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Sábado, 19 de julho de 2014 às 4:52

Brasil é um dos seis países do G-20 que registram superavit primário

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Presidenta Dilma cumprimenta Heitor Muller, presidente reeleito da Federação e Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em cerimônia de posse das novas diretorias da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) nesta sexta-feira (18), a presidenta Dilma Rousseff elencou motivos para empresários se manterem otimistas e confiantes no aquecimento da indústria e retomada do crescimento. Segundo ela, o desenvolvimento sustentável do Brasil só será possível com indústria forte e pujante. Dilma também lembrou que a indústria brasileira teve a quinta maior taxa de expansão entre os países do G-20 em 2013 e que, em 2014, houve queda acentuada não somente no Brasil, mas no mundo inteiro.

“Temos mobilizado todos os instrumentos para preservar nosso crescimento, e principalmente, para garantir a continuidade da criação de empregos para os brasileiros. Perseguimos este objetivo, sem abdicar, um só instante, da robustez dos fundamentos macroeconômicos. (…) O Brasil, nesse momento, é um dos seis países do G-20 que registram superávit primário nas suas contas, junto com Arábia Saudita, a Itália, Alemanha, Turquia e a Coreia do Sul. Os demais não registram superávit primário.”

Durante a cerimônia, a presidenta detalhou conjunto de estímulos, já anunciados, para reduzir custos de produção em curto prazo, dando mais força à indústria. Dentre eles estão: a desoneração permanente da folha de pagamento; adoção do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) com juros bem mais baixos; política de compras governamentais, priorizando produção no Brasil; estímulo ao desenvolvimento de cadeias produtivas; e incentivo ao aumento de exportações com o Reintegra. A presidenta aposta nas medidas somadas à questão da produtividade para dar mais fôlego à indústria nacional.

“Nós temos uma pauta de produtividade baseada em quatro pilares. Um é infraestrutura, o segundo é educação, o terceiro é inovação e o quarto é a construção de um Brasil sem burocracia.”

Na questão da infraestrutura, o investimento em ferrovias e em hidrovias ampliará a capacidade de escoar produção a menores custos. Na redução da burocracia, Dilma defende modelos regulatórios claros, com processos simplificados: “o princípio é que o cidadão é um só e o Estado que integre todos os guichês e o trate como um cidadão e um indivíduo.”

No sentido da inovação e da educação, a presidenta tornou a defender a necessidade de formação de técnicos, universitários, pesquisadores e lembrou que isso só é possível com muito investimento, como os 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para educação.

“No Brasil, nós precisamos da educação por quê? Para não voltar atrás na desigualdade e estabilizá-la, torná-la perene, precisamos formar técnicos, universitários, pesquisadores, enfim, precisamos formar as pessoas em todas as áreas, mas basicamente, precisamos saber que é necessário gastar bastante com educação básica, tanto com creches, como educação em tempo integral, como alfabetização na idade certa. Por isso, propusemos ao Congresso que se dedicasse 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para educação.”

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 16:10

Petrobras ultrapassa a produção de 500 mil barris de petróleo por dia no Pré-Sal

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 16:10

Petrobras ultrapassa a produção de 500 mil barris de petróleo por dia no Pré-Sal

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras na camada Pré-Sal, nas bacias de Santos e de Campos, superou a marca dos 500 mil barris por dia (bpd) – atingindo 520 mil bpd no dia 24 de junho – configurando novo recorde de produção diária. Desse volume, 78% (406 mil bpd) correspondem à parcela da Petrobras e o restante, à contribuição das empresas parceiras da companhia.

O volume de 520 mil barris por dia foi alcançado em apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada Pré-Sal, ocorrida em 2006. Na porção americana do Golfo do México, por exemplo, foram necessários 20 anos para se produzir 500 mil barris diários. No Mar do Norte, o patamar foi atingido em dez anos.

A produção média do Pré-Sal, no mês de maio, representa 22% do total da produção operada pela Petrobras no Brasil, em 2018 representará 52% do total produzido, devendo chegar a 3,2 milhões de barris por dia. Serão 19 novas unidades de produção instaladas na Bacia de Santos até o final de 2018. Com contribuição desses projetos, a expectativa é que a produção exclusivamente nas áreas do Pré-Sal, em 2017, ultrapasse barreira de um milhão de barris por dia.

Quanto à produtividade, o Pré-Sal no país supera a média mundial. A produtividade média por poço em operação comercial na Bacia de Santos tem sido da ordem de 25 mil barris de petróleo por dia, maior que a registrada no Mar do Norte (15 mil barris de petróleo por poço/dia) e no Golfo do México (10 mil barris de petróleo por poço/dia). Alguns poços da Bacia de Santos apresentam produtividade acima de 30 mil barris diários.

