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Quinta-feira, 9 de abril de 2015 às 11:57

Petrobras deu a volta por cima e mostrou a que veio, afirma presidenta Dilma

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Chegou a 700 mil barris em tempo recorde, o resto do mundo reconhece isso”, afirmou Dilma sobre prêmio que a Petrobras receberá pela tecnologia de extração no Pré-Sal. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A Petrobras limpou o que tinha que limpar, continua de pé e por sua capacidade de inovação vai receber a maior premiação que o mundo dá para empresas de petróleo. Foi assim que a presidenta Dilma saiu em defesa da empresa brasileira que está entre as maiores do mundo. A declaração foi feita nesta quinta-feira (9), durante entrega de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense que sedia a maior refinaria brasileira, a Reduc (Refinaria Duque de Caxias).

“A Petrobras limpou o que tinha de limpar, tirou aqueles que tinha que tirar lá de dentro e que se aproveitaram de suas posições para enriquecer seus próprios bolsos. E mais, vocês podem ter certeza de uma coisa: Essa empresa, não só já deu a volta por cima, como ela hoje mostrou a que veio. Bateu todos os recordes. Diziam que ela não ia conseguir produzir petróleo tirado do pré-sal. Chegou a 700 mil barris em tempo recorde.”

Dilma destacou que a Petrobras vai receber pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions, o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore. A premiação, que será entregue em maio, é um reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal, que permitiu que em menos de seis anos o País alcançasse, a partir do zero, um recorde de mais de 700 mil barris de petróleo por dia.Olho Dilma Petrobras (1)

No evento estavam presentes funcionários da Reduc, com seus tradicionais uniformes cor de laranja. Dilma dirigiu a palavra a eles. “Aqui em Duque de Caxias temos essa compreensão do papel da Petrobras. Mas tenho certeza que até onde não tem refinaria no Brasil, no lugar mais distante deste País, tem uma pessoa, tem um conjunto de brasileiros, tem um conjunto de cidadãos que sabem que ela é um dos maiores orgulhos nossos”, frisou a presidenta.

Ela afirmou que a Petrobras superou a fase de ataques que enfrentou e que o rumo daqui para frente será diferente. “Defender a Petrobras é defender o Brasil”, disse, ao se referir a uma faixa levada pelos empregados da Petrobras ao evento. E ela explicou como é o sentimento de nacionalismo em relação a Petrobras. E se a seleção é a pátria de chuteiras, como dizia um saudoso fluminense, eu quero dizer que a Petrobras de macacão é também a pátria de macacão e mãos sujas de óleo”, finalizou.

Confira a íntegra

Segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 18:52

Garantir recuperação da Petrobras é luta do meu governo, diz presidenta Dilma

Durante o discurso de posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, nesta segunda-feira (6), a presidenta Dilma Rousseff disse que o pré-sal “não é mais uma promessa, é uma realidade” e que hoje são extraídos mais de 660 mil barris/dia dessa área. “Isso é algo importante, porque é o dobro do que nós extraímos há um ano atrás. Hoje é importante dizer que 27% da produção de petróleo do Brasil vem do pré-sal”.

Por isso ela disse ter certeza que a Petrobras vai se recuperar das atuais dificuldades. “Tenho certeza de que a luta para recuperação da Petrobras, que está em curso – eu falo tanto a luta quanto a recuperação – é minha, é do meu governo, e eu tenho certeza interessa a todo o povo brasileiro”, acrescentou.

E o que está em jogo nesta luta, continuou Dilma, é o controle do pré-sal. “É a nossa soberania, é o futuro do nosso País e da educação”.

Segunda-feira, 6 de abril de 2015 às 14:11

Pré-sal já garante hoje recursos para revolução que Brasil fará na educação, afirma Dilma

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Presidenta Dilma: “Renato Janine Ribeiro é uma feliz novidade. Um ministro educador para uma Pátria Educadora”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (6), ao dar posse ao novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, que o que está em disputa hoje no Brasil é a forma de exploração do patrimônio do pré-sal, que representa centenas de bilhões de reais do Estado brasileiro e que já estão assegurados para a Educação e para a Saúde do País. Ela disse estar convencida de que, como uma Pátria Educadora, o Brasil dará o salto imprescindível para se tornar, finalmente, uma nação desenvolvida e, ao mesmo tempo, justa com seu povo.

