Sexta-feira, 6 de maio de 2016 às 12:02

“As famílias se organizam em grupos, discutem seus projetos, participam da elaboração da escolha dos terrenos, fazem a própria construção da moradia muitas vezes, e isso cria um laço muito forte de pertencimento dessas famílias com a sua nova casa”, disse a ministra. Foto: Blog do Planalto
A ministra das Cidades, Inês Magalhães, defendeu nesta sexta-feira (6) a liberação de novos recursos para a modalidade Entidades Rurais e Urbanas do programa Minha Casa Minha Vida, anunciada pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo ela, a participação das famílias nas etapas do processo de construção das unidades habitacionais tem um grande peso simbólico.
“Apesar dessa modalidade ser uma pequena parte de um programa que já contratou 4 milhões de moradias, ela tem um simbolismo especial. As famílias se organizam em grupos, discutem seus projetos, participam da elaboração da escolha dos terrenos, fazem a própria construção da moradia muitas vezes, e isso cria um laço muito forte de pertencimento dessas famílias com a sua nova casa”, disse a ministra.
Inês destacou que a modalidade Entidades, com moradias tanto nas áreas rurais quanto nas urbanas, permitem que os grupos sociais envolvidos no projeto possam realizar adaptações que atendam a eventuais necessidades específicas, como no caso de extrativistas, quilombolas, indígenas ou comunidades tradicionais.
“Elas são desenhadas a partir das suas próprias necessidades. É importante ressaltar que essas famílias não são beneficiárias do Minha Casa Minha Vida, elas são protagonistas na construção das suas casas, assim como na participação do Conselho Nacional das Cidades, elas são partícipes da construção da política urbana do país”, destacou a ministra.
Imprima:
Terça-feira, 26 de abril de 2016 às 9:00
Salvador (BA), Caucaia (CE), Santa Maria (RS), Pirassununga e São Carlos (SP). Estes são os municípios que recebem, na manhã desta terça-feira (26), 5.293 casas do programa Minha Casa Minha Vida destinados a famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais – todos na Faixa 1. A cerimônia será transmitida ao vivo para os municípios envolvidos e contará com as presenças da presidenta Dilma Rousseff e da presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, que estarão na capital baiana
Somente em Salvador serão entregues 2.800 unidades, divididos entre os condomínios Residencial Coração de Maria (1.800) e Lagoa da Paixão (1.000). Todas as casas têm dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, revestido com piso de cerâmica. A infraestrutura está completa, com pavimentação, redes de água e esgoto, drenagem e energia elétrica.
Em Caucaia, serão 232 unidades do Residencial Atenas e 528 unidades dos Residenciais José Lino da Silveira I e III; em Santa Maria, 362 unidades do Loteamento Residencial Leonel Brizola; em Pirassununga, 385 unidades do Residencial Santa Clara; em São Carlos, 986 unidades do Residencial Eduardo Abdelnur.
Empreendimentos
Salvador (BA)
Residencial Coração de Maria – entrega de 1.800 apartamentos, com área privativa de 43,52 m², e investimento de R$ 115,2 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 64 mil.
Residencial Lagoa da Paixão – entrega de 1.000 apartamentos, com área privativa de 43,68 m², e investimento de R$ 64 milhões. As unidades também estão avaliadas em R$ 64 mil.
Caucaia (CE)
Residencial Atenas – entrega de 232 casas sobrepostas, com área privativa de 40,75 m² e 43,28 m², e investimento de R$ 14,8 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 63,9 mil.
Residenciais José Lino da Silveira I e III – entrega de 528 apartamentos, com área privativa de 42,28 m², e investimento de R$ 37,4 milhões. As unidades do Residencial José Lino da Silveira I estão avaliadas em R$ 72 mil e do Residencial José Lino da Silveira III, em R$ 70 mil.
Santa Maria (RS)
Loteamento Residencial Leonel Brizola – entrega de 362 casas , com área privativa de 39,8 m², e investimento de R$ 23,1 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 64 mil.
Pirassununga (SP)
Residencial Santa Clara – entrega de 385 casas, com área privativa de 45,93 m² e 45,60 m², e investimento de R$ 30,7 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 79,9 mil.
São Carlos (SP)
Residencial Eduardo Abdelnur – entrega de 986 casas, com área privativa de 45,51 m², e investimento de R$ 80,6 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 81,8 mil.
