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Sábado, 13 de junho de 2015 às 18:47

Oferta de crédito de US$ 12 bi à Petrobras mostra que empresa está no rumo certo

A Petrobras já atingiu a marca de 800 mil barris de petróleo, extraídos diariamente dos campos do pré-sal, uma das maiores reservas comprovadas do mundo. Com Isso, a empresa mostra que está no caminho certo. Foi o que afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar nesta sexta-feira (12).

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Petrobras derrubou mitos e virou a página, garantiu a presidenta Dilma em entrevista ao Programa do Jô. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Pode ter certeza, [a Petrobras] será uma das empresas mais lucrativas do mundo nessa área. Tanto é assim, que ela queria tomar US$ 500 milhões emprestados no exterior e o que veio? Veio US$ 12 bi. Mas ela não queria US$ 12 bi, ela queria, se eu não me engano, US$ 2,5 bi”, comentou Dilma com o apresentador, na conversa no Palácio da Alvorada.

Ela acrescentou que a produção do pré-sal é extremamente complexa, mas a estatal brasileira conseguiu realizar essa tarefa. E, por isso, ganhou o prêmio na OTC de inovação, que a presidenta chama de “Oscar do petróleo”, por ter desenvolvido tecnologias para extrair o mineral de áreas profundas. “Ela consegue explorar petróleo lá embaixo, a grandes profundidades, altas temperaturas e muita pressão”. Isso que ensejou a empresa a levar o prêmio, afirmou.

Segundo a presidenta, havia uma série de mitos de que a Petrobras não conseguiria achar petróleo no pré-sal. Depois que, se achasse, não seria possível extrai-lo. E, ainda que conseguisse, o produto seria de baixa qualidade. Mas tais mitos foram todos derrubados pela empresa. “É uma boa notícia: o petróleo [do pré-sal] é de boa qualidade. Quarta questão: os custos que nós temos nessa extração são compensadores, até para os níveis mais baixos que o petróleo atingiu nos últimos tempos”, graças às tecnologias desenvolvidas pela companhia.

“Eu quero dizer o seguinte: a Petrobras não pode ser confundida com X, Y ou Z em termos de números, de funcionários que cometeram irregularidades. A Petrobras tem mais de 80 mil funcionários. Ela registrou o balanço, teve as contas aprovadas na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil e na equivalente a essa Comissão nos Estado Unidos, que é a SEC [Securities and Exchange Commission]. A Petrobras virou a página”, enfatizou.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Segundo a presidenta, o petróleo do pré-sal é de boa qualidade e os custos de extração são compensadores. Na foto acima, navio petroleiro André Rebouças da Petrobras, ancorado no Porto de Suape (PE). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

 

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 às 11:18

Acordo entre Petrobras e Pemex pode avançar em áreas de investimento comum, como o setor naval

Brasil e México A presidenta Dilma Rousseff afirmou neste domingo (24), em entrevista ao jornal mexicano La Jornada, que a duas gigantes do petróleo na América Latina, a Petrobras e a estatal Petróleos Mexicanos (Pemex), poderiam avançar em diversas áreas, alem do atual Convênio Geral de Colaboração Científica, Técnica e de Treinamento, fechado em 2005. Segundo ela, as empresas podem atuar de forma conjunta em investimentos comuns e também na cadeia de fornecedores, especialmente na área naval. “Produzir um pedaço aqui e um pedaço lá”, disse ela.

“No Brasil, nós estamos fazendo estaleiros em um mercado que é demandante, porque temos de explorar o pré-sal”. Por sua vez, no México também há uma grande demanda. Assim, seria possível ter ações conjuntas na área da indústria de equipamentos e na cadeia de óleo e gás.

