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Terça-feira, 22 de dezembro de 2015 às 19:15

Integração do São Francisco é a obra de maior prioridade do meu governo, diz Dilma

A presidenta Dilma posa para foto com operários da obra. Atualmente, o Pisf conta com 10 mil trabalhadores. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma posa para foto com operários da obra. Atualmente, o Pisf conta com 10 mil trabalhadores. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta terça-feira (22), da cerimônia de entrada em operação da 2ª Estação de Bombeamento-EBV-2, do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), em Floresta (PE). No evento, Dilma afirmou que o Pisf é a obra mais prioritária do governo e garantiu concluir do projeto em 2016.

“A integração do São Francisco é uma realidade muito importante para o Brasil e eu considero que, no meu período de governo, é a obra mais prioritária do ponto de vista do efeito que ela terá na vida de milhões de moradores aqui do semiárido”.

As estações de bombeamento são responsáveis por impulsionar a água de um terreno mais baixo para outro, mais alto. Com o funcionamento da estrutura, a água do Rio São Francisco avançará até o reservatório de Mandantes, o terceiro do Eixo Leste, percorrendo 32,4 quilômetros.

Segundo a presidenta, as águas do rio vão avançar pelos canais e transformar para sempre a paisagem e a vida das pessoas no semiárido nordestino. “A integração do São Francisco avança e não há nada que pare essa interligação”, destacou.

A presidenta enalteceu o tamanho do Pisf, que vai garantir a segurança hídrica de 12 milhões de nordestinos em 390 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte, além de empregar atualmente 10 mil pessoas. “Acredito na força do povo brasileiro para elevar esse País às alturas do desenvolvimento. E com segurança hídrica, vocês podem ter certeza, a prosperidade vai crescer nessa terra”.

Dilma se inspirou no mandacaru do sertão para garantir que o governo vai continuar enfrentando a crise. “Sempre olho para o mandacaru e acho muito bonito o fato de que uma flor tão bonita viceja no meio de espinhos. Ou seja, se os espinhos são a crise, a flor do mandacaru vai vicejar com a água aqui do São Francisco”.

A obra atingiu 81,8% de execução física. O projeto é composto por 477 quilômetros de extensão, organizados em dois eixos de transferência de água: Norte, com 260 quilômetros, e o Leste, com 217.

Quinta-feira, 5 de novembro de 2015 às 9:55

Estamos fazendo uma obra que vai ficar para sempre, diz trabalhador do Canal do Sertão

No município de Inhapi (AL), Sivanilton José da Silva olha com orgulho para a água azulada do Rio São Francisco que corre pelo trecho III do Canal do Sertão, rumo ao interior do Estado. O trecho será inaugurado nesta quinta-feira (5) pela presidenta Dilma Rousseff. Protegido do sol forte da região pelo capacete verde e pelos óculos escuros, ele diz que já está vendo muita coisa boa acontecer por causa do canal.

A obra, localizada a 304 quilômetros de Maceió, é uma das maiores do Nordeste, e vai levar água do Velho Chico para municípios alagoanos, beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas, em 42 municípios. Financiado pelo governo federal, o Canal do Sertão tem Orçamento de R$ 2,3 bilhões. Atualmente, já tem 65 quilômetros construídos e disponibiliza água para consumo humano, animal e atividade agrícola nos municípios alagoanos de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca.  

“É uma obra que veio a calhar, porque o sertão tem a dificuldade de água. Esse Canal do Sertão, que vem distribuindo água ao longo da redondeza, trouxe desenvolvimento”, diz Sivanilton . “Onde tem irrigação, o pessoal vai ter mais oportunidade de plantar e vai ter água no pé. As cidades vizinhas tiveram um crescimento econômico devido à renda que foi trazida pelo Canal do Sertão. E as pessoas, hoje, têm mais uma fonte de renda. Porque têm como plantar, têm como sobreviver e como vender a sua agricultura, que vai ser plantada ao longo desse canal”.

Sivanilton é encarregado de usina e tem quatro anos de obra. Ele conta que os moradores das redondezas sempre querem saber sobre o andamento dos trabalhos. “Todos os dias eles cobram: ‘Quando é que vai ficar pronto, quanto vai ficar pronto?’ É que eles têm o interesse de ver, realmente, isso aqui pronto. Eles veem que a gente está se empenhando a desenvolver uma obra que vai ficar para sempre na região”. 