Em 2013 a Petrobras alcançou índice de sucesso geológico de 100% no Pré-Sal. Os 14 poços perfurados nas bacias de Santos e Campos nesse ano, todos operados pela companhia, identificaram presença de petróleo. Apenas entre janeiro de 2013 e março de 2014 a Petrobras realizou 15 novas descobertas. As descobertas da última década, estão entre as mais importantes, em todo o mundo, apresentando volumes potenciais significativos e indicando a presença de óleo de excelente qualidade e alto valor comercial.



Redução em 55% do tempo de perfuração de poços no Pré-Sal representam economia
Com experiência adquirida e introdução de novas tecnologias e melhores práticas, tempo médio de perfuração de poços no Pré-Sal nos campos de Lula e Sapinhoá passou de 126 dias, em 2010, para 60 dias em 2013, redução de 55%.

Com essa redução, a companhia está conseguindo considerável economia de recursos, devido à diminuição dos dias em operação de sondas. Como o custo médio de perfuração de um poço é de aproximadamente US$ 1 milhão por dia, a Petrobras está economizando, em média, US$ 66 milhões na atividade de perfuração por poço no Pré-Sal. Um avanço significativo, considerando a magnitude que essa economia representa para o caixa da Petrobras.

Saiba mais sobre o Pré-Sal
O termo Pré-Sal se refere a conjunto de rochas localizadas em águas ultraprofundas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de Pré-Sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, onde em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.

As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas pela Petrobras na camada Pré-Sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontram grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, o óleo identificado tem densidade de 28,5º API (escala para medir densidade do petróleo), baixa acidez e baixo teor de enxofre, características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 13:27

500 mil barris/dia do pré-sal tornam irreversível papel estratégico da Petrobras, afirma Dilma

Presidenta Dilma comemora produção recorde de barris de petróleo do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma recebe da presidenta da Petrobras, Graça Foster, rocha extraída do pré-sal do Campo de Sapinhoá, na Bacia de Santos em homenagem à produção recorde de barris. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras demonstra que o papel estratégico dela para o país é inequívoco, segundo a presidenta Dilma Rousseff, graças a produção diária de 500 mil barris de petróleo por dia em campos do pré-sal. Em cerimônia, nesta terça-feira (1), no Rio de Janeiro (RJ), ela afirmou que a marca faz parte da cadeia ininterrupta de sucesso da empresa, além de defendê-la de críticas.

“Esses 500 mil barris foram considerados uma ilusão que nós, como representantes do governo, estávamos praticando e impondo à Petrobras. Mesmo que baseado em dados tecnicamente sólidos, essas questões falsas foram levantadas contra a Petrobras. Mas, em apenas oito anos, a Petrobras fez com que as nossas plataformas, trabalhando na desafiadora distância de 300 quilômetros da costa e bombeando óleo de profundezas abissais, mostrassem aos incrédulos que o pré-sal é uma riqueza palpável e tangível, e que, acima de tudo, pertence ao povo brasileiro”, constatou.

Dilma também celebrou a contratação direta da Petrobras para exploração do excedente em óleo de outros campos do pré-sal: Búzios, Entorno de Iara, Florim e Tupi. Para a presidenta, com a produção diária de 500 mil barris de petróleo, e a nova tarefa de explorar entre 10 a 14 bilhões de barris nestes quatro campos, indicam que a empresa tem grande papel no ciclo de desenvolvimento do país, além de garantir que riquezas se transformarão em patrimônio para o povo.

“Estamos falando de volumes expressivos de recursos. Considerando as quatro áreas que a Petrobras foi autorizada a explorar diretamente. Estamos falando de pelo menos R$ 1,3 trilhão destinados para educação e saúde ao longo dos próximos 35 anos. Imaginem o quanto que as políticas de educação vão avançar, o quanto vai crescer qualidade dos serviços para nossa população”, analisou.

Terça-feira, 24 de junho de 2014 às 17:52

Governo espera R$ 630 bilhões a mais para saúde e educação com recursos do pré-sal

Terça-feira, 24 de junho de 2014 às 17:52

Governo espera R$ 630 bilhões a mais para saúde e educação com recursos do pré-sal

O governo federal anunciou a contratação direta da Petrobras para a exploração do excedente de óleo, pelo modelo de partilha, em quatro campos do pré-sal. A decisão foi discutida em reunião da presidenta Dilma Rousseff com o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), nesta terça-feira (24). Segundo o Ministério de Minas e Energia, uma pesquisa exploratória descobriu que o volume excedente está em torno de 10 a 14 bilhões de barris de óleo equivalente, nos campos de Buzios, Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi.

