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Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 às 19:20

Vou lutar para manter Lei de Partilha enquanto for presidenta, afirma Dilma aos movimentos sociais

Dilma regime de partilha

Dilma: “Tem coisas que são fundamentais para o País. Esta é uma delas. Porque esta é uma riqueza finita”, que deve beneficiar a população. Foto: R. Stuckert Filho

A presidenta Dilma Rousseff garantiu, nesta quinta-feira (13), que vai lutar para manter o regime de partilha do Pré-Sal enquanto for presidenta do Brasil. Segundo ela, a Petrobras investiu muitos recursos do povo brasileiro para fazer as pesquisas que resultaram na descoberta dessa que é uma das maiores reservas de óleo do planeta.

“Nós fizemos a Lei de Partilha porque, naquele caso do Pré-sal, a gente sabia onde estava o petróleo, qual era a qualidade e quanto tinha. Então uma parte do petróleo tinha de ficar com a Nação brasileira, com o Estado brasileiro, foi por isso que nós fizer o modelo de partilha”, disse a presidenta.

Por isso, acrescentou: “Enquanto eu for presidente, vou lutar até a minha última força para manter a Lei de Partilha”. No regime de concessão, o concessionário é dono de todo o petróleo que produz. Já no regime de partilha, o Estado é o dono do petróleo produzido.

Dilma Rousseff defendeu também a política de conteúdo local para a cadeia produtiva de petróleo, que significa que todos os bens produzidos para esse setor deverão ter uma parte do bem, sistema ou serviço, produzida no Brasil. Essa politica visa fortalecer a demanda dirigida ao mercado doméstico, garantindo a manutenção do emprego, com consequências positivas para a diversificação do parque industrial nacional

“Fizemos um modelo de conteúdo nacional para impedir que a gente fosse vítima de duas coisas: uma é a chamada maldição do petróleo, que se caracteriza por você ter um setor de petróleo forte e o resto todo fraco [devido ao excesso de importações]. Então, fazer um conteúdo nacional junto à indústria do petróleo era criar uma indústria de fornecimento que garantisse emprego, que aumentasse a qualidade do emprego, que transformasse essa riqueza que é o petróleo em um passaporte para o futuro. Por isso, fizemos a Lei de Conteúdo Local, que é produzir no Brasil o que é possível produzir no Brasil”.

A medida é importante, agregou, porque transforma a riqueza do petróleo em uma riqueza de toda a sociedade. Nesse ponto, a presidenta agradeceu a contribuição da União Nacional dos Estudantes (UNE), por ter defendido que que os royalties do petróleo e o Fundo Social do Pré-sal fossem destinados à educação.

Esse fundo soberano foi criado para receber a parcela dos recursos do pré-sal que cabem ao governo federal, como royalties e participações especiais. “Tem coisas que são fundamentais para o País. Esta é uma delas. Porque esta é uma riqueza finita. Só tem um jeito de a gente transformar essa riqueza, que acaba, em uma riqueza que dura: é transformando as pessoas”.

Sobre os atuais desafios econômicos vividos pelo Brasil, Dilma falou não não se pode negar a realidade, mas lembrou que é preciso enfrentar as dificuldades quando aparecem.

“Quando a gente tem dificuldade e enfrenta é uma coisa, quando a gente não enfrenta é outra. Nós entraremos numa travessia e ela vai ser feita sem retrocesso nas políticas sociais”, garantiu.

Ela contestou as afirmações de que o governo está reduzindo principalmente o gasto com educação. “Ora, nos mantivemos esse ano como aumento, ou seja, como quantidade a mais de jovens que tiveram acesso ao ensino superior, uma quantidade muito expressiva [de estudantes]. Estou falando o que entrou esse ano Até dezembro de 2015, vão ser 900 mil estudantes”.

Sábado, 13 de junho de 2015 às 18:47

Oferta de crédito de US$ 12 bi à Petrobras mostra que empresa está no rumo certo

A Petrobras já atingiu a marca de 800 mil barris de petróleo, extraídos diariamente dos campos do pré-sal, uma das maiores reservas comprovadas do mundo. Com Isso, a empresa mostra que está no caminho certo. Foi o que afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar nesta sexta-feira (12).

