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Segunda-feira, 22 de abril de 2013 às 10:27

Café: compra de equipamentos garante benefícios à população e movimenta economia

Café com a presidentaA presidenta Dilma Rousseff explicou, no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (22), a importância e como é feita a entrega de máquinas e equipamentos para municípios com até 50 mil habitantes, além de ônibus escolares e ambulâncias. Segundo Dilma, o governo faz muitas compras porque precisa oferecer bons serviços para a população. Ela ainda destacou o uso do poder de compra para gerar empregos e renda no Brasil.

Somente em retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões-caçamba foram investidos, até agora, R$ 8 bilhões. Com os equipamentos, os prefeitos poderão, por exemplo, melhorar estradas vicinais, fazer drenagem ou construir uma pequena barragem. Para Dilma, com as aquisições são garantidos benefícios para população, movimentando a economia e criando renda e oportunidade.

“Nós contrataremos, ao todo, 4.962 de cada uma dessas máquinas. Um dos nossos objetivos é ajudar as prefeituras a manter as estradas vicinais em boas condições, principalmente, porque por elas passa uma parte importante da agricultura familiar brasileira e da agricultura comercial. Passa aquilo que está na nossa mesa. Além disso, por essas estradas vicinais, passam também os ônibus escolares, as ambulâncias do SAMU”, afirmou.

A presidenta ainda lembrou que os municípios que sofrem com os efeitos da pior ser seca dos últimos 50 anos também receberão, além de retroescavadeiras e motoniveladoras, caminhão-pipa e uma pá-carregadeira. Assim, os prefeitos poderão levar água para população e recuperar mais rapidamente açudes e barreiros. Segundo Dilma, só na aquisição de equipamentos para a região foram investidos R$ 5 bilhões.

“Essa iniciativa faz parte de um conjunto de ações do governo federal em parceria com os municípios para enfrentar a pior seca dos últimos 50 anos. (…) Juntando todas as máquinas que nós compramos para recuperar as estradas vicinais e as novas compras de máquinas que estamos fazendo para a região da seca e os municípios da Sudene em situação de emergência, chegamos a um investimento em torno de R$ 5 bilhões”, disse.

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Terça-feira, 16 de abril de 2013 às 11:59

Dilma entrega 1.640 unidades habitacionais em Ribeirão das Neves (MG)

A presidenta Dilma Rousseff entregou nesta terça-feira (16) 1.640 unidades habitacionais do Residencial Alterosa, construído com recursos do Minha Casa Minha Vida, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. O empreendimento vai beneficiar famílias com renda de até R$1,6 mil.

» Vídeo: beneficiárias falam da entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida

O conjunto habitacional é composto por 82 blocos de 20 apartamentos e contemplará cerca de 6,5 mil pessoas. Os apartamentos têm área privativa de 41 m², divididos em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. O condomínio dispõe de estacionamento, centro comunitário, quadra de esporte e campo de futebol.

O empreendimento também oferece apartamentos adaptados para portadores de necessidades especiais, com área maior para possibilitar o giro de 360 graus da cadeira de rodas, além de portas e janelas também adaptadas.

Máquinas agrícolas e ônibus escolares

Na mesma solenidade, a presidenta Dilma entregará 58 máquinas motoniveladoras, 50 máquinas retroescavadeiras e 19 ônibus escolares a 102 municípios mineiros. O investimento é de mais de R$ 25 milhões, e a distribuição das máquinas agrícolas faz parte da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), via Ministério do Desenvolvimento Agrário. O principal objetivo é a construção e a manutenção de estradas que ligam a zona rural à zona urbana.

O programa Caminho da Escola visa renovar e padronizar a frota de veículos de transporte escolar, para garantir segurança e qualidade, contribuindo para o acesso e a permanência dos alunos nas escolas da rede pública da educação básica.

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 12:35

Máquinas agrícolas e ônibus escolares beneficiarão agricultores e estudantes no RS

A presidenta Dilma Rousseff entrega, nesta sexta-feira (12), às 11h45, em Porto Alegre, máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras a municípios gaúchos. Na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2, o governo federal beneficiará mais de 4.850 municípios brasileiros com máquinas que servirão para recuperação e manutenção de estradas vicinais.

