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Quarta-feira, 5 de junho de 2013 às 17:14

Dilma sanciona lei que cria quatro novas universidades

A presidenta Dilma Rousseff destacou, depois de sancionar as leis que criam as universidades federais do Cariri (UFCA), do Sul Sudeste do Pará (Unifesspa), do Oeste da Bahia (Ufob) e do Sul da Bahia (Ufesba), a importância da interiorização e o acesso social ao ensino universitário. Segundo Dilma, na escolha dos novos campi, foi levado em conta a capacidade de irradiação do ensino nas regiões.

“Criar universidades é um ato importante porque, além de criar oportunidades, tem um efeito transformador nas pessoas, nas regiões e no país. (…) E, principalmente, quando a gente sabe que o Brasil teve um processo longo para que essa questão, que é crucial, a questão do acesso a educação, principalmente da educação universitária, fosse colocada como uma questão fundamental de governo”, destacou.

A criação das universidades faz parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni), que, entre 2003 e 2010, o foi responsável pela criação de 14 novas universidades federais e 126 novos campi ou unidades acadêmicas, chegando agora a 63 universidades e 321 campi em todo o país. A expansão aumentou também o número de municípios brasileiros atendidos por universidades federais, passando de 114, em 2003, para 272, em 2010.

Outros anúncios

A presidenta ainda anunciou a entrada de instituições militares no Programa Ciência Sem Fronteiras, que envia estudantes às melhores universidades do mundo, com 500 bolsas dedicadas, principalmente, a pós-graduação. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também revelou uma parceria entre universidades e institutos federais de ensino técnico com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME).

As duas instituições terão serão vagas expandidas, e tanto o IME, quanto o ITA terão parcerias com cursos de engenharia de universidades federais de diferentes partes do país. Elas também ficarão responsáveis por cursos técnicos nos institutos federais.

Confira a íntegra

 

Quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 às 10:38

No Café com a Presidenta, Dilma fala sobre o novo salário mínimo de R$ 678 e da isenção de IR para quem recebe até R$ 6 mil de participação nos lucros

 

Terça-feira, 9 de novembro de 2010 às 10:07

Discurso do presidente Lula na aula inaugural de ensino à distância de Maputo, em Moçambique

 

Quinta-feira, 2 de setembro de 2010 às 14:33

Aula inaugural da Unila, em Foz do Iguaçu (PR)

 

Quinta-feira, 2 de setembro de 2010 às 13:18

Aula inaugural da Unila

Sexta-feira, 27 de agosto de 2010 às 16:04

Articulação popular alimenta programas do governo

Os grandes programas de governo são resultado da articulação social e pensados com base nas reais necessidades do povo brasileiro, afirmaram nesta sexta-feira (27/8) o presidente Lula e o ministro da Educação, que participaram da inauguração dos campi da Universidade Federal e do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, em Caruaru. Segundo Lula, não é mais possível manter o País em situação de extrema desigualdade regional e por isso o governo dá atenção maior às políticas públicas que tenham como foco prioritário as regiões menos favorecidas.

Eu tinha na minha consciência a clareza de que era preciso, para mudar o Brasil, mudar a realidade regional tão discrepante. Não era possível a gente tornar o Brasil mais equânime se a gente não atacasse rapidamente as distorções que existiam em nosso país. E isso está acontecendo.

Em seu discurso, antes de Lula, o ministro Haddad defendeu a parceria do governo com os movimentos sociais, que devem ser elogiadas mais do que criticadas:

Muitas vezes o movimento social é acusado de bater bumbo sobre suas próprias conquistas junto ao governo do presidente Lula, e muitas vezes o movimento social chega a ser ofendido, sendo chamado de chapa branca, por reconhecer tais conquistas. Entretanto, o movimento social é o primeiro a saber que ele só faz isso para fazer das conquistas do governo uma plataforma para novas conquistas.

Lula lembrou ainda que para o processo de transformação do Brasil ser mantido, é preciso que a juventude compreenda que a maior ferramenta de desenvolvimento é a educação. O saber e o conhecimento dão a oportunidade para crescermos, afirmou. “Por isso é necessário estudar agora, porque o estudo de vocês hoje significará a independência de vocês amanhã”, disse o presidente.

Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente no evento:

 

Terça-feira, 24 de agosto de 2010 às 13:40

Para governar bem, é preciso conhecer a diversidade do povo

Quarta-feira, 18 de agosto de 2010 às 12:09

Uma linha de financiamento para os estudantes brasileiros

O governo trabalha para colocar à disposição de estudantes linhas de financiamento para universidades privadas. A novidade foi apresentada pelo presidente Lula, na noite da última terça-feira (18/8), em evento realizado em Petrolina, sertão de Pernambuco. Para uma plateia de universitários, o presidente revelou que existe um estudo com esta finalidade. Os primeiros detalhes dizem que o valor devido terá uma correção a taxa de 3,4% ao ano e, após a conclusão do curso, o aluno terá carência de 18 meses e poderá saldar a dívida em até 16 anos.

