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Domingo, 12 de outubro de 2014 às 10:00

Prêmio Jovem Cientista atrai cada vez mais projetos e participantes

Um dos maiores reconhecimentos entre a comunidade científica brasileira, o Prêmio Jovem Cientista recebe números recordes de inscritos. Apenas em 2013 foram 3.226 no total. O número de participantes entre estudantes de nível médio não para de crescer: subiu de 1.826 inscrições em 2009 para 2.541 no ano passado. A edição de 2013 foi também a que registrou a maior quantidade de inscritos entre estudantes de nível superior desde a criação do prêmio, em 1981.

Um dos vencedores do Prêmio Jovem Cientista em 2013, José Leôncio de Almeida desenvolveu metodologia que permite o melhor aproveitamento da água na região do semiárido nordestino. Foto: Acervo Pessoal

Um dos vencedores do Prêmio Jovem Cientista em 2013, José Leôncio de Almeida desenvolveu metodologia que permite o melhor aproveitamento da água na região do semiárido nordestino. Foto: Acervo Pessoal

Neste ano, o desafio da Segurança Alimentar e Nutricional é o tema do Jovem Cientista. Os interessados podem concorrer em três categorias: Mestre e Doutor; estudante de nível superior e estudante de nível médio. As inscrições estão abertas até 19 de dezembro e a premiação varia de R$ 15 mil a R$ 30 mil para a categoria Mestre e Doutor e de R$ 10 mil a R$ 15 mil para os estudantes de nível superior. Os vencedores na categoria estudante de nível médio recebem um laptop cada.

Pesquisa científica 
Primeiro colocado na última edição do prêmio Jovem Cientista entre os estudantes de nível superior, José Leôncio de Almeida resolveu participar do prêmio por se identificar com o temática proposta em 2013: ‘Água: desafios da sociedade’. Natural da região do semiárido nordestino, o então estudante de agronomia da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), desenvolveu uma metodologia para colaborar com a capacidade produtiva de alimentos na localidade onde ocorre um dos principais problemas de falta d’água no País.

“Por meio da redução da salinidade da água da região, encontramos uma alternativa para irrigação do milho e do sorgo. Isso resultou em uma economia em torno de 85% para a agricultura local. A intenção é tornar viável esta pesquisa para uma das regiões do Nordeste que mais sofre com a falta de recursos hídricos”, destacou.

O estudante afirmou, ainda, que a conquista do Jovem Cientista o motivou a continuar sua carreira como pesquisador. Já formado, José Leôncio é hoje aluno do Mestrado da Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queiroz’, ligada à Universidade de São Paulo (USP).

Importância da tecnologia para o desenvolvimento do País 
Para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, o papel fundamental do prêmio é estimular jovens pesquisadores: “Sem tecnologia e conhecimento não será possível proporcionar condições adequadas de sobrevivência para a população brasileira. Nossas conquistas estão todas relacionadas à nossa produção científica e ` formação de capital humano. O prêmio possui nove premiados, mas o impacto decorrido da participação dos mais de três mil jovens é a ação motivadora e educadora mais importante desta iniciativa”, destaca.

Em relação ao tema do prêmio em 2014, Glaucius defende que pesquisas na área de segurança alimentar podem ter grande contribuição para o desenvolvimento do Brasil, que é o quarto maior produtor de alimentos do mundo. De acordo com presidente, a redução do desperdício por meio do desenvolvimento de novas tecnologias de produção, armazenamento e distribuição de alimentos é ainda um dos grandes desafios que o Brasil enfrenta.

Premiação
O Prêmio Jovem Cientista é uma das principais premiações da área científica no Brasil. Criado na década de 1980 pelo CNPq, a iniciativa tem como objetivo revelar talentos e estimular a pesquisa científica no País, além de investir em estudantes e jovens pesquisadores que apresentem projetos inovadores para os desafios atuais.

Sábado, 2 de agosto de 2014 às 10:00

BNDES e banco japonês assinam acordo que beneficia pequenas e médias empresas

Brasil e Japão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Cooperação Internacional do Japão (JBIC) assinaram nesta sexta-feira (1º), Memorando de Entendimento direcionado a pequenas e médias empresas. A assinatura ocorreu durante a visita oficial do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, ao Brasil.

O memorando tem por objetivo identificar potenciais projetos de investimentos de pequenas e médias empresas (PMEs) japonesas no Brasil, realizados diretamente ou em parceria com empresas locais, que sejam de interesse dos dois países. Se viabilizados, estes investimentos podem abrir caminho para a ampliação das relações econômicas bilaterais. Entre as áreas com potencial para as parcerias estão tecnologia e inovação, nas quais o Japão possui alto grau de desenvolvimento.

Com vigência de três anos, o acordo também prevê intercâmbio de informações sobre potenciais projetos de interesse mútuo e que sejam organizados, nos dois países, seminários e reuniões para discutir ambiente de investimentos do Brasil, além de possíveis mecanismos de financiamento.