Números do Minha Casa Minha Vida
O Programa já beneficiou mais de 10,5 milhões de pessoas, com a entrega de 2,6 milhões de moradias em todo o país. Na Bahia, mais de 720 mil pessoas foram beneficiadas com a entrega de mais de 180 mil unidades. No Ceará, foram entregues mais de 68 mil unidades para mais de 272 mil pessoas. No Rio Grande do Sul, foram entregues outras 212 mil unidades, beneficiando mais de 848 mil pessoas. Já em São Paulo, o MCMV beneficiou mais de 1,8 milhão de pessoas com a entrega de mais 465 mil unidades habitacionais.
Tags:
caixa econômica federal,
Dilma Rousseff,
Loteamento Residencial Leonel Brizola,
MCMV,
Minha Casa Minha Vida,
Ministério das Cidades,
Residenciais José Lino da Silveira I e III,
Residencial Atenas,
Residencial Coração de Maria,
Residencial Eduardo Abdelnur,
Residencial Lagoa da Paixão,
Residencial Santa Clara
Imprima:
Sexta-feira, 11 de março de 2016 às 8:04
A presidenta Dilma Rousseff se reúne, nesta sexta-feira (11), no Palácio do Planalto, com reitores das universidades federais. Em seguida, às 11h, recebe reitores dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.
De tarde, às 17h, terá uma reunião com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.
* Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.
Imprima:
Quinta-feira, 21 de janeiro de 2016 às 12:02
A presidenta Dilma Rousseff inaugura nesta quinta (21) a pista leste da Via Mangue, na cidade do Recife (PE). O novo sentido da avenida Celso Furtado, nome oficial da via que interliga os bairros de Boa Viagem e do Pina, possui 4,37 km de extensão.

A conclusão da obra vai beneficiar a capital pernambucana e metropolitana de Recife. O trecho conta com faixa exclusiva de ônibus e ciclovia. Foto: Divulgação URB Recife.
O custo total da via expressa, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foi de R$ 433,2 milhões, sendo R$ 331 milhões de financiamento do governo federal e R$ 102,2 milhões de contrapartida municipal, financiada pelo CPAC (Programa de Financiamento de Contrapartidas do PAC) com recursos do BNDES. As obras tiveram início em 2011, e foram parcialmente entregues antes da Copa e agora estão concluídas. Estima-se que mais de 1 milhão e 560 mil habitantes serão beneficiados com a obra, que garantirá melhoria da mobilidade urbana e a expansão da rede cicloviária de Recife.
O secretário nacional de Transporte e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Dario Rais Lopes, afirma que, em qualquer cidade com mais de 750 mil habitantes, não há como fazer obra de mobilidade que não seja através de um esforço conjunto entre o governo local e o governo federal. Ele avalia que além de prover uma nova ligação expressa, a obra desafoga todo o sistema viário e permite um aumento de velocidade e um ganho de produtividade no transporte coletivo.
“Uma das grandes expectativas que nós temos com a Via Mangue é desafogar o sistema viário para dar mais espaço para o transporte coletivo, que é a grande prioridade. Embora seja um investimento feito numa infraestrutura voltada para o transporte individual, ele tem um impacto enorme no transporte coletivo. Empreendimentos semelhantes a esse levaram o transporte coletivo a ter uma velocidade até 50% superior”, disse.
Para a presidenta da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), Taciana Ferreira, a Via Mangue, além de beneficiar a capital pernambucana e sua região metropolitana, também é um benefício para o transporte coletivo e o transporte não motorizado.
“Essa pista leste é dotada de ciclovia e calçada. Conseguimos ampliar nas duas vias a prioridade para o transporte coletivo com a implantação de faixas azuis (exclusivas para ônibus) em corredores importantes da região sul do município, que são as avenidas principais que atendem todo o bairro de Boa Viagem e também do bairro Pina”, declarou.
Desde 2003, o governo federal investiu, por meio do Ministério das Cidades, R$ 23 bilhões somente em Recife, sendo R$ 20,5 bilhões em mobilidade urbana. No Estado do Pernambuco, o investimento total é de R$ 34,6 bilhões – R$ 20,5 bilhões em mobilidade urbana. No Brasil, o montante é de R$ 574 bilhões.
