Segunda-feira, 29 de agosto de 2011 às 9:42

A presidenta Dilma Rousseff inicia a agenda de trabalho, nesta segunda-feira (29/8), em reunião com representantes das centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
Em seguida, a presidenta Dilma reúne-se com o Conselho Político.
À tarde, a presidenta recebe em audiência os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Edison Lobão (Minas e Energia).
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Segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 13:41
O governo brasileiro, por meio de nota oficial divulgada nesta segunda-feira (25/4) pelo Ministério das Relações Exteriores, reiterou o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados na Síria e manifestou preocupação frente à crescente violência no país.
Segundo o Itamaraty, o Brasil espera que a crise seja resolvida por meio do diálogo e defende que a responsabilidade pelo tratamento dos impactos das crises no mundo árabe sobre a paz e segurança internacionais recaia sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
“O governo brasileiro (…) ressalta a importância do papel dos organismos regionais – em particular a Liga dos Estados Árabes e a União Africana – nos esforços de mediação diplomática”, diz o texto.
Leia abaixo íntegra da nota do MRE sobre a situação na Síria:
Nota nº 161 – Situação na Síria
O Governo brasileiro manifesta preocupação com a escalada de violência na Síria, que ocasionou, nos últimos dias, elevado número de mortos, principalmente em Deraa, Homs e nos arredores de Damasco. O Governo brasileiro reitera o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados e expressa a expectativa de que a crise seja equacionada pela via do diálogo.
O Governo brasileiro sublinha que as aspirações legítimas das populações do mundo árabe devem ser equacionadas por processos políticos inclusivos e não pela via militar.
O Governo brasileiro reafirma o entendimento de que a responsabilidade pelo tratamento dos impactos das crises no mundo árabe sobre a paz e segurança internacionais recai sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas e ressalta a importância do papel dos organismos regionais – em particular a Liga dos Estados Árabes e a União Africana – nos esforços de mediação diplomática.
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Quinta-feira, 14 de abril de 2011 às 14:53
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Sexta-feira, 11 de março de 2011 às 9:32

O encontro com dirigentes das centrais sindicais dos trabalhadores é um dos compromissos da agenda de trabalho da presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (12/3), no Palácio do Planalto.
Antes, a presidenta participa de ato de assinatura de portaria que regulamenta a participação dos empregados nos Conselhos de Administração das empresas públicas e sociedades de economia mista, na sala de audiências.
À tarde, a agenda prevê audiência ao minsitro da Defesa, Nelson Jobim, seguida de despacho com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e conclui a agenda em reunião com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
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Sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 às 14:52
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Sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 às 14:09

Chanceler Antonio Patriota foi entrevistado nesta sexta-feira no programa Bom Dia, Ministro. Foto: Elza Fiúza/ABr

A expectativa da visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, prevista para os dias 19 e 20 de março, é vista como “muito positiva”, segundo disse o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, durante entrevista ao programa “Bom Dia Ministro”, nesta sexta-feira (18/2), em rede nacional de emissoras de rádio. Conforme assinalou o chanceler, na visita deverão ser discutidos assuntos de ordem econômica, comercial, além do estreitamento do diálogo político entre os dois países. Patriota destacou que “os Estados Unidos são um país com o qual temos uma tradição de bom relacionamento, além de ser o segundo parceiro comercial individual do Brasil”. Entre os temas de maior interesse, Patriota cita a área de cooperação em ciência e tecnologia, no momento em que o Brasil procura desenvolver sua produtividade industrial e competitividade.
Além da discussão de todos esses pontos, o encontro deve dar uma conotação de tratar-se de uma visita de reafirmação da amizade entre os povos norte-americano e brasileiro. “O Brasil é o país com o maior número de afrodescendentes fora da África, e não pode deixar de nos sensibilizar a presença do presidente Obama no Brasil,” disse na entrevista.
Com relação aos biocombustíveis, o chanceler explicou que já existe uma agenda positiva com os Estados Unidos que beneficia terceiros países. Já sobre a tarifa imposta pelo Congresso norte-americano ao etanol brasileiro, o ministro explicou que isso tem penalizado as exportações brasileiras, e não há perspectiva de eliminação, a curto prazo, porque envolve interesses regionais específicos. Não é algo que dependa do presidente Obama, explicou ele: a dinâmica da política interna norte-americana impede que isso aconteça.
“Além dos Estados Unidos, a presidenta Dilma também havia manifestado interesse em manter contato com a China – país que visitará em abril deste ano – em função desses dois países serem os principais parceiros comerciais do Brasil”, esclareceu Patriota na entrevista.
Ele lembrou, porém, que a prioridade da presidenta é a América do Sul.
Ouça abaixo a íntegra da entrevista do ministro Antonio Patriota.
Leia o artigo completo »
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Sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 às 18:52

