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Domingo, 31 de agosto de 2014 às 10:00

Segunda etapa da vacinação contra o HPV inicia amanhã em todo o Brasil

Campanha de vacinação contra o HPV - segunda dose.

A segunda dose da vacina conta o vírus HPV, que protege contra o câncer do colo de útero, começa a ser aplicada em meninas de 11 a 13 anos, a partir da próxima segunda-feira (1º/9) em todo o Brasil. A segunda dose, seis meses após a primeira, é fundamental para garantir a imunização contra o HPV até a aplicação da dose de reforço, em cinco anos. Com o esquema vacinal completo, a adolescente garantirá a proteção contra o câncer de colo do útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colorretal, e a terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

A vacina passou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em março deste ano. Em apenas seis meses, 4,3 milhões de meninas nessa faixa-etária já foram vacinadas, atingindo 87,3% do público-alvo – uma das maiores coberturas para essa vacina em todo o mundo. De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, todos os estados conseguiram atingir a meta de cobertura da primeira dose da vacina.

A vacinação nas escolas foi o diferencial para o alcance da meta nacional. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda aos municípios repetir a estratégia para a aplicação da segunda dose. Para quem preferir ir ao serviço de saúde, a vacina está disponível, durante todo o ano, nas mais de 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo Brasil. A meta agora é vacinar 80% das 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos residentes no país.

“Estamos lidando com efeito de saúde pública de grande magnitude. As estimativas para este ano é de que ocorram 15 mil novos casos de câncer do colo de útero e cerca de 4,8 mil óbitos. No entanto, com a combinação do sucesso na expansão da imunização contra o vírus do HPV, com a forte mobilização dos estados, municípios, escolas públicas e privadas, e dos meios de comunicação, juntamente com a ampliação da estratégia do Papanicolau nas Unidades Básicas de Saúde, conseguiremos reduzir significativamente esse tipo de câncer nos próximos anos no país”, afirmou o ministro.

A vacina também está disponível para aquelas que ainda não tomaram a primeira dose. Para receber a segunda dose da vacina HPV, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação na unidade de saúde. Neste ano, serão vacinadas as adolescentes do primeiro grupo (11 a 13 anos). Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos e, em 2016, às meninas de 9 anos.

Mapa de casos de câncer do colo do útero no Brasil. Ministério da Saúde.

Mapa de casos de câncer do colo do útero no Brasil. Arte: Ministério da Saúde.

Eficácia
A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, ela é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses da vacina em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, ela não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

Sobre o HPV
É um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer de colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima o surgimento de 15 mil novos casos.

Fonte: Ministério da Saúde.

Terça-feira, 26 de agosto de 2014 às 9:30

Ministério e secretarias de saúde divulgam nota e vídeo de esclarecimento sobre pesquisa do CFM

O Ministério da Saúde, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), apresentou na sexta-feira (22) vídeo com esclarecimentos sobre pesquisa Datafolha encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que abordou percepção dos brasileiros sobre saúde e o SUS. A Pasta já havia publicado nota com esclarecimentos sobre a pesquisa e nota de repúdio, lamentando interpretação tendenciosa da pesquisa de opinião.

O Ministério esclarece, por exemplo, que segundo a pesquisa, 74% dos entrevistados que utilizaram algum serviço do SUS avaliaram os serviços como satisfatórios, atribuindo nota acima de 5, sendo que 30% desses deram nota acima de 8. Quando perguntados sobre a nota que dariam para a qualidade das cirurgias realizadas na rede pública, 50% responderam com notas acima de 8. Em perguntas sobre distribuição de medicamentos, realização de procedimentos específicos e internações hospitalares, a porcentagem dos entrevistados que deu nota acima de 8 para cada um destes serviços sempre superou 40%.

A pesquisa também revelou que a população tem acesso a serviços de saúde no SUS desde os procedimentos mais simples, como na atenção básica, até os especializados, como cirurgias. Nos últimos dois anos 92% da população acima de 16 anos buscou acesso a algum dos serviços, sendo que desse total, 96,7% tiveram acesso ao serviço de saúde.

Segunda-feira, 25 de agosto de 2014 às 11:02

Ministério da Saúde contesta abordagem de revista sobre cooperação para o Mais Médicos

A revista Veja erra, pela segunda semana consecutiva, ao tratar da relação de cooperação do Brasil, Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) e o governo de Cuba.

