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Quarta-feira, 12 de novembro de 2014 às 12:10

Coletiva concedida pela presidenta Dilma Rousseff em Doha

Quarta-feira, 12 de novembro de 2014 às 12:03

Brasil e Catar discutem parcerias econômicas, culturais e educacionais

“Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou Dilma sobre fala da xeica do Catar, Mozah bint Nasser. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou Dilma sobre fala da xeica do Catar, Mozah bint Nasser. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quarta-feira (12), em Doha, no Catar, que o Brasil e o país do Oriente Médio criarão um grupo estratégico de trabalho de alto nível para atuação em pontos de interesse comum entre os dois países. O objetivo é ampliar a cooperação e estabelecer melhor intercâmbio em áreas estratégicas, como gás natural, defesa, educação e infraestrutura.

“É um país com o qual o Brasil tem uma ponte muito grande. É uma ótima relação para nós, estabelecida há 40 anos, e que podemos intensificar”, disse Dilma a jornalistas.

A presidenta lembrou que o Brasil importa gás natural do Catar, e exporta outros produtos. Na área de defesa, existe uma discussão quanto à compra de aeronaves da Embraer pelo país árabe.

Na educação, Dilma afirmou que os países pretendem estudar uma cooperação que envolva a divulgação de melhores práticas visando à universalização do ensino, e destacou o papel da xeica do Catar Mozah bint Nasser, embaixadora da ONU para o tema e ativista da educação em fóruns internacionais e debates entre países. “Ela diz que a educação é uma agenda ‘inacabada’, em construção permanente, e concordo inteiramente com isso”, declarou.

O programa Ciência sem Fronteiras, ressaltou a presidenta, poderá ser beneficiado por intercâmbios na graduação e também há possibilidade de pesquisadores pós-graduandos passarem a exercer atividade no sistema de ensino superior do Catar.

Dilma apontou entre as medidas em estudo o compartilhamento pelo governo brasileiro com o Catar de arquivos da Biblioteca Nacional que demonstram a influência da cultura árabe no país. Segundo a presidenta, parte desses arquivos data da época da chegada de Dom João VI ao Brasil.

Dilma viaja nesta quarta-feira para Cingapura, etapa anterior ao encontro do G20 em Brisbane (Austrália). A presidenta destacou a importância do encontro das 20 maiores economias do mundo e ressaltou que a questão da manutenção do emprego deve ser dos principais assuntos. “Acredito que é um desejo dos países do G20 um desenvolvimento sustentável e equânime”, disse. Destacou ainda a relação dívida/PIB do Brasil, de 35%, ante uma média de 60% entre os países do G20.

Confira a íntegra

Terça-feira, 29 de julho de 2014 às 17:21

Governo brasileiro reitera chamado por cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza

A presidenta Dilma Rousseff reforçou o pedido do governo brasileiro por um cessar-fogo imediato, abrangente e permanente entre as partes envolvidas no conflito na Faixa de Gaza. Durante a reunião da 46ª Cúpula do Mercosul, nesta terça-feira (29), em Caracas, ela falou sobre o compromisso com a estabilidade e com a paz em todos os quadrantes do mundo.

Desde o início, o Brasil condenou tanto o lançamento de mísseis contra Israel, como também o uso desproporcional da força israelense que resultou num elevado número de vítimas civis, segundo Dilma. Ela defende que o diálogo pela paz na região do Oriente Médio passa pelo reconhecimento e construção dos Estados de Israel e da Palestina.

“Consideramos que para a estabilidade da região e até para a segurança de Israel, a existência dos dois Estados é precondição. Acreditamos que o conflito israelo-palestino é um conflito que tem um potencial de desestabilizar toda aquela região. Por isso, reiteramos essa questão do cessar-fogo imediato, abrangente e permanente”, frisou a presidenta.


Confira a íntegra

Segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 13:41

Governo brasileiro repudia violência na Síria e defende solução pacífica para a crise

O governo brasileiro, por meio de nota oficial divulgada nesta segunda-feira (25/4) pelo Ministério das Relações Exteriores, reiterou o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados na Síria e manifestou preocupação frente à crescente violência no país.

Segundo o Itamaraty, o Brasil espera que a crise seja resolvida por meio do diálogo e defende que a responsabilidade pelo tratamento dos impactos das crises no mundo árabe sobre a paz e segurança internacionais recaia sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“O governo brasileiro (…) ressalta a importância do papel dos organismos regionais – em particular a Liga dos Estados Árabes e a União Africana – nos esforços de mediação diplomática”, diz o texto.