Brasil tem necessidade de navios e plataformas por causa do pré-sal e o México também tem grande demanda de produtos navais. Foto: Agência Petrobras

Além disso, a cooperação fica mais fácil porque Petrobras e Pemex têm características semelhantes, uma vez que a estatal brasileira já tem ações em bolsa e, agora, a empresa mexicana está indo pelo mesmo caminho.”Nós temos um marco muito similar”, avaliou. Além de estarem mais ou menos num mesmo ambiente regulatório, há presença de empresas internacionais tanto no México e quanto no Brasil.

Além disso, afirmou Dilma Rousseff, a Pemex também seria muito bem-vinda na área do pré-sal. De acordo com ela, isso seria de interesse estratégico do Brasil e bom para a Pemex porque a Petrobras detém a tecnologia de exploração em águas profundas.

A visita da presidenta ao México, nesta semana, é uma oportunidade para a criação de um marco político nesse sentido. “Nós veríamos com imensa simpatia. Afinal de contas, a Pemex é uma das maiores national oil companies do mundo. A Pemex é uma empresa absolutamente conceituada, por trás dela está o povo do México”. E a Petrobras é tão importante para o Brasil como a seleção. Se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia o escritor Nelson Rodrigues, a Petrobras é a pátria com as mãos sujas de óleo, acrescentou.

Petrobras é estratégica para o Brasil
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a Petrobras tem um papel um papel estratégico no Brasil, principalmente pelo grau de avanço tecnológico que alcançou. “Ela, hoje, tem uma coisa que ninguém tira. Nem competição nenhuma, pode vir quem quiser: nós conhecemos a bacia sedimentar continental brasileira como poucos conhecem. Então, se você pegar uma empresa internacional e perguntar para ela: ‘Como é que você quer entrar no Brasil?’ Posso te dizer que ela quererá entrar no Brasil aliada à Petrobras”. Isso faz da estatal brasileira uma empresa poderosa.

Sobre as investigações da Operação Lava-Jato, a presidenta ressaltou que a Petrobras tem 90 mil funcionários e apenas quatro deles estão sendo investigados. E a competência da empresa está mantida, tanto que ganhou recentemente o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore – segundo Dilma, o “Oscar” da área de petróleo e gás.

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 às 10:29

Risco de mudar regime de partilha na exploração do pré-sal é de menos mil, afirma Dilma Rousseff

Brasil e México A presidenta Dilma Rousseff voltou a defender neste domingo (24), o regime de partilha, adotado para a exploração do pré-sal brasileiro, afirmando que a possibilidade de se adotar o regime de concessão para essa área não existe. “Eu acho que [a possibilidade] não é zero. Enquanto eu estiver na presidência, é menos mil. O modelo de partilha é um modelo baseado nas melhores práticas internacionais”, disse em entrevista ao jornal mexicano La Jornada.

Para essa posição, corrobora a própria história da exploração do petróleo no Brasil, que tem características próprias, inclusive com a participação popular pela nacionalização do petróleo e criação da Petrobras. “O Brasil passou pelo menos uns 20 anos discutindo se aqui tinha petróleo ou não, porque procuravam em terra. Aqui, em terra não tem. É muito difícil, é pouco petróleo e não é de boa qualidade. Aí, a Petrobras entrou em águas rasas, na Bacia de Campos, e achamos o petróleo. Era muito? Não. Em alguma área era petróleo pesado, mas dava”.

“Quem achar que modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. É a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo” – Foto: R. Stuckert Filho/PR

 

Desde então, a empresa evoluiu até se tornar a maior exploradora de petróleo em águas profundas do mundo. Por isso, agora, o modelo de concessão faz todo sentido. “Qual é a diferença dele para o modelo de partilha? É quem é dono do óleo descoberto. No [modelo] de concessão, o dono do óleo descoberto é quem descobre. Por quê? Porque o risco é muito alto. No de partilha, quando você sabe aonde está o óleo, que ele existe, que ele é de boa qualidade, o risco é pequeno. Então, é justo, e mais do que justo, é completamente legítimo que o petróleo descoberto seja, uma parte, do Estado nacional”.

