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Quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016 às 16:23

Governo conclui licitação para obras que garantirão navegabilidade do Rio Tocantins

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Desgaste das pedras que dificultam navegação no Rio Tocantins (derrocamento) facilitará escoamento de grãos e minério de ferro do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso, além de possibilitar rota para EUA e Europa. Foto: Divulgação Dnit

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou, na terça-feira (16), que a empresa DTA Engenharia venceu a licitação para elaborar os projetos básico, executivo e de ações ambientais necessários à viabilização da hidrovia do Rio Tocantins, entre Tucuruí e Marabá, no Pará. A obra permitirá a ligação fluvial entre o porto de Vila do Conde e Marabá, município já provido de modal ferroviário e rodoviário, o que possibilitará a interligação do porto com o centro do País.

O edital foi lançado pessoalmente pela presidenta Dilma Rousseff no dia 20 de março de 2014. A execução desta obra fará o derrocamento do Pedral do Lourenço, no estado do Pará, operação que consiste em desgastar as pedras que impedem a navegação de comboios de carga durante os meses em que o Rio Tocantins fica mais raso. Para o ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos, o resultado da licitação mostra que a presidenta Dilma Rousseff cumpriu a promessa de dar início às obras do pedral, cujo edital de derrocamento foi lançado por ela mesma, em 20 de março de 2014.

“A obra é fruto do esforço coletivo do governo federal e permitirá a navegabilidade do Rio Tocantins durante todo o ano”, comemorou o ministro por meio de uma rede social. E destacou que esse trabalho envolve uma logística hidroviária que propiciará maior desenvolvimento econômico e geração de empregos.

“A obra não é importante apenas para o escoamento de grãos, mas permitirá a verticalização do minério de ferro”, ressaltou ainda. “Além disso, a hidrovia criará condições melhores para os futuros leilões no Brasil”.

Arco Norte
O Arco Norte é composto pelos portos situados nos estados do Amazonas (Itacoatiara), Bahia (Salvador e Ilhéus), Maranhão (Itaqui) e Pará (Santarém e Vila do Conde), todos acima do Paralelo 16° Sul. As exportações de soja e milho pelos portos do Arco Norte saltaram de 13 milhões de toneladas para 20 milhões de toneladas no acumulado de 2015, em comparação com 2014. Esse resultado representa um incremento de 54% no volume de escoamento de grãos pelos portos da região, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A tendência é que esse volume aumente ainda mais, especialmente com a entrada em operação de novos terminais portuários, principal objetivo dos leilões de arrendamento de seis áreas, todas no Pará, que acontecerão no mês que vem – dia 31 de março.

Navegação para Brasil, Europa e EUA
O Pedral do Lourenço possui 43 quilômetros de extensão e está localizado entre a Ilha do Bogéa e o município de Santa Terezinha do Tauri, no Pará. A obra vai viabilizar o tráfego contínuo de embarcações e comboios em um trecho de 500 quilômetros, que vai de Marabá (PA) a Vila do Conde (PA).

A navegabilidade da hidrovia do Tocantins vai facilitar o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso, que têm o Porto de Vila do Conde e a região do baixo Amazonas como destino. O porto também está situado em local privilegiado, em relação ao mercado europeu e ao norte-americano, com uma rota de capacidade operacional estimada em 20 milhões de toneladas para o ano de 2025.

O empreendimento representa mais um passo em direção à mudança na matriz de transportes brasileira. Um comboio de 150 metros de comprimento, com capacidade de 6 mil toneladas, equivale a 172 carretas de 35 toneladas de capacidade. Entretanto, atualmente, apenas 5% da carga no País é transportada por hidrovias. O transporte aquaviário é mais econômico e sustentável, pois reduz custos e diminui a emissão de poluentes, aumentando a competitividade da produção brasileiro no exterior.

