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Segunda-feira, 11 de janeiro de 2016 às 15:16

Ministro destaca avanços que novo marco legal traz para pesquisadores e instituições

Após a presidenta Dilma Rousseff sancionar, nesta segunda-feira (11), o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, o ministro da pasta, Celso Pansera, disse, em entrevista ao Blog do Planalto, que institutos e fundações vinculadas às universidades públicas poderão participar como sócios minoritários de empresas voltadas para a pesquisa científica.

“Isso faz com que o pesquisador e a instituição se sintam mais donos do processo, e que tenha também retorno financeiro para a instituição”, disse o ministro.

Além da aproximação entre as universidades e as empresas, o ministro destacou a segurança jurídica que o Marco Legal da CT&I traz para os professores pesquisadores.

“A segurança serve para que o professor não perca a sua dedicação exclusiva, a progressão da sua carreira e até a certeza de que ele poderá dedicar 8 horas por semana da sua carga horária para a pesquisa. Os direitos já conquistados não serão subtraídos”.

Para o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Wanderley de Souza, os pesquisadores terão mais possibilidades de desenvolver seus projetos.

“Um professor que tem um projeto bom na universidade que já gera um produto, hoje, pela legislação, se for um professor de dedicação exclusiva, não poderia ir trabalhar em uma empresa. Ele teria que pedir demissão ou licença sem vencimentos. Agora ele pode continuar com sua atividade na universidade e ir também trabalhar na empresa, inclusive ocupando uma posição de comando”.

Outro ponto do Marco Legal da CT&I destacado pelo ministro Pansera é a isenção e redução do imposto para as importações realizadas por empresas na execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Chamada Universal
Após elogiar a iniciativa do governo federal de abrir a Chamada Universal de 2016, que vai destinar R$ 200 milhões para apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica, o ministro explicou porque não houve chamadas no ano passado.

“Em 2015 houve uma opção do governo de pagar as chamadas de 2013 e 2014 que estavam atrasadas. Nós fizemos isso. Inclusive agora, na semana que passou, nós pagamos R$ 44 milhões de reais da chamada de 2014. Então nós zeramos o débito do governo com a comunidade científica e temos agora a cabeça erguida e a certeza de que podemos lançar novos editais”. 

As medidas estão tendo repercussões positivas em diversos segmentos ligados à área de ciência, tecnologia e inovação. Confira abaixo.

Segunda-feira, 19 de outubro de 2015 às 21:46

Na Finlândia, Dilma prioriza educação, ciência, tecnologia e inovação

Selo - FinlandiaA presidenta Dilma Rousseff chegou à Finlândia nesta segunda-feira (19) para sua primeira visita oficial ao País, na qual espera aprofundar a agenda bilateral em áreas prioritárias como educação, ciência, tecnologia e inovação. Nesta terça-feira (20), Dilma vai se encontrar com o presidente finlandês, Sauli Niinistö, com o primeiro-ministro, Juha Sipilä, e com empresários locais, além de visitar a Universidade de Aalto.

Os encontros da presidenta no país escandinavo também são uma oportunidade para ampliar o diálogo entre os dois países em temas da agenda internacional, como comércio e finanças, meio ambiente, mudança do clima e reforma das Nações Unidas. A Finlândia apoia o pleito brasileiro por um assento permanente em um Conselho de Segurança da ONU e os dois países coincidem na necessidade de promover a atualização das instâncias de governança global.

Presidenta Dilma na chegada ao Aeroporto Internacional de Helsinque-Vantaa, na Finlândia. Ela foi recebida pelo embaixador do Brasil na Finlândia, Antonio Francisco da Costa e Silva Neto, e a Chefe do Protocolo da Finlândia, Maimo Henriksson. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Na chegada ao Aeroporto Internacional de Helsinque-Vantaa, Dilma foi recebida pelo embaixador do Brasil na Finlândia, Antonio Francisco da Costa e Silva Neto, e a chefe do Protocolo da Finlândia, Maimo Henriksson. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segundo o embaixador do Brasil na Finlândia, Antônio Francisco da Costa e Silva, “a visita da presidenta Dilma à Finlândia é extremamente oportuna porque, desde o encontro dela com o primeiro ministro finlandês no Brasil, em 2012, eles haviam acordado dar especial prioridade à cooperação bilateral em matéria de educação, ciência, tecnologia e inovação, onde a Finlândia evidentemente tem um desempenho notável e reconhecido internacionalmente”.

