Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Terça-feira, 3 de maio de 2016 às 11:01

É um símbolo para acreditarmos num futuro melhor, diz primeira atleta a carregar tocha

Fabiana vê a chegada da tocha como um momento histórico para o Brasil e acredita que ele pode despertar, especialmente nas crianças, o sentimento de um futuro melhor através do esporte.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Fabiana vê a chegada da tocha como um momento histórico no Brasil e acredita que ele pode despertar o sentimento de um futuro melhor através do esporte.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

As mãos trêmulas da vencedora de duas Olímpiadas traduziam a emoção da capitã da seleção brasileira de vôlei, Fabiana Claudino, de ter entrado para a história como a primeira atleta a levar a tocha olímpica no Brasil. A jogadora iniciou o revezamento do símbolo descendo a rampa do Palácio do Planalto, nesta terça-feira (3). “Foi uma emoção muito grande, uma felicidade muito grande de estar representando todos os atletas e o povo brasileiro. Acho que tenho de agradecer esse momento”, afirmou.

Minutos antes de iniciar o percurso, Fabiana tentava imaginar como seria carregar a tocha por 200 metros até passa-la ao pesquisador Artur Ávila Cordeiro de Melo, primeiro brasileiro a receber a Medalha Fields – o Nobel da Matemática. “Serão os 200 metros mais longos, mais ansiosos, mais felizes da minha vida. A adrenalina está tão grande que acho que não vou nem sentir nada, que estou correndo ou mesmo o que estou fazendo, porque é uma emoção muito grande”, revelou.

Após a entrega do símbolo olímpico a Melo, Fabiana se disse honrada por ter sido escolhida diretamente pela presidenta Dilma Rousseff para ser a primeira atleta brasileira. “Fiquei sabendo [da escolha] e fiquei muito feliz, muito honrada por essa escolha e por estar representando meu país”, disse.

Bicampeã olímpica (2008 e 2012), a central da seleção de vôlei lembrou do começo da carreira aos 13 anos, em Minas Gerais. “Querendo ou não, passa um filme da sua vida, desde pequenininha, quando comecei no esporte e tinha aquele sonho de me tornar atleta e, hoje, estar aqui nesse momento histórico, carregando essa tocha”, recordou.

Fabiana vê a chegada da tocha como um momento histórico para o Brasil e acredita que ele pode despertar, especialmente nas crianças, o sentimento de um futuro melhor através do esporte. “A importância do símbolo da tocha é de um país melhor, da gente renovar nossas esperanças, e a gente acreditar nas nossas crianças, na nova geração, que acho que pode vir e fazer uma grande diferença no nosso mundo”, disse.

Terça-feira, 27 de outubro de 2015 às 15:31

Defesa quer militares com 10 medalhas nas Olimpíadas para ajudar Brasil a chegar ao top 10

Os atletas militares brasileiros conquistaram para o País o título de segunda colocação geral nos 6º Jogos Mundiais Militares, realizados neste mês de outubro na República da Coreia. O Brasil enviou a Mungyeong 282 atletas que conquistaram 84 medalhas, sendo 34 de ouro, 26 de prata e 24 de bronze.

Após cerimônia nesta terça-feira (27), em que a presidenta Dilma recebeu os atletas, o chefe da delegação brasileira e diretor do Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, Brigadeiro Amaral, exaltou a parceria entre os ministérios da Defesa e do Esporte para o resultado alcançado.

“Temos que ressaltar bastante a parceria. Existe um aporte de recursos bastante considerável que permite à gente desenvolver o programa de treinamento e a participação nos jogos. Essa parceria é fundamental. Desde 2011, após os Jogos Mundiais Militares, nós temos estreitado e consolidado essa parceria com o Ministério dos Esportes nesse esforço olímpico para os Jogos de 2016”, disse.

Nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, os 57 atletas militares brasileiros que competiram contribuíram com 4 das 17 medalhas conquistadas pelo País. “Nós pretendemos, para o ano que vem no Rio de Janeiro, duplicar essa participação, levando entre 100 e 120 atletas, e também duplicar o número de medalhas”, estimou o brigadeiro. “Pretendemos ter pelo menos umas 10 medalhas do Rio ajudando o Brasil nesse esforço de ser o top 10 no quadro de medalhas”.

