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Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 19:20

Com 300 vagas garantidas, Brasil detalha plano para chegar ao Top 10 nas Olimpíadas

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

A delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 já tem 300 vagas garantidas para a competição, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Nesta quarta-feira (23), a entidade divulgou o número e o planejamento estratégico, implementado desde 2009, para que estes atletas conquistem o objetivo de posicionar o país entre os 10 melhores no quadro geral de medalhas, daqui a pouco mais de dois anos.

As ações do Plano Estratégico tem como objetivo: conquistar mais medalhas nos esportes em que o Brasil tem boa tradição nas Olimpíadas (vôlei, futebol, natação, judô, vela); reforçar as ações de sucesso das modalidades com bom potencial para repetir o sucesso dos Jogos em Londres (boxe, ginástica); identificar e apoiar atletas; e seguir investindo no desenvolvimento de um legado para as próximas competições.

Na apresentação, o COB lembrou os resultados conquistados neste ciclo olímpico que reforçam o objetivo de chegar no Top 10. Em 2013, o país conseguiu o melhor ano pós-olímpico da história com 27 medalhas em Mundiais e Copas do Mundo (8 de ouro, 10 de prata, 9 de bronze). Nos últimos Jogos Sul-Americanos, com cerca de 500 atletas, a delegação brasileira conquistou 258 medalhas e ficou em 1º lugar no quadro geral da competição.

Apoio governamental

O governo federal também estabeleceu o objetivo de apoiar os atletas na busca pelo Top 10 no quadro de medalhas olímpico. Com recurso adicional de R$ 1 bilhão no ciclo 2013-2016, o Plano Brasil Medalhas do Ministério do Esporte busca a preparação dos atletas olímpicos e paraolímpicos, além de investimentos na construção, reforma e equipagem de centros de treinamento pelo país.

Além destes recursos, o COB conta com um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões, oriundos principalmente da Lei Agnelo/Piva, para viabilizar os objetivos do Plano Estratégico Rio 2016.

Delegação brasileira

O Comitê Olímpico trabalha com a expectativa de aproximadamente 400 atletas na delegação para as Olimpíadas, que começam daqui a 744 dias. Por ser a delegação do país sede, o Brasil tem vaga garantida em grande parte das modalidades, mas não em todas. Alguns esportes definem suas vagas através de índices estabelecidos pelas respectivas Federações Internacionais, como atletismo e natação. Em outros, como hóquei sobre grama e tênis, a classificação se dará através do ranking mundial.

O próximo grande evento esportivo que o Brasil tem pela frente são os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá.

Segunda-feira, 27 de junho de 2011 às 14:07

Governo trabalha para aprovar RDC na Câmara dos Deputados

O ministro do Esporte, Orlando Silva, fala sobre as obras dos estádios e aeroportos para a Copa do Mundo de 2014 após reunião de coordenação com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Foto: Antonio Cruz/ABr

O governo federal se articula para que o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), embutido na Medida Provisória (MP) 527/2011, seja aprovado nesta terça-feira (28/6), na Câmara dos Deputados. Para isso, a presidenta Dilma Rousseff comandou, hoje (27/6), no Palácio do Planalto, reunião de coordenação que teve foco neste tema. A informação foi transmitida pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, em entrevista coletiva que ocorreu após o encontro. Segundo Orlando Silva, a matéria está devidamente preparada para ser submetida ao crivo dos deputados e, em seguida, encaminhada ao Senado Federal.

“Há um ano o governo colocou o mesmo RDC numa MP que caducou. Agora, a nossa convicção é que o debate está maduro”, afirmou o ministro.

De acordo com Orlando Silva, a determinação da presidenta em trazer a questão para o grupo de coordenação mostra a prioridade que estabeleceu para o assunto. No encontro, conforme explicou, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que o governo conta com apoio suficiente para aprovar o RDC. Ao mesmo tempo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), avaliou que tão logo seja aprovado na Câmara, o texto terá tramitação célere no Senado.

“Ficou claro que as consultas feitas pelas lideranças resultaram num ambiente favorável e que dará mais eficácia”, disse Orlando Silva.

