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Terça-feira, 2 de dezembro de 2014 às 16:55

Com R$ 661 mi, Brasil Medalhas ultrapassa previsão de investimento em centros de treinamento

Nesse domingo (30) ocorreu o primeiro evento-teste do Centro Pan-Americano de Judô de Lauro de Freitas (BA). Na estreia da “nova casa”, o Brasil venceu o Desafio Internacional contra a Itália por 5 x 0. O Centro é um das maiores obras do Plano Brasil Medalhas. Com ele, o investimento planejado de R$ 310 milhões em centros de treinamento foi ultrapassado, chegando a R$ 661 milhões destinados (R$ 473 milhões do governo federal e R$ 188 milhões de contrapartidas). No total, o Plano Brasil Medalhas assegurou R$ 1 bilhão aos esportes olímpicos e paraolímpicos, incluídas ações como o Bolsa Pódio.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas. Foto: Divulgação.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas, além de 72 quartos para atletas e quadras poliesportivas. Foto: Divulgação.

A maior parte dos CTs incluídos no Plano está com obras aceleradas ou já entregues. Além disso, há diversos projetos em análise. Estão em fase de finalização alguns editais de locais de treinamento que serão usados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e que depois farão parte da Rede Nacional de Treinamento.

O Centro Pan-Americano de Judô foi entregue à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) em julho deste ano. O CPJ é fruto de um investimento de R$ 43,2 milhões, sendo R$ 18,3 milhões do Estado da Bahia e R$ 19,8 milhões da União. A confederação aportou outros R$ 5,1 milhões para desenvolver o projeto executivo e comprar parte dos equipamentos e mobiliário.

O judô é a modalidade que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil (19) e espera continuar sendo uma das principais forças esportivas do País. Na inauguração, o ministro Aldo Rebelo disse que não foi por acaso a construção na Bahia: “É uma forma de descentralizar o legado e o projeto de construção dos centros de treinamento de alto rendimento no Brasil”, afirmou. Lauro de Freitas também receberá um Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) para a prática de 13 modalidades olímpicas.

Rede Nacional de Treinamento
Os locais de treinamento definidos no Plano Medalhas têm duas finalidades. Uma é contribuir com a reta final da preparação das equipes para o Rio 2016. Neste caso se incluem o CT paraolímpico em São Paulo, o do judô na Bahia, do handebol e da ginástica em São Bernardo, assim como o da ginástica em Curitiba, o da canoagem slalom em Foz do Iguaçu e os centros de tiro esportivo e pentatlo já existente em Deodoro (Rio de Janeiro), utilizados pelas confederações há alguns anos. Mas a maior parte das instalações foi prevista para além de 2016, como legado para o esporte brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

Elas compõem o programa Rede Nacional de Treinamento, do Ministério do Esporte. A Rede Nacional está sendo estruturada em todo o país, com instalações para diversas modalidades. A do atletismo está mais avançada, com uma quantidade de pistas já entregues, algumas em fase final de obras, várias com obras iniciadas e outras em fase de projeto.

A Rede Nacional de Treinamento abarcará desde as instalações de competição olímpicas em construção ou adaptação no Rio, até os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos em 263 municípios do País, passando por centros de treinamento de modalidades, complexos esportivos e estruturas locais das cidades.

Domingo, 30 de novembro de 2014 às 10:00

Banco Central lança moedas comemorativas das Olimpíadas Rio 2016

O Banco Central lançou as primeiras nove moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. Serão 36 moedas lançadas até 2016.

Moedas de Ouro dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

Moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).

As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; e aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil, como golfinhos, bromélias e os Arcos da Lapa. Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum.

No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016. As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção. Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do Banco, débito em conta. As moedas também estarão à venda, apenas em dinheiro, em algumas agências do BB.

Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Em 2015, em data a ser divulgada, estarão disponíveis dois conjuntos: com as quatro primeiras moedas de prata e com as quatro de circulação comum. O segundo lançamento do Programa Olímpico ocorrerá no primeiro semestre de 2015.

Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 às 10:00

Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance, afirma medalhista olímpica

Na terça-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras da Vila dos Atletas das Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016, no Rio de Janeiro. O complexo de prédios, mais da metade concluído, receberá 15 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas de todo o mundo que conviverão e trocarão experiências durante o período de competições.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Uma presença quase certa como hóspede da Vila é a iatista brasileira Isabel Swan. Em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008, Isabel conquistou uma medalha de bronze juntamente com Fernanda Oliveira por seu desempenho na disputa da classe 470. Esta foi a primeira e única medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. A atleta conversou com o Blog do Planalto sobre a importância das vilas olímpicas em grandes eventos esportivos, como os Jogos Rio 2016.

Você foi medalhista olímpica em Pequim 2008. Quais outros grandes eventos você teve a experiência de ficar hospedada em uma Vila Olímpica?
Fiquei hospedada na Vila de Atletas Militares, nos Jogos Mundiais Militares de 2011 e em Jogos universitário, também na China, na cidade de Shenzen em 2010.

Como foi a sua experiência, a convivência? Houve algo que te chamou muito a atenção?
Foi uma experiência maravilhosa, onde voce passa a ter contato com atletas de vários países, num ambiente saudável. Parece uma pequena fatia de cada parte do mundo concentrada num espaço de paz e convivencia, mesmo comma competição inerente. O que me chamou a atenção, foi na vila de Pequim, onde tínhamos acesso a comidas do mundo inteiro. Outro ponto que particularmente gosto é da troca de pins de varias localidades, esportes e comitês. Colocamos na nossa credencial e fazemos trocas. E o primeiro meio de comunicação dentro da Vila.

Qual a importância das Vilas Olímpicas para o evento e interação entre atletas de todo o mundo?
Uma Vila Olímpica organizada, com espaço para os atletas relaxarem, se prepararem para as competições e um bom espaço de convivência, e fundamental para a melhor performance do atleta. Quando fico bem hospedada, confortável e tranquila, com certeza isso faz efeito direto em meu rendimento nas regatas. A vila do Rio 2016 tem tudo para ser muito boa e acolhedora, com uma bela paisagem e grande espaço de convivência e troca entre os atletas.

Segunda-feira, 15 de setembro de 2014 às 12:44

Vila Olímpica chega a 50% de conclusão

A Vila Olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro 2016 chegou a 50% de conclusão. Dos 31 prédios que serão construídos para receber as mais de 15 mil pessoas durante os Jogos, 17 estão prontos. A previsão é de conclusão em outubro dos outros 14. Como mostramos em agosto, as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão a pleno vapor.

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Fotos: divulgação/cidadeolimpica.com.br. Clique na imagem e confira outras fotografias das obras.

O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraloímpicos em 2016. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos. A Vila Olímpica fica ao lado do Parque Olímpico, um dos principais pontos de realização dos Jogos. Recentemente, em entrevista ao Blog do Planalto, a atleta de vela e medalhista olímpica, Isabel Sawn afirmou que Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance do atleta.

Vila Militar
Integrantes do grupo de trabalho na área de segurança para os Jogos Olímpicos 2016 visitaram, nesta quinta-feira, algumas das obras em andamento na Vila Militar de Deodoro. O local abrigará diversas competições do evento esportivo, como hóquei, pentatlo moderno, tiro, rugby e hipismo. Ao todo, 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas serão disputadas no Complexo que está em construção. O local também contará com alojamentos, vestiários e apartamentos para os tratadores de cavalos.

Uma das obras em andamento é a do futuro Parque Radical, onde acontecerão provas de canoagem e BMX (bicicross). Segundo o coronel Paul Cruz, assessor especial dos Jogos Olímpicos, todo o espaço do parque será cedido à Prefeitura ao final do evento.

