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Sábado, 13 de junho de 2015 às 18:47

Oferta de crédito de US$ 12 bi à Petrobras mostra que empresa está no rumo certo

A Petrobras já atingiu a marca de 800 mil barris de petróleo, extraídos diariamente dos campos do pré-sal, uma das maiores reservas comprovadas do mundo. Com Isso, a empresa mostra que está no caminho certo. Foi o que afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante entrevista ao Programa do Jô, que foi ao ar nesta sexta-feira (12).

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Petrobras derrubou mitos e virou a página, garantiu a presidenta Dilma em entrevista ao Programa do Jô. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Pode ter certeza, [a Petrobras] será uma das empresas mais lucrativas do mundo nessa área. Tanto é assim, que ela queria tomar US$ 500 milhões emprestados no exterior e o que veio? Veio US$ 12 bi. Mas ela não queria US$ 12 bi, ela queria, se eu não me engano, US$ 2,5 bi”, comentou Dilma com o apresentador, na conversa no Palácio da Alvorada.

Ela acrescentou que a produção do pré-sal é extremamente complexa, mas a estatal brasileira conseguiu realizar essa tarefa. E, por isso, ganhou o prêmio na OTC de inovação, que a presidenta chama de “Oscar do petróleo”, por ter desenvolvido tecnologias para extrair o mineral de áreas profundas. “Ela consegue explorar petróleo lá embaixo, a grandes profundidades, altas temperaturas e muita pressão”. Isso que ensejou a empresa a levar o prêmio, afirmou.

Segundo a presidenta, havia uma série de mitos de que a Petrobras não conseguiria achar petróleo no pré-sal. Depois que, se achasse, não seria possível extrai-lo. E, ainda que conseguisse, o produto seria de baixa qualidade. Mas tais mitos foram todos derrubados pela empresa. “É uma boa notícia: o petróleo [do pré-sal] é de boa qualidade. Quarta questão: os custos que nós temos nessa extração são compensadores, até para os níveis mais baixos que o petróleo atingiu nos últimos tempos”, graças às tecnologias desenvolvidas pela companhia.

“Eu quero dizer o seguinte: a Petrobras não pode ser confundida com X, Y ou Z em termos de números, de funcionários que cometeram irregularidades. A Petrobras tem mais de 80 mil funcionários. Ela registrou o balanço, teve as contas aprovadas na Comissão de Valores Mobiliários do Brasil e na equivalente a essa Comissão nos Estado Unidos, que é a SEC [Securities and Exchange Commission]. A Petrobras virou a página”, enfatizou.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Segundo a presidenta, o petróleo do pré-sal é de boa qualidade e os custos de extração são compensadores. Na foto acima, navio petroleiro André Rebouças da Petrobras, ancorado no Porto de Suape (PE). Foto: Guilherme Rosa/Blog do Planalto

 

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 às 11:18

Acordo entre Petrobras e Pemex pode avançar em áreas de investimento comum, como o setor naval

Brasil e México A presidenta Dilma Rousseff afirmou neste domingo (24), em entrevista ao jornal mexicano La Jornada, que a duas gigantes do petróleo na América Latina, a Petrobras e a estatal Petróleos Mexicanos (Pemex), poderiam avançar em diversas áreas, alem do atual Convênio Geral de Colaboração Científica, Técnica e de Treinamento, fechado em 2005. Segundo ela, as empresas podem atuar de forma conjunta em investimentos comuns e também na cadeia de fornecedores, especialmente na área naval. “Produzir um pedaço aqui e um pedaço lá”, disse ela.

“No Brasil, nós estamos fazendo estaleiros em um mercado que é demandante, porque temos de explorar o pré-sal”. Por sua vez, no México também há uma grande demanda. Assim, seria possível ter ações conjuntas na área da indústria de equipamentos e na cadeia de óleo e gás.

Brasil tem necessidade de navios e plataformas por causa do pré-sal e o México também tem grande demanda de produtos navais. Foto: Agência Petrobras

Além disso, a cooperação fica mais fácil porque Petrobras e Pemex têm características semelhantes, uma vez que a estatal brasileira já tem ações em bolsa e, agora, a empresa mexicana está indo pelo mesmo caminho.”Nós temos um marco muito similar”, avaliou. Além de estarem mais ou menos num mesmo ambiente regulatório, há presença de empresas internacionais tanto no México e quanto no Brasil.

