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Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 18:10

Reconstruir a indústria naval foi uma decisão estratégica do governo, afirma presidenta

A construção de navios como o André Rebouças, que fez nesta quinta-feira (14) sua primeira viagem, resulta de uma decisão estratégica do governo, tomada desde o início dos anos 2000, de reconstruir a indústria naval do Brasil, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante a cerimônia inaugural da embarcação e do batismo do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Ipojuca, região metropolitana do Recife (PE).

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Presidenta Dilma posa em frente ao petroleiro André Rebouças. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

 “Nós não chegamos aqui porque, há um ano ou dois atrás, começamos a fazer o navio André Rebouças (…). Chegamos aqui porque rompemos com uma realidade terrível. O Brasil tinha sido, nos anos 80, o segundo maior produtor na área de indústria naval. E esse processo foi desmantelado. Foi tão desmantelado que os estaleiros que existiam, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao governo, produziam [apenas] pequenas embarcações. E alguns dos quais eu visitei – porque era então ministra de Minas e Energia -, tinham grama no chão. A grama crescia porque nenhum trabalhador, nenhum funcionário, ninguém passava pelos canteiros, pelas áreas dos estaleiros.

A embarcação André Rebouças é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

Como resultado dessas iniciativas, o número de trabalhadores do setor, que em 2002 não chegava a sete mil, hoje, de acordo com dados do governo, somam cerca de 72 mil pessoas, com carteira assinada, capacitadas e bem remuneradas, responsáveis pela quarta maior carteira de encomendas de navios do mundo.

Descentralização e conteúdo nacional
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a decisão de recuperar a indústria naval brasileira levou a duas importantes consequências. A primeira, foi a decisão de espalhar os estaleiros pelas diversas regiões do território nacional, além do Sudeste, onde tradicionalmente já existia, para o Norte, Sul e o Nordeste.

A outra opção política foi a de valorizar e priorizar a indústria brasileira, ao exigir um percentual de tecnologia nacional na construção dos grandes petroleiros usados pela Petrobras. Essa decisão, juntamente com o incremento da produção do pré-sal, foi responsável pelo restauração da indústria naval no País.

 A indústria naval renovada, “fez com que incorporássemos tecnologia, melhorássemos a formação dos nossos trabalhadores e gerássemos emprego e renda. O que nós queremos é produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, acrescentou Dilma.  Apenas o petroleiro André Rebouças, por exemplo, tem 72% de conteúdo nacional, gerou mais de 2 mil empregos. O Marcílio Dias, batizado nesta quinta-feira, tem 67% de conteúdo nacional e criou 1,7 mil novos postos de trabalho.

Dilma recordou ainda que essas conquistas desmentiram o pessimismo de algumas pessoas, que diziam que o que o Brasil não tinha competência “para fazer, sequer, um casco de navio, de plataforma ou de qualquer um dos produtos da indústria de petróleo e gás.

Maldição do petróleo
Com essas políticas, reforçou a presidenta, o Brasil está trabalhando para evitar a chamada “a maldição do petróleo” ou a “doença holandesa”. O fenômeno ocorre em alguns países onde a abundância dessa commodity leva ao fim de outras indústrias e a população é obrigada a utilizar apenas produtos importados.

É o fato de que a riqueza gerada pode resultar no empobrecimento do resto do País e no enriquecimento só de um setor. Para não ter maldição do petróleo, temos de ter uma cadeia de petróleo e gás, fornecendo produtos com trabalhadores brasileiros treinados aqui, capazes, ganhando salários adequados e tendo uma renda adequada”, destacou a presidenta.

