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Quinta-feira, 23 de abril de 2015 às 14:28

Brasil é país estratégico na área de petróleo, diz presidente mundial da Shell

O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

"Reafirmei  nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

“Reafirmei nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras
Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

Ele avalia ainda que a compra da BG, vai levar a uma quadruplicação das operações da Shell no Brasil, atingindo até o final da década 20% da produção global da empresa.

“Tenho 100% de confiança de que a Petrobras sairá do atual episódio. E sairá mais forte como empresa. Isso foi um elemento de consideração muito importante ao fecharmos o negócio que nos posicionará como a empresa parceira líder da Petrobras por muitas décadas por vir”, enfatizou.

Quinta-feira, 9 de abril de 2015 às 11:57

Petrobras deu a volta por cima e mostrou a que veio, afirma presidenta Dilma

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras limpou o que tinha que limpar, continua de pé e por sua capacidade de inovação vai receber a maior premiação que o mundo dá para empresas de petróleo. Foi assim que a presidenta Dilma saiu em defesa da empresa brasileira que está entre as maiores do mundo. A declaração foi feita nesta quinta-feira (9), durante entrega de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense que sedia a maior refinaria brasileira, a Reduc (Refinaria Duque de Caxias).

“A Petrobras limpou o que tinha de limpar, tirou aqueles que tinha que tirar lá de dentro e que se aproveitaram de suas posições para enriquecer seus próprios bolsos. E mais, vocês podem ter certeza de uma coisa: Essa empresa, não só já deu a volta por cima, como ela hoje mostrou a que veio. Bateu todos os recordes. Diziam que ela não ia conseguir produzir petróleo tirado do pré-sal. Chegou a 700 mil barris em tempo recorde.”

Dilma destacou que a Petrobras vai receber pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions, o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore. A premiação, que será entregue em maio, é um reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal, que permitiu que em menos de seis anos o País alcançasse, a partir do zero, um recorde de mais de 700 mil barris de petróleo por dia.Olho Dilma Petrobras (1)

No evento estavam presentes funcionários da Reduc, com seus tradicionais uniformes cor de laranja. Dilma dirigiu a palavra a eles. “Aqui em Duque de Caxias temos essa compreensão do papel da Petrobras. Mas tenho certeza que até onde não tem refinaria no Brasil, no lugar mais distante deste País, tem uma pessoa, tem um conjunto de brasileiros, tem um conjunto de cidadãos que sabem que ela é um dos maiores orgulhos nossos”, frisou a presidenta.

Ela afirmou que a Petrobras superou a fase de ataques que enfrentou e que o rumo daqui para frente será diferente. “Defender a Petrobras é defender o Brasil”, disse, ao se referir a uma faixa levada pelos empregados da Petrobras ao evento. E ela explicou como é o sentimento de nacionalismo em relação a Petrobras. E se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia um saudoso fluminense, eu quero dizer que a Petrobras de macacão é também a pátria de macacão e mãos sujas de óleo”, finalizou.

Confira a íntegra

Segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 18:52

Garantir recuperação da Petrobras é luta do meu governo, diz presidenta Dilma

Durante o discurso de posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, nesta segunda-feira (6), a presidenta Dilma Rousseff disse que o pré-sal “não é mais uma promessa, é uma realidade” e que hoje são extraídos mais de 660 mil barris/dia dessa área. “Isso é algo importante, porque é o dobro do que nós extraímos há um ano atrás. Hoje é importante dizer que 27% da produção de petróleo do Brasil vem do pré-sal”.

Por isso ela disse ter certeza que a Petrobras vai se recuperar das atuais dificuldades. “Tenho certeza de que a luta para recuperação da Petrobras, que está em curso – eu falo tanto a luta quanto a recuperação – é minha, é do meu governo, e eu tenho certeza interessa a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

E o que está em jogo nesta luta, continuou Dilma, é o controle do pré-sal. “É a nossa soberania, é o futuro do nosso País e da educação”.

Segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 14:11

Pré-sal já garante hoje recursos para revolução que Brasil fará na educação, afirma Dilma

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Presidenta Dilma: “Renato Janine Ribeiro é uma feliz novidade. Um ministro educador para uma Pátria Educadora”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (6), ao dar posse ao novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, que o que está em disputa hoje no Brasil é a forma de exploração do patrimônio do pré-sal, que representa centenas de bilhões de reais do Estado brasileiro e que já estão assegurados para a Educação e para a Saúde do País. Ela disse estar convencida de que, como uma Pátria Educadora, o Brasil dará o salto imprescindível para se tornar, finalmente, uma nação desenvolvida e, ao mesmo tempo, justa com seu povo.