Extensão
A Via Mangue é composta por faixas de rolamento para veículos, 4km de calçadas para pedestres e 4km de ciclovia, com iluminação pública. No sentido Centro/Boa Viagem, o corredor tem 4,5 km de extensão. Já no sentido contrário, corredor Leste, são 4,37km. A obra engloba ainda a construção de quatro elevados sobre a Rua Antônio Falcão, em Boa Viagem; a ponte da Lagoa Encanta Moça, via elevada sobre o mangue de aproximadamente 2km, uma alça de ligação e alargamentos da Ponte Paulo Guerra e do Viaduto Capitão Temudo.
A pista oeste, liberada em 2014, tem 5,63 quilômetros de extensão. Sai do Centro, contorna o manguezal beirando o bairro do Pina e chega no bairro Boa Viagem. Com velocidade regulamentada em 60 km/h, proporciona o deslocamento metropolitano sem passar por dentro do bairro de Boa Viagem para atingir a área sul e a cidade de Jaboatão dos Guararapes. A pista leste também será aberta com fiscalização eletrônica de velocidade. As ruas Antônio Falcão, Eduardo Wanderley Filho, Maria Carolina, Padre Bernardino Pessoa, Tenente João Cícero, José Maria Miranda e Tomé Gibson são os sete acessos da via aos bairros do Pina e de Boa Viagem.
Para a construção do sistema viário, 992 famílias que moravam em áreas de mangue foram reassentadas em conjuntos habitacionais da região.
Imprima:
Terça-feira, 8 de setembro de 2015 às 8:00

Nesta terça-feira (8), a presidenta Dilma Rousseff participa da reunião de Coordenação Política, às 9h, no Palácio do Planalto. Mais tarde, às 15h, Dilma se encontra com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.
*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.
Imprima:
Sexta-feira, 14 de agosto de 2015 às 9:30
O Programa Minha Casa Minha Vida tem contribuído de forma decisiva para manter a atividade econômica do Brasil. É o que analisa o vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotônio Rezende. Ele diz que desde o início do Programa, em 2009, mais de R$ 270 bilhões foram injetados na economia do País por conta da construção de moradias.
“O Minha Casa Minha Vida tem um duplo papel: o impacto social, pois você está viabilizando acesso à moradia para um segmento que não teria oportunidade, além do aspecto econômico, na medida em que o programa gera emprego e renda, mantendo a atividade econômica principalmente para o setor da construção civil”, afirma Teotônio.
O vice-presidente da Caixa defende que os estímulos à cadeia da construção civil no Brasil foram decisivos para enfrentar as dificuldades econômicas que atingiram as economias globais. “Mesmo com a crise de 2008, o Minha Casa Minha Vida permitiu que os construtores continuassem fazendo novos lançamentos e assim o caso brasileiro, diferentemente da maioria dos países, ao invés da construção civil ter gerado desemprego na crise global de 2008, ela fez ampliar o número de novos postos de trabalho”, diz.
Prova disso é o próprio município de Juazeiro, que entrega nesta sexta (14) 1.480 unidades habitacionais. O município baiano criou 3,7 mil vagas com carteira assinada no primeiro semestre de 2015, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. Segundo a prefeitura, a construção da primeira etapa do Residencial Juazeiro gerou cerca de 1.200 empregos diretos, sendo 90% ocupados por mão de obra local.
De acordo com dados do Ministério das Cidades, o programa habitacional vem contribuindo para a abertura de postos de trabalho. Quando foi criado, em 2009, o Minha Casa Minha Vida possibilitou a criação de mais de 158 mil vagas de emprego. Em 2013, esse número chegou a 1,2 milhão.
Diante da expectativa de lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida, anunciado pela presidenta Dilma Rousseff, Teotônio acredita que o desempenho deverá se manter. “O Programa vai continuar exercendo o seu papel de garantir o acesso da população de mais baixa renda e continuar incentivando a indústria da construção civil para que ela mantenha o nível de atividade e consequentemente continue gerando renda e emprego”, finaliza.
Imprima:
Domingo, 9 de agosto de 2015 às 15:54
A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta segunda-feira (10), em São Luís (MA) de um evento especial de inauguração de empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), quando serão entregues as chaves de 4.467 moradias simultaneamente em quatro cidades de dois estados: São Luís e Caxias, no Maranhão; Campo Grande e Anastácio, no Mato Grosso do Sul. As unidades habitacionais, destinadas a famílias com renda de até R$1,6 mil (Faixa 1), beneficiarão mais de 17 mil pessoas.

