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Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 às 20:00

Alckmin descarta rodízio de água e detalha obras para enfrentar crise hídrica de SP

Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 às 19:57

Alckmin: “Não há nenhuma decisão tomada sobre rodízio de água”

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que a Sabesp está avaliando e monitorando permanentemente a situação hídrica do estado e que não há, até o momento, nenhuma decisão acertada sobre a possibilidade de rodízio para economizar água. Alckmin foi recebido, nesta sexta (30), pela presidenta Dilma Rousseff para detalhar as medidas de enfrentamento à crise hídrica.

Alckmin participou de coletiva após reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Alckmin participou de coletiva após reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Obra estruturante para o abastecimento em SP terá investimento de R$ 830 mi do PAC. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

Entre as ações para aumentar oferta da água na região, está a interligação das bacias hidrográficas Jaguari-Atibainha, que terá investimento de R$ 830 milhões do governo federal por meio do PAC. A obra, considerada estruturante, deve ficar pronta em 18 meses.

“O edital da obra já foi lançado pelo regime diferenciado de concorrência. É uma obra importante, e ela é mão dupla. Pode água do Atibainha sobrar para o Jaguari, e vice-versa. Dobra a nossa capacidade de reservação”, afirma. O governador ressaltou que, além dessa obra, há um conjunto de medidas emergenciais que ficarão prontas no decorrer dos próximos meses. “Estamos tomando medidas de curtíssimo prazo. Acabamos de inaugurar esta semana mais meio metro cúbico por segundo a mais do Alto Tietê”, completou.

O governador aproveitou para destacar a cooperação dos paulistas. Segundo Alckmin, 81% da população reduziu o consumo de água e 66% ganharam o bônus de baixo consumo. “Quero destacar a colaboração da população. Tivemos uma redução importante pelo lado da demanda e é importante continuar esse uso racional da água, evitando desperdício”, comentou Alckmin.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, ressaltou o compromisso do governo federal em buscar todas as parcerias possíveis para aumentar a oferta de água nos estados. “É responsabilidade do governo dos estados a gestão e a operação do abastecimento, mas podemos construir parcerias republicanas, que aumentem a oferta de água, não só projetos estruturantes, mas medias emergenciais”, destacou o ministro.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 18:33

Obra que reforça abastecimento de água em São Paulo é incluída no PAC

Do site do PAC

O Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC) aprovou a inclusão do empreendimento de interligação do reservatório Jaguari-Atibainha na carteira do PAC. A obra faz parte dos projetos de segurança hídrica que o governo de São Paulo apresentou à presidenta Dilma Rousseff em novembro, com o objetivo de reforçar o abastecimento de água no estado. Na ocasião, o governador Geraldo Alckmin agradeceu o “espírito republicano” da presidenta.

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O empreendimento integra as águas da bacia do rio Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira através de um canal entre as represas Atibainha, que abastece São Paulo, e o reservatório Jaguari, no Rio de Janeiro, conforme mapa acima.

A obra, com investimento estimado pelo governo paulista de R$ 830,5 milhões, será executada pela Sabesp e aumenta, em média, a disponibilidade hídrica no sistema Cantareira em 5,1 metros cúbicos por segundo, beneficiando toda a região metropolitana de São Paulo.

No dia 4 de dezembro de 2014, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin assinaram termos de compromisso para a execução de obras de infraestrutura em São Paulo, com destaque para a Parceria Público-Privada do Sistema Produtor de São Lourenço, que atenderá 1,5 milhão de pessoas e se juntará às demais medidas que os governos federal e estadual têm discutido para enfrentar a crise hídrica.

Sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 às 18:06

Belo Horizonte e Rio de Janeiro ganham prêmio internacional com BRTs

Do Portal do Pac

Os BRTs Transcarioca (Rio de Janeiro) e Move (Belo Horizonte), e as ciclovias de São Paulo contribuíram para as respectivas capitais conquistarem esta semana o prêmio Transporte Sustentável do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP), que tem sede em Nova York. O comitê que definiu os vencedores deste ano é formado por organizações internacionais que trabalham com transportes urbanos.

O prêmio reconhece iniciativas que melhoram a mobilidade urbana em grandes centros urbanos. Fotos: divulgação PAC; passageiros: Marco Mari – Gabinete Digital/PR

O prêmio reconhece iniciativas que melhoram a mobilidade urbana em grandes centros urbanos. Fotos: divulgação PAC; passageiros: Marco Mari – Gabinete Digital/PR

É a primeira vez que o prêmio é dividido entre três cidades. Segundo os organizadores do evento, o empate revela a escala e a importância das conquistas do Brasil para aumentar a mobilidade e melhorar a qualidade de vida da população das grandes capitais do país.

