Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 18:22

Presidenta Dilma visita obras do Parque Olímpico

A presidenta Dilma Rousseff visitou nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, as obras do Parque Olímpico e da Vila Olímpica dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O complexo será o coração dos jogos. O Parque, que receberá competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paraolímpicas, fica a poucos quilômetros da Vila, casa de 15 mil atletas, para-atletas, treinadores e fisioterapeutas.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhão de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de várias modalidades. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paraolímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (MPC); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila Olímpica
A Vila Olímpica e Paraolímpica dos Jogos Rio 2016 chegou a 50% de conclusão. O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraolímpicos durante as competições. Dos 31 prédios que serão construídos, 17 estão prontos. A previsão de conclusão é dezembro de 2015. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos. Além disso, a Vila terá um parque público de 72 mil metros quadrados.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um exemplo é a central de concretagem instalada no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico. O complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos.

Estúdios de Televisão
Uma das instalações mais complexas do Parque Olímpico, o Centro Internacional de Transmissão está com as obras em dia para receber 10 mil jornalistas e profissionais de todo o mundo simultaneamente.

Cerca de 250 operários trabalham na construção dos dois edifícios, que ocuparão uma área total de 85 mil metros quadrados de área construída. Durante os Jogos, a instalação funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana.

Parque_Olimpico_Rio2016_2

Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Sexta-feira, 26 de setembro de 2014 às 16:46

Brasilidade: mesatenista paraolímpico é exemplo de determinação e superação

Faz pouco mais de duas semanas que Bruno de Paula conquistou feito inédito para o tênis de mesa paraolímpico brasileiro – trouxe para casa a medalha de bronze do mundial de Pequim, na China. Mas já treina pesado de olho nos próximos desafios que lhe aguardam: o Parapan-americano de Toronto, ano que vem, e as Paraolimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.

Brasilidade_BrunodePaula_mesatenista_paraolimpico

Clique na imagem e confira a entrevista com Bruno de Paula na íntegra no Tumblr do Palácio do Planalto.

Em entrevista ao Brasilidade, Bruno conta sua história desde que sofreu um acidente de carro, aos 17 anos, e que lhe tirou os movimentos dos braços e pernas. Ao recuperar parte dos movimentos dos braços, descobriu o tênis de mesa e não parou mais. Em menos de seis meses de treino disputou seu primeiro campeonato e foi convocado para a Seleção Brasileira. De lá pra cá não parou mais e nem pretende. Quer ser o melhor, sem “tirar as rodinhas do chão”, como ele mesmo brinca.

Terça-feira, 23 de setembro de 2014 às 16:00

Atletas brasileiros entram na reta final de preparação para o Rio 2016

Faltam 683 dias para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. Serão cerca de 10.500 atletas de 204 países que colocarão todo o treinamento à prova para disputar 306 provas com medalhas em 42 esportes. Os atletas brasileiros estão treinando e competindo em alto nível para representar bem o Brasil nos Jogos. Alguns deles foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff na sexta-feira (19). Na ocasião, a presidenta enfatizou que estava diante de pessoas que ultrapassavam seus limites. O Blog do Planalto conversou com eles sobre a preparação e a emoção de representar o País.

Uma das caçulas da delegação brasileira, a ginasta Flávia Saraiva foi uma das surpresas brasileiras nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, na China, em agosto. A carioca de 1,31cm e apenas 15 anos conquistou três medalhas – ouro no solo e pratas na trave e no individual geral. Agora, Flávia é uma das esperanças do Brasil para os Jogos Olímpicos. “Eu treino de manhã, estudo de tarde e treino novamente à noite. É uma experiência muito boa e temos que dar tudo que nós podemos”, conta.

Flávia já sabe da responsabilidade de representar o seu País. “Eu tento não botar peso em mim, porque senão posso não competir bem. Eu tento competir com toda a minha força e todo o carinho que eu tenho pelo meu esporte. Eu pretendo treinar mais para chegar em 2016 e trazer mais medalhas para o Brasil”, completa.

Bruna_mesatenista_Jogos_Paraolimpicos_Londres

“Meu objetivo é ser medalhista em Paraolimpíada e, claro, se tiver a oportunidade, jogar os jogos Olímpicos também”, afirma Bruna.