O brigadeiro também destacou o apoio conjunto do Comitê Paralímpico Brasileiro e do Ministério do Esporte que permitiu levar quatro atletas paraolímpicos aos jogos da Coreia, dois do arco e dois do arremesso de peso. “Pioneiramente, estabelecemos, com a participação do para-atleta André Rocha, da Polícia Militar de São Paulo, que foi medalha de prata no arremesso de peso. É uma participação pioneira dentro dos Jogos Mundiais Militares”. 

Apoio aos atletas
As Forças Armadas apoiam os atletas, colocando à disposição deles a estrutura esportiva e administrativa. O brigadeiro Amaral conta que todos os atletas militares são profissionais da Defesa, sendo que aqueles que são de alto rendimento, compõem programa de serviço militar temporário, baseado na lei do serviço militar.

“Enquanto eles estão dentro do programa, eles têm todos os direitos e as obrigações que qualquer militar deste quadro de militares temporários têm. Toda a nossa infraestrutura de nutricionista, laboratórios físicos, instalações desportivas e apoio para participar de um calendário de competições. A gente faz a quatro mãos com as confederações para prepará-los aos eventos que existem nesse ciclo desportivo de quatro anos entre uma Olimpíada e outra”,explicou. 

Saudação militar em competições

Sobre a polêmica que surgiu pela continência prestada pelos atletas militares brasileiros ao serem premiados no Pan-Americano de Toronto, neste ano, o brigadeiro esclareceu que não se tratou de uma imposição e que o gesto também não tinha nenhuma conotação política.

“Não existe [em uma competição civil] obrigatoriedade nenhuma. O que eu vejo ali é que é uma saudação de civismo, de vibração, de alegria. Quando sobe no pódio, ele ali está pensando nas horas de treinamento solitário e no esforço que faz participar dos jogos e segundo de ter alcançado um resultado de sucesso. É um momento só de agradecimento, um momento cívico. Não tem nenhuma conotação política.”

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:12

Rio 2016: a maior festa do esporte no coração do Brasil

Dilma: educação e esporte são melhores aliados para assegurar inclusão e integração social, estimulando jovens a lutar por seus objetivos, viver alegria da superação, atuar em equipe e respeitar o adversário. Foto: Eduardo Melon

Dilma: educação e esporte são melhores aliados para assegurar inclusão e integração social, estimulando jovens a lutar por seus objetivos, viver alegria da superação, atuar em equipe e respeitar o adversário. Foto: Eduardo Melon

* Por Dilma Rousseff

Falta, ainda, um ano, mas o coração do Brasil já começa a bater mais forte. O generoso coração brasileiro que teima em acelerar quando nele se cruzam duas emoções que nos apaixonam: abraçar gente de todas as partes do mundo e disputar, com fervor e fair play, um magnífico espetáculo do esporte.

Foi assim na Copa do Mundo.

Será assim a partir de 5 de agosto de 2016, quando acenderemos a chama olímpica e hastearemos a bandeira dos cinco círculos coloridos no nosso magnífico Maracanã.

Penso que não é por acaso que o Brasil está tendo a honra de ser o primeiro país da América do Sul a sediar uma Olímpiada.

Somos um país que, além da natureza grandiosa e diversificada, acolheu diferentes povos e culturas, em um histórico de tolerância e respeito, que nos faz um símbolo mundial de convivência, hospitalidade e alegria.

Nosso povo – nossos trabalhadores, empresários, estudantes, cientistas e artistas – conseguiu erguer uma das nações mais abertas do mundo com sua capacidade criativa, amabilidade e solidariedade.

Construímos uma vigorosa cultura de paz e de trabalho.

É com estes valores que estamos trabalhando duro para fazer destas Olímpiadas a melhor festa que o esporte mundial já viveu.

Conseguimos isso na Copa do Mundo e temos tudo para conseguir isto, outra vez, nos Jogos Olímpicos de 2016.

Trata-se de um grande desafio que estamos vencendo dia a dia, hora a hora, muito antes que os jogos, efetivamente, comecem.

A lição começou com investimento no que é mais importante: os nossos atletas.

