Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Sexta-feira, 15 de maio de 2015 às 18:55

Setor privado precisa investir seriamente em pesquisa e desenvolvimento para ser competitivo, diz PhD em Economia

A economista e PhD Mariana Mazzucato, professora de Economia da Inovação da Science Policy Research Unit (SPRU), da Universidade de Sussex, no Reino Unido, disse que o setor privado brasileiro precisa de mais pesquisa e desenvolvimento para ser mais competitivo. Para ela, o Brasil precisa chamar o setor privado à frente, para participar de fato do jogo econômico.

Após o encontro com a presidenta Dilma, a professora Mariana Mazzucato defendeu que o Brasil precisa chamar o setor privado à frente, para realizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após o encontro com a presidenta Dilma, a professora Mariana Mazzucato defendeu que o Brasil precisa chamar o setor privado à frente, para realizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Mariana esteve na tarde desta sexta-feira (15) no Palácio do Planalto, onde conversou sobre como o País pode alcançar um crescimento sustentável, de longo prazo, e não apenas ter estratégias de curto prazo.

Não se pode permitir que o setor privado determine as regras e fique apenas reclamando da burocracia, dos impostos. Você tem que chamar o setor privado à frente, para participar do jogo. As empresas brasileiras fizeram pouquíssimos investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Há muita inércia. Então, em vez de ficarem sempre focando em todos os problemas do setor público, vocês deveriam provocar o setor privado e apenas assim será possível realizar parcerias público-privadas sérias”, afirmou, em entrevista após o encontro.

Mariana Mazzucato elogiou a presidenta Dilma Rousseff, afirmando que ela falou com inacreditável conhecimento sobre transição verde, energias renováveis e não-renováveis e os desafios desse setor, tanto em infraestrutura quanto, especialmente, em inovação. “Para ser honesta, nunca tive uma conversa tão esclarecedora sobre inovação nesse setor, em particular, em tão alto nível. Então, vocês têm sorte”.

Por outro lado, o País atravessa um período desafiador, em que existe muita propaganda colocando a culpa no setor público. E o investimento está seriamente recuando, alertou. “Isso, na verdade, requer uma presidenta confiante, que possa ter orgulho de seu legado, que admite os problemas, que reforme alguns órgãos públicos e a relação com o setor privado”, disse. “Mas a última coisa é recuar. Para o País ter um papel inteligente, inovação e crescimento, se você recuar, estará fora do cenário. Você não será competitivo em nenhum setor”.

A professora Mazzucato é reconhecida internacionalmente por sua obra “O Estado empreendedor – desmascarando o mito do setor público vs. setor privado”. O livro debate o papel do Estado e contesta a noção de um mercado autorregulador, teoria que, segundo ela, é desmentida pelos exemplos históricos da origem do mercado e de seu desempenho nos séculos passados.

A falsa questão Estado x mercado
Mariana Mazzucato aponta casos de produtos que impactaram o mercado, como o Iphone e o gás de xisto, que têm uma afinidade em comum: todos nasceram de financiamentos estatais ao longo de toda a cadeia produtiva.

Segundo ela, todos aprenderam muito com o que aconteceu no Vale do Silício, área de alto desenvolvimento tecnológico na Califórnia, que a mídia e a história apresenta como sendo tudo resultado apenas do trabalho de pessoas como Steve Jobs e Bill Gates. “Mas, nesta parte do mundo, houve um Estado muito estratégico, onde havia investimentos diretos, com uma visão global do que queriam fazer”, ressalvou ela.

Neste caso, destaca Mariana, o Estado tomou uma direção. “E hoje temos uma ideologia neoliberal, em que o Estado tem que só que facilitar, administrar, regular e depois, sair. Mas, se um País faz isso, não há inovação e não há crescimento de longo prazo”. Porque o Estado tem sempre criado o mercado”.

Terça-feira, 17 de fevereiro de 2015 às 10:00

Primeira fábrica privada de semicondutores do hemisfério Sul será inaugurada em 2015 no Brasil

O Brasil sediará a primeira fábrica privada de semicondutores do hemisfério Sul a atuar em toda a etapa de produção, a Unitec, que deve entrar em operação a partir do segundo semestre deste ano. A previsão é de que o empreendimento tenha um custo total de R$ 1 bilhão, do qual R$ 207 milhões concedidos pela Finep, por meio do BNDES.

Semicondutores blog

Na fabricação de chips, quanto menor o número de nanômetros, mais sofisticada a tecnologia. Outras empresas que atuam no Brasil nesta área produzem chips de 600 nanômetros. Além disso, elas encapsulam chips comprados no exterior. Já a Unitec produzirá chips de 130 a 90 nanômetros e atuará em todo o processo de fabricação.