Colecionadora de medalhas
A mesatenista Bruna Alexandre tinha quase 200 medalhas quando participou dos Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012, com apenas 17 anos. De lá para cá, vem treinando forte para o Rio 2016. Prova disso foi a conquista da inédita medalha de bronze no Mundial Paraolímpico de Tênis de Mesa, se tornando a primeira latino-americana a garantir o feito.

Para Bruna, que teve parte do braço direito amputado com três meses de idade, o resultado foi reflexo da rotina de treinamentos. “Hoje eu treino com a seleção olímpica, em São Caetano (SP). Treino de segunda a sábado, das 9h à 12h e das 14h40 às 17h, e depois vou para o preparo físico, das 17h às 18h. E à noite faço curso de inglês”, explica.

Bruna planejou o seu futuro, e está ansiosa para competir no Brasil. “Em Londres, o Brasil já fez sucesso. Agora vai ser maior ainda. Jogando em casa, com o apoio da torcida brasileira. Tem tudo para ser cada vez melhor”, garante a atleta.

Marcus_Vinicius_arqueiro

“Não vejo nada disso [treinamentos intensos] como peso, vejo como uma honra por estar representando o meu país. Não apenas eu, mas a equipe inteira”, avalia Marcus Vinicius.

Pontaria em dia
O arqueiro Marcus Vinícius D’Almeida, 16 anos, conquistou a inédita medalha de prata para o Brasil na Copa do Mundo da modalidade, disputada há duas semanas, na Suíça. O jovem não esconde a alegria da conquista, depois de apenas três anos de prática na modalidade, iniciada no Centro de Treinamento de Maricá (RJ).

“É uma coisa inédita nesse esporte. Foi sensacional para mim e para toda a equipe envolvida nisso. Agora o Brasil está bem visto pela comunidade internacional e pela federação internacional. Com esse apoio que a gente está recebendo, como o centro de treinamento, a gente tem tudo para ser uma potência no Tiro com Arco”, analisou.

Além do talento, Marcus credita seu bom rendimento também ao forte treinamento feito junto ao resto da equipe brasileira de Tiro ao Arco. “Eu treino cinco dias por semana, normalmente durante a tarde, porque estudo de manhã. O treino é de 13h30 às 20h. Além disso, tenho fisioterapia, academia e psicólogo”, explica o arqueiro.

Mayra_Aguiar_judoca

“No judô a gente tem um dia só para tudo dar certo. Então com o incentivo, com a família, com o povo brasileiro torcendo, garanto que vou competir com bastante alegria”, disse a judoca.

Campeã Mundial
Mayra Aguiar, 23 anos, já aparece como favorita para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Além de ter sido medalhista olímpica de bronze em Londres 2012, a gaúcha venceu o Mundial de Judô da Rússia, em agosto deste ano, se tornando a maior medalhista brasileira da competição, com quatro medalhas. Agora ela parte para o seu maior desafio. “Eu adoro competir no Brasil. A torcida a favor, o clima. Tudo favorece para uma boa competição”, analisa.

Porém, Mayra não esconde a pressão de competir no próprio país, mas diz estar preparada. “Tem os dois lados. Tem o lado de não aguentar a pressão. E tem o outro lado, de estar todo mundo ali torcendo por ti. A gente faz isso todo dia, mas é um dia ali que você batalhou quatro anos pra chegar lá bem e mostrar tudo que você sabe fazer. Uma competição dessas é muito psicológica, tem que estar com a cabeça boa”, explica a campeã mundial.