 E concluiu: porque não queremos a maldição do petróleo para o Brasil, vocês podem ter certeza, a política de conteúdo local veio para ficar

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 16:12

Petrobras é uma conquista brasileira e forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”

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Presidenta destacou o amplo conhecimento técnico da Petrobras na exploração de petróleo em águas profundas. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras é uma das maiores conquistas do povo brasileiro, e mesmo no momento em que a empresa enfrenta um dos seus maiores desafios, ela é forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”, disse a presidenta Dilma Rousseff, fazendo referência ao prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions. A premiação representa o reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber como operadora offshore, que busca petróleo em águas profundas. A Petrobras recebeu o prêmio no início deste mês, nos Estados Unidos.

A presidenta lembrou que a Petrobras é uma das poucas do mundo a dispor de tecnologia para operar com sucesso a 3, 5 e até a 7 mil metros de profundidade, suportando temperaturas e pressões extremas sob a água. “Qual é o obstáculo? Extrair petróleo? O Brasil extrai. Extrair petróleo a preços competitivos? o Brasil extrai. É por isso que tem demanda por navios [no Brasil]. Somente se a demanda não for atendida por trabalhadores e empresas brasileiras, “aí, aceitamos investidores que venham de fora, gerar emprego aqui”, enfatizou.

Dilma falou sobre a importância da Petrobras durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, também foi celebrada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 14:45

Dilma: Modelo de partilha distribui melhor parte do pré-sal ao povo brasileiro e será mantido

A presidenta Dilma Rousseff defendeu, nesta quinta-feira (14), o modelo de partilha, adotado para a extração e produção de petróleo e gás na área do pré-sal brasileiro. Segundo ela, esse modelo é adequado para uma área que produz abundância de petróleo de alta qualidade. Nesse caso, “a sociedade brasileira, o povo brasileiro tem direito a ter uma parte relativa à distribuição do petróleo, a parte do leão [a maior e melhor parte] fica com o povo e a sociedade brasileira”, destacou.

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade”, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A diferença é que, no regime de concessão, o único usado anteriormente pela Petrobras, quem acha a fonte é dono de todo o petróleo que produz. Para a presidenta, a facilidade de extração mineral nos campos do pré-sal justificam a adoção desse modelo, em que o Estado é dono do petróleo produzido.

Ninguém pode achar, em sã consciência, que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade. Isso acontece com a Petrobras no caso do modelo de partilha que, do ponto de vista desse governo, será mantido”.

As declarações foram feitas durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, foi iniciada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 11:16

Tempo Real: Dilma entrega petroleiros com capacidade de 1 milhão de barris cada

13h55 – Termina a cerimônia de entrega dos navios petroleiros Marcílio Dias e André Rebouças, no Porto de Suape, em Pernambuco. Confira em instantes a cobertura completa do Blog do Planalto.

13h41 – Em seu pronunciamento, a presidenta Dilma defendeu que o modelo de partilha é a garantia de que os  recursos do petróleo serão distribuídos e beneficiarão diretamente o povo brasileiro. “No meu governo, a política de partilha está mantida”, finalizou

13h30 – A presidenta Dilma enfatizou em sua fala que o Brasil produz agora navios com alto valor agregado e destacou a capacidade de produção dos brasileiros. “Esse estaleiro foi construído com a força dos trabalhadores pernambucanos.

13h20 – Para a presidenta Dilma “chegamos aqui hoje porque rompemos uma realidade de estagnação da indústria naval brasileira. A reimplantação da indústria naval no Brasil fez com que incorporássemos tecnologia, melhorássemos a formação dos nossos trabalhadores e gerássemos emprego e renda. O que nós queremos é produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, destacou

13h10 – Presidenta começa a discursar na cerimônia de entrega dos navios de plataforma de petróleo Marcílio Dias e André Rebouças.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

13h05 – O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou que o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) foi responsável pelo fortalecimento da indústria naval brasileira. “O Promef fez com que o Brasil não abrisse mão da indústria naval. Estamos gerando emprego e renda para trabalhadores nos estaleiros brasileiros. Essa decisão transformou homens que estavam na cana, em Pernambuco, em metalúrgicos”, enfatizou.