“A contratação que hoje foi decidida permitirá que a gente consiga colocar essa produção muito rapidamente dentro do mercado, trazendo benefícios para a União em termos de receitas, e também benefícios para a Petrobras. (…) Para se ter uma ideia, ao longo do horizonte do contrato, são esperados mais de R$ 600 bilhões indo para a educação e para a saúde, dentro daquilo que foi aprovado no Congresso Nacional recentemente”, explicou o secretário de Petróleo e Gás do MME, Marco Antônio Almeida.

Por meio de cessão onerosa, a Petrobras já tinha o direito de produzir 5 bilhões de barris de óleo equivalente nestes quatro campos, além das áreas do Sul de Lula e Sul de Guará, desde 2010. Este foi um dos motivos pelos quais o governo decidiu pela contratação direta da empresa para o volume excedente, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que também ressalta que a decisão do CNPE tem amparo jurídico.

“A lei permite que se faça isso. A lei que criou o regime de partilha de produção estabelece que o CNPE poderá propor a presidenta da república a cessão direta, pelo regime de partilha, à Petrobras. E como ela já está ali, operando em outras circunstâncias pelo regime de concessão onerosa, entendeu-se que seria bem mais barata a produção desse petróleo através da própria Petrobras do que por uma nova licitação”, analisou Lobão.

O contrato pelo regime de partilha prevê que 76,2% da riqueza produzida nestes campos do pré-sal seja destinada a União, que ainda receberá um bônus de R$ 2 bilhões na assinatura.

Domingo, 2 de dezembro de 2012 às 22:48

Destaques da semana: ampliação do Brasil Carinhoso e sorteio da Copa das Confederações

Em anúncio feito na quinta-feira (29), a Ação Brasil Carinhoso, que faz parte do Plano Brasil Sem Miséria, foi ampliada para atender famílias que vivem na extrema pobreza com jovens de até 15 anos, alcançando 8,1 milhões de crianças e adolescentes, e beneficando 16,4 milhões de pessoas. Inicialmente, o programa era direcionado a famílias com filhos entre 0 e 6 anos. Os benefícios do Brasil Carinhoso serão depositados a partir de 10 de dezembro, e a expansão do programa representa um custo adicional de R$ 1,74 bilhão ao ano no Programa Bolsa Família.

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“O que estamos hoje anunciando é um passo decisivo para a sociedade de classe média que desejamos. Aquela sociedade em que todos tenham as mesmas oportunidades, não importando a origem nem o lugar do seu nascimento, não importando seu gênero, a cor de sua pele, sua religião ou seu sobrenome. É essa sociedade que queremos. (…) Nós temos a convicção de que a passagem é obrigatória e decisiva: a retirada, o mais rápido possível, da gente brasileira da extrema pobreza; a melhoria de vida das crianças e dos jovens e de todas as famílias que estão em situação de miséria.”, afirmou.

Leia o artigo completo »

Terça-feira, 27 de novembro de 2012 às 9:00

Pré-sal já produz 10% do petróleo brasileiro

Conversa com a PresidentaNa coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a exploração de petróleo no pré-sal. Em resposta à engenheira Raianne Justus Bezerra de Almeida, ela afirmou que já são retirados das bacias de Santos e de Campos mais de 200 mil barris por dia, o que representa 10% de toda a produção brasileira.

“A exploração do pré-sal, Raianne, vai significar mais encomendas de bens e serviços no Brasil, criando oportunidades de negócio e de emprego para brasileiros e brasileiras. E usando de forma responsável os recursos dos royalties, teremos um passaporte para transformar o Brasil em um país muito mais desenvolvido e com mais oportunidades para toda a população”, acredita.

Dilma ainda respondeu a Pablo Azevedo da Silva, de Cuiabá, sobre o investimento do governo federal no esporte, que teve, somente em 2012, 4.243 bolsistas de 53 modalidades, que conquistaram 17 medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres. Para o funcionário público de Porto Velho Carlos Ramos Filho a presidenta explicou a tarifa social de energia.

“Em todos os casos, o responsável pela residência, munido de comprovante da inscrição no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), deve procurar a empresa de energia elétrica de seu município e solicitar o benefício. Qualquer dúvida sobre esse benefício, Carlos, pode ser esclarecida em ligação gratuita pelo telefone 0800 7072003”, detalhou.

» Íntegra da coluna

Quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 às 13:25

Plano Nacional de Mineração 2030 prevê investimentos de R$ 350 bi para o setor

Ministro Edison Lobão lança Plano Nacional de Mineração 2030. Foto: Francisco Stuckert/MME

O setor de mineração brasileiro terá investimentos de cerca de R$ 350 bilhões nos próximos 20 anos, meta estipulada pelo governo federal no Plano Nacional de Mineração (PNM) 2030, cuja portaria foi publicada nesta quarta-feira (9/2) no Diário Oficial da União (DOU). Este é o o quarto plano da mineração brasileira – o último foi elaborado em 1994 -, mas pela primeira vez o país faz um planejamento de duas décadas para o setor.

