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Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 18:36

Depoimento de Debora dos Santos, bolsista do Ciência sem Fronteiras

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 21:05

Plataformas do Conhecimento darão salto no desenvolvimento brasileiro, afirma ministro

O Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento foi lançado nesta quarta-feira (25). A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto durante reunião do Conselho de Ciência e Tecnologia e Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) e contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff, de ministros de diversas áreas, e representantes da indústria e de instituições de pesquisa.

As plataformas são arranjos público-privados que articulam competências com base em uma infraestrutura de ciência e tecnologia e inovação (CT&I) de última geração, com instituições de pesquisa e empresas.

Elas serão estruturadas pela lógica da resolução de grandes problemas brasileiros, orientadas pela demanda prioritária estratégica do Brasil, e deverão gerar conhecimento, com o avanço científico, produtos e processos com alto impacto na CT&I e consequentemente na vida social do Brasil.

“As plataformas vêm como um complemento e um avanço da política que estava sendo realizada. É uma articulação da CT&I com o sistema empresarial para o projeto de desenvolvimento brasileiro robusto e consolidado” explicou o ministro de Ciência Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina, ao Blog do Planalto.

Uma das metas do programa é criar, em 10 anos, 20 plataformas do conhecimento em áreas como agricultura, saúde, energia, aeronáutica, tecnologia da informação e comunicação, naval e equipamentos, dentro outras.

“Toda nossa preocupação é preparar as bases para a gente dar um salto na CT&I no Brasil. O pressuposto disso é que nós não podemos fazer mais do mesmo”, disse o presidente da Finep, empresa pública vinculada ao MCTI, Glauco Arbix. “Com isso, acredito que o país se coloca no mesmo patamar dos principais países no mundo hoje”, completou.

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Presidenta Dilma posa em selfie com estudantes do programa Ciência sem Fronteiras. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma posa para selfie com bolsistas do Ciência sem Fronteiras no anúncio da segunda etapa do programa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal oferecerá 100 mil novas bolsas de estudo na segunda fase, lançada nesta quarta-feira (25) pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Ela reiterou objetivo do programa, focado em formar estudantes de vários níveis de graduação, pós-graduação e pesquisadores no exterior em escala compatível com os desafio do país.

“Esse é um programa feito para garantir ao Brasil condições de gerar aqui inovação, de gerar aqui o interesse pelas ciências e pela aplicação da tecnologia em todas as áreas. Na indústria, na agricultura e, sobretudo, para viabilizar também a pesquisa em ciências básicas. Com isso estamos abrindo as nossas fronteiras. Estamos abrindo horizontes dos nossos jovens. Por isso, nós definimos a nova fase do Ciência sem Fronteiras”, explicou.

Dilma lembrou que o Ciência sem Fronteiras concedeu, até este momento, 83,2 mil bolsas no exterior, e destacou que com as chamadas programadas para setembro, o governo atingirá a meta de 101 mil bolsas de estudo. Para efeito de comparação, a presidenta disse que, antes da criação do programa, eram apenas cinco mil bolsistas fora do Brasil.

Números do programa
As 83,2 mil bolsas concedidas pelo Ciência sem Fronteiras foram para estudantes de 1,1 mil municípios. Desse total, 76,1 bolsas do governo federal, e 7,1 mil vindos da iniciativa privada, fato que rendeu agradecimentos da presidenta Dilma as empresas parceiras no programa – 44,2% desses bolsistas são mulheres, 31,4% são negros e 85,9% são jovens.

Dos 43 países de destino dos estudantes, os Estados Unidos lideram o ranking de número de bolsas (26,3 mil), seguidos pelo Reino Unido (9,5 mil), Canadá (7 mil), França (6,4 mil) e Alemanha (5,9 mil). Conforme ressaltou a presidenta no lançamento da segunda fase, o Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias, dentre as quais se destacam: engenharias e demais áreas tecnológicas (36,4 mil bolsas); biologia, ciências biomédicas e da saúde (14,5 mil); e da indústria criativa (6,6 mil).