Quando estiver pronto, o Canal do Sertão Alagoano vai beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas, em 42 municípios. Foto: Isac Nóbrega/PR

Quando estiver pronto, o Canal do Sertão Alagoano vai beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas, em 42 municípios. Foto: Isac Nóbrega/PR

O canal também trouxe mais empregos para o interior de Alagoas. Segundo Sivanilton , a maior parte dos operários é das cidades vizinhas à obra. “O que tem de fora é muito pouco. O efetivo maior é do pessoal da região”. Além disso, os candidatos a operários acabaram se habilitando profissionalmente. “Muitas pessoas que vieram trabalhar aqui não conheciam a construção civil. Mas, com o treinamento, aperfeiçoaram as funções e desenvolveram o trabalho assim como foi designado”, relata.

O encarregado de usina diz que, tudo isso somado, faz com que ele tenha muito orgulho de participar da construção do Canal do Sertão.“É gratificante quando você chega no final de uma obra dessa e vê que todo o esforço que foi feito, deu certo. A gente sabe que passou por ali e deixou um pouco do nosso trabalho. E foi gratificante saber que a gente pode contribuir para o desenvolvimento do nosso País”.

Investimentos
Com investimento de R$ 851,1 milhões, o Trecho III – que tem 28,2 quilômetros de extensão – disponibilizará água para os municípios de Água Branca, Olho D’Água do Casado, Inhapi e Senador Rui Palmeira, em Alagoas. Aproximadamente 60,4 mil pessoas serão beneficiadas.

Quarta-feira, 4 de novembro de 2015 às 20:27

Dilma entrega 3º trecho de obra que leva água ao sertão de AL e beneficiará 1 mi de pessoas

Com investimento de R$ 851,1 milhões, o trecho tem 28,2 quilômetros de extensão e vai beneficiaar mais de 60 mil pessoas. Foto: Isac Nóbrega/PR

Com investimento de R$ 851,1 milhões, o trecho tem 28,2 quilômetros de extensão e vai beneficiaar mais de 60 mil pessoas. Foto: Isac Nóbrega/PR

A presidenta Dilma Rousseff vai até Inhapi (AL), nesta quinta-feira (5), para entregar o trecho III do Canal do Sertão Alagoano, que vai beneficiar mais de 60 mil pessoas. Com investimento de R$ 851,1 milhões, o trecho tem 28,2 quilômetros de extensão.

O ministro da Integração Nacional, Giberto Occhi, comemora o estágio avançado da obra. “Vamos chegar a 93 km de canal entregues”, afirmou, em entrevista à rádio Jovem Pan de Maceió, capital alagoana. “A presidenta faz a abertura de uma comporta a partir da qual a água será liberada para percorrer o canal nessa extensão.

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Giberto Occhi: “Canal já começa a mudar o cenário daquele sertão alagoano seco, árido e sem perspectiva de abastecimento de água”. Foto: Marcelo Camargo/ABr

Occhi revelou ainda que no trecho IV, 50% da obra já está executada. “Temos uma perspectiva de, já no inicio do ano, entregar mais um pedaço desse trecho e ultrapassar mais de 100 km de extensão”.

O ministro garante que o canal já está trazendo transformações para a região. “Tive a oportunidade de sobrevoar essa obra no mês passado, até para verificar a conclusão desse trecho. Pude perceber que já começa a mudar o cenário daquele sertão alagoano seco, árido e sem perspectiva de abastecimento de água”.

Canal do Sertão Alagoano
A obra, localizada a 304 quilômetros de Maceióé uma das maiores do Nordeste, e vai levar água do Velho Chico para municípios alagoanos, beneficiando cerca de 1 milhão de pessoas, em 42 municípios. Financiado pelo governo federal, o Canal do Sertão tem Orçamento de R$ 2,3 bilhões. Atualmente, já tem 65 quilômetros construídos e disponibiliza água para consumo humano, animal e atividade agrícola nos municípios alagoanos de Delmiro Gouveia, Pariconha e Água Branca.

Quinta-feira, 23 de abril de 2015 às 19:26

Plano para intensificar revitalização do São Francisco deve ficar pronto em 30 dias, diz ministro

O governo federal vai preparar, dentro de 30 dias, um plano de longo prazo para a revitalização do Rio São Francisco e de suas bacias nos próximos dez anos. A determinação foi dada pela presidenta Dilma Rousseff após reunião com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

Ministro afirmou que estudo será entregue à presidenta em 30 dias. Foto: Renan Carvalhais/PR

Ministro afirmou que estudo será entregue à presidenta em 30 dias. Foto: Renan Carvalhais/PR

O estudo será feito em parceria entre os ministérios da Integração Nacional e do Planejamento, Orçamento e Gestão.