Fonte: BNDES.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

O Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento foi lançado nesta quarta-feira (25). A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto durante reunião do Conselho de Ciência e Tecnologia e Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff, de ministros de diversas áreas, e representantes da indústria e de instituições de pesquisa.

As plataformas são arranjos público-privados que articulam competências com base em uma infraestrutura de ciência e tecnologia e inovação (CT&I) de última geração, com instituições de pesquisa e empresas.

Elas serão estruturadas pela lógica da resolução de grandes problemas brasileiros, orientadas pela demanda prioritária estratégica do Brasil, e deverão gerar conhecimento, com o avanço científico, produtos e processos com alto impacto na CT&I e consequentemente na vida social do Brasil.

“As plataformas vêm como um complemento e um avanço da política que estava sendo realizada. É uma articulação da CT&I com o sistema empresarial para o projeto de desenvolvimento brasileiro robusto e consolidado” explicou o ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, ao Blog do Planalto.

Uma das metas do programa é criar, em 10 anos, 20 plataformas do conhecimento em áreas como agricultura, saúde, energia, aeronáutica, tecnologia da informação e comunicação, naval e equipamentos, dentro outras.

“Toda nossa preocupação é preparar as bases para a gente dar um salto na CT&I no Brasil. O pressuposto disso é que nós não podemos fazer mais do mesmo”, disse o presidente da Finep, empresa pública vinculada ao MCTI, Glauco Arbix. “Com isso, acredito que o país se coloca no mesmo patamar dos principais países no mundo hoje”, completou.

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Quinta-feira, 14 de março de 2013 às 13:50

Inovar para o Brasil é uma questão de estar à altura do seu potencial, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta quinta-feira (14), durante o lançamento do Plano Inova Empresa, que o Brasil tem condições de dar a importância à questão da inovação necessária ao país. A iniciativa prevê investimentos de R$ 32,9 bilhões para impulsionar, por meio da inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em setores da economia como agropecuária, petróleo e gás, aeroespacial, tecnologia da informação e sustentabilidade socioambiental.

“Hoje, nós temos condição, de fato de dar a importância à questão da inovação necessária ao nosso país. (…) Esse encontro ocorre sob uma bandeira que eu considero estratégica para o Brasil que é a inovação. A Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) está em perfeita sintonia com a visão que o governo federal tem para um dos desafios fundamentais que é o desafio de construção de um país inovador, que tem que ser construído. (…) Inovar para o Brasil é uma questão de estar a altura do seu potencial”, afirmou Dilma.

Dilma ainda anunciou o modelo institucional da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que será uma organização social (OS). Ela é uma iniciativa do governo federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ministério da Educação (MEC), com a missão de fomentar o processo de cooperação entre empresas nacionais e instituições tecnológicas ou instituições de direito privado sem fins lucrativos.

“Creio que o estado dispõe hoje de meios que permitem que nós façamos a indução ao desenvolvimento, que permite que façamos desonerações tributárias, que permite que nós tenhamos uma política de crédito adequada a esse processo. Eu sei que nós, hoje, precisamos de tomar uma providência e a tomamos. (…) Nós temos de dedicar toda nossa atenção para que tenhamos um país mais construtivo, menos desigual e uma economia com grande capacidade de ser produtiva, de ter uma elevada produtividade para poder ser competitiva”, completou.

» Saiba mais sobre o programa na apresentação do ministro Marco Antonio Raupp:

Confira a íntegra


 

Quinta-feira, 14 de março de 2013 às 7:29

Agenda: lançamento do Programa Inova Empresa

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), às 10h, no Palácio do Planalto, do lançamento do Programa Inova Empresa, por ocasião da reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Depois, Dilma recebe Alexandre Raposo, presidente do Grupo Record, às 15h; Fernando Bezerra, ministro da Integração Nacional, às 16h30; e João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, às 18h.

Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 às 11:12

Dilma Rousseff recebe o primeiro-ministro russo

Dilma Rousseff se reuniu com Dmitri Medvedev, primeiro-ministro da Rússia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff se reuniu nesta quarta-feira (20) com o primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, no Palácio do Planalto. Durante o encontro, que durou mais de uma hora, foram debatidos temas como energia, defesa e cooperação entre os dois países.

A presidenta ainda elogiou a liderança russa no G20, que considerou positiva para a agenda brasileira, com destaque para o crescimento e a geração de empregos. A situação do Oriente Médio também foi analisada durante o encontro. Dilma convidou as empresas russas a participarem dos projetos de infraestrutura no Brasil e ressaltou a importância de se reforçar a relação comercial e os investimentos entre os dois países.

Medvedev ainda participa da VI Reunião da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia, no Itamaraty. Os dois países tratarão do aprofundamento da cooperação bilateral com ênfase em ciência, tecnologia, inovação, relações econômico-comerciais, agropecuária, energia e educação.

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