprendizado”.

Com essa meta, o governo federal criou um programa para a construção de seis mil creches no País. “Nós não fazemos diretamente as creches. A gente dá os recursos para os municípios fazerem. A mesma coisa acontece com os demais níveis até o ensino técnico”, ressaltou.

Por tudo isso, ter creche no Brasil não é uma questão acessória, enfatizou a presidenta. “Não é um colorido. Ter creche no Brasil ataca a desigualdade na raiz e permite que você crie um futuro de crianças saudáveis”.

Terça-feira, 4 de outubro de 2011 às 9:05

Apoio a produtores rurais, expansão das universidades federais e política de ampliação do mercado de trabalho

Conversa com a Presidenta A coluna Conversa com a Presidenta, publicada nesta terça-feira (4/10) em 198 jornais no Brasil e no exterior, traz perguntas de leitores sobre a política do governo federal de apoio a produtores rurais, o plano de expansão das universidades e o incentivo à inserção de pessoas com mais de 40 anos no mercado de trabalho. A primeira pergunta veio de Gurupi (TO), do agricultor Anisio Willibald Schunke: “Ano após ano perco parte da minha produção por causa das chuvas, ou da seca, ou de pragas. É difícil morar e sobreviver no campo. O que o seu governo pensa disso?”

A presidenta Dilma Rousseff esclareceu que o governo federal dispõe de vários instrumentos de proteção contra os riscos que ameaçam a produção agrícola, a exemplo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que disponibiliza, aos produtores que solicitam empréstimos, um Seguro da Agricultura Familiar. Nessa modalidade, o agricultor paga 2% do valor do contrato de empréstimo e aciona o seguro se as suas perdas superarem 30% da produção. Outro seguro vinculado ao Pronaf é o Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF), que permite ao agricultor obter um desconto no saldo devedor do financiamento de custeio caso o preço do produto fique abaixo do custo de produção.

“Para os agricultores do semiárido nordestino, dos vales do Jequitinhonha e do Mucuri (MG), e do norte do Espírito Santo, há o Garantia-Safra. Este programa assegura uma renda aos produtores de milho, arroz, feijão, mandioca e algodão dos municípios que perderem a metade ou mais da safra com seca ou enchentes. Para a agricultura empresarial, temos o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Nas modalidades pecuária, florestal e aquícola (criação de peixes, crustáceos, etc.), o governo federal arca com 30% do preço do seguro rural, com limite de R$ 32 mil por produtor, por ano. Já na modalidade agrícola, a participação do governo vai de 40% a 70% do preço do seguro, com limite de R$ 92 mil por produtor, por ano”, explicou a presidenta.

Alexandre Rocha de Carvalho, pastor em Barreiras (BA), solicitou informações a respeito da instalação, em seu município, de uma universidade federal e de uma delegacia da Polícia Federal. “Temos boas notícias para você, Alexandre”, respondeu a presidenta, ao afirmar que até 2014 o governo implantará duas novas universidades na Bahia, sendo uma delas em Barreiras – a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba).

“Estamos trabalhando para interiorizar o ensino superior e o ensino técnico. Essa expansão para localidades do interior do Brasil permitirá que os nossos jovens realizem o sonho de estudar, de ter uma profissão, sem precisar se deslocar para os grandes centros urbanos. Com isso, estimulamos o desenvolvimento das pequenas cidades, que podem contar com profissionais qualificados.”

Quanto à presença da Polícia Federal, a presidenta afirmou que o município já conta com um Posto Avançado da instituição, que atua nas ocorrências policiais, atendendo 31 municípios da Subseção Judiciária de Barreiras.

Leia aqui íntegra da coluna Conversa com a Presidenta.

Leia o artigo completo »

Terça-feira, 6 de setembro de 2011 às 20:40

“O maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros”

Em pronunciamento feito em rede de emissoras de rádio e televisão, na noite desta terça-feira (6/9), a presidenta Dilma Rousseff destacou que “o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros”. Na véspera do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, a presidenta Dilma disse que “um país abençoado de riquezas como o Pré-Sal é capaz de transformar estas riquezas em bem estar para o seu povo”.