“O parque ficará de legado para a população como a segunda maior área de lazer da cidade. São 510 mil m²”, disse. O coronel lembrou ainda que estão em andamento projetos de esgotamento sanitário e a Transolímpica – via expressa com ônibus BRT que passará na região do Complexo de Deodoro e, no futuro, se conectará à Transcarioca, BRT inaugurado em junho pela presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Portal Brasil 2016 e Ministério da Defesa.

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 9:03

Obras no Parque Olímpico e Vila dos Atletas a pleno vapor

Sábado, 9 de agosto de 2014 às 10:00

Obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Estão a pleno vapor os preparativos para o próximo grande evento esportivo no país: as Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016. Veja como andam as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas, no Rio de Janeiro.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhões de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paralímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (CPM); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila dos Atletas
Nas Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016, a Vila dos Atletas receberá 18 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas. A obra começou a ser construída em 2012 e tem prazo de entrega para dezembro de 2015. As instalações terão, ao todo, 31 prédios residenciais, divididos em sete condomínios. Além dos 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos, a Vila terá também um parque público de 72 mil metros quadrados.

Localizada em terreno de 800 mil metros quadrados, a cinco minutos do Parque Olímpico, o complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos de 2016.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um bom exemplo é a central de concretagem existente no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico.

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 12:46

Evento-teste para Jogos Olímpicos Rio 2016 realiza primeiras regatas com sucesso

Cerca de 215 barcos das classes 49er, Finn, Laser, 470 e RS:X (masculinas), 49er FX, Laser Radial, 470 e RS:X (femininas) e Nacra 17 (mista) disputarão as provas naquele que é o maior evento de vela já realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Cerca de 215 barcos de diversas classes disputarão as provas. Evento de vela já é o maior realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Esta semana (5) começa a contagem regressiva de dois anos para as Olimpíadas Rio 2016. E o domingo (3) também foi marcado como data histórica com o início das provas da Regata Internacional de Vela, a primeira competição do Aquece Rio, programa de eventos testes para os Jogos do Rio 2016. A disputa é o primeiro dos 45 eventos teste de todas as modalidades olímpicas a serem realizados até 2016 nas arenas de competição dos Jogos.

Até sábado (09), 320 atletas, de 34 países, incluindo 24 medalhistas olímpicos, dentre os quais está o brasileiro Robert Scheidt, bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) e dono de outras três medalhas nos Jogos (prata em Sydney 2000 e Pequim 2008 e bronze em Londres 2012), disputarão provas em 10 classes olímpicas para testar as condições das cinco raias Baía de Guanabara que abrigarão as competições em 2016.

Além de testar as raias olímpicas, a Regata Internacional de Vela permitirá aos velejadores se familiarizem com a cidade e com condições climáticas e de vento do Rio de Janeiro nesta época do ano, a mesma em que serão disputados os Jogos Olímpicos.

“É uma felicidade grande poder realizar o que planejamos nos últimos cinco anos”, destacou Agberto Guimarães, diretor executivo de esportes do Rio 2016. “Trata-se de um grande evento para nós e tudo foi muito planejado para que possamos tirar importantes lições dessa competição que serão aplicadas em 2016”, continuou.

A Regata Internacional de Vela será disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016, localizadas nas áreas do Pão de Açúcar, da Ponte Rio-Niterói, da Escola Naval, da Praia de Copacabana e da orla de Niterói. Foram feitos testes para identificar a qualidade da água nos cinco pontos de competições e os resultados recebidos no dia 1º de agosto apontaram que água não representa qualquer risco à saúde dos velejadores.

“O nosso foco principal é testar as raias de competição”, declarou Rodrigo Garcia, diretor de esportes do Rio 2016 e responsável pela Regata Internacional. “Trata-se de um evento da maior importância para que possamos testar não só as condições de competição, mas também as condições climáticas”, prosseguiu.

Diretor de comunicação da Federação Internacional de Vela (Isaf), Alaistar Fox elogiou a estrutura montada para a Regata Internacional de Vela. “Todos estamos impressionados com o que temos visto até agora”, frisou. Ele também ressaltou a satisfação da Isaf por disputar os Jogos Rio 2016 no Rio de Janeiro e não em outra cidade, como ocorreu, por exemplo, nas Olimpíadas de Pequim 2008, quando as provas de vela não foram disputadas em Pequim, mas na cidade de Qingdao.