Leia abaixo íntegra da nota do MRE sobre a situação na Síria:

Nota nº 161 – Situação na Síria

O Governo brasileiro manifesta preocupação com a escalada de violência na Síria, que ocasionou, nos últimos dias, elevado número de mortos, principalmente em Deraa, Homs e nos arredores de Damasco. O Governo brasileiro reitera o repúdio ao uso da força contra manifestantes desarmados e expressa a expectativa de que a crise seja equacionada pela via do diálogo.

O Governo brasileiro sublinha que as aspirações legítimas das populações do mundo árabe devem ser equacionadas por processos políticos inclusivos e não pela via militar.

O Governo brasileiro reafirma o entendimento de que a responsabilidade pelo tratamento dos impactos das crises no mundo árabe sobre a paz e segurança internacionais recai sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas e ressalta a importância do papel dos organismos regionais – em particular a Liga dos Estados Árabes e a União Africana – nos esforços de mediação diplomática.

Sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 às 16:19

Cúpula Brasil-Portugal norteia reunião entre ministro português e presidenta Dilma

Presidenta Dilma Rousseff teve longa conversa com chanceler português Luís Amado observada pelo ministro Antonio Patriota. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Uma reunião Brasil-Portugal a se realizar ainda em 2011 foi um dos temas do encontro do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Luís Amado, com a presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (18/2), no Palácio do Planalto. A informação foi transmitida pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, em entrevista coletiva, no Palácio Itamaraty, em Brasília. Além disso, Amado tratou de temas como crise no Oriente Médio e perspectiva da retomada do crescimento econômico global.

“A reunião deu ênfase, por razões evidentes, à União Europeia, ao Euro, perspectivas de retomada do crescimento, além, um pouco também, de análise do que está se passando no Mundo Árabe. Em sequência tivemos um almoço aqui no Itamaraty, e pudemos examinar assuntos da agenda bilateral. Esse ano deveremos ter uma cimeira, como se diz em Portugal, uma cúpula, como dizemos aqui, Brasil e Portugal, e esperamos que seja no Brasil. A data ainda não foi marcada”, disse Patriota.

Amado afirmou que via “com muita satisfação” o fato de ter sido recebido pela presidenta Dilma e o ministro Patriota. Lembrou também que os dois países participam atualmente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e, por tal motivo, buscam tratar “uma agenda ambiciosa” com o desenvolvimento de diálogo político. O chanceler português deu ênfase também ao fato de Portugal ser o quarto principal investidor no Brasil e frisou interesse de manter este nível de investimento no país.

O ministro português reconheceu que a situação é bastante crítica no Oriente Médio e também em Guiné-Bissau, país da África equatorial, e destacou a necessidade de as Nações Unidas darem uma “resposta articulada” em relação aos conflitos no mundo árabe e islâmico.

Patriota contou que conversou com o colega português sobre os problemas que estão acontecendo naquela região.

“Estávamos conversando também agora sobre a intensificação da cooperação na área educacional. Além disso examinávamos um pouco as possibilidades de coordenação mais intensa que já ocorre até espontaneamente, mas agora com a circunstância fortuita adicional de estarmos Brasil e Portugal no Conselho de Segurança, durante o ano de 2011 (…).”

E continuou: “conversamos um pouco sobre temas da agenda do Conselho de Segurança, como a questão do Haiti, como a situação Israel-Palestina. Hoje é um dia muito importante para o Conselho, pois está em exame a perspectiva, a possibilidade de voto de uma resolução apresentada pelo grupo árabe sobre assentamentos israelenses. Ainda não está certo se essa resolução será colocada em voto ou não, mas mantivemos pontos de coordenação sobre esse tema, sobre o tema mais amplo da situação no Egito e no mundo árabe, assim como a situação em Guiné-Bissau, e outras, direitos humanos, etc.”

Na entrevista o ministro brasileiro foi indagado sobre o fato de a China ser atualmente o principal investidor no país, assunto tratado pelo chanceler no programa Bom Dia Ministro, transmitido em rede nacional de rádio, hoje pela manhã. Patriota disse que a presidenta Dilma visitará a China em março, ocasião que participará do encontro dos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), oportunidade para o debate do tema.

Segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 às 9:12

Entrevista ao programa É Notícia: “Cumprimos quase tudo que nós prometemos”

EntrevistasA vida de presidente da República é solitária e de muito trabalho, mas nem por isso menos gratificante, principalmente quando se termina o mandato cumprindo boa parte do que foi prometido no programa de governo apresentado na campanha, afirmou o presidente Lula em entrevista concedida ao programa É Notícia, da RedeTV!, que foi ao ar domingo (19/12). Lula disse ainda ao repórter Kennedy Alencar que não pode dizer que não será novamente candidato a presidente da República porque é um político nato e construiu uma excelente relação política durante os oitos anos de seu mandato, mas que ainda é muito cedo para dar palpite. O importante agora, afirmou, é trabalhar para a presidente eleita Dilma Rousseff fazer um bom governo. “Quando chegar na hora certa a gente ver o que vai acontecer. ”

O presidente Lula também falou sobre política externa e sua relação com líderes mundiais, apontando os primeiros-ministros Singh (Índia) e Hu Jintao (China) como grandes parceiros do Brasil nos últimos anos, assim como o ex-presidente americano George W. Bush e o presidente francês Nicolas Sarkozy. Sobre Obama, diz torcer muito pelo seu sucesso, mas acredita que ele cometeu alguns erros políticos na Casa Branca. “Eu acho que o Obama não tinha que fazer muita coisa nos Estados Unidos. Ele só tinha que ter a ousadia que o povo americano teve votando nele”, afirmou.

“É uma figura para quem eu torço, porque eu acho que a vitória de um negro jovem nos Estados Unidos tem o mesmo significado da história de um índio na Bolívia, da minha no Brasil, são outros segmentos da sociedade, que eram marginalizados, em ascenção. (…) Por isso que eu valorizo a democracia, porque isso só acontece na democracia.”

Lula disse ainda que para governar é preciso coração e paixão, e saber a hora de dizer ‘não’. “Quando você diz ‘não’, as pessoas precisam compreender que você não pode fazer aquilo. Quando você pode, você faz. Se você criar essa relação verdadeira com a sociedade, fica muito fácil governar o País”, afirmou.

Aproveitou a entrevista para reafirmar que a presidente eleita está montando o seu ministério com as pessoas que conhece e acredita, e que se muitos dos escolhidos são atuais ministros, é porque ela tem plena confiança neles. E quanto ao fato dela pedir conselhos a ele, é mais do que normal, disse Lula. “Seria anormal ela pedir conselho para o Serra.”

“Eu tenho acompanhado alguns editoriais, colunistas, eu acho muito engraçado o incomôdo que eles têm, dizendo que eu tô montando o governo da Dilma, que o Guido foi meu ministro, que o Paulo Bernardo foi ministro, será que essas pessoas perderam o bom senso? Porque veja, a Dilma foi ministra da Casa Civil, a Dilma coordenava o governo, a Dilma se reuniu mais com o Guido do que eu. Mais com o Paulo Bernardo do que eu. A Dilma se reuniu mais com os ministros do meu governo do que eu. Porque antes dos ministros chegarem a mim, era precedido de três, quatro reuniões com a Casa Civil. Então, os ministros que a Dilma escolheu, sao mais amigos da Dilma do que meu. Ela escolheu a turma dela. Por coincidência, é a minha turma. Mas do ponto de vista da convivência, ela conviveu muito mais com eles.”

Ouça aqui a entrevista:

 

Para ler a transcrição da entrevista, clique aqui.

Confira abaixo o vídeo da entrevista (divido em três partes):

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

Segunda-feira, 9 de agosto de 2010 às 13:03

Presidente defende, em entrevista à IstoÉ, frente ampla e reforma política

Sexta-feira, 23 de julho de 2010 às 15:00

Um País mais preparado e exigente – entrevista aos jornais Brasil Econômico e O Dia

Entrevistas

O próximo presidente da República encontrará um Brasil mais sólido, justo e democrático do que o País era no dia 1º de janeiro de 2003, afirmou Lula em entrevista aos jornais Brasil Econômico e O Dia, publicada nas edições desta sexta-feira (23/7). “O Brasil está muito mais preparado para continuar dando um salto de qualidade”, disse o presidente, acrescentando que o País ganhou mais respeitabilidade internacional e autoestima interna. Esse é o seu maior legado para o próximo governo.

O maior desafio do Brasil para o futuro, afirmou Lula, é recuperar o tempo perdido na educação e em investimentos em pesquisa e tecnologia, e para isso espera que o Congresso Nacional tenha bom senso na discussão do novo marco regulatório do Pré-sal. Disse ainda que o próximo presidente brasileiro vai encontrar um País mais exigente, “porque o povo aprendeu a reivindicar”:

“Essa, essa, para mim, é a coisa extraordinária da democracia e da conquista da sociedade: ela está sempre querendo mais, sempre querendo mais, sempre querendo mais.”