Tem se prolongado com investimentos maciços na infraestrutura esportiva, e atinge seu clímax na grande reforma urbana pela qual passa o Rio de Janeiro – sem dúvida o mais lindo cenário, desde a Grécia Antiga, onde já se realizou uma Olimpíada.

Ao longo dos últimos anos, fizemos um investimento público maciço para apoiar nossos melhores atletas, seus técnicos e suas equipes, com programas como o Bolsa Atleta e o Plano Brasil Medalhas.

Nossos atletas de excelência, que têm conseguido melhorar suas marcas a cada competição, são os nossos grandes ídolos e inspiradores.

Uma prova concreta são os resultados que obtivemos nos últimos jogos Pan Americanos.

Estes investimentos trarão resultados ainda mais duradouros, que vão, inclusive, ultrapassar os limites temporais dos Jogos Olímpicos.

Estamos disseminando a prática esportiva entre os jovens de todo o país, com investimentos em centros esportivos em todas as regiões, nas mais diversas modalidades.

Esse será um dos maiores legados que colheremos com os Jogos Rio 2016. Acreditamos que a educação e o esporte são os nossos melhores aliados para assegurar a inclusão e a integração social, ao estimular os jovens a lutar por seus objetivos, a viver a alegria da superação, a atuar em equipe e respeitar o adversário.

Cultura da cooperação, ética da honra e do trabalho árduo para alcançar objetivos e conquistas. Junto com a felicidade e autoestima de nosso povo acolhedor e hospitaleiro, eis o maior legado da Olimpíada.

Teremos, também, o legado monumental de modernização urbana do Rio de Janeiro, uma das cidades mais lindas do mundo e o nosso maior cartão postal.

Dois terços dos gastos com os Jogos Rio 2016 estão sendo investidos em obras de infraestrutura urbana na cidade.

São obras as mais diversas – uma nova linha de metrô, um veículo leve ligando todo o centro da cidade e BRTs que unirão as áreas de competição. Todo esse investimento é para melhorar muito o transporte público e a circulação das pessoas durante e depois dos jogos, em especial aquelas que vivem nas áreas mais afastadas e mais necessitam de transporte de qualidade.

A transformação urbana não para por aí.

A área do porto, por exemplo, antes um lugar degradado, está se tornando um novo pólo de lazer e de cultura para a população local e para os milhares de turistas que recebemos a cada ano.

No futuro, o Porto Maravilha vai abrigar novos prédios de escritórios e residências. Estamos recuperando o brilho da Cidade Maravilhosa que sempre encantou o mundo desde os tempos em que era a capital da nossa República.

Os Jogos Rio 2016 atraíram fortemente investimentos do setor privado brasileiro – e não apenas para os patrocínios e a modernização e construção da nova rede hoteleira.

O Parque Olímpico da Barra, por exemplo, foi construído, em boa parte, com investimentos privados, incluindo as obras de infraestrutura do local.

A Vila Olímpica, que hospedará os atletas de todo o mundo, também está sendo construída pela iniciativa privada, que já começou a comercializar os apartamentos. Com isso, já é possível afirmar que os Jogos do Rio 2016 terão um dos mais altos níveis de investimento privado das edições do evento nos últimos 20 anos.

O Complexo Esportivo de Deodoro, um dos locais de competição, localizado no coração de uma área carente do Rio e com a maior concentração de jovens da cidade, se tornará um espaço para a prática de esportes radicais da população local. Vai ser palco também de treinamento para os nossos melhores atletas.

Já o Parque Olímpico da Barra será a base do futuro centro olímpico de treinamento, responsável pela preparação dos futuros atletas de alto rendimento do País. Ajudará, ainda, a intensificar a cooperação esportiva com outros países, em especial com os vizinhos da América do Sul.

O esforço está sendo acrescido dos investimentos feitos em todo o Brasil. São 12 centros de treinamento e 261 centros de iniciação esportiva, além de 46 pistas oficiais de atletismo. O investimento no legado esportivo do Rio e do País já soma US$ 1,2 bilhão.

Nós estamos zelando também pela eficiência do gasto e a sustentabilidade das instalações. A Arena do Futuro, local das competições de handebol no Parque Olímpico, é um exemplo. Construída em módulos, a Arena será desmontada depois dos Jogos e transformada em quatro escolas.

