Portal do Governo Brasileiro

Tamanho da fonte:


Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 20:40

Governo comemora a marca de 750 mil cisternas no semiárido

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 20:30

Garantimos acesso à água a quatro milhões de famílias, diz Tereza Campello

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, comemorou a marca de 750 mil cisternas construídas durante o governo Dilma. A meta foi estabelecida em 2011, com a criação do Plano Brasil Sem Miséria, coordenado pelo MDS. O programa Água para Todos é parte do Plano. De acordo com a ministra, a medida garantiu água potável para consumo humano e também para produção de alimentos e criação de animais. Ela afirma que cerca de quatro milhões de pessoas são beneficiadas pelas cisternas.

“Talvez a falta de acesso à água seja uma das faces mais duras da pobreza e da miséria, a miséria de não ter nem água para beber. Então nós garantimos praticamente a universalização do acesso à água para beber para essas famílias, são quatro milhões de famílias, e estamos também garantindo que essas famílias possam reservar água para produção. (…) Garantindo que essa comunidade se mantenha, mesmo no período de seca, tenha uma alimentação para subsistência e, em alguns casos, tem garantido também que ela mantenha um excedente durante esse período”, explicou a ministra.

Segundo a ministra, somadas as cisternas para consumo e produção criadas desde 2003, são 22 bilhões de litros de água armazenada no Nordeste brasileiro. Ele lembra que o Brasil acaba de passar por uma das piores secas dos últimos 80 anos e a população não abandonou a terra.

“Nós não vimos êxodo rural, nós não vimos essas comunidades que muitas vezes até saqueavam as cidades desesperados de fome, de sede. Nós não vimos nenhuma dessas cenas que existiam no Brasil de antigamente. Agora não existem mais, a população se mantém, a seca é ainda um momento de sofrimento, mas essas famílias não estão abandonando sua terra e estão conseguindo conviver com o semiárido. Acho que é essa é uma grande vitória do Brasil”, comemorou Tereza.

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 15:10

Governo bate meta de 750 mil cisternas no semiárido brasileiro

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 15:06

Governo bate meta de 750 mil cisternas no semiárido brasileiro

O morador do semiárido nordestino está convivendo melhor com as secas frequentes na região depois da construção das cisternas do governo federal. A meta de 750 mil cisternas, estipulada no período de 2011 a 2014, foi batida chegando a 750.565 no último mês. Desde 2003, foram entregues mais de um milhão de cisternas para consumo com capacidade de armazenamento de cerca de 16,8 bilhões de litros. Se forem contabilizadas as cisternas para produção, esse número chega a 22 bilhões de litros.

Maria Valdina dos Santos e José Vandail do Nascimento irrigam sua horta com a cisterna de produção. Foto: Sergio Amaral/MDS.

Maria Valdina dos Santos e José Vandail do Nascimento irrigam sua horta com a cisterna de produção.
Foto: Sergio Amaral/MDS.

Com as construções, a população não precisa mais andar horas em busca d’água ou mesmo migrar devido à seca. É o caso de Maria Valdina Santos, 46 anos, moradora de Itapipoca, no Ceará. Ela mora com o marido e dois filhos na Comunidade Mergulhão dos Norberto. A família tem cisterna para beber e para produzir, além de água encanada do poço para utilizar em casa. Atualmente, plantam mais de 25 produtos e criam animais.

“Hoje eu posso dizer que quem tem um projeto desse em casa (cisterna) não precisa ter mais nada na vida. Tem tudo. Só de ver um quintal verde como esse, de ver que estamos produzindo, dá uma paz muito grande”, afirma Maria.

As cisternas são parte do programa Água para Todos, coordenado pelo ministério da Integração Nacional. Os 569 municípios do semiárido com demanda inicial tiveram seu pedido 100% atendido. Para a Secretária de Desenvolvimento Regional, Adriana Alves, o programa mudou o paradigma da convivência com a seca.

“Existe uma mudança bastante significativa de paradigma em relação à implantação de tecnologias do Água para Todos no semiárido. Se durante muito tempo falou-se em combate às secas, hoje o modelo é outro. Hoje, busca-se por meio do Água para Todos criar uma cultura de convivência com a semiaridez. O Água para Todos permite às famílias a garantia de um direito fundamental básico que é ter acesso à água. E, com isso, as famílias vão angariar mais tempo para se dedicarem às atividades produtivas”, afirma a secretária.