“Um país que tem rumo e sabe da grandeza do seu destino. Um país que, com o malfeito, não se acumplicia jamais. E que tem na defesa da moralidade, no combate à corrupção, uma ação permanente e inquebrantável. Um país que vem surpreendendo o mundo com seu progresso, mas que sabe que precisa avançar ainda mais. Sabe que precisa melhorar mais, não para mostrar ao mundo que temos valor, mas, para mostrar a nós mesmos que o maior valor que podemos alcançar é o de garantir a qualidade de vida de 190 milhões de brasileiros. Viva o Sete Setembro! Viva o Brasil! Viva o Povo Brasileiro!”

Dilma Rousseff iniciou o pronunciamento oficial lembrando da comemoração do 7 de setembro e enfatizando que “o significado desta data não precisa ser explicado a nenhum de nós”. E prosseguiu: “Mas necessita, a cada dia, ser renovado por todo brasileiro e por toda brasileira”.

“Hoje, também vivemos um momento de transformação. O mundo enfrenta os desafios de uma grave crise econômica e cobra respostas novas para seus problemas. Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação ou até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente, porque o Brasil mudou para melhor”.

Ainda durante o pronunciamento, a presidenta disse: “Nosso Brasil, por ter sido, nos últimos anos, um país que se transformou, que soube fortalecer e ampliar as oportunidades de trabalho, seu mercado interno e o poder de consumo de sua gente, está plenamente preparado para enfrentar mais este desafio. Aqui, o emprego e a renda batem recordes históricos. Nossas reservas internacionais estão mais sólidas do que nunca. O crédito continua crescendo. E a inflação está sob controle. Os juros voltaram a baixar e a estabilidade da economia está garantida”.

A presidenta lembrou que a situação do Brasil diante do cenário internacional é mais privilegiada em relação aos demais países. Porém, segundo destacou, “ainda estamos aquém do que podemos e do que necessitamos”. E continuou: “O Brasil tem muito espaço para crescer – e o povo brasileiro tem motivos de sobra para ter esperança em um futuro ainda melhor. Precisamos crescer não só em termos de economia e de mercado. Não só em consumo de bens, mas, igualmente, na melhoria da qualidade e do acesso aos serviços públicos”.

Em seguida, a presidenta Dilma Rousseff destacou pontos que o governo federal pretende atuar de modo a fazer frente às necessidades do país: “A saúde, a educação e a segurança têm que deixar de ser motivo de insônia dos brasileiros para ser motivo de um novo despertar desta Nação. O círculo virtuoso que precisamos implantar no nosso país é o da qualidade dos nossos serviços públicos, pois já implantamos o grande círculo virtuoso do crescimento com inclusão social e distribuição de renda”.

“Por isso, estamos ampliando o grande esforço que o Brasil fez no governo Lula, e, até 2014, vamos criar mais quatro novas universidades; mais 47 extensões universitárias; e mais 208 novas escolas de educação profissional e tecnológica. Vamos reforçar o ProUni – que atingiu, no mês passado, a marca de 912 mil estudantes beneficiados – e vamos também mandar 75 mil estudantes, com bolsas pagas pelo governo federal, para estudar em excelentes universidades no exterior.”

E informou: “Tão logo seja aprovado pelo Congresso Nacional, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – o Pronatec – vai começar a capacitar para o trabalho 8 milhões de brasileiros nos próximos quatro anos.Ele vai beneficiar estudantes do ensino médio, vai ajudar trabalhadores desempregados a recomeçarem a vida profissional e vai abrir as portas do mercado de trabalho para milhares de brasileiros que deixem o Bolsa Família.”

Durante o pronunciamento a presidenta Dilma disse também que o combate às drogas é um ponto vital que une a questão da saúde e da segurança. “Estamos ampliando o número de UPAs e de Unidades Básicas de Saúde. Um ponto vital une a questão da saúde e a da segurança – o combate às drogas. Como já tive oportunidade de dizer, precisamos enfrentar as drogas, em especial o crack, com muita autoridade contra os traficantes e muito apoio para quem é vítima do vício”, contou.

