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Segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 às 8:30

Prouni abre inscrições com oferta recorde de bolsas para 2015

O Programa Universidade para Todos (Prouni) disponibiliza, de hoje (26) até quinta-feira (29), um total de 213.113 bolsas de estudo em universidades privadas de todo o País. O número representa a maior oferta de bolsas do Prouni desde que o programa foi criado, há dez anos. Além disso, o programa registra um aumento de 20% na oferta de vagas em relação a 2014.

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Para se inscrever, os estudantes remanescentes de escolas públicas ou bolsistas integrais da rede privada devem acessar a página do Prouni na internet. A divulgação dos resultados acontecerá em duas chamadas. A primeira delas no dia 2 de fevereiro e a segunda no dia 19 de fevereiro. Atualmente, o programa beneficia mais de 562 mil jovens brasileiros de baixa renda com bolsas integrais ou de 50% em universidades privadas de todo o Brasil.

Para fazer a inscrição, o candidato deve ter participado do Enem de 2014 e ter obtido uma nota mínima de 450 pontos na prova. Além disso, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação. Para concorrer à bolsa integral, o candidato precisa comprovar renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa, enquanto para as bolsas parciais a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por cada integrante da família.

Segundo o diretor de Políticas e Programas de Graduação do Ministério da Educação, Dilvo Ristoff, o Prouni tem promovido a democratização do ensino superior brasileiro nos últimos anos, por meio da inserção de estudantes de baixa renda, negros e pardos. De acordo com o diretor, mesmo cursos altamente competitivos, como Medicina e Engenharia, possuem hoje um perfil muito mais coerente com a composição da sociedade brasileira.

De acordo com o MEC, as mulheres ocupam hoje 52% das vagas do Prouni, enquanto 48% dos beneficiados são do sexo masculino. Negros, pardos e indígenas representam 49,9% dos bolsistas, enquanto 46,6% se autodeclararam brancos, 1,8% de origem asiática e 1,8 % não informaram sua raça.

Para Dilvo Ristoff, o Prouni possui também três ingredientes fundamentais para o sucesso de uma política pública: é altamente inclusivo, possui baixo custo – no último ano, a renúncia fiscal concedida pelo Governo às universidades privadas ficou em torno de R$ 600 milhões – além de contribuir para a elevação da qualidade do ensino superior privado brasileiro.

O Programa
Segundo dados do Ministério da Educação, ao longo dos últimos 10 anos o Prouni concedeu 1,5 milhão de bolsas de estudos para estudantes carentes de todo o País. Nesse período, o programa formou mais de 430 mil profissionais em todas as áreas do conhecimento. O número equivale a quatro gerações de formandos de todas as universidades federais brasileiras, que formam cerca de 105 mil estudantes por ano.

Sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 às 8:30

Prouni elevou nível de ensino das faculdades particulares brasileiras nos últimos dez anos

O Programa Universidade para Todos (Prouni) tem comprovado, nos últimos dez anos, que a educação tem o potencial de mudar a vida das pessoas. São exemplos de milhares de jovens de todo o País, com alto rendimento escolar, remanescentes da escola pública e que puderam, a partir dessa oportunidade, mudar sua própria realidade social e de suas famílias.

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Joceline Gomes (esquerda) e Francisco Amorin (direita) só ingressaram na Universidade graças ao Prouni. Dilvo Ristoff, do MEC, (centro) diz que se trata de uma “revolução em potencial” a democratização do acesso ao ensino superior no País. Fotos: Divulgação/Gabinete Digital – PR.

É o caso dos jornalistas Joceline Gomes, de 27 anos, e Francisco Amorin, 28, que fizeram parte da primeira turma do Prouni, de 2005, e que foram os primeiros integrantes de suas famílias a ingressar em uma universidade.

Para estimular histórias como essas, o Ministério da Educação disponibiliza 213.113 bolsas a partir de segunda-feira (26) até a próxima quinta (29). Esta é a maior oferta de bolsas para o Prouni desde que o programa foi criado, há dez anos. O número representa também aumento de 20% na oferta de vagas em relação a 2014.

Atualmente, o programa beneficia mais de 562 mil jovens brasileiros de baixa renda com bolsas integrais ou de 50% em universidades privadas de todo o País.

Segundo Joceline Gomes, sua vida mudou ao conquistar uma bolsa integral no curso de jornalismo na Universidade Católica de Brasília, uma das mais tradicionais do Distrito Federal.