Lula compareceu ao campus da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) para cerimônia de inauguração do complexo administrativo e do centro de convivência do Campus Petrolina e das obras do campus de Ciências Agrárias. Segundo revelou o presidente, a proposta foi apresentada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, que disse à época: “Presidente, se a gente conseguir criar esse programa, vai ter muito americano com inveja dos brasileiros, porque será o programa de financiamento mais sofisticado que se tem conhecimento e com maior tempo para as pessoas pagarem”.

O presidente Lula destacou ainda que nos dias atuais os jovens têm dificuldades de acesso aos empréstimos bancários, em maior escala, pela exigência de fiador. Ele contou que o candidato pede o aval a um amigo e a resposta mais comum é que ele precisa consultar a mulher e, no dia seguinte, responde de modo negativo. Ou quando solicita para uma mulher, ela diz que vai consultar o marido e retorna com outra negativa sobre o pedido de fiança.

Então, nós queremos criar um fundo garantidor, assumido pelo próprio governo, para a gente fazer financiamento para jovem pobre que queira estudar. Este jovem vai pagar quanto de juro, Fernando? 3,4% ao ano, este jovem vai ter… durante o momento em que ele está estudando, ele não paga nada; depois que ele se formar, ele tem acho que um ano e meio de carência e, depois, ele tem 16 anos para pagar esse dinheiro que ele tomou emprestado para se formar. Bem, se ele, em algumas áreas – eu vou falar de uma só, na área da saúde –, se formar e ele for prestar serviço, um serviço público, em uma região que mais necessita, sobretudo no SUS, a cada ano que ele trabalhar desconta um pouco daquilo que ele ia pagar, portanto, ele pode até não pagar nada do estudo que ele se formou.

Durante a cerimônia, o presidente Lula foi convidado pelo reitor da Univasf, José Weber Macedo, para comparecer no ano que vem à universidade para dar uma aula inaugural. Ao encerrar o discurso, Lula confirmou que retornará a Petrolina, em 2011, para conversar com os universitários.

Terça-feira, 17 de agosto de 2010 às 18:16

Universidade transforma a vida de um engraxate em Petrolina (PE)

Geílson Ribeiro da Silva tinha tudo para ser apenas mais um na estatística de jovens humildes. Quando criança e adolescente, vendia picolé e engraxava sapatos pelas ruas de Ouricuri, município do sertão pernambucano, distante 213 quilômetros de Petrolina. Mas era grande o seu desejo de cursar uma universidade e isso o fez mudar radicalmente seu destino. Saiu de casa e foi para Petrolina, onde tempos depois começou a frequentar as aulas da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

“O estudo é uma forma de retribuir aos meus pais”, disse emocionado ao lado da mulher Mariana Rodrigues, da filha Maria Clara e da mãe Francisca Ferreira da Silva, que veio especialmente para ver o filho discursar para o presidente Lula na cerimônia desta terça-feira (17/8) que marca a inauguração do complexo administrativo do centro de convivência do campus Petrolina, bem como das obras do campus de Ciências Agrárias da Univasf.

Geílson diz que tem muito a agradecer ao presidente Lula pela criação da universidade, que atualmente lhe concede um estágio no Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI). Seu sonho agora é poder retribuir sendo professor da Univasf, ensinando a outros jovens tudo o que aprendeu.

Mesmo sabendo que setor de Tecnologia da Informação abre os horizontes, o jovem sequer tem planos de deixar Petrolina. Quer ser feliz com a família e seguir no trabalho na cidade que o acolheu e lhe deu oportunidade de viver com a ajuda de custo de R$ 367,00 e mais o auxílio transporte.

Segunda-feira, 16 de agosto de 2010 às 16:24

Nos trilhos da Transnordestina, a formação de mão de obra

Para fazer frente à crescente demanda por mão de obra, o Instituto Federal do Sertão Pernambucano preparou o curso de edificações de olho nas obras da Ferrovia Transnordestina, empreendimento de 1.728 quilômetros que passará pelos estados de Pernambuco, Piauí e Ceará. O objetivo do instituto é dar uma profissão aos jovens de Salgueiro, um dos municípios mais carentes do interior pernambucano.

O ponto de partida será dado na terça-feira (17/8), quando o presidente Lula inaugura o campus do instituto, visita o canteiro de obras da Aliança Transnordestina e da maior fábrica de dormentes da América Latina. Pela manhã, no Aeroporto de Petrolina – distante 270 quilômetros de Salgueiro – Lula concede entrevista para emissoras de rádio locais e no fim da tarde, na mesma cidade, inaugura um prédio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

O reitor do instituto federal, Sebastião Rildo, conversou com o Blog do Planalto, explicando o processo de expansão dos cursos técnicos no estado. Ele disse que há cinco anos, o instituto tinha 650 alunos. Atualmente, 3.680 cidadãos buscam aprender uma profissão nas salas da institutição. A procura pelos cursos técnicos, segundo Rildo, permitirá a construção de mais três campi na região.

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