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Terça-feira, 7 de outubro de 2014 às 10:10

Brasil realiza maior investimento da história em aparelhos de treinamento para ginástica artística

Terça-feira, 7 de outubro de 2014 às 10:00

Brasil realiza maior investimento da história em aparelhos de treinamento para ginástica artística

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Convênio para novos equipamentos é o maior investimento da modalidade no Brasil. Foto: Divulgação/MME.

Desde sexta-feira (3/10), os ginastas de Brasília contam com aparelhos de ponta para realizar seus treinamentos no Centro Regional de Treinamento do Distrito Federal. A aquisição é resultado de convênio no valor de R$ 7,3 milhões entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) que, além da capital federal, beneficiará outros 12 centros de treinamento espalhados pelo Brasil. Esse convênio resultou no maior investimento da modalidade no País.

De acordo com o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério, Ricardo Leyser, a ideia é entregar à população brasileira um legado dos Jogos Olímpicos de 2016. “A eleição do Rio de Janeiro como cidade Olímpica fez com que o Brasil se preparasse para transformar o esporte no País. O Brasil planejou e vai entregar um legado. Não apenas medalhas em 2016, mas em 2020, 2024. O objetivo é que o esporte brasileiro alcance outro patamar de competitividade”, observou.

Das ginastas que testaram os equipamentos, Vitória Ribeiro e Daniele Farias Rodrigues destacaram que os novos equipamentos “são mais macios, jogam o atleta mais fácil para o alto, além de não escorregarem como as traves velhas.” As atletas lembraram que nas traves antigas era preciso passar magnésio sempre que fossem ser usadas.

Equipamentos de nível olímpico
Os equipamentos adquiridos permitem a estruturação de pelo menos 13 centros de treinamento das modalidades artística, rítmica e de trampolim, em todas as regiões do país. Esses centros estão localizados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, São Bernardo (SP), Rio de Janeiro, Vitória, Contagem (MG), Brasília, Goiânia, Manaus, Belém, Macaíba (RN) e Aracaju, e formam a Rede Nacional de Treinamento, que além da ginástica, deve beneficiar esportes como atletismo, luta olímpica, tiro com arco e tênis de mesa. Todos os equipamentos adquiridos são oficiais e de nível olímpico.

Criada pela Lei 12.395 de março de 2011, a Rede Nacional de Treinamento é um dos principais projetos de legado olímpico do Rio 2016 para infraestrutura do esporte brasileiro e interligará instalações esportivas existentes ou em construção espalhadas por todo o Brasil. A ideia é que a Rede ligue estruturas de diversas modalidades, inclusive complexos multiesportivos, laboratórios e centros de pesquisa, oferecendo espaço e tecnologias para detecção de talentos, formação de base e treinamento de atletas e equipes, com foco em modalidades olímpicas e paraolímpicas.

Fonte: com informações do Ministério do Esporte.

Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 às 10:00

Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance, afirma medalhista olímpica

Na terça-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras da Vila dos Atletas das Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016, no Rio de Janeiro. O complexo de prédios, mais da metade concluído, receberá 15 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas de todo o mundo que conviverão e trocarão experiências durante o período de competições.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Uma presença quase certa como hóspede da Vila é a iatista brasileira Isabel Swan. Em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008, Isabel conquistou uma medalha de bronze juntamente com Fernanda Oliveira por seu desempenho na disputa da classe 470. Esta foi a primeira e única medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. A atleta conversou com o Blog do Planalto sobre a importância das vilas olímpicas em grandes eventos esportivos, como os Jogos Rio 2016.

Você foi medalhista olímpica em Pequim 2008. Quais outros grandes eventos você teve a experiência de ficar hospedada em uma Vila Olímpica?
Fiquei hospedada na Vila de Atletas Militares, nos Jogos Mundiais Militares de 2011 e em Jogos universitário, também na China, na cidade de Shenzen em 2010.

Como foi a sua experiência, a convivência? Houve algo que te chamou muito a atenção?
Foi uma experiência maravilhosa, onde voce passa a ter contato com atletas de vários países, num ambiente saudável. Parece uma pequena fatia de cada parte do mundo concentrada num espaço de paz e convivencia, mesmo comma competição inerente. O que me chamou a atenção, foi na vila de Pequim, onde tínhamos acesso a comidas do mundo inteiro. Outro ponto que particularmente gosto é da troca de pins de varias localidades, esportes e comitês. Colocamos na nossa credencial e fazemos trocas. E o primeiro meio de comunicação dentro da Vila.

