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Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 20:47

Brasil registra queda significativa em mortes por HIV, aponta estudo do The Lancet

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Estudo inédito divulgado nessa segunda-feira (21) pelo periódico inglês The Lancet indica que as mortes por HIV no Brasil caíram de 17 mil em 1996 para 10 mil em 2013. De acordo com a revista, uma das mais respeitadas publicações científicas, a ampliação do acesso ao tratamento para HIV/Aids tem desempenhado papel importante para salvar vidas.

O estudo destaca que o ritmo de queda nas mortes e infecções vem se ampliando desde o ano 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos na tentativa de frear o avanço dessas doenças até 2015.

Os números mostram que as mortes provocadas por HIV/Aids no Brasil diminuíram a um ritmo de 2,3% entre 2000 e 2013, enquanto as mortes por tuberculose foram reduzidas a uma taxa de 3,7%.

“As mortes por HIV/Aids no Brasil caíram de forma mais rápida que a média global, de 1,5% entre 2000 e 2013”, ressaltou o relatório. “As mortes por tuberculose não relacionadas à infecção por HIV caíram de forma mais rápida do que a média global de 4,5% entre 2000 e 2013”, completou.

A pesquisa cita o Brasil como um país de vanguarda na luta global para garantir acesso a medicamentos antirretrovirais, mas destaca que é preciso fazer mais para salvar as 10 mil vidas perdidas para o HIV todos os anos, desde os anos 90.

A estimativa é que, em 2013, foram registrados 92 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes, enquanto os casos de HIV/Aids anotados no mesmo período foram de 12 novas infecções para cada 100 mil habitantes – a maioria homens.

Ainda em 2013, foram contabilizadas 7.912 mortes por HIV/Aids em homens ante 2.305 em mulheres. As mortes por tuberculose e os novos casos da doença se concentram em pessoas do sexo masculino, com 4.184 mortes em homens e 1.604 em mulheres.

“Os pesquisadores descobriram que a expansão de intervenções para combater o HIV/Aids – como a terapia antirretroviral, os programas para prevenir a transmissão entre mãe e filho e a promoção do uso do preservativo – ajudaram a reduzir os anos de vida perdidos para a doença”.

Diagnóstico
Entre 2005 e 2013, o Brasil aumentou em 32% a testagem para HIV na sua população. A cobertura da realização dos exames passou de 28% da população sexualmente ativa (15 a 64 anos), em 2005, para 37%, em 2013. Além desse aumento na população em geral, o Ministério da Saúde vem investindo, em parceria com organizações da sociedade civil, na ampliação do acesso ao teste nas populações mais vulneráveis por meio de unidades móveis de testagem e pelo uso do texto oral. Essas ações permitem ampliar o número de pessoas que conhecem, o mais precocemente possível, sua condição de infectados pelo HIV.

A combinação da ampliação da testagem com o novo protocolo implantado em dezembro de 2013, que oferece o tratamento para todas as pessoas HIV positivas, independentemente de comprometimento do sistema imunológico, faz com que mais pessoas iniciem o tratamento. Como todas as evidências demonstram que pessoas em tratamento reduzem a carga viral a um ponto em que diminui muito a chance de que ela transmita o HIV para outra pessoa, a continuidade dessa nova estratégia implantada no Brasil produzirá uma progressiva redução na prevalência do HIV.

Em 2013, cerca de 40 mil pessoas iniciaram o tratamento. Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 35 mil já aderiram, tornando possível a meta do Ministério de oferecer tratamento a 100 mil novas pessoas. Isso significa que essas pessoas deixarão de transmitir o vírus, reduzindo drasticamente a incidência da doença no País em longo prazo.

No período de 2005 a 2013, o Brasil mais que dobrou (2,14 vezes) o total de brasileiros em tratamento, passando de 165 mil, em 2005, para 353 mil em 2013.

Prevenção
De acordo com a pasta, o Brasil é o país que mais compra e distribui camisinhas no mundo (625 milhões de unidades, em 2013). Atualmente, um dos dez países do mundo, e o único da América Latina, a adotar todas as novas tecnologias de prevenção como a recente ampliação do tratamento aos adultos com testes positivos de HIV, mesmo sem comprometimento do sistema imunológico. Essa medida resultou em um aumento de cerca de 40% no número de pessoas iniciando o tratamento com antirretrovirais nos primeiros seis meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Agência Brasil.