Dilma recordou que o Brasil buscou informações e descobriu que, em todos os lugares onde se sabia que tinha petróleo de boa qualidade e abundante, como no caso da Noruega, o modelo em vigor era o de partilha. “Quem achar que o modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. O modelo de partilha é a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo”, já que foi difícil achar esse recurso natural no Brasil.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 8:30

Presidenta Dilma inaugura petroleiro para exportação do pré-sal

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro. A embarcação é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

O navio André Rebouças, que será inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta-feira, tem capacidade para transportar cerca de 1 milhão de barris de petróleo, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Só a construção do navio gerou mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O André Rebouças tem a finalidade de exportar petróleo cru retirado no pré-sal e só sua construção foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Os dois navios, que são do tipo suezmax, têm capacidade de transporte de cerca de 1 milhão de barris de petróleo cada um, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Essa embarcação atende às limitações do Canal de Suez, no Egito: largura de 48 metros e calado de 17 metros.

No momento, há 14 navios encomendados pela Transpetro a estaleiros nacionais em diferentes fases de construção, sendo seis no estágio de acabamentos.


 

 

Quinta-feira, 23 de abril de 2015 às 14:28

Brasil é país estratégico na área de petróleo, diz presidente mundial da Shell

O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

"Reafirmei  nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

“Reafirmei nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras
Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

Ele avalia ainda que a compra da BG, vai levar a uma quadruplicação das operações da Shell no Brasil, atingindo até o final da década 20% da produção global da empresa.

“Tenho 100% de confiança de que a Petrobras sairá do atual episódio. E sairá mais forte como empresa. Isso foi um elemento de consideração muito importante ao fecharmos o negócio que nos posicionará como a empresa parceira líder da Petrobras por muitas décadas por vir”, enfatizou.

Quarta-feira, 4 de março de 2015 às 10:03

Brasil bate novo recorde na produção de gás natural, diz ANP

Com informações da ANP

A produção de gás natural de janeiro foi de 96,6 milhões de metros cúbicos. A marca é a maior já registrada, superando o recorde anterior, de dezembro de 2014, quando foram produzidos 95,1 milhões, informou nessa terça-feira (3) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Produção total de petróleo e gás natural somou cerca de 3,077 milhões de barris de óleo por dia, sendo 2,469 milhões de petróleo e 96,6 milhões de metros cúbicos de gás.  Foto: Divulgação/Agência Petrobras

Produção total de petróleo e gás natural somou cerca de 3,077 milhões de barris de óleo por dia, sendo 2,469 milhões de petróleo e 96,6 milhões de metros cúbicos de gás. Foto: Divulgação/Agência Petrobras

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês alcançou aproximadamente 3,077 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo que 2,469 milhões foram de barris diários de petróleo.

Houve aumento de 20,3% na produção de petróleo se comparada com janeiro de 2014 e redução de 1,1% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural aumentou 20,2% frente ao mesmo mês em 2014 e 1,5% se comparada ao mês anterior.

O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95,8%. A queima de gás natural em janeiro foi de 4 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 16,6% em relação ao mês anterior e de 15,6% em relação a janeiro de 2014.

A produção do pré-sal, oriunda de 43 poços, foi de 670,1 mil barris por dia (bbl/d) de petróleo e 24,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) de gás natural, totalizando 824,2 mil barris de óleo equivalente por dia, um aumento de 1% em relação ao mês anterior.

Operação dos campos
Cerca de 92,2% da produção de petróleo e gás natural foi proveniente de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 93,4% da produção de petróleo e 75,6% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos.

O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com uma média de 346,6 mil barris por dia, e o campo de Lula, na bacia de Santos, foi o maior produtor de gás natural, com uma produção média de 12,1 milhões de metros cúbicos por dia.

A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 17 poços a ela interligados, cerca de 171,1 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a plataforma com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 74 barris diários de petróleo e 15,4 mil metros cúbicos de gás natural. Dentre esses campos, Morro do Barro, operado pela Panergy, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 88,5 barris de óleo equivalente por dia.

