Segunda-feira, 18 de outubro de 2010 às 13:18

Presidente Lula e trabalhadores da refinaria Henrique Lage, em São José dos Campos (SP). Foto: Ricardo Stuckert/PR
Grandes conquistas, como o Pré-sal, só aparecem com investimento em estudo, pesquisa e produção científica, e seus benefícios têm efeito multiplicador na economia – no caso, recuperando a indústria naval brasileira, que hoje emprega 50 mil trabalhadores. O presidente Lula citou esse exemplo nesta segunda-feira (18/10) durante a inauguração de novas unidades da Petrobras na Refinaria Henrique Lage (Revap) em São José dos Campos (SP) para reafirmar o compromisso do seu governo não apenas com a autossufiência na produção de petróleo mas também na produção de combustíveis limpos e não-poluentes.
Tudo isso vai gerar muito emprego, muita riqueza e muitos dólares para o Brasil. Porque a gente não quer apenas exportar o óleo cru, a gente quer exportar derivados com maior valor agregado. Além disso, está acontecendo uma revolução no Brasil e por conta disso é importante vocês saberem o que esta acontecendo. Além do polo petroquímico do Rio de Janeiro, a gente resolveu fazer mais quatro refinarias – a Clara Camarão, no Rio Grande do Norte, a Abreu e Lima, em Pernambuco, uma em Fortaleza e outra em São Luís do Maranhão.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
Lula está convicto de que o Brasil será vanguarda na produção de combustíveis limpos e não poluentes, a exemplo do óleo diesel que está sendo produzido na Revap, que é “da mais alta qualidade e com um baixo teor de enxofre”.
Na verdade, tal como o óleo diesel é hoje, parece o óleo que colocamos na frigideira para fritar um bife. Dê uma olhada na cor do óleo de hoje e veja, ele vai ficar assim, ó, branquinho, ou seja, isso aqui, quando os caminhões estiverem usando o óleo, não vão liberar partículas, então vamos respirar melhor.
Em operação desde 24 de março de 1980, a Revap processa 14% dos derivados de petróleo do Brasil, o que representa 252 mil barris/dia. A Refinaria é responsável pelo abastecimento integral de querosene de aviação no Aeroporto Internacional de Guarulhos e atende a demanda dos demais derivados de petróleo no Vale do Paraíba, Sul de Minas Gerais, Litoral Norte de São Paulo, Sul Fluminense, Grande São Paulo e o Centro-Oeste do País. A modernização da Revap vai proporcionar a produção de combustíveis mais limpos, a redução das importações de derivados e o aumento das exportações de gasolina e maior arrecadação de impostos. As obras compreendem nove projetos principais, dos quais sete fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre 2000 e 2009, foram investidos US$ 3,5 bilhões e, para o período de 2010 a 2014, será de US$ 1,97 bilhão.
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Segunda-feira, 18 de outubro de 2010 às 8:24

O presidente Lula está em São Paulo. Na manhã desta segunda-feira (18/10), Lula segue do Aeroporto de Congonhas para o Centro de Técnico Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP). Às 10h40, o presidente visita da unidade de coque da Refinaria Henrique Lage (Revap), onde ocorre a cerimônia de inauguração das unidades de coque e hidrotratamento de diesel.
Depois, Lula retorna para São Paulo. Às 15h30, ele recebe o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no Escritório da Presidência da República. De lá, segue para o lançamento do Programa Petrobras Esporte & Cidadania, no Teatro TV Gazeta. À noite, comparece à cerimônia de premiação “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”, promovida pela revista Carta Capital, no Bairro Pinheiros.
Às 22h50, o presidente Lula retorna para Brasília.
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Sexta-feira, 15 de outubro de 2010 às 19:29
No ano em que comemora três décadas de fundação, a Refinaria Henrique Lage (Revap), situada às margens da rodovia Presidente Dutra, entre São Paulo e Rio de Janeiro, na região Sudeste, dá passo significativo rumo à ampliação de sua planta de refino de derivados de petróleo. Na segunda-feira (18/10), com a participação do presidente Lula, serão inauguradas as unidades de Coque (subproduto do petróleo utilizado para combustível em metalurgia e indústria de cerâmica) e Hidrocarboneto de Diesel (combustível com menos poluente).
O Blog do Planalto acompanhou nesta sexta-feira (15/10) os preparativos para a visita do presidente Lula. No intervalo das reuniões, o gerente-geral da Revap, Cláudio Romeno Schlosser, explicou a importância das obras que vão assegurar à refinaria uma produção de diesel combustível de melhor qualidade. Isso terá impacto importante na balança comercial já que o Brasil é importador deste combustível. Com o aumento da oferta no mercado interno, o País deixa de comprar o produto no mercado internacional.