“Os recursos dos royalties e do Fundo Social do pré-sal vão viabilizar uma verdadeira revolução na educação brasileira, que se realizará nas próximas décadas, mas que vai começar, progressivamente, a partir de agora”, disse ela. “Nós não podemos nos iludir. O que está em disputa é a forma de exploração desse patrimônio e quem fica com a maior parte”, afirmou.

E quem, acrescentou a presidenta, poderia ser a pessoa mais indicada para comandar toda essa transformação, neste momento, do que um professor? “Por isso, para consolidar a construção do desafio de uma Pátria Educadora, uma pátria que educa suas crianças e seus jovens, eu convidei um professor, um pensador e um apaixonado pela educação, que é Roberto Janine Ribeiro”, disse a presidenta.

Segundo Dilma, o novo ministro é “uma feliz novidade”. E explicou que ele terá o grande desafio de construir o futuro do País na área educacional a partir de quatro eixos genéricos. O primeiro será um esforço ainda maior em direção ao que ela chamou de federalismo cooperativo, uma vez que União, estados e municípios dividem responsabilidades na área da educação.

Outro eixo é a mudança no paradigma curricular e pedagógico do ensino básico, para dar urgência e primazia às capacitações analíticas, “fazendo da interpretação e composição de texto e do raciocínio lógico o ponto de partida do processo de aprendizado”, disse Dilma. Isso será feito em consulta permanente com a sociedade – aí incluídos professores, alunos, pais – a fim de construir uma base curricular comum.

O terceiro eixo é dispor de diretores e professores bem qualificados, bem remunerados e estimulados. “No caso dos diretores, queremos aprimorar sua formação e incentivar as boas experiências de elevação de desempenho das escolas. No caso dos professores, também, além de ampliar as oportunidades de formação, vamos discutir com estados e municípios as diretrizes de uma carreira nacional”, detalhou a presidenta.

Finalmente, a meta contida no último eixo será estimular o uso de tecnologias e técnicas no processo de formação. “Não se trata de substituir o professor, mas de dar-lhe instrumentos que enriqueçam o processo pedagógico, ampliando a interação do ambiente escolar com o conjunto da sociedade e o uso e acesso a softwares que permitam que haja um salto de qualidade também”.

Conquistas e desafios
Dilma Rousseff lembrou que, nos últimos anos, o governo realizou muitos projetos e iniciativas importantes. “Fizemos muita coisa. Democratizamos o acesso ao ensino em todos os níveis, diminuímos as barreiras geográficas e de gênero, diminuímos as barreiras de classe social e etnia. Diminuímos, enfim, um conjunto de desigualdades e distribuições desiguais da educação pelo Brasil”.

Agora, enfatizou, o governo prossegue na criação de uma escola, e sobretudo de uma universidade, com o jeito, o rosto e as cores do povo brasileiro. “Nunca tivemos tanta diversidade em nossos bancos escolares e universitários”, disse. O Plano Nacional de Educação (PNE), que sancionei no ano passado, estabelece um cronograma de investimentos para a próxima década [com recursos dos royalties do pré-sal].”

A presidenta lembrou ainda que feito um grande esforço na educação nos últimos anos, desde o início do governo do presidente Lula até agora. “E eu falo sobretudo do período do meu governo. Garantimos recursos para a construção de 6.185 creches e para adoção do ensino em tempo integral em 61 mil escolas”.

Ao mesmo tempo, com o Pronatec, disse, mais de oito milhões de jovens e trabalhadores, homens e mulheres, adultos, enfim, pessoas de todas as idades, tiveram acesso a cursos de formação profissional e formação de uma competência, no sentido de se incluir melhor no mundo do trabalho.

“Agora, o nosso desafio são mais 12 milhões que devem ser matriculados ao longo dos próximos quatro anos. No meu primeiro mandato, implantamos 208 campi de Institutos Federais de Educação. E levamos, o que é muito importante, para o interior do Brasil, para o Norte e o Nordeste, um conjunto de campi que, junto com toda iniciativa realizada no governo do presidente Lula, permitiu a maior interiorização e diversificação regional da nossa universidade”, acrescentou.