O bom andamento desse grandioso projeto tem exigido atenção permanente e um trabalho conjunto do Governo Federal, estadual e municipal, além do Comitê Organizador e da Autoridade Pública Olímpica. O empenho de todos será mantido até o final dos Jogos Paraolímpicos, em setembro de 2016.

Um evento com essa complexidade exige atenção constante aos mínimos detalhes. As obras e a estrutura do Rio já começaram a ser testadas com os primeiros eventos que se espalham pela cidade. Até o início de 2016 vamos ter competições de 40 modalidades esportivas.

Como vocês podem ver, o Brasil está plenamente preparado para a chegada dos Jogos. Junto com a organização do evento, vamos mostrar ao mundo, orgulhosamente, nossas conquistas recentes de uma democracia forte e consolidada, empenhada em reduzir as desigualdades sociais por meio do desenvolvimento econômico e do investimento. Esse é o esforço coletivo de um país inteiro.

Vamos mostrar aos 15 mil atletas olímpicos e paraolímpicos, a milhares de torcedores e bilhões de telespectadores a nossa energia para superar tantos desafios.

A sociedade brasileira vai receber os atletas e turistas tão bem como fez na Copa de 2014, quando o país encantou o mundo com o clima de festa, de segurança e eficiência.

Naquela época, todos que assistiam nossa festa pela TV queriam estar aqui no Brasil.

Não fiquem, portanto, só no desejo – venham desfrutar de tudo de bom que uma Olimpíada pode temporariamente lhes dar – e de tudo que, em qualquer momento, um país, como o Brasil, pode lhe oferecer: paz, amor, alegria e muita, muita, felicidade!

Esperamos vocês de coração e braços abertos.

* Este artigo foi publicado nesta quarta-feira (5) em dezenas de importantes jornais ao redor do mundo

Terça-feira, 30 de junho de 2015 às 18:16

Consideramos o Brasil uma potência global, afirma Obama em encontro com Dilma

Brasil-EUA-2015

O presidente americano Barack Obama declarou que o Brasil é visto pelos Estados Unidos como uma potência global, e não regional. A afirmação foi feita após reunião de trabalho com a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (30), em Washington (EUA).

“Nós encaramos o Brasil como um poder mundial, e não regional. Em termos de fórum econômico para coordenar relações e negociações, como o G20, por exemplo, o Brasil tem uma voz muito forte. A questão da mudança do clima, por exemplo, só pode ser bem sucedida com a liderança brasileira. E isso é indicação da liderança mundial do Brasil”, afirmou Obama.

30062015-_TUK1481-Editar

“Estamos anunciando uma série de novas etapas para melhorar o comércio, investimentos e empregos em nossos países”, disse Obama após encontro com Dilma. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

O presidente americano conta com a parceria entre os dois países para reaproximar mais ainda os Estados Unidos da América Latina. “O Brasil e os Estados Unidos trabalham juntos, como parceiros, em pé de igualdade, com base no interesse e respeito mútuos. Como vimos na Cúpula das Américas, os Estados Unidos estão envolvidos mais profundamente na América Latina. Nós estamos concentrados no futuro e no que podemos fazer juntos. E a pedra fundamental do nosso envolvimento na região é a nossa forte parceria com o Brasil”, declarou.

Obama disse ainda que os dois países têm uma “parceria natural” e, como duas das maiores democracias do mundo, defendem “as aspirações dos cidadãos de viver em liberdade”. Sobre a luta pela liberdade, ele citou a experiência da presidenta Dilma, a quem chamou de “parceira” e “amiga”. “Os sacrifícios pessoais que você fez na sua própria vida são testemunhos dessa determinação”.

O presidente americano afirmou que, apesar da forte parceria, muito ainda pode ser feito para o bem dos dois países, e agradeceu a Dilma pelo progresso na relação entre eles.“A presidente e eu achamos que há muito mais que podemos fazer juntos. Dilma, agradeço seu compromisso pessoal de dar o próximo passo em nossa parceria. Por isso, trabalhamos nesse sentido. Estamos anunciando série de novas etapas para melhorar o comércio, investimentos e empregos em nossos países”, disse.