Confira outras medidas da presidenta Dilma para consolidar essa nova rota logística:

  • Nesta segunda-feira (15), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em mais uma ação para impulsionar o Arco Norte, lançou o edital chamando empresas privadas a promoverem estudos técnicos e de viabilidade para subsidiar a concessão e prever as obras que deverão ser realizadas na BR-163 no trecho que faltava para chegar até Santarém (trecho Santarém-entroncamento com a BR-230). Dessa forma, os grãos transportados de Mato Grosso por rodovia podem chegar até o Porto de Santarém.
  • Em 29 de dezembro, a ANTT abriu para audiência pública as minutas de edital e contrato para concessão da BR-163/230/MT-PA – trecho Sinop (MT) a Miritituba (PA).
  • Além disso, em janeiro foi divulgado que a ferrovia que liga Lucas do Rio Verde a Miritituba, no Pará, com previsão de R$ 9,9 bilhões, será leiloada neste ano.

Sexta-feira, 27 de novembro de 2015 às 17:35

Dilma parabeniza 1,8 mil novas famílias beneficiadas pelo Minha Casa em MG, PA e PR

A presidenta Dilma Rousseff enviou mensagem de congratulações, por meio de vídeos, às 1.827 famílias brasileiras de Maringá (PR), Redenção (PA) e Três Corações (MG) que receberam suas casas próprias nesta sexta-feira (27), por meio do Programa Minha Casa Minha Vida.

“Vocês agora passam a contar com a segurança, a tranquilidade, sobretudo, alegria de morar no que é seu. Hoje é um dia de festa, porque hoje vocês realizam um dos maiores sonhos da vida de qualquer pessoa, a conquista da casa própria”, disse a presidenta.Continuem se esforçando e acreditando nos seus sonhos e em nosso País, cuidem bem de suas casas, que é o ponto de partida para muitas outras vitórias”.

Dilma lembrou que o Minha Casa é o mais bem-sucedido programa habitacional da história do País e que essas famílias agora também fazem parte desse sucesso.

Este programa está mudando a sua vida e a vida de milhões de brasileiras e brasileiros pelo País afora. Já entregamos 2 milhões e 400 mil casas, temos outras 1 milhão e 680 mil casas em construção que, em breve vão realizar o sonho de milhões de outras famílias”.

A presidenta destacou que esse feito só foi possível porque o Estado brasileiro decidiu subsidiar parte do custo das casas, com os impostos pagos por todos, para que a prestação da casa própria pudesse caber no orçamento daqueles que mais precisam.

Ela voltou a garantir que o programa vai continuar, tanto que o governo federal já começou a contratar as casas da terceira fase do Minha Casa, que tem como meta contratar milhões de casas e apartamentos.

“Os números são grandiosos, mas a melhor medida do sucesso do Minha Casa Minha Vida é a felicidade que se vê no rosto de cada pessoa quando recebem a chave de sua casa própria. Essa é a razão maior de todo meu orgulho pelo Minha Casa Minha Vida, um programa capaz de transformar tão profundamente a vida das pessoas, tem que continuar”.

Domingo, 11 de outubro de 2015 às 15:53

Presidenta Dilma saúda milhões de pessoas que celebraram o Círio de Nazaré neste domingo

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Celebração do círio é realizada na capital paraense há mais de dois séculos e é considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Foto: Wilson Dias/ABr

TwitterA presidenta Dilma Rousseff saudou neste domingo (11), por meio de sua conta no Twitter, milhões de fiéis que lotaram as ruas de Belém, no Pará, para homenagear a padroeira da cidade na romaria do Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

“Meu abraço aos paraenses e turistas que enchem as ruas de Belém em uma das manifestações católicas mais fortes do mundo. É sempre comovente assistir à manifestação de fé e alegria dos milhões de brasileiros na procissão do Círio de Nazaré”, afirmou.

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Tradição tem origem portuguesa e acontece em várias cidades do País, sendo a mais expressiva a de Belém (PA). Foto: Wilson Dias/ABr

A presidenta lembrou ainda que a celebração do círio, palavra que significa uma grande vela de cera, é realizada na capital paraense há mais de dois séculos e que é considerada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Unesco.

A tradição tem origem portuguesa e acontece também em várias cidades do País, sendo a mais expressiva a de Belém, realizada geralmente no segundo domingo de outubro.

Sábado, 18 de abril de 2015 às 15:14

Dilma publica decreto de homologação de terras indígenas e abre concurso para Funai

O governo federal homologa na próxima segunda-feira (20), por meio de decreto da presidenta Dilma Rousseff, três terras indígenas na região norte do país, que totalizam 232.544 hectares, e atendem a reivindicação de quatro etnias, nos estados do Amazonas e Pará.

Serão mais de 232.544 hectares homologados, que atendem quatro etnias da região. Foto: Divulgalçao/ME

O decreto homologa 232.544 hectares de terras indígenas, que atendem quatro etnias da região. Foto: Divulgalçao/ME

A terra indígena Arara da Volta Grande do Xingu, habitada por povos Arara e Juruna, tem 25,5 mil hectares e está localizada no município de Senador José Porfírio (PA). Está inserida nos procedimentos de licenciamento da Usina de Belo Monte.

A terra indígena Mapari, no Amazonas, está localizada nos municípios de Fonte Boa, Japurá e Tonantins. É a maior das três novas reservas, com 157.246 hectares, e é habitada por índios kaixana.

Ocupando territórios dos municípios de Borba e Novo Aripuanã (AM), a terra indígena Setemã atende a reivindicação de índios mura. Possui área de 49.773 hectares.

Nesta semana, o governo federal recebeu representantes da Articulação Nacional dos Povos Indígenas, e o ministro da secretaria-geral da Presidência, Miguel Rossetto, reafirmou o compromisso com os direitos dos  povos indígenas.

Cargos na Funai
O Ministério do Planejamento deve publicar na quarta-feira (22) autorização para o provimento de 220 cargos para agentes da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 16:00

Íntegra – Discurso da presidenta Dilma durante entrega de moradias em Capanema (PA)

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 15:50

Superação da extrema pobreza é só um começo, afirma presidenta Dilma

"O governo não vai ser detido por nada. Vamos fazer o Brasil crescer, gerar emprego e manter essa expansão de programas sociais”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“O governo não vai ser detido por nada. Vamos fazer o Brasil crescer, gerar emprego e manter essa expansão de programas sociais”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Durante inauguração de empreendimento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) em Capanema (PA), nesta segunda-feira (30), a presidenta Dilma afirmou que superar a extrema pobreza é só um começo. Ela declarou que o governo continuará atuando para garantir o acesso a infraestrutura básica e para que mais famílias faixas mais baixas de renda possam ter acesso a moradia e que tenham condições de arcar com um financiamento habitacional.

“Nós sempre dissemos que a superação da extrema pobreza é só um começo. E por que ela é só um começo? Porque o Brasil precisa assegurar não só infraestrutura social e urbana. Nós sabemos, portanto, que romper com isso é algo fundamental para o país. Porque o Brasil precisa de cidadãos e cidadãs que sejam tratados como cidadãos e cidadãs de primeira classe”, afirmou.

Dilma explicou também que o MCMV é um programa estratégico para superação da pobreza. De acordo com ela, a primeira necessidade básica da família é a moradia e que é um passo muito difícil para famílias de baixa renda, pois impede que elas avancem na superação de outros desafios. “Quando você não tem onde morar, então a coisa fica muito difícil”, disse. A terceira fase do programa, que terá como meta a contratação de 3 milhões de novas unidades habitacionais, dará continuidade a esse processo. “Com isso, nós vamos diminuindo o grau de exclusão social de moradia, que talvez seja o mais grave”, falou.

A presidenta tornou a ratificar que os ajustes fiscais do governo são para garantir a geração de empregos e expansão dos programas sociais existentes.

“Pode ter certeza que o Brasil é muito maior do que esses problemas que nós estamos passando. O governo federal não vai parar um minuto, não vai parar um segundo, não vai ser detido por nada. Nós vamos fazer o Brasil crescer, gerar emprego e manter essa expansão de programas sociais como é o caso do Minha Casa, Minha Vida”, disse a presidenta. “Nós vamos seguir nessa trilha e nada no mundo vai nos tirar dela”, garantiu.

Confira a íntegra

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 12:00

Tempo real: Dilma entrega mil apartamentos do Minha Casa, Minha Vida em Capanema (PA)

13h46 – A presidenta encerrou seu discurso dizendo que este Brasil, de programas como o Minha Casa, Minha Vida, tem que continuar para todos os brasileiros e brasileiras de baixa renda que não têm casa própria. “Nós vamos continuar nessa trilha e ninguém no mundo vai nos tirar dela”, afirmou.

13h43 – Maria de Nazaré Pires de Brito 37, manicure, vai morar com os filhos na nova casa. Ela conta ao Blog do Planalto que sempre viveu de aluguel. “É muito difícil pagar aluguel e sustentar quatro filhos”, diz. Ela afirma que a casa própria é um sonho realizado. “A casa é muito bonita, e vou pagar R$ 37 por mês. Já estou pensando em investir no meu trabalho, comprar materiais novos e trabalhar em casa também, pois a clientela vai aumentar”, comemora. Sua família será beneficiada com a construção das cinco creches em Capanema anunciadas por Dilma.

Maria de Nazaré Pires de Brito e seus filhos vão finalmente sair do aluguel. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Maria de Nazaré Pires de Brito e seus filhos vão finalmente sair do aluguel. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

13h38 – “Temos que dar educação de qualidade para cada um dos brasileiros. E creche é a chave para você acabar com as desigualdades de oportunidades”, explica Dilma. Ela defende as construção de creches para garantir a crianças mais pobres os mesmos incentivos de uma criança de classe média. No Brasil foram contratadas durante o governo da presidenta 6 mil creches e a presidenta anuncia a construção de cinco creches em Capanema (PA).

13h33 – O condomínio dispõe de duas praças, duas quadras poliesportivas, dois playgrounds e um centro comunitário. É equipado com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e iluminação pública.

Além de ser equipado com infraestrutura completa, o condomínio tem duas praças, duas quadras poliesportivas, dois playgrounds e um centro comunitário. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Além de ser equipado com infraestrutura completa, o condomínio tem duas praças, duas quadras poliesportivas, dois playgrounds e um centro comunitário. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

13h30 – Dilma afirma em seu discurso que sempre olha a qualidade das unidades habitacionais entregues. “Nós olhamos a qualidade do piso, das cerâmicas, se o ambiente interno é agradável. Porque as pessoas têm direito a uma vida de conforto”, declara. Ela diz também que as famílias terão espaços de convivência e lazer e, a menos de 2 km de distância, escolas e espaços de saúde.

13h25 – Marina do Nascimento Farias (36) é viúva há três anos e tem quatro filhos. Quase metade do salário mínimo que recebe por mês era destinado para pagar o aluguel. “Não sobrava quase nada, a gente vivia grande dificuldade”, conta. Para ela, a casa nova é sinônimo de melhoria de vida. “Com certeza a vida vai melhorar”. Ela trouxe a família toda para participar da entrega do condomínio. “Veio todo mundo prestigiar a minha felicidade”, comemora.

Marina do Nascimento farias (esquerda) é viúva, vai ter agora uma casa própria para morar com os quatro filhos. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Marina do Nascimento farias (esquerda) é viúva, vai ter agora uma casa própria para morar com os quatro filhos. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

13h22 – A presidenta afirma que tem certeza que o Brasil está nesse momento, na fase final da superação da extrema pobreza. “Mas nós sempre dissemos que a superação é só o começo, porque o Brasil precisa assegurar infraestrutura social e urbana, sabemos que romper com isso é fundamental para o País”, afirma.

13h14 – A presidenta Dilma Rousseff discursa agora. Acompanhe o minuto a minuto no Twitter do Blog do Planalto.

13h13 – Em seu discurso, o vice-governador do Pará, José da Cruz Marinho cumprimenta a presidenta Dilma pelos investimentos do governo federal no estado do Pará. “O MCMV, programa que tem avançado Brasil afora, mudará a vida das mais de mil famílias paraenses que recebem as chaves de seus imóveis hoje”, declara.

1305 – Neste momento a presidenta Dilma entrega no palco as chaves de alguns apartamentos às famílias beneficiadas.

Presidenta Dilma visitando apartamento do Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma visitando apartamento do Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

12h56 – Ele lembra que com a terceira fase do programa, serão mais 3 milhões de moradias.

12h55 – O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, diz em seu discurso que já foram entregues em todo o Brasil 2 mil conjuntos habitacionais pelo Programa Minha Casa, Minha Vida. “Esse é um governo que dá prioridade para o povo”, afirma.

12h49 – Em seu discurso, o prefeito de Capanema, Eslon Martins, destaca a qualidade do processo construtivo do empreendimento.

12h38 – Começa a cerimônia. Acompanhe a cobertura também no Twitter do Blog do Planalto.

12h36 – O superintendente regional da Caixa ressalta que os recursos alocados no programa Minha Casa Minha Vida têm sido decisivos para os resultados alcançados e se diz otimista com a nova etapa do programa. Dona Maria Luiza Santos da Silva, de 58 anos, e o marido, Roberto Soares da Silva, de 61 anos, estão contando as horas para se mudar para o residencial.

Vivendo em uma casa de palha, protegida por uma lona, eles dividem o espaço com outras oito pessoas. Na nova casa, vão ter seu próprio quarto e abrigar uma das netas, de quinze anos. “Vamos morar nós três. Eu sonhava ter uma casa no alto e fui sorteada com uma casa no alto. Estou muito feliz”, comemora.

A ansiedade de Edilene dos Santos Alves, de 32 anos, é ainda maior. Desde que foi sorteada para uma das unidades do empreendimento, vai todos os dias ao local para admirar a nova casa. “Nem sei dizer o que eu vou ver, só sei que sempre que dá eu passo lá rapidinho, fico admirando e sonhando com a hora de mudar”, conta. Ela vai morar na nova casa com o marido e os filhos e sair da casa da sogra, com quem mora há alguns anos. “Agora vou ter a minha casa, é só o que importa”, afirma.

Assista aos depoimentos no vídeo abaixo.

12h34 – Segundo o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Evandro Lima, apesar de ser o primeiro empreendimento, outros moradores de Capanema já foram beneficiados pelo MCMV. “O Programa Minha Casa Minha Vida já está presente em Capanema em outras faixas de renda, por meio de iniciativas de pequenas construtoras locais, que têm feito esses imóveis com financiamento da Caixa e os subsídios do programa”, afirma. Em Capanema, foram entregues  1.496 unidades habitacionais, enquanto em todo o estado do Pará são 46.473 unidades, beneficiando 185 mil pessoas.

12h32 – Luciane Silva de Albuquerque morava com marido e dois filhos na casa dos pais. Finalmente a família vai ter sua própria casa. “Era um sonho quase impossível, mas agora posso dizer que é realidade”, diz ela com um sorriso no rosto.

Luciane Silva de Albuquerque não precisará mais morar com sua mãe. Junto com marido e filhos terá sua casa própria. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Luciane Silva de Albuquerque não precisará mais morar com sua mãe. Junto com marido e filhos terá sua casa própria. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

12h28 – Para o secretário de Planejamento do município, Afrânio Feijão, é um passo muito importante para reduzir o déficit habitacional da região e atender à população mais carente que precisa de moradias. “São pessoas que almejam um lar, que nunca tiveram uma casa estruturada e que agora vão ter. Dá para ver no rosto dessas pessoas, na hora em que estão assinando o contrato, a felicidade delas. E isso com certeza traz um impacto muito positivo para todo o município”, avalia.