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 18:30

Meta de vacinação contra gripe é superada no país

Foto: Elza Fiúza/ABr

Foto: Elza Fiúza/ABr

Mais de 41,7 milhões de pessoas já se vacinaram contra a influenza neste ano, o que representa cobertura de 84%. Com isso, a meta de 80% estabelecida pelo Ministério da Saúde foi superada. A vacina contra a gripe está disponível nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS), desde o dia 22 de abril, para os integrantes do grupo prioritário (49,6 milhões de pessoas).

O público-alvo é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis. As pessoas deste grupo são mais vulneráveis a desenvolver a forma grave da doença.

No dia 8 de maio, o Ministério da Saúde recomendou aos municípios que ainda não haviam alcançado a meta, que continuassem a vacinar até atingir cobertura de 80% no grupo prioritário.

Os estados com as maiores coberturas, até o momento, são Goiás – com 92,6% do público-alvo vacinado – seguido por Santa Catarina (90,32%) e Paraná (90,28%).

O grupo de mulheres pós-parto (puérperas) registrou a maior cobertura vacinal, com 381,7 mil doses aplicadas, o que representa 106,6% deste público. Os grupos das gestantes (75,4%) e das crianças menores de cinco anos (80,6%) apresentam uma menor cobertura.

Medidas de Prevenção
A vacinação contra a gripe é uma importante ação de prevenção da gripe, mas não dispensa medidas básicas de proteção. São cuidados simples, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal. A influenza é uma doença muito comum, acometendo milhões de pessoas em todo o mundo, todos os anos, com maior transmissão durante o período do inverno.

A transmissão da gripe acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). Em pessoas dos grupos prioritários, a gripe pode apresentar complicações que levam a quadros graves, com necessidade de hospitalização.

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente as integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico.

O Ministério da Saúde distribuiu aos estados 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no inverno passado (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A vacina é segura, sendo contraindica para pessoas que têm alergia a ovo. Estudos demonstram que a imunização pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Veja no Blog da Saúde o total de doses aplicadas por estado.

Fonte: Ministério da Saúde.

Sexta-feira, 4 de julho de 2014 às 11:50

Hospital em Porto Alegre faz parte de esforço pela melhoria do SUS

Presidenta Dilma visita inaugural ao Hospital Restinga e Extremo-Sul. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma em visita inaugural ao Hospital Restinga e Extremo-Sul. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após a visita inaugural ao Hospital Restinga e Extremo Sul, em Porto Alegre (RS), a presidenta Dilma Rousseff considerou a unidade parte de esforço realizado em todo o Brasil para assegurar melhoria no Sistema Único de Saúde. Inaugurado nesta sexta-feira (4), o hospital teve apoio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS e beneficiará cerca de 110 mil habitantes da capital gaúcha, mas serve de referência do que pode ser feito em outros municípios do país, segundo a presidenta.

“Isso vale mais do que muito discurso, mostra e é uma referência para uma parte do que pode ser modificado no SUS. A outra parte é isso que foi dito aqui, trata-se de uma rede. Uma rede significa que os elos todos estão conectados, e ao estarem conectados, fazem com que o sistema funcione melhor. E aí nós temos posto de saúde com médico, significa a possibilidade de dar conta de 80%, pelo menos, dos problemas básicos de saúde de uma população. Temos as UPAs, articulando esses elos temos o Samu”, listou.

Dilma afirmou ainda que para a melhoria do SUS em todos os municípios era necessário uma ação emergencial. Este foi o objetivo do Mais Médicos. A presidenta exaltou os resultados conquistados em menos de um ano, no qual o programa colocou mais de 14 mil médicos espalhados pelo Brasil para levar atendimento humanizado a 50 milhões de pessoas.

Hospital Restinga e Extremo Sul
Na cerimônia desta sexta-feira (4), foi inaugurada a emergência e leitos clínicos para retaguarda, na Fase A do Hospital Restinga e Extremo Sul, em Porto Alegre. Com capacidade para 110 mil habitantes dos bairros Restinga, Lami, Lageado, Belém Novo, Ponta Grossa e Chapéu do Sol, com atendimento integralmente pelo SUS.

A Fase A consiste na transferência da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Restinga para as instalações físicas do hospital, com 25 leitos de observação na Emergência e 62 leitos de internação. . O investimento total foi de R$ 115,9 milhões. A emergência atenderá 13 mil pacientes/mês com equipe de 280 profissionais, e acesso a exames laboratoriais, eletrocardiograma, raios-X e tomografia digitais.