Além do interesse em desenvolver ações conjuntas em educação básica e na formação de educadores, áreas de reconhecida competência da Finlândia, o Brasil poderá fortalecer parcerias existentes em biotecnologia e nanotecnologia, bem como explorar novas áreas de cooperação em temas como redes elétricas inteligentes, nos setores naval e de exploração offshore de petróleo, além de possíveis iniciativas em indústrias como as de papel e celulose e de telecomunicações

“Nossa aposta no relacionamento com a Finlândia, que é historicamente excelente, é de manter dando frutos relevantes para o Brasil em matéria de reforma do nosso ensino, de melhoria da nossa capacidade de inovação e empreendedorismo, sobretudo com maior conteúdo cientifico e tecnológico”, disse o embaixador.

Segundo ele,  a Finlândia tem uma experiência relevante nessas áreas e tem também o desejo de compartilhar com o Brasil. “Um relacionamento baseado na confiança mútua que sempre existiu entre os dois países e que agora consegue, com base nesse relacionamento, nos oferecer frutos concretos”, afirmou.

Quarta-feira, 14 de outubro de 2015 às 20:16

Brasil mostrará na COP21 que energia verde-amarela é a contribuição que mundo espera

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Dilma: com o nível de desenvolvimento científico-tecnológico deste laboratório, País terá todas as condições para cumprir essa meta e até superá-la. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta quarta-feira (1º), que o Brasil tem todas as condições de mostrar, na 21ª Conferência do Clima (COP 21), em dezembro, como vai cumprir a meta que traçou, de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 43% até 2030. Segundo ela, a matriz de combustível brasileira é uma das bases mais importantes para que o País possa mostrar que essa ambiciosa meta é factível. A COP 21 será realizada em Paris.

Vamos deixar claro em dezembro, lá em Paris, que as nossas metas não são só factíveis, mas que o Brasil, mais uma vez, mostrará que, nesta questão da energia renovável, a energia verde e amarela é, sem sombra de dúvida, aquilo que o mundo pode esperar de nós como contribuição nesta área”. 

“Nós temos uma vantagem: nenhum carro se move, neste País, sem etanol. Nós construímos isso ao longo da história. Estamos nos comprometendo com uma meta audaciosa para o etanol, de elevar de 30 para 50 milhões de toneladas a contribuição do etanol na nossa matriz de combustível”, afirmou ela, ao participar da inauguração do novo Complexo de Laboratórios de Tecnologia Agrícola. do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), da empresa Raízen, na Fazenda Santo Antônio, em Piracicaba (SP).

O complexo inaugurado hoje é um dos mais avançados do mundo na pesquisa para a produção de etanol de segunda geração (2G). Esse tipo de combustível é obtido a partir do reaproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar, o que atende a busca do governo por fontes de energia limpas e renováveis. A presidenta Dilma já tinha visitado a Raízen de Piracicaba em julho passado, quando inaugurou a Unidade de Produção de Etanol 2G.

“Eu tenho a certeza, depois de julho, quando vi a produção de etanol celulósico, mas sobretudo agora, que eu vejo o nível de desenvolvimento científico-tecnológico e de inovação aqui deste laboratório, que temos todas as condições para cumprir essa meta. E, se for o caso, até superá-la. Sabemos que essa conferência vai ser um momento muito importante para que façamos com que o mundo saiba como é que se produz etanol aqui e qual é o futuro que nós delineamos para essa área de atividade”, destacou.

Dilma fez questão de ressaltar que o governo, por meio de investimentos em pesquisas, é parceiro do setor sucroalcooleiro: “Queria aqui deixar claro que seremos, e somos, parceiros”, disse, lembrando a importância dessa parceria para que a pesquisa científica básica vire tecnologia de ponta na vida real. “A pesquisa científica que vira tecnologia, ou seja, que vira a semente. Que inova e que, ao ser aplicada pelos produtores, resultará em uma produção muito mais eficiente. Num gasto muito menor de energia e, obviamente, num comprometimento ainda menor do meio ambiente”.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 21:26

Dilma: País passa por transição e persegue reequilíbrio das contas para retomar o crescimento

O Brasil passa por um momento de transição na economia, resultado de mudanças nas condições internacionais, como o fim do superciclo das commodities. Mas o País busca o equilíbrio fiscal e vai voltar a crescer, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (22), durante cerimônia de inauguração de uma usina de álcool de bagaço de cana em Piracicaba, interior de São Paulo.

Segundo ela, esse é um momento de travessia, em que o governo busca estimular maior produtividade, menores custos, maior inovação para garantir empregos e um crescimento econômico no curto, no médio e no longo prazo. “Estamos atualizando as bases da nossa economia e vamos voltar a crescer dentro do nosso potencial”, assegurou.