O ministro assegurou que o tema mais polêmico do RDC foi amplamente esclarecido. Segundo contou, ao evitar que grupos econômicos conheçam antecipadamente os preços mínimos de determinadas obras, o governo estará assegurando a redução das despesas. Porém, o ministro enfatizou que tão logo sejam conhecidos os vencedores, os preços serão de domínio público. Além disso, em qualquer etapa da licitação, os valores serão mostrados ao Tribunal de Contas da União (TCU) e demais organismos de controle externo.

Orlando Silva explicou também que o mecanismo não é invenção do governo brasileiro. Ele contou que na Europa o modelo é utilizado. Trata-se, como informou, de instrumento do governo para combater a prática de cartelização. “O mercado por vezes se organiza desta maneira”, emendou.

A partir da reunião no Palácio do Planalto, segundo o ministro, serão colocadas à disposição dos parlamentares as informações necessárias para que prestar os esclarecimentos sobre o assunto. Orlando Silva disse que está disposto em manter conversas com deputados e senadores. O ministro acredita que até o dia 14 de julho a proposta seja votada pelo Congresso Nacional.

Terça-feira, 21 de junho de 2011 às 20:55

Márcio Fortes concede entrevista no Palácio do Planalto

Terça-feira, 21 de junho de 2011 às 20:24

“Queremos ganhar o maior número de medalhas”, diz Márcio Fortes

Ex-ministro Márcio Fortes foi indicdo para presidir APO que executará projetos dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Foto: Edezio Junior/PR

O ex-ministro das Cidades do governo do ex-presidente Lula Márcio Fortes foi convidado pela presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (21/6), para assumir o cargo de presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), organismo executor do projetos dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A indicação de Fortes será encaminhada para o Senado Federal. Lá, os senadores vão sabatinar o ex-ministro e depois submetê-lo à votação pelo plenário. Em entrevista concedida no Palácio do Planalto, Fortes destacou que o maior desafio será ganhar o maior número de medalhas nas Olimpíadas.

 

“Eu quero ganhar as medalhas. Será uma oportunidade de o Brasil se firmar no esporte e é sempre melhor participar vencendo”, disse.

Vídeo com entrevista do ex-ministro Márcio Fortes

Uma das questões colocadas na entrevista pelo ex-ministro foi o fato de que, durante o governo do ex-presidente Lula, no cargo de ministro das Cidades, ele vinha tratando de algumas obras de infraestrutura no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com impacto direto nos Jogos Olímpicos. Por isso, segundo explicou, não haverá nenhuma dificuldade para atuar como uma espécie de CEO da entidade que levará adiante os projetos no Rio de Janeiro.

Fortes disse também que tem uma boa relação com o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, indicado representante da União no Conselho Público Olímpico (CPO). O ex-ministro também esclareceu que a indicação para a APO segue os moldes das agências reguladoras, ou seja, com mandato fixo de quatro anos. Enquanto não ocorre o processo de sabatina no Senado, Fortes explicou que irá atuar como observador nas reuniões sobre as Olimpíadas.

“Amanhã (quarta-feira) estarei no Rio de Janeiro onde acontecem avaliações sobre as demandas para os jogos”, afirmou.

Quinta-feira, 17 de março de 2011 às 15:23

Governo amplia apoio aos atletas brasileiros por melhores resultados em 2016

De olho em um bom desempenho do Brasil nas próximas competições esportivas, principalmente nas Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, o governo federal já está definindo novas medidas para reforçar o apoio aos atletas brasileiros. A ideia é que eles participem de treinamentos, intercâmbios internacionais, tenham acesso a materiais esportivos de alta performance e a centros de treinamento em diversas localidades do país e contem com apoio financeiro para melhorar o seu rendimento. As iniciativas públicas municipais bem-sucedidas também passarão a ser reconhecidas pelo governo federal.

