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Quinta-feira, 16 de outubro de 2014 às 16:11

Petrobras atinge recordes históricos como operadora de petróleo e gás em setembro

A produção consolidada de petróleo e gás, no Brasil e no exterior, atingiu 2,781 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em setembro, volume 0,8% superior ao registrado em agosto, de acordo com dados divulgados pela Petrobras nesta nesta quarta-feira (15). Com isso, neste mês, e empresa bateu os recordes históricos como operadora de petróleo e gás no Brasil.

Somente a produção de petróleo da estatal no Brasil atingiu em setembro a média de 2 milhões 118 mil barris/dia (bpd). Esse volume foi 0,6% maior que o produzido em agosto, que alcançou 2 milhões 105 mil bpd.

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Já a produção total de petróleo operada pela companhia no Brasil, que inclui a parcela operada pela Petrobras para seus parceiros, atingiu em setembro seu terceiro recorde consecutivo, de 2 milhões 239 mil bpd – volume 0,3% superior aos 2 milhões 232 mil bpd que haviam sido alcançados no mês de agosto.

Produção total de petróleo e gás
A produção total de petróleo e gás no Brasil foi de 2 milhões 565 mil boed, indicando um aumento de 0,5% em relação a agosto (2 milhões 551 mil boed) e também um novo recorde histórico.

A produção total de óleo e gás natural operada pela Petrobras no Brasil, que inclui a parcela operada para seus parceiros, por sua vez, foi de 2 milhões 743 mil boed no mês de setembro, 0,3% acima do volume obtido em agosto (2 milhões 736 mil boed). Esta também é a maior produção total operada já atingida pela Companhia.

Crescimento da produção
O crescimento da produção decorreu, principalmente, do ramp up (antecipação de crescimento e de resultados) da produção das plataformas P-55 e P-62, em Roncador (Bacia de Campos), e do FPSO Cidade de Paraty, em Lula Nordeste (Bacia de Santos). No mês de setembro, seis novos poços offshore iniciaram operação nas bacias de Santos e Campos, sendo cinco poços produtores e um injetor. Com eles, um total de 53 novos poços já entrou em operação no ano de 2014.

Com a chegada das três embarcações do tipo PLSV (Pipe Laying Support Vessel) Sapura Topázio, Coral Atlântico e NO 102, no mês de setembro, a frota da Companhia atingiu 18 embarcações, do total de 19 previstos para operarem até o final deste ano.

Pré-sal
A produção da camada pré-sal teve em setembro o volume de 532 mil bpd, e no dia 18 de setembro foi registrada a maior produção no pré-sal das Bacias de Santos e Campos, de 618 mil bpd, constituindo-se em novo recorde diário de produção naquela camada.

Essas vazões também incluem a parte operada pela Petrobras para seus parceiros. Vale destacar que, após a entrada em produção do poço RJS-674, em 10 de setembro, o FPSO Cidade de Paraty atingiu sua capacidade máxima de produção, de 120 mil bpd, com apenas quatro poços produtores, assim como já havia ocorrido com o FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá (Bacia de Santos).

Fonte: com informações da Petrobras.

Sexta-feira, 3 de outubro de 2014 às 17:48

Pré-sal aumenta produção em 11% em agosto

A produção no pré-sal aumentou 11% em agosto, em relação ao mês anterior, totalizando 647 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 533 mil barris diários de petróleo e 18,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em boletim nesta sexta-feira (3).

A produção teve origem em 35 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e nas áreas de Iara e Entorno de Iara.

Os poços do pré-sal são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010.

Sábado, 23 de agosto de 2014 às 10:30

Exploração do pré-sal impulsiona crescimento da indústria naval

A demanda por embarcações usadas na exploração do petróleo do pré-sal continua a atrair investimentos para o setor naval, que cresce 19,5% ao ano. A expansão da produção de petróleo dobrará até 2020 a participação da indústria de petróleo e gás no PIB e levará a indústria naval e offshore (exploração em alto mar) brasileira a faturar em torno de US$ 17 bilhões por ano no período.