Segundo Adriana, o próximo passo é levar o programa, por meio de cisternas ou outras tecnologias, para todo o Brasil. A demanda por água se concentra principalmente no semiárido, mas hoje todas as regiões precisam cada vez mais de abastecimento de qualidade.

“A região Norte, por exemplo, onde há abundância de água, mas há o problema de qualidade da água, onde o programa também se faz essencial. O Rio Grande do Sul ou outros estados da região Sul, também vem passando por fenômenos de estiagem, o que exige também tecnologias principalmente nas comunidades rurais. O fenômeno de problema relacionados é presente no Sudeste hoje. Um importante passo para o programa é a sua nacionalização. Um programa com esse êxito, ele tem que trabalhar com tecnologia adaptada a diferentes realidades regionais”, avalia Adriana.

Segunda-feira, 3 de novembro de 2014 às 10:10

Obras de recursos hídricos deixam Nordeste preparado para enfrentar períodos de seca

Segunda-feira, 3 de novembro de 2014 às 10:00

Obras de recursos hídricos deixam Nordeste preparado para enfrentar períodos de seca

Todos os anos, milhões de pessoas sofrem as consequências da seca no Nordeste brasileiro, mas importantes obras em andamento pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) na região estão mudando esse cenário. O investimento planejado e executado nos últimos anos em mais de 1.500 quilômetros de adutoras, canais e reservatórios já rende bons resultados e contribuiu para que os efeitos da estiagem no semiárido fossem menos rigorosos.

Um dos principais investimentos do PAC 2 nessa área é o Projeto de Integração do Rio São Francisco, que já está com mais de 60% de sua estrutura concluída. São dois eixos, leste e norte, em 469 quilômetros de extensão, levando água para abastecimento e irrigação em quase 400 municípios de quatro estados nordestinos – Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará.

A Integração do Rio São Francisco é o principal projeto de recursos hídricos do PAC 2, mas não o único. As adutoras do Algodão e Pajeú, a vertente litorânea da Paraíba, o Eixão das Águas no Ceará e o Canal do Sertão Alagoano são outros projetos importantes que já estão melhorando a qualidade de vida das pessoas – tanto por disponibilizar a tão necessária água como também pela capacitação profissional e crescimento econômico que levam às regiões por onde passam.

Fonte: PAC.

Quarta-feira, 5 de junho de 2013 às 17:14

Dilma sanciona lei que cria quatro novas universidades

A presidenta Dilma Rousseff destacou, depois de sancionar as leis que criam as universidades federais do Cariri (UFCA), do Sul Sudeste do Pará (Unifesspa), do Oeste da Bahia (Ufob) e do Sul da Bahia (Ufesba), a importância da interiorização e o acesso social ao ensino universitário. Segundo Dilma, na escolha dos novos campi, foi levado em conta a capacidade de irradiação do ensino nas regiões.

“Criar universidades é um ato importante porque, além de criar oportunidades, tem um efeito transformador nas pessoas, nas regiões e no país. (…) E, principalmente, quando a gente sabe que o Brasil teve um processo longo para que essa questão, que é crucial, a questão do acesso a educação, principalmente da educação universitária, fosse colocada como uma questão fundamental de governo”, destacou.

A criação das universidades faz parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras (Reuni), que, entre 2003 e 2010, o foi responsável pela criação de 14 novas universidades federais e 126 novos campi ou unidades acadêmicas, chegando agora a 63 universidades e 321 campi em todo o país. A expansão aumentou também o número de municípios brasileiros atendidos por universidades federais, passando de 114, em 2003, para 272, em 2010.

Outros anúncios

A presidenta ainda anunciou a entrada de instituições militares no Programa Ciência Sem Fronteiras, que envia estudantes às melhores universidades do mundo, com 500 bolsas dedicadas, principalmente, a pós-graduação. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também revelou uma parceria entre universidades e institutos federais de ensino técnico com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME).