Medalha de ouro nos Jogos de Londres 2012 na classe 470, o australiano Mathew Belcher afirmou que os atletas estão muito empolgados para competir no Rio de Janeiro. “Estamos muito animados por estar aqui. É a minha primeira vez no Rio e achei a estrutura ótima. Para nós, vai ser muito bom entender as condições climáticas e conhecer a raia que vamos competir em 2016 e esperamos ter uma ótima competição nesta semana”, pontuou.

Sobre a polêmica das condições da Baía de Guanabara no que diz respeito à poluição, Rodrigo Garcia explicou que diversas providências foram tomadas e que houve um reforço nas ações para que a Regata Internacional de Vela seja disputada sem qualquer problema até o dia 9 de agosto.

No que diz respeito à poluição da Baía de Guanabara, Rodrigo Garcia explicou também as providências tomadas e reforço nas ações para a competição. Ele lembrou as várias ecobarreiras instaladas previamente e que os ecobarcos para o evento, que recolhem o chamado lixo flutuante (sacos plásticos e outros detritos lançados ao mar), passaram de três para 10. Além disso, Rodrigo ressaltou entre 12 e 14 outras embarcações para ações de apoio, assegurando a qualidade da competição.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reforçou a qualidade da água para as cinco raias e adiantou a ansiedade do Rio para os outros eventos testes a partir do ano que vem. “Nós iniciamos as obras de Deodoro e o Parque Olímpico está três semanas adiantado (no cronograma). As obras de legado de infraestrutura estão todas em dia e não tenho dúvida de que a partir da metade do ano que vem a gente começa a ter vários eventos testes a partir do momento em que formos entregando as arenas, os equipamentos esportivos e, mais importante, entregando aquilo que fica para a cidade e que a população já começa a usufruir”, analisou.

Após as regatas deste domingo, o brasileiro Jorginho Zariff, campeão mundial em 2013 na classe Finn, que lidera a prova após o primeiro dia de competição na classe Finn, disse que cada vez mais está sentido o clima dos Jogos do Rio 2016 e que espera ótimas regatas nesta semana. “A gente está fazendo um trabalho totalmente voltado para as Olimpíadas. A gente tem um Mundial no mês que vem e nem sei se o nosso resultado vai ser muito bom pelo fato de a preparação estar sendo feita totalmente para cá (para os Jogos do Rio), mas eu acredito muito a gente daqui a dois anos, se for eu ou se for o Bruno (Bruno Prada), vai chegar bem forte para as Olimpíadas”, declarou Jorginho.

O velejador elogiou a estrutura dada aos atletas neste ciclo olímpico “Eu fui para Londres e acho não dá para comparar o apoio que a gente está tendo agora do COB, do Ministério do Esporte e da Confederação (de Vela). Não dá para reclamar de nada. Todo o material, todas as viagens e todos os profissionais que a gente quis contar a gente está podendo ter e contar e está muito bacana. Se continuar assim até 2016 acho que vamos conseguir ficar entre os dez no quadro de medalhas.”

Fonte: Ministério do Esporte.

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 19:20

Com 300 vagas garantidas, Brasil detalha plano para chegar ao Top 10 nas Olimpíadas

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Praia de Ipanema é local de treinamento de diversas duplas de vôlei de praia brasileiras. (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

A delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 já tem 300 vagas garantidas para a competição, segundo o Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Nesta quarta-feira (23), a entidade divulgou o número e o planejamento estratégico, implementado desde 2009, para que estes atletas conquistem o objetivo de posicionar o país entre os 10 melhores no quadro geral de medalhas, daqui a pouco mais de dois anos.