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014 às 13:40

Estou diante de pessoas que ultrapassam seus limites, afirma presidenta Dilma

"No esporte nós superamos limites. Em todas as áreas, na vida pessoal, a gente só consegue realizar os nossos sonhos superando limites", disse a presidenta Dilma Rousseff em encontro com jovens atletas olímpicos e paraolímpicos no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“No esporte nós superamos limites. Em todas as áreas, na vida pessoal, a gente só consegue realizar os nossos sonhos superando limites”, disse a presidenta Dilma Rousseff em encontro com jovens atletas olímpicos e paraolímpicos no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Atletas olímpicos e paraolímpicos que se destacaram neste ano foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (19), no Palácio do Planalto. Entre os esportistas, estavam nomes consagrados e jovens talentos que despontaram no cenário internacional em esportes nos quais o País não tem tradição. O evento serviu para marcar mais uma etapa de conquistas importantes do esporte nacional e como forma de incentivo para atletas que vêm treinando intensamente rumo aos Jogos Rio 2016. Ao todo, 24 atletas olímpicos e 36 paraolímpicos estavam no evento.

Dilma aproveitou a oportunidade para parabenizar os jovens esportistas e ainda ressaltou a importância das políticas públicas para o crescimento do esporte no Brasil, como bolsas e construção de centros olímpicos e paraolímpicos.

“É muito bom vermos atletas novos ganhando medalhas. Esse é o roteiro para grandes esportistas. A alma de um povo se manifesta de várias formas, mas ela se manifesta especialmente com a sua cultura e, em um só coração, no esporte. E o esporte traz ótimos valores, como cooperação e ultrapassar os limites. Sempre que encontro os nossos atletas, estou diante de pessoas que ultrapassam seus limites”, afirmou a presidenta.

Entre os presentes, estava o arqueiro Marcus Vinícius D’Almeida, 16 anos, que conquistou a inédita medalha de prata para o Brasil na Copa do Mundo da modalidade, disputada há duas semanas, na Suíça. O jovem não esconde a alegria da conquista, depois de apenas três anos de prática na modalidade, iniciada no Centro de Treinamento de Maricá (RJ).

“É uma coisa inédita nesse esporte. Foi sensacional para mim e para toda a equipe envolvida nisso. Agora o Brasil está bem visto pela comunidade internacional e pela federação internacional. Com esse apoio que a gente está recebendo, como o centro de treinamento, a gente tem tudo para ser uma potência no Tiro com Arco”, analisou.

Jogos Olímpicos Juventude
Em 2014, o Brasil vem mostrando força com atletas da nova geração. Alguns desses bons resultados foram alcançados nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, na China, em agosto. A delegação de 97 integrantes conquistou 15 medalhas para o País, mais que o dobro de Cingapura 2010.

Alguns dos destaques brasileiros em Nanquim são o nadador Matheus Santana, 18 anos, campeão nos 100m livre e dono de quatro recordes mundiais juvenis da prova; o atleta Edival Marques, 16 anos, ouro na categoria 63kg do taekwondô, além de campeão mundial juvenil; a judoca Layana Colman, 17 anos, que ganhou duas medalhas – ouro e prata; e a ginasta Flávia Saraiva, 15 anos, que conquistou três medalhas – ouro, prata e bronze.

Confira a íntegra

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014 às 9:00

Jovens atletas olímpicos e paraolímpicos

Agenda presidencial

Nesta sexta-feira (19), a presidenta Dilma Rousseff recebe, às 11h, jovens atletas olímpicos paraolímpicos no Palácio do Planalto.

Segunda-feira, 15 de setembro de 2014 às 12:44

Vila Olímpica chega a 50% de conclusão

A Vila Olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro 2016 chegou a 50% de conclusão. Dos 31 prédios que serão construídos para receber as mais de 15 mil pessoas durante os Jogos, 17 estão prontos. A previsão é de conclusão em outubro dos outros 14. Como mostramos em agosto, as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão a pleno vapor.

20140818_CO_VOL_obras_vila_atletas_MT

Fotos: divulgação/cidadeolimpica.com.br. Clique na imagem e confira outras fotografias das obras.

O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraloímpicos em 2016. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos. A Vila Olímpica fica ao lado do Parque Olímpico, um dos principais pontos de realização dos Jogos. Recentemente, em entrevista ao Blog do Planalto, a atleta de vela e medalhista olímpica, Isabel Sawn afirmou que Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance do atleta.