As medidas sancionadas pela presidenta Dilma Rousseff fazem parte da Lei nº 12.395 publicada hoje (17/3) no Diário Oficial da União. Uma delas é a alteração da Lei da Bolsa Atleta 10.891(9/7/04), definindo as categorias e seus respectivos benefícios financeiros. Os atletas das categorias de Base e Estudantil, por exemplo, contarão com uma bolsa de R$ 370; já os que estiverem na categoria Nacional terão uma ajuda de R$ 925; os da categoria Internacional receberão R$ 1.850, e os enquadrados como Atleta Pódio contarão com uma bolsa de até 15 mil. A Bolsa Atleta será concedida pelo prazo de um ano, paga em 12 parcelas mensais.

Outra medida é a criação do Programa Atleta Pódio que terá o objetivo de aprimorar o resultado esportivo dos atletas de alto rendimento em modalidades olímpicas e paraolímpicas individuais, de forma que eles cheguem ao seu máximo desempenho esportivo para representar o Brasil em competições esportivas internacionais.

Com o programa, os atletas serão treinados e acompanhados por uma equipe multidisciplinar, e terão a oportunidade de fazer treinamentos e intercâmbios internacionais, além de contar com equipamentos e materiais esportivos de alta performance. Essas iniciativas serão viabilizadas por meio de convênios entre o Ministério do Esporte e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) ou entidades nacionais de administração do desporto.

Para participar, o atleta deve estar vinculado a uma entidade de prática esportiva, ranqueado entre os 20 primeiros colocados do mundo em sua modalidade ou prova específica, e ser indicado pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto em conjunto com o COB ou CPB e o Ministério do Esporte. O atleta também precisa encaminhar ao ministério um plano esportivo para aprovação, e declarar se recebe algum tipo de patrocínio. Não serão beneficiados os atletas pertencentes à categoria máster ou similar.

Os atletas que ingressarem no Atleta Pódio serão beneficiados para um ciclo olímpico completo, mas a sua permanência no programa será reavaliada anualmente. O ciclo olímpico e paraolímpico completo é o período de quatro anos compreendido entre a realização de dois Jogos Olímpicos ou dois Jogos Paraolímpicos, de verão ou de inverno, ou o que restar até a realização dos próximos Jogos Olímpicos ou Paraolímpicos.

As formas e os prazos para a inscrição dos interessados, bem como para a prestação de contas dos recursos financeiros recebidos e dos resultados esportivos propostos e alcançados pelos atletas beneficiados ainda serão fixados em regulamento.

Já a Rede Nacional de Treinamento, instituída por meio da nova Lei, será usada para capacitar talentos e jovens atletas nas modalidades olímpicas e paraolímpicas, desde a base até a elite esportiva. Composta por centros de treinamento de alto rendimento, nacionais, regionais ou locais, a Rede será coordenada pelo Ministério do Esporte, em parceria com o COB, o CPB e centros regionais e locais.

Além dos atletas, os municípios também contarão com o incentivo do governo federal para desenvolver o esporte olímpico e paraolímpico. Isso será feito por meio do Programa Cidade Esportiva, também criado pela Lei nº 12.395, para reconhecer as iniciativas públicas locais e regionais que contribuem para o desenvolvimento dessas duas modalidades. Para ser apoiado pelo Cidade Esportiva, o município deverá preencher requisitos que ainda vão ser definidos pelo Poder Executivo. De acordo com a lei, o programa também poderá ser estendido aos estados e ao Distrito Federal.

Quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 às 15:08

Para Cabral, Autoridade Olímpica terá papel muito importante para os Jogos de 2016

Presidenta Dilma concede audiência ao governador do Rio, Sérgio Cabral (direita), e ao prefeito Eduardo Paes. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff recebeu no início da tarde desta quinta-feira (17/2) no Palácio do Planalto o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, que durante pouco mais de uma hora conversaram sobre o projeto dos Jogos Olímpicos de 2016. A informação foi dada por Cabral em entrevista coletiva após o encontro, quando afirmou que os três entes federados – União, estado e município – trabalham de forma integrada e “com confiança mútua” em prol do projeto.

“Essa confiança [entre os entes federados], esse ambiente harmônico, é que vai certamente dar o resultado para nós fazermos os melhores Jogos da história (…). Posso garantir ao Brasil, ao mundo, especialmente ao povo do Rio de Janeiro, que faremos Jogos Olímpicos extraordinários porque temos uma presidenta da República comprometida com os Jogos”, frisou.