Os dados fazem parte do estudo “Ressurgimento da Indústria Naval no Brasil (2000 – 2013)”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e apresentado esta semana na Marintec South America – 11ª Navalshore, no Rio de Janeiro.

naval

O estudo aponta que o ritmo de crescimento verificado e o volume de investimentos na indústria naval – cerca de R$150 bilhões no período de 13 anos – já consolidaram o setor. Dentre os investimentos destacados estão os realizados por três programas coordenados pela Petrobras: o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), o Programa de Renovação e Expansão da Frota de Embarcações de Apoio Marítimo (Prorefam) e o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da subsidiária Transpetro.

Um dos principais indicadores foi o rápido crescimento da força de trabalho empregada. Segundo o estudo, em março de 2013, a indústria naval empregava 71 mil trabalhadores. Estima-se que hoje 80 mil pessoas trabalham na área. O aumento de produção também beneficiou a cadeia de produção. A indústria de navipeças emprega cerca de 100 mil pessoas.

Encomendas
As encomendas previstas para a exploração de áreas do pré-sal garantem demanda para o setor pelos próximos 25 anos. Com base na perspectiva de encomendas de plataformas e embarcações de apoio para áreas do pré-sal, como o Campo de Libra, o estudo calcula uma demanda de pelo menos 544 embarcações a serem produzidas. O montante de recursos estimados é da ordem de R$ 227 bilhões.

Para atender a tantas encomendas de navios, sondas, plataformas e seus módulos (e integração), tornou-se necessária a construção de estaleiros em algumas regiões do Brasil. Entre 2013 e 2014, estão previstos para entrar em operação dez estaleiros de grande e médio portes, englobando investimentos da ordem de R$ 10,7 bilhões. Atualmente o país conta com 29 estaleiros considerados de grande e médio portes.

Inovação
O comércio mundial cresceu oito vezes desde 1970, bem acima do crescimento do PIB mundial. Isso mostra cada vez mais o aumento da frota mercante, necessária para a redução de assimetrias regionais.

Por enquanto, a demanda doméstica do setor de petróleo é estável e confiável. O estudo do Ipea afirma que o principal objetivo da indústria deve ser aumentar a inovação e a produtividade para garantir o crescimento do setor quando cessar a demanda interna.

Sábado, 16 de agosto de 2014 às 10:30

Produção de petróleo brasileira é classificada como “excepcional” pela AIE

A Agência Internacional de Energia (AIE) classificou como “excepcional” o aumento da produção de petróleo no Brasil no segundo trimestre deste ano, em relatório mensal divulgado nesta semana, informa a Petrobras. Segundo o relatório da AIE, que está presente em 29 países, a produção de petróleo no país atingiu a casa de 2,3 milhões de barris por dia (bpd) em junho. “Isso coroa um excelente trimestre para o setor”, com alta de 180 mil bpd no segundo trimestre de 2014 na comparação do ano passado, informa o relatório.

Segundo a agência, além da entrada em operação da P-62, no campo de Roncador, em maio, a conexão de um novo poço do pré-sal à plataforma P-48, no campo de Caratinga, o fim das operações de manutenção da P-51, em Marlim Sul, e um TLD (Teste de Longa Duração), em Iara Oeste, também contribuíram para o aumento da produção de maio e junho. Os campos de Roncador, Caratinga e Marlim Sul ficam na Bacia de Campos e Iara Oeste está localizado na Bacia de Santos. Todos são operados pela Petrobras.

Aumento da eficiência
De acordo com a Petrobras, o relatório destaca também a importância do Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), uma iniciativa sistemática para manutenção da confiabilidade, integridade e segurança dos sistemas de produção, está rendendo resultados. A eficiência operacional das unidades de produção da companhia atingiu média acima de 91% em junho, o maior nível dos últimos anos.

O relatório da Agência Internacional de Energia prevê que, com a entrada em operação da P-61, no campo de Papa Terra, na Bacia de Campos e com os FPSOs Cidade de Ilhabela (que vai operar em Sapinhoá, na Bacia de Santos) e Cidade de Mangaratiba (que vai operar em Iracema Sul, também na Bacia de Santos) entrando em operação até o fim de 2014, o aumento na produção seja de aproximadamente 135 mil bpd em 2014 na comparação com o ano passado.

Nesta semana, a Petrobras divulgou sua produção de julho, que atingiu recorde histórico, e também novo recorde de produção no pré-sal. A produção total de petróleo, incluída a parcela operada pela empresa para seus parceiros, no Brasil, chegou, em julho, a 2 milhões 152 mil bpd.