Qual a importância das Vilas Olímpicas para o evento e interação entre atletas de todo o mundo?
Uma Vila Olímpica organizada, com espaço para os atletas relaxarem, se prepararem para as competições e um bom espaço de convivência, e fundamental para a melhor performance do atleta. Quando fico bem hospedada, confortável e tranquila, com certeza isso faz efeito direto em meu rendimento nas regatas. A vila do Rio 2016 tem tudo para ser muito boa e acolhedora, com uma bela paisagem e grande espaço de convivência e troca entre os atletas.

Terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 18:35

O balé do Parque Olímpico

Terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 18:22

Presidenta Dilma visita obras do Parque Olímpico

A presidenta Dilma Rousseff visitou nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, as obras do Parque Olímpico e da Vila Olímpica dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O complexo será o coração dos jogos. O Parque, que receberá competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paraolímpicas, fica a poucos quilômetros da Vila, casa de 15 mil atletas, para-atletas, treinadores e fisioterapeutas.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhão de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de várias modalidades. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paraolímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (MPC); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila Olímpica
A Vila Olímpica e Paraolímpica dos Jogos Rio 2016 chegou a 50% de conclusão. O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraolímpicos durante as competições. Dos 31 prédios que serão construídos, 17 estão prontos. A previsão de conclusão é dezembro de 2015. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos. Além disso, a Vila terá um parque público de 72 mil metros quadrados.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um exemplo é a central de concretagem instalada no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico. O complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos.

Estúdios de Televisão
Uma das instalações mais complexas do Parque Olímpico, o Centro Internacional de Transmissão está com as obras em dia para receber 10 mil jornalistas e profissionais de todo o mundo simultaneamente.

Cerca de 250 operários trabalham na construção dos dois edifícios, que ocuparão uma área total de 85 mil metros quadrados de área construída. Durante os Jogos, a instalação funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana.

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Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Sexta-feira, 26 de setembro de 2014 às 16:46

Brasilidade: mesatenista paraolímpico é exemplo de determinação e superação

Faz pouco mais de duas semanas que Bruno de Paula conquistou feito inédito para o tênis de mesa paraolímpico brasileiro – trouxe para casa a medalha de bronze do mundial de Pequim, na China. Mas já treina pesado de olho nos próximos desafios que lhe aguardam: o Parapan-americano de Toronto, ano que vem, e as Paraolimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Brasilidade_BrunodePaula_mesatenista_paraolimpico

Clique na imagem e confira a entrevista com Bruno de Paula na íntegra no Tumblr do Palácio do Planalto.

Em entrevista ao Brasilidade, Bruno conta sua história desde que sofreu um acidente de carro, aos 17 anos, e que lhe tirou os movimentos dos braços e pernas. Ao recuperar parte dos movimentos dos braços, descobriu o tênis de mesa e não parou mais. Em menos de seis meses de treino disputou seu primeiro campeonato e foi convocado para a Seleção Brasileira. De lá pra cá não parou mais e nem pretende. Quer ser o melhor, sem “tirar as rodinhas do chão”, como ele mesmo brinca.

Terça-feira, 23 de setembro de 2014 às 16:00

Atletas brasileiros entram na reta final de preparação para o Rio 2016

Faltam 683 dias para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Serão cerca de 10.500 atletas de 204 países que colocarão todo o treinamento à prova para disputar 306 provas com medalhas em 42 esportes. Os atletas brasileiros estão treinando e competindo em alto nível para representar bem o Brasil nos Jogos. Alguns deles foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira (19). Na ocasião, a presidenta enfatizou que estava diante de pessoas que ultrapassavam seus limites. O Blog do Planalto conversou com eles sobre a preparação e a emoção de representar o País.

Uma das caçulas da delegação brasileira, a ginasta Flávia Saraiva foi uma das surpresas brasileiras nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, na China, em agosto. A carioca de 1,31cm e apenas 15 anos conquistou três medalhas – ouro no solo e pratas na trave e no individual geral. Agora, Flávia é uma das esperanças do Brasil para os Jogos Olímpicos. “Eu treino de manhã, estudo de tarde e treino novamente à noite. É uma experiência muito boa e temos que dar tudo que nós podemos”, conta.

Flávia já sabe da responsabilidade de representar o seu País. “Eu tento não botar peso em mim, porque senão posso não competir bem. Eu tento competir com toda a minha força e todo o carinho que eu tenho pelo meu esporte. Eu pretendo treinar mais para chegar em 2016 e trazer mais medalhas para o Brasil”, completa.