Os recursos orçamentários destinados ao Mais Médicos independem da origem do profissional. Trata-se de um valor estipulado por edital e representa o número de participantes oferecidos.

Basta analisar que, em todos os cinco ciclos de inscrição para o programa, respeitamos sempre a prioridade para os médicos brasileiros. As vagas não escolhidas pelos brasileiros foram oferecidas para médicos brasileiros formados no exterior e para intercambistas individuais, de diversas nacionalidades, sem diploma validado no Brasil. Somente após o cumprimento deste percurso as vagas foram preenchidas pelos médicos cubanos. Isso significa que, se 100% das vagas fossem preenchidas pelas inscrições individuais, não existiria termo de cooperação com a Opas e muito menos o repasse de recursos para trazer médicos cubanos.

A realidade é que apenas 12% das vagas foram preenchidas nessas duas primeiras etapas. Mas centenas de cidades ainda precisavam de médicos para atuar em sua rede de atenção básica e dar assistência adequada a sua população.

A solução foi optar pela cooperação com a Opas, em um tipo de acordo semelhante ao firmado com outros 63 países.

O cálculo do novo termo, publicado no diário oficial de segunda-feira (18), obedeceu as mesmas condições fixadas pelo edital do Programa

O novo termo manterá os 11.429 cubanos que atuam no Programa em mais de 3.500 cidades com histórica dificuldade para provimento e fixação de profissionais. Esses médicos representam quase 80% dos mais de 14,4 mil participantes do Mais Médicos e mais de 2.700 cidades são atendidas exclusivamente por eles.

Para superar a carência de profissionais no Brasil, além desse fornecimento considerado emergencial, ou seja, não permanente, o Mais Médicos também está expandindo e qualificando a graduação e a residência médica, com a criação de 11,5 mil vagas de graduação em medicina e 12,4 mil bolsas de residência médica. Também estão sendo revistas as diretrizes curriculares de medicina visando melhoria da formação do profissional médico para sua atuação na rede básica de saúde.

Com o foco na valorização desse importante pilar da saúde pública, capaz de resolver 80% dos agravos de saúde da população, o Ministério tem ampliado a cada ano os recursos destinados a atenção básica. Só neste ano, está previsto o repasse de R$ 20 bilhões. Esse incremento de investimentos já impacta positivamente na assistência à população.

O Ministério da Saúde também deixa registrado que não foi efetivamente procurado para a primeira reportagem do fim de semana (16 e 17 de agosto) e teve sua carta de resposta não publicada nesta edição.

Fonte: Ministério da Saúde.

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014 às 9:01

Secretário explica que medida simples pode controlar ebola

Sexta-feira, 8 de agosto de 2014 às 19:33

Não há risco iminente de transmissão do vírus ebola no Brasil

Ministério da Saúde comenta, em coletiva, recomendações da OMS em relação ao vírus ebola. Fotos: Rondon Vellozo/MS.

Ministério da Saúde comenta, em coletiva, recomendações da OMS em relação ao vírus ebola. Fotos: Rondon Vellozo/MS.

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (8), o ministro da Saúde, Arthur Chioro, esclareceu a situação atual do surto de ebola na Libéria, Guiné e Serra Leoa, países da África Ocidental (na Nigéria há apenas casos isolados) e a declaração de Emergência de Saúde Pública Internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a doença.

Na coletiva, o ministro e o Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa, explicaram que o controle de surtos de ebola é possível com medidas relativamente simples, todas comuns no Brasil, como adoção de práticas básicas de biossegurança em serviços de saúde e no atendimento aos doentes – isolamento dos pacientes; uso de máscaras, luvas e aventais pelos profissionais de saúde; limpeza adequada de superfícies, entre outras medidas. Também é necessário que, nas comunidades afetadas, seja evitado o contato das pessoas com o sangue e fluidos corporais dos doentes.

“O vírus não é transmitido pelo ar, por mosquitos, pela água ou alimentos”, tranquilizou Jarbas Barbosa. Ele informou que a transmissão de uma pessoa para outra exige contato direto com sangue, fluidos corporais, tecidos ou órgãos de pessoas infectadas ou contato com objetos contaminados, como agulhas de injeção e lençóis utilizados pelos doentes. E o doente não transmite a doença no período de incubação (dura de 1 a 21 dias), mas apenas quando aparecem os sintomas.