“Os recursos dos royalties e do Fundo Social do pré-sal vão viabilizar uma verdadeira revolução na educação brasileira, que se realizará nas próximas décadas, mas que vai começar, progressivamente, a partir de agora”, disse ela. “Nós não podemos nos iludir. O que está em disputa é a forma de exploração desse patrimônio e quem fica com a maior parte”, afirmou.

E quem, acrescentou a presidenta, poderia ser a pessoa mais indicada para comandar toda essa transformação, neste momento, do que um professor? “Por isso, para consolidar a construção do desafio de uma Pátria Educadora, uma pátria que educa suas crianças e seus jovens, eu convidei um professor, um pensador e um apaixonado pela educação, que é Roberto Janine Ribeiro”, disse a presidenta.

Segundo Dilma, o novo ministro é “uma feliz novidade”. E explicou que ele terá o grande desafio de construir o futuro do País na área educacional a partir de quatro eixos genéricos. O primeiro será um esforço ainda maior em direção ao que ela chamou de federalismo cooperativo, uma vez que União, estados e municípios dividem responsabilidades na área da educação.

Outro eixo é a mudança no paradigma curricular e pedagógico do ensino básico, para dar urgência e primazia às capacitações analíticas, “fazendo da interpretação e composição de texto e do raciocínio lógico o ponto de partida do processo de aprendizado”, disse Dilma. Isso será feito em consulta permanente com a sociedade – aí incluídos professores, alunos, pais – a fim de construir uma base curricular comum.

O terceiro eixo é dispor de diretores e professores bem qualificados, bem remunerados e estimulados. “No caso dos diretores, queremos aprimorar sua formação e incentivar as boas experiências de elevação de desempenho das escolas. No caso dos professores, também, além de ampliar as oportunidades de formação, vamos discutir com estados e municípios as diretrizes de uma carreira nacional”, detalhou a presidenta.

Finalmente, a meta contida no último eixo será estimular o uso de tecnologias e técnicas no processo de formação. “Não se trata de substituir o professor, mas de dar-lhe instrumentos que enriqueçam o processo pedagógico, ampliando a interação do ambiente escolar com o conjunto da sociedade e o uso e acesso a softwares que permitam que haja um salto de qualidade também”.

Conquistas e desafios
Dilma Rousseff lembrou que, nos últimos anos, o governo realizou muitos projetos e iniciativas importantes. “Fizemos muita coisa. Democratizamos o acesso ao ensino em todos os níveis, diminuímos as barreiras geográficas e de gênero, diminuímos as barreiras de classe social e etnia. Diminuímos, enfim, um conjunto de desigualdades e distribuições desiguais da educação pelo Brasil”.

Agora, enfatizou, o governo prossegue na criação de uma escola, e sobretudo de uma universidade, com o jeito, o rosto e as cores do povo brasileiro. “Nunca tivemos tanta diversidade em nossos bancos escolares e universitários”, disse. O Plano Nacional de Educação (PNE), que sancionei no ano passado, estabelece um cronograma de investimentos para a próxima década [com recursos dos royalties do pré-sal].”

A presidenta lembrou ainda que feito um grande esforço na educação nos últimos anos, desde o início do governo do presidente Lula até agora. “E eu falo sobretudo do período do meu governo. Garantimos recursos para a construção de 6.185 creches e para adoção do ensino em tempo integral em 61 mil escolas”.

Ao mesmo tempo, com o Pronatec, disse, mais de oito milhões de jovens e trabalhadores, homens e mulheres, adultos, enfim, pessoas de todas as idades, tiveram acesso a cursos de formação profissional e formação de uma competência, no sentido de se incluir melhor no mundo do trabalho.