Unidades habitacionais do Residencial Santo Antônio, em São Luís (MA). Ao todo, serão entregues 4.467 moradias em quatro cidades. Foto: Isac Nóbrega/PR
Em São Luís serão entregues 1.300 unidades do Residencial Amendoeira (Etapas 1,2 e 3) e 720 do Residencial Santo Antônio. No município de Caxias, 1.000 unidades do Residencial Vila Paraíso (blocos C e D). Em Campo Grande, 688 casas do Residencial Celina Jalad serão entregues, e em Anastácio 759 famílias receberão as casas próprias do Residencial Jardim Independência II.
Todas as unidades são divididas em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Além disso, são equipadas com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e acesso ao transporte público.
Investimentos nos estados
Desde 2003, o governo federal mantém, por meio do Ministério das Cidades, uma carteira de investimentos no Maranhão de aproximadamente R$ 11,3 bilhões – R$ 8,1 bilhões especificamente no programa Minha Casa, Minha Vida, outros R$ 708,9 milhões em habitação, R$ 1,3 bilhão em saneamento, R$ 1,1 bilhão em mobilidade urbana e R$ 3,7 milhões em infraestrutura.
Desse valor, R$ 4,3 bilhões foram investidos em São Luís – R$ 2,2 bilhões no MCMV, R$ 458,7 milhões em habitação, R$ 633,7 milhões em saneamento, R$ 1 bilhão em mobilidade urbana e R$ 1,7 milhão em infraestrutura.
Em Caxias, R$ 393 milhões – R$ 286,4 milhões no programa MCMV, R$ 26 milhões na área de habitação e R$ 80,5 milhões em saneamento.
Em Mato Grosso do Sul, foram investidos aproximadamente R$ 7,6 bilhões – R$ 5 bilhões no MCMV, R$ 342,4 milhões em habitação, R$ 1,5 bilhão em saneamento, R$ 732,4 milhões em mobilidade urbana e R$ 14,1 milhões em infraestrutura. Na capital Campo Grande, R$ 3,8 bilhões foram investidos em Campo Grande – R$ 2,5 bilhões no MCMV, R$ 188 milhões em habitação, R$ 445,8 milhões em saneamento, R$ 625,8 milhões em mobilidade urbana e R$ 891 mil em infraestrutura.
No município de Anastácio, R$ 62,5 milhões – R$ 49,5 milhões no MCMV, R$ 3,6 milhões em habitação, R$ 9,3 milhões em saneamento e R$ 53 mil em infraestrutura.
Total no Brasil
Em todo o País, foram investidos mais de R$ 555,2 bilhões – R$ 30,2 bilhões em habitação, R$ 97,3 bilhões em saneamento, R$ 159,8 bilhões em mobilidade urbana e R$ 2,6 bilhões em infraestrutura. Do total aplicado no Brasil, R$ 265,2 bilhões no programa Minha Casa, Minha Vida para a contratação de 4 milhões de unidades habitacionais, com a entrega de 2,3 milhões de moradias. Outras 3 milhões de unidades habitacionais serão contratadas na nova fase do programa, que será anunciada em 10 de setembro.
Tags:
Anastácio,
Campo Grande,
Caxias,
Maranhão,
Mato Grosso do Sul,
MCMV,
Ministério das Cidades,
Residencial Amendoeira,
Residencial Celina Jalad,
Residencial Jardim Independência II,
Residencial Santo Antônio,
Residencial Vila Paraíso,
São Luís
Imprima:
Sexta-feira, 7 de agosto de 2015 às 15:26
No passado, muitos prometeram a casa própria para a população brasileira, mas quem entregou 2,3 milhões moradias foi o governo do presidente Lula e da presidenta Dilma Rousseff, afirmou o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, ao participar da cerimônia de entrega de três residenciais do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) a famílias de baixa renda em Boa Vista (RR). Serão 747 novas moradias destinadas a pessoas que recebem até R$ 1,6 mil mensais.

Kassab: “Sempre todos prometeram, mas quem, no País já entregou, como vocês estão recebendo, duas milhões e 300 mil casas como estas?”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Nessas obras, disse Kassab, “tem muito trabalho da presidenta Dilma”. “Tem muito trabalho do seu governo. Tem muito dinheiro, muito recurso que, no passado, todos vocês sabem, todos prometiam casa. Sempre todos prometeram, mas quem, no País já entregou, como vocês estão recebendo, duas milhões e 300 mil casas como estas? Eu diria nem no Brasil. Quem no mundo entregou duas milhões e 300 mil casas? E tem mais, que já foram contratadas”.