Poços produtores
A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.121 poços, sendo 835 marítimos e 8.286 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, na bacia Potiguar, com 1.107 poços. Marlim, na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 61 no total.

Sábado, 27 de dezembro de 2014 às 10:00

Petrobras bate recorde de produção no pré-sal com mais de 700 mil barris de petróleo por dia

A produção de petróleo no pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu a marca recorde de 700 mil barris de petróleo por dia (bpd) no último dia 16 de dezembro. Desse volume, cerca de 74% correspondem à parcela da Petrobras e o restante à das empresas parceiras.

A produção de 700 mil bpd foi alcançada oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, e seis meses após a marca dos 500 mil bpd, obtida em junho.

A produção de 700 mil bpd foi alcançada oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, e seis meses após a marca dos 500 mil bpd, obtida em junho.


O patamar de 700 mil bpd foi conseguido com a contribuição de 34 poços produtores. Desses poços, 16 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por cerca de 61% do volume produzido no pré-sal. Os demais 18 poços estão localizados no  pré-sal da Bacia de Campos e respondem pelos 39% restantes da produção.

Atualmente, o petróleo do pré-sal é produzido por 12 diferentes plataformas. Essa produção representa uma marca significativa na indústria do petróleo pelo fato de os campos se situarem em lâminas d’água profundas e ultraprofundas.

Fonte: Petrobras

 

Terça-feira, 25 de novembro de 2014 às 16:03

Petrobras conclui perfuração do primeiro poço de extensão em Libra

A Petrobras concluiu no dia 6 de novembro a perfuração do primeiro poço de extensão na área do Consórcio de Libra, o 3-BRSA-1255 (3-RJS-731), informalmente conhecido como NW, informou a empresa nesta segunda-feira (24). Localizado na porção Noroeste do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, o poço está a aproximadamente 4 km a Sudeste do poço descobridor, o 2-ANP-2A-RJS.

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Na última semana, a Petrobras informou sobre a existência de petróleo nesse poço, que atingiu a profundidade final de 5.734 metros e está localizado a 185 km da costa do Rio de Janeiro, a uma profundidade de água de 1.963 metros.

“Com essa perfuração, foi confirmada a existência de uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 290 metros e um reservatório que apresenta boa porosidade e permeabilidade. As amostras coletadas do poço confirmaram tratar-se do mesmo petróleo encontrado no poço descobridor 2-ANP-2A-RJS, com 27 graus API. Está previsto, ainda, um teste de formação na zona portadora de petróleo para verificar a produtividade dos reservatórios”, acrescentou a estatal, no seu site.

O Consórcio de Libra – que é composto por Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%), CNOOC Limited (10%) e a companhia estatal Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) – continuará as atividades previstas no Plano de Exploração aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Neste momento, o segundo poço em perfuração – 3-RJS-735 – informalmente conhecido como L2C1, já atingiu a base da camada de sal e tem previsão de iniciar a fase de perfuração dentro do reservatório nos próximos dias.

Fonte: Com informações da Petrobras.

Segunda-feira, 17 de novembro de 2014 às 18:36

Produção da Petrobras no Brasil cresce 9% e bate recorde em outubro

A produção de petróleo da Petrobras no Brasil, no 3º trimestre de 2014, atingiu a média de 2 milhões 90 mil barris por dia (bpd), 9% acima do mesmo período de 2013, segundo comunicado divulgado pela estatal nesta segunda-feira (17). O volume representa recorde histórico, acima do recorde anterior, registrado em dezembro de 2010.

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De acordo com a empresa, o avanço se deve, principalmente, ao aumento da produção das plataformas P-58, P-55, P-62 e da plataforma do tipo Floating, Pruduction, Storage and Offloading (FPSO) Cidade de Paraty, além do início dos Testes de Longa Duração de Iara Oeste e Tartaruga Verde. A produção total operada pela Petrobras alcançou 2 milhões 207 mil barris por dia neste trimestre.