Lula revelou que a sua maior frustração foi não ter conseguido fazer as reformas tributária e política no País. O presidente conversou também sobre seu futuro como ex-presidente, a nova politica externa adotada pelo Brasil, dando mais ênfase a países da América Latina e África, a paz no Oriente Médio, as contas públicas e segurança pública.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista. Para ler a íntegra da entrevista, clique aqui.

Legado para o próximo presidente

Eu tenho a convicção de que nós vamos entregar um Brasil, no dia 1º de janeiro, infinitamente mais sólido, infinitamente mais justo, mais democrático, do que o país que eu recebi no dia 1º de janeiro de 2003. Do ponto de vista econômico, a situação está infinitamente melhor, o Brasil está estável, a economia está crescendo, nós temos reservas suficientes para enfrentar qualquer crise, tipo crise russa, tipo crise da Malásia, tipo crise do México, e mesmo a crise do subprime nós tivemos solidez para suportar essa crise. Os salários dos trabalhadores estão crescendo, ou seja, nesses oito anos de governo, todos os acordos salariais de 90% das categorias tiveram ganhos reais de aumento de salário. As classes D e E deram um salto de qualidade, cresceu muito a classe C no Brasil. A educação tem melhorado substancialmente, sobretudo…

A pobreza tem diminuído muito no Brasil. E, sobretudo, o Brasil ganhou respeitabilidade internacional e ganhou muita autoestima interna. Então, o Brasil está muito mais preparado para continuar dando um salto de qualidade. A minha tese é que se o Brasil continuar no ritmo em que ele está nos próximos seis ou oito anos, o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo, já em 2016, por conta das Olimpíadas.

Brasil mais exigente

Quem chegar aqui, depois de mim, vai pegar um país com mais tranquilidade. Agora, vai pegar um país mais exigente, porque o povo aprendeu a reivindicar. Ontem, eu fiz uma reunião, ontem, eu fiz uma reunião… Vocês sabem que neste país presidente da República, nem ministro da Educação, nunca se reuniram com os reitores, nunca. De medo, porque eles imaginavam que os reitores vinham aqui para reivindicar, para pedir a autonomia das universidades. Eu, faz oito anos que presido o Brasil, e todo ano eu me reúno com todos os reitores do Brasil. Ontem, eu fiz a última reunião do ano para dar a autonomia universitária, que era o último compromisso que eu tinha com eles. Dei a autonomia universitária. Quando eu pensei que não ia ter mais reivindicação para apresentar, eles me apresentaram uma nova pauta de reivindicações. Essa, essa, para mim, é a coisa extraordinária da democracia e da conquista da sociedade: ela está sempre querendo mais, sempre querendo mais, sempre querendo mais. E vocês percebem isso no jornal de vocês. Vocês dão aumento de salário, vocês acham que o cara que pegou o aumento está feliz? Ele está feliz no primeiro mês, no segundo mês; no terceiro mês, ele já acha que aquilo já acabou, ele quer mais.

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Quinta-feira, 22 de julho de 2010 às 15:31

Brasil e Turquia não vão desistir de construir a paz no Oriente Médio

Reunião ampliada Brasil e Kuaite realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A busca da paz no Oriente Médio e as oportunidades de investimentos entre empresas do Brasil e do Kuaite marcaram a reunião, nesta quinta-feira (22/7), entre o presidente Lula e o primeiro-ministro kuaitiano, Xeque Nasser al Sabah, em Brasília. Na reunião ampliada, que contou também com a participação de ministros dos dois países, o presidente Lula enfatizou que “o Brasil não vai desistir, junto com a Turquia, de construir a paz” naquela região do planeta.

Eu continuo convencido de que os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) erraram e um dia vão reconhecer isso publicamente.

Depois, em discurso por ocasião de almoço oferecido ao primeiro-ministro do Kuaite, o presidente brasileiro voltou a enfatizar o tema. Segundo ele, o Brasil tem muito a colaborar na pacificação dos povos. Lula aposta no diálogo como instrumento para construir a paz.

Devo dizer que os interesses brasileiros no Oriente Médio vão muito além dos aspectos comerciais. Encontram-se legitimamente fundamentados em nosso desejo de paz e estabilidade regional. Para a consecução desse fim, o Brasil tem a oferecer sua capacidade de contribuição construtiva. O bom diálogo que mantemos com ambos os lados do conflito e a numerosa comunidade de descendentes árabes no Brasil são importantes ativos de que dispomos para ajudar nas negociações.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

 

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Quinta-feira, 1 de julho de 2010 às 14:00

“A Síria é um país importante em qualquer discussão sobre a paz no Oriente Médio”

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