Sexta-feira, 4 de julho de 2014 às 11:00

Dilma inaugura moderno hospital em Porto Alegre

Sexta-feira, 4 de julho de 2014 às 10:06

Dilma inaugura moderno hospital em Porto Alegre

A presidenta Dilma Rousseff participa nesta sexta-feira (04), em Porto Alegre (RS), da cerimônia de inauguração do Hospital Restinga e Extremo-Sul. A nova unidade de saúde, de atendimento 100% SUS, beneficiará aproximadamente 110 mil habitantes de seis bairros – Restinga, Lami, Lageado, Belém Novo, Ponta Grossa e Chapéu do Sol. O Ministério da Saúde destinará R$ 27,6 milhões ao ano para o custeio das atividades da unidade, que tem gestão municipal.

O custo total da nova unidade hospitalar da Restinga foi de R$ 110 milhões, sendo R$ 100 milhões do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) do Ministério da Saúde, por meio de isenção fiscal do Hospital Moinhos de Vento. Os outros R$ 10 milhões foram investidos pelo governo do estado do Rio Grande do Sul. Houve também investimento de R$ 5,9 milhões na aquisição de equipamentos, sendo R$ 4,4 milhões com recursos de um projeto desenvolvido em parceria entre a Associação Hospitalar Moinhos de Vento, PROADI e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde investiu R$ 1,5 milhão.

O hospital, que conta com cinco grandes unidades – Unidade de Pronto Atendimento (UPA24h), Centro de Especialidades, Unidade de Diagnóstico, o Hospital em si e uma Escola de Gestão em Saúde – compõe um sistema regional de saúde, funcionando integrado com Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Estratégia Saúde da Família (ESF). Toda a operação desse sistema será regida por protocolos médicos para garantir a uniformidade e qualidade do atendimento. Ainda, um sistema informatizado permitirá rastrear o paciente em todos os níveis de atenção, permitindo uma melhor gestão da assistência e otimizando recursos. Em entrevista ao Blog do Planalto, o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Fernando Andreatta Torelly, falou sobre o funcionamento do hospital e do sistema.

“O que está sendo entregue hoje para a população é a UPA hospitalar e as primeiras estruturas do hospital. (…) O que temos que destacar neste projeto é a sua integração com a rede de postos de saúde – a promoção, a prevenção e o atendimento hospitalar na retaguarda, esse é o grande diferencial do projeto. (…) Nós temos assistente social, equipe de saúde, orientando aqueles pacientes de menor gravidade que procurem a rede de postos de serviços. Esta é uma região de Porto Alegre que tem aproximadamente 70% de cobertura de Estratégia Saúde da Família. Então nós acreditamos que com essa estrutura hospitalar de retaguarda e com o trabalho qualificado nos postos de estratégia de saúde da família, nós poderemos criar uma nova cultura, onde o paciente procura o local certo de atendimento e procura o hospital em uma situação de maior gravidade”, explicou o superintendente.

Além do valor estabelecido pelo ministério, o hospital contará com outras fontes de recurso para custeio, sendo R$ 14,4 milhões ao ano da Secretaria Municipal de Saúde, e R$ 13,2 milhões ao ano da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul.

Nesta primeira etapa, a Unidade de Pronto Atendimento da Restinga, que antes funcionava na Rua Álvaro Difini, passa a funcionar dentro da unidade hospitalar. Serão 25 leitos de observação e área de emergência adulto e pediátrica. Para casos que necessitem de internação, o hospital oferecerá 62 leitos. Além disso, os pacientes terão acesso a exames laboratoriais, eletrocardiograma, raio-X e tomografias digitais. Sua capacidade é de realizar 13 mil atendimentos por mês.

Para a segunda etapa, a partir de 2015, estão previstas instalação de enfermaria com 44 leitos, 10 leitos de Unidade Terapia Intensiva, unidade de reabilitação, centro de especialidade, maternidade, centro cirúrgico, entre outras áreas. Quando funcionar com capacidade máxima, terá 170 leitos e poderá realizar 304,8 mil exames ao ano, sendo 72 mil de imagem.

