Sexta-feira, 15 de julho de 2011 às 12:33
A ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Helena Chagas, afirmou que são infundadas as informações sobre mudanças nas diretorias da Petrobras e da BR Distribuidora. A ministra esteve no comitê de imprensa do Palácio do Planalto, na manhã desta sexta-feira (15/7), para esclarecer matéria publicada hoje pelo jornal carioca O Globo sobre o tema.
Na visita aos jornalistas que acompanham o dia a dia da Presidência da República, a ministra Helena Chagas negou o conteúdo das informações da referida reportagem.
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Segunda-feira, 20 de junho de 2011 às 14:10
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi recebido em audiência pela presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (20/6), fez avaliação muito positiva sobre o desempenho do Brasil no cenário internacional. O ministro comemorou o fato de a agência de classificação Moody’s ter aumentado a nota de risco do Brasil. O ministro explicou que a economia nacional segue dentro das expectativas e previu que a inflação em 2011 fique entre 6,15% e 6,2%, ou seja, abaixo de 6,5% que era a estimativa inicial.
“A economia brasileira tem um comportamento excelente. Deve crescer algo perto de 4,5%. A inflação também está sob controle. Estamos no mês de junho e os indicadores mostram a queda da inflação. As contas fiscais também estão controladas”, contou Mantega.
O ministro disse que a presidenta Dilma ficou satisfeita com as informações e indagou sobre a geração de emprego. Nesse instante, segundo relato, foi assegurado que o país seguirá no aumento da oferta de emprego. Mantega disse que os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referentes ao mês de maio, serão divulgados hoje (20/6) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Guido Mantega fez ressalvas apenas no que diz respeito aos produtos manufaturados. Segundo o ministro, trata-se do “setor que mais sofre” em função de que algumas economias mundiais ainda atravessarem dificuldades. O ministro disse também que na última sexta-feira foi constituído grupo de inteligência que irá intensificar a fiscalização nas empresas exportadoras.
“As exportações estão crescendo e não podemos permitir que se cometam fraudes. Estamos aperfeiçoando a defesa comercial”, contou.
Na entrevista, Mantega foi questionado sobre o plano de investimentos da Petrobras. Ele explicou que a empresa vem preparando o cronograma de investimentos e que o Conselho de Administração da companhia, como de praxe, discute todos os projetos para que seja feito o aperfeiçoamento.
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Domingo, 5 de junho de 2011 às 9:41
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 16:57
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 16:41
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 14:33

Presidenta Dilma Rousseff durante visita à Plataforma P-56 em Angra dos Reis. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
O Brasil que cresce, que se desenvolve, que é capaz de produzir sondas e plataformas e de se tornar referência internacional na indústria naval deve ser o mesmo país que acolhe sua população pobre e que promove a inclusão social e o fim da miséria. Durante a cerimônia de batismo da Plataforma P-56 da Petrobras, nessa sexta-feira (3/6), em Angra dos Reis (RJ), a presidenta Dilma Rousseff lembrou do potencial de superação do povo brasileiro – que mostrou ser capaz de alavancar a indústria naval – e fez um chamamento para que essa mesma força e capacidade de crescimento sejam usados para acabar com a miséria no país.
A presidenta Dilma citou o Plano Brasil sem Miséria, lançado ontem em Brasília, como um fator de crescimento para o país. Afinal de contas, lembrou ela, os 28 milhões de brasileiros que saíram da pobreza no governo do presidente Lula foram diretamente responsáveis pelo crescimento econômico do Brasil, uma vez que se tornaram consumidores e geradores de riqueza.
“Nós provamos que é possível construir plataformas no Brasil; nós provamos que é possível construir sondas no Brasil; nós provamos que é possível construir os equipamentos e prestar o serviço que a Petrobras precisa para explorar o pré-sal. Assim como nós provamos isso, nós provamos também que esse país cresce quando cresce a população, quando ela tem trabalho, quando ela tem dignidade, tem autoestima e tem cabeça erguida para seguir em frente”, disse.
Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff.
Em seu discurso, a presidenta falou que os R$ 78 bilhões investidos pela Petrobras no ano passado foram responsáveis pela geração de emprego, renda, comida na mesa do povo brasileiro, mais crianças nas escolas e de garantia de uma vida descente para milhões de cidadãos. Antes do aquecimento da indústria naval, lembrou a presidenta, grande parte desse dinheiro ia para fora.
