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Terça-feira, 25 de agosto de 2015 às 16:51

Papel do governo é dar oportunidades iguais para todos, afirma presidenta Dilma

"No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto tanto se esforçaram”, disse a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto tanto se esforçaram”, disse a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta terça-feira, a inédita entrega hoje, em Catanduva, de um residencial do Minha Casa Minha Vida com infraestrutura comunitária completa: escola, creche, posto de saúde e posto policial. No total, 1.237 moradias do Programa, no residencial Nova Catanduva I, em Catanduva, interior paulista.

Além da estrutura básica – drenagem, pavimentação, iluminação pública e esgotamento sanitário –, comum a todos os empreendimentos do MCMV, o residencial foi inaugurado com creche, escola, unidade básica de saúde e posto policial.

Segundo a presidenta, o sonho da casa própria é possível graças aos esforços do governo, mas também dos cidadãos. “No passado, dificilmente se conseguiria realizar o sonho da casa própria pelo o qual tanto vocês lutaram, tanto se esforçaram. Porque se fosse tomar um empréstimo nos bancos, a prestação não iria caber na renda”, afirmou Dilma, que também salientou: “O papel de um governo não é achar que fez tudo para as pessoas. Não reconhecer que numa família o rapaz, por exemplo, que chega numa faculdade, que consegue um emprego técnico, que faz um curso técnico. Ele conseguiu aquilo pelo seu esforço”.

A presidenta também salientou a importância da família no âmbito do programa.“O Minha Casa Minha Vida não é só formado por telhas, janelas, tijolos, paredes, azulejos, cerâmicas. É, sobretudo, formado pela força que é a base de qualquer sociedade, que é a força da família”, comentou.

Outro diferencial do residencial é o aquecimento solar térmico. Além disso, os métodos construtivos utilizados nas casas favorecem a economia de energia e o consumo consciente. A presidenta ressaltou que essa “água quente é importante porque a pessoa não vai pagar conta de luz com ela”.

Ao entregar as moradias, Dilma enfatizou que o MCMV cumpre “o papel do governo de dar oportunidades iguais para todas as pessoas. A creche de qualidade é importante porque ataca a raiz de desigualdade que é a diferença de oportunidades desde que a pessoa nasce”.

A presidenta destacou a importância da parceria entre os governos federal, estadual e municipal para que as construções do Minha Casa Minha Vida sejam ainda mais completas

Cada residência custa cerca de R$ 70 mil. O governo federal custeia em torno de R$ 55 mil, enquanto o governo estadual participa com R$ 15 mil. As prefeituras ficam responsáveis pelos empreendimentos que garantem sustentabilidade, ou seja, esgoto, água tratada entre outros.

Terça-feira, 25 de agosto de 2015 às 14:14

Dilma: Nós, brasileiros, temos capacidade de superar desafios e vamos vencer as dificuldades

"Jamais é aceitável que se torça para o pior acontecer, porque quando acontece, quem paga é a população do País”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Jamais é aceitável que se torça para o pior acontecer, porque quando acontece, quem paga é a população do País”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ao entregar casa própria para mais de 10 mil pessoas nesta segunda-feira (25) em São Paulo, a presidenta Dilma reafirmou que para o Brasil superar os desafios da conjuntura atual é necessário enfrentar os problemas. Citando o momento de dificuldades que enfrenta a economia chinesa, a segunda maior do mundo, a presidenta ressaltou que países no mundo todo estão enfrentando desafios e que é fundamental construir caminhos para que o Brasil supere rapidamente seus desafios.

“Quero dizer pra vocês que nós vamos superar esse momento de dificuldades. Todos nós que somos brasileiros e brasileiras sabemos que temos capacidade de superar desafios, de apresentar e construir caminhos e chegar a resultados. Quanto mais rápido fizermos isso, mais rápida será a superação das nossas dificuldades. Temos que enfrentar os problemas de frente.”

Dilma lembrou também que quem sofre mais em um cenário de crise política e econômica, é a população. Por isso, declarou, “jamais é aceitável que se torça para o pior acontecer, porque quando acontece, o pior quem paga é a população do País”.

Dilma ressaltou a parceria entre as três esferas de governo em São Paulo. “Eu tenho certeza que essa parceria vai continuar. E ela está baseada em uma visão democrática e republicana da coisa pública. Nós podemos divergir, mas temos que agir juntos no que se refere a administração para proteger os interesses da população. Quando a gente age juntos, somos capazes de realizar mais e melhor.”