Além disso, afirmou Dilma Rousseff, a Pemex também seria muito bem-vinda na área do pré-sal. De acordo com ela, isso seria de interesse estratégico do Brasil e bom para a Pemex porque a Petrobras detém a tecnologia de exploração em águas profundas.

A visita da presidenta ao México, nesta semana, é uma oportunidade para a criação de um marco político nesse sentido. “Nós veríamos com imensa simpatia. Afinal de contas, a Pemex é uma das maiores national oil companies do mundo. A Pemex é uma empresa absolutamente conceituada, por trás dela está o povo do México”. E a Petrobras é tão importante para o Brasil como a seleção. Se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia o escritor Nelson Rodrigues, a Petrobras é a pátria com as mãos sujas de óleo, acrescentou.

Petrobras é estratégica para o Brasil
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a Petrobras tem um papel um papel estratégico no Brasil, principalmente pelo grau de avanço tecnológico que alcançou. “Ela, hoje, tem uma coisa que ninguém tira. Nem competição nenhuma, pode vir quem quiser: nós conhecemos a bacia sedimentar continental brasileira como poucos conhecem. Então, se você pegar uma empresa internacional e perguntar para ela: ‘Como é que você quer entrar no Brasil?’ Posso te dizer que ela quererá entrar no Brasil aliada à Petrobras”. Isso faz da estatal brasileira uma empresa poderosa.

Sobre as investigações da Operação Lava-Jato, a presidenta ressaltou que a Petrobras tem 90 mil funcionários e apenas quatro deles estão sendo investigados. E a competência da empresa está mantida, tanto que ganhou recentemente o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore – segundo Dilma, o “Oscar” da área de petróleo e gás.

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 às 10:29

Risco de mudar regime de partilha na exploração do pré-sal é de menos mil, afirma Dilma Rousseff

Brasil e México A presidenta Dilma Rousseff voltou a defender neste domingo (24), o regime de partilha, adotado para a exploração do pré-sal brasileiro, afirmando que a possibilidade de se adotar o regime de concessão para essa área não existe. “Eu acho que [a possibilidade] não é zero. Enquanto eu estiver na presidência, é menos mil. O modelo de partilha é um modelo baseado nas melhores práticas internacionais”, disse em entrevista ao jornal mexicano La Jornada.

Para essa posição, corrobora a própria história da exploração do petróleo no Brasil, que tem características próprias, inclusive com a participação popular pela nacionalização do petróleo e criação da Petrobras. “O Brasil passou pelo menos uns 20 anos discutindo se aqui tinha petróleo ou não, porque procuravam em terra. Aqui, em terra não tem. É muito difícil, é pouco petróleo e não é de boa qualidade. Aí, a Petrobras entrou em águas rasas, na Bacia de Campos, e achamos o petróleo. Era muito? Não. Em alguma área era petróleo pesado, mas dava”.

“Quem achar que modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. É a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo” – Foto: R. Stuckert Filho/PR

 

Desde então, a empresa evoluiu até se tornar a maior exploradora de petróleo em águas profundas do mundo. Por isso, agora, o modelo de concessão faz todo sentido. “Qual é a diferença dele para o modelo de partilha? É quem é dono do óleo descoberto. No [modelo] de concessão, o dono do óleo descoberto é quem descobre. Por quê? Porque o risco é muito alto. No de partilha, quando você sabe aonde está o óleo, que ele existe, que ele é de boa qualidade, o risco é pequeno. Então, é justo, e mais do que justo, é completamente legítimo que o petróleo descoberto seja, uma parte, do Estado nacional”.

Dilma recordou que o Brasil buscou informações e descobriu que, em todos os lugares onde se sabia que tinha petróleo de boa qualidade e abundante, como no caso da Noruega, o modelo em vigor era o de partilha. “Quem achar que o modelo de partilha é algo ideológico, está equivocado. O modelo de partilha é a defesa dos interesses econômicos da população deste País, que é dona das suas riquezas naturais, em especial do petróleo”, já que foi difícil achar esse recurso natural no Brasil.