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“Meu objetivo é ser medalhista em Paraolimpíada e, claro, se tiver a oportunidade, jogar os jogos Olímpicos também”, afirma Bruna.

Colecionadora de medalhas
A mesatenista Bruna Alexandre tinha quase 200 medalhas quando participou dos Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012, com apenas 17 anos. De lá para cá, vem treinando forte para o Rio 2016. Prova disso foi a conquista da inédita medalha de bronze no Mundial Paraolímpico de Tênis de Mesa, se tornando a primeira latino-americana a garantir o feito.

Para Bruna, que teve parte do braço direito amputado com três meses de idade, o resultado foi reflexo da rotina de treinamentos. “Hoje eu treino com a seleção olímpica, em São Caetano (SP). Treino de segunda a sábado, das 9h à 12h e das 14h40 às 17h, e depois vou para o preparo físico, das 17h às 18h. E à noite faço curso de inglês”, explica.

Bruna planejou o seu futuro, e está ansiosa para competir no Brasil. “Em Londres, o Brasil já fez sucesso. Agora vai ser maior ainda. Jogando em casa, com o apoio da torcida brasileira. Tem tudo para ser cada vez melhor”, garante a atleta.

Marcus_Vinicius_arqueiro

“Não vejo nada disso [treinamentos intensos] como peso, vejo como uma honra por estar representando o meu país. Não apenas eu, mas a equipe inteira”, avalia Marcus Vinicius.

Pontaria em dia
O arqueiro Marcus Vinícius D’Almeida, 16 anos, conquistou a inédita medalha de prata para o Brasil na Copa do Mundo da modalidade, disputada há duas semanas, na Suíça. O jovem não esconde a alegria da conquista, depois de apenas três anos de prática na modalidade, iniciada no Centro de Treinamento de Maricá (RJ).

“É uma coisa inédita nesse esporte. Foi sensacional para mim e para toda a equipe envolvida nisso. Agora o Brasil está bem visto pela comunidade internacional e pela federação internacional. Com esse apoio que a gente está recebendo, como o centro de treinamento, a gente tem tudo para ser uma potência no Tiro com Arco”, analisou.

Além do talento, Marcus credita seu bom rendimento também ao forte treinamento feito junto ao resto da equipe brasileira de Tiro ao Arco. “Eu treino cinco dias por semana, normalmente durante a tarde, porque estudo de manhã. O treino é de 13h30 às 20h. Além disso, tenho fisioterapia, academia e psicólogo”, explica o arqueiro.

Mayra_Aguiar_judoca

“No judô a gente tem um dia só para tudo dar certo. Então com o incentivo, com a família, com o povo brasileiro torcendo, garanto que vou competir com bastante alegria”, disse a judoca.

Campeã Mundial
Mayra Aguiar, 23 anos, já aparece como favorita para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Além de ter sido medalhista olímpica de bronze em Londres 2012, a gaúcha venceu o Mundial de Judô da Rússia, em agosto deste ano, se tornando a maior medalhista brasileira da competição, com quatro medalhas. Agora ela parte para o seu maior desafio. “Eu adoro competir no Brasil. A torcida a favor, o clima. Tudo favorece para uma boa competição”, analisa.

Porém, Mayra não esconde a pressão de competir no próprio país, mas diz estar preparada. “Tem os dois lados. Tem o lado de não aguentar a pressão. E tem o outro lado, de estar todo mundo ali torcendo por ti. A gente faz isso todo dia, mas é um dia ali que você batalhou quatro anos pra chegar lá bem e mostrar tudo que você sabe fazer. Uma competição dessas é muito psicológica, tem que estar com a cabeça boa”, explica a campeã mundial.

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014 às 13:40

Estou diante de pessoas que ultrapassam seus limites, afirma presidenta Dilma

"No esporte nós superamos limites. Em todas as áreas, na vida pessoal, a gente só consegue realizar os nossos sonhos superando limites", disse a presidenta Dilma Rousseff em encontro com jovens atletas olímpicos e paraolímpicos no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“No esporte nós superamos limites. Em todas as áreas, na vida pessoal, a gente só consegue realizar os nossos sonhos superando limites”, disse a presidenta Dilma Rousseff em encontro com jovens atletas olímpicos e paraolímpicos no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Atletas olímpicos e paraolímpicos que se destacaram neste ano foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (19), no Palácio do Planalto. Entre os esportistas, estavam nomes consagrados e jovens talentos que despontaram no cenário internacional em esportes nos quais o País não tem tradição. O evento serviu para marcar mais uma etapa de conquistas importantes do esporte nacional e como forma de incentivo para atletas que vêm treinando intensamente rumo aos Jogos Rio 2016. Ao todo, 24 atletas olímpicos e 36 paraolímpicos estavam no evento.