“Nós estamos vivendo uma crise hídrica nessa região, principalmente no semiárido e no Sudeste, como nunca vivemos nos últimos 40, 50 anos. Então estamos trabalhando efetivamente para atuar no emergencial, mas pensando no curto, no médio e no longo prazo”, afirma Occhi.

O ministro ressalta que obras já vêm sendo feitas para revitalizar o rio. Desde 2007, o governo investiu cerca de R$ 2 bilhões na revitalização do rio São Francisco. Apenas em 2014, foram mais de R$ 400 milhões.

As ações de revitalização são, entre outras, replantação das matas auxiliares, desassoreamento o rio, obras de saneamento e a preservação de nascentes.

Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 às 18:00

Quatro obras do PAC estão entre as 100 mais importantes do mundo

Com informações do Portal do PAC

Seis grandes obras de infraestrutura do Brasil estão entre as 100 mais importantes do mundo, de acordo com lista feita pela consultoria internacional KPMG, e quatro delas têm o carimbo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): o Projeto de Integração do rio São Francisco (PISF), Morar Carioca – comunidade sustentável, o Campo de Libra do Pré-sal e a Parceria Público-Privada (PPP) do sistema de tratamento de esgoto de Recife (PE). As outras duas obras brasileiras incluídas na lista, divulgada no final de 2014, são a Ferrovia Transcontinental e o Metrô da Linha 6 de São Paulo.

Obras foram selecionadas de acordo com complexidade, relevância, viabilidade e impacto na sociedade. Fotos: divulgação PAC; divulgação Cidade Olímpica; Bruno Veiga/Agência Petrobras; divulgação PAC

Obras foram selecionadas de acordo com complexidade, relevância, viabilidade e impacto na sociedade. Fotos: divulgação PAC; divulgação Cidade Olímpica; Bruno Veiga/Agência Petrobras; divulgação PAC

Segundo a publicação, cada um dos 100 projetos listados “representa o espírito de infraestrutura, desenvolvimento e financiamento privado”, e revela como governos pelo mundo estão se desdobrando para encontrar meios para financiar importantes projetos de infraestrutura – como é o caso do PAC.

Das quatro obras do PAC listadas pela consultoria KPMG, a que é integralmente financiada com recursos do PAC é o Projeto de Integração do São Francisco, que gera mais de 10 mil empregos e está com quase 70% de seus trabalhos concluídos. O projeto vai levar água para mais de 12 milhões de pessoas que moram em 390 municípios do Nordeste do país. É a maior obra de infraestrutura hídrica brasileira e uma das maiores do mundo. O projeto se destaca por executar 477 quilômetros de canais em dois eixos de transferência de água – Norte e Leste – com a construção de 4 túneis, 14 aquedutos, 9 estações de bombeamento e 27 reservatórios.

A lista das obras é um relatório global que a empresa KPMG faz a cada dois anos. Foram criados quatro grupos para selecionar as obras mais importantes de acordo com sua complexidade, relevância para o país, viabilidade econômica e impacto na sociedade. Para se chegar à lista final de 100 obras, foram convidados especialistas independentes dos Estados Unidos, China, Índia e Brasil, que formaram quatro júris para cada região avaliada. Após algumas rodadas de discussão dos júris, chegou-se à lista final de 100 empreendimentos.

Segundo o sócio da KPMG no Brasil, Maurício Endo, o Brasil retomou com vigor os investimentos em infraestrutura e tem feito boas iniciativas para financiar essas obras. “O PAC é um indutor e realmente tem acelerado e beneficiado vários projetos de infraestrutura, inclusive alguns de parceria público-privada, aportando recursos na área de transporte urbano, por exemplo”, afirma o consultor, que elogia a integração cada vez maior entre o PAC e o Programa de Investimento em Logística (voltado para concessões), para que o Brasil aumente ainda mais o investimento em infraestrutura logística. “A infraestrutura é crucial para o crescimento das exportações e para o crescimento doméstico.”

Edson Costa, coordenador do departamento de Recursos Hídricos da Secretaria do PAC, lembra que a Integração do rio São Francisco é um projeto muito antigo e vem sendo debatido desde a época do Império, há mais de 100 anos. Mas só depois da inclusão da obra no PAC, em 2007, é que ela realmente começou a andar. Segundo ele, o PAC, criou um ambiente melhor de investimentos no país, priorizando algumas obras importantes e criando mecanismos para financiar os projetos.  “A possibilidade de conclusão das obras que compõem a carteira do PAC são maiores, pois existe tratamento diferenciado na gestão, no monitoramento e na garantia dos recursos”, explicou.