Dilma lembrou que o governo persegue o reequilíbrio das contas públicas, que é essencial para que a economia se recupere. E vem avançando nas iniciativas adotadas nesse sentido.

“Nós já tomamos um conjunto de medidas, algumas já estão dando resultado, como é o caso do realinhamento dos preços, no caso do etanol, por exemplo, o aumento da mistura. Tem dado resultado também o fato de que tem havido um aumento agora das exportações no Brasil. Nós vamos continuar tomando medidas microeconômicas para facilitar a atividade e para garantir um ambiente de negócios mais amigável”, garantiu.

“Queremos que o Brasil seja um país de classe média. E, ao mesmo tempo, queremos que nós tenhamos competitividade em relação aos demais países do mundo”.

Citou ainda, como exemplo, que o governo vai ampliar as concessões e fazer um grande esforço para manter os principais programas em funcionamento, como é o caso do Minha Casa Minha Vida.

Parceria com o setor produtivo
A presidenta falou sobre as parcerias que o governo vem desenvolvendo com o setor produtivo, como é o caso da usina Raízen, de etanol de segunda geração, a quem Dilma congratulou “por estar na vanguarda desse processo, por estar olhando o médio e o longo prazo”.

“O compromisso do meu governo é atuar sempre em parceria. E atuar em parceria com esse setor [do álcool e açúcar] é estratégico para o desenvolvimento do Brasil”, acrescentou. Segundo ela, o etanol de segunda geração ganha maior competitividade e sustentabilidade ao mesmo tempo produzindo renda e emprego.

Finalmente, a presidenta Dilma lembrou que o governo inclusive tem uma linha de crédito estratégica para o setor, que privilegia a inovação nesta cadeia de produção e que será mantida. “Ela vai continuar. Hoje o BNDES e a Finep têm uma carteira de R$ 4,28 bilhões. Nós sabemos que o pré-sal trouxe novas perspectivas para o Brasil. É importante saber também que não há contradição entre o pré-sal e a produção de etanol de primeira e segunda geração. A grande capacidade e o grande potencial desse setor é que eles são complementares”, concluiu.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 15:20

Etanol de 2ª geração contribuirá para compromisso de fontes renováveis de energia até 2030

A produção de energia a partir de fontes renováveis, como a do etanol de segunda geração, o G2, significa colocar o País em uma rota inovadora, que traz aumento de produtividade, mais e melhores empregos. A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (22), ao inaugurar uma fábrica de etanol de bagaço de cana, em Piracicaba (SP). “Sobretudo, significa também colocar o Brasil em uma posição especial para essa nova etapa na longa história do etanol como um dos combustíveis alternativos ao petróleo”.

Outra questão importante, acrescentou, é que o etanol de segunda geração vai emitir 15 vezes menos carbono na atmosfera que o etanol de primeira geração. “Essas razões são importantíssimas no momento em que o mundo olha com extrema preocupação para a questão da mudança do clima e, uma das mais importantes reuniões multilaterais nessa área terá lugar no final do ano em Paris, a COP21. Todos os países se preparam para isso, todos os países se preparam para demonstrar a sua preocupação, o seu empenho e as suas realizações nessa área”.

Por isso, para a presidenta, o uso do etanol fortalece a posição do Brasil como nação líder no uso de fontes renováveis na matriz energética. Isso qualifica ainda mais o País nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas, disse ela, lembrando que, durante sua recente visita aos Estados Unidos, uma das questões mais importantes levantadas nas discursões com o governo americano, e em especial com o presidente Barack Obama, foi o compromisso recíproco de chegar a 20% de fontes renováveis – excluídas as hidrelétricas – na matriz de energia elétrica até 2030.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 12:17

País dá salto tecnológico com produção em escala do etanol de segunda geração, afirma Dilma

No seu discurso, Dilma afirmou que o etanol de segunda geração proporciona um salto tecnológico para o Brasil. Foto: Ichiro Guerra/PR

No seu discurso, Dilma afirmou que o etanol de segunda geração proporciona um salto tecnológico para o Brasil. Foto: Ichiro Guerra/PR

O salto tecnológico proporcionado pelo etanol de segunda geração, obtido do reaproveitamento do bagaço da cana, é imenso, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, nesta quarta-feira (22), em Piracicaba, no interior de São Paulo. Com ele, será possível aumentar a produção de etanol em até 50% sem ampliar a área de cultivo, disse ela, ao inaugurar a fábrica piloto da empresa Raízen.

Além disso, a entressafra deixará de ser um problema para a produção de biocombustíveis. Outro aspecto é o ganho em relação ao meio ambiente, já que o etanol de segunda geração poderá emitir 15 vezes menos carbono na atmosfera que o etanol de primeira geração.