Vila Militar
Integrantes do grupo de trabalho na área de segurança para os Jogos Olímpicos 2016 visitaram, nesta quinta-feira, algumas das obras em andamento na Vila Militar de Deodoro. O local abrigará diversas competições do evento esportivo, como hóquei, pentatlo moderno, tiro, rugby e hipismo. Ao todo, 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas serão disputadas no Complexo que está em construção. O local também contará com alojamentos, vestiários e apartamentos para os tratadores de cavalos.

Uma das obras em andamento é a do futuro Parque Radical, onde acontecerão provas de canoagem e BMX (bicicross). Segundo o coronel Paul Cruz, assessor especial dos Jogos Olímpicos, todo o espaço do parque será cedido à Prefeitura ao final do evento.

“O parque ficará de legado para a população como a segunda maior área de lazer da cidade. São 510 mil m²”, disse. O coronel lembrou ainda que estão em andamento projetos de esgotamento sanitário e a Transolímpica – via expressa com ônibus BRT que passará na região do Complexo de Deodoro e, no futuro, se conectará à Transcarioca, BRT inaugurado em junho pela presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Portal Brasil 2016 e Ministério da Defesa.

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 12:46

Evento-teste para Jogos Olímpicos Rio 2016 realiza primeiras regatas com sucesso

Cerca de 215 barcos das classes 49er, Finn, Laser, 470 e RS:X (masculinas), 49er FX, Laser Radial, 470 e RS:X (femininas) e Nacra 17 (mista) disputarão as provas naquele que é o maior evento de vela já realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Cerca de 215 barcos de diversas classes disputarão as provas. Evento de vela já é o maior realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Esta semana (5) começa a contagem regressiva de dois anos para as Olimpíadas Rio 2016. E o domingo (3) também foi marcado como data histórica com o início das provas da Regata Internacional de Vela, a primeira competição do Aquece Rio, programa de eventos testes para os Jogos do Rio 2016. A disputa é o primeiro dos 45 eventos teste de todas as modalidades olímpicas a serem realizados até 2016 nas arenas de competição dos Jogos.

Até sábado (09), 320 atletas, de 34 países, incluindo 24 medalhistas olímpicos, dentre os quais está o brasileiro Robert Scheidt, bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) e dono de outras três medalhas nos Jogos (prata em Sydney 2000 e Pequim 2008 e bronze em Londres 2012), disputarão provas em 10 classes olímpicas para testar as condições das cinco raias Baía de Guanabara que abrigarão as competições em 2016.

Além de testar as raias olímpicas, a Regata Internacional de Vela permitirá aos velejadores se familiarizem com a cidade e com condições climáticas e de vento do Rio de Janeiro nesta época do ano, a mesma em que serão disputados os Jogos Olímpicos.

“É uma felicidade grande poder realizar o que planejamos nos últimos cinco anos”, destacou Agberto Guimarães, diretor executivo de esportes do Rio 2016. “Trata-se de um grande evento para nós e tudo foi muito planejado para que possamos tirar importantes lições dessa competição que serão aplicadas em 2016”, continuou.

A Regata Internacional de Vela será disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016, localizadas nas áreas do Pão de Açúcar, da Ponte Rio-Niterói, da Escola Naval, da Praia de Copacabana e da orla de Niterói. Foram feitos testes para identificar a qualidade da água nos cinco pontos de competições e os resultados recebidos no dia 1º de agosto apontaram que água não representa qualquer risco à saúde dos velejadores.

“O nosso foco principal é testar as raias de competição”, declarou Rodrigo Garcia, diretor de esportes do Rio 2016 e responsável pela Regata Internacional. “Trata-se de um evento da maior importância para que possamos testar não só as condições de competição, mas também as condições climáticas”, prosseguiu.

Diretor de comunicação da Federação Internacional de Vela (Isaf), Alaistar Fox elogiou a estrutura montada para a Regata Internacional de Vela. “Todos estamos impressionados com o que temos visto até agora”, frisou. Ele também ressaltou a satisfação da Isaf por disputar os Jogos Rio 2016 no Rio de Janeiro e não em outra cidade, como ocorreu, por exemplo, nas Olimpíadas de Pequim 2008, quando as provas de vela não foram disputadas em Pequim, mas na cidade de Qingdao.