Dilma Rousseff enfatizou também programas que estão em curso pelo governo, em duas frentes: o Brasil sem Miséria, que deve retirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza, e o Brasil Maior, que vai incrementar a indústria nacional. “Fico feliz, como Presidenta e como brasileira, de poder anunciar e comentar com vocês assuntos desta importância, na véspera do Sete de Setembro”, disse.

“São provas de um país que luta, sem parar, para superar os seus problemas, para ser cada vez mais independente. Um país, por exemplo, que tem, de um lado, um plano da dimensão do Brasil Sem Miséria, que está retirando 16 milhões de brasileiros da pobreza extrema. E de outro, o Brasil Maior, um programa de defesa e incentivo à indústria nacional.”

Segunda-feira, 22 de agosto de 2011 às 18:51

Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Superior e Profissional e Tecnológica

Infográfico: Thiago Dieb


Segunda-feira, 22 de agosto de 2011 às 10:10

Áudio – “Agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores”

 

Segunda-feira, 22 de agosto de 2011 às 10:10

“Agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores”

Café com a presidenta A terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação – composta por universidades e Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (Ifets) – foi o tema do programa de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira (22/8). O programa mereceu edição especial para os 26 estados e o Distrito Federal. O internauta pode ouvir o programa específico aqui.

A presidenta Dilma Rousseff lembrou que, até 2014, serão inauguradas quatro novas universidades federais, no Norte e no Nordeste, 47 novos campi pelo país afora, a partir da expansão de universidades já existentes, além de 208 novas escolas técnicas em 200 municípios. A expectativa do governo é que 1,2 milhão de alunos se matriculem nas universidades federais e, outros 600 mil, nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

“Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos, agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as regiões (…). A expansão da Rede Federal de Educação vai promover uma grande mudança social em nosso país: a mudança pelo conhecimento.”, disse a presidenta.

Dilma Rousseff explicou que o governo federal utilizou vários critérios para fazer a seleção das cidades beneficiadas, como a priorização dos municípios com mais de 50 mil habitantes em microrregiões onde não existiam escolas da Rede Federal e no interior do Brasil, localidades com elevado percentual de extrema pobreza e, por último, municípios que têm mais de 80 mil habitantes cuja prefeitura arrecada pouco e tem dificuldade de investir em educação.

A presidenta afirmou que o processo de expansão foi iniciado no governo Lula, entre 2003 e 2010, período em que foram criadas 14 universidades federais e 126 novos campi universitários. O número de escolas técnicas também cresceu muito nos últimos anos, complementou a presidenta, ao citar que entre 1909 – quando foi criada a primeira escola técnica –, e o ano de 2002, foram abertas apenas 140 escolas técnicas. Já, entre 2003 e 2010, foram 214 novas escolas técnicas.

“Fazendo as contas, você vai ver que o governo Lula fez mais do que nos cem anos anteriores, e que agora nós também faremos mais do que nos cem anos anteriores.”

Durante o programa, a presidenta tocou em um assunto recorrente em seus discursos e entrevistas: o enfrentamento à crise financeira internacional. Ela reafirmou que esse salto que o Brasil está dando na educação, criando mais oportunidades para os brasileiros, também ajudará o país a enfrentar os efeitos da crise. Mais uma vez a presidenta foi enfática ao defender que o Brasil está preparado para atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial. “Mas não podemos descuidar”, alertou.

“Nós temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação mundial de muitas turbulências lá fora (…). Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os olhos do amanhã. Por isso o nosso esforço para dar o salto na educação, o salto tecnológico, o salto para o Brasil competitivo, capaz de produzir, de inovar e de gerar oportunidades e riquezas para todos os brasileiros”, finalizou.

Ouça abaixo íntegra do programa de rádio Café com a Presidenta ou leia aqui a transcrição.
 