Segundo a Finep, a construção da Unitec, que vai fabricar o “chip do futuro”, transforma de maneira revolucionária o padrão industrial brasileiro. Os componentes produzidos por essa planta trarão uma característica de inovação muito forte para a indústria brasileira, com fortes investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

A Finep lembra que o Brasil já teve já teve fábricas de semicondutores nos anos 70 e 80, com a tecnologia da época. Mas estas empresas desapareceram no inicio dos anos 90.

A planta da Unitec está sendo erguida em uma área de 20.000m² de construção total e 5.000 m² de sala limpa, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Os primeiros produtos a serem vendidos no mercado devem ser cartões inteligentes para bancos, operadoras de telefonia e empresas de transporte público.

O diferencial competitivo, de acordo com Finep, deve ser o atendimento a nichos de mercado, produzindo circuitos integrados customizados e obtendo, consequentemente, margens maiores do que na produção em massa de semicondutores. Uma das parceiras do projeto é a IBM, líder mundial no segmento de semicondutores.

O empreendimento permitirá que o País ingresse no seleto grupo de países com alta tecnologia em semicondutores, com forte demanda nacional e internacional, suprindo a praticamente inexistente oferta de componentes locais . O projeto foi realizado graças à parceria entre o BNDES, a Corporación América, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), IBM (NYSE:IBM), Matec Investimentos e a Tecnologia Infinita WS-Intecs.

Empregos
A previsão é de que a Unitec gere 300 empregos diretos, na produção de 360 wafers por dia – lâminas de silício das quais são feitos os chips.
A mão de obra especializada no design de semicondutores no Brasil já existe, e muito se deve aos centros de design criados dentro do programa federal CI Brasil. Com apoio da Finep, a iniciativa ajudou a criar 21 centros de design em todo o País, com mais de 500 designers em atividade especializados em projetar chips.

Quinta-feira, 13 de novembro de 2014 às 12:30

Contratação conjunta de telefonia gera economia de R$ 30,4 milhões ao governo

O governo federal economizou R$ 30,4 milhões ao realizar a contratação compartilhada de serviços de telefonia móvel. Conduzido pela Central de Compras do governo federal e com apoio técnico da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), a aquisição teve a participação de 78 órgãos e entidades da administração pública federal. A homologação do pregão eletrônico foi publicada na sexta-feira (7), no Diário Oficial da União (DOU), e o valor final da aquisição ficou em R$ 31 milhões.

O fornecimento da telefonia móvel envolve também ligações de longa distância, uso da tecnologia 4G através de modens, smartphones e tablets de última geração. Os serviços poderão ser contratados para as seguintes áreas: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

A Central de Compras e Contratações é um modelo inovador que busca desenvolver e implementar modelos, mecanismos e procedimentos para aquisição e contratação centralizadas de bens e serviços de uso comum aos órgãos e entidades. “Além da redução dos gastos públicos, a Central promove também economias processuais, ganhos de eficiência e qualidade, racionalização e otimização dos seus processos de aquisições e contratações”, afirma Lucas Palomero, diretor da Central.

A ata de registro de preços desta aquisição compartilhada tem validade de um ano. Este é o prazo para a adesão de outros órgãos públicos. Já os contratos terão validade de um ano, podendo ser renovados por até sessenta meses, de acordo com a legislação brasileira.

As compras compartilhadas de produtos de TI foram firmadas em 2008. Desde a implantação, a economia gerada pela aquisição desses serviços e produtos aos cofres públicos é superior a R$ 160 milhões.

Fonte: Ministério do Planejamento.

Domingo, 12 de outubro de 2014 às 10:00

Prêmio Jovem Cientista atrai cada vez mais projetos e participantes

Um dos maiores reconhecimentos entre a comunidade científica brasileira, o Prêmio Jovem Cientista recebe números recordes de inscritos. Apenas em 2013 foram 3.226 no total. O número de participantes entre estudantes de nível médio não para de crescer: subiu de 1.826 inscrições em 2009 para 2.541 no ano passado. A edição de 2013 foi também a que registrou a maior quantidade de inscritos entre estudantes de nível superior desde a criação do prêmio, em 1981.

Um dos vencedores do Prêmio Jovem Cientista em 2013, José Leôncio de Almeida desenvolveu metodologia que permite o melhor aproveitamento da água na região do semiárido nordestino. Foto: Acervo Pessoal

Um dos vencedores do Prêmio Jovem Cientista em 2013, José Leôncio de Almeida desenvolveu metodologia que permite o melhor aproveitamento da água na região do semiárido nordestino. Foto: Acervo Pessoal

Neste ano, o desafio da Segurança Alimentar e Nutricional é o tema do Jovem Cientista. Os interessados podem concorrer em três categorias: Mestre e Doutor; estudante de nível superior e estudante de nível médio. As inscrições estão abertas até 19 de dezembro e a premiação varia de R$ 15 mil a R$ 30 mil para a categoria Mestre e Doutor e de R$ 10 mil a R$ 15 mil para os estudantes de nível superior. Os vencedores na categoria estudante de nível médio recebem um laptop cada.

