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Domingo, 9 de novembro de 2014 às 14:55

Encontro com partidos, Ordem do Mérito Cultural 2014 e presidente do Uruguai

Domingo, 9 de novembro de 2014 às 14:47

Encontro com partidos, Ordem do Mérito Cultural 2014 e presidente do Uruguai

Quarta-feira, 5 de novembro de 2014 às 18:40

Presidenta Dilma Rousseff recebe Luiz Fernando Pezão e Eduardo Paes

Nesta quarta-feira (5), a presidenta Dilma recebeu o governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Pezão ressaltou a importância das parcerias já estabelecidas com o governo federal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Nesta quarta-feira (5), a presidenta Dilma recebeu o governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Pezão ressaltou a importância das parcerias já estabelecidas com o governo federal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 9:03

Obras no Parque Olímpico e Vila dos Atletas a pleno vapor

Sábado, 9 de agosto de 2014 às 10:00

Obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Estão a pleno vapor os preparativos para o próximo grande evento esportivo no país: as Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016. Veja como andam as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas, no Rio de Janeiro.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhões de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paralímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (CPM); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila dos Atletas
Nas Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016, a Vila dos Atletas receberá 18 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas. A obra começou a ser construída em 2012 e tem prazo de entrega para dezembro de 2015. As instalações terão, ao todo, 31 prédios residenciais, divididos em sete condomínios. Além dos 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos, a Vila terá também um parque público de 72 mil metros quadrados.

Localizada em terreno de 800 mil metros quadrados, a cinco minutos do Parque Olímpico, o complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos de 2016.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um bom exemplo é a central de concretagem existente no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico.

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 12:46

Evento-teste para Jogos Olímpicos Rio 2016 realiza primeiras regatas com sucesso

Cerca de 215 barcos das classes 49er, Finn, Laser, 470 e RS:X (masculinas), 49er FX, Laser Radial, 470 e RS:X (femininas) e Nacra 17 (mista) disputarão as provas naquele que é o maior evento de vela já realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Cerca de 215 barcos de diversas classes disputarão as provas. Evento de vela já é o maior realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Esta semana (5) começa a contagem regressiva de dois anos para as Olimpíadas Rio 2016. E o domingo (3) também foi marcado como data histórica com o início das provas da Regata Internacional de Vela, a primeira competição do Aquece Rio, programa de eventos testes para os Jogos do Rio 2016. A disputa é o primeiro dos 45 eventos teste de todas as modalidades olímpicas a serem realizados até 2016 nas arenas de competição dos Jogos.

Até sábado (09), 320 atletas, de 34 países, incluindo 24 medalhistas olímpicos, dentre os quais está o brasileiro Robert Scheidt, bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) e dono de outras três medalhas nos Jogos (prata em Sydney 2000 e Pequim 2008 e bronze em Londres 2012), disputarão provas em 10 classes olímpicas para testar as condições das cinco raias Baía de Guanabara que abrigarão as competições em 2016.

Além de testar as raias olímpicas, a Regata Internacional de Vela permitirá aos velejadores se familiarizem com a cidade e com condições climáticas e de vento do Rio de Janeiro nesta época do ano, a mesma em que serão disputados os Jogos Olímpicos.

“É uma felicidade grande poder realizar o que planejamos nos últimos cinco anos”, destacou Agberto Guimarães, diretor executivo de esportes do Rio 2016. “Trata-se de um grande evento para nós e tudo foi muito planejado para que possamos tirar importantes lições dessa competição que serão aplicadas em 2016”, continuou.

A Regata Internacional de Vela será disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016, localizadas nas áreas do Pão de Açúcar, da Ponte Rio-Niterói, da Escola Naval, da Praia de Copacabana e da orla de Niterói. Foram feitos testes para identificar a qualidade da água nos cinco pontos de competições e os resultados recebidos no dia 1º de agosto apontaram que água não representa qualquer risco à saúde dos velejadores.

“O nosso foco principal é testar as raias de competição”, declarou Rodrigo Garcia, diretor de esportes do Rio 2016 e responsável pela Regata Internacional. “Trata-se de um evento da maior importância para que possamos testar não só as condições de competição, mas também as condições climáticas”, prosseguiu.

Diretor de comunicação da Federação Internacional de Vela (Isaf), Alaistar Fox elogiou a estrutura montada para a Regata Internacional de Vela. “Todos estamos impressionados com o que temos visto até agora”, frisou. Ele também ressaltou a satisfação da Isaf por disputar os Jogos Rio 2016 no Rio de Janeiro e não em outra cidade, como ocorreu, por exemplo, nas Olimpíadas de Pequim 2008, quando as provas de vela não foram disputadas em Pequim, mas na cidade de Qingdao.