O texto aponta que a produção mineral tende a aumentar em até cinco vezes, tanto para atender o consumo interno como para exportação. Os investimentos – que serão em sua maioria da iniciativa privada – incluem pesquisa mineral para expansão ou descoberta de jazidas, abertura de novas minas e implantação de unidades de transformação mineral.

Estão previstos ainda a criação da Agência Nacional de Mineração e do Conselho Nacional de Política Mineral, a consolidação do marco regulatório da mineração, mudanças na outorga dos títulos minerais, e uma nova política de royalties. O plano reconhece que a atual legislação sobre o pagamento de indenizações pela exploração da mineração apresenta fragilidades e inconsistências e que o modelo de tributação é distorcido e onera a agregação de valor dos produtos.

O PNM foi lançado ontem (8/2) pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que informou que o governo pretende tocar a reforma no marco regulatório da mineração e intensificar a produção de urânio no País com a ampliação do parque de usinas térmicas nucleares. Na ocasião, Lobão destacou o papel econômico da mineração e a participação do setor mineral no Produto Interno Bruto (PIB).

“É importante ressaltar que o ministério é responsável por formular políticas de atividades econômicas que respondem por aproximadamente 10% do PIB brasileiro, dos quais 4% são provenientes do setor mineral”, frisou.

Lobão também afirmou que, em 2009, com a descoberta das grandes reservas de petróleo em águas profundas – o pré-sal – o Brasil passou a figurar entre os maiores produtores mundiais e foi convidado pela primeira vez a participar das reuniões da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), o que inseriu o país “entre os maiores produtores de minério no mundo”.

Balanço – O setor mineral, em 2010, obteve um faturamento de US$ 157 bilhões e gerou divisas que alcançaram US$ 51 bilhões, correspondendo a 25% do total das exportações brasileiras. O país possui ainda reservas de 1,3 milhão de toneladas de minério usado como combustível de usinas nucleares, o equivalente a US$ 100 bilhões.

Destaque para a Vale que, no ano passado, liderou o ranking de exportações brasileiras. As vendas externas totalizaram US$ 24 bilhões, com um crescimento de 122,07% em relação a 2009, respondendo por 11,91% do total das exportações do país.

PNM 2030 - Para a elaboração do Plano foram realizados 84 estudos que fizeram um panorama do setor mineral brasileiro e sua posição mundial, as perspectivas e cenários possíveis, bem como uma previsão de demanda, investimentos e recursos humanos. Segundo o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Claudio Scliar, “o Plano é uma ferramenta que contribuirá na construção de um Brasil soberano e sustentável, com melhor conhecimento e aproveitamento dos seus recursos minerais”.

Segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 às 17:41

Investimentos em segurança no Rio impressionam senadores americanos

Os investimentos em segurança feitos pelo governo federal, em parceria com o Estado e a Prefeitura do Rio, no Complexo do Alemão e no Morro Dona Marta, são impressionantes e os resultados já começam a aparecer, afirmaram os senadores americanos John McCain e Jonh Barrasso, do Partido Republicano, que estiveram com a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (10/1) no Palácio do Planalto (DF), em Brasília. McCain e Barrasso visitaram as comunidades cariocas e conheceram equipamentos como a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) neste último fim de semana. McCain lembrou a Dilma que esteve no Rio de Janeiro em 1957 e que, por isso, tem um carinho especial pela cidade.

Os parlamentares americanos ficaram cerca de uma hora com a presidenta Dilma e além do tema da segurança pública, conversaram também sobre energia, meio ambiente e defesa, mais precisamente a questão da compra de novos aviões-caça por parte do Brasil. Os dois representantes do Senado americano destacaram ainda a liderança regional e mundial do Brasil hoje e afirmaram que o País poderá receber grandes investimentos de empresas dos Estados Unidos na exploração do petróleo da camada pré-sal. Aos dois foi explicado como o Brasil pretende investir parte dos recursos do Pré-sal em áreas como Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia.

Na manhã desta segunda-feira (10/1), a presidenta Dilma recebeu telefonema do presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, que a cumprimentou pela eleição e manifestou intenção de estreitar a relação entre os dois países. Os dois presidentes conversaram ainda sobre o projeto conjunto do foguete lançador de satélites Cyclone 4, instalado na base militar de Alcântara, no Maranhão.

Yanukovich ainda manifestou interesse de visitar o Brasil em maio e convidou Dilma para uma visita, ainda este ano, ao país do leste europeu. Não foram definidas datas, mas a presidenta deverá visitar ainda este ano o país vizinho Bulgária, terra de seu pai, Pedro Rousseff.

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