“Teremos impacto importante também para o meio ambiente. Isso porque o diesel produzido é menos poluente”, contou o gerente-geral da Revap.
Este ano, a Revap comemorou o início da operação das unidades de Tratamento de Hidrocarboneto Leve de Refinaria (UTHLR), responsável pelo envio do gás como insumo para Petroquímica Quattor (antiga PQU), Unidades de Hidrotratamento de Diesel e Nafta de Coque, Unidade de Coque que converte o óleo combustível em gás de cozinha (GLP), mafta, gasolina, diesel e produz o chamado coque de petróleo também com baixo teor de enxofre.
Os investimentos da Petrobras na Revap são significativos. Por meio do Programa de Mobilização da Indústria do Petróleo e Gás (PROMINP), foram treinadas 7.191 pessoas da região nas áreas de construção civil e montagem indústrial. Atualmente oito mil pessoas trabalham na refinaria, sendo que no pico das obras a unidade contou com 15 mil operários.
A área da refinaria representa 10,3 quilômetros quadrados. O faturamento em 2008 foi de R$ 10,6 bilhões e, neste mesmo ano, apenas em IPTU foram recolhidos R$ 3,7 milhões aos cofres municipais. Já o estado de São Paulo arrecadou da Revap, em 2009, R$ 684 milhões a título de ICMS. A Revap tem capacidade de refino de 252 mil barris por dia. A unidade corresponde por 14% do processamento de derivados de petróleo no País.
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Quinta-feira, 7 de outubro de 2010 às 14:05

O navio-plataforma P-57, da Petrobras, tem 312 metros de comprimento, 105 de altura e 56 de largura. Quando estiver em operação no campo de Jubarte, entre o Rio e Espírito Santo, contará com 110 profissionais a bordo. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Brasil plantou a semente para recuperação da indústria naval, que desde a década de 1970 não recebia investimentos e não era tida como importante para movimentar o mercado interno, gerando emprego e desenvolvimento, afirmou o presidente Lula nesta quinta-feira (7/10), em Angra dos Reis, na cerimônia de batismo da plataforma P-57.
A primeira coisa que a gente teve que fazer foi despertar o espírito de nacionalismo nas pessoas, a gente gostar um pouco mais desta bandeira verde-amarela e, gostando dela, aprendemos a gostar mais da gente, a acreditar mais na gente. Nessa plataforma, mais de 60% da produção foi brasileira; nas próximas podemos pensar em 70 por cento, 80 por cento, e daqui a pouco podemos pensar em uma plataforma 100 por cento brasileira. Se lançarem o desafio, nós podemos fazer.
Lula ressaltou ainda a importância de se investir e valorizar a capacidade produtiva e intelectual da população local, de forma a nacionalizar a produção e trazer os benefícios e desenvolvimento para dentro do País. Segundo o presidente, sem exercitar as capacidades intelectual e profissional de sua gente, um País acaba sendo tratado como insignificante.
Cada plataforma que agente fizesse lá fora, cada emprego que a gente fizesse lá fora, quantos adolescentes a gente estaria permitindo que fossem encaminhados para a criminalidade neste país por falta de perspectiva de estudo, por falta de perspectiva de trabalho?
O navio-plataforma P-57 ganhou o nome de Apolônio de Carvalho, importante líder político da esquerda brasileira. Sua viúva, Renée de Carvalho, 91 anos, foi homenageada como a madrinha da embarcação. Ela foi representada na cerimônia pelos filhos René Luiz de Carvalho e Raul de Carvalho.
A embarcação irá explorar petróleo na camada pré-sal no campo de Jubarte, na Bacia de Campos, e terá capacidade de produção de 180 mil barris de petróleo por dia e dois milhões de metros cúbicos de gás.
Ouça a íntegra do discurso do presidente:
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Quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 17:09
O mestre em calderaria de manutenção Paulo Roberto de Sousa não esconde sua emoção quando fala do seu trabalho no estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis, e da importância dele para o desenvolvimento da economia do município situado no litoral sul do Rio de Janeiro. Filho de metalúrgico, Paulo Roberto fala com propriedade sobre a nova fase da cidade que abriga 168.664 habitantes numa área de 800 quilômetros quadrados.
“Noventa por cento da população depende da indústria naval”, afirma. Ele explica que viveu o tempo áureo dos estaleiros, que dava emprego para os moradores. Depois, a decadência com o fechamento de vários postos de trabalho. Nos anos 80, o metalúrgico se viu obrigado a trabalhar no Porto de Sepetiba, município situado próximo a Angra.
