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Terça-feira, 17 de março de 2015 às 20:32

Com programa Água para Todos, governo entrega mais de 804 mil cisternas no semiárido

Do Ministério do Desenvolvimento Social

O Programa Água para Todos entregou 804,6 mil cisternas de consumo a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza no meio rural do Semiárido brasileiro. Nos últimos quatros anos, foram entregues também 108,4 mil tecnologias sociais de captação de água de chuva para produção de alimentos. Os reservatórios para consumo humano garantem água para beber, cozinhar e para a higiene pessoal. Já as tecnologias de água para produção possibilitam o cultivo de alimentos e a criação de animais.

Lançado em 2011, o Água para Todos é uma das estratégias do eixo de inclusão produtiva rural, constituído por assistência técnica especializada, recursos para investir nas propriedades, ampliação do acesso à energia elétrica, e apoio à comercialização da produção, por meio de compras públicas e privadas. O programa integrou e potencializou ações vinculadas à questão do acesso à água em andamento em diversos órgãos, além de criar novas ações e parcerias. Ainda no ano passado, o governo bateu a meta de 750 mil cisternas no semiárido, garantindo acesso à agua a quatro milhões de famílias.

As cisternas garantem às famílias água de boa qualidade para consumo, melhorando as condições de saúde das pessoas. E a reserva de água para produção permite mais autonomia para que elas possam produzir alimentos e criar pequenos animais, afirma o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arnoldo de Campos.

As cisternas de placas são tecnologias sociais (soluções simples e de baixo custo) para captar e armazenar água da chuva. Cada reservatório para consumo humano tem capacidade de armazenamento de 16 mil litros de água. Com isso, é possível que uma família de cinco pessoas possa conviver com a estiagem por até oito meses.

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 15:10

Governo bate meta de 750 mil cisternas no semiárido brasileiro

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014 às 15:06

Governo bate meta de 750 mil cisternas no semiárido brasileiro

O morador do semiárido nordestino está convivendo melhor com as secas frequentes na região depois da construção das cisternas do governo federal. A meta de 750 mil cisternas, estipulada no período de 2011 a 2014, foi batida chegando a 750.565 no último mês. Desde 2003, foram entregues mais de um milhão de cisternas para consumo com capacidade de armazenamento de cerca de 16,8 bilhões de litros. Se forem contabilizadas as cisternas para produção, esse número chega a 22 bilhões de litros.

Maria Valdina dos Santos e José Vandail do Nascimento irrigam sua horta com a cisterna de produção. Foto: Sergio Amaral/MDS.

Maria Valdina dos Santos e José Vandail do Nascimento irrigam sua horta com a cisterna de produção.
Foto: Sergio Amaral/MDS.

Com as construções, a população não precisa mais andar horas em busca d’água ou mesmo migrar devido à seca. É o caso de Maria Valdina Santos, 46 anos, moradora de Itapipoca, no Ceará. Ela mora com o marido e dois filhos na Comunidade Mergulhão dos Norberto. A família tem cisterna para beber e para produzir, além de água encanada do poço para utilizar em casa. Atualmente, plantam mais de 25 produtos e criam animais.

“Hoje eu posso dizer que quem tem um projeto desse em casa (cisterna) não precisa ter mais nada na vida. Tem tudo. Só de ver um quintal verde como esse, de ver que estamos produzindo, dá uma paz muito grande”, afirma Maria.

As cisternas são parte do programa Água para Todos, coordenado pelo ministério da Integração Nacional. Os 569 municípios do semiárido com demanda inicial tiveram seu pedido 100% atendido. Para a Secretária de Desenvolvimento Regional, Adriana Alves, o programa mudou o paradigma da convivência com a seca.

“Existe uma mudança bastante significativa de paradigma em relação à implantação de tecnologias do Água para Todos no semiárido. Se durante muito tempo falou-se em combate às secas, hoje o modelo é outro. Hoje, busca-se por meio do Água para Todos criar uma cultura de convivência com a semiaridez. O Água para Todos permite às famílias a garantia de um direito fundamental básico que é ter acesso à água. E, com isso, as famílias vão angariar mais tempo para se dedicarem às atividades produtivas”, afirma a secretária.

Segundo Adriana, o próximo passo é levar o programa, por meio de cisternas ou outras tecnologias, para todo o Brasil. A demanda por água se concentra principalmente no semiárido, mas hoje todas as regiões precisam cada vez mais de abastecimento de qualidade.