“A inauguração dessa planta de produção de etanol celulósico, [produzido] com base na celulose, que é o chamado etanol de segunda geração, é a materialização de um sonho que, muitos daqueles que trabalham nessa área vêm perseguindo há anos e anos, para não dizer há décadas”, afirmou.

Essas são razões mais que suficientes para explicar porque a construção dessa planta foi financiada com um investimento de RS$ 207,7 milhões do governo federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acrescentou.

O projeto foi um dos selecionados no âmbito do Inova Empresa, na linha estratégica do Plano Nacional de Apoio à Inovação Tecnológica e Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss), “um programa cujo objetivo é assegurar que o Estado brasileiro participe do incentivo inicial para a inovação”, acrescentou a presidenta.

Desta forma, ressaltou Dilma, o governo federal se tornou parceiro da Raízen nesta planta, “porque, ao consolidar a produção do etanol celulósico em escala comercial, nos manteremos na vanguarda da produção e do uso desse combustível. E também porque entendemos a importância de somar esforços quando se investe em inovação, uma das bases decisivas para o novo ciclo de crescimento que estamos construindo”.

Confira a íntegra

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 16:43

Dilma se reúne com o presidente executivo do Google, Eric Schmidt

Dilma durante reunião com o presidente executivo do Google, Erick Schmidt, nesta quarta-feira (1º), em São Francisco (EUA). Na conversa, eles discutiram sobre parcerias com foco no estímulo ao desenvolvimento da indústria da tecnologia e inovação no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma durante reunião com o presidente executivo do Google, Eric Schmidt, nesta quarta-feira (1º), em São Francisco (EUA). Na conversa, eles discutiram sobre parcerias com foco no estímulo ao desenvolvimento da indústria da tecnologia e inovação no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Quarta-feira, 1 de julho de 2015 às 14:02

Dilma conhece robô desenvolvido em um dos principais centros de tecnologia do mundo

Brasil-EUA-2015Além de visitar a sede do Google e de se encontrar com executivos das principais empresas de tecnologia norte-americanas, a agenda da presidenta Dilma Rousseff na Califórnia inclui a visita ao SRI International, o antigo Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, hoje um dos mais importantes centros de excelência na área de inovação do mundo, onde ela será recebida pelo presidente da entidade, o PHD em Astronomia, Bill Jeffrey.

O SRI International, na região de Palo Alto (Califórnia), é um dos principais centros de pesquisa e inovação do mundo. Foto: Ana Carolina Melo/ PR

Sede do SRI International, na região de Palo Alto, Califórnia(EUA). Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto

A organização sem fins lucrativos desenvolve pesquisas de alto nível nas áreas de saúde, sistemas de computação, robótica, educação e tecnologia, segurança nacional, desenvolvimento econômico, ambiental e entretenimento. E já foi responsável por inovações como o ultra-som para diagnóstico médico, a droga anti-malária Halofantrina, a primeira rede de rádio digital móvel do mundo e as primeiras conexões com a internet.

Mais recentemente, o SRI também desenvolveu Siri, o primeiro assistente pessoal virtual do mundo. Além disso, a entidade é reconhecida internacionalmente pela criação do primeiro mouse de computador, o que  marcou o início da história da computação interativa.

Primeiro mouse criado pelo SRI em 1968. Antes da invenção, toda relação do ser humano com o computador era feita via teclado. Foto: Arquivo/SRI

Primeiro mouse criado pelo SRI em 1968. Antes da invenção, toda relação do ser humano com o computador era feita via teclado. Foto: Arquivo/SRI

Em sua visita ao SRI, a presidenta Dilma também será apresentada ao mais recente robô humanóide desenvolvido pelo centro de pesquisa: Durus. Os maiores avanços atribuídos ao projeto combinam seu modo de caminhar, muito mais semelhante ao do ser humano  e diferenciado da marcha estática estereotipada da maioria dos robôs, ao seu baixo gasto energético.

O robô Durus desenvolvido pelo SRI traz como inovação o baixo gasto de energia  e um andar mais semelhante ao do ser humano. Foto: Divulgação/SRI

O robô Durus desenvolvido pelo SRI traz como inovação o baixo gasto de energia e um andar mais semelhante ao do ser humano. Foto: Divulgação/SRI

O invento já foi capaz de percorrer 2,05 km sem recorrer a nenhuma carga extra  de energia. E os pesquisadores da SRI já acreditam que com ajustes adicionais Durus poderá chegar a percorrer 10 km sem precisar de mais bateria. A origem do seu nome está ligada a uma de suas principais características para os padrões atuais: durável.  Entre as aplicações futuras para os robos humanóides estão percorrer espaços que podem não ser seguros para os seres humanos – como incêndios e desatres – e, potencialmente, a assistência doméstica.