O professor de finanças da Universidade de Brasília (UnB), José Carneiro da Cunha, diz que a Integração do São Francisco é sem dúvida uma das obras mais estratégicas em andamento hoje no país, por atacar um problema antigo, que é o abastecimento de água no Nordeste.

“Resolvendo isso, vai também potencializar a produção agrícola da região e dando melhores oportunidades de emprego.” Pode inclusive, diz Cunha, gerar uma redução da pressão de expansão das fronteiras agrícolas na Amazônia, já que o PISF contribuirá para melhorar a qualidade do solo do semiárido por meio da irrigação. “Além disso, faz surgir novas atividades econômicas na região, reduzindo a necessidade de programas assistenciais, o que é muito bom.”

Segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 às 12:42

Projeto São Francisco construirá casas para 98 famílias quilombolas em Pernambuco

Do Ministério da Integração Nacional

As casas de taipa de 98 famílias quilombolas de Pernambuco serão substituídas por construções de alvenaria nos municípios de Cabrobó, Carnaubeira da Penha e Mirandiba, no sertão do estado. A ação é promovida pela parceria entre Ministério da Integração Nacional – que gerencia o Projeto de Integração do Rio São Francisco – e Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Os contratos foram assinados na última semana, em Recife (PE).

As famílias quilombolas beneficiadas residem na região de abrangência dos canais do Eixo Norte e do Eixo Leste da maior obra de infraestrutura hídrica do País. A expectativa é que as novas moradias, cuja entrega está prevista para 2016, contribuam com as condições de saúde dessas populações tradicionais, especialmente no que diz respeito à diminuição da incidência da doença de Chagas – casas de taipa favorecem a proliferação do barbeiro, transmissor da enfermidade.

A parceria para a execução dos Programas Básicos Ambientais do Projeto de Integração do Rio São Francisco já garantiu a entrega de 588 casas. As obras custarão R$ 2,8 milhões. Com a construção das 98 residências restantes, o Ministério terá concluído ação prevista no programa 12 (Desenvolvimento de Comunidades Indígenas) e no programa 17 (Desenvolvimento de Comunidades Quilombolas).

Projeto São Francisco
Orçado em R$ 8,2 bilhões, o Projeto de Integração do Rio São Francisco prevê recursos de quase R$ 1 bilhão para programas básicos ambientais, em conformidade com as condicionantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

As ações desenvolvidas pelos 38 programas ambientais do projeto possibilitam o conhecimento aprofundado do bioma caatinga, não só no âmbito da fauna e da flora, mas também em diversos aspectos econômico-sociais, arqueológicos e na melhoria de condições de vida de comunidades indígenas e quilombolas na área de impacto do projeto.

O projeto é a mais relevante iniciativa do Governo Federal dentro Política Nacional de Recursos Hídricos. O objetivo é garantir a segurança hídrica para 390 municípios no Nordeste Setentrional, onde a estiagem ocorre frequentemente, beneficiando mais de 12 milhões de habitantes.

Sexta-feira, 26 de dezembro de 2014 às 16:00

Abril: Dilma participa da concessão de aeroportos e sanciona o Marco Civil da Internet

Especial Retrospectiva 2014

Em abril, a presidenta Dilma Rousseff participou da assinatura do contrato de concessão dos aeroportos do Galeão e de Confins, que serão modernizados com investimentos privados de R$ 5,7 e R$ 3,5 bilhões, respectivamente. Segundo a presidenta, “A necessidade de investir em nossos aeroportos tornou-se mais urgente devido à mudança por que vem passando o Brasil nos últimos anos, que promoveu uma extraordinária ampliação da classe média, permitindo que uma quantidade imensa de pessoas que nunca tinham viajado de avião passasse a fazê-lo”.

Ainda no começo do mês, Dilma visitou as obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. A expectativa é que cerca de 300 mil passageiros sejam atendidos diariamente pela nova linha, que terá seis novas estações, além da ampliação de uma estação já existente.

Dilma foi até a cidade de Serra Talhada para entregar o último trecho da primeira etapa da Adutora do Pajeú, que já beneficia mais de 177 mil pessoas com o abastecimento de água potável vinda do Rio São Francisco.

retrospectiva abr (2)

Abril foi um mês importante para a discussão sobre a internet no Brasil com a aprovação do Marco Civil da Internet. A presidenta afirmou, durante conversa com internautas na página do Palácio do Planalto no Facebook, que o Marco Civil coloca o Brasil na vanguarda da proteção dos direitos dos usuários da Internet.