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Petrobras derrubou mitos e virou a página, garantiu a presidenta Dilma em entrevista ao Programa do Jô. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Pode ter certeza, [a Petrobras] será uma das empresas mais lucrativas do mundo nessa área. Tanto é assim, que ela queria tomar US$ 500 milhões emprestados no exterior e o que veio? Veio US$ 12 bi. Mas ela não queria US$ 12 bi, ela queria, se eu não me engano, US$ 2,5 bi”, comentou Dilma com o apresentador, na conversa no Palácio da Alvorada.

Ela acrescentou que a produção do pré-sal é extremamente complexa, mas a estatal brasileira conseguiu realizar essa tarefa. E, por isso, ganhou o prêmio na OTC de inovação, que a presidenta chama de “Oscar do petróleo”, por ter desenvolvido tecnologias para extrair o mineral de áreas profundas. “Ela consegue explorar petróleo lá embaixo, a grandes profundidades, altas temperaturas e muita pressão”. Isso que ensejou a empresa a levar o prêmio, afirmou.

Segundo a presidenta, havia uma série de mitos de que a Petrobras não conseguiria achar petróleo no pré-sal. Depois que, se achasse, não seria possível extrai-lo. E, ainda que conseguisse, o produto seria de baixa qualidade. Mas tais mitos foram todos derrubados pela empresa. “É uma boa notícia: o petróleo [do pré-sal] é de boa qualidade. Quarta questão: os custos que nós temos nessa extração são compensadores, até para os níveis mais baixos que o petróleo atingiu nos últimos tempos”, graças às tecnologias desenvolvidas pela companhia.

“Eu quero dizer o seguinte: a Petrobras não pode ser confundida com X, Y ou Z em termos de números, de funcionários que cometeram irregularidades. A Petrobras tem mais de 80 mil funcionários. Ela registrou o balanço, teve as contas aprovadas na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil e na equivalente a essa Comissão nos Estado Unidos, que é a SEC [Securities and Exchange Commission]. A Petrobras virou a página”, enfatizou.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Segundo a presidenta, o petróleo do pré-sal é de boa qualidade e os custos de extração são compensadores. Na foto acima, navio petroleiro André Rebouças da Petrobras, ancorado no Porto de Suape (PE). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

 

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 às 10:29

Risco de mudar regime de partilha na exploração do pré-sal é de menos mil, afirma Dilma Rousseff

Brasil e México A presidenta Dilma Rousseff voltou a defender neste domingo (24), o regime de partilha, adotado para a exploração do pré-sal brasileiro, afirmando que a possibilidade de se adotar o regime de concessão para essa área não existe. “Eu acho que [a possibilidade] não é zero. Enquanto eu estiver na presidência, é menos mil. O modelo de partilha é um modelo baseado nas melhores práticas internacionais”, disse em entrevista ao jornal mexicano La Jornada.

Para essa posição, corrobora a própria história da exploração do petróleo no Brasil, que tem características próprias, inclusive com a participação popular pela nacionalização do petróleo e criação da Petrobras. “O Brasil passou pelo menos uns 20 anos discutindo se aqui tinha petróleo ou não, porque procuravam em terra. Aqui, em terra não tem. É muito difícil, é pouco petróleo e não é de boa qualidade. Aí, a Petrobras entrou em águas rasas, na Bacia de Campos, e achamos o petróleo. Era muito? Não. Em alguma área era petróleo pesado, mas dava”.

“Quem achar que modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. É a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo” – Foto: R. Stuckert Filho/PR

 

Desde então, a empresa evoluiu até se tornar a maior exploradora de petróleo em águas profundas do mundo. Por isso, agora, o modelo de concessão faz todo sentido. “Qual é a diferença dele para o modelo de partilha? É quem é dono do óleo descoberto. No [modelo] de concessão, o dono do óleo descoberto é quem descobre. Por quê? Porque o risco é muito alto. No de partilha, quando você sabe aonde está o óleo, que ele existe, que ele é de boa qualidade, o risco é pequeno. Então, é justo, e mais do que justo, é completamente legítimo que o petróleo descoberto seja, uma parte, do Estado nacional”.