Cabral afirmou que, no encontro, a presidenta Dilma e o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, apresentaram o conceito da Autoridade Pública Olímpica (APO), entidade que em sua opinião “terá um papel muito importante” e que define com clareza a participação do governo federal no projeto olímpico brasileiro.

“A presidenta nos mostrou quais serão os objetivos, a finalidade do papel do governo federal. A chamada Autoridade Olímpica terá um papel muito importante nas responsabilidades do governo federal”, disse Cabral.

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Segunda-feira, 26 de julho de 2010 às 13:34

Copa do Mundo e Olimpíadas marcam a reunião de coordenação do governo

A Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016 foram temas centrais da reunião de coordenação do governo, sob comando do presidente Lula, realizada hoje (26/7), no gabinete provisório da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

De acordo com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o encontro serviu para tratar das medidas provisórias (MP) que criam a Autoridade Pública Olímpica e a empresa para executar as obras de preparação para os jogos.

Ainda segundo Padilha, outro tema da pauta foi o obstáculo no Senado para votação de matérias naquela casa legislativa. A medida provisória que institui a Secretaria de Saúde Indígena tranca a votação no Senado. Por isso, a aprovação desta MP vai ser ponto prioritário para que o processo siga o curso normal.

A reunião teve também a participação dos ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento, Orçamento e Gestão).

Sábado, 26 de dezembro de 2009 às 18:51

É com confiança que se alcança

O governo federal lançou uma campanha para parabenizar os brasileiros por terem confiado no Brasil nos momentos difícieis que se passaram permitindo ao País avançar. Foram as medidas tomadas pelo governo somadas à confiança da população que fizeram o Brasil superar a crise econômica mundial e garantir a sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, entre muitos outros avanços.

Vale a pena assistir o vídeo abaixo, que diz o que é ser brasileiro:

No site Confiança no Brasil você encontra um diagnóstico do Brasil hoje, com retrato econômico e social do País. Também pode pesquisar quais os programas do governo estão em andamento por temas.

Terça-feira, 22 de dezembro de 2009 às 11:43

A primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas de 2016 será pela segurança total dos jogos

EntrevistasDurante entrevista exclusiva concedida à rádio O Dia FM esta manhã no Rio de Janeiro, o presidente Lula declarou que a primeira medalha que o Brasil vai ganhar nas olimpíadas sediadas aqui será pelo sucesso do País na garantia da paz durante os jogos. Ele acredita que até a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 o Brasil estará “infinitamente melhor do ponto de vista econômico, estará infinitamente melhor do ponto de vista educacional e nos vamos ter o Brasil infinitamente melhor do ponto de vista da segurança publica”. E não duvida que será possível ter segurança total nos eventos, desde que todos se envolvam nessa causa.

Lula defendeu que as autoridades políticas precisam trabalhar duro para despertar a paixão pelo esporte entre as crianças e os jovens brasileiros. Além de preparar o País para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016, evita que muitos se envolvam com a criminalidade. “Nos temos a obrigação política agora de mobilizar o Brasil para ficar quatro anos no mesmo estado de emoção que estávamos quando conquistamos as olimpíadas.”, afirmou, dizendo que assim como educação, esporte para ele não é um gasto mas sim um investimento.

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Segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 às 23:43

Rio 2016: A mais extraordinária olimpíada realizada no mundo

O presidente Lula falou com o coração. E colocou o sentimento de vitória a toda a população que acompanhou pela televisão a entrega do prêmio Brasil Olímpico 2009, transmitido direto do ginásio do Maracanãzinho, no Rio. Num discurso de improviso, Lula chamou a atenção das empresas privadas, dos clubes, das prefeituras e dos governos estaduais para que invistam mais no esporte amador. De acordo com o presidente, somente desta forma o Brasil irá realizar “a mais extraordinária olimpíada do mundo” em 2016, no Rio.

Ouça a íntegra do discurso do presidente Lula.
[podcast]http://blog.planalto.gov.br/wp-content/uploads/2009/12/discursolulapremio.mp3[/podcast]

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