12h54 – Em seu discurso, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendini, afirma que a empresa brasileira é hoje referência mundial de tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas. “Estamos batendo sucessivos recordes com a produção do pré-sal, que teve crescimento de 70% desde o início da exploração. Na última semana, chegamos a produção recorde de 800 mil barris por dia só no pré-sal”, ressaltou.

12h30 – Para a ajudante industrial Andreia Lisângela da Silva Nascimento, que discursou representando os trabalhadores do Estaleiro Atlântico Sul, é uma alegria trabalhar firme para ajudar a impulsionar a indústria naval do País.

12h25 – Em seu discurso, o presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Angelo Bellelis, afirmou que os cinco próximos navios construídos no estaleiro serão 100 % brasileiros.

Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias, batizado hoje, em Pernambuco. A embarcação é a décima de 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Foto: Guilherme Rosa/PR

Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias, batizado hoje, em Pernambuco. A embarcação é a décima de 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Foto: Guilherme Rosa/PR

12h16 – Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias e acaba de batizar a embarcação. Ela é gerente de RH da Transpetro. “Foi uma honra muito grande fazer esse batismo, uma experiência fabulosa. Principalmente, para mim, que trabalho de forma muito próxima com transporte marítimo e logística de pessoal da tripulação.  É também um reconhecimento profissional,” revela.

11h13 – De acordo com o comandante do navio petroleiro André Rebouças, o piloto Fábio Torres, a tecnologia usada nos navios que têm sido construídos no Brasil é de ponta, tanto na parte de navegação quanto de operação. “São os melhores e mais modernos equipamentos no mundo para navios que estão sendo aplicados aqui”, afirmou.

Assista o depoimento do comandante:

12h10 – A presidenta Dilma e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, participam agora da cerimônia de batismo do navio de grande porte Marcílio Dias, em Suape (PE).

12h05 – Começa agora a cerimônia de entrega dos navios Marcílio Dias e André Rebouças, no Porto de Suape (PE).

11h40 – Presidenta Dilma visita agora o navio petroleiro André Rebouças, no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco.

Montador Marcílio José da Silva (à esquerda) ao lado de colegas de trabalho do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. “As obras dos navios têm tirado muita gente do trabalho na usina de cana.  E na usina, o trabalho é só por seis meses. Aqui é o ano inteiro”, comemora. Foto: Guilherme Rosa/PR

Montador Marcílio José da Silva (à esquerda) ao lado de colegas de trabalho do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. “As obras dos navios têm tirado muita gente do trabalho na usina de cana. E na usina, o trabalho é só por seis meses. Aqui é o ano inteiro”, comemora. Foto: Guilherme Rosa/PR

11h32 – Para o montador do Estaleiro Atlântico Sul, Marcílio José da Silva, a construção dos navios em Pernambuco ampliou as oportunidades e a qualidade de trabalho no estado. “É um prazer imenso, uma grande honra participar de uma obra tão grande. A questão do emprego melhorou muito em Pernambuco com obras como essa. Muita gente antes trabalhava na usina, na cana e hoje tem um emprego melhor e consegue dar uma vida melhor para sua família”, garante.

11h23 – Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil novos empregos no País. Já o Marcílio Dias gerou 1,7 mil novos postos de trabalho.

11h20 – Os dois navios, que são do modelo suezmax, têm 274 m de comprimento – o equivalente a 2,5 vezes o comprimento de um campo de futebol – 48 m de largura e 51,7 m de altura.

11h15 – O navio petroleiro André Rebouças, que a presidenta Dilma inaugura em instantes, é a nona embarcação a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Exportação da Frota (Promef).