Confira a íntegra

Quarta-feira, 25 de junho de 2014 às 20:10

Dilma anuncia mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras

Quinta-feira, 14 de março de 2013 às 13:50

Inovar para o Brasil é uma questão de estar à altura do seu potencial, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta quinta-feira (14), durante o lançamento do Plano Inova Empresa, que o Brasil tem condições de dar a importância à questão da inovação necessária ao país. A iniciativa prevê investimentos de R$ 32,9 bilhões para impulsionar, por meio da inovação tecnológica, a produtividade e a competitividade em setores da economia como agropecuária, petróleo e gás, aeroespacial, tecnologia da informação e sustentabilidade socioambiental.

“Hoje, nós temos condição, de fato de dar a importância à questão da inovação necessária ao nosso país. (…) Esse encontro ocorre sob uma bandeira que eu considero estratégica para o Brasil que é a inovação. A Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) está em perfeita sintonia com a visão que o governo federal tem para um dos desafios fundamentais que é o desafio de construção de um país inovador, que tem que ser construído. (…) Inovar para o Brasil é uma questão de estar a altura do seu potencial”, afirmou Dilma.

Dilma ainda anunciou o modelo institucional da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que será uma organização social (OS). Ela é uma iniciativa do governo federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ministério da Educação (MEC), com a missão de fomentar o processo de cooperação entre empresas nacionais e instituições tecnológicas ou instituições de direito privado sem fins lucrativos.

“Creio que o estado dispõe hoje de meios que permitem que nós façamos a indução ao desenvolvimento, que permite que façamos desonerações tributárias, que permite que nós tenhamos uma política de crédito adequada a esse processo. Eu sei que nós, hoje, precisamos de tomar uma providência e a tomamos. (…) Nós temos de dedicar toda nossa atenção para que tenhamos um país mais construtivo, menos desigual e uma economia com grande capacidade de ser produtiva, de ter uma elevada produtividade para poder ser competitiva”, completou.

» Saiba mais sobre o programa na apresentação do ministro Marco Antonio Raupp:

Confira a íntegra


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Quinta-feira, 14 de março de 2013 às 7:29

Agenda: lançamento do Programa Inova Empresa

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), às 10h, no Palácio do Planalto, do lançamento do Programa Inova Empresa, por ocasião da reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Depois, Dilma recebe Alexandre Raposo, presidente do Grupo Record, às 15h; Fernando Bezerra, ministro da Integração Nacional, às 16h30; e João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, às 18h.

Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013 às 11:12

Dilma Rousseff recebe o primeiro-ministro russo

Dilma Rousseff se reuniu com Dmitri Medvedev, primeiro-ministro da Rússia. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff se reuniu nesta quarta-feira (20) com o primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, no Palácio do Planalto. Durante o encontro, que durou mais de uma hora, foram debatidos temas como energia, defesa e cooperação entre os dois países.

A presidenta ainda elogiou a liderança russa no G20, que considerou positiva para a agenda brasileira, com destaque para o crescimento e a geração de empregos. A situação do Oriente Médio também foi analisada durante o encontro. Dilma convidou as empresas russas a participarem dos projetos de infraestrutura no Brasil e ressaltou a importância de se reforçar a relação comercial e os investimentos entre os dois países.

Medvedev ainda participa da VI Reunião da Comissão de Alto Nível de Cooperação Brasil-Rússia, no Itamaraty. Os dois países tratarão do aprofundamento da cooperação bilateral com ênfase em ciência, tecnologia, inovação, relações econômico-comerciais, agropecuária, energia e educação.

Terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 16:12

Dilma: sem ciência e tecnologia não seremos uma nação desenvolvida

Terça-feira, 18 de dezembro de 2012 às 15:57

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