A produção do pré-sal também atingiu novo recorde mensal no mês, chegando a 480 mil bpd. No dia 13 de julho, a produção da camada pré-sal das bacias de Santos e Campos atingiu a marca de 546 mil bpd, configurando um novo recorde diário, ultrapassando em 5% o recorde anterior, de 520 mil bpd, de 24 de junho. Esses volumes também incluem a parte operada pela Petrobras para seus parceiros.

Fonte: Portal Brasil com informações da Petrobras.

Sexta-feira, 15 de agosto de 2014 às 10:07

Petrobras tem lucro bruto de R$ 38,5 bilhões no segundo trimestre de 2014

O lucro bruto da Petrobras no segundo trimestre de 2014 foi de R$ 38,5 bilhões. Segundo informou a empresa, na segunda-feira (11), o resultado é 2% superior ao do primeiro trimestre 2013, principalmente devido aos maiores preços de derivados.

Na comparação com o trimestre anterior, o lucro operacional da empresa teve aumento de 17%, passando de R$ 7,6 para R$ 8,8 bilhões. Ainda de acordo com os diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Alcides Santoro (Gás e Energia), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Formigli (Exploração e Produção), o lucro líquido foi de R$ 10,3 bilhões, 25% menor que o mesmo período do ano anterior.

A principal causa do recuo foi o provisionamento do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), aos menores ganhos com venda de ativos e às maiores baixas de poços secos e subcomerciais, assim como baixas de ativos.

Já o avanço de 17% no lucro operacional reflete as menores despesas operacionais relativas ao provisionamento do PIDV, que caíram em relação ao primeiro trimestre. Porém, o lucro líquido no período (R$ 5 bilhões) foi 8% inferior, impactado pelo menor resultado financeiro e a maior alíquota efetiva de imposto de renda.

Fonte: Portal Brasil com informações da Petrobras.

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014 às 19:07

Petrobras bate recorde na produção de petróleo em julho e atinge 2,1 milhões de barris ao dia

A produção total de petróleo da Petrobras no Brasil bateu recorde mensal em julho, com 2,152 milhões de barris por dia, informou a estatal na segunda-feira (11). Esse valor inclui o montante que resulta das operações da empresa para seus parceiros. A média diária, sem a participação dos parceiros, foi de 2 milhões e 49 mil barris ao dia, 2% a mais do que o mês anterior (2 milhões e 8 mil bpd).

A produção de petróleo e líquido de gás natural (LGN) no Brasil atingiu a média de 1 milhão 947 mil barris por dia no semestre, 1,4% superior à produção do 1º semestre de 2013. Segundo a empresa, esse aumento foi impulsionado pela entrada em operação dos novos sistemas de produção: P-63 (Papa-Terra), P-55 (Roncador), P-62 (Roncador) e P-58 (Jubarte), e pelo aumento da produção nos FPSOs Cidade de Itajaí (Baúna), Cidade de Paraty (Lula NE) e Cidade de São Paulo (Sapinhoá).

Produção também bate recorde no pré-sal
Em junho, a Petrobras bateu novo recorde de produção mensal no pré-sal, atingindo 477 mil barris de petróleo por dia, e em 13 de julho, foi registrado um recorde diário de 546 mil barris com apenas 25 poços produtores.

A empresa interligou, até junho de 2014, 30 novos poços, número próximo ao total de poços interligados em todo o ano de 2013. Neste ano já foram incorporados três novos navios do tipo Pipe Laying Support Vessel (PLSV) à frota da Petrobras, aumentando a disponibilidade de equipamentos necessários ao crescimento da produção. O PLSV, ou navio lançador de linha, são embarcações que lançam e recolhem linhas no mar, utilizadas para conectar as plataformas a sistemas de produção de petróleo.

No refino, a Petrobras aumentou a carga processada e a produção de derivados, alcançando, em junho, recorde de processamento de petróleo nas refinarias no Brasil de 2 milhões 172 mil barris de petróleo por dia.

Programas de eficiência
Segundo a Petrobras, o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef) contribuiu com uma produção adicional de petróleo de 96 mil barris por dia no semestre. A eficiência operacional chegou a 80% na Unidade Operacional Bacia de Campos (UO-BC) no fim do semestre, tendo atingido em maio o recorde de eficiência operacional dos últimos 47 meses, de 81,2%.