Medalha de ouro nos Jogos de Londres 2012 na classe 470, o australiano Mathew Belcher afirmou que os atletas estão muito empolgados para competir no Rio de Janeiro. “Estamos muito animados por estar aqui. É a minha primeira vez no Rio e achei a estrutura ótima. Para nós, vai ser muito bom entender as condições climáticas e conhecer a raia que vamos competir em 2016 e esperamos ter uma ótima competição nesta semana”, pontuou.

Sobre a polêmica das condições da Baía de Guanabara no que diz respeito à poluição, Rodrigo Garcia explicou que diversas providências foram tomadas e que houve um reforço nas ações para que a Regata Internacional de Vela seja disputada sem qualquer problema até o dia 9 de agosto.

No que diz respeito à poluição da Baía de Guanabara, Rodrigo Garcia explicou também as providências tomadas e reforço nas ações para a competição. Ele lembrou as várias ecobarreiras instaladas previamente e que os ecobarcos para o evento, que recolhem o chamado lixo flutuante (sacos plásticos e outros detritos lançados ao mar), passaram de três para 10. Além disso, Rodrigo ressaltou entre 12 e 14 outras embarcações para ações de apoio, assegurando a qualidade da competição.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reforçou a qualidade da água para as cinco raias e adiantou a ansiedade do Rio para os outros eventos testes a partir do ano que vem. “Nós iniciamos as obras de Deodoro e o Parque Olímpico está três semanas adiantado (no cronograma). As obras de legado de infraestrutura estão todas em dia e não tenho dúvida de que a partir da metade do ano que vem a gente começa a ter vários eventos testes a partir do momento em que formos entregando as arenas, os equipamentos esportivos e, mais importante, entregando aquilo que fica para a cidade e que a população já começa a usufruir”, analisou.

Após as regatas deste domingo, o brasileiro Jorginho Zariff, campeão mundial em 2013 na classe Finn, que lidera a prova após o primeiro dia de competição na classe Finn, disse que cada vez mais está sentido o clima dos Jogos do Rio 2016 e que espera ótimas regatas nesta semana. “A gente está fazendo um trabalho totalmente voltado para as Olimpíadas. A gente tem um Mundial no mês que vem e nem sei se o nosso resultado vai ser muito bom pelo fato de a preparação estar sendo feita totalmente para cá (para os Jogos do Rio), mas eu acredito muito a gente daqui a dois anos, se for eu ou se for o Bruno (Bruno Prada), vai chegar bem forte para as Olimpíadas”, declarou Jorginho.

O velejador elogiou a estrutura dada aos atletas neste ciclo olímpico “Eu fui para Londres e acho não dá para comparar o apoio que a gente está tendo agora do COB, do Ministério do Esporte e da Confederação (de Vela). Não dá para reclamar de nada. Todo o material, todas as viagens e todos os profissionais que a gente quis contar a gente está podendo ter e contar e está muito bacana. Se continuar assim até 2016 acho que vamos conseguir ficar entre os dez no quadro de medalhas.”

Fonte: Ministério do Esporte.

Domingo, 13 de julho de 2014 às 15:25

Presidenta recebe autoridades para encerramento da Copa do Mundo

Presidenta Dilma cumprimenta Chefes de Estado e de Governo participantes do encerramento da Copa do Mundo FIFA 2014. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma cumprimenta Chefes de Estado e de Governo participantes do encerramento da Copa do Mundo FIFA 2014. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Neste domingo (13), no Rio de Janeiro, a presidenta Dilma Rousseff ofereceu um almoço em homenagem aos Chefes de Estado e de Governo que vieram prestigiar o encerramento da Copa do Mundo de 2014.

Entre as autoridades presentes estavam a chanceler e o presidente da Alemanha, Angela Merkel e Joachin Gauk. A Alemanha disputará a final da Copa contra a seleção da Argentina em partida prevista para iniciar às 16 horas no Maracanã.

Além dos representantes dos países finalistas, a presidenta Dilma recebeu o presidente da Rússia, Vladimir Putin. A Rússia será a anfitriã do próximo mundial, em 2018. Outras autoridades internacionais também prestigiaram o encontro e devem participar da cerimônia de encerramento.