A presidenta citou exemplos de parceria que beneficiam a população. No combate aos efeitos da crise hídrica, o governo federal financiou duas obras importantes: a interligação das represas de Jaguari e de Atibainha, e o sistema São Lourenço. “Tenho certeza que se forem necessárias mais obras para viabilizar oferta de água aqui em São Paulo, mais obras nós faremos em parceria com o governador. Esses são alguns dos exemplos que nós tivemos de obras aqui. Existem muitas outras na área de saneamento, no investimento em rodovias.”

Terça-feira, 25 de agosto de 2015 às 8:00

Entrevista a rádios e entrega de casas pelo Minha Casa Minha Vida

Agenda presidencialNesta terça-feira (21), a presidenta Dilma Rousseff inicia sua agenda de trabalho às 8h30, quando concede, do Palácio da Alvorada, entrevista às rádios Morada do Sol, de Araraquara (SP), e Difusora Ondas Verdes, de Catanduva (SP).

Mais tarde, às 10h, Dilma chega ao estado de São Paulo para entregar unidades habitacionais do Residencial Nova Catanduva I pelo Programa Minha Casa Minha Vida. A cerimônia será às 11h e, além da entrega em Catanduva (SP), há entregas simultâneas em Araraquara (SP), Araras (SP) e Mauá (SP).

Às 12h50, Dilma encerra sua agenda em São Paulo e retorna para Brasília.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para mais detalhes e atualizações, acesse o Portal Planalto.

Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 às 10:01

Merkel chega com grande delegação e inaugura cooperação política em tecnologia e educação

A Alemanha sempre foi um parceiro comercial importante para o Brasil, primordialmente pelo lado econômico. Essa parceria econômica vai continuar forte, com investimentos neste ano em várias fábricas no País. A novidade, que está sendo inaugurada com a visita da chanceler Angela Merkel, que começa nesta quarta-feira (19), é uma cooperação em políticas tecnológicas e educacionais, afirmou o embaixador Oswaldo Biato Júnior, diretor do Departamento da Europa do Ministério das Relações Exteriores.

Biato Júnior: Dois terços do governo alemão estarão discutindo cooperação. Foto: Henrique Tavares/MRE

Biato Júnior: Dois terços do governo alemão estarão discutindo cooperação. Foto: Henrique Tavares/MRE

“A visita tem a particularidade que praticamente dois terços do governo da chanceler Angela Merkel estão vindo para o Brasil. Eles terão encontros com seus pares brasileiros para discutir, em detalhes e grande pormenor, todas as possibilidades de cooperação em educação, ciência e tecnologia, de comércio, finanças e desenvolvimento”, informou o embaixador, durante briefing à imprensa realizado no Itamaraty, nesta terça-feira (18).

Segundo Oswaldo Biato, a partir desses contatos bilaterais, os representantes dos dois países participarão de uma grande reunião, em que passarão em revista, sob a coordenação das duas mandatárias, Dilma e Merkel, todos os resultados iniciais dessa visita. “Nossa expectativa é de que, com isso, possamos começar uma cooperação, um diálogo muito mais extenso, muito mais avançado do que tínhamos antes”.

Acordo sobre clima
Como consequência dessa grande interação entre integrantes dos governos Dilma e Merkel, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a ministra alemã de Meio Ambiente, Barbara Hendricks, abrem, já nesta quarta-feira, a Conferência Florestas, Clima e Biodiversidade, no Brasília Palace Hotel, na capital federal. O evento celebra acordos de cooperação entre os dois países, que totalizam 54 milhões de euros. Durante o evento, a presidenta da Caixa, Míriam Belchior, também assina acordo com o governo alemão.

Essa cooperação garantirá um aporte financeiro no Fundo Amazônia para apoiar atividades de fomento e de concessão de proteção ao bioma e redução das emissões de gases de efeito estufa, entre outros projetos.

Novos investimentos na indústria
Já o embaixador Oswaldo Biato Júnior fez questão de destacar, durante o briefing no Itamaraty, a força da parceria da Alemanha com o Brasil na economia, em diversos investimentos que já estão se concretizando.

“Há uma série importante deles [investimentos]. Na área automobilística, por exemplo, temos uma fábrica da Audi que será construída com investimentos de cerca de R$ 500 milhões. A Volkswagen vai começar a produzir o Golfe em São José dos Pinhais [no Paraná]. A Mercedes-Benz vai inaugurar uma nova fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo, também com investimentos em torno de R$ 500 milhões”.

