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Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 às 19:45

Reforma do Conselho de Segurança da ONU é tarefa inadiável, afirmam Dilma e Merkel

Dilma e Merkel clima

Dilma: “Alemanha e Brasil também têm em comum o desejo de construir um mundo justo e de paz. Defendemos uma governança mais representativa da atual situação, da correlação de forças entre todas as economias do mundo”.; Foto: R. Stuckert Filho/PR

Selo_Blog_BraAle_v2A presidenta Dilma Rousseff defendeu vigorosamente nesta quinta-feira (20) a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidos, pleito em que o Brasil atua juntamente com o chamado G-4 (Brasil, Índia, Japão e Alemanha). A demanda foi defendida também pela chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que está em visita oficial ao Brasil, durante declaração conjunta no Palácio do Planalto.

“Concordamos que a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas é tarefa inadiável. E, no marco dos 70 anos da ONU, defendemos o início, o quanto antes, das negociações efetivas para tornar o conselho mais representativo do mundo multipolar que todos vivemos. E nós nos comprometemos a nos reunir antes da assembleia geral da ONU, no dia 28 de setembro”, afirmou Dilma.

Ainda sobre esse tema e acerca da política internacional, a presidenta acrescentou depois, durante o brinde em homenagem a Merkel, no Itamaraty: “Quero dizer à senhora que Alemanha e Brasil também têm em comum o desejo de construir um mundo justo e de paz. Defendemos uma governança mais representativa da atual situação, da correlação de forças entre todas as economias do mundo”.;

Por isso, agregou, “vamos seguir trabalhando firmes para a reforma do Conselho de Segurança da ONU e em todas as cooperações que temos nos fóruns internacionais, em especial na questão cibernética ao defender a privacidade no mundo digital”.

Quarta-feira, 12 de agosto de 2015 às 14:01

No Itamaraty, Dilma defende reforma da ONU e diz que Brasil levará “proposta ambiciosa” à COP21

Dilma no Itamaraty

Dilma: proposta para COP21 terá maior redução do desmatamento e emissões de gases estufa do País, em linha com a diversificação maior das fontes de energia, em especial de energias renováveis.Foto: R. Stuckert Filho/PR

O Brasil tem profundo apreço ao multilateralismo e é essa premissa que o leva a buscar uma nova governança mundial, que assegure, de fato, o respeito aos valores que dele decorrem, disse a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (12), no Palácio do Itamaraty, onde participou da cerimônia de formatura da turma Paulo Kol 2013-2015, do Instituto Rio Branco, e da condecoração de personalidades homenageadas com insígnias da Ordem do Rio Branco.

“O pleno exercício desses valores, tão caros à nossa política externa e tão necessários para a vigência do multilateralismo, esbarra na fragilidade das Nações Unidas, justamente agora quando festejamos os 70 anos de sua criação”, lamentou.

Lembrou que o mundo de hoje em muito difere daquele de 1945, quando a ONU foi criada e seu Conselho de Segurança passou a ser encarregado de zelar pela paz e pela segurança coletiva. “A nova correlação de forças internacional, radicalmente diferente daquela de sete décadas atrás, impõe uma ampliação do conselho e do número de seus membros permanentes”.

Somente assim, acredita a presidenta, esse importante organismo internacional refletirá o mundo real em que vivemos e, consequentemente, passará a ter a eficácia que hoje está perdendo. “Os graves fenômenos de violência sectária, o terrorismo, a ação de Estados à margem do direito internacional, o drama crescente dos refugiados, o descontrole das epidemias, a ameaças dos armamentos de destruição em massa e as novas formas de criminalidade internacional impõem uma reforma da ONU como exigência inadiável”.

“Essa reforma do sistema multilateral tem de estender-se igualmente aos organismos econômico-financeiros surgidos em Bretton Woods [como FMI e Banco Mundial]”, alertou.

COP21
Dilma destacou ainda que, em dezembro deste ano, o Brasil chegará à Conferência de Paris sobre a Mudança do Clima, a COP21 realizada pela ONU, com uma ambiciosa proposta em relação ao desenvolvimento sustentável.

A proposta prevê o prosseguimento da redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa do País, nas mais variadas áreas – energética, industrial, agrícola, em linha com a diversificação maior também das fontes que geram energia, em especial das energias renováveis.

Apontou ainda que o Brasil teve a liderança de assumir o arrojado objetivo meta de redução voluntário de 36% da emissão de gases de efeito estufa. Mas que “temos consciência de que o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, preserva e faz justiça ao fato dos países em desenvolvimento, emergentes, terem começado seu desenvolvimento de forma tardia”.

