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Segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 às 14:00

Mascotes olímpico e paralímpico já têm identidade: Vinicius e Tom

Vinícius na Olimpíada. Tom na Paralimpíada. Esses são os nomes dos mascotes dos Jogos, escolhidos em eleição popular. Vinicius e Tom tiveram 44% dos 323.327 votos dos internautas computados nas últimas três semanas. Os outros dois pares de nomes que estavam na disputa eram “Oba e Eba” e “Tiba Tuque e Esquindim”.

“A escolha dos nomes Vinícius e Tom emprega ainda mais brasilidade aos mascotes, que são embaixadores dos Jogos", afirmou Beth Lula, diretora de Marca do Comitê Rio 2016. Foto: divulgação Ministério do Esporte

“A escolha dos nomes Vinícius e Tom emprega ainda mais brasilidade aos mascotes, que são embaixadores dos Jogos”, afirmou Beth Lula, diretora de Marca do Comitê Rio 2016. Foto: divulgação/Brasil 2016.

Vinícius e Tom foram expoentes da Bossa Nova, movimento que ajudou a tornar conhecidas as belezas do Rio de Janeiro, e são autores de Garota de Ipanema, uma das canções mais tocadas do mundo.

“Vinícius e Tom são nomes reconhecidos pelo mundo como sinônimo de excelência, bem de acordo com a marca que queremos deixar com os Jogos Rio 2016. Além de representar a fauna e flora brasileiras, nossos mascotes agora também se conectam com o melhor da nossa música”, diz Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Organizador Rio 2016.

Vinicius e Tom (r)

“A escolha dos nomes Vinícius e Tom emprega ainda mais brasilidade aos mascotes, que são embaixadores dos Jogos. Eles têm o papel de disseminar as mensagens do evento e os valores dos movimentos Olímpico e Paralímpico aos diversos públicos, especialmente o infanto-juvenil”, afirma Beth Lula, diretora de Marca do Comitê Rio 2016.

Por conceito, Vinícius, o mascote Olímpico, representa a diversidade dos animais do país – conta com a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza dos pássaros. Tem o olfato apurado, capaz de farejar aventuras, e uma audição que ajuda a encontrar as torcidas mais animadas.

Já Tom, o mascote Paralímpico, é uma mistura da flora brasileira – está sempre crescendo e superando obstáculos. Como embaixador dos Jogos Paralímpicos, vai ensinar as pessoas a buscarem dentro de si o que têm de melhor.

Mascotes
Apresentados em novembro, os mascotes contam com hotsite que narra a história e as características dos embaixadores informais do megavento esportivo. Os mascotes são inspirados na fauna e flora brasileiras, com influências da cultura pop, elementos da animação e de personagens de videogame.

O conceito mistura ficção e realidade. A história conta que, no dia em que foi anunciado que o Rio seria a sede dos Jogos, em 2 de outubro de 2009, a alegria dos brasileiros foi sentida por toda a natureza e dessa energia nasceram os mascotes. O mascote Olímpico representa a diversidade dos animais do País. Tem a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Já o Paralímpico é uma mistura da flora brasileira – está sempre crescendo e superando obstáculos. Ambos são criaturas mágicas e prometem encantar a todos com seus superpoderes.

Com informações do Portal Brasil 2016.

Terça-feira, 2 de dezembro de 2014 às 16:55

Com R$ 661 mi, Brasil Medalhas ultrapassa previsão de investimento em centros de treinamento

Nesse domingo (30) ocorreu o primeiro evento-teste do Centro Pan-Americano de Judô de Lauro de Freitas (BA). Na estreia da “nova casa”, o Brasil venceu o Desafio Internacional contra a Itália por 5 x 0. O Centro é um das maiores obras do Plano Brasil Medalhas. Com ele, o investimento planejado de R$ 310 milhões em centros de treinamento foi ultrapassado, chegando a R$ 661 milhões destinados (R$ 473 milhões do governo federal e R$ 188 milhões de contrapartidas). No total, o Plano Brasil Medalhas assegurou R$ 1 bilhão aos esportes olímpicos e paraolímpicos, incluídas ações como o Bolsa Pódio.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas. Foto: Divulgação.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas, além de 72 quartos para atletas e quadras poliesportivas. Foto: Divulgação.

A maior parte dos CTs incluídos no Plano está com obras aceleradas ou já entregues. Além disso, há diversos projetos em análise. Estão em fase de finalização alguns editais de locais de treinamento que serão usados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e que depois farão parte da Rede Nacional de Treinamento.

O Centro Pan-Americano de Judô foi entregue à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) em julho deste ano. O CPJ é fruto de um investimento de R$ 43,2 milhões, sendo R$ 18,3 milhões do Estado da Bahia e R$ 19,8 milhões da União. A confederação aportou outros R$ 5,1 milhões para desenvolver o projeto executivo e comprar parte dos equipamentos e mobiliário.