Obama disse que a recepção a Dilma era uma nova oportunidade de reciprocidade da “hospitalidade extraordinária” que ele e sua família receberam de Dilma e dos brasileiros quando visitaram o Brasil, em 2011.

O presidente americano disse que quer voltar ao Brasil e disse que gostaria de conhecer o carnaval. Brincando, aparentou frustração por não ter podido estar na Copa do Mundo – à qual compareceu o vice, Joe Biden. Obama disse que no ano que vem os olhos do mundo estarão com as atenções voltadas ao Brasil novamente, quando o país sediar as Olimpíadas, e disse que é um “lembrete do crescimento notável do Brasil interna e externamente“.

Terça-feira, 2 de dezembro de 2014 às 16:55

Com R$ 661 mi, Brasil Medalhas ultrapassa previsão de investimento em centros de treinamento

Nesse domingo (30) ocorreu o primeiro evento-teste do Centro Pan-Americano de Judô de Lauro de Freitas (BA). Na estreia da “nova casa”, o Brasil venceu o Desafio Internacional contra a Itália por 5 x 0. O Centro é um das maiores obras do Plano Brasil Medalhas. Com ele, o investimento planejado de R$ 310 milhões em centros de treinamento foi ultrapassado, chegando a R$ 661 milhões destinados (R$ 473 milhões do governo federal e R$ 188 milhões de contrapartidas). No total, o Plano Brasil Medalhas assegurou R$ 1 bilhão aos esportes olímpicos e paraolímpicos, incluídas ações como o Bolsa Pódio.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas. Foto: Divulgação.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas, além de 72 quartos para atletas e quadras poliesportivas. Foto: Divulgação.

A maior parte dos CTs incluídos no Plano está com obras aceleradas ou já entregues. Além disso, há diversos projetos em análise. Estão em fase de finalização alguns editais de locais de treinamento que serão usados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e que depois farão parte da Rede Nacional de Treinamento.

O Centro Pan-Americano de Judô foi entregue à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) em julho deste ano. O CPJ é fruto de um investimento de R$ 43,2 milhões, sendo R$ 18,3 milhões do Estado da Bahia e R$ 19,8 milhões da União. A confederação aportou outros R$ 5,1 milhões para desenvolver o projeto executivo e comprar parte dos equipamentos e mobiliário.

O judô é a modalidade que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil (19) e espera continuar sendo uma das principais forças esportivas do País. Na inauguração, o ministro Aldo Rebelo disse que não foi por acaso a construção na Bahia: “É uma forma de descentralizar o legado e o projeto de construção dos centros de treinamento de alto rendimento no Brasil”, afirmou. Lauro de Freitas também receberá um Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) para a prática de 13 modalidades olímpicas.

Rede Nacional de Treinamento
Os locais de treinamento definidos no Plano Medalhas têm duas finalidades. Uma é contribuir com a reta final da preparação das equipes para o Rio 2016. Neste caso se incluem o CT paraolímpico em São Paulo, o do judô na Bahia, do handebol e da ginástica em São Bernardo, assim como o da ginástica em Curitiba, o da canoagem slalom em Foz do Iguaçu e os centros de tiro esportivo e pentatlo já existente em Deodoro (Rio de Janeiro), utilizados pelas confederações há alguns anos. Mas a maior parte das instalações foi prevista para além de 2016, como legado para o esporte brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

Elas compõem o programa Rede Nacional de Treinamento, do Ministério do Esporte. A Rede Nacional está sendo estruturada em todo o país, com instalações para diversas modalidades. A do atletismo está mais avançada, com uma quantidade de pistas já entregues, algumas em fase final de obras, várias com obras iniciadas e outras em fase de projeto.

A Rede Nacional de Treinamento abarcará desde as instalações de competição olímpicas em construção ou adaptação no Rio, até os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos em 263 municípios do País, passando por centros de treinamento de modalidades, complexos esportivos e estruturas locais das cidades.

Domingo, 30 de novembro de 2014 às 10:00

Banco Central lança moedas comemorativas das Olimpíadas Rio 2016

O Banco Central lançou as primeiras nove moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. Serão 36 moedas lançadas até 2016.

Moedas de Ouro dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

Moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).