Pesquisa científica 
Primeiro colocado na última edição do prêmio Jovem Cientista entre os estudantes de nível superior, José Leôncio de Almeida resolveu participar do prêmio por se identificar com o temática proposta em 2013: ‘Água: desafios da sociedade’. Natural da região do semiárido nordestino, o então estudante de agronomia da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), desenvolveu uma metodologia para colaborar com a capacidade produtiva de alimentos na localidade onde ocorre um dos principais problemas de falta d’água no País.

“Por meio da redução da salinidade da água da região, encontramos uma alternativa para irrigação do milho e do sorgo. Isso resultou em uma economia em torno de 85% para a agricultura local. A intenção é tornar viável esta pesquisa para uma das regiões do Nordeste que mais sofre com a falta de recursos hídricos”, destacou.

O estudante afirmou, ainda, que a conquista do Jovem Cientista o motivou a continuar sua carreira como pesquisador. Já formado, José Leôncio é hoje aluno do Mestrado da Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queiroz’, ligada à Universidade de São Paulo (USP).

Importância da tecnologia para o desenvolvimento do País 
Para o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, o papel fundamental do prêmio é estimular jovens pesquisadores: “Sem tecnologia e conhecimento não será possível proporcionar condições adequadas de sobrevivência para a população brasileira. Nossas conquistas estão todas relacionadas à nossa produção científica e ` formação de capital humano. O prêmio possui nove premiados, mas o impacto decorrido da participação dos mais de três mil jovens é a ação motivadora e educadora mais importante desta iniciativa”, destaca.

Em relação ao tema do prêmio em 2014, Glaucius defende que pesquisas na área de segurança alimentar podem ter grande contribuição para o desenvolvimento do Brasil, que é o quarto maior produtor de alimentos do mundo. De acordo com presidente, a redução do desperdício por meio do desenvolvimento de novas tecnologias de produção, armazenamento e distribuição de alimentos é ainda um dos grandes desafios que o Brasil enfrenta.

Premiação
O Prêmio Jovem Cientista é uma das principais premiações da área científica no Brasil. Criado na década de 1980 pelo CNPq, a iniciativa tem como objetivo revelar talentos e estimular a pesquisa científica no País, além de investir em estudantes e jovens pesquisadores que apresentem projetos inovadores para os desafios atuais.

Sábado, 2 de agosto de 2014 às 10:00

BNDES e banco japonês assinam acordo que beneficia pequenas e médias empresas

Brasil e Japão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Cooperação Internacional do Japão (JBIC) assinaram nesta sexta-feira (1º), Memorando de Entendimento direcionado a pequenas e médias empresas. A assinatura ocorreu durante a visita oficial do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, ao Brasil.

O memorando tem por objetivo identificar potenciais projetos de investimentos de pequenas e médias empresas (PMEs) japonesas no Brasil, realizados diretamente ou em parceria com empresas locais, que sejam de interesse dos dois países. Se viabilizados, estes investimentos podem abrir caminho para a ampliação das relações econômicas bilaterais. Entre as áreas com potencial para as parcerias estão tecnologia e inovação, nas quais o Japão possui alto grau de desenvolvimento.

Com vigência de três anos, o acordo também prevê intercâmbio de informações sobre potenciais projetos de interesse mútuo e que sejam organizados, nos dois países, seminários e reuniões para discutir ambiente de investimentos do Brasil, além de possíveis mecanismos de financiamento.

Fonte: BNDES.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

O Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento foi lançado nesta quarta-feira (25). A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto durante reunião do Conselho de Ciência e Tecnologia e Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff, de ministros de diversas áreas, e representantes da indústria e de instituições de pesquisa.

As plataformas são arranjos público-privados que articulam competências com base em uma infraestrutura de ciência e tecnologia e inovação (CT&I) de última geração, com instituições de pesquisa e empresas.

Elas serão estruturadas pela lógica da resolução de grandes problemas brasileiros, orientadas pela demanda prioritária estratégica do Brasil, e deverão gerar conhecimento, com o avanço científico, produtos e processos com alto impacto na CT&I e consequentemente na vida social do Brasil.

“As plataformas vêm como um complemento e um avanço da política que estava sendo realizada. É uma articulação da CT&I com o sistema empresarial para o projeto de desenvolvimento brasileiro robusto e consolidado” explicou o ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, ao Blog do Planalto.

Uma das metas do programa é criar, em 10 anos, 20 plataformas do conhecimento em áreas como agricultura, saúde, energia, aeronáutica, tecnologia da informação e comunicação, naval e equipamentos, dentro outras.

“Toda nossa preocupação é preparar as bases para a gente dar um salto na CT&I no Brasil. O pressuposto disso é que nós não podemos fazer mais do mesmo”, disse o presidente da Finep, empresa pública vinculada ao MCTI, Glauco Arbix. “Com isso, acredito que o país se coloca no mesmo patamar dos principais países no mundo hoje”, completou.

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-