Medalha de ouro nos Jogos de Londres 2012 na classe 470, o australiano Mathew Belcher afirmou que os atletas estão muito empolgados para competir no Rio de Janeiro. “Estamos muito animados por estar aqui. É a minha primeira vez no Rio e achei a estrutura ótima. Para nós, vai ser muito bom entender as condições climáticas e conhecer a raia que vamos competir em 2016 e esperamos ter uma ótima competição nesta semana”, pontuou.

Sobre a polêmica das condições da Baía de Guanabara no que diz respeito à poluição, Rodrigo Garcia explicou que diversas providências foram tomadas e que houve um reforço nas ações para que a Regata Internacional de Vela seja disputada sem qualquer problema até o dia 9 de agosto.

No que diz respeito à poluição da Baía de Guanabara, Rodrigo Garcia explicou também as providências tomadas e reforço nas ações para a competição. Ele lembrou as várias ecobarreiras instaladas previamente e que os ecobarcos para o evento, que recolhem o chamado lixo flutuante (sacos plásticos e outros detritos lançados ao mar), passaram de três para 10. Além disso, Rodrigo ressaltou entre 12 e 14 outras embarcações para ações de apoio, assegurando a qualidade da competição.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reforçou a qualidade da água para as cinco raias e adiantou a ansiedade do Rio para os outros eventos testes a partir do ano que vem. “Nós iniciamos as obras de Deodoro e o Parque Olímpico está três semanas adiantado (no cronograma). As obras de legado de infraestrutura estão todas em dia e não tenho dúvida de que a partir da metade do ano que vem a gente começa a ter vários eventos testes a partir do momento em que formos entregando as arenas, os equipamentos esportivos e, mais importante, entregando aquilo que fica para a cidade e que a população já começa a usufruir”, analisou.

Após as regatas deste domingo, o brasileiro Jorginho Zariff, campeão mundial em 2013 na classe Finn, que lidera a prova após o primeiro dia de competição na classe Finn, disse que cada vez mais está sentido o clima dos Jogos do Rio 2016 e que espera ótimas regatas nesta semana. “A gente está fazendo um trabalho totalmente voltado para as Olimpíadas. A gente tem um Mundial no mês que vem e nem sei se o nosso resultado vai ser muito bom pelo fato de a preparação estar sendo feita totalmente para cá (para os Jogos do Rio), mas eu acredito muito a gente daqui a dois anos, se for eu ou se for o Bruno (Bruno Prada), vai chegar bem forte para as Olimpíadas”, declarou Jorginho.

O velejador elogiou a estrutura dada aos atletas neste ciclo olímpico “Eu fui para Londres e acho não dá para comparar o apoio que a gente está tendo agora do COB, do Ministério do Esporte e da Confederação (de Vela). Não dá para reclamar de nada. Todo o material, todas as viagens e todos os profissionais que a gente quis contar a gente está podendo ter e contar e está muito bacana. Se continuar assim até 2016 acho que vamos conseguir ficar entre os dez no quadro de medalhas.”

Fonte: Ministério do Esporte.

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 19:20

Com 300 vagas garantidas, Brasil detalha plano para chegar ao Top 10 nas Olimpíadas

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

A delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 já tem 300 vagas garantidas para a competição, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Nesta quarta-feira (23), a entidade divulgou o número e o planejamento estratégico, implementado desde 2009, para que estes atletas conquistem o objetivo de posicionar o país entre os 10 melhores no quadro geral de medalhas, daqui a pouco mais de dois anos.

As ações do Plano Estratégico tem como objetivo: conquistar mais medalhas nos esportes em que o Brasil tem boa tradição nas Olimpíadas (vôlei, futebol, natação, judô, vela); reforçar as ações de sucesso das modalidades com bom potencial para repetir o sucesso dos Jogos em Londres (boxe, ginástica); identificar e apoiar atletas; e seguir investindo no desenvolvimento de um legado para as próximas competições.

Na apresentação, o COB lembrou os resultados conquistados neste ciclo olímpico que reforçam o objetivo de chegar no Top 10. Em 2013, o país conseguiu o melhor ano pós-olímpico da história com 27 medalhas em Mundiais e Copas do Mundo (8 de ouro, 10 de prata, 9 de bronze). Nos últimos Jogos Sul-Americanos, com cerca de 500 atletas, a delegação brasileira conquistou 258 medalhas e ficou em 1º lugar no quadro geral da competição.