“Agora, o nosso desafio são mais 12 milhões que devem ser matriculados ao longo dos próximos quatro anos. No meu primeiro mandato, implantamos 208 campi de Institutos Federais de Educação. E levamos, o que é muito importante, para o interior do Brasil, para o Norte e o Nordeste, um conjunto de campi que, junto com toda iniciativa realizada no governo do presidente Lula, permitiu a maior interiorização e diversificação regional da nossa universidade”, acrescentou.

 

Confira a íntegra

Quarta-feira, 4 de março de 2015 às 10:03

Brasil bate novo recorde na produção de gás natural, diz ANP

Com informações da ANP

A produção de gás natural de janeiro foi de 96,6 milhões de metros cúbicos. A marca é a maior já registrada, superando o recorde anterior, de dezembro de 2014, quando foram produzidos 95,1 milhões, informou nessa terça-feira (3) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Produção total de petróleo e gás natural somou cerca de 3,077 milhões de barris de óleo por dia, sendo 2,469 milhões de petróleo e 96,6 milhões de metros cúbicos de gás.  Foto: Divulgação/Agência Petrobras

Produção total de petróleo e gás natural somou cerca de 3,077 milhões de barris de óleo por dia, sendo 2,469 milhões de petróleo e 96,6 milhões de metros cúbicos de gás. Foto: Divulgação/Agência Petrobras

A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês alcançou aproximadamente 3,077 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo que 2,469 milhões foram de barris diários de petróleo.

Houve aumento de 20,3% na produção de petróleo se comparada com janeiro de 2014 e redução de 1,1% na comparação com o mês anterior. A produção de gás natural aumentou 20,2% frente ao mesmo mês em 2014 e 1,5% se comparada ao mês anterior.

O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95,8%. A queima de gás natural em janeiro foi de 4 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 16,6% em relação ao mês anterior e de 15,6% em relação a janeiro de 2014.

A produção do pré-sal, oriunda de 43 poços, foi de 670,1 mil barris por dia (bbl/d) de petróleo e 24,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) de gás natural, totalizando 824,2 mil barris de óleo equivalente por dia, um aumento de 1% em relação ao mês anterior.

Operação dos campos
Cerca de 92,2% da produção de petróleo e gás natural foi proveniente de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 93,4% da produção de petróleo e 75,6% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos.

O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com uma média de 346,6 mil barris por dia, e o campo de Lula, na bacia de Santos, foi o maior produtor de gás natural, com uma produção média de 12,1 milhões de metros cúbicos por dia.

A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 17 poços a ela interligados, cerca de 171,1 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a plataforma com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 74 barris diários de petróleo e 15,4 mil metros cúbicos de gás natural. Dentre esses campos, Morro do Barro, operado pela Panergy, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 88,5 barris de óleo equivalente por dia.

Poços produtores
A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.121 poços, sendo 835 marítimos e 8.286 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, na bacia Potiguar, com 1.107 poços. Marlim, na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 61 no total.

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 às 21:44

Governo sancionará Lei dos Caminhoneiros sem vetos após fim dos bloqueios, diz Rossetto

O governo se comprometeu nesta quarta-feira (25) a sancionar, sem vetos, a Lei dos Caminhoneiros, que estabelece regras para o exercício da profissão. A lei foi aprovada no Congresso Nacional no último dia 11 de fevereiro. A informação é do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Miguel Rossetto, que deu coletiva após reunião com a categoria.

Governo se reúne com empresários e entidades ligadas ao segmento de caminhoneiros. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

Governo se reúne com empresários e entidades ligadas ao segmento de caminhoneiros. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

Como parte do acordo proposto pelo governo, também foi estabelecida uma carência de 12 meses para todos os financiamentos do BNDES Finame e Programa BNDES de Financiamento a Caminhoneiros (BNDES Pro-caminhoneiro). Isso significa a prorrogação dos pagamentos para os financiamentos novos e antigos durante um ano. As medidas terão efeito imediato assim que os bloqueios forem levantados.