Confira no vídeo abaixo uma caminhada de Durus:

Sábado, 13 de junho de 2015 às 18:47

Oferta de crédito de US$ 12 bi à Petrobras mostra que empresa está no rumo certo

A Petrobras já atingiu a marca de 800 mil barris de petróleo, extraídos diariamente dos campos do pré-sal, uma das maiores reservas comprovadas do mundo. Com Isso, a empresa mostra que está no caminho certo. Foi o que afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar nesta sexta-feira (12).

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Petrobras derrubou mitos e virou a página, garantiu a presidenta Dilma em entrevista ao Programa do Jô. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Pode ter certeza, [a Petrobras] será uma das empresas mais lucrativas do mundo nessa área. Tanto é assim, que ela queria tomar US$ 500 milhões emprestados no exterior e o que veio? Veio US$ 12 bi. Mas ela não queria US$ 12 bi, ela queria, se eu não me engano, US$ 2,5 bi”, comentou Dilma com o apresentador, na conversa no Palácio da Alvorada.

Ela acrescentou que a produção do pré-sal é extremamente complexa, mas a estatal brasileira conseguiu realizar essa tarefa. E, por isso, ganhou o prêmio na OTC de inovação, que a presidenta chama de “Oscar do petróleo”, por ter desenvolvido tecnologias para extrair o mineral de áreas profundas. “Ela consegue explorar petróleo lá embaixo, a grandes profundidades, altas temperaturas e muita pressão”. Isso que ensejou a empresa a levar o prêmio, afirmou.

Segundo a presidenta, havia uma série de mitos de que a Petrobras não conseguiria achar petróleo no pré-sal. Depois que, se achasse, não seria possível extrai-lo. E, ainda que conseguisse, o produto seria de baixa qualidade. Mas tais mitos foram todos derrubados pela empresa. “É uma boa notícia: o petróleo [do pré-sal] é de boa qualidade. Quarta questão: os custos que nós temos nessa extração são compensadores, até para os níveis mais baixos que o petróleo atingiu nos últimos tempos”, graças às tecnologias desenvolvidas pela companhia.

“Eu quero dizer o seguinte: a Petrobras não pode ser confundida com X, Y ou Z em termos de números, de funcionários que cometeram irregularidades. A Petrobras tem mais de 80 mil funcionários. Ela registrou o balanço, teve as contas aprovadas na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil e na equivalente a essa Comissão nos Estado Unidos, que é a SEC [Securities and Exchange Commission]. A Petrobras virou a página”, enfatizou.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Segundo a presidenta, o petróleo do pré-sal é de boa qualidade e os custos de extração são compensadores. Na foto acima, navio petroleiro André Rebouças da Petrobras, ancorado no Porto de Suape (PE). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

 

Segunda-feira, 8 de junho de 2015 às 17:01

Empresa suíça quer ampliar investimentos em transmissão de energia e inovação no Brasil

Uma das maiores empresas de energia do mundo, a Asea Brown Boveri Ltda (ABB) pretende aprofundar os investimentos no Brasil nos próximos anos, sobretudo em projetos de linhas de transmissão de energia elétrica. A afirmação foi feita, nesta segunda-feira (8), pelo presidente do conselho nacional de administração da empresa, Peter Voser, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

 Só de 2011 a 2015, a ABB Ltda investiu mais de US$ 200 milhões em tecnologia inovação no Brasil, afirmou o presidente do conselho nacional de administração da empresa, Peter Voser. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

Só de 2011 a 2015, a ABB Ltda investiu mais de US$ 200 milhões em tecnologia e inovação no Brasil, afirmou o presidente do conselho de administração da empresa, Peter Voser. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

ABB é a maior empresa global na área de energia e inovação. Temos todo interesse em apoiar o Brasil em projetos de linhas de transmissão do norte, onde estão as fontes de energia, ao sul do País, onde há maior consumo. A tecnologia da ABB é uma das mais avançadas do mundo setor”, destacou Voser em entrevista concedida à imprensa.

A ABB Ltda é líder no mercado mundial de tecnologia de energia e automação. Só nos últimos quatro anos, a empresa – que possui cinco fábricas no Brasil – investiu mais de US$ 200 milhões em inovação no mercado brasileiro. “Estamos fazendo e planejando outros investimentos para hoje e para os próximos anos no País”, garantiu.

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