A OMS está coordenando doações e envio de equipes de profissionais de saúde para apoiar os países acometidos e, dessa forma, buscar a interrupção do surto. O Ministério da Saúde enviou quatro kits de saúde para Guiné, cada um pesando 3,5 toneladas com 58 diferentes itens de medicamentos e materiais médicos, que são utilizados em situações de calamidades, e está enviando cinco kits semelhantes para a Libéria e outros cinco para Serra Leoa.

Assista à entrevista do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, ao Blog do Planalto.

Cuidados adotados pelo Ministério da Saúde
A OMS não restringiu viagens ou comércio com países afetados, uma vez que as regiões em que ocorre o surto são vilas no interior, com situações precárias de biossegurança, não existentes nos grandes centros. Dessa forma, o risco de chegada de viajantes provenientes das áreas afetadas a outros países é muito baixo.

Apesar da baixa probabilidade, o Ministério da Saúde recebe atualizações diárias da OMS sobre a situação do surto de Ebola, bem como de qualquer outra situação de potencial emergência de saúde pública, que são analisadas quanto ao potencial risco ao país e embasam as medidas para confirmação do diagnóstico e de proteção a serem adotadas. O Ministério dispõe também de laboratório com capacidade para o diagnóstico da doença e identificação do vírus.

Durante a Copa do Mundo, as cidades-sede e as subssedes receberam kits para casos de terrorismo biológico ou de manifestação de doenças contagiosas. Esses kits superam em medicamentos e equipamentos o que é demandado para cuidados em caso de contágio por ebola. O Ministério está distribuindo esses kits também às outras cidades brasileiras com aeroportos internacionais e portos.

As companhias aéreas com voos internacionais seguem protocolo de notificação às autoridades sanitárias no aeroporto de destino sobre qualquer passageiro com quadro de doença infecciosa durante a viagem. A área de portos, aeroportos e fronteiras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), também adotam protocolo internacional para detecção e isolamento de casos suspeitos.

Em todo o país, os profissionais de saúde estão orientados a notificar, imediatamente, às secretarias municipais e estaduais de Saúde e ao Ministério, casos de viajantes provenientes desses países e que apresentem sintomas da doença.

Para brasileiros que tenham viagens aos países mencionados, é recomendado evitarem qualquer contato com animais e com sangue ou fluidos corporais de pessoas doentes ou falecidas. No caso de atividades profissionais com assistência aos doentes e familiares ou que impliquem em contato com animais ou tecidos extraídos de animais, é preciso adotar medidas de biossegurança apropriadas. Aos médicos interessados por trabalho voluntário nas áreas afetadas, é orientada a adesão apenas em ações organizadas pelo Ministério e pela OMS. Também é desaconselhado voluntariado de missionários nas regiões com surto.

Sobre o Ebola
A doença é caracterizada como febre hemorrágica, cuja letalidade pode variar de 60% até 90%. Por isso, os surtos produzidos pelo vírus ebola são graves, ainda que, geralmente, autolimitados. Por suas características, a possibilidade de disseminação global é muito baixa e nunca aconteceu desde a descoberta do vírus em 1976.

Entretanto, precariedade das condições no atendimento aos pacientes e práticas culturais e religiosas em algumas áreas dos países atingidos. Profissionais de saúde têm sido infectados ao atenderem, sem as devidas condições de biossegurança, os doentes, uma vez que não dispõem de itens básicos como luvas, máscaras e aventais. Parentes e amigos têm sido infectados durante os rituais praticados ao cuidar de pacientes nas casas e durante velórios.

Quarta-feira, 6 de agosto de 2014 às 18:39

Saúde destina R$ 50,6 milhões para maternidades em São Paulo

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Para garantir assistência de saúde a gestantes e bebês, bem como investir em qualificação de profissionais e ampliação do atendimento, o Ministério da Saúde repassará R$ 50,6 milhões para maternidades em todo o estado de São Paulo. Maior parte dos recursos – R$ 46,2 milhões – integra o componente parto e nascimento do plano de ação da Rede Cegonha no estado.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, assinou e anunciou portarias para liberação recursos para prefeituras e governo do estado de São Paulo. Serão mais de R$ 50 milhões somente para fortalecer a rede de cuidados à saúde da mulher, que se traduzem num conjunto de estratégias e cuidados como um pré-natal mais qualificado, em assistência ao parto, em assistência aos bebês e à organização da rede como um todo.

Somente uma das portarias, que prevê repasse de R$ 46,2 milhões, beneficiará 32 hospitais que atendem obstetrícia e neonatologia pelo SUS, beneficiando cerca de 130 mil bebês nascidos vivos e 106 mil gestantes apenas na capital paulista.