Lembrou ainda os significativos avanços conseguidos na Rio + 20. “Sem dúvida, a mais importante reunião realizada pelas Nações Unidas, [quando] nós definimos a necessidade de estabelecimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODSs”.
Desde então, finalizou a presidenta, o tema da sustentabilidade passou a articular crescimento econômico, preservação do meio ambiente e políticas de inclusão social, “sintetizadas no lema da Rio+20, de que é possível sem sombra de dúvida, crescer incluir, conservar e proteger”.

Quarta-feira, 20 de maio de 2015 às 15:04

Lei da biodiversidade brasileira já serve de modelo para 37 países, segundo a ONU

O novo marco legal da biodiversidade brasileira já é considerado um modelo para outros 37 países, declarou nesta quarta-feira (20), a ministra do Meio Ambiente , Izabella Teixeira. Segundo ela, a Comissão de Diversidade Biológica das Nações Unidas (ONU), informou ao ministério hoje que o documento está sendo traduzido para o inglês e distribuído a diversos governos e entidades.

As informações foram dadas por Izabella durante a cerimônia de sanção da nova lei, no Palácio do Planalto. Segundo a ministra, o que está chamando a atenção para as normas brasileiras são as características estratégicas que integram desenvolvimento econômico e conservação ambiental.

“Eu recebi nesta manhã um e-mail da ONU, parabenizando o Brasil pela aprovação do novo marco legal e dizendo que 37 países estão copiando a lei brasileira e a tomando como exemplo. Então, nós já estamos inovando nessa mobilização e nos tornando um marco de referência para outras nações. Isso é muito bom para que o País que detém a maior biodiversidade do planeta detenha também uma liderança política e econômica no acesso à biodiversidade e transforme isso numa nova indústria, capaz de gerar emprego e desenvolvimento”, destacou a ministra em entrevista ao Blog do Planalto.

Izabella também enfatizou o pioneirismo da lei brasileira que, pela primeira vez, estabelece, efetivamente, o pagamento de royalties pelo uso de conhecimentos das comunidades tradicionais do País. De acordo com a ministra, desta forma, a nova legislação garante uma distribuição justa dos recursos provenientes da biodiversidade nacional.

“Pela lei, se, eventualmente, você vai desenvolver um produto, se esse conhecimento técnico-cientifico é associado ao conhecimento tradicional, resultado do conhecimento de uma reserva indígena, quilombola, você tem que pagar objetivamente para ter acesso àquele conhecimento. Depois, se você usa isso num produto industrializado e vai comercializar, você precisa repartir os benefícios com essa população, através do royalties que precisarão ser pagos pelo produto, já você está fazendo uso da biodiversidade. É a primeira vez que isso, de fato, acontece no Brasil por imposição legal”, ressaltou

Nesse, sentido, ela acrescentou, “hoje o Brasil deu um passo expressivo para de fato ter políticas públicas onde a biodiversidade brasileira faça parte da construção da riqueza do País, traduzindo a riqueza da sua biodiversidade em riqueza social, econômica e liderança global”.

 

Domingo, 10 de maio de 2015 às 10:01

Semana em Imagens | Dia da Vitória e reunião com membros da UN Foundation


Sábado, 9 de maio de 2015 às 10:02

Semana do Planalto| Plano de Defesa Agropecuária, ONU e Dia da Vitória

Sexta-feira, 8 de maio de 2015 às 19:20

Há 70 anos Brasil fez o impossível ao enviar tropas à Europa e hoje deve ter confiança no futuro

No Dia da Vitória, a presidenta Dilma disse que o Brasil deve manter a confiança em si mesmo para construir um futuro melhor. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

No Dia da Vitória, a presidenta Dilma homenageou ex-combatentes em cerimônia no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff disse que há 70 anos o Brasil mostrou sua capacidade de realizar o que parecia impossível e que, portanto, deve manter hoje a confiança em si mesmo para construir um futuro melhor para o País e para o mundo. A afirmação foi feita durante cerimônia em homenagem aos 70 anos do Dia da Vitória, que marcou o fim da II Guerra Mundial.

“Sabemos que construir esse mundo é tão difícil quanto se dizia, na época [da guerra], que não se acreditava que seríamos capazes de enviar uma força expedicionária para combater na Itália”, lembrou ela. Tão difícil quanto fazer uma cobra fumar. “E finalmente, com os pracinhas, a cobra fumou. E isso nos lembra o lema da Força Expedicionária [Brasileira/FEB]”, acrescentou.