Dilma aproveitou a oportunidade para parabenizar os jovens esportistas e ainda ressaltou a importância das políticas públicas para o crescimento do esporte no Brasil, como bolsas e construção de centros olímpicos e paraolímpicos.

“É muito bom vermos atletas novos ganhando medalhas. Esse é o roteiro para grandes esportistas. A alma de um povo se manifesta de várias formas, mas ela se manifesta especialmente com a sua cultura e, em um só coração, no esporte. E o esporte traz ótimos valores, como cooperação e ultrapassar os limites. Sempre que encontro os nossos atletas, estou diante de pessoas que ultrapassam seus limites”, afirmou a presidenta.

Entre os presentes, estava o arqueiro Marcus Vinícius D’Almeida, 16 anos, que conquistou a inédita medalha de prata para o Brasil na Copa do Mundo da modalidade, disputada há duas semanas, na Suíça. O jovem não esconde a alegria da conquista, depois de apenas três anos de prática na modalidade, iniciada no Centro de Treinamento de Maricá (RJ).

“É uma coisa inédita nesse esporte. Foi sensacional para mim e para toda a equipe envolvida nisso. Agora o Brasil está bem visto pela comunidade internacional e pela federação internacional. Com esse apoio que a gente está recebendo, como o centro de treinamento, a gente tem tudo para ser uma potência no Tiro com Arco”, analisou.

Jogos Olímpicos Juventude
Em 2014, o Brasil vem mostrando força com atletas da nova geração. Alguns desses bons resultados foram alcançados nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, na China, em agosto. A delegação de 97 integrantes conquistou 15 medalhas para o País, mais que o dobro de Cingapura 2010.

Alguns dos destaques brasileiros em Nanquim são o nadador Matheus Santana, 18 anos, campeão nos 100m livre e dono de quatro recordes mundiais juvenis da prova; o atleta Edival Marques, 16 anos, ouro na categoria 63kg do taekwondô, além de campeão mundial juvenil; a judoca Layana Colman, 17 anos, que ganhou duas medalhas – ouro e prata; e a ginasta Flávia Saraiva, 15 anos, que conquistou três medalhas – ouro, prata e bronze.

Confira a íntegra

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014 às 9:00

Jovens atletas olímpicos e paraolímpicos

Agenda presidencial

Nesta sexta-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff recebe, às 11h, jovens atletas olímpicos paraolímpicos no Palácio do Planalto.

Segunda-feira, 15 de setembro de 2014 às 12:44

Vila Olímpica chega a 50% de conclusão

A Vila Olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro 2016 chegou a 50% de conclusão. Dos 31 prédios que serão construídos para receber as mais de 15 mil pessoas durante os Jogos, 17 estão prontos. A previsão é de conclusão em outubro dos outros 14. Como mostramos em agosto, as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão a pleno vapor.

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Fotos: divulgação/cidadeolimpica.com.br. Clique na imagem e confira outras fotografias das obras.

O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraloímpicos em 2016. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos. A Vila Olímpica fica ao lado do Parque Olímpico, um dos principais pontos de realização dos Jogos. Recentemente, em entrevista ao Blog do Planalto, a atleta de vela e medalhista olímpica, Isabel Sawn afirmou que Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance do atleta.

Vila Militar
Integrantes do grupo de trabalho na área de segurança para os Jogos Olímpicos 2016 visitaram, nesta quinta-feira, algumas das obras em andamento na Vila Militar de Deodoro. O local abrigará diversas competições do evento esportivo, como hóquei, pentatlo moderno, tiro, rugby e hipismo. Ao todo, 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas serão disputadas no Complexo que está em construção. O local também contará com alojamentos, vestiários e apartamentos para os tratadores de cavalos.

Uma das obras em andamento é a do futuro Parque Radical, onde acontecerão provas de canoagem e BMX (bicicross). Segundo o coronel Paul Cruz, assessor especial dos Jogos Olímpicos, todo o espaço do parque será cedido à Prefeitura ao final do evento.

“O parque ficará de legado para a população como a segunda maior área de lazer da cidade. São 510 mil m²”, disse. O coronel lembrou ainda que estão em andamento projetos de esgotamento sanitário e a Transolímpica – via expressa com ônibus BRT que passará na região do Complexo de Deodoro e, no futuro, se conectará à Transcarioca, BRT inaugurado em junho pela presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Portal Brasil 2016 e Ministério da Defesa.

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