“Quando eu estava saindo do ensino médio eu entrei na faculdade e eu entrei na faculdade por causa do Prouni. A minha família, nós éramos de classe média baixa, a gente não tinha acesso a nada. Foi depois que eu entrei na universidade que eu consegui meu primeiro emprego. Essa foi a oportunidade da minha vida, me transformou no que eu sou hoje. A vida da minha família mudou completamente por conta da existência do programa”, afirma a jovem negra, moradora de Taguatinga, região administrativa do DF, que obteve a maior média de desempenho acadêmico da faculdade de Comunicação durante todo o curso.

De acordo com o diretor de Políticas e Programas de Graduação do MEC, Dilvo Ristoff, o Prouni promoveu a democratização do acesso ao ensino superior no Brasil. Segundo ele, o programa se tornou uma alternativa entre um ensino público e gratuito, altamente competitivo, que apresentava poucas vagas à época, e o ensino superior privado e pago, ambos praticamente inacessíveis – há alguns anos – ao estudante carente, oriundo da escola pública.

Além disso, o diretor destaca que o Prouni elevou o nível de ensino das faculdades particulares brasileiras ao trazer os bons alunos das escolas públicas para o ensino superior privado. O diretor atribui os resultados à dedicação e ao esforço pessoal desses alunos.

“A oportunidade que é dada para essas pessoas faz com que elas levem isso muito a sério. Elas vêem o Prouni como a grande oportunidade que tiveram na vida e se agarram a isso para garantir o sucesso na sua trajetória profissional. Por traz de cada um desses números há uma história maravilhosa. É o filho de pais analfabetos, que teve a primeira oportunidade na vida de chegar à educação superior”, destaca.

É o que revela o estudo da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes). Segundo a pesquisa, os resultados dos bolsistas do Prouni no Enade são superiores em seis pontos à média nacional e supera em dois pontos a média dos estudantes de universidades públicas.

Para o jornalista Francisco Amorin – filho de uma diarista, que cresceu no município de Águas Lindas, região no entorno do DF – sua entrada na Universidade tornou a ideia de cursar uma faculdade menos distante para os integrantes de sua família. “Ter alguém dentro da família que pôde cursar uma faculdade mudou essa perspectiva. O Prouni ampliou as possibilidades para o estudante de baixa renda e tornou o sonho de cursar uma faculdade algo mais próximo”, ressaltou.

O diretor Dilvo Ristoff explica que representa uma revolução em potencial quando cada pessoa de uma família ingressa pela primeira vez na universidade: “O pai ou a mãe que tem educação superior vai querer que seu filho também chegue à universidade. Existe uma grande revolução acontecendo hoje no Brasil, que democratizou o acesso ao ensino superior no País. Políticas como o Prouni, o Sisu, o Fies e a Lei de Cotas fizeram com que o campus brasileiro passasse a ter a cara do Brasil”, afirma.

O Programa
Segundo dados do Ministério da Educação, ao longo desses 10 anos o Prouni concedeu 1,5 milhão de bolsas de estudos para estudantes carentes de todo o País. Nesse período, o programa formou mais de 430 mil profissionais em todas as áreas do conhecimento. O número equivale a quatro gerações de formandos de todas as universidades federais brasileiras, que formam cerca de 105 mil estudantes por ano.

Sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 às 18:20

Rossetto assume Secretaria-Geral defendendo justiça social e ampliação da participação popular

Sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 às 18:10

Rossetto assume Secretaria-Geral defendendo justiça social e ampliação da participação popular

“Quando ouvimos a população, governamos melhor, acertamos mais e erramos menos", afirmou Rossetto ao assumir o cargo. Foto: Renan Carvalhais - Gabinete Digital/PR

“Quando ouvimos a população, governamos melhor, acertamos mais e erramos menos”, afirmou Rossetto ao assumir o cargo. Foto: Renan Carvalhais – Gabinete Digital/PR

O sociólogo Miguel Rossetto assumiu, na tarde desta sexta-feira (2), a Secretaria-Geral da Presidência da República defendendo avanços no projeto de justiça social desenvolvido pelo Governo Federal nos últimos anos, além do fortalecimento dos instrumentos de participação popular.

“Ao reeleger a presidenta Dilma, o povo brasileiro reafirmou um projeto político democrático, popular e voltado à justiça social. É nessa direção que pretendemos avançar para que os direitos sociais e políticos caminhem para a frente e façam com que a população mais pobre ocupe um lugar de protagonismo na definição dos destinos da sociedade brasileira”, afirmou Rossetto.