Marco Aurélio Garcia é assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidenta da República. Foto: arquivo pessoal

No terceiro post da série “Relações Exteriores”, o assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidenta da República, Marco Aurélio Garcia, falou sobre a III Reunião de Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e de Países Árabes (Aspa), que será realizada no próximo dia 16/2, em Lima/Peru, e sobre a questão nuclear do Irã. Para ver os outros posts da série clique no selinho ao lado.
Num momento em que o Egito enfrenta grave crise política interna e que a Tunísia sofreu intensas mudanças em seu governo, a Aspa será uma oportunidade – disse Marco Aurélio – para os países sul-americanos e árabes estreitarem a aproximação já iniciada em um processo “irreversível”. Na opinião do assessor da presidenta, se a dinâmica de democratização no mundo árabe continuar ganhando corpo e se aprofundar, as condições de interlocução com a América do Sul, em especial com o Brasil, serão facilitadas.
“Nós esperamos evidentemente que, até a realização da Aspa, muitas dessas situações já estejam resolvidas, cristalizadas, de tal maneira que garanta, entre outras coisas, uma presença mais expressiva de dirigentes árabes”, afirmou.
Sobre a possibilidade de o Brasil continuar intermediando o diálogo com o Irã no tocante aos assuntos nucleares, Marco Aurélio Garcia explicou que o Brasil optou, conjuntamente com a Turquia, por mediar a questão que, naquele momento, apontava riscos à paz mundial. Entretanto, enfatizou, é preciso que se esclareça que o Brasil não possui qualquer tipo de relacionamento privilegiado com o Irã, nem de apoio ao formato político-institucional do país.
“É importante dizer que não houve uma preocupação do Brasil de estabelecer uma aliança privilegiada com o Irã. Nós temos relações com o Irã como nós temos com outros países do mundo, e naquele momento nós entendíamos que o tema da nuclearização para fins pacíficos ou não do Irã era um tema que tinha uma reverberação muito importante sobre a paz mundial (…). Os resultados não foram tanto na direção que nós gostaríamos que fossem, mas a política nem sempre produz resultados imediatos”, explicou.
Marco Aurélio lembrou, ainda, que apesar de o Brasil não ter sido favorável às medidas internacionais aplicadas ao Irã pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, já que “sanções não fortalecem a paz, pelo contrário, elas dificultam o relacionamento”, seguirá as orientações do Conselho da ONU, mesmo tendo votado contra elas.
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Quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 às 18:22

Em sua primeira viagem internacional após posse, presidenta Dilma Rousseff vai à Argentina e é recepcionada pela presidenta Cristina Kircher na Casa Rosada. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A política externa no governo Dilma Rousseff será marcada pela forte presença em organismos multilaterais, pela defesa aos Direitos Humanos e à estabilidade democrática e pelo fortalecimento da América Latina. O balanço, feito pelo assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidenta da República, Marco Aurélio Garcia, compõe a série “Relações Exteriores”, que o Blog do Planalto traz durante esta semana. Para ver os outros posts da série, clique no selinho ao lado.
Marco Aurélio afirmou que, ao mesmo tempo em que o governo dará continuidade a iniciativas de fortalecimento da América Latina e África, terá como foco a preservação e o desenvolvimento do relacionamento com os Estados Unidos, a União Europeia e “uma intervenção muito clara nas esferas multilaterais – nas Nações Unidas, na Organização Mundial do Comércio e no G20”.
“Enfim, em todas aquelas instâncias nas quais de alguma maneira se está esboçando um novo formato geopolítico e geoeconômico”, completou.
Em discurso durante entrega de Mensagem ao Congresso Nacional proferido ontem (2/2), a presidenta Dilma Rousseff endossou essa posição ao afirmar que “nossa política externa estará baseada nos valores clássicos da tradição diplomática brasileira: promoção da paz, respeito ao princípio de não intervenção, defesa dos Direitos Humanos e fortalecimento do multilateralismo. Nossa participação nas forças da ONU – especialmente na Missão para a Estabilização do Haiti – é emblemática do nosso compromisso com a paz e a estabilidade democrática”.
“O Brasil reitera, com veemência e firmeza, a decisão de associar seu desenvolvimento econômico, social e político ao da América do Sul. Se geografia é destino, como se diz na geopolítica, estamos muito felizes com o nosso destino. Juntamente com nossos vizinhos sul-americanos, poderemos transformar nossa região, que vemos como um espaço de paz e crescente cooperação, em componente essencial do mundo multipolar que se anuncia, dando consistência cada vez maior ao Mercosul e à Unasul”, disse a presidenta aos membros do Congresso Nacional.
Marco Aurélio comentou, ainda, afirmação da presidenta Dilma durante viagem à Argentina na segunda-feira (31/1), em que ela disse que o século XXI seria o “Século da América Latina”. Segundo ele, “significa concretamente que está havendo transformações em nossa região que vão nos habilitar a ter uma presença mais forte no mundo de hoje”.
“No passado mais distante, a região era colonizada; posteriormente foi submetida a formas de dominação econômica muito intensas, que eram também reproduzidas internamente. No entanto, o que nós estamos assistindo na última década é um processo muito forte de afirmação não só nacional de alguns países, mas um desejo de integração bastante grande”, disse.
Confira os principais trechos da entrevista
Viagem à Argentina
A aliança entre a Argentina e o Brasil não vai esgotar a problemática da integração sul-americana, latino americana, mas sem essa aliança não haverá uma integração consistente.
Venezuela no Mercosul
Traz para o Mercosul um mercado importante. A Venezuela é um país com mais de 25 milhões de habitantes, é um país extremamente rico em matéria de petróleo, o que interessa à região, e é um país no qual hoje tem sido feitos muitos investimentos brasileiros, tem aumentado bastante o nosso comércio exterior e dos outros países da região também. Com o ingresso da Venezuela e a eliminação de certas restrições de ordem alfandegária, nós vamos ter sem dúvida nenhuma uma expansão bastante consistente do comércio da região.
Colômbia
Se a Colômbia fizesse uma opção pelo Mercosul seria um aspecto extremamente importante. O Mercosul mudaria de perfil se a Colômbia efetivamente abrisse negociações com os outros quatro ou cinco países para seu ingresso.
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Segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 às 9:33