O judô é a modalidade que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil (19) e espera continuar sendo uma das principais forças esportivas do País. Na inauguração, o ministro Aldo Rebelo disse que não foi por acaso a construção na Bahia: “É uma forma de descentralizar o legado e o projeto de construção dos centros de treinamento de alto rendimento no Brasil”, afirmou. Lauro de Freitas também receberá um Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) para a prática de 13 modalidades olímpicas.

Rede Nacional de Treinamento
Os locais de treinamento definidos no Plano Medalhas têm duas finalidades. Uma é contribuir com a reta final da preparação das equipes para o Rio 2016. Neste caso se incluem o CT paraolímpico em São Paulo, o do judô na Bahia, do handebol e da ginástica em São Bernardo, assim como o da ginástica em Curitiba, o da canoagem slalom em Foz do Iguaçu e os centros de tiro esportivo e pentatlo já existente em Deodoro (Rio de Janeiro), utilizados pelas confederações há alguns anos. Mas a maior parte das instalações foi prevista para além de 2016, como legado para o esporte brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

Elas compõem o programa Rede Nacional de Treinamento, do Ministério do Esporte. A Rede Nacional está sendo estruturada em todo o país, com instalações para diversas modalidades. A do atletismo está mais avançada, com uma quantidade de pistas já entregues, algumas em fase final de obras, várias com obras iniciadas e outras em fase de projeto.

A Rede Nacional de Treinamento abarcará desde as instalações de competição olímpicas em construção ou adaptação no Rio, até os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos em 263 municípios do País, passando por centros de treinamento de modalidades, complexos esportivos e estruturas locais das cidades.

Domingo, 30 de novembro de 2014 às 10:00

Banco Central lança moedas comemorativas das Olimpíadas Rio 2016

O Banco Central lançou as primeiras nove moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. Serão 36 moedas lançadas até 2016.

Moedas de Ouro dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

Moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).

As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; e aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil, como golfinhos, bromélias e os Arcos da Lapa. Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum.

No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016. As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção. Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do Banco, débito em conta. As moedas também estarão à venda, apenas em dinheiro, em algumas agências do BB.

Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Em 2015, em data a ser divulgada, estarão disponíveis dois conjuntos: com as quatro primeiras moedas de prata e com as quatro de circulação comum. O segundo lançamento do Programa Olímpico ocorrerá no primeiro semestre de 2015.

Segunda-feira, 24 de novembro de 2014 às 14:00

Conheça os mascotes dos Jogos Rio 2016 e ajude a escolher o nome da dupla

Oba e Eba, Tiba Tuque e Esquindim e Vinícius e Tom. Os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 foram apresentados neste domingo (23.11). O nome oficial da dupla sairá de uma votação popular até o dia 14 de dezembro. É possível participar no site criado para narrar a história e as características dos embaixadores informais do megavento esportivo e no perfil do Rio 2016 no Twitter (@Rio2016).

Personagens são inspirados na fauna e na flora brasileiras, com influência de elementos da cultura pop, da animação e do universo dos games. Votação popular está aberta até 14 de dezembro. Foto: Alex Ferro/Rio2016.

Personagens são inspirados na fauna e na flora brasileiras, com influência de elementos da cultura pop, da animação e dos games. A votação está aberta até 14 de dezembro. Foto: Alex Ferro/Rio2016.

Os mascotes são inspirados na fauna e flora brasileiras, com influências da cultura pop, elementos da animação e de personagens de videogame. “Eles são um dos símbolos mais importantes dos Jogos porque criam um elo emocional com o público e são os verdadeiros embaixadores do evento, com uma conexão especial com as crianças”, explica Beth Lula, diretora de Marca do Comitê Rio 2016.

O conceito mistura ficção e realidade. A história conta que, no dia em que foi anunciado que o Rio seria a sede dos Jogos, em 2 de outubro de 2009, a alegria dos brasileiros foi sentida por toda a natureza e dessa energia nasceram os mascotes. O mascote Olímpico representa a diversidade dos animais do País. Tem a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Já o Paralímpico é uma mistura da flora brasileira – está sempre crescendo e superando obstáculos. Ambos são criaturas mágicas e prometem encantar a todos com seus superpoderes.

Para chegar aos mascotes, foi optado por concorrência de abrangência nacional. O processo contou com chancela dos diretores do Festival Anima Mundi e foi vencido pela Birdo Produções, de São Paulo, que assina o projeto.

Conceitos por trás dos nomes
Oba e Eba – Segundo a definição no site oficial dos mascotes, são duas palavras que querem dizer uma porção de coisas legais: “Alegria! Festa! Amigos! Oba e Eba é o que dizemos quando estamos muito felizes e queremos que todo mundo fique sabendo”.