Há 10 anos, porém, quando se espalhou pelos quatro cantos a notícia sobre a instalação do estaleiro BrasFELS em Angra, Paulo Roberto viu a oportunidade de voltar à terra natal e trabalhar na função de mais gosta. Foi o segundo operário contratado pela empresa que está com os negócios de vento em popa. Hoje, parte da encomendas das plataformas e navios-plataformas da Petrobras passa pelas instalações do estaleiro que receberá o presidente Lula na quinta-feira (7/10) para cerimônia de batismo do navio-plataforma P-57 da Petrobras, que ajudará na exploração de petróleo no campo de Jubarte, na Bacia de Campos, entre os litorais dos estados do Rio e Espírito Santo.
Segundo a Petrobras, a unidade inaugura uma nova geração de plataformas, concebidas e montadas a partir do conceito de engenharia que privilegia a simplificação de projetos e a padronização de equipamentos. Um modelo que será referência para as futuras plataformas da Petrobras, como a P-58 e P-62, e para as unidades que irão operar no pré-sal da Bacia de Santos.
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Terça-feira, 5 de outubro de 2010 às 18:01
Uma grande festa está sendo preparada para o batizado nesta quinta-feira (7/10) da P-57, um grande navio-plataforma da Petrobras capaz de explorar e armazenar petróleo que será instalado no campo de Jubarte, a 80 quilômetros da costa do Espírito Santo. O evento, que contará com a presença do presidente Lula, será realizado no cais do estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis, litoral sul do estado do Rio. Foram convidadas cerca de oito mil pessoas, entre operários do estaleiro angrense, lideranças empresariais e sociais, políticos e jornalistas. A garrafa de champanhe deve ser jogada ao casco da embarcação por Rennê de Carvalho, viúva de Apolônio Pinto de Carvalho, expressiva liderança de partidos de esquerda brasileira que emprestará seu nome à embarcação.
O presidente Lula se desloca de helicóptero para Angra dos Reis a partir da Base Aérea de Santa Cruz, zona oeste do Rio. Na chegada, o presidente se encontrará com 32 operários das empresas que construíram a plataforma, para tirar fotos, e depois seguirá para o palco montado no cais, próximo ao local onde o navio-plataforma será batizado.
De Angra, Lula retorna para o Rio, onde participará, às 14 horas, da cerimônia de inauguração da expansão das instalações do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), na Ilha do Fundão.
Segundo a Petrobras, as novas instalações, que agregam arrojadas técnicas de construção, sustentabilidade e ecoeficiência, representam um salto para o desenvolvimento de tecnologia na Petrobras. Com a ampliação, o complexo da Petrobras na Ilha do Fundão ocupará mais 300 mil m2, tornando-se um dos maiores centros de pesquisa aplicada do mundo. A ampliação também contará com modernos laboratórios para atender exclusivamente às demandas do pré-sal.
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Quinta-feira, 30 de setembro de 2010 às 19:21
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Quarta-feira, 29 de setembro de 2010 às 13:57

Presidente Lula durante visita à Refinaria Landulpho Alves, em São Francisco do Conde, na Bahia. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Brasil é hoje um dos quatro países do mundo que mais investem no setor petroquímico, ao lado de China, Índia e Arábia Saudita, afirmou o presidente Lula, na cerimônia de comemoração dos 60 anos da refinaria Landulpho Alves, realizada nesta quarta-feira (29/9), em São Francisco do Conde (BA). Para Lula, os recursos do petróleo ajudarão o Brasil a construir o seu desenvolvimento e a trilhar caminho de fortalecimento da democracia política e social.
Os planos da Petrobras prevêem que seremos totalmente autossuficientes em derivados até 2014. Além disso, estamos adquirindo refinarias em mercados estratégicos, como Estados Unidos e a Ásia, para processar o óleo do pré-sal em unidades próximas aos grandes centros importadores. Estamos construindo cinco novas refinarias e, ao mesmo tempo, ampliando e modernizando as já existentes, como é o caso da Landulpho Alves, onde a Petrobras está investindo nada menos do que R$ 4,8 bilhões. Isso constitui um sinal claro das escolhas que fizemos para o nosso desenvolvimento.
Veja o vídeo institucional da Petrobras em comemoração aos 60 anos da refinaria:
O presidente ressaltou que, após a capitalização ocorrida no último dia 24/9, a Petrobras passou a ter os recursos e os atributos regulatórios necessários para assumir o papel de operadora soberana da maior reserva de petróleo descoberta nos últimos 30 anos em todo o mundo. Com essa vitória, o Brasil deixa de legado às gerações futuras uma gigantesca poupança nacional, capaz de promover a eficiência da economia e a erradicação da miséria e, sobretudo, universalizar o acesso à educação pública de qualidade.