No Rio Grande do Sul, já foram entregues 114 retroescavadeiras. Na cerimônia desta sexta, serão entregues mais 120 máquinas: 80 retroescavadeiras e 40 motoniveladoras. O investimento totaliza aproximadamente R$ 28 milhões, beneficiando cerca de 600 mil pessoas pela melhoria do escoamento da produção da agricultura familiar, circulação de bens, serviços e moradores do meio rural.

Caminho da Escola

Na solenidade, o Ministério da Educação entregará 25 ônibus para 15 municípios do estado. Os veículos fazem parte do programa Caminho da Escola, coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Deste total, 22 foram adquiridos com recursos via transferência direta da União e três com recursos municipais. O valor do investimento destes modelos é de cerca de R$ 3,5 milhões.

 

Terça-feira, 19 de março de 2013 às 9:15

Em coluna, Dilma fala sobre Bolsa Família, economia e seleção de projetos do PAC

Conversa com a PresidentaA presidenta Dilma Rousseff, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (19), respondeu a perguntas sobre as regras de ingresso no Bolsa Família; o crescimento da economia brasileira; e ainda emitiu uma mensagem que tratou do resultado da seleção de obras de pavimentação, saneamento e mobilidade urbana, com um total de recursos de R$ 33 bilhões.

“Para receber o benefício, a família tem que se cadastrar no Cadastro Único para Programas Sociais, organizado pelos municípios com informações sobre renda, escolaridade, localidade, e outras. A família também precisa assegurar frequência escolar mínima das crianças e adolescentes, a vacinação das crianças e a realização do pré-natal pelas grávidas. A frequência é avaliada a cada dois meses e o não cumprimento leva à suspensão do benefício”, explicou Dilma, à professora aposentada de Samambaia (DF) Elvira Justiniano, de 66 anos.

Para Valderice do Nascimento, estudante de São Luis (MA) com 18 anos, Dilma defendeu que 2012 foi um ano positivo para o Brasil, mesmo com um cenário adverso. Para a presidenta, hoje, as condições econômicas brasileiras são mais sólidas, com um mercado interno dinâmico. Ela ainda destacou a geração de 1,3 milhão de novos postos de trabalho em 2012, com a renda real do trabalhador aumentando 4,1%.

Quarta-feira, 6 de março de 2013 às 14:14

Nós estamos mudando o patamar de reivindicação do nosso povo, afirma Dilma

Em reunião com prefeitos e governadores no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (6), a presidenta Dilma Rousseff ressaltou a importância do trabalho conjunto entre as diferentes esferas de governo para atender as novas demandas dos brasileiros, principalmente dos que deixaram a pobreza extrema nos últimos anos.

Durante a reunião, a presidenta anunciou R$ 33 bilhões para estados e municípios com projetos de mobilidade urbana, pavimentação e saneamento selecionados pela segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

“É uma reunião extremamente importante, porque nela estamos discutindo as questões mais importantes para o Brasil. Nós temos uma função em comum para o desenvolvimento do país, que é a garantia de mais condições para o povo brasileiro e mais oportunidades para eles. (…) Nós estamos mudando o patamar de reivindicação do nosso povo”, afirmou Dilma.

Para Dilma, é preciso investir em áreas como mobilidade urbana, pavimentação e saneamento básico, que ela considerou essencial para que o Brasil possa se considerar um país desenvolvido. A presidenta lembrou que já foram investidos pelo governo federal R$ 69,9 bilhões nas três áreas.

“Para alguém ser portador de cidadania numa sociedade moderna não basta só a renda, não basta só um emprego, precisa de serviços de qualidade. Por isso, o governo federal tem esse compromisso com o PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Hoje, nós estamos colocando R$ 33 bilhões. Fazem parte, esses R$ 33 bilhões, de algo que eu tenho muito orgulho nesses dois anos e três meses do meu governo, que é o fato que, nessa área de saneamento, mobilidade urbana e pavimentação, nós colocamos 69,9 bilhões”, completou.