“A região Norte, por exemplo, onde há abundância de água, mas há o problema de qualidade da água, onde o programa também se faz essencial. O Rio Grande do Sul ou outros estados da região Sul, também vem passando por fenômenos de estiagem, o que exige também tecnologias principalmente nas comunidades rurais. O fenômeno de problema relacionados é presente no Sudeste hoje. Um importante passo para o programa é a sua nacionalização. Um programa com esse êxito, ele tem que trabalhar com tecnologia adaptada a diferentes realidades regionais”, avalia Adriana.

Quinta-feira, 6 de novembro de 2014 às 10:44

Agricultora teve apoio do Bolsa Família para criar oito filhos, melhorou de vida e devolveu o benefício

"Fiz questão de pedir que passassem o benefício para uma pessoa mais carente aqui da comunidade", revela Fafá. Foto: divulgação/MDS.

“Fiz questão de pedir que passassem o benefício para uma pessoa mais carente aqui da comunidade”, revela Fafá. Foto: divulgação/MDS.

Dona Fafá, como é carinhosamente chamada a cearense Maria de Fátima dos Santos (51), é ex-beneficiária do Bolsa Família. Assim como milhares de famílias, ela devolveu o cartão do programa. Percebeu que conseguiria sustentar os oito filhos com produção de verduras, hortaliças e frutas nas proximidades da sua casa, na comunidade Jenipapo, em Itapipoca (CE), a 130km de Fortaleza. “Fiz questão de pedir que passassem o benefício para uma pessoa mais carente aqui da comunidade”, revela Fafá.

Fafá não conhece outra lida, apenas a agricultura. Desde pequena, já ajudava o pai na plantação. Casou adolescente e continuou cuidando da roça. Depois, com a viuvez, teve a ajuda dos filhos para cuidar da plantação.

A agricultora conta que não teria saído do lugar se não fosse o Bolsa Família. A situação melhorou ainda mais depois de ter recebido cisternas, que lhe permitiram acesso à água. Tem duas: uma para o consumo da família e outra para produção. “É a coisa mais maravilhosa que já fizeram”, diz ela, ao lembrar que, antes das cisternas, “puxava” água do cacimbão que fica a 300 metros da sua casa.

Hoje, ela produz sem agrotóxicos e colocou em prática as técnicas de agroecologia que aprendeu em um curso. Além do milho e do feijão, Fafá cultiva cheiro verde, tomate, pimentão, alface, manga, maracujá, banana, graviola e abacaxi. Já ensinou vizinhos a plantar mastruz do lado do pé de tomate e do pimentão, o que evita pragas. “Ensino o pessoal daqui e de fora também. Fiz até palestra em Recife”, conta, com vaidade.

Na feira agroecológica da cidade, chega a faturar R$ 500 por mês, o que completa a pensão que recebe. Com o aumento da renda, a agricultora sonha em comprar um carro. “Cada dia a gente está melhorando. Já estou fazendo minhas economias.” Boa de conversa, conta que gosta de “prosear” com as plantas no quintal. “Saio de lá boazinha depois de conversar com elas.”

Fonte: MDS.

Terça-feira, 27 de novembro de 2012 às 9:00

Pré-sal já produz 10% do petróleo brasileiro

Conversa com a PresidentaNa coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre a exploração de petróleo no pré-sal. Em resposta à engenheira Raianne Justus Bezerra de Almeida, ela afirmou que já são retirados das bacias de Santos e de Campos mais de 200 mil barris por dia, o que representa 10% de toda a produção brasileira.

“A exploração do pré-sal, Raianne, vai significar mais encomendas de bens e serviços no Brasil, criando oportunidades de negócio e de emprego para brasileiros e brasileiras. E usando de forma responsável os recursos dos royalties, teremos um passaporte para transformar o Brasil em um país muito mais desenvolvido e com mais oportunidades para toda a população”, acredita.

Dilma ainda respondeu a Pablo Azevedo da Silva, de Cuiabá, sobre o investimento do governo federal no esporte, que teve, somente em 2012, 4.243 bolsistas de 53 modalidades, que conquistaram 17 medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres. Para o funcionário público de Porto Velho Carlos Ramos Filho a presidenta explicou a tarifa social de energia.

“Em todos os casos, o responsável pela residência, munido de comprovante da inscrição no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), deve procurar a empresa de energia elétrica de seu município e solicitar o benefício. Qualquer dúvida sobre esse benefício, Carlos, pode ser esclarecida em ligação gratuita pelo telefone 0800 7072003”, detalhou.

» Íntegra da coluna

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