A presidenta Dilma Rousseff inicia o dia de trabalho, nesta segunda-feira (24/1), em despacho com assessores do gabinete, no Palácio do Planalto.
A agenda prevê, também pela manhã, audiências aos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Orlando Silva (Esporte).
À tarde, os compromissos previstos são reuniões com os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República) e José Eduardo Cardozo (Justiça).
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Sexta-feira, 29 de outubro de 2010 às 11:44
A eleição de Néstor Kirchner como presidente da Argentina permitiu que seu país e o Brasil conseguissem superar muitas das barreiras que criavam dificuldades entre as relações de ambos, acabando com o preconceito diplomático e empresarial, afirmou o presidente Lula após prestigiar o velório de Kirchner em Buenos Aires. O ex-presidente argentino morreu na quarta-feira (27/10) vítima de um ataque cardíaco.
O preconceito, às vezes diplomático, o preconceito empresarial, a preocupação que existia na relação entre Argentina e Brasil deixou de existir na medida em que Brasil e Argentina, através do presidente Kirchner e através da minha presidência, descobriram que não eram adversários, a não se no futebol. Que na economia e na política a gente se completava e que Brasil e Argentina tinham um papel extraordinário na integração da América do Sul e da América Latina.
Ouça a íntegra da declaração do presidente Lula feita ontem em Buenos Aires:
Lula ressaltou ainda que o relacionamento entre os dois países, estreitado no governo de Kirchner, foi um “jogo vitorioso”, que resultou na construção da Unasul, do Conselho de Defesa e do Conselho de Combate ao Narcotráfico e que “a relação Brasil e Argentina é a melhor de todos os tempos”.
O presidente brasileiro afirmou que Néstor Kirchner continua governando com a presidente Cristina Kirchner e com povo argentino e a Argentina continuará trilhando o caminho de desenvolvimento e de recuperação de suas políticas sociais:
Eu dizia à companheira Cristina que um homem morre, mas as ideias permanecem. E eu acho que Kirchner foi uma figura que construiu ideias aqui na Argentina e que o legado mais importante que o Kirchner conseguiu foi recuperar a autoestima do povo argentino, o orgulho do povo argentino, o emprego do povo argentino, coisa que estava há duas décadas e meia praticamente perdida… Eu saio daqui triste porque o Kirchner se foi, mas saio daqui feliz porque senti o povo argentino cumprimentando a Cristina com muito orgulho, com muita força e com muito reconhecimento.
O corpo do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner será levado a Río Gallegos, na província sulista de Santa Cruz, onde ele nasceu e começou sua carreira política, para ser enterrado. A expectativa é que o enterro ocorra por volta do meio dia – 13h de Brasília – desta sexta-feira (29/10), em uma cerimônia privada da família.
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