Segundo o ministro, cerca de 28 milhões de pessoas vão ser beneficiadas pelo programa até o final da fase 3 do MCMV, que será lançada no dia 10 de setembro. Na nova fase, serão contratadas mais três milhões de novas moradias até 2018. “Mais de 10% da população brasileira, que morava numa condição difícil, em alguma cidade na beira de um barranco, na beira de um córrego, de aluguel, de favor, no quintal de uma casa ou no fundo de uma oficina vão ganhar o benefício e passar a morar numa casa com água, luz, segurança. Isso não muda a vida de qualquer um?”.
Imprima:
Segunda-feira, 27 de abril de 2015 às 9:36
Presidenta Dilma durante visita às áreas atingidas por tornado.

Presidenta Dilma Rousseff durante visita ao ginásio Ivo Sguissardi. Ela conversa com Valdir Marical, o professor que salvou a vida de 28 adolescentes dos times juvenis de vôlei e de futsal que treinavam ali no momento em que o tornado atingiu a cidade. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
11h40 – Acompanhe logo mais a cobertura completa da visita da presidenta a Xanxerê no Blog do Planalto.
11h35 - “Nós liberamos hoje R$ 5,8 milhões”, afirmou Dilma. Sobre o FGTS, a presidenta afirmou que o governo vai “fazer grande escorço para que isso se dê o mais rápido possível, vamos estudar todas as formas para viabilizar isso com rapidez”.
11h30 – A presidenta destacou que a situação demonstra como é importante a parceria federativa.
11h27 – “Pretendemos também dar continuidade com liberação do Fundo de Garantia, do Benefício de Prestação Continuada da Previdência, do Bolsa Família.”
11h25 - “Liberamos também recursos, tanto para Ponte Serrada quanto para Xanxerê, para reconstrução de telhados e todos equipamentos que são necessários para essa recuperação.”
11h23 – “Nós já liberamos hoje R$ 3 milhões para reconstrução do ginásio municipal.”
11h22 – A presidenta concede entrevista coletiva neste momento. “Apesar de termos perdas de vida humanas, o que sempre dói, houve também atos que posso chamar de heroísmo, que é a capacidade das pessoas de se socorrerem mutuamente. Não só nos desastres, mas na reconstrução”, avaliou a presidenta.
11h19 – Outra portaria, do Ministério das Cidades, também publicada no Diário Oficial da União, disponibiliza recursos para reforma das moradias e construção habitacional por intermédio do Programa Minha Casa, Minha Vida em áreas urbanas e rurais. A transferência de recursos, segundo a publicação, será feita mediante assinatura de termo de compromisso firmado com a Caixa Econômica Federal. (Fonte: Agência Brasil)
11h17 – Portaria do Ministério da Integração Nacional, publicada hoje (27) no Diário Oficial da União, autoriza a liberação de R$ 2,8 milhões para ações de socorro nos municípios catarinenses de Xanxerê e de Ponte Serrada. De acordo com o texto, considerando a natureza e o volume de ações a serem implementadas, o prazo de execução das obras e serviços será 180 dias. (Fonte: Agência Brasil) O valor será destinado, sobretudo, à reconstrução de telhados destruídos, total ou parcialmente.
11h10 – “Quero dizer que vamos dar total atenção a essa questão da reconstrução”, disse a presidenta ao receber dos governos locais proposta de reconstrução das moradias destruídas. “Iniciamos o processo de forma bem célere”, avaliou a presidenta sobre o esforço conjunto das esferas de governo.
11h04 – A visita da presidenta tem como objetivo intensificar o apoio dado pelo governo federal às famílias vítimas do tornado. Desde a terça-feira (20), 200 homens do Exército foram enviados pelo Governo Federal para ajudar na desobstrução de vias e na retirada dos escombros, além de auxiliarem na distribuição de alimentos, água, materiais de higiene pessoal e kits dormitório para a população.
11h – Na reunião de trabalho, fala agora o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Ele agradece o apoio do governo federal e o simbolismo da presença da presidenta Dilma em Xanxerê.