E, finalmente, lembrou Biato, o investimento feito pela Basf, que criou um grande polo de produção de acrílicos na Bahia, avaliado em R$ 1,2 bilhão.

“Tudo isso mostra que os grandes investimentos alemães continuam a acontecer no Brasil. E que são realmente muito importantes, sobretudo na área de química e área industrial. São fundamentais nessas duas áreas”, enfatizou o embaixador.

Quarta-feira, 22 de julho de 2015 às 8:22

Dilma inaugura fábrica de etanol de 2ª geração e reforça compromisso com fontes renováveis

Nova biorrefinaria recebeu investimentos de R$ 240 milhões, a maior parte proveniente do BNDES) e tem capacidade de produção de mais de 42 milhões de litros de etanol por ano

Nova biorrefinaria recebeu investimentos de R$ 237 milhões, a maior parte proveniente do BNDES e tem capacidade de produção de mais de 42 milhões de litros de etanol/ano. Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff dará um importante passo, nesta quarta-feira (22), para que o Brasil possa superar um dos maiores desafios deste século: o estímulo à produção de fontes de energia limpas e renováveis. Ela vai inaugurar em Piracicaba, no interior de São Paulo, a fábrica piloto de uma empresa brasileira do ramo de energia, que produz o chamado etanol de segunda geração, obtido a partir do reaproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar. A unidade pertence à empresa Raízen e é a segunda com essa tecnologia a ser inaugurada no País.

A nova biorrefinaria recebeu investimentos de quase R$ 237 milhões, a maior parte proveniente de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e tem capacidade de produção de mais de 42 milhões de litros de etanol por ano. Além disso, a empresa prevê a construção de mais sete unidades para a produção do etanol 2G até 2024, quando pretende atingir a marca anual de 1 bilhão de litros de etanol celulósico, como também é chamado o etanol de segunda geração.

Outra vantagem é que o etanol celulósico é capaz de elevar de 40% a 50% a capacidade de produção de etanol a partir da mesma área agrícola plantada, já que dá nova destinação aos resíduos da produção tradicional, antes desperdiçados.

Sendo assim, a expectativa é que, a partir do domínio completo da tecnologia pelo Brasil, a produção nacional salte dos atuais 27 bilhões de litros anuais de etanol para algo em torno de 40 bilhões, o que elevaria também a média de produtividade das áreas plantadas de 6 mil para 10 mil litros de etanol por hectare.

Qualidade
Não há diferença de qualidade entre o etanol de primeira geração (convencional) e o de segunda geração, feito a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar. A qualidade é a mesma do produto feito diretamente da cana-de-açúcar. Nos dois casos, a fonte do etanol é a sacarose. Portanto, não há  qualquer prejuízo para o consumidor final. 

Referência Global
Para o professor Carlos Alberto Labate, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP), a fábrica a ser inaugurada pela presidenta Dilma em Piracicaba possui um significado estratégico para o País, levando em conta a mudança completa pelo qual o sistema de uso de energia global passará nos próximos anos.

“A inauguração dessa planta pela presidenta tem uma importância porque coloca o Brasil na linha de frente desse processo que é a mudança de uma economia baseada em petróleo para uma economia baseada em fontes renováveis de energia, no nosso caso, a biomassa. Isso é muito importante e tem um simbolismo muito forte para o País. […] O investimento nessa área é fundamental e as implicações são enormes, afirmou o professor – que até o ano passado era diretor do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – em entrevista ao Blog do Planalto.

 

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Brasil é o único país do mundo que usa em torno de 45% a 46% de fontes de energia renováveis e é uma referência no setor, diz professor da USP. Foto: Francisco Emolo/USP.

 

Ele destacou o pioneirismo do Brasil no que chamou de “corrida mundial na busca por energias renováveis, de alta capacidade de geração e eficiência”, que possam contribuir para a redução dos impactos das mudanças climáticas.

“O Brasil é o único país do mundo que usa em torno de 45% a 46% de fontes de energia renováveis. Não há dúvidas, que o Brasil é uma referência no uso de energias renováveis. Nenhum país do mundo consegue produzir o que nós produzimos. Os outros países do mundo – os americanos, os europeus– reconhecem que o Brasil é a referência mundial na produção de biomassa. Não existe outro país com tanto potencial e capacidade demonstrada de produção como o Brasil”, enfatizou.