“Apresentamos essa proposta que atende em grande parte as demandas e elas serão mantidas com o fim do movimento. Estamos confiantes, pelo esforço do governo de uma resposta positiva”, disse.

Preço do diesel não terá aumento em seis meses
Rossetto acrescentou que a Petrobras garantiu ao grupo, que se reuniu durante toda à tarde em torno de uma mesa de negociação instalada desde ontem (24), que não haverá aumentos do diesel nos próximos seis meses. A mesa de negociação, aliás, será tornada permanente, sob o comando do Ministério do Trabalho e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Frete
A mesa permanente vai priorizar a definição conjunta, entre caminhoneiros e empresários, de uma tabela referencial de frete em todo o país, uma das principais reivindicações do movimento.

Como todas estas propostas foram muito bem aceitas pelos representantes dos empresários e dos caminhoneiros, o ministro acredita que estão dadas as condições para “sair da atual situação”, com o término do movimento e o desbloqueio das estradas, a fim de “retomar a normalidade e garantir o abastecimento da população brasileira”, disse Rossetto.

Pedágio
O ministro Miguel Rossetto lembrou que o diálogo da mesa de negociação incluiu representantes dos estados, já que o preço dos pedágios também está na pauta. Este é um tema presente na Lei dos Caminhoneiros, que prevê a isenção de pedágio para caminhões que trafegarem vazios e com o eixo suspenso. “Uma resposta objetiva à expectativa dos caminhoneiros”, destacou.

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 às 14:34

Rebaixamento da nota da Petrobras mostra desconhecimento da empresa, diz presidenta

A presidenta Dilma Rousseff reafirmou nesta quarta-feira (25), sua confiança de que a Petrobras vai superar os atuais desafios e se recuperar, inclusive do rebaixamento da nota da empresa pela agência de classificação de crédito Moody’s. Para ela, essa medida reflete um grau de desconhecimento sobre as medidas que estão sendo tomadas para sanear os problemas enfrentados pela estatal.

“Eu acho que é uma falta de conhecimento direito do que está acontecendo na Petrobras. Agora, eu não tenho duvida que a Petrobras vai ser uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências”, disse a presidenta a jornalistas em Feira de Santana (BA), após participar da cerimônia de entrega de unidades do Minha Casa, Minha Vida.

Dilma Rousseff acrescentou que o governo se esforçou para evitar o rebaixamento, mas lamentou a falta de receptividade da Moody’s. “Eu acho que o governo sempre vai tentar evitar o rebaixamento, isso é absolutamente natural. Nós só lamentamos que não tenha tido correspondência por parte da agência. Mas eu acho que isso está superado”, afirmou.

Quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 às 12:31

Dilma: Não elevamos o preço dos combustíveis, o que fizemos foi recompor a Cide

A alteração no valor dos combustíveis no País não se deve a um aumento, e sim de uma recomposição da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). O esclarecimento foi feito pela presidenta Dilma Rousseff em Feira de Santana (BA), após cerimônia de entrega do Minha Casa, Minha Vida nesta quarta-feira (25).

Dilma explicou que mesmo durante o pico do valor do petróleo no mercado internacional, entre 2013 e 2014, o governo garantiu no mercado interno uma política de preços estáveis, sem repassar o aumento como em outros países. Para proteger o consumidor e o mercado brasileiro destas oscilações, o governo abriu mão da Cide sobre o valor dos combustíveis no período. O que foi feito agora, em 2015, foi apenas recompor a contribuição em um momento em que o preço do petróleo caiu no mercado internacional.

“Nós passamos o ano de 2013 e 2014 sob um conjunto de críticas dizendo que o governo e a Petrobras tinham que elevar o preço da gasolina e do diesel. Não elevamos, passamos todo o período de US$ 100 a 120 o barril, tanto do Brent quanto do WTI, sem mexer significativamente nos preços dos combustíveis. E não elevamos uma vírgula o preço dos combustíveis, nem abaixamos, porque a política sempre é melhor em relação a combustíveis quando ela é estável. O que não é possível é submeter o País aos altos e baixos da política de petróleo”
, explicou a presidenta.