Dilma Rousseff recordou que, em 8 de maio de 1945, renascia a esperança de que a liberdade e a paz voltassem a reger a vida entre as nações. “Uma vitória extraordinária para a qual 25 mil brasileiros lutaram com coragem e patriotismo. Honrando, em todos os momentos, a Força Expedicionária e o Brasil”.

A presidenta acrescentou que, hoje, os soldados brasileiros dedicam sua coragem e tenacidade a operações de paz patrocinadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) “porque os pracinhas, nossos soldados de ontem, ajudaram a pôr um ponto final na guerra e em seus horrores. Se isso não tivesse ocorrido, não haveria Organização das Nações Unidas”.

Ideais de democracia e tolerância permanecem
Ela destacou ainda que os valores e princípios da sociedade brasileira permanecem os mesmos pelos quais lutaram os pracinhas há 70 anos. “Queremos um mundo regido por normas e instituições democráticas, no qual prevaleça a tolerância. Um mundo em que a construção de uma ordem mais justa e mais próspera seja responsabilidade compartilhada entre as nações e onde as sementes de liberdade floresçam, oferecendo às próximas gerações os frutos da paz”.

“Parabéns, pracinhas. E o Brasil eternamente lembrará e agradecerá e, sobretudo, homenageará os homens e mulheres que foram decisivos para a paz da humanidade”.

Quinta-feira, 7 de maio de 2015 às 13:02

Estamos felizes de aprender sobre avanço do Brasil no combate à fome, diz representante da ONU

A presidente da Fundação das Nações Unidas (UN Foundation), Kathy Calvin, destacou nesta quinta-feira (7) o trabalho que tem sido feito no País no combate à desigualdade social. “Estamos particularmente felizes de ver e aprender sobre o progresso que o Brasil fez em termos de reduzir a fome e a mortalidade materna, a mortalidade infantil, melhorando a cobertura para meninos e meninas. Melhorando a equidade de gênero e assegurando que há uma inclusão no trabalho que tem sido feito para os cidadãos brasileiros”.

Para a presidente da Fundação Nações Unidas, Kathy Calvin, o Brasil é hoje uma liderança internacional na promoção de fontes de energia limpas e de sustentabilidade. Foto: RafaB/ PR

Para a presidente da Fundação das Nações Unidas, Kathy Calvin, o Brasil é hoje uma liderança internacional na promoção de fontes de energia limpas e sustentáveis. Foto: RafaB/ PR

As afirmações foram feitas após reunião entre os integrantes e a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. “A presidenta falou com a gente sobre seu compromisso com a redução da violência contra as mulheres e vários esforços que têm sido feitos, por meio de leis, para garantir que seja um crime praticar violência contra as mulheres”, acrescentou Kathy Calvin.

Logo após, ela anunciou que os integrantes da Fundação iriam conhecer as obras da Casa da Mulher Brasileira de Brasília, que tem previsão para entrega ainda neste mês de maio. O projeto das 27 casas – uma em cada estado do País, além do Distrito Federal – é uma iniciativa pioneira do Governo brasileiro que pretende reunir em um mesmo espaço serviços que ofereçam acolhimento às mulheres, como delegacia especializada, apoio psicossocial e promoção de autonomia financeira.

Além disso, a presidente da Fundação das Nações Unidas enfatizou o empenho que a presidenta Dilma tem demonstrado para garantir acesso à educação de qualidade para todas as crianças brasileiras.

Liderança brasileira em energia
Kathy Calvin também destacou o papel que o Brasil ocupa hoje no cenário internacional na difusão de fontes limpas de energia e na promoção do desenvolvimento sustentável.

“Estamos impressionados com o trabalho que já vem sendo feito no País para garantir que você tenha um futuro com energia sustentável. Isso é algo que pode ser compartilhado pelo mundo e o onde Brasil é uma grande liderança”, ressaltou.

 

 

Quinta-feira, 7 de maio de 2015 às 8:00

Reunião com coordenador da ONU, presidente da Telefônica e ministros da Educação e das Cidades

Agenda presidencialNesta quinta-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff recebe, às 9h30, no Palácio do Planalto, o coordenador residente das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek. Logo depois, às 11h, ela se reúne com o presidente mundial do Grupo Telefônica, César Alierta.