Confira a íntegra

 

Domingo, 18 de novembro de 2012 às 9:45

Destaques da semana: programa Mais Irrigação terá R$ 10 bilhões em investimentos

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, na última terça (13), no Palácio do Planalto, o Programa Mais Irrigação, com a proposta de incluir o pequeno e o médio agricultor na cadeia produtiva, garantindo mercado, assistência técnica e preço justo, com investimentos de R$ 3 bilhões, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e outros R$ 7 bilhões vindos da iniciativa privada. Para a presidenta, o projeto terá papel decisivo no enfrentamento à estiagem no semiárido nordestino, como “a melhor resposta para combater a seca”.

“O nosso sertão irrigado vai deixar de ser dependente da ajuda governamental, ele vai passar a ser fornecedor de produtos, ele passará a ser um dos maiores produtores de alimentos que o nosso país necessita, e o mundo também. A vítima da seca, nós queremos que a vítima da seca deixe de ser o flagelado de todos os anos, para se tornar um produtor rural de sempre. Eu acho que esse é o grande objetivo do Mais Irrigação.”, afirmou.

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Terça-feira, 22 de novembro de 2011 às 13:04

PAC 2 teve aumento de 66% no ritmo de execução

Governo apresenta balanço da segunda fase do PAC. Foto: Marcelo Casall Jr./ABr

Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), divulgado hoje (22) pelo governo, revela o aumento de 66% na execução orçamentária entre junho e setembro de 2011. Neste período, foram concluídas, por exemplo, as obras de construção das hidrelétricas de Estreito (MA) e Dardanelos (MT), de duplicação e adequação de 494 quilômetros de rodovias, e de implantação de quatro módulos operacionais de passageiros nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos (SP), Vitória (ES) e Goiânia (GO).

Esses empreendimentos integram os 11,3% já concluídos do total previsto até 2014, informou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Segundo ela, os investimentos no PAC, que incluem recursos do Orçamento Geral da União, estados, municípios, estatais e setor privado, alcançaram, este ano, R$ 143,6 bilhões ou 15% do total previsto para o período de 2011 a 2014.

Em 2011, houve um aumento de 22% no volume de pagamento em comparação com o mesmo período de 2010, ano de melhor desempenho do PAC.

“Aceleramos a execução do PAC nesses últimos três meses. Tivemos um desempenho bastante importante para o período”, disse a ministra Miriam Belchior.

Em setembro de 2011, o monitoramento do PAC indicava que 72% das ações de transportes, energia, mobilidade urbana, Luz para Todos e recursos hídricos estavam no ritmo adequado, enquanto 10% pediam atenção. O ritmo de 4% das obras foi considerado preocupante.

“O PAC cumprirá seu papel anticíclico. As obras alavancarão a nossa economia, vão garantir a geração de emprego, o aumento da renda no momento de incerteza internacional”, garantiu a ministra.

Cenário econômico – Na apresentação do balanço do PAC 2, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou que, apesar das incertezas no cenário internacional, o governo trabalha com uma expectativa de crescimento da economia brasileira entre 4% e 5% em 2012. Para 2011, o Ministério da Fazenda acredita que o crescimento do PIB será moderado e deve alcançar 3,8%

“Há muita incerteza sobre o que vai acontecer. Vislumbramos um cenário de desaceleração do crescimento nos Estados Unidos e de recessão na Europa, mas sem a crise que atingiu os países em 2008. No Brasil, a aceleração do crescimento deve ser de 4% a 5%”, defendeu Nelson Barbosa.

Um dos motivos, segundo ele, é o PAC, que protege a economia brasileira dos efeitos da crise internacional.

“O PAC é uma diferença que o Brasil tem relação ao resto do mundo.”