Os programas estruturantes (Prodesin, Procop, Infralog, PRC-Poço e PRC-Sub) impactaram positivamente o caixa em R$ 5,6 bilhões no 1º semestre deste ano, relatou a diretoria da empresa.

Fonte: Portal Brasil com informações da Petrobras.

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 15:12

Consórcio inicia perfuração do primeiro poço exploratório em Libra

Mapa com a localização de Libra e sua distância da Costa. Agência Petrobras.

Mapa com a localização de Libra e sua distância da Costa. Agência Petrobras.

A Petrobras iniciou na quarta-feira (6) a perfuração do primeiro poço exploratório na área de Libra. Esse é o primeiro de dois poços previstos na primeira fase do Programa Exploratório Mínimo (PEM), proposta de exploração firmada com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Petrobras é a operadora do Consórcio de Libra (40%), formado também por Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), juntamente com a Pré-Sal Petróleo S.A.

O primeiro poço atingirá a profundidade final (profundidade de água e sedimentos) de 5.850 metros e está a cerca de 170 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a aproximadamente 5 km a Sudoeste do poço descobridor. Durante a perfuração serão realizados testes para adquirir informações necessárias ao desenvolvimento da produção de Libra.

Além da perfuração desses dois poços, o PEM inclui também a realização de um levantamento sísmico de toda a área do bloco, já concluído, e a realização de um teste de longa duração, que será iniciado em dezembro de 2016. Todo o Programa Exploratório Mínimo será concluído até o final de 2017 e a estimativa é de que o primeiro sistema de produção definitivo comece a operar em 2020.

Descoberto em 2010, o bloco de Libra está localizado em águas ultraprofundas no pré-sal da Bacia de Santos, numa área de 1.547,76 km², sendo considerado um prospecto de elevado potencial. O contrato estabelece que a fase exploratória tenha duração de quatro anos a partir da sua assinatura, em dezembro de 2013.

Perfuração de poços do pré-sal em 2013
A Petrobras alcançou um índice de sucesso de 100% na perfuração de 14 poços do pré-sal em 2013. Se considerar todos os poços perfurados (total de 76, sendo 45 em terra e 31 no mar), o índice de sucesso foi de 75% em 2013. Os investimentos em exploração nesse período somaram R$ 17,3 bilhões, incluindo, principalmente, os custos de perfuração, de levantamentos sísmicos e de aquisições de blocos. O ano foi encerrado com reservas provadas de petróleo e gás natural na ordem de 16,565 bilhões de barris de petróleo equivalente, que inclui gás natural. Esses valores equivalem a um aumento de 0,8% em relação às reservas provadas em 2012.

Fonte: Petrobras.

Sexta-feira, 1 de agosto de 2014 às 15:56

Acordo de US$ 500 milhões com Japão permitirá ampliação da indústria naval

Presidenta Dilma Rousseff em reunião bilateral com o Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Sua presença entre nós expressa ainda a vontade recíproca de fortalecer a cooperação bilateral nos mais diversos campos”, disse a presidenta Dilma após reunião com Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Brasil e Japão

Acordo entre Petrobras, Agência Japonesa de Seguro de Crédito Nexi e o Banco Mizuho no valor US$ 500 milhões permitirá a construção de oito novas plataformas para a produção de petróleo em alto mar. O anúncio foi feito em declaração à imprensa após visita oficial do premiê japonês, nesta sexta-feira (1). Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a parceria dará novo impulso à cooperação bilateral entre os países.

“Vemos com muita satisfação a associação de empresas brasileiras com empresas japonesas nos estaleiros Atlântico Sul, em Pernambuco; Enseada de Paraguaçu, na Bahia; e Ecovix-Engevix, no Rio Grande do Sul. Vamos complementar esse esforço com intercâmbio de instrutores e a qualificação profissional dos trabalhadores brasileiros.”

Dilma enalteceu também o interesse das empresas japonesas em participar das licitações ligadas a projetos de infraestrutura e logística e citou o fortalecimento entre os países na área de Ciência, Tecnologia e Inovação, com a parceria estendida em novos domínios como o espacial, o nuclear e a prevenção de desastres naturais.

Comércio e investimentos bilaterais
O comércio entre os países, que em 2013 ultrapassou a casa dos US$ 15 bilhões, foi lembrado pela presidenta. Dilma reafirmou ainda a determinação de manter a ampliação e diversificação do comércio bilateral.