10h56 – Na última semana, o governo federal também anunciou a liberação do FGTS para que as famílias vítimas do tornado possam reconstruir suas casas. Segundo a Caixa Econômica Federal, a estimativa é que, aproximadamente, 3 mil pessoas sejam beneficiadas com a liberação do fundo de garantia nos municípios de Xanxerê e Ponte Serrada. Segundo o superintendente regional do banco, Ricardo Trogli, os esforços estão sendo destinados para que esses valores sejam pagos à população no menor tempo possível. A previsão, segundo ele, é que essa liberação aconteça de quatro a cinco dias.
10h46 – Assista no vídeo abaixo a entrevista do prefeito. Conheça também os depoimentos do professor de educação física, Valdir Marical, que salvou a vida de 28 adolescentes; de dona Ângela Piva Berte, costureira, que teve sua casa parcialmente destruída; e do Luciano Peri, coordenador regional da Defesa Civil.
10h40 – Neste momento fala o prefeito de Xanxerê, Ademir Gasparini. Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, ele destacou o trabalho desenvolvido pelo Exército na região e o apoio recebido pelo município catarinense.
“No dia seguinte ao tornado, nós já recebemos aqui a presença aqui da Defesa Civil Nacional. Além dos 200 homens do exército que foram encaminhados para ajudar na reconstrução do município, já na terça-feira à noite. O exército tem feito um trabalho muito bonito aqui, contribuindo na distribuição de água, alimentos, retirada dos escombros… Esse trabalho tem sido muito preciso e foi imediato, importante para o município, mas principalmente para aquelas pessoas que foram atingidas. Estamos muito gratos com a sensibilidade com que a presidenta Dilma e sua equipe tem lidado com o que aconteceu aqui”, ressaltou.
10h35 – Na reunião a presidenta anuncia recursos do governo federal para apoiar a reconstrução das áreas atingidas. “Vai passar por uma série de medidas. O governo federal nessa atividade de reconstrução, colocou em torno de R$ 2,8 milhões para reconstrução, principalmente de telhados. Uma parte em Xanxerê, cidade de fato mais atingida, mas também em Ponte Serrada”, declarou a presidenta.
10h25 – Agora na prefeitura municipal de Xanxerê, Dilma participa de reunião de trabalho para discutir medidas de apoio do governo federal
10h23 – Outra vítima, que teve sua casa parcialmente destruída, é Dona Ângela Piva Berte, de 60 anos. Costureira, ela mora no Bairro dos Esportes, em Xanxerê, há 40 anos. Ela conta a experiência que viveu.
“Foi rápido, foi tão rápido que não deu tempo nem da gente sentir medo. Ele veio tão de repente, passou tão ligeiro, tão rápido. Ele ficou em cima da casa da gente mais ou menos uns 5 segundos e foi levando tudo. Nós corremos para o banheiro, que é o único lugar da casa que tem laje. Foi lá dentro que a gente se salvou. Foi uma experiência muito triste”, lembra.
10h17 – A presidenta se encontrou com uma família que teve a casa completamente destruída, só sobrou o assoalho. Almir Pereira, técnico em enfermagem, conta que eles perderam casa, móveis e carro. Apesar disso, “estou me sentindo um vitorioso pela sobrevivência da família”, diz ele. No bairro em que moravam, Primo Tacca, cerca de 60% das casas foram destruídas.

Almir Pereira (33), a esposa, Lucineia dos Santos (32) e os filhos Nicole (11), Alisson (16) e Bernardo (1). Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto
10h11 – Dilma está visitando os escombros do ginásio Ivo Sguissardi, onde Valdir e os adolescentes estavam quando o tornado passou.

Isto foi o que sobrou do Ginásio Ivo Sguissardi. Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto
10h09 – “Quando eu vi a tempestade se aproximando, eu ordenei para o meu filho para tirar os meninos da quadra e entrar no abrigo embaixo das arquibancadas. Ali nós passamos o terror, nós vimos o ginásio balançar, o tornado entrar pela janela, derrubar todos os vidros”, contou o professor Valdir.
10h02 – A presidenta Dilma Rousseff, que terminou o sobrevoo às áreas atingidas pelo tornado, se encontra com Valdir agora. No momento da passagem do tornado, ele retirou os adolescentes da quadra e os abrigou embaixo da arquibancada. O ginásio foi completamente destruído e todas os meninos sobreviveram. Nenhum deles ficou ferido. A única parte do ginásio que ficou de pé foram justamente as arquibancadas.