As ações do Plano Estratégico tem como objetivo: conquistar mais medalhas nos esportes em que o Brasil tem boa tradição nas Olimpíadas (vôlei, futebol, natação, judô, vela); reforçar as ações de sucesso das modalidades com bom potencial para repetir o sucesso dos Jogos em Londres (boxe, ginástica); identificar e apoiar atletas; e seguir investindo no desenvolvimento de um legado para as próximas competições.

Na apresentação, o COB lembrou os resultados conquistados neste ciclo olímpico que reforçam o objetivo de chegar no Top 10. Em 2013, o país conseguiu o melhor ano pós-olímpico da história com 27 medalhas em Mundiais e Copas do Mundo (8 de ouro, 10 de prata, 9 de bronze). Nos últimos Jogos Sul-Americanos, com cerca de 500 atletas, a delegação brasileira conquistou 258 medalhas e ficou em 1º lugar no quadro geral da competição.

Apoio governamental

O governo federal também estabeleceu o objetivo de apoiar os atletas na busca pelo Top 10 no quadro de medalhas olímpico. Com recurso adicional de R$ 1 bilhão no ciclo 2013-2016, o Plano Brasil Medalhas do Ministério do Esporte busca a preparação dos atletas olímpicos e paraolímpicos, além de investimentos na construção, reforma e equipagem de centros de treinamento pelo país.

Além destes recursos, o COB conta com um orçamento de aproximadamente R$ 700 milhões, oriundos principalmente da Lei Agnelo/Piva, para viabilizar os objetivos do Plano Estratégico Rio 2016.

Delegação brasileira

O Comitê Olímpico trabalha com a expectativa de aproximadamente 400 atletas na delegação para as Olimpíadas, que começam daqui a 744 dias. Por ser a delegação do país sede, o Brasil tem vaga garantida em grande parte das modalidades, mas não em todas. Alguns esportes definem suas vagas através de índices estabelecidos pelas respectivas Federações Internacionais, como atletismo e natação. Em outros, como hóquei sobre grama e tênis, a classificação se dará através do ranking mundial.

O próximo grande evento esportivo que o Brasil tem pela frente são os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá.

Terça-feira, 14 de junho de 2011 às 9:01

Educação em tempo integral, obras para Copa do Mundo e Olimpíadas e pagamento de impostos

Conversa com a Presidenta

Na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (14/6), publicada em jornais no Brasil e no exterior, a presidenta Dilma Rousseff responde perguntas de leitores sobre educação em tempo integral, obras para Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas Rio 2016, além de mudanças no pagamento de impostos. O interesse pela educação em tempo integral veio do pequeno Bruno Henrique Santos, 9 anos, de Cidade Gaúcha (PR). Ele quis saber a opinião da presidenta em relação à permanência integral de alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental na escola e se o governo pretende implantar o programa em outros municípios.

“Considero a educação integral indispensável para oferecer mais oportunidades de aprendizado aos estudantes da educação básica.”

A presidenta revelou que mais de 15 mil escolas públicas do ensino fundamental no Brasil já estão oferecendo educação integral, por meio do programa Mais Educação. O programa foi criado em 2007 e, desde então, cresce o número de escolas participantes. “Nossa meta é aumentar gradativamente até chegar a 32 mil escolas em 2014. Este programa permite que os alunos tenham atividades nos turnos em que não há aulas regulares”, acrescentou.

Na resposta, a presidenta explicou que o Mais Educação oferece atividades organizadas em dez grandes campos: acompanhamento pedagógico; educação ambiental; esportes e lazer; direitos humanos em educação; cultura e artes; cultura digital; promoção da saúde; comunicação e uso de mídias; investigação no campo das ciências da natureza; e educação econômica. Dilma Rousseff salientou que, por enquanto, as escolas participantes são de capitais e grandes cidades, de lugares atendidos pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e de áreas de risco social. Mas garantiu que será ampliado para mais localidades.

O estudante universitário Ricardo Lucas Hautequestt Filho, morador em Itapemirim (ES), perguntou à presidenta se as obras para a Copa do Mundo e a Olimpíadas serão realizadas a tempo. “Sem dúvida, Ricardo”, respondeu Dilma Rousseff. “Estamos trabalhando de mãos dadas com governadores e prefeitos das cidades que vão sediar os jogos”, prosseguiu a presidenta.