“O Marco Civil é a legislação mais avançada no mundo e nos coloca na vanguarda na proteção dos direitos dos usuários da internet (…) Há uma opinião unânime entre especialistas e usuários da internet em todo o mundo que a aprovação do Marco Civil pelo Congresso foi um avanço histórico por assegurar a liberdade de expressão, a privacidade do indivíduo e o respeito aos direitos humanos”, discursou a presidenta.

Ainda sobre a internet, Dilma discursou durante o Encontro Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet, o NetMundial, em São Paulo, que o Brasil defende uma governança da Internet multissetorial, multilateral, democrática e transparente. Durante o encontro, Dilma sancionou o Marco Civil da Internet.

A presidenta foi até Barcarena (PA) para inaugurar o complexo portuário Miritituba-Barcarena, e afirmou que o governo está trabalhando intensamente para promover uma verdadeira revolução na logística de transporte do país.

Abril também foi um mês repleto de formaturas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Dilma participou de formaturas em Porto Alegre (RS), São Gonçalo (RJ), Cuiabá (MT), Belém (PA) e Feira de Santana (BA). “O Pronatec é a afirmação do compromisso do meu governo com a capacitação técnica e com o ensino técnico de nível médio. Nós precisamos disso de forma inquestionável, é algo fundamental”, afirmou a presidenta.

Pelo programa Minha Casa, Minha Vida, a presidenta entregou 2.508 unidades habitacionais em São José do Rio Preto (SP), 720 em São Gonçalo (RJ), 638 em Cuiabá (MT) e 1.224 em Feira de Santana (BA) e 1,5 mil em Camaçari (BA).

Acesse todas as notícias de abril de 2014 e acompanhe neste sábado (27) os principais fatos de maio.

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014 às 13:45

Para secretário, testes no Projeto de Integração do São Francisco superaram expectativas

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014 às 13:38

Para secretário, testes no Projeto de Integração do São Francisco superaram expectativas

O governo federal iniciou, nesta semana, os testes de bombeamento no eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco no momento em que o empreendimento está com 66,1% de suas obras concluídas. Para explicar melhor como foram feitos os testes, o Blog do Planalto conversou com o secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Iranir Ramos.

“O teste consistiu em acionar os vários equipamentos, integrá-los eletronicamente, deixá-los todos conectados à nossa sala de controle integrada e, a partir dessa sala, nós demos partida ao motor do primeiro conjunto de bombeamento, que bombeou 4 metros cúbicos de água por segundo. Após subir a altura de 62 metros, equivalente a um prédio de 20 andares, a água começou a adentrar no canal, e esse canal conduz a água até o primeiro reservatório, passando por um aqueduto que está por cima de uma rodovia, e depois segue por mais 10 quilômetros de canal até chegar ao primeiro reservatório”, explica Iranir.

Ramos afirmou que o sucesso dos testes no eixo Leste garante o otimismo para os próximos desafios. “A partir do sucesso desse primeiro bombeamento, nós temos a certeza de que os próximos desafios vão ser cumpridos conforme a nossa perspectiva de tempo, de prazo e de custo. O teste foi bem sucedido, superou as expectativas. Tivemos o bombeamento na quantidade e na pressão necessária”, comemora.

O empreendimento garantirá a segurança hídrica de 12 milhões de pessoas do semiárido nordestino. Ao todo, o Projeto conta com seis estações de bombeamento no eixo Leste e três estações no eixo Norte, responsáveis por elevar a água do rio para canais posicionados em terrenos mais altos. O projeto tem 100% das etapas contratadas e previsão de conclusão das obras para o fim de 2015.

Segunda-feira, 25 de março de 2013 às 10:17

Em Pernambuco, Dilma entrega primeiro trecho de Adutora, retroescadaveiras e ônibus escolares


Em viagem a Serra Talhada (PE), nesta segunda-feira (25), a presidenta Dilma Rousseff visitará a Estação de Tratamento de Água Cachoeira II, do Sistema Adutor Pajeú, cujo primeiro trecho será inaugurado em cerimônia após a visita.

Durante o evento também serão entregues 22 retroescavadeiras, adquiridas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com um investimento de R$ 3,8 milhões. Agora, são 68 municípios pernambucanos beneficiados com os novos equipamentos, que serão utilizados para reestruturar estradas vicinais.

Ônibus escolares

Ainda será feita a entrega de ônibus escolares a municípios do sertão pernambucano. Até junho, 29 prefeituras da região serão contempladas pelo programa Caminho da Escola, criado em 2007, e que tem como objetivo renovar a frota de veículos de transporte escolar, garantindo segurança e contribuindo para o acesso e permanência dos alunos nas escolas da rede pública da educação básica.

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