Quinta-feira, 13 de outubro de 2011 às 19:02

Presidenta anuncia R$ 1 bilhão do Orçamento para o metrô de Curitiba

Minstra Gleisi Hoffmann, governador Beto Richa e ministros Miriam Belchior e Mário Negromonte acompanham a presidenta Dilma Rousseff em cerimônia de anúncio de investimentos do PAC em Curitiba. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (13/10) investimentos no valor de R$ 1 bilhão do Orçamento da União no metrô da cidade de Curitiba. Outros R$ 750 milhões serão financiados com recursos do FGTS. A obra vai beneficiar, por dia, 400 mil usuários do transporte público da capital do Paraná, afirmou a presidenta em discurso. Segundo ela, em parceria com estados e municípios, o governo federal vai investir na recuperação dos espaços urbanos.

“Um dos problemas graves foi ter deixado as cidades crescerem sem uma solução integrada, sem uma solução na qual o metrô fosse um dos modais. O transporte de massa é um elemento chave. Nós queremos que a população continue tendo automóveis, mas nós queremos que o carro não seja o principal meio de transporte. Não se segrega o transporte público. No mundo inteiro, o metrô é instrumento de democratização do espaço urbano.”

A presidenta defendeu a aceleração dos investimentos em infraestrutura para superar o período em que o país viveu a crise da dívida e tinha suas políticas de investimento sob a ingerência do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Segundo Dilma Rousseff, atualmente em crise, falta aos líderes dos países europeus “convicção política uniforme” em como lidar com as turbulências financeiras. Já o Brasil apresenta condições de enfrentá-las uma vez que dispõe de sistema bancário forte, política fiscal consolidada e reservas internacionais.

“Nós já vimos uma parte desse filme. Nós sabemos o que é a supervisão do FMI. Nós sabemos o que é a proibição de se fazer investimentos. Investir R$ 1 bilhão no metrô seria inimaginável neste período. Por isso, a gente tem que continuar firme macroeconomicamente, muito sério, muito prudente, olhando a inflação com um olho, o crescimento com outro”, afirmou a presidenta.

Ouça abaixo a íntegra do discurso da presidenta Dilma Rousseff ou leia aqui a transcrição:

 

Sexta-feira, 29 de julho de 2011 às 16:39

Primeiro balanço indica que PAC2 repete bom desempenho de 2010

Ministros apresentaram o primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, no Palácio Itamaraty. Foto: Elza Fiúza/ABr

O primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), referente ao desempenho no primeiro semestre de 2011, revela que o volume de recursos pagos ou contratados abrangendo Orçamento Geral da União (OGU) Fiscal e Seguridade, estatais e setor privado alcançou R$ 86,4 bilhões. Já a execução orçamentária da segunda fase do programa, de R$ 10,3 bilhões, que inclui os recursos do OGU Fiscal e Seguridade, foi semelhante ao desempenho de 2010 – R$ 10,5 bilhões –, melhor ano do programa. Esse valor corresponde a uma execução de 37,5% dos R$ 27,5 bilhões previstos para 2011.

Os dados do programa foram apresentados na manhã desta sexta-feira (29/7) pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, em conjunto com demais ministros das pastas responsáveis pelas ações e projetos do PAC. Segundo Miriam Belchior, o PAC 2 investirá R$ 955 bilhões no período nos quatro anos do governo Dilma Rousseff, cujo valor previsto para obras a serem concluídas até 2014 totaliza R$ 708 bilhões ou 74% do total previsto. As demais obras, 26% do total, serão concluídas após 2014, uma previsão de execução de R$ 247 bilhões. Entre elas, estão grandes obras de infraestrutura em andamento no Brasil, tais como: Usina Hidrelétrica Belo Monte, Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e Ferrovia de Integração do Centro-Oeste.

A ministra do Planejamento, Mírian Belchior, apresenta o balanço da segunda etapa do PAC. Foto: Elza Fiúza/ABr

“Entramos agora com o pé no acelerador na execução do programa, pelos dados de execução orçamentária e financeira e de conclusão de obras. O que demonstra o aprendizado no primeiro período. Mas que não nos satisfaz. Vamos acelerar ainda mais, corrigir atrasos, melhorar e aperfeiçoar o procedimento para que execução do PAC 2 seja melhor do que foi o PAC1”, disse a ministra.

 

Até 30 de junho de 2011, 89% das ações do PAC monitoradas estavam em ritmo adequado, sendo que 56% estavam em obras, 30% em fase de projeto ou licenciamento, 13% em licitação de obra e 1% estavam concluídas.