Em seu pronunciamento, em cerimônia de posse realizada no Palácio do Planalto, Rossetto destacou a necessidade de uma reforma política para o País que contribua para a valorização da democracia participativa. Ele ainda ressaltou a importância do governo trabalhar para criar oportunidades para os brasileiros. Segundo Rossetto, é fundamental que todos os cidadãos possam contribuir para o crescimento do País e compartilhar dessa riqueza.

Gilberto Carvalho, por sua vez em seu discurso de despedida, reafirmou que os governos da presidenta Dilma e do ex-presidente Lula iniciaram um processo de mudança fundamental no estado brasileiro ao inverter a lógica de prioridades do governo a favor da redução das desigualdades sociais e dos processos de exclusão do Brasil. Nesse sentido, ele destacou projetos como o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida, o Prouni e o Pronatec.

Perfil
O novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, é sociólogo e um dos fundadores do PT e da CUT. Foi eleito deputado federal em 1994 e vice-governador do Rio Grande do Sul na gestão Olívio Dutra.

Em 2003, assumiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário, onde permaneceu até 2006. De 2008 a março de 2014 foi presidente da Petrobras Distribuidora. Em março do ano passado, retornou ao Ministério do Desenvolvimento Agrário onde permaneceu até setembro de 2014.

–> Saiba quem são os ministros do segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff

Sexta-feira, 14 de novembro de 2014 às 12:00

Negra e moradora da periferia, estudante de Direito do Mackenzie quebra paradigmas

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Domingo, 9 de novembro de 2014 às 22:06

Presidenta Dilma destaca organização e trabalho dos colaboradores durante Enem 2014

Twitter

A presidenta Dilma Rousseff agradeceu neste domingo (9), em seu perfil no Twitter, os colaboradores que trabalharam durante a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizadas nestes sábado (8) e domingo (9). Foram 917 mil colaboradores trabalhando em 1.752 municípios. Para Dilma, o Enem é um modelo modelo de acesso ao ensino superior.

“Os 8,7 milhões de candidatas e candidatos tiveram condições para realizar suas provas com tranquilidade e buscar seu sonho na universidade”, afirmou a presidenta, que também destacou o sucesso na organização das provas.

Em 2014, por meio do Sistema de Seleção Unificado (Sisu), o Enem abriu 170 mil vagas em 115 instituições públicas de ensino superior. Em 2015, segundo a presidenta, serão mais vagas e mais cursos.

Dilma lembrou que a nota do Enem é usada também para entrar no Programa Universidade para Todos (ProUni), obter o Financiamento Estudantil (Fies) e acessar o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), além de credenciar para o Ciência sem Fronteiras.

Terça-feira, 4 de novembro de 2014 às 19:39

Bolsistas do ProUni possuem as melhores notas médias do Enade, aponta estudo

Alunos de faculdades particulares com bolsas integrais do Programa Universidade Para Todos (ProUni) possuem as maiores notas gerais médias do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), revela estudo da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes). Os resultados dos prounistas são superiores à média nacional e dos alunos de faculdades públicas.

A pesquisa mostra que quem recebe o benefício tem média de acertos de 49,35 na avaliação do governo federal com concluintes do ensino superior, enquanto a nota dos alunos de ensino público é de 47,87. A média geral ficou em 43,19. O estudo da Abraes cruzou a nota média dos estudantes com dados socioeconômicos.

Apesar das condições menos favoráveis, dentro da estrutura de seleção e de incentivos do programa, o bolsista do ProUni na rede privada compensa sua desvantagem com base no esforço individual, se dedicando ao programa e obtendo resultado acima da média.

Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005, e se formou em Jornalismo na Universidade Católica de Brasília. Para ela, a bolsa integral foi determinante para uma maior dedicação durante o curso. “Eu acredito que toda pessoa que entra com qualquer tipo de ação afirmativa para cursar uma faculdade quer provar que ela merece estar ali. Eu estava na faculdade e ia honrar a vaga que eu conquistei. Dei o meu melhor e tirei as melhores notas. Foi assim do início ao fim do curso. Tanto que, no último semestre, eu tinha o maior índice de todos os turnos do curso de Comunicação Social da universidade. Eles me presentearam com uma viagem”, afirma Joceline.

Os alunos ProUni aparecem numa proporção três vezes menor do que a média no grupo das piores notas, e duas vezes maior do que a média no grupo das melhores notas. Além disso, o levantamento também mostrou que o número de horas de estudo dedicadas fora de sala de aula dos bolsistas é superior ao das escolas públicas.