No entanto, o professor ressaltou a necessidade do Brasil investir não só no domínio da produção de biomassa, mas também no desenvolvimento científico e tecnológico do setor químico e energético.

“O que nós precisamos agora no Brasil é desenvolver toda a ciência e tecnologia que vai nos permitir, não só ser um grande produtor de biomassa, como também ser uma liderança na transformação dessa biomassa em produtos. Não podemos ficar limitados à exportação de biomassa. Nós precisamos mandar novos produtos químicos derivados da biomassa, da chamada química verde, que é o que vai dominar a economia global nos próximos 50, 100 anos”, disse. E, nesse sentido, citou a possibilidade, por exemplo, de se fazer fibras de carbono a partir da biomassa.

Carlos Alberto também defende que o Brasil precisa assumir seu papel no cenário internacional como a principal referência global na produção de energia limpa e renovável.

“O Brasil é a referência mundial. Nós temos que assumir esse papel. Nós temos que falar isso para o mundo. Quem produz 45% de energia renovável é uma liderança. Nós temos que falar isso. O Brasil tem 351 milhões de hectares disponíveis para a agricultura e hoje nós só usamos 77. Nós podemos produzir alimentos, nós podemos produzir energia. O Brasil é uma liderança. Não há dúvida disso”, acrescentou.

Usina de etanol de segunda geração

Inauguração da usina coloca o Brasil na linha de frente da mudança de uma economia baseada em petróleo para uma economia baseada em fontes renováveis de energia, diz Carlos Alberto Labate. Foto: Ana Carolina Melo/ Blog do Planalto

 

Quinta-feira, 25 de junho de 2015 às 15:32

Recursos para São Paulo são fundamentais e estruturantes contra a crise hídrica, diz Kassab

A assinatura do contrato de financiamento entre Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), nesta quinta-feira (25), é um entendimento de fundamental importância principalmente por não ser empreendimento emergencial e sim, estrutural. A avaliação foi feita pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, em entrevista ao Blog do Planalto. Ele destacou como o governo da presidenta Dilma vem atuando como parceira do governo do estado de São Paulo no enfrentamento dos efeitos da crise hídrica. Segundo o ministro, a expectativa é de que as obras sejam concluídas por volta de maio de 2017.

"Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, de contribuir com recursos para apoiar esses projetos”, afirmou Kassab. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

“Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, de contribuir com recursos para apoiar esses projetos”, afirmou Kassab. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

“O governo federal, e essa tem sido a orientação da presidenta Dilma, tem sido parceiro do governo do estado de São Paulo. Nós realmente estivemos presentes desde o início dessa crise, o governo federal entendeu a importância dessa parceria, a importância de contribuir com recursos para apoiar esses projetos.”

Kassab afirmou ainda que, juntamente com a atuação do governo federal, está sendo construída uma solução de médio prazo para garantir a segurança hídrica na maior cidade do País e em sua região metropolitana.

“É uma solução definitiva e vai permitir, quando concluída a integração entre o sistema de Jaguari e o Paraíba com o sistema Atibainha, que os dois sistemas possam conversar entre si. Tanto que, quando chover muito num sistema, a água pode ser direcionada para o outro sistema e vice e versa. Isso vai trazer muita segurança hídrica para a região.”

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também falou sobre a importância do financiamento para a obra. De acordo com ele, trata-se de uma obra estruturante de engenharia que dobrará a capacidade de reserva dos dois sistemas.

“São R$ 747 milhões em financiamento. Com isso, nós vamos fazer uma grande obra. Dobra a capacidade de reservação de ambos os sistemas. Passa de 1,0 bilhão para 2,1 bilhões de m³/s por segundo. Diminui a vulnerabilidade. Quando chove hoje, chove demais, quando faz seca faz seca demais, com as mudanças climáticas que, tudo indica, vieram para ficar. Então, a medida que nós aumentamos a reservação, quando chover guarda, quando precisar usa.”

O governador ainda avaliou a importância da parceria com o governo federal ao lembrar da parceria público privada (PPP) do rio São Lourenço. “Eu dei o exemplo para a presidenta Dilma da PPP do São Lourenço, que nós estamos fazendo uma PPP de água, dois anos de obra já. Ela tem hoje 3 mil pessoas trabalhando na obra, vamos chegar a dezembro com 3,5 mil”, lembrou.