Rede Cegonha
O plano de ação é fruto de um diagnóstico da situação e necessidade das regiões, construído em conjunto pelos governos federal, estadual e municipais. O incentivo financeiro é repassado para garantir a atenção adequada às gestantes, ao bebê e aos demais usuários do SUS. Uma das principais metas da Rede Cegonha é incentivar o parto normal humanizado e intensificar a assistência integral à saúde de  mulheres e  crianças, desde o planejamento reprodutivo até o segundo ano de vida do filho.

Desde o lançamento, o Ministério da Saúde investiu mais de R$ 3,3 bilhões para desenvolvimento de ações em 5.488 municípios de todos os estados do País. Em 2013, foram atendidas 2,56 milhões de gestantes.

Fonte: Ministério da Saúde.

Quarta-feira, 6 de agosto de 2014 às 10:40

Estudantes de odontologia atenderão usuários do Sistema Único de Saúde

Terça-feira, 5 de agosto de 2014 às 16:52

Governo inclui clínicas universitárias de odontologia no SUS

Media de incluir clínicas universitárias odontológicas no SUS ampliará para mais de 40 mil procedimentos odontolócios por mês.  Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Medida de incluir clínicas universitárias odontológicas no SUS ampliará para mais de 40 mil procedimentos odontolócios por mês. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Foi anunciado nesta terça-feira (5) o GraduaCEO, ação que permitirá maior integração entre estudantes de odontologia e o SUS. A iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, possibilitará a universitários de Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas acompanharem o trabalho das Equipes de Saúde Bucal desde o início do curso e realizarem procedimentos odontológicos nas etapas finais da graduação, com orientação dos professores. A expectativa é de ampliação do acesso da população a atendimentos odontológicos e formação profissional mais próxima da realidade e da saúde pública brasileira, qualificando a assistência.

Para a ação, o Ministério da Saúde investirá R$ 2,4 milhões para implantação de 30 clínicas odontológicas dentro das universidades, além de R$ 27 milhões para custeio dessas clínicas até o fim de 2015 – um investimento total de R$ 29,4 milhões. A expectativa é que 15 universidades façam adesão ao GraduaCEO até o fim de 2014, o que representa realização de 40,5 mil procedimentos odontológicos a mais por mês na rede pública de saúde até o final do ano. As entidades que aderirem à iniciativa receberão um incentivo de R$ 80 mil do Ministério da Saúde.

“Ainda estamos marcados por um modelo de mutilação de boa parte da nossa população. Era o modelo da extração e da mutilação que levou à existência de gerações de pessoas absolutamente desprovidas do direito de sorrir, de mastigar e de se sentir uma pessoa digna. Esse é um aspecto dos mais relevantes porque não dá pra considerar um modelo de cuidado integral à saúde sem considerar a saúde bucal”, avaliou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Todas as clínicas contarão com cinco especialidades odontológicas (estomatologia, periodontia, endodontia, cirurgia e atendimento a pacientes com necessidades especiais) e laboratório de patologia, além de ofertarem próteses dentárias e realizarem procedimentos de atenção básica (como aplicação de flúor).

Caberá ao Ministério da Educação garantir a implantação nos currículos acadêmicos dos princípios de cuidado integral do SUS. A portaria prevê ainda a distribuição de cinco mil cadeiras odontológicas para estabelecimentos de saúde bucal da rede pública.

As ações e atividades desenvolvidas no GraduaCEO serão avaliadas periodicamente por meio de verificação in loco da qualidade do serviço, pesquisa de satisfação do usuário e monitoramento da produção por meio dos sistemas de informação do SUS.

Assista à matéria da TV NBr sobre a medida

Fonte: Ministério da Saúde.

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 16:08

Hospital Universitário de São Paulo recebe R$ 3 milhões para Atenção à Saúde

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O Ministério da Saúde autorizou a transferência de recursos financeiros para o Hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) nesta segunda-feira (4). A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

Ao todo, o Hospital Universitário vai receber R$ 3 milhões destinados a Atenção à Saúde nos serviços ambulatoriais e hospitalares da unidade.

O Fundo Nacional de Saúde (FNS) adotará as medidas necessárias para descentralização orçamentária no valor descrito. A liberação dos recursos financeiros fica condicionada a comprovação, pelo hospital, da sua necessidade para pagamento imediato, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do Fundo.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Imprensa Nacional e do Ministério da Educação.