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:10

Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior, afirma ex-bolsista negra

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014 às 10:00

“Prouni foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma ex-bolsista negra

Segundo dados do Ministério da Educação, dentre os estudantes contemplados em 2014 pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), mais da metade são negros. No primeiro ano do programa, 2005, apenas 37,2% dos estudantes eram negros. Hoje, são 56,48%. Em números absolutos, a quantidade de alunos negros passou de 35.568, há 10 anos, para 125.566 atualmente, um aumento de 353%.

Joceline Gomes, 26 anos, é aluna da primeira turma do programa, em 2005. Para ela, sua vida mudou ao conquistar uma bolsa integral no curso de Jornalismo da Universidade Católica de Brasília (DF). “Minha família era de classe média baixa, a gente não tinha acesso a nada. Quando entrei na universidade e vi que eu realmente podia estar lá, que aquela vaga realmente era minha, que eu tinha uma bolsa integral que ia me permitir cursar uma faculdade, foi a oportunidade da minha vida. Isso me transformou no que sou hoje. O programa foi determinante para que eu fizesse o curso superior”, afirma a jovem negra, moradora de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal.

A ex-bolsista se formou em 2008 e hoje trabalha na sua área de formação. Segundo levantamento da Seppir, 85% dos alunos formados pelo programa possuem emprego, sendo que 65% trabalham com carteira assinada. A maioria desses estudantes trabalha na área em que se formaram. Para a jovem, a melhoria de vida não veio somente para ela. “Eu fui a primeira a entrar na faculdade de toda a minha família. Isso já vai encorajando outras pessoas da família. Então você vai puxando toda uma geração de pessoas e vai influenciando. Primeiro dentro da sua família, depois com seus amigos, e vai aumentando esse círculo”, assegura.

Quinta-feira, 30 de outubro de 2014 às 17:36

Enem tem novo recorde no número de inscritos

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou novo recorde no número de participantes. Em 2014, 8,7 milhões de estudantes se inscreveram, o que representa um aumento de 21,6% de em relação ao ano anterior. Desde 2009, ano em que foi reformulado e passou a ser utilizado também como mecanismo de seleção para ingresso no ensino superior, o número de participantes mais que dobrou. Naquele ano, foram 4,1 milhões de inscritos.

Inscritos_Enem_1998_2014

A região Norte foi a que teve maior aumento no número de inscritos, 27,36%, atingindo total de 950.245 participantes. Em seguida veio Centro-Oeste, com aumento de 24,49%, 772.658 participantes; e Nordeste, com 22,01% de aumento, 2.877.673 participantes.

O estado que mais cresceu em número de inscritos foi o Amapá. O crescimento foi de 48,64%, alcançando o total de 62.304 participantes. O segundo maior crescimento foi alcançado no Distrito Federal, 40,20% com total de 160.910 participantes; o terceiro, Goiás, com 37,25% e total de 268.856 participantes.

Mais de 70% são isentos da taxa de inscrição
Uma análise do perfil quanto a pagamento/isenção, revela que 57,17% (4,9 milhões) dos participantes neste ano são estudantes isentos da taxa de inscrição por motivo de carência comprovada. Outros 16,33% (1,4 milhão) receberam a isenção por terem cursado o ensino médio em escola pública. Os demais 26,48% (2,3 milhões) são pagantes.

Enem_graficos_inscricoes_maisnegros_maiscarentes

Os estudantes que se autodeclararam negros são a maioria dos inscritos, cerca de 5 milhões, parcela de 57,91% do total. Os que se autodeclaram brancos são quase 3,3 milhões, parcela de 37,70% do total.

Na análise por gênero, estudantes do sexo feminino são a maioria, 5 milhões, o que representa 58,11% do total de inscritos. Os do sexo masculino são 3,6 milhões, participação de 41,88%.

Participação abre portas
O Enem foi criado em 1998 com o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da educação básica e, a partir disso, contribuir para a melhoria da qualidade do ensino.

Com a reformulação em 2009, o exame passou a contribuir ainda mais para a democratização das oportunidades de acesso às vagas oferecidas por Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas. Hoje, o Enem é requisito para seleção de alunos em 115 universidades federais, estaduais e institutos de tecnologia por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

A nota do candidato participante também abre portas para outros programas do governo federal, como o ProUni, que oferece bolsas de estudo parciais e integrais em IFES privadas. Uma boa média final pode garantir o acesso ao programa Ciência sem Fronteiras.

Além disso, o exame é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Também serve como certificação de conclusão do Ensino Médio em cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Confira o balanço

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