“O estoque de investimento japonês em nosso país é de US$ 32 bilhões. (…) Verificamos o crescente interesse da indústria automotiva japonesa em nosso país. No último ano foram anunciados investimentos da Toyota, da Nissan, Honda, Yorozu e Bridgestone. Essa presença se expande agora para novas áreas”, analisou.

Segurança internacional
A presidenta destacou o consenso entre Brasil e Japão por reforma que contemple expansão e ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança das Organizações das Nações Unidas, no sentido de mitigar antigos conflitos de grandes dimensões humanitárias sem perspectiva de solução. Na declaração à imprensa, Dilma também destacou papel da ONU na resolução de conflitos regionais.

“(…) destacamos a importância da ONU na resolução de conflitos regionais, como é o caso daqueles existentes tanto no Oriente Médio, quanto no Leste da Ásia, e a solidariedade do Brasil a toda e qualquer iniciativa que promova a paz em todas as regiões do mundo.”

Confira a íntegra

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 16:10

Petrobras ultrapassa a produção de 500 mil barris de petróleo por dia no Pré-Sal

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 16:10

Petrobras ultrapassa a produção de 500 mil barris de petróleo por dia no Pré-Sal

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras na camada Pré-Sal, nas bacias de Santos e de Campos, superou a marca dos 500 mil barris por dia (bpd) – atingindo 520 mil bpd no dia 24 de junho – configurando novo recorde de produção diária. Desse volume, 78% (406 mil bpd) correspondem à parcela da Petrobras e o restante, à contribuição das empresas parceiras da companhia.

O volume de 520 mil barris por dia foi alcançado em apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada Pré-Sal, ocorrida em 2006. Na porção americana do Golfo do México, por exemplo, foram necessários 20 anos para se produzir 500 mil barris diários. No Mar do Norte, o patamar foi atingido em dez anos.

A produção média do Pré-Sal, no mês de maio, representa 22% do total da produção operada pela Petrobras no Brasil, em 2018 representará 52% do total produzido, devendo chegar a 3,2 milhões de barris por dia. Serão 19 novas unidades de produção instaladas na Bacia de Santos até o final de 2018. Com contribuição desses projetos, a expectativa é que a produção exclusivamente nas áreas do Pré-Sal, em 2017, ultrapasse barreira de um milhão de barris por dia.

Quanto à produtividade, o Pré-Sal no país supera a média mundial. A produtividade média por poço em operação comercial na Bacia de Santos tem sido da ordem de 25 mil barris de petróleo por dia, maior que a registrada no Mar do Norte (15 mil barris de petróleo por poço/dia) e no Golfo do México (10 mil barris de petróleo por poço/dia). Alguns poços da Bacia de Santos apresentam produtividade acima de 30 mil barris diários.

Em 2013 a Petrobras alcançou índice de sucesso geológico de 100% no Pré-Sal. Os 14 poços perfurados nas bacias de Santos e Campos nesse ano, todos operados pela companhia, identificaram presença de petróleo. Apenas entre janeiro de 2013 e março de 2014 a Petrobras realizou 15 novas descobertas. As descobertas da última década, estão entre as mais importantes, em todo o mundo, apresentando volumes potenciais significativos e indicando a presença de óleo de excelente qualidade e alto valor comercial.



Redução em 55% do tempo de perfuração de poços no Pré-Sal representam economia
Com experiência adquirida e introdução de novas tecnologias e melhores práticas, tempo médio de perfuração de poços no Pré-Sal nos campos de Lula e Sapinhoá passou de 126 dias, em 2010, para 60 dias em 2013, redução de 55%.

Com essa redução, a companhia está conseguindo considerável economia de recursos, devido à diminuição dos dias em operação de sondas. Como o custo médio de perfuração de um poço é de aproximadamente US$ 1 milhão por dia, a Petrobras está economizando, em média, US$ 66 milhões na atividade de perfuração por poço no Pré-Sal. Um avanço significativo, considerando a magnitude que essa economia representa para o caixa da Petrobras.

Saiba mais sobre o Pré-Sal
O termo Pré-Sal se refere a conjunto de rochas localizadas em águas ultraprofundas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de Pré-Sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, onde em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.

As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas pela Petrobras na camada Pré-Sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontram grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, o óleo identificado tem densidade de 28,5º API (escala para medir densidade do petróleo), baixa acidez e baixo teor de enxofre, características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.

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