Tiba Tuque e Esquindim – Em tupi-guarani, Tiba quer dizer “muito”. Com o sobrenome Tuque, forma a palavra “batuque”, que marca o ritmo do samba. Esquindim lembra ginga, vontade de dançar.

Vinicius e Tom – Homenageiam os músicos e parceiros Vinicius de Moraes e Tom Jobim, que tiveram importância fundamental na Bossa Nova, “movimento que fez todo mundo conhecer e cantar as belezas do Rio de Janeiro”.

Fonte: Brasil 2016.

Quinta-feira, 13 de novembro de 2014 às 16:00

Legado de acessibilidade é destaque nos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, diz Comitê Internacional

O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) destacou nesta quarta-feira (12) a importância do legado de acessibilidade que os Jogos Rio 2016 proporcionarão à cidade. Após dois dias de visita ao Rio de Janeiro, para a 6ª edição da reunião de revisão de projeto, os executivos declararam que estão satisfeitos com o “progresso significativo” na preparação dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016.

2ª Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas 2013. Foto: Washington Alves/Mpix - CPB.

2ª Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas 2013. Foto: Washington Alves/Mpix – CPB.

Observamos um progresso significativo em todas as áreas que revisamos. Em particular, estamos muito satisfeitos com a proposta mais integrada da cidade e do Comitê Organizador em relação ao programa de acessibilidade. Agora temos uma ideia mais clara de todas as intervenções de acessibilidade que serão realizadas nas instalações e em seus arredores e no sistema de transportes. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas o planejamento está pronto e esta abordagem colaborativa irá ajudar a garantir a melhor implementação das soluções de acessibilidade não apenas para os Jogos, mas para o benefício a longo prazo dos cidadãos desta cidade incrível”, afirmou Xavier Gonzalez, diretor-geral do IPC.

Além de ser atualizado pelo Comitê  Rio 2016 sobre o andamento da preparação do evento, o IPC também recebeu informações do governo federal, estadual e municipal.

Tivemos dois dias de discussões muito produtivas. Além de trabalhar na organização dos Jogos, estamos focados na transformação do Rio em uma cidade para todos. Temos muito trabalho pela frente, mas estamos confiantes que estamos caminhando na direção certa e estamos obtendo bom progresso na jornada para organizar os primeiros Jogos Paraolímpicos da América do Sul”, afirmou o brasileiro Andrew Parsons, vice-presidente do IPC e presidente do Comitê de Integração Paraolímpica do Rio 2016.

Para o IPC, nos próximos 12 meses, a meta é seguir aumentando o conhecimento do público sobre os Jogos Paraolímpicos e fortalecer o engajamento dos parceiros.

Os planos traçados pelo Comitê Rio 2016 incluem diversos anúncios importantes e novos conceitos que nos dão total confiança que irão alcançar os resultados desejados”, conclui Andrew.

Em dezembro, o Comitê Rio 2016 organizará o segundo Dia Aberto aos CPNs, dando aos Comitês Paralímpicos Nacionais a oportunidade de receber mais informações sobre os preparativos para os Jogos.

Fonte: Rio2016.

Terça-feira, 7 de outubro de 2014 às 10:10

Brasil realiza maior investimento da história em aparelhos de treinamento para ginástica artística

Terça-feira, 7 de outubro de 2014 às 10:00

Brasil realiza maior investimento da história em aparelhos de treinamento para ginástica artística

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Convênio para novos equipamentos é o maior investimento da modalidade no Brasil. Foto: Divulgação/MME.

Desde sexta-feira (3/10), os ginastas de Brasília contam com aparelhos de ponta para realizar seus treinamentos no Centro Regional de Treinamento do Distrito Federal. A aquisição é resultado de convênio no valor de R$ 7,3 milhões entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) que, além da capital federal, beneficiará outros 12 centros de treinamento espalhados pelo Brasil. Esse convênio resultou no maior investimento da modalidade no País.

De acordo com o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério, Ricardo Leyser, a ideia é entregar à população brasileira um legado dos Jogos Olímpicos de 2016. “A eleição do Rio de Janeiro como cidade Olímpica fez com que o Brasil se preparasse para transformar o esporte no País. O Brasil planejou e vai entregar um legado. Não apenas medalhas em 2016, mas em 2020, 2024. O objetivo é que o esporte brasileiro alcance outro patamar de competitividade”, observou.

Das ginastas que testaram os equipamentos, Vitória Ribeiro e Daniele Farias Rodrigues destacaram que os novos equipamentos “são mais macios, jogam o atleta mais fácil para o alto, além de não escorregarem como as traves velhas.” As atletas lembraram que nas traves antigas era preciso passar magnésio sempre que fossem ser usadas.