 

Confira a íntegra

Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 às 18:00

Quatro obras do PAC estão entre as 100 mais importantes do mundo

Com informações do Portal do PAC

Seis grandes obras de infraestrutura do Brasil estão entre as 100 mais importantes do mundo, de acordo com lista feita pela consultoria internacional KPMG, e quatro delas têm o carimbo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): o Projeto de Integração do rio São Francisco (PISF), Morar Carioca – comunidade sustentável, o Campo de Libra do Pré-sal e a Parceria Público-Privada (PPP) do sistema de tratamento de esgoto de Recife (PE). As outras duas obras brasileiras incluídas na lista, divulgada no final de 2014, são a Ferrovia Transcontinental e o Metrô da Linha 6 de São Paulo.

Obras foram selecionadas de acordo com complexidade, relevância, viabilidade e impacto na sociedade. Fotos: divulgação PAC; divulgação Cidade Olímpica; Bruno Veiga/Agência Petrobras; divulgação PAC

Obras foram selecionadas de acordo com complexidade, relevância, viabilidade e impacto na sociedade. Fotos: divulgação PAC; divulgação Cidade Olímpica; Bruno Veiga/Agência Petrobras; divulgação PAC

Segundo a publicação, cada um dos 100 projetos listados “representa o espírito de infraestrutura, desenvolvimento e financiamento privado”, e revela como governos pelo mundo estão se desdobrando para encontrar meios para financiar importantes projetos de infraestrutura – como é o caso do PAC.

Das quatro obras do PAC listadas pela consultoria KPMG, a que é integralmente financiada com recursos do PAC é o Projeto de Integração do São Francisco, que gera mais de 10 mil empregos e está com quase 70% de seus trabalhos concluídos. O projeto vai levar água para mais de 12 milhões de pessoas que moram em 390 municípios do Nordeste do país. É a maior obra de infraestrutura hídrica brasileira e uma das maiores do mundo. O projeto se destaca por executar 477 quilômetros de canais em dois eixos de transferência de água – Norte e Leste – com a construção de 4 túneis, 14 aquedutos, 9 estações de bombeamento e 27 reservatórios.

A lista das obras é um relatório global que a empresa KPMG faz a cada dois anos. Foram criados quatro grupos para selecionar as obras mais importantes de acordo com sua complexidade, relevância para o país, viabilidade econômica e impacto na sociedade. Para se chegar à lista final de 100 obras, foram convidados especialistas independentes dos Estados Unidos, China, Índia e Brasil, que formaram quatro júris para cada região avaliada. Após algumas rodadas de discussão dos júris, chegou-se à lista final de 100 empreendimentos.

Segundo o sócio da KPMG no Brasil, Maurício Endo, o Brasil retomou com vigor os investimentos em infraestrutura e tem feito boas iniciativas para financiar essas obras. “O PAC é um indutor e realmente tem acelerado e beneficiado vários projetos de infraestrutura, inclusive alguns de parceria público-privada, aportando recursos na área de transporte urbano, por exemplo”, afirma o consultor, que elogia a integração cada vez maior entre o PAC e o Programa de Investimento em Logística (voltado para concessões), para que o Brasil aumente ainda mais o investimento em infraestrutura logística. “A infraestrutura é crucial para o crescimento das exportações e para o crescimento doméstico.”

Edson Costa, coordenador do departamento de Recursos Hídricos da Secretaria do PAC, lembra que a Integração do rio São Francisco é um projeto muito antigo e vem sendo debatido desde a época do Império, há mais de 100 anos. Mas só depois da inclusão da obra no PAC, em 2007, é que ela realmente começou a andar. Segundo ele, o PAC, criou um ambiente melhor de investimentos no país, priorizando algumas obras importantes e criando mecanismos para financiar os projetos.  “A possibilidade de conclusão das obras que compõem a carteira do PAC são maiores, pois existe tratamento diferenciado na gestão, no monitoramento e na garantia dos recursos”, explicou.

O professor de finanças da Universidade de Brasília (UnB), José Carneiro da Cunha, diz que a Integração do São Francisco é sem dúvida uma das obras mais estratégicas em andamento hoje no país, por atacar um problema antigo, que é o abastecimento de água no Nordeste.