Dilma Rousseff lembrou que a ideia de trazer para o país esses investimentos surgiu no governo do ex-presidente Lula, enquanto ela ainda era ministra. “Foi muito difícil”, continuou, “pois diziam que a gente não era capaz de produzir casco de navio, de montar plataformas e de construir e fornecer equipamentos para a Petrobras”. E o Brasil que não produzia sonda, navios e plataformas passou a produzir – comemorou.
“Hoje vocês podem olhar para tudo isso e dizer que nós conseguimos, fomos capazes e fizemos”, frisou.
A presidenta reiterou seu compromisso com a indústria naval e disse que o próximo passo é investir na indústria de navipeças, ou seja, “que aqui no Brasil se produza cada peça das plataformas”. Para isso, disse contar com a parceria dos empresários que certamente encontrarão no país um mercado de crescente demanda.
“O Brasil mudou e vai continuar mudando. Nós vamos continuar gerando muitos empregos, nós vamos continuar fazendo os programas que levaram esse país a um nível de desenvolvimento que é um exemplo para o mundo (…). Viva os trabalhadores da indústria naval!”, despediu-se.
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 13:03
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 12:33
A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta sexta-feira (3/6), da cerimônia de batismo da plataforma P-56 da Petrobras. O evento ocorre no Estaleiro Brasfels, bairro Jacuecanga, Angra dos Reis, litoral sul do estado do Rio.
A TV NBR transmitiu AO VIVO a solenidade reproduzida aqui no Blog do Planalto. Após a cerimônia, o vídeo gravado substituirá o link ao vivo no blog.
De acordo com a Petrobras, a P-56 é uma unidade do tipo semissubmersível e ficará ancorada em local onde a profundidade é de 1.670 metros, interligada a 21 poços, dos quais 10 serão produtores de petróleo e 11 injetores de água. Idêntica à plataforma P-51, a nova unidade de produção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada um marco na indústria naval brasileira, uma vez que consolida a capacidade do país de construir plataformas desse porte em seu território. A construção da P-56 alcançou o conteúdo nacional de 72,9% relativo ao topside (módulos integrados), e teve seu casco totalmente construído no Brasil, demonstrando o fortalecimento da indústria local a partir das encomendas da Petrobras.
O contrato de construção da plataforma foi assinado em outubro de 2007 entre a Petrobras e o FSTP, consórcio integrado pelas empresas Keppel FELS e Technip. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e a obra gerou 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no país. A partir de junho, ela terá sua construção finalizada e passará pela etapa de testes e ajustes finais na Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis, e depois será rebocada até a Bacia de Campos para ancoragem e interligação de poços. O início da produção no Campo de Marlim Sul está previsto para agosto.
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 9:29

Plataforma P-56 foi construída num estaleiro em Angra dos Reis, no sul do estado do Rio, será batizada hoje com a presença da presidenta Dilma Rousseff. Foto: Ichiro Guerra/PR
A Petrobras realiza nesta sexta-feira (3/6) no Estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis (RJ), a cerimônia de batismo da plataforma P-56. O evento terá as participações da presidenta da República, Dilma Rousseff, e do presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, além de políticos, operários e lideranças sindicais do estado do Rio. Com capacidade para processar 100 mil barris de petróleo e comprimir 6 milhões de m³ de gás por dia, a P-56 operará no Módulo 3 de desenvolvimento do Campo de Marlim Sul, localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.
A plataforma terá como madrinha a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Também estarão presentes na cerimônia os diretores da Petrobras nas áreas de Exploração e Produção, Guilherme Estrella, de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, de Gás e Energia, Graça Foster, o diretor interino de Serviços, Roberto Gonçalves, o diretor interino da Área Internacional, Fernando Cunha, e os presidentes da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, e da Transpetro, Sergio Machado.
Em coletiva prévia realizada ontem (2/6), no edifício sede da Petrobras, o gerente de Implementação de Empreendimentos para Marlim Sul, Roberto Moro, ressaltou que a P-56 será a quinta unidade na região de Marlim Sul e destacou o crescimento do conteúdo local na construção das novas plataformas: ” Tivemos quatro canteiros de obras no estado do Rio de Janeiro. Toda a P-56 foi construída no Brasil, inclusive o casco “.