Equipamentos de nível olímpico
Os equipamentos adquiridos permitem a estruturação de pelo menos 13 centros de treinamento das modalidades artística, rítmica e de trampolim, em todas as regiões do país. Esses centros estão localizados em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, São Bernardo (SP), Rio de Janeiro, Vitória, Contagem (MG), Brasília, Goiânia, Manaus, Belém, Macaíba (RN) e Aracaju, e formam a Rede Nacional de Treinamento, que além da ginástica, deve beneficiar esportes como atletismo, luta olímpica, tiro com arco e tênis de mesa. Todos os equipamentos adquiridos são oficiais e de nível olímpico.

Criada pela Lei 12.395 de março de 2011, a Rede Nacional de Treinamento é um dos principais projetos de legado olímpico do Rio 2016 para infraestrutura do esporte brasileiro e interligará instalações esportivas existentes ou em construção espalhadas por todo o Brasil. A ideia é que a Rede ligue estruturas de diversas modalidades, inclusive complexos multiesportivos, laboratórios e centros de pesquisa, oferecendo espaço e tecnologias para detecção de talentos, formação de base e treinamento de atletas e equipes, com foco em modalidades olímpicas e paraolímpicas.

Fonte: com informações do Ministério do Esporte.

Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 às 10:00

Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance, afirma medalhista olímpica

Na terça-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras da Vila dos Atletas das Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016, no Rio de Janeiro. O complexo de prédios, mais da metade concluído, receberá 15 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas de todo o mundo que conviverão e trocarão experiências durante o período de competições.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Uma presença quase certa como hóspede da Vila é a iatista brasileira Isabel Swan. Em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008, Isabel conquistou uma medalha de bronze juntamente com Fernanda Oliveira por seu desempenho na disputa da classe 470. Esta foi a primeira e única medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. A atleta conversou com o Blog do Planalto sobre a importância das vilas olímpicas em grandes eventos esportivos, como os Jogos Rio 2016.

Você foi medalhista olímpica em Pequim 2008. Quais outros grandes eventos você teve a experiência de ficar hospedada em uma Vila Olímpica?
Fiquei hospedada na Vila de Atletas Militares, nos Jogos Mundiais Militares de 2011 e em Jogos universitário, também na China, na cidade de Shenzen em 2010.

Como foi a sua experiência, a convivência? Houve algo que te chamou muito a atenção?
Foi uma experiência maravilhosa, onde voce passa a ter contato com atletas de vários países, num ambiente saudável. Parece uma pequena fatia de cada parte do mundo concentrada num espaço de paz e convivencia, mesmo comma competição inerente. O que me chamou a atenção, foi na vila de Pequim, onde tínhamos acesso a comidas do mundo inteiro. Outro ponto que particularmente gosto é da troca de pins de varias localidades, esportes e comitês. Colocamos na nossa credencial e fazemos trocas. E o primeiro meio de comunicação dentro da Vila.

Qual a importância das Vilas Olímpicas para o evento e interação entre atletas de todo o mundo?
Uma Vila Olímpica organizada, com espaço para os atletas relaxarem, se prepararem para as competições e um bom espaço de convivência, e fundamental para a melhor performance do atleta. Quando fico bem hospedada, confortável e tranquila, com certeza isso faz efeito direto em meu rendimento nas regatas. A vila do Rio 2016 tem tudo para ser muito boa e acolhedora, com uma bela paisagem e grande espaço de convivência e troca entre os atletas.

Terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 18:35

O balé do Parque Olímpico

Terça-feira, 30 de setembro de 2014 às 18:22

Presidenta Dilma visita obras do Parque Olímpico

A presidenta Dilma Rousseff visitou nesta terça-feira (30), no Rio de Janeiro, as obras do Parque Olímpico e da Vila Olímpica dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O complexo será o coração dos jogos. O Parque, que receberá competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paraolímpicas, fica a poucos quilômetros da Vila, casa de 15 mil atletas, para-atletas, treinadores e fisioterapeutas.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Futuras instalações do Parque Olímpico Rio 20016. Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhão de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de várias modalidades. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paraolímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (MPC); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila Olímpica
A Vila Olímpica e Paraolímpica dos Jogos Rio 2016 chegou a 50% de conclusão. O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraolímpicos durante as competições. Dos 31 prédios que serão construídos, 17 estão prontos. A previsão de conclusão é dezembro de 2015. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos. Além disso, a Vila terá um parque público de 72 mil metros quadrados.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um exemplo é a central de concretagem instalada no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico. O complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos.

Estúdios de Televisão
Uma das instalações mais complexas do Parque Olímpico, o Centro Internacional de Transmissão está com as obras em dia para receber 10 mil jornalistas e profissionais de todo o mundo simultaneamente.

Cerca de 250 operários trabalham na construção dos dois edifícios, que ocuparão uma área total de 85 mil metros quadrados de área construída. Durante os Jogos, a instalação funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana.

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Foto: Ministério do Esporte/Divulgação.

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