À tarde, às 16 h, a presidenta recebe o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, e, às 17h, tem reunião com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Sexta-feira, 10 de abril de 2015 às 8:48

7ª Cúpula das Américas, Foro Empresarial e reuniões bilaterais

Agenda presidencialNesta sexta-feira (10), a presidenta Dilma Rousseff cumpre uma série de compromissos internacionais por ocasião da 7ª Cúpula das Américas, que será realizada no Panamá.
Às 14h, no horário local do Panamá (duas horas a menos em relação a Brasília), a presidenta tem encontro bilateral com o presidente do México, Enrique Peña Nieto; às 14h30, participa de um painel durante o Foro Empresarial das Américas – Unindo as Américas: Integração Produtiva para o Desenvolvimento Inclusivo.
Em seguida, a presidenta tem encontro marcado com o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg e com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, às 16h e 17h, respectivamente. Às 18h, Dilma tem encontro bilateral com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.
A cerimônia inaugural da VII Cúpula das Américas está prevista para iniciar às 19h, seguida de um jantar oferecido pelo presidente do Panamá, Juan Carlos Varela, aos chefes de Estado e de Governo participantes do encontro.
O último compromisso da presidenta no dia de hoje será um encontro bilateral com a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, às 22h (horário do Panamá).

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Quarta-feira, 11 de março de 2015 às 16:06

Para Dilma, resultado atualizado do PIB é mais um dado que mostra força da economia do País

A presidenta Dilma Rousseff comemorou o novo resultado do PIB de 2011, que passou de, 2,7% para 3,9%, de acordo com a metodologia atualizada da pesquisa Sistema de Contas Nacionais (SNC), divulgada nesta quarta-feira (11), pelo IBGE. A mudança segue, entro outros parâmetros, algumas recomendações de instituições internacionais, para tornar a metodologia do PIB brasileiro mais compatível com a de outros países.

Metodologia_IBGE_atualizada_PIB2011_3.9

As modificações na forma de cálculo foram recomendadas por instituições internacionais, como a mais recente revisão do manual organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Banco Mundial. O objetivo é tornar o cálculo do PIB brasileiro mais harmônico com o de outros países.

Segundo Dilma, esse é mais um dado que mostra que o País está passando por um problema conjuntural momentâneo e que os fundamentos da economia brasileira são sólidos.

“É verdade que o Brasil passa por um momento difícil, mais difícil do que vivemos nos últimos anos recentes. Mas nem de longe estamos vivendo uma crise das dimensões que alguns dizem que estamos vivendo. Passamos por problemas conjunturais, estritamente conjunturais. Porque nossos fundamentos, hoje, são sólidos”, disse ela no Salão Internacional da Construção (Feicon Batimat) acrescentando que o setor da construção civil cresceu 8% naquele momento.

A presidenta lembrou ainda que a relação dívida-PIB do Brasil é baixa. “Agora, vai ser revista um pouco mais para baixo, mas não interessa. Ela é baixa mesmo, hoje, sem revisão”.

Reafirmou ainda que o País elevou 44 milhões de pessoas à classe média, tirou 36 milhões da pobreza, “o que, para esse setor, é crucial, porque é mercado interno. É, fundamentalmente, mercado interno que produziu isso. E também porque nós temos um elevado volume de reservas internacionais”.

Por isso, agregou Dilma Rousseff, “somos hoje diferentes, um país muito diferente. E aí, não temos mais crise que paralisa e quebra o País. Por isso, temos condições de daqui avançar para um novo patamar. As dificuldades que existem e as medidas, tanto tributárias como de correção, que estamos tomando para superá-las, não vão comprometer as conquistas sociais e tampouco vão fazer o País parar ou comprometer o seu futuro”.

Nova metodologia
A novo metodologia do IBGE vai incorporar às contas nacionais os gastos bélicos e com pesquisa e desenvolvimento ao investimento, além aprimorar o cálculo dos dados da construção civil e saúde. Essas alterações estão sendo elaboradas pelo instituto desde 2012 e vão alterar também o ano-base da série histórica – atualmente é considerado o ano 2000 e passará ao ano de 2010.

A pesquisa vai incorporar ainda dados do Censo Agropecuário de 2006 e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008-2009 e fazer as adaptações recomendadas por instituições internacionais, para tornar a metodologia do PIB brasileiro mais compatível com a de outros países. O PIB representa a soma de todos os bens e riquezas produzidos em um país em determinado espaço de tempo.

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