As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; e aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil, como golfinhos, bromélias e os Arcos da Lapa. Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum.

No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016. As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção. Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do Banco, débito em conta. As moedas também estarão à venda, apenas em dinheiro, em algumas agências do BB.

Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Em 2015, em data a ser divulgada, estarão disponíveis dois conjuntos: com as quatro primeiras moedas de prata e com as quatro de circulação comum. O segundo lançamento do Programa Olímpico ocorrerá no primeiro semestre de 2015.

Quarta-feira, 1 de outubro de 2014 às 10:00

Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance, afirma medalhista olímpica

Na terça-feira (30), a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras da Vila dos Atletas das Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016, no Rio de Janeiro. O complexo de prédios, mais da metade concluído, receberá 15 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas de todo o mundo que conviverão e trocarão experiências durante o período de competições.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Isabel Swan: primeira medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. Ela, juntamente com Fernanda Oliveira, foram bronze na classe 470 em Pequim 2008. Foto: Flickr/Divulgação.

Uma presença quase certa como hóspede da Vila é a iatista brasileira Isabel Swan. Em sua primeira participação nos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008, Isabel conquistou uma medalha de bronze juntamente com Fernanda Oliveira por seu desempenho na disputa da classe 470. Esta foi a primeira e única medalha da vela feminina brasileira nas Olimpíadas. A atleta conversou com o Blog do Planalto sobre a importância das vilas olímpicas em grandes eventos esportivos, como os Jogos Rio 2016.

Você foi medalhista olímpica em Pequim 2008. Quais outros grandes eventos você teve a experiência de ficar hospedada em uma Vila Olímpica?
Fiquei hospedada na Vila de Atletas Militares, nos Jogos Mundiais Militares de 2011 e em Jogos universitário, também na China, na cidade de Shenzen em 2010.

Como foi a sua experiência, a convivência? Houve algo que te chamou muito a atenção?
Foi uma experiência maravilhosa, onde voce passa a ter contato com atletas de vários países, num ambiente saudável. Parece uma pequena fatia de cada parte do mundo concentrada num espaço de paz e convivencia, mesmo comma competição inerente. O que me chamou a atenção, foi na vila de Pequim, onde tínhamos acesso a comidas do mundo inteiro. Outro ponto que particularmente gosto é da troca de pins de varias localidades, esportes e comitês. Colocamos na nossa credencial e fazemos trocas. E o primeiro meio de comunicação dentro da Vila.

Qual a importância das Vilas Olímpicas para o evento e interação entre atletas de todo o mundo?
Uma Vila Olímpica organizada, com espaço para os atletas relaxarem, se prepararem para as competições e um bom espaço de convivência, e fundamental para a melhor performance do atleta. Quando fico bem hospedada, confortável e tranquila, com certeza isso faz efeito direto em meu rendimento nas regatas. A vila do Rio 2016 tem tudo para ser muito boa e acolhedora, com uma bela paisagem e grande espaço de convivência e troca entre os atletas.

Segunda-feira, 15 de setembro de 2014 às 12:44

Vila Olímpica chega a 50% de conclusão

A Vila Olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro 2016 chegou a 50% de conclusão. Dos 31 prédios que serão construídos para receber as mais de 15 mil pessoas durante os Jogos, 17 estão prontos. A previsão é de conclusão em outubro dos outros 14. Como mostramos em agosto, as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão a pleno vapor.

20140818_CO_VOL_obras_vila_atletas_MT

Fotos: divulgação/cidadeolimpica.com.br. Clique na imagem e confira outras fotografias das obras.

O terreno de 800 mil metros quadrados será a casa de atletas olímpicos e paraloímpicos em 2016. Os prédios serão divididos em sete condomínios e terão 3.604 apartamentos. A Vila Olímpica fica ao lado do Parque Olímpico, um dos principais pontos de realização dos Jogos. Recentemente, em entrevista ao Blog do Planalto, a atleta de vela e medalhista olímpica, Isabel Sawn afirmou que Vila Olímpica organizada é fundamental para melhor performance do atleta.