11h10 – Daqui a alguns minutos, a presidenta Dilma Rousseff chega ao Porto de Suape, em Pernambuco, para participar da cerimônia de batismo do navio Marcílio Dias e da viagem inaugural do petroleiro André Rebouças. Cada um deles tem capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo, quase a metade da produção diária nacional.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 8:30

Presidenta Dilma inaugura petroleiro para exportação do pré-sal

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro. A embarcação é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

O navio André Rebouças, que será inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta-feira, tem capacidade para transportar cerca de 1 milhão de barris de petróleo, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Só a construção do navio gerou mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O André Rebouças tem a finalidade de exportar petróleo cru retirado no pré-sal e só sua construção foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Os dois navios, que são do tipo suezmax, têm capacidade de transporte de cerca de 1 milhão de barris de petróleo cada um, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Essa embarcação atende às limitações do Canal de Suez, no Egito: largura de 48 metros e calado de 17 metros.

No momento, há 14 navios encomendados pela Transpetro a estaleiros nacionais em diferentes fases de construção, sendo seis no estágio de acabamentos.


 

 

Segunda-feira, 4 de maio de 2015 às 18:04

Petrobras recebe principal prêmio da indústria de óleo e gás do mundo

A Petrobras recebeu neste final de semana, nos Estados Unidos, o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção de petróleo em águas profundas do pré-sal. O OTC é o prêmio mundial mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

No mês passado, durante a visita de Estado da presidenta da Coreia do Sul ao Brasil, falando sobre sua confiança na recuperação da Petrobras, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da premiação, que significa uma nova era para a petrolífera brasileira.

“Eu acho interessante o fato de ela [Petrobras] estar recebendo o prêmio na OTC, não só porque é uma grande empresa, do ponto de vista financeiro, como de qualquer lado que você olhe, pelo tamanho dela, pela capacidade de emprego que ela gera”, ressaltou na ocasião.

Dilma destacou ainda a grande capacidade da empresa de gerar tecnologia nacional para conseguir solucionar o desafio de explorar petróleo em águas profundas, ou super profundas, que têm temperaturas e pressões extremas.

 Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras


Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras

Premiação
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, recebeu a premiação durante um jantar promovido em Houston, no Texas (EUA). Em seu discurso, Solange observou que o pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no País, oito anos após sua descoberta, e enumerou tecnologias que levaram à conquista do prêmio.

A executiva destacou que todo o dióxido de carbono produzido no pré-sal está sendo reinjetado. “Com isso, evitamos a emissão de um milhão de toneladas de CO2”, contabilizou.

Sexta-feira, 24 de abril de 2015 às 18:48

Com balanço auditado, Petrobras vira a página

Brasil Coreia do SulA presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira (24), que considera muito importante a divulgação do balanço auditado da Petrobras, publicado na última quarta-feira (22). “Eu considero muito importante a aprovação do balanço, porque a Petrobras vira uma página, acerta seu passo. Eu tenho certeza que a Petrobras vai dar, ainda, muitas alegrias para nós nos próximos meses e anos.”

Ela destacou ainda que empresa brasileira receberá em maio, em Houston (EUA), o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions, pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção de petróleo em águas profundas do pré-sal. As declarações foram feitas a jornalistas após almoço em homenagem a presidenta da República da Coreia.

“Inclusive eu acho interessante o fato de ela estar recebendo o prêmio na OTC, não só porque ela é uma grande empresa, do ponto de vista financeiro, como de qualquer lado que você olhe, pelo tamanho dela, pela capacidade de emprego que ela gera”, lembrou.

Ressaltou ainda que o prêmio se deve à grande capacidade da empresa de gerar tecnologia nacional para conseguir solucionar o desafio de explorar petróleo em águas profundas, ou super profundas, que têm temperaturas e pressões extremas.

 

Confira a íntegra

Quinta-feira, 23 de abril de 2015 às 14:28

Brasil é país estratégico na área de petróleo, diz presidente mundial da Shell

O Brasil é um parceiro forte e estratégico na área de exploração de petróleo, avaliou o CEO da Shell, Ben van Beurden, após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto.

De acordo com ele, os negócios da petroleira se tornaram ainda mais estratégicos com a recente aquisição da British Gas (BG) pela Shell. “Temos confiança no clima de investimentos no Brasil”, afirmou.