Apenas a produção de petróleo atingiu em outubro a média de 2 milhões 126 mil bpd, novo recorde histórico, superando o recorde anterior, atingido em dezembro de 2010. Outubro foi o nono mês consecutivo de crescimento da produção de petróleo da companhia no País.

Já a produção de gás natural cresceu 7% em relação ao trimestre anterior, alcançando 441 mil bpd no 3º trimestre de 2014, devido à maior produção nos campos de Mexilhão, Uruguá-Tambaú, Sapinhoá e Lula Nordeste.

Foram conectados 15 novos poços produtores no 3º trimestre, totalizando 46 poços nos nove meses do ano. A previsão é que sejam conectados mais 16 poços produtores no 4º trimestre, finalizando 2014 com 62 interligações, praticamente o dobro dos poços produtores interligados em 2013 (34 poços).

Em outubro de 2014, nossa frota de PLSVs (Pipe-laying Support Vessels), embarcações necessárias para realizar estas conexões de poços às plataformas, atingiu 18 unidades. Até o final do ano serão 19 navios.

O Programa de Aumento da Eficiência Operacional (Proef) contribuiu com uma produção adicional de petróleo de 164 mil bpd no 3º trimestre de 2014. A eficiência operacional da Unidade Operacional Bacia de Campos (UO-BC), que foi de 68% no 2º trimestre de 2012, chegou a 81% neste 3º trimestre de 2014.

Mais do que isso, em setembro, a UO-BC alcançou a maior produção de óleo dos últimos 20 meses (420 mil bpd) e a maior eficiência dos últimos 50 meses (82,4%).

Recorde no Pré-Sal
A produção no pré-sal manteve excelente desempenho. A Petrobras alcançou em 18 de setembro de 2014 mais um recorde diário de produção, com um total de 618 mil bpd, por meio de 29 poços, todos com ótima produtividade. Este recorde foi novamente batido em 28 de outubro, quando foi registrado 640 mil bpd no pré-sal das bacias de Campos e Santos, com 31 poços produtores. Essas vazões incluem a parcela operada pela Petrobras para empresas parceiras.

Novos sistemas de produção entrarão em operação até o final deste ano para garantir a continuidade do crescimento sustentado da curva de produção.

Além do FPSO Cidade de Mangaratiba, que iniciou produção no campo de Iracema Sul no dia 14 de outubro, 20 dias antes do programado, entrarão em operação, nas próximas semanas, o FPSO Cidade de Ilhabela – já ancorado no campo de Sapinhoá e com as operações de conexão do primeiro poço em andamento – e a plataforma P-61, já ancorada no campo de Papa-Terra (pós-sal da Bacia de Campos).

Também já está em operação de montagem a sonda SS-88, que permitirá o início da perfuração do primeiro poço a ser conectado à P-61. Assim, o ano de 2014 registrará o início de produção de 5 novas plataformas, repetindo a marca de 2013.

Oferta de Gás Natural avança 14%
A demanda de gás natural no Brasil alcançou 97,7 milhões m3/dia, em função, principalmente, do aumento da geração termelétrica a gás natural. No 3º trimestre de 2014 a geração termelétrica a gás natural fornecida pela Petrobras atingiu 7,7 GW médios, sendo 4,6 GW médios de geração própria. A geração de 7,7 GW médios foi 35% superior aos 5,7 GW médios gerados no mesmo período do ano anterior.

A maior oferta de gás natural nacional, que alcançou 45,6 milhões m3/dia no 3º trimestre de 2014, 14% maior que o realizado no mesmo período do ano anterior, permitiu o atendimento da demanda crescente e a redução em 16% da necessidade de importação de gás natural liquefeito (GNL), cujos volumes também foram trazidos a menores custos.

Com informações da Agência Petrobras.

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