Terça-feira, 19 de maio de 2015 às 16:05

Crédito de US$ 10 bilhões mostra confiança dos bancos chineses na Petrobras

Brasil e ChinaO Brasil está ampliando, de forma substancial, uma ampla parceria já consolidada com a China nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Entre os atos celebrados nesta terça-feira (19), durante a visita oficial ao País do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, a presidenta Dilma Rousseff citou os acordos de cooperação entre o Banco de Desenvolvimento da China, o Banco de Indústria e Comércio da China, o China Eximbank e a Petrobras.

“O crédito oferecido de US$ 10 bilhões, além de refletir a confiança que nossa empresa de petróleo possui, em muito contribuirá para o fortalecimento das atividades do pré-sal, onde já contamos com expressiva presença das empresas chinesas”, comemorou a presidenta.

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva as áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Crédito chinês de US$ 10 bilhões permite que Petrobras desenvolva atividades nas áreas de petróleo, gás e hidroeletricidade. Foto: Agência Petrobras

Durante a cerimônia oficial, no Palácio do Planalto, a presidenta e o primeiro-ministro acompanharam também, em tempo real, a cerimônia de inauguração das obras da linha de transmissão em ultra-alta tensão que levará eletricidade da Usina de Belo Monte ao Centro-Sul do País, “onde está a maior demanda por em energia”.

“Como vocês viram, lançamos, hoje, a pedra fundamental de uma linha de transmissão em ultra alta tensão em corrente contínua de 800 mil volts, a ser construída pelo consórcio State Grid, chinês; Furnas e Eletronorte, brasileiras. Este consórcio levará energia da usina de Belo Monte, no Pará, até Minas Gerais percorrendo 2.086 km”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que os dois países também estabeleceram iniciativas de cooperação em energia renovável e nuclear, que permitirão o intercâmbio de experiências visando o desenvolvimento tecnológico e industrial conjunto.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 18:10

Reconstruir a indústria naval foi uma decisão estratégica do governo, afirma presidenta

A construção de navios como o André Rebouças, que fez nesta quinta-feira (14) sua primeira viagem, resulta de uma decisão estratégica do governo, tomada desde o início dos anos 2000, de reconstruir a indústria naval do Brasil, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, durante a cerimônia inaugural da embarcação e do batismo do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Ipojuca, região metropolitana do Recife (PE).

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Presidenta Dilma posa em frente ao petroleiro André Rebouças. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

 “Nós não chegamos aqui porque, há um ano ou dois atrás, começamos a fazer o navio André Rebouças (…). Chegamos aqui porque rompemos com uma realidade terrível. O Brasil tinha sido, nos anos 80, o segundo maior produtor na área de indústria naval. E esse processo foi desmantelado. Foi tão desmantelado que os estaleiros que existiam, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao governo, produziam [apenas] pequenas embarcações. E alguns dos quais eu visitei – porque era então ministra de Minas e Energia -, tinham grama no chão. A grama crescia porque nenhum trabalhador, nenhum funcionário, ninguém passava pelos canteiros, pelas áreas dos estaleiros.

A embarcação André Rebouças é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

Como resultado dessas iniciativas, o número de trabalhadores do setor, que em 2002 não chegava a sete mil, hoje, de acordo com dados do governo, somam cerca de 72 mil pessoas, com carteira assinada, capacitadas e bem remuneradas, responsáveis pela quarta maior carteira de encomendas de navios do mundo.

Descentralização e conteúdo nacional
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a decisão de recuperar a indústria naval brasileira levou a duas importantes consequências. A primeira, foi a decisão de espalhar os estaleiros pelas diversas regiões do território nacional, além do Sudeste, onde tradicionalmente já existia, para o Norte, Sul e o Nordeste.

A outra opção política foi a de valorizar e priorizar a indústria brasileira, ao exigir um percentual de tecnologia nacional na construção dos grandes petroleiros usados pela Petrobras. Essa decisão, juntamente com o incremento da produção do pré-sal, foi responsável pelo restauração da indústria naval no País.

 A indústria naval renovada, “fez com que incorporássemos tecnologia, melhorássemos a formação dos nossos trabalhadores e gerássemos emprego e renda. O que nós queremos é produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, acrescentou Dilma.  Apenas o petroleiro André Rebouças, por exemplo, tem 72% de conteúdo nacional, gerou mais de 2 mil empregos. O Marcílio Dias, batizado nesta quinta-feira, tem 67% de conteúdo nacional e criou 1,7 mil novos postos de trabalho.