A capital mineira recebeu o prêmio porque implementou, em 2014, o sistema BRT Move em dois corredores centrais da cidade, cobrindo 23 quilômetros, além de revitalizar a região central, criando ruas exclusivas para pedestres e uma rede de ciclovias de 27 quilômetros.

Os ônibus BRT Move circulam por pistas exclusivas nas avenidas Antônio Carlos, Pedro I e Cristiano Machado, reduzindo o tempo das viagens e garantindo maior conforto e segurança aos passageiros – os carros têm ar condicionado, portas elétricas com bloqueador e moderno sistema de freios.

O Rio de Janeiro também investiu pesado em transporte público nos últimos anos e, em 2014, inaugurou o segundo sistema BRT da cidade, o Transcarioca, com corredores de 39 quilômetros para transportar 270 mil usuários diariamente. Segundo Laudemar Aguiar, secretário de Relações Internacionais da prefeitura do Rio de Janeiro, até as Olimpíadas de 2016, 60% dos habitantes da capital carioca terão acesso a transporte público de massa de qualidade. Em 2009, esse número era de apenas 18%.

Em São Paulo, a rede de ciclovias e implementação de mais de 300 quilômetros de corredores exclusivos de ônibus garantiu sua inclusão no prêmio. A meta da prefeitura de São Paulo é ter 400 quilômetros de ciclovias em 2015.

Estabelecido em 2005, o Prêmio Transporte Sustentável tem como objetivo reconhecer iniciativas que melhorem a mobilidade urbana da população de grandes centros urbanos, além de reduzir a emissão de gases do efeito estufa. São Paulo, Rio e Belo Horizonte agora se juntam, na galeria de vencedoras, a cidades como Buenos Aires (premiada em 2014), Bogotá, Medellín, San Francisco, Nova York, Paris, Londres e Seul.

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 12:45

É possível contratar três milhões de moradias, afirma Dilma sobre Minha Casa, Minha Vida 3

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ao mesmo tempo em que entregou 5.460 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, nesta quinta-feira (3), no Paranoá (DF), a presidenta Dilma Rousseff considerou possível a contratação de três milhões de moradias na próxima fase do programa. Ela estabeleceu a meta como comprometimento com a continuidade do programa, além de articular empresariado para demanda da terceira etapa.

“Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar agora três milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade. As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, tal como fizemos até agora. E nós precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos, discutir com prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015”, salientou.

Dilma exemplificou a importância do Minha Casa, Minha Vida com a história da dona Elisângela. Uma senhora beneficiada em conjunto residencial no Rio de Janeiro que no momento da mudança para o novo lar dizia: “Vem, gente, olha que maravilha! É apartamento mesmo, pode ver. E eu que achei que só ia entrar em apartamento em horário de serviço. Mas o 304 agora é meu e daqui ninguém me tira”.

“A alegria da dona Elisângela e o orgulho por estar entrando no apartamento próprio é melhor que qualquer discurso de como a casa própria traz o bem, faz o bem para as pessoas. Com o Minha Casa, Minha Vida estamos construindo, sim, um novo país para dezenas de milhões de brasileiros que viviam em áreas insalubres, em áreas de risco, moravam de favor em casa de parentes ou pagavam um aluguel que mal cabia no bolso”, comentou Dilma.

As 5.460 casas do Minha Casa, Minha Vida foram entregues em dez cidades de sete estados, além do Distrito Federal. O programa contemplou os seguintes municípios: Belford Roxo (RJ), Betim (MG), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Governador Valadares (MG), Jequié (BA), Joinville (SC), Juazeiro do Norte (CE), Paranoá (DF), São Vicente (SP) e Santo André (SP).

Subsídios do Minha Casa, Minha Vida
A presidenta também defendeu a aplicação de recursos do Tesouro Nacional para continuar subsidiando unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Dilma explicou como funciona o subsídio, na prática, para um beneficiário do programa.

“No passado, políticos e economistas achavam que era um pecado mortal o governo federal tirar dinheiro do Tesouro e colocar de subsídio para aqueles que mais precisavam. Nós achamos que é uma virtude, é uma virtude perceber que quem ganha até 1.600 reais não cobre o preço da sua casa própria. O governo federal, para essa faixa até 1.600 reais, subsidia, coloca entre 90% a 95% do dinheiro da casa própria para que as pessoas que mais precisam tenham o seu lar, que é a condição primária de segurança pessoal, de segurança familiar”, analisou a presidenta.