Gerente de Implementação de Empreendimentos para Marlim Sul, Roberto Moro e o gerente do Ativo de Marlim Sul, Carlos Bartolomeu Barbosa, na coletiva da P-56. Foto: Clauber Caetano/PR
Segundo o gerente do Ativo de Marlim Sul, Carlos Bartolomeu Barbosa, após o batismo, a P-56 será transportada para a Ilha de Bananal, próxima à Ilha Grande, em Angra dos Reis, onde passará por alguns testes antes de chegar ao campo de Marlim Sul. Também participaram da coletiva o coordenador do Projeto do Módulo 3 de Marlim Sul, Rodrigo Volpato e o secretário de obras do Estado do Rio de Janeiro, Hudson Braga.
A P-56 é uma unidade do tipo semissubmersível e ficará ancorada em local onde a profundidade é de 1.670 metros, interligada a 21 poços, dos quais 10 serão produtores de petróleo e 11 injetores de água. Idêntica à plataforma P-51, a nova unidade de produção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada um marco na indústria naval brasileira, uma vez que consolida a capacidade do país de construir plataformas desse porte em seu território. A construção da P-56 alcançou o conteúdo nacional de 72,9% relativo ao topside (módulos integrados), e teve seu casco totalmente construído no Brasil, demonstrando o fortalecimento da indústria local a partir das encomendas da Petrobras.
O contrato de construção da plataforma foi assinado em outubro de 2007 entre a Petrobras e o FSTP, consórcio integrado pelas empresas Keppel FELS e Technip. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e a obra gerou 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no país. A partir de junho, ela terá sua construção finalizada e passará pela etapa de testes e ajustes finais na Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis, e depois será rebocada até a Bacia de Campos para ancoragem e interligação de poços. O início da produção no Campo de Marlim Sul está previsto para agosto.
Construção modular
Construída de forma modular, a P-56 é composta pelo deckbox (base do convés), casco e módulos. A empresa Kepppel FELS construiu, no estaleiro BrasFELS, os quatro módulos de processos e de utilidades. Já os dois módulos de geração foram construídos pela Rolls Royce, em parceria com a UTC Engenharia, no canteiro desta empresa, em Niterói. Os dois módulos de compressão foram construídos pela Nuovo Pignone (General Eletric), no canteiro Porto Novo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). O deckbox também foi construído no BrasFELS, onde foi feita a integração dos módulos. Depois da integração, o conjunto passa a ser chamado de topside.
O casco da nova plataforma é 100% brasileiro. Ele foi construído no BrasFELS e resultou da união dos blocos de aço fabricados pelo próprio estaleiro e pela Nuclep, em Itaguaí. A união do casco com o topside, processo chamado de deck mating, uma das atividades mais complexas, ocorreu sem qualquer imprevisto, em outubro de 2010.
Dados da P-56
Localização: Campo de Marlim Sul, a 120 km da costa;
Produção de petróleo: 100 mil barris de petróleo por dia;
Compressão de gás: 6 milhões de m3 por dia;
Geração elétrica: 100 MW;
Profundidade de ancoragem: 1.670 m;
Compr. 125 m Larg. 110 m Alt. 137m;
Acomodações: 200 pessoas;
Peso Total: 54.658 ton;
Poços produtores: 10;
Poços injetores:11;
Risers: 79;
Escoamento de petróleo: oleoduto p/ P-38 (aprox. 20 km);
Escoamento de gás natural: gasoduto p/ P-51 (aprox.15 km)
SERVIÇO
Batismo P-56
Data: sexta-feira, 3/06
Horário: 11h00
Local: Estaleiro Brasfels -- BR 101, km 81 (Rodovia Rio-Santos) -- Jacuecanga -- Angra dos Reis (RJ)
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Sexta-feira, 3 de junho de 2011 às 9:19
Nesta sexta-feira, a presidenta Dilma Rousseff inicia sua agenda de trabalho com viagem a Angra dos Reis (RJ), onde vista a Plataforma P-56, da Petrobras. Em seguida, a presidenta vai ao bairro-distrito de Jacuecanga para participar da cerimônia de batismo da plataforma.
De lá, Dilma Rousseff segue para o Rio de Janeiro (RJ) para acompanhar a cerimônia de assinatura do chamamento público para construção de unidades habitacionais e início de obras de contenção/recuperação de pontes nos sete municípios da região Serrana atingidos pelas chuvas de janeiro de 2011.
Ao término da cerimônia, a presidenta retorna à capital federal, com previsão de chegada à Base Aérea de Brasília no início da noite.
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