Dilma recordou ainda que essas conquistas desmentiram o pessimismo de algumas pessoas, que diziam que o que o Brasil não tinha competência “para fazer, sequer, um casco de navio, de plataforma ou de qualquer um dos produtos da indústria de petróleo e gás.

Maldição do petróleo
Com essas políticas, reforçou a presidenta, o Brasil está trabalhando para evitar a chamada “a maldição do petróleo” ou a “doença holandesa”. O fenômeno ocorre em alguns países onde a abundância dessa commodity leva ao fim de outras indústrias e a população é obrigada a utilizar apenas produtos importados.

É o fato de que a riqueza gerada pode resultar no empobrecimento do resto do País e no enriquecimento só de um setor. Para não ter maldição do petróleo, temos de ter uma cadeia de petróleo e gás, fornecendo produtos com trabalhadores brasileiros treinados aqui, capazes, ganhando salários adequados e tendo uma renda adequada”, destacou a presidenta.

 E concluiu: porque não queremos a maldição do petróleo para o Brasil, vocês podem ter certeza, a política de conteúdo local veio para ficar

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 16:12

Petrobras é uma conquista brasileira e forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”

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Presidenta destacou o amplo conhecimento técnico da Petrobras na exploração de petróleo em águas profundas. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras é uma das maiores conquistas do povo brasileiro, e mesmo no momento em que a empresa enfrenta um dos seus maiores desafios, ela é forte o suficiente para ganhar o “Oscar tecnológico”, disse a presidenta Dilma Rousseff, fazendo referência ao prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions. A premiação representa o reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber como operadora offshore, que busca petróleo em águas profundas. A Petrobras recebeu o prêmio no início deste mês, nos Estados Unidos.

A presidenta lembrou que a Petrobras é uma das poucas do mundo a dispor de tecnologia para operar com sucesso a 3, 5 e até a 7 mil metros de profundidade, suportando temperaturas e pressões extremas sob a água. “Qual é o obstáculo? Extrair petróleo? O Brasil extrai. Extrair petróleo a preços competitivos? o Brasil extrai. É por isso que tem demanda por navios [no Brasil]. Somente se a demanda não for atendida por trabalhadores e empresas brasileiras, “aí, aceitamos investidores que venham de fora, gerar emprego aqui”, enfatizou.

Dilma falou sobre a importância da Petrobras durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, também foi celebrada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 14:45

Dilma: Modelo de partilha distribui melhor parte do pré-sal ao povo brasileiro e será mantido

A presidenta Dilma Rousseff defendeu, nesta quinta-feira (14), o modelo de partilha, adotado para a extração e produção de petróleo e gás na área do pré-sal brasileiro. Segundo ela, esse modelo é adequado para uma área que produz abundância de petróleo de alta qualidade. Nesse caso, “a sociedade brasileira, o povo brasileiro tem direito a ter uma parte relativa à distribuição do petróleo, a parte do leão [a maior e melhor parte] fica com o povo e a sociedade brasileira”, destacou.

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ninguém pode achar que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade”, afirmou Dilma ao defender o modelo de partilha na exploração do pré-sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A diferença é que, no regime de concessão, o único usado anteriormente pela Petrobras, quem acha a fonte é dono de todo o petróleo que produz. Para a presidenta, a facilidade de extração mineral nos campos do pré-sal justificam a adoção desse modelo, em que o Estado é dono do petróleo produzido.

Ninguém pode achar, em sã consciência, que é um grande peso para uma empresa ter acesso privilegiado aonde tem muito petróleo e de boa qualidade. Isso acontece com a Petrobras no caso do modelo de partilha que, do ponto de vista desse governo, será mantido”.

As declarações foram feitas durante o batizado do petroleiro Marcílio Dias, no Complexo Portuário de Suape, em Pernambuco. Na ocasião, foi iniciada a viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS).

Confira a íntegra

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 11:16

Tempo Real: Dilma entrega petroleiros com capacidade de 1 milhão de barris cada

13h55 – Termina a cerimônia de entrega dos navios petroleiros Marcílio Dias e André Rebouças, no Porto de Suape, em Pernambuco. Confira em instantes a cobertura completa do Blog do Planalto.