Valdir Marical, professor de educação física, ao lado de algumas alunas que salvou: Alana (16), Janaina (13), Rhilari (13), Andressa (14), Vanessa (13), Bruna (14) e Letícia (13). Foto: Ana Carolina Melo/Blog do Planalto
9h52 – O tornado em Xanxerê revelou ainda uma série de histórias surpreendentes e de coragem. Uma delas é a do professor de educação física, Valdir Marical, de 54 anos, que salvou a vida de 28 adolescentes, de 12 a 16 anos. Os adolescentes treinavam no ginásio Ivo Sguissardi, no momento em que o tornado atingiu o município. No local, eram 18 meninas do time juvenil de vôlei da cidade e dez meninos do time de futsal.
9h43 – Segundo estimativas da Defesa Civil, mais de 3 mil famílias foram atingidas pela tempestade e de seis a sete mil pessoas ficaram desabrigadas. A maior parte delas estão alojadas nas casas de parentes e amigos.

Imagens aéreas da área atingida. Fotos: Isac da Nóbrega/PR
9h36 – A presidenta Dilma Rousseff chegou agora há pouco a Xanxerê, em Santa Catarina. Neste momento ela faz sobrevoo de helicóptero às áreas devastadas pelo tornado que passou pela região na última segunda-feira (20).
Tags:
Ademir Gasparini,
Almir Pereira,
Ângela Piva Berte,
Defesa Civil,
Dilma Rousseff,
ginásio Ivo Sguissardi,
Ministério da Integração Nacional,
Ministério das Cidades,
Ponte Serrada,
Raimundo Colombo,
Ricardo Trogli,
santa catarina,
Valdir Marical,
xanxerê
Imprima:
Quarta-feira, 1 de abril de 2015 às 19:52
A presidenta Dilma Rousseff se reuniu com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta quarta-feira (1º). Foi definida a criação de um grupo interministerial que vai estudar propostas para impulsionar o desenvolvimento do setor, que representa cerca de 23% do PIB industrial do País, segundo estimativas da entidade.

Presidenta Dilma Rousseff e representantes do setor automotivo discutiram hoje (1º) medidas de estímulo à atividade industrial. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Segundo o ministro-chefe da Casa Civil da Presidência, Aloizio Mercadante, os estudos a serem feitos em conjunto com a Anfavea têm como objetivo o estímulo aos investimentos, aumentar a competitividade e estruturar uma política de exportações para o setor, buscando novos mercados regionais, como o Mercosul e o continente africano, por exemplo. Mercadante destacou o Plano Nacional de Exportações como uma importante ferramenta para atender às demandas do setor.
“Hoje nós somos o quarto mercado mundial de venda de automóveis, somos o oitavo produtor mundial e temos mantido um nível de produção em torno de três milhões de unidades. Então foi um salto extraordinário que o país deu e esses momentos de dificuldade, de retração, são momentos para você se debruçar sobre a agenda e buscar aumentar a produtividade, a competitividade, o investimento, remover obstáculos, burocracia, entraves, então as dificuldades são sempre também oportunidades para nós avançarmos. Eu entendo que essa reunião hoje foi uma pauta muito positiva e que abre importantes oportunidades para o setor”, afirmou o ministro.
Para o presidente da Anfavea, Luiz Moan, as medidas propostas pelo governo são necessárias e fundamentais para retomar o ritmo da atividade econômica brasileira. “Nós mostramos claramente à presidenta e aos seus ministros o apoio do setor ao ajuste fiscal, consideramos necessário, consideramos até que a aprovação das medidas desse ajuste devem acontecer o mais rápido possível para que possamos retomar o ritmo de atividade econômica”, avaliou. As propostas da Anfavea serão discutidas pelo grupo interministerial, que será formado pela Casa Civil, Ministério da Fazenda, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ministério das Cidades e Ministério das Relações Exteriores.
“Nós trouxemos várias sugestões de medidas estruturantes para o setor, não necessariamente pensando no curto prazo, mas sim em uma indústria mais forte no médio e no longo prazo. E ficamos muito satisfeitos com a criação de um grupo interministerial de estudos, com a participação da Anfavea, e com certeza desse grupo várias medidas estruturantes e importantes para o setor serão aprovadas”, afirmou ao Blog do Planalto.
Imprima: