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Terça-feira, 5 de agosto de 2014 às 10:44

Visita à linha de transmissão de energia Tucuruí-Macapá-Manaus

Agenda presidencial

Nesta terça (5), a presidenta Dilma Rousseff visita, às 13h45, a torre de travessia da linha de transmissão de energia Tucuruí-Macapá-Manaus, localizada na margem esquerda do Rio Amazonas, em Almeirim (PA).

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 13:24

Dilma anuncia ampliação de aeroporto e investimentos para o Espírito Santo

O governo federal publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2) novo edital de licitação para ampliação e reforma do aeroporto de Vitória, conforme anunciado pela presidenta Dilma Rousseff em Vila Velha (ES). Ela afirmou que devido a complicações com licitação anterior, a solução encontrada foi criar outra para atender demanda antiga da população capixaba. São obras para construção de novo Terminal de Passageiros, estacionamento, novo sistema de pistas de pouso, decolagem e taxiamento, novo pátio de aeronaves e novo acesso viário.

“Publicamos o edital, vamos licitar, vamos construir um novo terminal de passageiros, vamos construir um novo sistema de pista e de pátio. (…) Nós vamos fazer um aeroporto aqui do tamanho do Espírito Santo. E um aeroporto do tamanho do Espírito Santo não é um aeroporto para 3 milhões de passageiros, é um aeroporto para no mínimo, 10 milhões de passageiros/ano. E falo que é do tamanho do Espírito Santo, e é condizente com o dinamismo e as necessidades dessa população”, considerou.

Dilma anunciou ainda que a duplicação de 51 km da BR-262, entre o município de Viana (ES) e o distrito de Vitor Hugo, será publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (3). O governo investirá R$ 520 milhões nesta obra, com previsão de início para outubro deste ano. Também foi assinada Ordem de Serviço para ampliação do Cais de Atalaia, no porto de Vitória, com aporte de R$ 140 milhões do Orçamento Geral da União (OGU).

Mobilidade Urbana, drenagem e contenção de encostas no ES
Para Vila Velha (ES) e Serra (ES), Dilma anunciou mais R$ 119,1 milhões para construção de binários e corredores de ônibus. Também serão investidos R$ 608 milhões em drenagem e contenção de encostas, em resposta às enchentes que atingiram o estado em 2013. Segundo a presidenta, os novos investimentos se somam outras ações políticas e obras no estado.

“Nós estamos aqui investindo, com o PAC, para oferta de água e serviços de saneamento básico. Quando você coloca dinheiro em saneamento, você está colocando dinheiro na saúde das pessoas. (…) Nós vamos construir ainda 73,5 km de BRTs e corredores de ônibus. E vamos implantar um sistema de transporte público nos morros, em Vitória, que contará com plano inclinado, teleférico, passarela e escada rolante”, afirmou Dilma.

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 9:50

Arco Metropolitano diminuirá tráfego nas principais vias do Rio de Janeiro

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta terça-feira (1), da abertura de tráfego do Arco Metropolitano (BR-493), do trecho que vai do entroncamento da BR-040 até Itaguaí, no Rio de Janeiro. Com a parceria entre governos federal e estadual, a implantação do trecho de 145 km, que começou em 2008, custou R$ 1,9 bilhão. No percurso, foram realizadas obras de terraplenagem, drenagem pluvial, pavimentação e construção de 156 obras de artes (viadutos, pontes, passarelas e passagens subterrâneas).

A estimativa inicial é que cerca de 32 mil veículos usem a rodovia diariamente na época da inauguração (10 mil carretas e 22 mil veículos leves), atingindo 45 mil em 2030. Com isso, haverá melhora no tráfego das vias expressas de entrada e saída do Rio: Ponte Rio-Niterói, Avenida Brasil, Linhas Vermelha e Amarela e rodovias Washington Luiz e Dutra.

Para o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o Arco Metropolitano é uma obra estratégica para o tráfego de veículos da região.

“É um elo entre todas as rodovias estaduais e federais do estado, e faz uma conexão direta da BR-101 com o Porto de Itaguaí. (…) Por esse ângulo você tem uma ideia da importância dessa ligação. Ela faz essa conexão eliminando o trafego pesado da Avenida Brasil e das zonas urbanas da BR-101, tanto no que se refere ao Rio-Santos como a chegada ao Rio de Janeiro. (…) Com isso, há um ganho na mobilidade urbana muito grande.”

A Arco Metropolitano vai ligar Itaboraí a Itaguaí, num percurso de 145 quilômetros, e se conectar com todas as rodovias federais em território fluminense, integrando ainda os municípios de Nova Iguaçu, Paracambi, Duque de Caxias, Seropédica, Itaguaí e Japeri.

Conexão com estradas federais
O Arco faz entroncamento com importantes estradas federais que cortam o estado ou têm o Rio como destino: BR-040 (Rio-Belo Horizonte-Brasília), BR-116 (Rio-Teresópolis), BR-101 (Rio-Santos), BR-465 (antiga Rio-São Paulo). A conexão com grandes eixos rodoviários do país permitirá reestruturação da malha rodoviária da Região Metropolitana, melhorando acessibilidade à capital e entre municípios vizinhos. O arco também permitirá a ligação do Porto de Itaguaí com Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em execução pela Petrobras, em Itaboraí.

A rodovia será essencial também para crescimento do segmento de cargas, dando mais agilidade e qualidade ao setor de transportes. Uma carga vinda hoje por caminhão de Minas Gerais para o Porto de Itaguaí pela BR-040, por exemplo, precisa passar pela Avenida Brasil. Com o Arco, a avenida poderá ser evitada e haverá ganho de tempo no frete, reduzindo custos.

Empresas no entorno
As cidades da Baixada Fluminense diretamente influenciadas pelo Arco já começaram a se beneficiar com a implantação da estrada. Grandes indústrias e centros de distribuição de produtos e mercadorias estão se instalando no entorno da rodovia, impulsionando o desenvolvimento dos municípios. No momento, há 38 empreendimentos aguardando licença ambiental e inscrição na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro para se instalar em algum ponto das proximidades do Arco Metropolitano.

Terça-feira, 1 de julho de 2014 às 9:50

Arco Metropolitano diminuirá tráfego nas principais vias do Rio de Janeiro

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) atingiu execução de R$ 871,4 bilhões até abril de 2014, o que representa 84,6% do orçamento previsto para o período 2011-2014. Os dados são apresentados nesta sexta-feira (27), pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, e fazem parte do 10º Balanço do programa.

O PAC 2 completa três anos e quatro meses cumprindo realização da infraestrutura que eleva competitividade do país, gerar empregos, resgatar papel do Estado como indutor do desenvolvimento, incentivar investimentos públicos e privados e reduzir as desigualdades regionais do Brasil.

As ações concluídas atingiram 95,5% do total previsto até o final de 2014, com R$ 675,8 bilhões em obras nos seis eixos do programa – Transportes, Energia, Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Água e Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida.

Transportes
O Eixo Transportes concluiu R$ 58,9 bilhões em empreendimentos em todo o país. Em Rodovias são 3.003 km de obras finalizadas em 2014, das quais 1.413 km foram concessões.

Em Ferrovias, já estão concluídos 1.053 km, com destaque para conclusão de trecho de 855 km da Ferrovia Norte Sul (FNS), entre Palmas (TO) e Anápolis (GO).

Na área de Portos, foram concluídos 22 empreendimentos, possibilitando a modernização e ampliação da capacidade dos portos brasileiros.

Na área de Aeroportos, foi ampliada capacidade de atendimento em 15 milhões de passageiros por ano, com conclusão de 24 empreendimentos. Nos aeroportos regionais foram concluídas 11 obras em oito cidades.

O PAC 2 universalizou ainda acesso a retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões caçamba em municípios com menos de 50 mil habitantes, alcançando toda a meta prevista.

Energia
No Eixo Energia, concluiu-se R$ 233,1 bilhões de obras de Geração de Energia Elétrica, promovendo a entrada de 12.860 MW no parque gerador brasileiro. Também entraram em operação 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1.729 MW. Estão em construção oito hidrelétricas, cinco termelétricas, 120 usinas eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas, que representarão um aumento de 24.374 MW na capacidade de geração de energia do País.

Para levar toda essa energia aos mercados consumidores, foram concluídas 35 linhas de Transmissão de Energia Elétrica, totalizando 10.194 km de extensão e 36 subestações.

No setor de Petróleo e Gás Natural, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis.

Cidade Melhor
No Eixo Cidade Melhor, o PAC 2 concluiu 1.223 empreendimentos de Saneamento, 70 empreendimentos de drenagem, 19 de contenção de encostas e 32 de pavimentação. Em Mobilidade Urbana, foram concluídos, ou estão em fase final de obras e já operam, 28 empreendimentos. Por meio do PAC Cidades Históricas, o Governo Federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para recuperação de monumentos e sítios urbanos de 44 cidades, em 20 Estados.

Comunidade Cidadã
No Eixo Comunidade Cidadã, foram contratadas 15.095 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o país, com investimentos de R$ 3,8 bilhões, das quais 10.759 estão em obras e 2.432 foram concluídas até junho de 2014. Foram também contratadas 495 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que terão capacidade mensal de até 3,1 milhões de atendimentos, e desse total, 213 estão em obras e 23 foram concluídas até junho de 2014.

Água e Luz para Todos
No Eixo Água e Luz para Todos, foram concluídas ações no valor de R$ 8,7 bilhões, com mais de 474 mil ligações de energia elétrica para 1,9 milhão de pessoas que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas.

Em Recursos Hídricos, mais de 207 localidades tiveram sistemas de abastecimento de água implantados e construídos 53 sistemas de esgotamento sanitário. Foram concluídos 961 empreendimentos, que melhoraram o sistema de abastecimento de água em áreas urbanas e 32 empreendimentos de recursos hídricos para combater a escassez de água no Nordeste brasileiro.

Minha Casa Minha Vida
O Eixo Minha Casa Minha Vida concluiu empreendimentos no valor de R$ 361,6 bilhões, entregando 1,7 milhão de moradias e beneficiando mais de 6,4 milhões de pessoas, o que equivale a segunda maior cidade do País, o Rio de Janeiro.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

Sexta-feira, 13 de junho de 2014 às 16:37

Via Mangue é a maior obra de mobilidade nos últimos 30 anos em Recife

Nesta sexta-feira (13), a presidenta Dilma Rousseff visitou o primeiro trecho do Corredor Via Mangue, em Recife,  e afirmou que a obra melhora o cotidiano da vida na cidade e moderniza todo o transporte urbano de massa. A Via Mangue é considerada uma das maiores intervenções em mobilidade dos últimos 30 anos na capital pernambucana, e será liberada para tráfego neste fim de semana.

“A primeira característica (desta obra), e talvez a mais importante, é ganhar tempo. Ganhar tempo para quem? Para os trabalhadores, para as trabalhadoras, para as donas de casa, para as mães de família, para os pais de família, para os pequenos empresários, para os médios empresários, enfim, para todos os habitantes de uma cidade que preferem usar o transporte de massa ao invés de usar o transporte individual. (…) Eu acredito que a inauguração da Via Mangue é uma solução para o trânsito da zona sul, vai desengarrafar e vai também melhorar outras vias que eram congestionadas, destacou a presidenta.”

Esse trecho da Via Mangue possui 4,5 quilômetros de extensão e a intervenção inclui alargamento de duas faixas na Ponte Paulo Guerra, Ponte Estaiada, ponte do Encanta Moça, trecho do aeroclube, via elevada e viadutos sobre a Rua Antônio Falcão.

O traçado da Via Mangue tem a função de uma via expressa, com duas faixas de tráfego e sem semáforos, onde a velocidade regulamentada será de 60 km/h, com alguns trechos a 40 km/h. A obra da Via Mangue está sendo desenvolvida pela Prefeitura do Recife em parceria com o Governo Federal.

Com a abertura desta etapa, estima-se que 49% dos automóveis que atualmente circulam pela Avenida Engenheiro Domingos Ferreira migrará para a Via Mangue. Isso representa cerca de 17 mil veículos dos 57,5 mil que trafegam pela via diariamente.

Segundo Victor Vieira, presidente da Empresa de Urbanização do Recife (URB), a obra é de extrema importância para o tráfego de carros e ônibus pela região central de Recife, desafogando o trânsito.

“É uma das maiores obras de mobilidade dos últimos 30 anos. Ela vai desafogar o trânsito da Domingos Ferreira, tirando 49% dos veículos que lá estão e jogando na Via Mangue, possibilitando, inclusive, a gente fazer um corredor de ônibus, priorizando o transporte público. Indo no sentido sul pela Domingos Ferreira, hoje se demora de 40 a 50 minutos. A previsão que nós temos é de 8 a 7 minutos, pegando a Via Mangue para chegar ao centro de Boa Viagem”, garante.

O investimento total nos trechos 1 ao 4 da da Via Mangue-Centro/Zona Sul de Recife foi de R$ 433,2 milhões, sendo R$ 331 milhões financiados pelo governo federal.

Sexta-feira, 13 de junho de 2014 às 16:37

Via Mangue é a maior obra de mobilidade nos últimos 30 anos em Recife

Sexta-feira, 13 de junho de 2014 às 11:00

Transporte da qualidade do BRT transforma riqueza do país em conforto, afirma Dilma

Sexta-feira, 13 de junho de 2014 às 11:00

Transporte da qualidade do BRT transforma riqueza do país em conforto, afirma Dilma

Presidenta Dilma no BRT Expresso DF, inaugurado nesta sexta (13). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma no BRT Expresso DF, inaugurado nesta sexta (13). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Durante inauguração do Bus Rapid Transit (BRT) do Distrito Federal, conhecido como Expresso DF, nesta sexta-feira (13), a presidenta Dilma Rousseff destacou que o investimento do governo está sendo distribuído para o povo em forma de segurança e conforto no transporte público. Ela se disse impressionada com a qualidade dos ônibus que fazem o trajeto das cidades do Gama e Santa Maria até o centro de Brasília e ressaltou que o povo brasileiro merece o melhor possível.

“Não é algo fácil de ver. Aqui são 42 quilômetros de via contínua, exclusiva, sem sinaleira. A gente sabe a quantidade de tempo que uma pessoa que mora no Gama ou em Santa Maria, que mora nas estações intermediárias até o Plano Piloto, o tanto de tempo que se demora no trânsito na hora da manhã e da noite, quando vai para o trabalho e quando volta. É essa a questão que está aqui colocada quando se faz uma obra dessa qualidade. O único objetivo dela é garantir transporte rápido”, analisou a presidenta.

O investimento total do Expresso DF Eixo Sul é de R$ 761,4 milhões, sendo R$ 561,5 milhões de financiamento público com juros subsidiados e R$ 199,9 milhões de contrapartida do governo do Distrito Federal. A obra está dividida em duas etapas: na primeira etapa foram investidos R$ 562 milhões e na segunda estão sendo investidos R$ 199,4 milhões.

A via faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade e conta com 43,8 quilômetros de extensão, sendo 35 quilômetros destinados para faixas exclusivas de ônibus. A primeira etapa, inaugurada nesta sexta-feira, possui 36,2 quilômetros, sendo 27,4 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus; oito estações climatizadas; dois terminais (Gama e Santa Maria); uma adaptação de plataforma na Rodoviária do Plano Piloto (Central); e 22 viadutos.

A segunda etapa terá 7,6 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus, entre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), próximo ao Park Way (Estação Shopping do Metrô) e o Terminal da Asa Sul (TAS). A previsão de conclusão da segunda etapa do BRT é até dezembro de 2014.


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