Apoio governamental

O governo federal também estabeleceu o objetivo de apoiar os atletas na busca pelo Top 10 no quadro de medalhas olímpico. Com recurso adicional de R$ 1 bilhão no ciclo 2013-2016, o Plano Brasil Medalhas do Ministério do Esporte busca a preparação dos atletas olímpicos e paraolímpicos, além de investimentos na construção, reforma e equipagem de centros de treinamento pelo país.

Além destes recursos, o COB conta com um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões, oriundos principalmente da Lei Agnelo/Piva, para viabilizar os objetivos do Plano Estratégico Rio 2016.

Delegação brasileira

O Comitê Olímpico trabalha com a expectativa de aproximadamente 400 atletas na delegação para as Olimpíadas, que começam daqui a 744 dias. Por ser a delegação do país sede, o Brasil tem vaga garantida em grande parte das modalidades, mas não em todas. Alguns esportes definem suas vagas através de índices estabelecidos pelas respectivas Federações Internacionais, como atletismo e natação. Em outros, como hóquei sobre grama e tênis, a classificação se dará através do ranking mundial.

O próximo grande evento esportivo que o Brasil tem pela frente são os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá.

Segunda-feira, 27 de junho de 2011 às 14:07

Governo trabalha para aprovar RDC na Câmara dos Deputados

O ministro do Esporte, Orlando Silva, fala sobre as obras dos estádios e aeroportos para a Copa do Mundo de 2014 após reunião de coordenação com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Foto: Antonio Cruz/ABr

O governo federal se articula para que o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), embutido na Medida Provisória (MP) 527/2011, seja aprovado nesta terça-feira (28/6), na Câmara dos Deputados. Para isso, a presidenta Dilma Rousseff comandou, hoje (27/6), no Palácio do Planalto, reunião de coordenação que teve foco neste tema. A informação foi transmitida pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, em entrevista coletiva que ocorreu após o encontro. Segundo Orlando Silva, a matéria está devidamente preparada para ser submetida ao crivo dos deputados e, em seguida, encaminhada ao Senado Federal.

“Há um ano o governo colocou o mesmo RDC numa MP que caducou. Agora, a nossa convicção é que o debate está maduro”, afirmou o ministro.

De acordo com Orlando Silva, a determinação da presidenta em trazer a questão para o grupo de coordenação mostra a prioridade que estabeleceu para o assunto. No encontro, conforme explicou, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que o governo conta com apoio suficiente para aprovar o RDC. Ao mesmo tempo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), avaliou que tão logo seja aprovado na Câmara, o texto terá tramitação célere no Senado.

“Ficou claro que as consultas feitas pelas lideranças resultaram num ambiente favorável e que dará mais eficácia”, disse Orlando Silva.

O ministro assegurou que o tema mais polêmico do RDC foi amplamente esclarecido. Segundo contou, ao evitar que grupos econômicos conheçam antecipadamente os preços mínimos de determinadas obras, o governo estará assegurando a redução das despesas. Porém, o ministro enfatizou que tão logo sejam conhecidos os vencedores, os preços serão de domínio público. Além disso, em qualquer etapa da licitação, os valores serão mostrados ao Tribunal de Contas da União (TCU) e demais organismos de controle externo.

Orlando Silva explicou também que o mecanismo não é invenção do governo brasileiro. Ele contou que na Europa o modelo é utilizado. Trata-se, como informou, de instrumento do governo para combater a prática de cartelização. “O mercado por vezes se organiza desta maneira”, emendou.

A partir da reunião no Palácio do Planalto, segundo o ministro, serão colocadas à disposição dos parlamentares as informações necessárias para que prestar os esclarecimentos sobre o assunto. Orlando Silva disse que está disposto em manter conversas com deputados e senadores. O ministro acredita que até o dia 14 de julho a proposta seja votada pelo Congresso Nacional.

Terça-feira, 21 de junho de 2011 às 20:55

Márcio Fortes concede entrevista no Palácio do Planalto

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-