Quinta-feira, 26 de junho de 2014 às 12:30

Baixada Santista recebe R$ 481,4 milhões para empreendimentos de mobilidade urbana

Quinta-feira, 26 de junho de 2014 às 12:30

Baixada Santista recebe R$ 481,4 milhões para empreendimentos de mobilidade urbana

A presidenta Dilma Rousseff anuncia, nesta quinta-feira (26), de R$ 481,4 milhões destinados às obras e elaboração de projetos de mobilidade urbana na Baixada Santista, em São Paulo. Deste total, R$ 253,2 milhões são do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 228,2 milhões de financiamento público com juros subsidiados. Uma das obras de destaque será a implantação do Corredor Metropolitano Santos/São Vicente. Os investimentos são do Pacto da Mobilidade Urbana, lançado em junho de 2013, que destinou R$ 50 bilhões para novos empreendimentos no setor.

Os recursos serão distribuídos entre as prefeituras de Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Guarujá, Bertioga e também para o governo do estado de São Paulo.

Obras
Para a prefeitura de Santos foram destinados R$ 456 milhões para obras de implantação do corredor metropolitano Santos/São Vicente. Do total, R$ 228 milhões são do OGU e R$ 228 milhões de financiamento público com juros subsidiados. A obra do corredor prevê a implantação de 16,64 quilômetros de corredores exclusivos de ônibus que interligarão a Zona Leste à Zona Noroeste de Santos e às ligarão ao município de São Vicente. Serão construídos dois túneis no maciço central da Ilha, de 1,35 quilômetro cada, e uma passagem inferior no entroncamento da avenida Nossa Senhora de Fátima com a avenida Divisória, divisa entre os municípios. Além disso, a obra conta com a reconstrução/alargamento de pontilhões sobre os canais de drenagem. O empreendimento também prevê baias para a parada dos ônibus de pavimento rígido e, em alguns trechos, haverá a alteração dos sentidos das vias e implantação de corredores binários.

Em entrevista ao Blog do Planalto, o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, avaliou os benefícios que os projetos trarão para a população da região.

“É uma obra muito importante na área de mobilidade urbana. (…) Com a implantação desse sistema de transporte metropolitano, que vai beneficiar não só Santos, mas a Baixada Santista como um todo, tendo em vista que Santos hoje é responsável pela geração de mais de 50% dos empregos da Baixada Santista, ou seja, todos os dias nós temos inúmeros, milhares de deslocamentos diários das demais cidades para Santos. Então nós teremos um cenário onde a população terá mais uma alternativa, uma boa alternativa de mobilidade em direção à cidade de Santos, e para a integração da Baixada Santista”, afirmou.

Essas obras, segundo o prefeito, atenderão reivindicação histórica da população da região e representarão avanço na qualidade de vida dos cidadãos.

“Essa obra de mobilidade urbana é uma das obras mais representativas da história da nossa região, da nossa cidade. É uma obra pela qual a mobilidade da Zona Noroeste de Santos, a mobilidade de São Vicente, lutou durante muitas décadas e que, agora, através dessa boa parceria, nós teremos a oportunidade de tirá-la do papel, melhorando e transformando a vida de milhares de pessoas que terão mais qualidade de vida, terão a oportunidade de se deslocar com mais facilidade, toda a Baixada Santista”, declarou.

A cidade de Praia Grande receberá R$ 11,7 milhões do OGU para obras de implantação do corredor Via do Cidadão que formará um anel com a marginal da rodovia Manoel da Nóbrega. Será realizada a construção de cinco quilômetros de corredor exclusivo de ônibus e a requalificação do pavimento, sinalização, sistemas e baias para a parada dos ônibus.

O município de Bertioga contará com R$ 1,2 milhão para implantação de terminais de integração no Centro (R$ 330 mil), na Riviera (R$ 460 mil) e em Boraceia (R$ 410 mil).

Projetos
Para o governo do estado de São Paulo estão disponíveis R$ 9 milhões para elaboração de projetos do BRT Metropolitano – Praia Grande/São Vicente e terminais. O Governo Federal apoiará o projeto que prevê a construção de 24 quilômetros de BRT (18 km Praia Grande, da estação Caiçaras a São Vicente, e 6 km do trevo à estação Samaritá) e de três terminais de integração (Peruíbe, Itanhaém e Mongaguá). Também está previsto a utilização das marginais da rodovia Padre Manoel da Nóbrega.