Dilma recordou que o Brasil buscou informações e descobriu que, em todos os lugares onde se sabia que tinha petróleo de boa qualidade e abundante, como no caso da Noruega, o modelo em vigor era o de partilha. “Quem achar que o modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. O modelo de partilha é a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo”, já que foi difícil achar esse recurso natural no Brasil.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 16:12

Petrobras é uma conquista brasileira e forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”

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Presidenta destacou o amplo conhecimento técnico da Petrobras na exploração de petróleo em águas profundas. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras é uma das maiores conquistas do povo brasileiro, e mesmo no momento em que a empresa enfrenta um dos seus maiores desafios, ela é forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”, disse a presidenta Dilma Rousseff, fazendo referência ao prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions. A premiação representa o reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber como operadora offshore, que busca petróleo em águas profundas. A Petrobras recebeu o prêmio no início deste mês, nos Estados Unidos.

A presidenta lembrou que a Petrobras é uma das poucas do mundo a dispor de tecnologia para operar com sucesso a 3, 5 e até a 7 mil metros de profundidade, suportando temperaturas e pressões extremas sob a água. “Qual é o obstáculo? Extrair petróleo? O Brasil extrai. Extrair petróleo a preços competitivos? o Brasil extrai. É por isso que tem demanda por navios [no Brasil]. Somente se a demanda não for atendida por trabalhadores e empresas brasileiras, “aí, aceitamos investidores que venham de fora, gerar emprego aqui”, enfatizou.

Dilma falou sobre a importância da Petrobras durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, também foi celebrada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 14:45

Dilma: Modelo de partilha distribui melhor parte do pré-sal ao povo brasileiro e será mantido

A presidenta Dilma Rousseff defendeu, nesta quinta-feira (14), o modelo de partilha, adotado para a extração e produção de petróleo e gás na área do pré-sal brasileiro. Segundo ela, esse modelo é adequado para uma área que produz abundância de petróleo de alta qualidade. Nesse caso, “a sociedade brasileira, o povo brasileiro tem direito a ter uma parte relativa à distribuição do petróleo, a parte do leão [a maior e melhor parte] fica com o povo e a sociedade brasileira”, destacou.

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade”, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A diferença é que, no regime de concessão, o único usado anteriormente pela Petrobras, quem acha a fonte é dono de todo o petróleo que produz. Para a presidenta, a facilidade de extração mineral nos campos do pré-sal justificam a adoção desse modelo, em que o Estado é dono do petróleo produzido.

Ninguém pode achar, em sã consciência, que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade. Isso acontece com a Petrobras no caso do modelo de partilha que, do ponto de vista desse governo, será mantido”.

As declarações foram feitas durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, foi iniciada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 8:30

Presidenta Dilma inaugura petroleiro para exportação do pré-sal

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro. A embarcação é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

O navio André Rebouças, que será inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta-feira, tem capacidade para transportar cerca de 1 milhão de barris de petróleo, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Só a construção do navio gerou mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O André Rebouças tem a finalidade de exportar petróleo cru retirado no pré-sal e só sua construção foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Os dois navios, que são do tipo suezmax, têm capacidade de transporte de cerca de 1 milhão de barris de petróleo cada um, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Essa embarcação atende às limitações do Canal de Suez, no Egito: largura de 48 metros e calado de 17 metros.

No momento, há 14 navios encomendados pela Transpetro a estaleiros nacionais em diferentes fases de construção, sendo seis no estágio de acabamentos.


 

 

Segunda-feira, 4 de maio de 2015 às 18:04

Petrobras recebe principal prêmio da indústria de óleo e gás do mundo

A Petrobras recebeu neste final de semana, nos Estados Unidos, o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção de petróleo em águas profundas do pré-sal. O OTC é o prêmio mundial mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

No mês passado, durante a visita de Estado da presidenta da Coreia do Sul ao Brasil, falando sobre sua confiança na recuperação da Petrobras, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da premiação, que significa uma nova era para a petrolífera brasileira.