Demos início a um vigoroso processo de fortalecimento da empresa, cujo capítulo mais recente ocorreu na Bovespa, na última sexta-feira. Naquele dia, a Petrobras foi protagonista da maior capitalização da história econômica mundial. E se tornou a segunda maior empresa do setor em todo o planeta. Hoje, podemos afirmar sem medo: o pré-sal é nosso. A verdade é que o Brasil caminha rapidamente para se tornar a quinta maior potência econômica e industrial do planeta. Não voltará, sob hipótese alguma, a ser terreno fértil para a desigualdade e a exclusão.
Ouça aqui a íntegra do discurso:
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Terça-feira, 28 de setembro de 2010 às 17:12
Ao completar 60 anos, a refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, tem um plano de investimento de US$ 2,54 bilhões no período 2010/2014, revelou nesta terça-feira (28/9) o gerente-geral da refinaria, Cláudio Pimentel. Ele explicou ainda que o volume financeiro servirá para colocar em operacão novas unidades industriais para produzir combustíveis menos poluentes. Pimentel disse que entre 2000-2010 a companhia destinou US$ 1,4 bilhão para a refinaria. O plano de investimento da Landulpho Alves foi divulgado à véspera da visita do presidente Lula.
A refinaria é uma das primeiras da Petrobras e tem capacidade para procesar até 323 mil barris de petróleo por dia. É a segunda maior unidade em capacidade instalada e complexidade do País. Segundo Pimentel, nas instalações da Landulpho Alves funciona a maior unidade de craqueamento catalítico (fracionamento do petróleo com o uso de catalisadores) de resíduos da América Latina, a U-39.
Cláudio Pimentel informou ainda que todos os dias a unidade coloca no mercado dezenas de derivados do petróleo, incluindo gasolina, diesel, GLP (gás de cozinha), nafta, óleos lubrificantes, parafinas, solventes e querosene de aviação. Os produtos são destinados aos mercados da Bahia e Sergipe, além de estados das regiões Sul e Sudeste. Os combustíveis são comercializados também para a Argentina e os Estados Unidos.
A refinaria começou a ser construída no final dos anos 1940, antes mesmo da criação da Petrobras. Naquela ocasião, o debate sobre o melhor modelo para exploração, produção e refino do petróleo no Brasil mobilizava a atenção da opinião pública. Dados históricos dizem que a partir do crescimento da produção de óleo no município de Candeias (BA), o Conselho Nacional de Petróleo (CNP) decidiu por investimentos nesta região. A entrada em operação da refinaria marcou novo ciclo de desenvolvimento para a Bahia e para o Brasil.
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Segunda-feira, 6 de setembro de 2010 às 15:42
A capitalizacão da Petrobras, que começará no próximo dia 24/9, deverá ser a maior da história do capitalismo e deixará a empresa ainda mais forte no processo de abertura do Pré-sal no Brasil, afirmou o ministro Alexandre Padilha nesta segunda-feira (6/9) em entrevista a jornalistas após reunião de coordenação comandada pelo presidente Lula no Palácio do Planalto. O ministro explicou que todo o detalhamento do processo já está sendo feito e que a a oferta de acões se encerrará no dia 27/9.
A expectativa é que nós vamos realizar a maior capitalização que qualquer empresa já fez na história do capitalismo, mostrando a força da Petrobras e sinalizando, inclusive, a perspectiva de fortalecimento cada vez maior dessa empresa com todo o processo de abertura do pré-sal.
Padilha comentou também o PIB brasileiro, afirmando que o governo vem trabalhando com a expectativa dele ser superior a 7%, sem que isso altere a meta de inflação que o País adota atualmente. O Brasil deverá manter o ritmo acelerado de crescimento da economia e terminar o ano como um dos países do grupo Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) que mais cresceu em 2010. Isso revela, afirmou o ministro, não apenas a capacidade brasileira de enfrentar a crise internacional de 2009 como também que o País já aproveita a oportunidades que surgiram no pós-crise.
O ministro das Relações Institucionais afirmou ainda que o presidente Lula orientou o ministro Guido Mantega a pedir a aceleração do processo de apuração sobre a situação de acesso ao cadastro da Receita Federal, ressaltando que o governo é o maior interessado no esclarecimento do caso.
O presidente Lula reafirmou que quer que a Polícia Federal esclareça a população brasileira sobre o que realmente aconteceu neste episódio, doa a quem doer, independente de quem venha a ser investigado. O ministro Guido também esclareceu que no caso do acesso em Formiga não foi feita a quebra do sigilo, apenas o acesso ao cadastro.
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