 

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 12:45

É possível contratar três milhões de moradias, afirma Dilma sobre Minha Casa, Minha Vida 3

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ao mesmo tempo em que entregou 5.460 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, nesta quinta-feira (3), no Paranoá (DF), a presidenta Dilma Rousseff considerou possível a contratação de três milhões de moradias na próxima fase do programa. Ela estabeleceu a meta como comprometimento com a continuidade do programa, além de articular empresariado para demanda da terceira etapa.

“Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar agora três milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade. As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, tal como fizemos até agora. E nós precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos, discutir com prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015”, salientou.

Dilma exemplificou a importância do Minha Casa, Minha Vida com a história da dona Elisângela. Uma senhora beneficiada em conjunto residencial no Rio de Janeiro que no momento da mudança para o novo lar dizia: “Vem, gente, olha que maravilha! É apartamento mesmo, pode ver. E eu que achei que só ia entrar em apartamento em horário de serviço. Mas o 304 agora é meu e daqui ninguém me tira”.

“A alegria da dona Elisângela e o orgulho por estar entrando no apartamento próprio é melhor que qualquer discurso de como a casa própria traz o bem, faz o bem para as pessoas. Com o Minha Casa, Minha Vida estamos construindo, sim, um novo país para dezenas de milhões de brasileiros que viviam em áreas insalubres, em áreas de risco, moravam de favor em casa de parentes ou pagavam um aluguel que mal cabia no bolso”, comentou Dilma.

As 5.460 casas do Minha Casa, Minha Vida foram entregues em dez cidades de sete estados, além do Distrito Federal. O programa contemplou os seguintes municípios: Belford Roxo (RJ), Betim (MG), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Governador Valadares (MG), Jequié (BA), Joinville (SC), Juazeiro do Norte (CE), Paranoá (DF), São Vicente (SP) e Santo André (SP).

Subsídios do Minha Casa, Minha Vida
A presidenta também defendeu a aplicação de recursos do Tesouro Nacional para continuar subsidiando unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Dilma explicou como funciona o subsídio, na prática, para um beneficiário do programa.

“No passado, políticos e economistas achavam que era um pecado mortal o governo federal tirar dinheiro do Tesouro e colocar de subsídio para aqueles que mais precisavam. Nós achamos que é uma virtude, é uma virtude perceber que quem ganha até 1.600 reais não cobre o preço da sua casa própria. O governo federal, para essa faixa até 1.600 reais, subsidia, coloca entre 90% a 95% do dinheiro da casa própria para que as pessoas que mais precisam tenham o seu lar, que é a condição primária de segurança pessoal, de segurança familiar”, analisou a presidenta.

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 11:43

Dilma: Inauguramos um arco rodoviário que pode ser chamado de caminho do futuro

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 11:43

Dilma: Inauguramos um arco rodoviário que pode ser chamado de caminho do futuro

Presidenta Dilma posa para foto com trabalhadores do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma posa para foto com trabalhadores do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Na abertura ao tráfego do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, trecho que vai do entroncamento da BR-040 até Itaguaí , nesta terça-feira (1), a presidenta Dilma Rousseff classificou a obra rodoviária como um caminho para o futuro. Para ela, o empreendimento abre oportunidades para a instalação de mais empresas, trazendo desenvolvimento econômico e social para a região em Duque de Caxias (RJ).

“O que caracteriza esse Arco Rodoviário é a imensa oportunidade que ele abre aqui para o estado do Rio, tanto do ponto de vista da logística pelo que ele liga – liga rodovias e liga porto. Ligar rodovia e ligar um porto é algo estratégico -, liga grandes obras que estão sendo realizadas aqui no Rio de Janeiro, como é o caso do Comperj. Liga, portanto, de forma muito clara, grandes unidades econômicas, grandes obras, grandes projetos. Então, abre oportunidades sociais e econômicas”, afirmou.

A presidenta destacou também os empregos gerados com a chegada destas empresas. Ela lembrou ainda que, com a estimativa de que 10 mil carretas/dia utilizem o novo Arco Metropolitano, o tráfego pesado sai de dentro das cidades, para melhora do fluxo de carros e da segurança do trânsito.

“Aqui foi dado passo essencial para gerar emprego de qualidade, melhorar a vida para população que vive aqui. Também porque quando tira tráfego pesado de dentro das cidades, a gente está preservando vida, garantindo não só tempo de vida para passar com seus filhos, mas garantindo também segurança. Segurança porque tráfego pesado sempre causa acidentes”, analisou.

Confira a íntegra

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