“Eu acho interessante o fato de ela [Petrobras] estar recebendo o prêmio na OTC, não só porque é uma grande empresa, do ponto de vista financeiro, como de qualquer lado que você olhe, pelo tamanho dela, pela capacidade de emprego que ela gera”, ressaltou na ocasião.

Dilma destacou ainda a grande capacidade da empresa de gerar tecnologia nacional para conseguir solucionar o desafio de explorar petróleo em águas profundas, ou super profundas, que têm temperaturas e pressões extremas.

 Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras


Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras

Premiação
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, recebeu a premiação durante um jantar promovido em Houston, no Texas (EUA). Em seu discurso, Solange observou que o pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no País, oito anos após sua descoberta, e enumerou tecnologias que levaram à conquista do prêmio.

A executiva destacou que todo o dióxido de carbono produzido no pré-sal está sendo reinjetado. “Com isso, evitamos a emissão de um milhão de toneladas de CO2”, contabilizou.

Quinta-feira, 23 de abril de 2015 às 14:28

Brasil é país estratégico na área de petróleo, diz presidente mundial da Shell

O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

"Reafirmei  nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

“Reafirmei nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras
Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

Ele avalia ainda que a compra da BG, vai levar a uma quadruplicação das operações da Shell no Brasil, atingindo até o final da década 20% da produção global da empresa.

“Tenho 100% de confiança de que a Petrobras sairá do atual episódio. E sairá mais forte como empresa. Isso foi um elemento de consideração muito importante ao fecharmos o negócio que nos posicionará como a empresa parceira líder da Petrobras por muitas décadas por vir”, enfatizou.

Quinta-feira, 9 de abril de 2015 às 11:57

Petrobras deu a volta por cima e mostrou a que veio, afirma presidenta Dilma

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras limpou o que tinha que limpar, continua de pé e por sua capacidade de inovação vai receber a maior premiação que o mundo dá para empresas de petróleo. Foi assim que a presidenta Dilma saiu em defesa da empresa brasileira que está entre as maiores do mundo. A declaração foi feita nesta quinta-feira (9), durante entrega de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense que sedia a maior refinaria brasileira, a Reduc (Refinaria Duque de Caxias).

“A Petrobras limpou o que tinha de limpar, tirou aqueles que tinha que tirar lá de dentro e que se aproveitaram de suas posições para enriquecer seus próprios bolsos. E mais, vocês podem ter certeza de uma coisa: Essa empresa, não só já deu a volta por cima, como ela hoje mostrou a que veio. Bateu todos os recordes. Diziam que ela não ia conseguir produzir petróleo tirado do pré-sal. Chegou a 700 mil barris em tempo recorde.”

Dilma destacou que a Petrobras vai receber pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions, o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore. A premiação, que será entregue em maio, é um reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal, que permitiu que em menos de seis anos o País alcançasse, a partir do zero, um recorde de mais de 700 mil barris de petróleo por dia.Olho Dilma Petrobras (1)

No evento estavam presentes funcionários da Reduc, com seus tradicionais uniformes cor de laranja. Dilma dirigiu a palavra a eles. “Aqui em Duque de Caxias temos essa compreensão do papel da Petrobras. Mas tenho certeza que até onde não tem refinaria no Brasil, no lugar mais distante deste País, tem uma pessoa, tem um conjunto de brasileiros, tem um conjunto de cidadãos que sabem que ela é um dos maiores orgulhos nossos”, frisou a presidenta.

Ela afirmou que a Petrobras superou a fase de ataques que enfrentou e que o rumo daqui para frente será diferente. “Defender a Petrobras é defender o Brasil”, disse, ao se referir a uma faixa levada pelos empregados da Petrobras ao evento. E ela explicou como é o sentimento de nacionalismo em relação a Petrobras. E se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia um saudoso fluminense, eu quero dizer que a Petrobras de macacão é também a pátria de macacão e mãos sujas de óleo”, finalizou.

Confira a íntegra

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