Dilma explicou ainda que mesmo que os preços voltem a subir, que o governo não pretende repassar isso ao consumidor. Disse também, que neste cenário, não é possível baixar o preço do diesel.

Minha Casa, Minha Vida
A presidenta aproveitou para falar sobre o Minha Casa, Minha vida e assegurar sua continuidade. Ela enfatizou aos jornalistas que ele, como todo programa social, tem defeitos e que precisa de correção constante.

“O Minha Casa, Minha Vida vai continuar. Ele é talvez um dos maiores programas habitacionais do mundo. Muitas vezes aparece notícias nos jornais: tem um defeito aqui, tem outro defeito ali. Todo programa social precisa de correção, sempre e sistematicamente”, disse.

Confira a íntegra

Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 às 20:15

Íntegra da entrevista da presidenta após entrega de credenciais a embaixadores estrangeiros

Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 às 20:12

Íntegra – Entrevista coletiva da entrega das credenciais dos embaixadores estrangeiros

Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 às 11:45

Dilma: Se corrupção na Petrobras fosse apurada na origem, entre 96 e 97, cenário hoje seria diferente

“Quem cometeu maus feitos, quem participou de atos de corrupção vai ter de responder por eles. Essa é a regra no Brasil", enfatizou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Quem cometeu malfeitos, quem participou de atos de corrupção vai ter de responder por eles. Essa é a regra no Brasil”, enfatizou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Em conversa com jornalistas, nesta sexta-feira (20), a presidenta Dilma Rousseff reforçou, ao falar da Petrobras, que há no Brasil um processo de investigação como nunca foi feito antes, cumprindo a regra de que se responda pelos malfeitos cometidos.

“Quem cometeu malfeitos, quem participou de atos de corrupção vai ter de responder por eles. Essa é a regra no Brasil. Porque você veja, a gente olhando os dados que vocês mesmos divulgam nos jornais: se em 96, 97 tivessem investigado e tivessem, naquele momento, punido, nós não teríamos um caso desses, um funcionário da Petrobras que ficou, durante mais de dez anos, mais de vinte, quase vinte anos, praticando atos de corrupção”, afirmou Dilma após receber cartas credenciais de embaixadores estrangeiros.

“A impunidade – isso eu disse durante toda minha campanha – ela leva água para o moinho da corrupção então, hoje eu acho que um passo foi dado no Brasil. E é esse passo que nós temos que olhar e valorizar”, enfatizou a presidenta.

Comparando o cenário atual com outros períodos, Dilma também fez questão de frisar que hoje os órgãos responsáveis pelas investigações têm liberdade de atuação, sem ingerência política em contrário. Ela citou as atuações independentes do Ministério Público e da Polícia Federal.

“Não tem ‘engavetador’ da República. Não tem controle sobre a Polícia Federal, nós não nomeamos pessoas políticas para os cargos da Polícia Federal. E isso significa que junto do Ministério Público e junto com a justiça, todos os órgão do Judiciário, está havendo no Brasil um processo de investigação como nunca foi feito antes. Não que antes não existia. É que antes não tinha sido investigado e descoberto, porque quando você investiga e descobre a raiz das questões, surge, e quando surge a raiz das questões você impede que aquilo se repita e que seja continuado.”

A presidenta ainda esclareceu que é necessário que se perceba a diferença entre as empresas e quem praticou corrupção, para que se punam os culpados mas se preserve a geração de empregos no País.

“Quem praticou malfeitos foram funcionários da Petrobras, que vão ter de pagar por isso. (…) As empresas, os donos das empresas ou os acionistas das empresas vão ser investigados. Porque a empresa não é um ente que esteja desvinculado dos seus acionistas. Nós iremos tratar as empresas tentando, principalmente, considerar que é necessário criar emprego e gerar renda no Brasil. Isso não significa, de maneira alguma, ser conivente ou apoiar ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer”, declarou.

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