Quinta-feira, 2 de abril de 2015 às 23:31

Presidenta Dilma presta solidariedade ao governador Geraldo Alckmin e família

Nota OficialA presidenta Dilma Rousseff lamentou, na noite desta quinta-feira (2), a morte de Thomaz Alckmin, filho mais novo do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Thomaz foi uma das vítimas do acidente de helicóptero ocorrido na tarde de hoje, em Carapicuíba (SP).

Confira a íntegra da nota:

Com muito pesar e tristeza, apresento ao governador Geraldo Alckmin e à sua esposa, senhora Maria Lúcia Alckmin, meus sinceros e profundos pêsames pela morte de seu filho Thomaz Alckmin, que estava entre as vítimas do trágico acidente de helicóptero, ocorrido em São Paulo. 

Presto, neste momento de dor e consternação, minha solidariedade  e sentidos pêsames aos pais, familiares e amigos das  vítimas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 às 20:00

Alckmin descarta rodízio de água e detalha obras para enfrentar crise hídrica de SP

Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 às 19:57

Alckmin: “Não há nenhuma decisão tomada sobre rodízio de água”

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que a Sabesp está avaliando e monitorando permanentemente a situação hídrica do estado e que não há, até o momento, nenhuma decisão acertada sobre a possibilidade de rodízio para economizar água. Alckmin foi recebido, nesta sexta (30), pela presidenta Dilma Rousseff para detalhar as medidas de enfrentamento à crise hídrica.

Alckmin participou de coletiva após reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Alckmin participou de coletiva após reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Obra estruturante para o abastecimento em SP terá investimento de R$ 830 mi do PAC. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Entre as ações para aumentar oferta da água na região, está a interligação das bacias hidrográficas Jaguari-Atibainha, que terá investimento de R$ 830 milhões do governo federal por meio do PAC. A obra, considerada estruturante, deve ficar pronta em 18 meses.

“O edital da obra já foi lançado pelo regime diferenciado de concorrência. É uma obra importante, e ela é mão dupla. Pode água do Atibainha sobrar para o Jaguari, e vice-versa. Dobra a nossa capacidade de reservação”, afirma. O governador ressaltou que, além dessa obra, há um conjunto de medidas emergenciais que ficarão prontas no decorrer dos próximos meses. “Estamos tomando medidas de curtíssimo prazo. Acabamos de inaugurar esta semana mais meio metro cúbico por segundo a mais do Alto Tietê”, completou.

O governador aproveitou para destacar a cooperação dos paulistas. Segundo Alckmin, 81% da população reduziu o consumo de água e 66% ganharam o bônus de baixo consumo. “Quero destacar a colaboração da população. Tivemos uma redução importante pelo lado da demanda e é importante continuar esse uso racional da água, evitando desperdício”, comentou Alckmin.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, ressaltou o compromisso do governo federal em buscar todas as parcerias possíveis para aumentar a oferta de água nos estados. “É responsabilidade do governo dos estados a gestão e a operação do abastecimento, mas podemos construir parcerias republicanas, que aumentem a oferta de água, não só projetos estruturantes, mas medias emergenciais”, destacou o ministro.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 18:33

Obra que reforça abastecimento de água em São Paulo é incluída no PAC

Do site do PAC

O Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC) aprovou a inclusão do empreendimento de interligação do reservatório Jaguari-Atibainha na carteira do PAC. A obra faz parte dos projetos de segurança hídrica que o governo de São Paulo apresentou à presidenta Dilma Rousseff em novembro, com o objetivo de reforçar o abastecimento de água no estado. Na ocasião, o governador Geraldo Alckmin agradeceu o “espírito republicano” da presidenta.

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O empreendimento integra as águas da bacia do rio Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira através de um canal entre as represas Atibainha, que abastece São Paulo, e o reservatório Jaguari, no Rio de Janeiro, conforme mapa acima.

A obra, com investimento estimado pelo governo paulista de R$ 830,5 milhões, será executada pela Sabesp e aumenta, em média, a disponibilidade hídrica no sistema Cantareira em 5,1 metros cúbicos por segundo, beneficiando toda a região metropolitana de São Paulo.

No dia 4 de dezembro de 2014, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin assinaram termos de compromisso para a execução de obras de infraestrutura em São Paulo, com destaque para a Parceria Público-Privada do Sistema Produtor de São Lourenço, que atenderá 1,5 milhão de pessoas e se juntará às demais medidas que os governos federal e estadual têm discutido para enfrentar a crise hídrica.

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