As duas instituições terão serão vagas expandidas, e tanto o IME, quanto o ITA terão parcerias com cursos de engenharia de universidades federais de diferentes partes do país. Elas também ficarão responsáveis por cursos técnicos nos institutos federais.

Confira a íntegra

 

Segunda-feira, 8 de abril de 2013 às 10:12

Café com a Presidenta: desafio é garantir segurança hídrica e produtiva à população do semiárido

Café com a presidentaObras estruturantes, renegociação das dívidas dos agricultores e mais R$ 9 bilhões para ações emergenciais. A presidenta Dilma Rousseff detalhou as medidas de enfrentamento aos efeitos da seca no Semiárido Nordestino e no Norte de Minas Gerais no programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (8). Para a presidente, o desafio é garantir segurança hídrica e produtiva à população do semiárido.

“A seca é uma realidade climática, mas, Luciano, nós temos suficiente conhecimento tecnológico, temos os recursos, temos os meios e o meu governo tem a vontade política para enfrentar os efeitos da seca para garantir que o Nordeste não sofra, cada ano de seca, com o atraso que a perda dos rebanhos, por exemplo, ocasiona. E, para isso, é necessária uma forte ação estruturante”, afirmou Dilma.

A presidenta destacou, entre as novas medidas anunciadas durante reunião com os governadores da região da Sudene, em Fortaleza, na última semana, a destinação de R$ 9 bilhões, que se somam aos R$ 7,6 bilhões já liberados para o enfrentamento imediato dos efeitos da seca. Dilma também detalhou e falou da importância dos investimentos em obras estruturantes, como barragens, canais e adutoras.

“Nós estamos investindo R$ 32 bilhões nessas obras. São barragens, canais, adutoras, estações elevatórias, sistemas de abastecimento de água que beneficiam os municípios e os estados da região nordestina. O governo federal, Luciano, não vai permitir que o povo do semiárido e de todo o Nordeste fique desamparado. Enquanto houver seca, nós vamos agir”, disse.

Leia o artigo completo »

Segunda-feira, 25 de março de 2013 às 10:17

Em Pernambuco, Dilma entrega primeiro trecho de Adutora, retroescadaveiras e ônibus escolares

Em viagem a Serra Talhada (PE), nesta segunda-feira (25), a presidenta Dilma Rousseff visitará a Estação de Tratamento de Água Cachoeira II, do Sistema Adutor Pajeú, cujo primeiro trecho será inaugurado em cerimônia após a visita.

Durante o evento também serão entregues 22 retroescavadeiras, adquiridas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com um investimento de R$ 3,8 milhões. Agora, são 68 municípios pernambucanos beneficiados com os novos equipamentos, que serão utilizados para reestruturar estradas vicinais.

Ônibus escolares

Ainda será feita a entrega de ônibus escolares a municípios do sertão pernambucano. Até junho, 29 prefeituras da região serão contempladas pelo programa Caminho da Escola, criado em 2007, e que tem como objetivo renovar a frota de veículos de transporte escolar, garantindo segurança e contribuindo para o acesso e permanência dos alunos nas escolas da rede pública da educação básica.

Segunda-feira, 25 de março de 2013 às 9:47

Adutora Pajeú já beneficia mais de 90 mil famílias em Pernambuco

Serão entregues nesta segunda-feira (25), em cerimônia com a presença da presidenta Dilma Rousseff, em Serra Talhada (PE), os primeiros 118 km do Sistema Adutor Pajeú, que vai de Floresta a Serra Talhada. Esse primeiro trecho já beneficia cerca de 90 mil famílias e evitou que a região sofresse os efeitos da forte estiagem deste ano.

Após a sua conclusão, com um investimento de R$ 547 milhões, os 598 km de extensão da Adutora vão captar água do Rio São Francisco e do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco e atenderão 400 mil pessoas, em 21 municípios de Pernambuco e oito da Paraíba. O restante da primeira etapa (79 km) está previsto para ser entregue até o início do segundo semestre.

Tweets

Instagram

Por e-mail

Receba os artigos do Blog do Planalto diariamente por e-mail preenchendo os campos abaixo:

Digite o seu e-mail:


Um e-mail de confirmação do FeedBurner&trade será enviado para você! Confirme no link que será enviado para o seu e-mail para receber os últimos artigos do Blog do Planalto.

-