A prefeitura de São Vicente receberá R$ 1 milhão do OGU para elaboração do projeto de corredor metropolitano de São Vicente. A expectativa é que sejam implantados 16,21 quilômetros de corredores exclusivos de ônibus para integrar o túnel de Santos com São Vicente. A intervenção prevê requalificação do pavimento, sinalização, sistemas e baias para parada dos ônibus em pavimento rígido.

O município de Cubatão terá R$ 1 milhão do OGU para elaboração de estudo de viabilidade técnica e econômica (EVTE) da ligação Cubatão/Santos. O objetivo é definir uma solução de transporte coletivo que ligará Santos a Cubatão.

Da mesma forma, para o município do Guarujá foi destinado R$ 1 milhão para elaboração de EVTE do corredor avenida Santos Dumont/avenida D. Pedro I. O estudo prevê intervenções na avenida Santos Dumont, avenida Ademar de Barros, trecho da avenida Puglisi, avenida Emílio Carlos, avenida D. Pedro I e Avenida do Bosque.

Segunda-feira, 13 de maio de 2013 às 6:00

Agenda: encontro bilateral com o presidente da Alemanha

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff participa, nesta segunda-feira (13), às 12h, em São Paulo, de encontro bilateral com o presidente da Alemanha, Joachim Gauck. A reunião será seguida de declaração à imprensa, às 13h, e de almoço em homenagem a Gauck, às 13h30. Depois, Dilma participa de cerimônia de abertura do Encontro Econômico Brasil-Alemanha – EEBA 2013.

Segunda-feira, 6 de maio de 2013 às 13:21

Não faltará apoio para o fortalecimento dos pequenos negócios, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff destacou, durante a posse de Rogério Amato como presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo, nesta segunda-feira (6), a importância das micro e pequenas empresas para a economia do país. Segundo ela, a Secretaria da Micro e Pequena Empresa tem justamente esta missão: colocar em pauta as questões do setor em todas as esferas do governo.

“Não falta hoje e não faltará amanhã vontade política para apoiar o fortalecimento dos pequenos negócios. (…) A questão dos pequenos negócios é imprescindível para o futuro e presente do país. (…) O governo deve dar suporte e apoiar. Temos profunda consciência da importância da desburocratização, principalmente nas pequenas empresas. (…) A criação da Secretaria da Micro e da Pequena Empresa é essencial para colocarmos em definitivo na pauta, em todas as esferas do governo, a preocupação com a pequena empresa”, destacou.

A presidenta também destacou a importância do Programa do Microempreendedor Individual, tema do programa Café com a Presidenta desta semana. Dilma afirmou que já foram feitas 4,7 milhões operações de crédito para o setor, totalizando R$ 5,9 bilhões em empréstimos, que terão os juros diminuídos, este mês, de 8% para 5%. Ela também destacou a importância das 4,4 milhões pequenas empresas na geração de empregos, contabilizando 11 milhões de postos de trabalho com carteira assinada.

Confira a íntegra

 

Sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 às 19:01

Brasil não pode abrir mão de assegurar moradia adequada para a população, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira (25), em São Paulo, durante a entrega de 300 unidades habitacionais do Residencial Iguape, que o país não pode abrir mão de assegurar condições adequadas de moradia. Segundo ela, o Minha Casa, Minha Vida é um dos maiores programas de habitação popular do mundo e faz parte do esforço de melhorar a qualidade de vida da população.

“Hoje o Brasil tem de fato um dos maiores programas de moradia popular do mundo. (…) Um país como o Brasil, com 84% da população morando em cidades, não pode abrir mão de assegurar para essa população condições adequadas de moradia. (…) Gente com responsabilidade tem de ver que a sua população não pode morar em favela, em condições inadequadas”, afirmou.

O residencial, que beneficiará 1,2 mil pessoas, conta com 15 blocos, cada um com 20 apartamentos de 45,11 m², sendo um total de 15 unidades adaptadas para pessoas com deficiência. O empreendimento também conta com infraestrutura interna e externa – redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, coleta de lixo, energia elétrica, pavimentação, entre outros -, além de salões comunitários e área de lazer.

Ambulância

A presidenta ainda fez a entrega de 84 ambulâncias para o Samu 192 do município de São Paulo, com o objetivo de renovar a frota. De acordo com o Ministério da Saúde, o investimento total para aquisição dos automóveis e equipamentos foi de R$ 10,3 milhões – custo de R$ 122,7 mil por unidade.

Confira a íntegra

 

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