13h41 – Em seu pronunciamento, a presidenta Dilma defendeu que o modelo de partilha é a garantia de que os  recursos do petróleo serão distribuídos e beneficiarão diretamente o povo brasileiro. “No meu governo, a política de partilha está mantida”, finalizou

13h30 – A presidenta Dilma enfatizou em sua fala que o Brasil produz agora navios com alto valor agregado e destacou a capacidade de produção dos brasileiros. “Esse estaleiro foi construído com a força dos trabalhadores pernambucanos.

13h20 – Para a presidenta Dilma “chegamos aqui hoje porque rompemos uma realidade de estagnação da indústria naval brasileira. A reimplantação da indústria naval no Brasil fez com que incorporássemos tecnologia, melhorássemos a formação dos nossos trabalhadores e gerássemos emprego e renda. O que nós queremos é produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, destacou

13h10 – Presidenta começa a discursar na cerimônia de entrega dos navios de plataforma de petróleo Marcílio Dias e André Rebouças.

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

Navio petroleiro André Rebouças, inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta (14), recebeu investimento de R$ 392,3 milhões (R$ 326,2 milhões do BNDES e R$ 66,1 milhões da Transpetro) Foto: Guilherme Rosa/PR

13h05 – O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, destacou que o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) foi responsável pelo fortalecimento da indústria naval brasileira. “O Promef fez com que o Brasil não abrisse mão da indústria naval. Estamos gerando emprego e renda para trabalhadores nos estaleiros brasileiros. Essa decisão transformou homens que estavam na cana, em Pernambuco, em metalúrgicos”, enfatizou.

12h54 – Em seu discurso, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendini, afirma que a empresa brasileira é hoje referência mundial de tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas. “Estamos batendo sucessivos recordes com a produção do pré-sal, que teve crescimento de 70% desde o início da exploração. Na última semana, chegamos a produção recorde de 800 mil barris por dia só no pré-sal”, ressaltou.

12h30 – Para a ajudante industrial Andreia Lisângela da Silva Nascimento, que discursou representando os trabalhadores do Estaleiro Atlântico Sul, é uma alegria trabalhar firme para ajudar a impulsionar a indústria naval do País.

12h25 – Em seu discurso, o presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Angelo Bellelis, afirmou que os cinco próximos navios construídos no estaleiro serão 100 % brasileiros.

Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias, batizado hoje, em Pernambuco. A embarcação é a décima de 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Foto: Guilherme Rosa/PR

Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias, batizado hoje, em Pernambuco. A embarcação é a décima de 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Foto: Guilherme Rosa/PR

12h16 – Cláudia Malvares é a madrinha do navio Marcílio Dias e acaba de batizar a embarcação. Ela é gerente de RH da Transpetro. “Foi uma honra muito grande fazer esse batismo, uma experiência fabulosa. Principalmente, para mim, que trabalho de forma muito próxima com transporte marítimo e logística de pessoal da tripulação.  É também um reconhecimento profissional,” revela.

11h13 – De acordo com o comandante do navio petroleiro André Rebouças, o piloto Fábio Torres, a tecnologia usada nos navios que têm sido construídos no Brasil é de ponta, tanto na parte de navegação quanto de operação. “São os melhores e mais modernos equipamentos no mundo para navios que estão sendo aplicados aqui”, afirmou.

Assista o depoimento do comandante:

12h10 – A presidenta Dilma e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, participam agora da cerimônia de batismo do navio de grande porte Marcílio Dias, em Suape (PE).

12h05 – Começa agora a cerimônia de entrega dos navios Marcílio Dias e André Rebouças, no Porto de Suape (PE).

11h40 – Presidenta Dilma visita agora o navio petroleiro André Rebouças, no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco.