Vila Militar
Integrantes do grupo de trabalho na área de segurança para os Jogos Olímpicos 2016 visitaram, nesta quinta-feira, algumas das obras em andamento na Vila Militar de Deodoro. O local abrigará diversas competições do evento esportivo, como hóquei, pentatlo moderno, tiro, rugby e hipismo. Ao todo, 11 modalidades olímpicas e quatro paraolímpicas serão disputadas no Complexo que está em construção. O local também contará com alojamentos, vestiários e apartamentos para os tratadores de cavalos.

Uma das obras em andamento é a do futuro Parque Radical, onde acontecerão provas de canoagem e BMX (bicicross). Segundo o coronel Paul Cruz, assessor especial dos Jogos Olímpicos, todo o espaço do parque será cedido à Prefeitura ao final do evento.

“O parque ficará de legado para a população como a segunda maior área de lazer da cidade. São 510 mil m²”, disse. O coronel lembrou ainda que estão em andamento projetos de esgotamento sanitário e a Transolímpica – via expressa com ônibus BRT que passará na região do Complexo de Deodoro e, no futuro, se conectará à Transcarioca, BRT inaugurado em junho pela presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Portal Brasil 2016 e Ministério da Defesa.

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 9:03

Obras no Parque Olímpico e Vila dos Atletas a pleno vapor

Sábado, 9 de agosto de 2014 às 10:00

Obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas para os Jogos Olímpicos Rio 2016

Estão a pleno vapor os preparativos para o próximo grande evento esportivo no país: as Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016. Veja como andam as obras do Parque Olímpico e da Vila dos Atletas, no Rio de Janeiro.

Parque Olímpico
A construção do Parque Olímpico começou em julho de 2012 com a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá e a reutilização, na própria obra, do material removido. O terreno de 1,18 milhões de metros quadrados vai receber, diariamente, um público estimado em 120 mil pessoas.

Essa torcida, formada por brasileiros e estrangeiros, poderá conferir competições de 16 modalidades olímpicas e 10 paralímpicas. As primeiras serão basquete, ciclismo de pista, ginástica artística, ginástica de trampolim, ginástica rítmica, handebol, judô, luta greco-romana, luta livre, nado sincronizado, natação, polo aquático, saltos ornamentais, taekwondo, esgrima e tênis. Já as paralímpicas são basquetebol em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas, judô, bocha, voleibol sentado, futebol de 5, golbol, tênis em cadeira de rodas, ciclismo e natação.

Durante os jogos, serão construídas instalações temporárias no Parque Olímpico, como uma arena de handebol, que será transformada, após as Olimpíadas, em quatro escolas municipais; um centro de esportes aquáticos; duas quadras secundárias de tênis e seis quadras de aquecimento de tênis. Além dos equipamentos temporários, outros novos serão construídos e servirão como legado para a cidade. Entre eles está um novo velódromo, maior e mais moderno; uma quadra principal de tênis; sete quadras secundárias de tênis; um Centro Principal de Mídia (CPM); um Centro Internacional de Transmissão (IBC) e um hotel.

Só na região onde já estão sendo erguidas, desde julho, três arenas (basquete, lutas, judô e taekwondo), há mais de 2.100 estacas do tipo hélice e 15 mil m³ de concreto. Após 2016, os três prédios serão transformados em um dos principais legados esportivos dos jogos: o Centro Olímpico de Treinamento.

Vila dos Atletas
Nas Olimpíadas e Paralimpíadas de 2016, a Vila dos Atletas receberá 18 mil atletas, paratletas, treinadores e fisioterapeutas. A obra começou a ser construída em 2012 e tem prazo de entrega para dezembro de 2015. As instalações terão, ao todo, 31 prédios residenciais, divididos em sete condomínios. Além dos 3.604 apartamentos de dois, três e quatro quartos, a Vila terá também um parque público de 72 mil metros quadrados.

Localizada em terreno de 800 mil metros quadrados, a cinco minutos do Parque Olímpico, o complexo de prédios será reagrupado para dar origem a diferentes condomínios residenciais após os Jogos de 2016.

Toda a construção é permeada pelo caráter sustentável. Um bom exemplo é a central de concretagem existente no próprio canteiro de obras, evitando deslocamento dos caminhões por grandes distâncias e poluição atmosférica com excesso de gás carbônico.

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-