“Resolvendo isso, vai também potencializar a produção agrícola da região e dando melhores oportunidades de emprego.” Pode inclusive, diz Cunha, gerar uma redução da pressão de expansão das fronteiras agrícolas na Amazônia, já que o PISF contribuirá para melhorar a qualidade do solo do semiárido por meio da irrigação. “Além disso, faz surgir novas atividades econômicas na região, reduzindo a necessidade de programas assistenciais, o que é muito bom.”

Terça-feira, 27 de janeiro de 2015 às 22:01

Dilma: É preciso apurar corrupção e punir culpados sem destruir a Petrobras e prejudicar a economia

Presidenta defende regime de partilha do Pré-sal e alerta contra tentativas de desprestigiar capital nacional para diminuir a independência do País. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta defende regime de partilha do Pré-sal e alerta contra tentativas de desprestigiar capital nacional para diminuir a independência do País. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff defendeu, nesta terça-feira (28), em reunião ministerial na Granja do Torto, em Brasília, a apuração rigorosa dos casos de corrupção no País e a punição de pessoas envolvidas no caso da Petrobras, mas condenou as tentativas de destruir a estatal, prejudicar as empresas privadas ligadas a ela e a economia do Brasil. “Devemos punir as pessoas e não destruir as empresas. As empresas são essenciais para o Brasil”, ressaltou, na primeira reunião ministerial de seu novo governo.

Ela alertou que, toda vez que tentaram no Brasil desprestigiar o capital nacional estavam, na verdade, tentando diminuir a independência do País, diminuir a sua concorrência e “não podemos deixar que isso ocorra”.

“Nós temos que saber punir o crime, nós temos de saber fazer isso sem prejudicar a economia e o emprego do País. Nós temos de fechar as portas para a corrupção. Nós não podemos, de maneira alguma, fechar as portas para o crescimento, o progresso e o emprego”, disse.

Dilma defendeu ainda o regime de partilha, adotado pelo governo na exploração do pré-sal. “Temos de apostar num modelo de partilha para o pré-sal, temos de dar continuidade à vitoriosa política de conteúdo local. Temos que continuar acreditando na mais brasileira das empresas, a Petrobras”, acrescentou.

Por isso, explicou a presidenta, é importante apurar e saber punir, mas sem enfraquecer a Petrobras, nem diminuir sua importância para o presente e para o futuro do Brasil. “Temos que continuar apostando na melhoria da governança da Petrobras, aliás, de todas as empresas privadas e das empresas públicas em especial”, disse.

Dilma lembrou que a Petrobras já passava por um rígido processo de aprimoramento de gestão e que os casos de corrupção reforçam a necessidade de ampliar na empresa “a mais eficiente estrutura de governança e controle que uma empresa, estatal ou privada, já teve no Brasil”.

Ela voltou a defender um pacto nacional contra a corrupção, que envolva todas as esferas de governo e de poder, tanto no ambiente público como no ambiente privado. Para tanto, ratificou que enviará ao Congresso, já em fevereiro, as cinco medidas anunciadas durante sua campanha eleitoral.

“Primeiro, transformar em crime e punir com rigor os agentes públicos que enriquecem sem justificativa ou que não demonstrem a origem dos seus ganhos ou do seu patrimônio; segundo, incluir na legislação eleitoral como crime a prática de caixa 2; terceiro, criar uma nova espécie de ação judicial que permita o confisco de bens adquiridos de forma ilícita; quarto, alterar a legislação para apressar o julgamento de processos que envolvem o desvio de recursos públicos; e quinto, criar uma nova estrutura, a partir de negociação com o Poder Judiciário, que dê maior agilidade aos processos movidos contra aqueles que têm foro privilegiado”, enumerou Dilma, ratificando a importância de criar mecanismos para evitar que casos de corrupção como os sofridos pela Petrobras se repitam.

A presidenta reforçou o compromisso do seu governo com a investigações da corrupção com Polícia Federal autônoma e Ministério Público independente.

“Neste segundo mandato, manterei, sem transigir em um só momento, meu compromisso com a lisura do uso do dinheiro público, com o combate aos mal feitos, com a atuação livre dos órgãos de controle interno, com a autonomia da Polícia Federal e com a independência do Ministério Público. Vou chegar ao final deste mandato podendo dizer o mesmo que disse do primeiro: nunca um governo combateu com tamanha firmeza e obstinação a corrupção e a impunidade”, concluiu.