Montador Marcílio José da Silva (à esquerda) ao lado de colegas de trabalho do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. “As obras dos navios têm tirado muita gente do trabalho na usina de cana.  E na usina, o trabalho é só por seis meses. Aqui é o ano inteiro”, comemora. Foto: Guilherme Rosa/PR

Montador Marcílio José da Silva (à esquerda) ao lado de colegas de trabalho do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. “As obras dos navios têm tirado muita gente do trabalho na usina de cana. E na usina, o trabalho é só por seis meses. Aqui é o ano inteiro”, comemora. Foto: Guilherme Rosa/PR

11h32 – Para o montador do Estaleiro Atlântico Sul, Marcílio José da Silva, a construção dos navios em Pernambuco ampliou as oportunidades e a qualidade de trabalho no estado. “É um prazer imenso, uma grande honra participar de uma obra tão grande. A questão do emprego melhorou muito em Pernambuco com obras como essa. Muita gente antes trabalhava na usina, na cana e hoje tem um emprego melhor e consegue dar uma vida melhor para sua família”, garante.

11h23 – Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil novos empregos no País. Já o Marcílio Dias gerou 1,7 mil novos postos de trabalho.

11h20 – Os dois navios, que são do modelo suezmax, têm 274 m de comprimento – o equivalente a 2,5 vezes o comprimento de um campo de futebol – 48 m de largura e 51,7 m de altura.

11h15 – O navio petroleiro André Rebouças, que a presidenta Dilma inaugura em instantes, é a nona embarcação a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Exportação da Frota (Promef).

11h10 – Daqui a alguns minutos, a presidenta Dilma Rousseff chega ao Porto de Suape, em Pernambuco, para participar da cerimônia de batismo do navio Marcílio Dias e da viagem inaugural do petroleiro André Rebouças. Cada um deles tem capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo, quase a metade da produção diária nacional.

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 às 8:30

Presidenta Dilma inaugura petroleiro para exportação do pré-sal

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta quinta-feira (14), da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Transpetro. A embarcação é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Na mesma cerimônia, realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), também será batizado o petroleiro Marcílio Dias.

O navio André Rebouças, que será inaugurado pela presidenta Dilma nesta quinta-feira, tem capacidade para transportar cerca de 1 milhão de barris de petróleo, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Só a construção do navio gerou mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Só a construção do navio petroleiro André Rebouças foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

O André Rebouças tem a finalidade de exportar petróleo cru retirado no pré-sal e só sua construção foi responsável pela geração de mais de 2 mil empregos diretos no País. Os dois navios, que são do tipo suezmax, têm capacidade de transporte de cerca de 1 milhão de barris de petróleo cada um, o equivalente a quase metade da produção brasileira diária. Essa embarcação atende às limitações do Canal de Suez, no Egito: largura de 48 metros e calado de 17 metros.

No momento, há 14 navios encomendados pela Transpetro a estaleiros nacionais em diferentes fases de construção, sendo seis no estágio de acabamentos.


 

 

Segunda-feira, 4 de maio de 2015 às 18:04

Petrobras recebe principal prêmio da indústria de óleo e gás do mundo

A Petrobras recebeu neste final de semana, nos Estados Unidos, o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions pelo conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção de petróleo em águas profundas do pré-sal. O OTC é o prêmio mundial mais importante que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

No mês passado, durante a visita de Estado da presidenta da Coreia do Sul ao Brasil, falando sobre sua confiança na recuperação da Petrobras, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da premiação, que significa uma nova era para a petrolífera brasileira.

“Eu acho interessante o fato de ela [Petrobras] estar recebendo o prêmio na OTC, não só porque é uma grande empresa, do ponto de vista financeiro, como de qualquer lado que você olhe, pelo tamanho dela, pela capacidade de emprego que ela gera”, ressaltou na ocasião.

Dilma destacou ainda a grande capacidade da empresa de gerar tecnologia nacional para conseguir solucionar o desafio de explorar petróleo em águas profundas, ou super profundas, que têm temperaturas e pressões extremas.

 Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras


Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, recebe premiação em Houston (EUA): pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no Brasil. Foto: Divulgação/Petrobras

Premiação
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, recebeu a premiação durante um jantar promovido em Houston, no Texas (EUA). Em seu discurso, Solange observou que o pré-sal já responde por mais de 20% da produção de petróleo no País, oito anos após sua descoberta, e enumerou tecnologias que levaram à conquista do prêmio.

A executiva destacou que todo o dióxido de carbono produzido no pré-sal está sendo reinjetado. “Com isso, evitamos a emissão de um milhão de toneladas de CO2”, contabilizou.

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