12h25 – São 129 blocos de dois pavimentos e quatro unidades por andar. Cada apartamento tem área privativa de 39,22 m², divididos em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. Acompanhe daqui a pouco a cerimônia de entrega das unidades habitacionais às famílias.

12h19 – Ela visita agora um apartamento que será entregue. Cuidadosa, Dilma aproveita para vistoriar a construção.

12h15 – A presidenta Dilma acaba de chegar ao empreendimento.

12h15 – O Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil e recebeu investimento de R$ 53,6 milhões. A estimativa é beneficiar mais de 4.100 pessoas com a entrega dos novos apartamentos.

12h14 – Este é o primeiro residencial construído pelo MCMV em Capanema, município que fica a 160 km da capital paraense, Belém.

12h02 – O Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil e recebeu investimento de R$ 53,6 milhões. A estimativa é beneficiar mais de 4.100 pessoas com a entrega dos novos apartamentos.

Os 1.032 apartamentos do Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa vão beneficiar 4,1 mil. Foto: Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Os 1.032 apartamentos do Conjunto Habitacional José Rodrigues de Sousa vão beneficiar 4,1 mil. Foto: Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

12h00 – Logo mais a presidenta Dilma Rousseff estará no município de Capanema (PA) para entregar 1.032 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Segunda-feira, 30 de março de 2015 às 7:00

Minha Casa, Minha Vida em Capanema (PA) e Coordenação Política

Agenda presidencialNesta segunda-feira (30), às 8h, a presidenta Dilma Rousseff parte de Brasília para Capanema (PA), onde chega às 11h30 para participar da cerimônia de entrega de 1.032 unidades habitacionais do Conjunto José Rodrigues de Sousa, do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Às 14h, Dilma Rousseff embarca para Brasília, onde chega às 16h20. Logo depois, às 17h, a presidenta participa de reunião com a Coordenação Política, no Palácio do Planalto.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Sábado, 6 de dezembro de 2014 às 10:00

Lanchas vencem barreira das águas para levar alunos de forma rápida e segura a escolas do Pará

Especial Cidadania a Bordo

O que para muita gente pode ser um passeio exótico de barco pela maior floresta tropical do planeta faz parte do caminho rotineiro que algumas crianças brasileiras percorrem da casa para o colégio. É assim todos os dias para os alunos que frequentam, por exemplo, as escolas públicas das ilhas que existem em torno de Belém, a capital do Pará.

Lanchas do programa Caminho da Escola, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), são a solução nestes lugares, onde não é possível ir à escola de ônibus, taxi, bicicleta, de carro ou a pé. A essas ilhas só se chega mesmo pelas águas dos rios e a ajuda do programa é muito bem-vinda para alunos, pais e professores desse pedaço da Amazônia.

“Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda. Foto: divulgação FNDE

“Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda. Foto: Divulgação/FNDE.

O transporte permite que os alunos possam sair de casa um pouco mais tarde, à luz do dia, aos primeiros raios de sol. “Com as lanchas do Caminho da Escola os trajetos passaram a ser feitos mais rapidamente, em menos da metade do tempo”, conta a coordenadora de Educação das Ilhas de Belém, Iraneide Holanda.

Antes das lanchas, os alunos eram transportados em barcos de madeira, pesados, lentos e barulhentos, mais vulneráveis às chuvas, ventos, correntes e variações de marés. “Uma viagem que demorava uma hora e meia de barco pode ser feita em apenas 20 minutos numa lancha do Caminho da Escola”, compara a coordenadora.

Os alunos da professora Cleude Costa, da escola Nazaré, na Ilha Grande, passaram a fazer em 45 minutos uma viagem que podia demorar uma hora e meia ou mais, dependendo das condições do tempo e das marés, o que atrasava o início das aulas.

“A lancha é mais rápida e mais segura”, avalia Daniele Santiago, mãe de aluna. Foto: divulgação FNDE

“A lancha é mais rápida e mais segura”, avalia Daniele Santiago, mãe de aluna. Foto: Divulgação/FNDE.

“Eu tinha que começar a aula só às 8h30. Era muito estressante, as crianças ficavam muito agitadas. Meu tempo de trabalho era mínimo. Quando eu conseguia controlar a turma, já era quase hora de ir embora”, conta a professora. “Os alunos estavam desestimulados, o que prejudicava a frequência. A escola hoje está muito melhor. As lanchas melhoraram muito o trabalho e o desenvolvimento dos alunos”, acrescenta.

As lanchas do Caminho da Escola foram projetadas e construídas, inicialmente, pela Marinha do Brasil em cooperação com o FNDE. O projeto foi aprimorado e, atualmente, as embarcações são produzidas pela empresa vencedora do Pregão Eletrônico do FNDE, que registrou os preços das lanchas. Em ambos os casos, garantem mais rapidez e segurança que as embarcações comuns.

“A lancha é mais rápida e mais segura”, confirma a mãe da aluna Linda Evelyn, de 7 anos, Daniele Cruz Santiago. “Eu fico mais tranquila sabendo que a Linda viaja na lancha do Caminho da Escola. Antes, no barco, era mais arriscado, com muita maresia, viagens muito perigosas. Agora, as crianças chegam mais cedo, é melhor”, avalia.

A professora Analice Gomes da Mota confirma as melhorias e diz que as vantagens do ensino oferecido em Belém acabam atraindo vizinhos. “Tem gente que vem de outros municípios em busca do nosso ensino de qualidade”, garante.

O Caminho da Escola não despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Foto: divulgação FNDE

O Caminho da Escola não despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Foto: Divulgação/FNDE.

No lusco-fusco das manhãs amazônicas, os moradores da região ainda vivem as lendas das grandes matas, como a da Matita ou Matinta Pereira, que se apresenta como uma velha ou um pássaro para assustar as pessoas à noite com assovios e assombrações. Se alguém zombar de Matita Pereira, poderá ser perturbado por ela na escuridão da noite.

Linda Evelyn, por exemplo, assegura que viu a danada: “Matita Pereira apeou de noite perto da minha casa. Assoviou e foi para a casa do meu avô. Depois, sumiu no mato”, conta.

Rariane, colega de Linda, nunca viu Matita Pereira. Mas o primo dela, sim: “Mateus caminhava de noite tarde. Matita se escondeu no jambeiro e quase pulou nele. Meu primo correu pra casa da vovó e se escondeu lá. A vovó ficou meio coisa.”

É nessa paisagem cheia de desafios, mas onde se preservam tantas promessas e sonhos, que as lanchas do Caminho da Escola oferecem um futuro que não briga com o passado e nem despreza as tradições locais de usar os rios como estradas. Dessa forma, se preserva a nossa cultura e se encontram soluções bem brasileiras para garantir o acesso ao ensino para os jovens do País.

Sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 às 13:19

Estamos perto de dizer com orgulho que esse país não tem mais pobreza extrema, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta sexta-feira (1º), da entrega de 1.080 unidades habitacionais do Residencial Jardim dos Ipês, empreendimento do Programa Minha Casa Minha Vida, em Castanhal (PA). Durante o evento, Dilma reforçou a necessidade de uma parceria maior entre o governo federal e os municípios, principalmente no combate às desigualdades.

“Meu governo está empenhado em ajudar os prefeitos a fazerem a melhor gestão. (…) E precisamos que nos ajudem a completar o cadastro único do Bolsa Família. Temos de cadastrar todas as famílias que vivem na pobreza e na miséria. Nós estamos chegando perto de poder levantar sobre os nossos pés, erguer a cabeça e dizer com orgulho: esse país não tem mais, não tem mais, pobreza extrema”, afirmou Dilma.

Segundo a presidenta, o governo tem a responsabilidade de assegurar que as pessoas tenham acesso à casa própria. Ela classificou o Minha Casa, Minha Vida como “um dos melhores e mais abrangentes programas que o governo federal tem, porque atua diretamente na desigualdade”. Para Dilma, o desenvolvimento do país depende da oferta de oportunidades iguais para todos.

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