“Já realizamos o primeiro encontro e vamos nos reunir a cada três meses para monitorar o cronograma das obras. Dos 12 estádios, 11 já realizaram licitações e, destes, 10 estão em obras. O 12º, de São Paulo, não terá licitação porque é privado. Ao mesmo tempo, a Infraero está em plena execução do seu programa de investimentos para ampliar a capacidade dos aeroportos e melhorar os serviços prestados. Serão investidos R$ 5,15 bilhões em recursos apenas do governo federal.”

A presidenta deixou claro que as obras para ampliar a capacidade de aeroportos seriam necessárias mesmo que não houvessem as competições esportivas, devido ao aumento no movimento, resultado da elevação da renda dos brasileiros. E listou as ações desempenhadas pelo governo.

“Decidimos também autorizar a concessão, em parcerias de empresas privadas com a Infraero, para cuidar das novas obras e da gestão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). E estamos estudando o modelo a ser adotado em relação a Confins (MG) e Galeão (RJ). Para coordenar todo esse trabalho, criamos a Secretaria Nacional de Aviação Civil, com status de ministério. Com estas e várias outras medidas, estou certa de que vamos realizar uma grande Copa e uma grande Olimpíada”.

Antenor Nogueira, professor e morador em Divinópolis (MG), quis saber da presidenta Dilma porque que os assalariados não podem fazer como as empresas, que pagam o imposto devido a cada mês, deduzindo todos os gastos. Com isso, segundo ele, não precisariam fazer a declaração de ajuste todo ano. Na resposta, a presidenta Dilma disse que entende a preocupação dele em querer facilitar a vida dos contribuintes, mas, explicou que, se fosse implantado o sistema de pagamento do imposto de forma definitiva, a cada mês, poderia resultar em transtornos para o trabalhador.

“Na prática, haveria 12 declarações de ajuste no ano. E se o contribuinte com renda variável tiver um pico de rendimento num mês, ele poderia pular para uma faixa com alíquota maior, e não teria como compensar nos meses em que houvesse queda no rendimento. Os contribuintes seriam obrigados também a encaminhar comprovantes de despesas de cada mês para a empresa, para ser feito o cálculo do imposto mensal. E nada disso evitaria o envio da declaração anual de ajuste, porque a Receita precisaria homologar os cálculos.”

Porém, a presidenta concordou com o interesse de Antenor de sugerir cada vez mais facilidades na declaração. E disse que o governo está atento a isso. “Já foram adotadas diversas medidas para ajudar o contribuinte, com facilidades não encontradas nem em muitos países desenvolvidos. A internet é a grande aliada, permitindo fazer e enviar a declaração, verificar se caiu na malha fina e corrigir pendências. E você ainda pode ser avisado pelo celular sobre a data em que a restituição estará no banco”, disse.

Terça-feira, 31 de maio de 2011 às 19:51

“Vamos fazer uma grande Copa do Mundo e uma grande Olimpíada”, diz vice-governador do Rio

Após reunião coordenada pela presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (31/5), no Palácio do Planalto, representantes dos governos estaduais e municipais manifestaram disposição em “arregaçar as mangas” e seguir com os projetos de infraestrutura para aeroportos, portos e estádios das 12 cidades-sede do país. O  vice-governador do estado do Rio, Luiz Fernando Pezão, era um dos mais entusiasmados. Segundo ele, a decisão que assegura a redução do Imposto de Importação (II) para os produtos empregados nas obras vai diminuir o custo final do estádio Mário Filho, o Maracanã.

“O valor máximo anunciado é de R$ 956 milhões. Acredito que vamos ter uma redução que só terei condições de informar após 15 e junho. O certo é que nós vamos fazer uma grande Copa do Mundo e uma grande Olimpíada”, disse o vice-governador.