Terça-feira, 16 de agosto de 2011 às 13:56

Áudio – O início de uma nova etapa de expansão das universidades e institutos federais

 

Terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 às 9:06

Investimentos no Nordeste, poluição por sacolas plásticas e acesso às universidades públicas

Conversa com a Presidenta

A coluna semanal “Conversa com a Presidenta” aborda temas como investimentos no nordeste, poluição por sacolas plásticas e o acesso às universidades públicas. A primeira pergunta veio de Arcoverde (PE). O produtor cultural Romero de A. Cavalcanti lembrou que a presidenta Dilma Rousseff esteve, na companhia de ex-presidente Lula, visitando as obras do rio São Francisco e, por este motivo, quis saber se os investimentos naquela região vão ser aumentados.

“Planejamos aumentar o volume de investimentos em todo o país, principalmente em obras de infraestrutura energética, logística e social-urbana. As obras iniciadas no governo Lula estão distribuídas por todo o território nacional, com prioridade para os estados que nunca receberam a atenção devida, o que inclui os da sua região. Começamos a trabalhar por um país mais equilibrado e justo socialmente. Eu participei da formulação e tenho, portanto, compromisso com essas diretrizes. Os empreendimentos iniciados no governo passado terão seguimento, incluindo os megaprojetos no Nordeste, como são os casos da Integração do São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional, também chamada de Transposição do São Francisco, a Transnordestina, as refinarias Premium I (MA) e Abreu e Lima (PE). Além disso, terão início as obras da Refinaria Premium II (CE).”

Leia aqui a íntegra da coluna ‘Conversa com a Presidenta’.

E continuou: “Para o PAC 2, entre os critérios de seleção de projetos está a questão do impulso ao desenvolvimento regional, o que contempla os estados do Nordeste. Os investimentos serão maiores em todos os setores. Como exemplo, cito o da habitação – o Minha Casa Minha Vida-2 vai financiar a construção de mais 2 milhões de moradias, com subsídios maiores para as menores faixas de renda. Boa parte será destinada aos estados da sua região.”

Preocupado com o meio ambiente, o estudante Ivan T. Macedo, morador em Arapongas (PR), conta que “já vi muitas reportagens mostrando o absurdo dos milhões de sacolas plásticas, que não são absorvidas e ficam poluindo durante anos e anos”. Ele indaga a presidenta sobre se “o governo já pensou em tomar uma providência a respeito?”

“Ivan, a sua preocupação é também nossa e por isso estamos agindo. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou, em 2009, uma grande campanha de conscientização chamada “Saco é um Saco”, utilizando todos os tipos de mídia, como filmes para TV e cinema, internet, rádio, etc. Estamos mostrando o desastre que representa o consumo excessivo e o descarte incorreto de sacolas plásticas. O convencimento é mais adequado e produtivo do que a proibição. Os resultados estão aí: nos últimos 18 meses, evitamos o consumo de 5 bilhões de sacolas plásticas.”

A presidenta enfatizou: “Considerando que em 2009 foram produzidos 15 bilhões de sacolas, a redução foi significativa. A campanha envolve governos estaduais e municipais, supermercados, lojas e a própria indústria de plástico. Há supermercados, por exemplo, que estão dando descontos para clientes que usam seus próprios recipientes. O MMA distribuiu 200 mil sacolas retornáveis. Os municípios de Xanxerê (SC) e Jundiaí (SP) baniram as sacolas plásticas voluntariamente. O movimento tende a crescer cada vez mais. Pacto firmado pelo MMA com o setor de supermercados, abrangendo cerca de 76 mil estabelecimentos, prevê a redução de 30% das sacolas até 2013 e de 40% até 2014. Quero aproveitar para conclamar a população a aderir a esse movimento, que é fundamental para a nossa qualidade de vida.”

Privatizar ou melhorar o acesso às universidades públicas? A indagação é feita por Meire Alvez, trabalhadora autônoma, residente em Cuiabá (MT). Na resposta, a presidenta Dilma Rosuseff assegurou que “em vez de privatizar, nós vamos fortalecer as instituições federais de ensino superior dos pontos de vista físico, acadêmico e pedagógico”.