"Reafirmei  nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

“Reafirmei nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo”, disse Ben van Beurden. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante a audiência, Beurden conversou com a presidenta Dilma sobre os planos da Shell para o Brasil e, segundo ele, externou a confiança em negócios de longo prazo no País. Com a compra da BG, a Shell se tornou a maior parceira da Petrobras na exploração do pré-sal. “Reafirmei nosso forte interesse com relação à implementação futura dessa parceria e continuamos com nossos planos de investimento no Brasil no longo prazo.”

Confiança na Petrobras
Sobre a Petrobras, ele destacou a confiança nos negócios com a companhia de petróleo brasileira. “Temos tido uma relação de trabalho muito forte e aberta com a Petrobras, estamos sobretudo confiantes nas operações conjuntas em andamento no Campo de Libra e antecipamos com muito interesse nossos investimentos futuros com a empresa”, declarou. Disse ainda que os planos da Shell são de uma parceria, que é vantajosa para as duas empresas, pelas habilidade técnicas complementares.

Ele avalia ainda que a compra da BG, vai levar a uma quadruplicação das operações da Shell no Brasil, atingindo até o final da década 20% da produção global da empresa.

“Tenho 100% de confiança de que a Petrobras sairá do atual episódio. E sairá mais forte como empresa. Isso foi um elemento de consideração muito importante ao fecharmos o negócio que nos posicionará como a empresa parceira líder da Petrobras por muitas décadas por vir”, enfatizou.

Quinta-feira, 9 de abril de 2015 às 11:57

Petrobras deu a volta por cima e mostrou a que veio, afirma presidenta Dilma

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras limpou o que tinha que limpar, continua de pé e por sua capacidade de inovação vai receber a maior premiação que o mundo dá para empresas de petróleo. Foi assim que a presidenta Dilma saiu em defesa da empresa brasileira que está entre as maiores do mundo. A declaração foi feita nesta quinta-feira (9), durante entrega de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense que sedia a maior refinaria brasileira, a Reduc (Refinaria Duque de Caxias).

“A Petrobras limpou o que tinha de limpar, tirou aqueles que tinha que tirar lá de dentro e que se aproveitaram de suas posições para enriquecer seus próprios bolsos. E mais, vocês podem ter certeza de uma coisa: Essa empresa, não só já deu a volta por cima, como ela hoje mostrou a que veio. Bateu todos os recordes. Diziam que ela não ia conseguir produzir petróleo tirado do pré-sal. Chegou a 700 mil barris em tempo recorde.”

Dilma destacou que a Petrobras vai receber pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions, o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore. A premiação, que será entregue em maio, é um reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal, que permitiu que em menos de seis anos o País alcançasse, a partir do zero, um recorde de mais de 700 mil barris de petróleo por dia.Olho Dilma Petrobras (1)

No evento estavam presentes funcionários da Reduc, com seus tradicionais uniformes cor de laranja. Dilma dirigiu a palavra a eles. “Aqui em Duque de Caxias temos essa compreensão do papel da Petrobras. Mas tenho certeza que até onde não tem refinaria no Brasil, no lugar mais distante deste País, tem uma pessoa, tem um conjunto de brasileiros, tem um conjunto de cidadãos que sabem que ela é um dos maiores orgulhos nossos”, frisou a presidenta.

Ela afirmou que a Petrobras superou a fase de ataques que enfrentou e que o rumo daqui para frente será diferente. “Defender a Petrobras é defender o Brasil”, disse, ao se referir a uma faixa levada pelos empregados da Petrobras ao evento. E ela explicou como é o sentimento de nacionalismo em relação a Petrobras. E se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia um saudoso fluminense, eu quero dizer que a Petrobras de macacão é também a pátria de macacão e mãos sujas de óleo”, finalizou.

Confira a íntegra

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