Governadores e ministro do Esporte avaliam reunião com presidenta Dilma

Luiz Pezão explicou que algumas das cidades-sede possuem problemas com as obras, mas que estes obstáculos não irão atrasar o cronograma estabelecido pelas autoridades. O vice-governador informou, por exemplo, que o titular do governo fluminense, Sergio Cabral, se encontra na França e, possivelmente nesta quarta-feira (1/6), assina em Paris com o banco de desenvolvimento local empréstimo para as obras do metrô até a Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

O vice-governador fez questão de comemorar aquilo que classificou como sendo “a boa notícia” que vai baratear as obras, referindo-se à queda dos tributos. Pezão informou também que no âmbito aeroportuário, o Aeroporto Internacional Tom Jobim, que vem sendo preparado para transferir a concessão à iniciativa privada, será o próximo passo para equacionar a questão.

Na entrevista coletiva, concedida ao término da reunião, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, também manifestou otimismo em relação ao curso das obras. Segundo Campos, a decisão da presidenta Dilma mostra a disposição do governo em assegurar o cronograma. “Vamos ter reuniões periódicas a cada três meses”, contou o governador pernambucano.

O governador do Distrito Federal, Agnello Queiroz, informou que “a intervenção que Brasília precisa fazer para a Copa do Mundo é indispensável para a nossa sobrevivência como capital”. Segundo o governador do DF , “a Copa vai servir para a gente dar uma resposta estrutural no transporte público”.

“Brasília é uma cidade cuja vocação é o turismo e temos que ampliar a capacidade hoteleira pra recebermos vários eventos. Nós não temos arena hoje na cidade. As coisas acontecem no estacionamento do estádio. É uma vergonha para capital do país. Vamos transformar Brasília num grande centro cultural. Por isso estamos fazendo um estádio com essa magnitude”.

Para o governador do Paraná, Beto Richa, “o principal nó já foi desatado”, que foi a definição do estádio para receber os jogos. “Nós encontramos uma modelagem de troca por potencial construtivo”, disse. Mesmo assim, continuou o governador, ainda havia a dificuldade de encontrar investidores interessado nesse modelo. Entretanto, surgiu um investidor que aceitou fazer a obra em troca do potencial construtivo. E agora começa a deslanchar, muito embora o estádio já estava em obras previstas, independente da Copa do Mundo.

“Estamos com o cronograma mais adiantado de todo o Brasil. Já era o estádio mais moderno e para se ajustar às exigências do caderno de encargos da FIFA não precisava de muita coisa, comparando-se aos demais estádios. As obras de mobilidade já estão acontecendo, mas o que mais preocupava era o estádio e agora estão deslanchando”.

Richa disse que a reunião com a presidenta Dilma “foi muito boa, muito produtiva”. “Todos saíram daqui bastante animados e a proposta da presidente é termos reuniões trimestrais pra voltarmos a acompanhar – todas essas cidades-sede da Copa do Mundo – o andamento e o cumprimento do cronograma”, contou.

“Foi uma conversa cordial, amistosa e com oportunidade de todos exporem a situação de suas capitais”.

A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, também gostou da reunião. E classificou o encontro como muito produtivo. “Nos dá mais segurança o interesse que a presidenta colocou do quanto isso é importante, e que ela tem essa responsabilidade que é compartilhada por todos nós de fazer bem a Copa”.

Rosalba também comentou sobre a construção do estádio para as partidas de futebol. “Nós estamos com toda a obra do estádio, com a Ordem de Serviço já dada, e até o começo de julho é iniciada. As outras obras de mobilidade que são de responsabilidade do governo do estado, também, até setembro, elas estarão em execução porque já estão em processo de licitação”.

“Acho que essa reunião deixou todos nós mais fortalecidos para essa luta. Porque é muito melhor quando a gente pode se unir para ser mais forte. A Fifa não vai tirar Natal da Copa do Mundo e vamos acabar de uma vez por todas com essa conversa, porque o estádio já começa agora, já está licitado, já está dada a Ordem de Serviço, já está tudo encaminhado. As obras começam agora”.

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