“As universidades e institutos de educação, ciência e tecnologia terão mais extensões universitárias (campi), vagas e cursos, objetivando ampliar as oportunidades de acesso à educação superior para os nossos jovens. Daremos continuidade às iniciativas do governo do ex-presidente Lula, que criou 14 novas universidades e 126 novas extensões universitárias. Vamos continuar expandindo o ProUni, que desde a sua criação, em 2004, já concedeu bolsas de estudos para 748 mil jovens – com renda familiar por pessoa de até 3 salários mínimos – cursarem faculdades particulares. Para ampliar o acesso às universidades, fortaleceremos também o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), programa de empréstimos a estudantes de instituições privadas. A taxa de juros é de apenas 3,4% ao ano e não há a exigência de fiador. O débito pode ser liquidado em até 15 anos e o formado tem até 18 meses para iniciar as amortizações.”

Quarta-feira, 15 de dezembro de 2010 às 18:49

Relação histórica governo-sociedade impulsionou políticas públicas do País

Em 1975, o então dirigente sindical Luiz Inácio Lula da Silva tentou entregar uma carta ao então presidente Ernesto Geisel, que visitava a fábrica da Ford em São Paulo (SP). Só conseguiu graças à intervenção do governador paulista à época, Paulo Egídio Martins, que o levou para perto de Geisel e o apresentou. A dificuldade para se aproximar de Geisel – ou de qualquer outro presidente brasileiro anos atrás – era uma tarefa praticamente impossível para sindicalistas, trabalhadores rurais, sem-terra ou estudantes. Esse tempo ficou para trás. Governo e sociedade civil aprenderam enfim que, trabalhando em parceria, todos tem a ganhar – principalmente o País. O presidente Lula é um dos primeiros a reconhecer, como o fez hoje em encontro promovido com movimentos sociais no Palácio do Planalto, em Brasília (DF):

Eu vim do meio de vocês, conheço de cor e salteado os problemas que vocês vivenciam todos os dias. (…) E é isso que eu penso que fez a diferença quando eu cheguei à Presidência da República. Vocês estão lembrados que eu dizia que um dos maiores legados que um presidente da República pode deixar ao deixar a Presidência é a mudança no relacionamento entre o estado e a sociedade, entre o governo e as instituições do movimento social. (…) Se criou a ideia de que a relação entre o estado e a sociedade é a relação entre o todo-poderoso estado e o dócil povo brasileiro. Nós não tratamos assim. Fizemos 73 conferências nacionais, envolvendo mais de 5 milhões de pessoas, e essas conferências decidiram parte dos acertos das políticas públicas que nós colocamos em prática no País.

Lula reafirmou sua crença no constante diálogo para fazer fluir a relação entre governo e sociedade. Se outros presidentes preferiram nunca se reunir com reitores de universidades, prefeitos, sindicalistas ou estudantes, para ele era uma questão de reconhecimento – e agradecimento. Afinal, “não era possível que nós, depois de recebermos o carinho de vocês nas eleicoes de 2002, que a gente não pudesse mostrar à sociedade brasileira que tinha um jeito diferente de um presidente da República se relacionar com o seu povo”.

O presidente lembrou, no entanto, que a luta está apenas começando. Que o governo Dilma, que assume a partir de janeiro de 2011, terá muito o que fazer pela frente e precisa continuar contando com o apoio e as reivindicações dos movimentos populares. Para coisa já conquistada, muitas outras passam a fazer parte do desejo de todos. “Assim caminha a humanidade”, disse Lula. “Vocês me ajudaram a construir um outro País, mesmo quando vocês fizeram críticas. Me fizeram enxergar caminhos que eu não estava enxergando.”

Ouça o áudio com a íntegra do discurso do presidente:

 

Terça-feira, 14 de dezembro de 2010 às 11:54

Aposentadoria, piso salarial dos professores e bolsas de estudo

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