Quinta-feira, 1 de janeiro de 2015 às 17:00

Dilma revela lema do 2º mandato em discurso de posse: “Brasil, pátria educadora”

Quinta-feira, 1 de janeiro de 2015 às 16:42

Segundo mandato terá como lema principal a Educação, garante Dilma

“Nosso lema será: ‘Brasil, pátria educadora’ (…) a educação será a prioridade das prioridades (…) devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e um sentimento republicano”, exclamou Dilma. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Especial Retrospectiva 2014

Em discurso de posse no Congresso Nacional nesta quinta-feira (1º) a presidenta Dilma Rousseff anunciou que o lema de seu segundo mandato será “Brasil, Pátria Educadora”. Dilma afirmou que a frase sintetiza a educação como prioridade de seu governo para os próximos quatro anos, além de formar o cidadão com compromissos éticos e sentimentos republicanos.

“Ao bradarmos ‘Brasil, pátria educadora’ estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e sentimento republicano”, enfatizou a presidenta.

Em sua fala, a presidenta também qualificou o acesso à educação como “porta de um futuro próspero”.

“Só a educação liberta um povo e lhe abre as portas de um futuro próspero. Democratizar o conhecimento significa universalizar o acesso a um ensino de qualidade em todos os níveis – da creche à pós-graduação; para todos os segmentos da população – dos mais marginalizados, os negros, as mulheres e todos os brasileiros”, afirmou Dilma.

Dilma destacou os esforços já realizados para a universalização da educação e lembrou que a área começará a receber, em seu segundo mandato, recursos dos royalties do petróleo e do fundo social do pré-sal, que auxiliarão a expansão e melhor alcance de políticas públicas, ações e programas da educação nos próximos quatro anos. Ela garantiu que o Pronatec, uma das principais políticas públicas do governo, deverá oferecer 12 milhões de novas vagas até 2018.

O Pronatec oferecerá, até 2018, 12 milhões de vagas para que nossos jovens, trabalhadores e trabalhadoras tenham mais oportunidades de conquistar melhores empregos e possam contribuir ainda mais para o aumento da competitividade da economia brasileira. Darei especial atenção ao Pronatec Jovem Aprendiz, que permitirá às micro e pequenas empresas contratarem um jovem para atuar em seu estabelecimento.

Confira a íntegra

Segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 às 16:43

Julho: Terceira Etapa do Minha Casa Minha Vida, Final da Copa do Mundo e Cúpula do Brics

Especial Retrospectiva 2014

A presidenta Dilma Rousseff iniciou o mês de julho inaugurando uma importante obra de mobilidade para o Rio de Janeiro: o Arco Metropolitano, rodovia de ligação entre Itaboraí e Itaguaí, num percurso de 145 quilômetros, e que vai se conectar com todas as rodovias federais em território fluminense, integrando ainda os municípios de Nova Iguaçu, Paracambi, Duque de Caxias, Seropédica e Japeri.

No mesmo dia, foi celebrado o atingimento da marca recorde de produção de barris de petróleo no pré-sal. A Petrobras registrou produção diária de 500 mil barris de petróleo nas Bacias de Santos e de Campos.

A presidenta também participou do lançamento do Programa Brasil de Todas as Telas, iniciativa do governo federal para fomentar a produção audiovisual no país. O evento contou com a participação de atores, produtores e empresários do setor.

No Espírito Santo, Dilma participou da entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida e de formatura de alunos do Pronatec. Além disso, ela também anunciou recursos do PAC para obras de mobilidade urbana, drenagem e contenção de encostas.

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Falando em Minha Casa Minha Vida, durante a entrega simultânea de 5.460 unidades habitacionais, a presidenta fez um importante anúncio sobre a continuidade do maior programa de moradia popular do país: novas três milhões de casas serão construídas nos próximos anos, destinadas às famílias de baixa renda. “Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar agora três milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade. As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, tal como fizemos até agora. E nós precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos, discutir com prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015”, salientou.

Durante visita a Porto Alegre, a presidenta inaugurou as novas instalações do Hospital Restinga e Extremo-Sul. Ainda na capital gaúcha, Dilma anunciou a ajuda do governo federal para a reconstrução de áreas afetadas pelas enchentes no estado.