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 20:47

Brasil registra queda significativa em mortes por HIV, aponta estudo do The Lancet

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Estudo inédito divulgado nessa segunda-feira (21) pelo periódico inglês The Lancet indica que as mortes por HIV no Brasil caíram de 17 mil em 1996 para 10 mil em 2013. De acordo com a revista, uma das mais respeitadas publicações científicas, a ampliação do acesso ao tratamento para HIV/Aids tem desempenhado papel importante para salvar vidas.

O estudo destaca que o ritmo de queda nas mortes e infecções vem se ampliando desde o ano 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos na tentativa de frear o avanço dessas doenças até 2015.

Os números mostram que as mortes provocadas por HIV/Aids no Brasil diminuíram a um ritmo de 2,3% entre 2000 e 2013, enquanto as mortes por tuberculose foram reduzidas a uma taxa de 3,7%.

“As mortes por HIV/Aids no Brasil caíram de forma mais rápida que a média global, de 1,5% entre 2000 e 2013”, ressaltou o relatório. “As mortes por tuberculose não relacionadas à infecção por HIV caíram de forma mais rápida do que a média global de 4,5% entre 2000 e 2013”, completou.

A pesquisa cita o Brasil como um país de vanguarda na luta global para garantir acesso a medicamentos antirretrovirais, mas destaca que é preciso fazer mais para salvar as 10 mil vidas perdidas para o HIV todos os anos, desde os anos 90.

A estimativa é que, em 2013, foram registrados 92 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes, enquanto os casos de HIV/Aids anotados no mesmo período foram de 12 novas infecções para cada 100 mil habitantes – a maioria homens.

Ainda em 2013, foram contabilizadas 7.912 mortes por HIV/Aids em homens ante 2.305 em mulheres. As mortes por tuberculose e os novos casos da doença se concentram em pessoas do sexo masculino, com 4.184 mortes em homens e 1.604 em mulheres.

“Os pesquisadores descobriram que a expansão de intervenções para combater o HIV/Aids – como a terapia antirretroviral, os programas para prevenir a transmissão entre mãe e filho e a promoção do uso do preservativo – ajudaram a reduzir os anos de vida perdidos para a doença”.

Diagnóstico
Entre 2005 e 2013, o Brasil aumentou em 32% a testagem para HIV na sua população. A cobertura da realização dos exames passou de 28% da população sexualmente ativa (15 a 64 anos), em 2005, para 37%, em 2013. Além desse aumento na população em geral, o Ministério da Saúde vem investindo, em parceria com organizações da sociedade civil, na ampliação do acesso ao teste nas populações mais vulneráveis por meio de unidades móveis de testagem e pelo uso do texto oral. Essas ações permitem ampliar o número de pessoas que conhecem, o mais precocemente possível, sua condição de infectados pelo HIV.

A combinação da ampliação da testagem com o novo protocolo implantado em dezembro de 2013, que oferece o tratamento para todas as pessoas HIV positivas, independentemente de comprometimento do sistema imunológico, faz com que mais pessoas iniciem o tratamento. Como todas as evidências demonstram que pessoas em tratamento reduzem a carga viral a um ponto em que diminui muito a chance de que ela transmita o HIV para outra pessoa, a continuidade dessa nova estratégia implantada no Brasil produzirá uma progressiva redução na prevalência do HIV.

Em 2013, cerca de 40 mil pessoas iniciaram o tratamento. Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 35 mil já aderiram, tornando possível a meta do Ministério de oferecer tratamento a 100 mil novas pessoas. Isso significa que essas pessoas deixarão de transmitir o vírus, reduzindo drasticamente a incidência da doença no País em longo prazo.

No período de 2005 a 2013, o Brasil mais que dobrou (2,14 vezes) o total de brasileiros em tratamento, passando de 165 mil, em 2005, para 353 mil em 2013.

Prevenção
De acordo com a pasta, o Brasil é o país que mais compra e distribui camisinhas no mundo (625 milhões de unidades, em 2013). Atualmente, um dos dez países do mundo, e o único da América Latina, a adotar todas as novas tecnologias de prevenção como a recente ampliação do tratamento aos adultos com testes positivos de HIV, mesmo sem comprometimento do sistema imunológico. Essa medida resultou em um aumento de cerca de 40% no número de pessoas iniciando o tratamento com antirretrovirais nos primeiros seis meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Agência Brasil.

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