Eixo Transportes: licitações terão projeto executivo

A ministra Miriam Belchior informou que os empreendimentos do PAC em rodovias e ferrovias estão em revisão. Segundo ela, a experiência do PAC1 mostrou que a ausência de projetos executivos, antes das licitações, levou à contratação de obras com projetos básicos insuficientes, que geraram muitos aditivos de prazo, valor e escopo. Com isso, no PAC 2, todas as licitações para obras em rodovias e ferrovias deverão já ter projetos executivos, o que reduzirá o número de aditivos que alterem os valores das obras.

De acordo com o balanço, no primeiro semestre, foram iniciados 431 km de novos trechos de rodovias e outros 6,5 mil km estão em andamento. Foram contratados mais de 7,5 mil km em obras de sinalização, 8 mil km de rodovias já possuem projetos e estudos prontos para restauração e manutenção e outros 22 mil km estão em fase de elaboração.

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Quinta-feira, 7 de julho de 2011 às 15:39

“Vou poder pegar o teleférico em frente à minha porta”, diz dona Rosinete

Dona Rosinete e o filho Thiago encontram a presidenta Dilma Rousseff e o governador Sérgio Cabral após cerimônia de inauguração do teleférico do Complexo do Alemão, no Rio. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Do alto do Morro da Baiana, a dona de casa Rosinete Augusto Nascimento da Silva, 39 anos, tem a sensação de ter a cidade do Rio de Janeiro a seus pés. Mas o “asfalto”, na realidade, fica a 30 minutos de caminhada até o ponto de ônibus ou até a estação ferroviária de Bonsucesso, subúrbio carioca. A partir da inauguração do teleférico do Complexo do Alemão – construído com recursos do PAC em parceria com o governo estadual -, a paisagem da Cidade Maravilhosa vai ficar de fato mais próxima para a família de Rosinete e de outras 85 mil pessoas que vivem em 13 comunidades da Zona Norte da capital fluminense.

A dona de casa se surpreendeu ao ser citada pela presidenta Dilma Rousseff, durante o discurso na cerimônia de inauguração do teleférico – realizada no Morro do Adeus -, como exemplo de uma moradora que desejava deixar a comunidade para buscar uma vida melhor em outro local, realidade que começa a mudar. “Com certeza, a Rosinete terá muitos motivos para se orgulhar da comunidade dela”, declarou a presidenta Dilma.

“A realidade vai mudar muito. Já experimentei o teleférico e é muito bom”, diz Rosinete ao Blog do Planalto, que saiu há mais de 20 anos de Natal (RN) para morar no Rio, onde casou e teve filhos.

Com o teleférico, o percurso de 1,2 km entre as estações Baiana e Bonsucesso poderá ser feito em apenas seis minutos. Mais tranquilidade para Rosinete levar o filho Thiago, 11 anos, “aluno nota dez”, ao curso de informática em Bonsucesso duas tardes por semana, em especial nos dias de chuva. “Vou poder pegar o teleférico em frente à minha porta”, comemora a dona de casa, que acredita, inclusive, na valorização do seu imóvel com o funcionamento da Estação Baiana, do outro lado da rua.

Cidadania em alta – Mais um motivo para a satisfação de Rosinete é a facilidade com que o marido, o faxineiro Terso Laurentino da Silva, poderá pegar a condução até o local do trabalho, em Botafogo, na Zona Sul. Garantia de chegar mais cedo em casa para ficar perto da esposa, do filho e da outra filha do casal, Maria Clara, de 7 anos.

Localizada no bairro de Ramos, a Estação Baiana, motriz do sistema, é o “coração” do teleférico. Além de cumprir sua função de meio de transporte, o sistema também destina espaços para equipamentos de inserção social. No Morro da Baiana, abrigará um posto de identificação civil do Detran, um Posto de Orientação Urbanística e Social (Pouso) da prefeitura e um caixa eletrônico da Caixa Econômica Federal (CEF). Para os filhos de Rosinete e Terso, já são novos tempos no Complexo do Alemão.

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