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, veio a Brasília e se reuniu com a presidenta Dilma para tratar da organização para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Mesmo com a desclassificação da Seleção Brasileira, a presidenta Dilma recebeu autoridades e chefes de Estado para a partida final da Copa do Mundo, realizada no Maracanã. Antes da disputa, a presidenta saudou a Rússia, que será anfitriã do próximo mundial, em 2018, e fez um convite para que todos retornem ao Brasil para as Olimpíadas e Paraolimpíadas, em 2016. O presidente Russo Vladimir Putin esteve em Brasília e foi recebido com honras de chefe de Estado. Após o encontro, a presidenta falou das parcerias que vão além de acordos comerciais, mas também nas áreas de energia, defesa, infraestrutura, ciência e tecnologia.

No dia seguinte à partida de encerramento, a presidenta fez um balanço positivo de toda a organização do Brasil para receber o maior evento do futebol mundial. Durante a cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu aos envolvidos na organização da Copa do Mundo 2014 e considerou que o povo mostrou sua capacidade de bem receber. “Mais uma vez, o povo brasileiro revelou toda a sua capacidade de bem receber. (…) os torcedores e todos os amantes do futebol, asseguraram uma festa que eu tenho certeza é, sem dúvida, uma das mais bonitas do mundo”, afirmou.

O mês de julho também foi intenso na área das relações internacionais. A presidenta recebeu em Brasília o presidente russo Vladimir Putin; foi a anfitriã da VI Cúpula do Brics, quando foi anunciada a criação do banco de desenvolvimento do bloco e do fundo de reservas; assinou acordos bilaterais com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; recebeu líderes da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), encontrou o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, com quem assinou acordos comerciais e realizou a reunião empresarial entre os dois países, que contou também com a participação de líderes da América Latina. A presidenta também teve encontro com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.

Dilma Rousseff foi a Uruguaiana para verificar a situação dos municípios atingidos por enchentes na região e confirmou repasse de R$ 54 milhões do governo federal para socorrer as localidades na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.

Os representantes do Bom Senso Futebol Clube voltaram ao Palácio do Planalto para conversar com a presidenta sobre os rumos do esporte no Brasil.

Também em julho, a presidenta sancionou a lei 13.018/2014, que estabelece a Política Nacional de Cultura Viva. A lei tem como principal objetivo ampliar o acesso da população brasileira aos direitos culturais.

Dilma foi a Recife prestar homenagens ao escritor Ariano Suassuna. A presidenta divulgou nota de pesar pela morte de Suassuna.

Em Caracas, na Venezuela, a presidenta participou da 46a Reunião de Cúpula do Mercosul e defendeu o fortalecimento dos mercados internos dos membros do Mercosul e a importância da integração dos países sul-americanos. “O Brasil aposta e todos os demais parceiros do Mercosul apostamos na ampliação das trocas econômicas e comerciais. E aí, é muito importante a economia boliviana e as demais economias da América do Sul. Devemos buscar a implementação da desgravação tarifária, o que vai permitir que nós criemos zona de livre comércio sul-americana”, disse na ocasião.

A presidenta fechou o mês sancionando a lei do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que trata do regime de parcerias das Organizações da Sociedade Civil com o Estado.

Confira a série de matérias da Retrospectiva 2014 no Blog do Planalto.

 

Sábado, 27 de dezembro de 2014 às 10:00

Petrobras bate recorde de produção no pré-sal com mais de 700 mil barris de petróleo por dia

A produção de petróleo no pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu a marca recorde de 700 mil barris de petróleo por dia (bpd) no último dia 16 de dezembro. Desse volume, cerca de 74% correspondem à parcela da Petrobras e o restante à das empresas parceiras.

A produção de 700 mil bpd foi alcançada oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, e seis meses após a marca dos 500 mil bpd, obtida em junho.

A produção de 700 mil bpd foi alcançada oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, e seis meses após a marca dos 500 mil bpd, obtida em junho.


O patamar de 700 mil bpd foi conseguido com a contribuição de 34 poços produtores. Desses poços, 16 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por cerca de 61% do volume produzido no pré-sal. Os demais 18 poços estão localizados no  pré-sal da Bacia de Campos e respondem pelos 39% restantes da produção.

Atualmente, o petróleo do pré-sal é produzido por 12 diferentes plataformas. Essa produção representa uma marca significativa na indústria do petróleo pelo fato de os campos se situarem em lâminas d’água profundas e ultraprofundas.

Fonte: Petrobras

 

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