O projeto de arquitetura do hospital é horizontal, com pavimentos projetados para aproveitar desníveis do terreno, permitindo menos gasto de energia em deslocamentos verticais. Também foi construído com preservação das áreas verdes, climatização central, sensores de iluminação, reaproveitamento de água da chuva, uso de placas solares para geração de água quente, brises vegetados nas fachadas do prédio para melhorar conforto térmico, preparação para receber cobertura verde e estação de tratamento de esgoto.

“Esse hospital é uma obra moderna. O padrão construtivo dele é equivalente aos melhores hospitais públicos e privados do Brasil, teve toda uma preocupação com gestão ambiental, é um hospital horizontal que tem a tecnologia necessária para atender os pacientes. Então ele é realmente um projeto diferenciado, trabalhando para criar um conceito que o Sistema Único de Saúde brasileiro tenha o melhor padrão de atendimento à população”, declarou Torelly.

PROADI
O programa contribui para o desenvolvimento institucional do SUS por meio de intervenções tecnológicas, gerenciais e capacitação profissional. Os projetos aprovados no PROADI são executados pelas entidades de saúde de referência assistencial, que são: Hospital Moinhos de Vento (RS), Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP), Hospital do Coração (SP), Hospital Israelita Albert Eisntein (SP), Hospital Samaritano (SP) e Hospital Sírio Libanês (SP).

Fonte: Ministério da Saúde

Sexta-feira, 4 de julho de 2014 às 9:42

Visita inaugural ao Hospital Restinga e Extremo-Sul, em Porto Alegre (RS)

Agenda presidencial

Nesta sexta-feira (4), às 10h, a presidenta Dilma Rousseff faz visita inaugural ao Hospital Restinga e Extremo-Sul, em Porto Alegre (RS).

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 17:23

Dilma destaca atendimento humanizado e garante apoio para manutenção de hospital

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 17:23

Dilma destaca atendimento humanizado e garante apoio para manutenção de hospital

Presidenta Dilma visitou instalações do Hospital Estadual dos Lagos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma visitou instalações do Hospital Estadual dos Lagos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após visitar e inaugurar o Hospital Estadual dos Lagos, nesta segunda-feira (30), em Saquarema (RJ), a presidenta Dilma Rousseff elogiou a qualidade da unidade nova, sobretudo no que se refere às pessoas. Ela considerou que a atenção humanizada especial é uma característica que todas as políticas de saúde precisam ter, e garantiu apoio do governo federal para manutenção da infraestrutura.

“Eu particularmente fico muito satisfeita com o fato de nós contribuirmos para manutenção desse hospital. Eu sei que a parte bastante cara é a manutenção. E isso o governo federal vai dar todos os anos a sua contribuição para manter aqui, na região, esse hospital de referência. Referência porque todos os municípios, aqui, dessa baixada litorânea, vão ser atendidos por hospital de alta qualidade – alta qualidade”, constatou.

Dilma também reforçou a importância e os avanços conquistados em programas como o Mais Médicos, para levar atendimento médico a mais de 50 milhões de brasileiros, além de interiorizar a formação de novos profissionais. Ela também lembrou do programa Aqui Tem Farmácia Popular, que fornece de forma gratuita alguns medicamentos para brasileiros com problemas crônicos de saúde.

Confira a íntegra

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 15:06

Novo hospital em Saquarema (RJ) beneficiará população de nove municípios da Região dos Lagos

A presidenta Dilma Rousseff visita, nesta segunda-feira (30), as instalações do novo Hospital Estadual dos Lagos, localizado no município de Saquarema, Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.

A nova unidade será referência regional em trauma ortopédico e maternidade de alto risco e beneficiará a população por meio da Central Estadual de Regulação. Foram investidos R$ 46 milhões no hospital de atendimento 100% SUS.

De acordo com o diretor-geral do Hospital, Carlos Eduardo de Andrade Coelho, a abertura será feita por fases. Ainda nesta semana, será dado início ao atendimento da maternidade, dos serviços de imagem e das consultas ambulatoriais para agendamento de cirurgias eletivas. A nova unidade deve suprir a carência por atendimentos nessas especialidades, bem como desafogar a demanda em outras unidades na região. A região engloba municípios de Araruama, Armação de Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Rio das Ostras e São Pedro da Aldeia, além de Saquarema.

“Não será um hospital de portas abertas, ele será totalmente referenciado, nas áreas de maternidade de alto risco, UTI neonatal, o trauma cirúrgico e ortopédico, as cirurgias eletivas em cirurgia geral, gineco-mastologia e ortopedia, além do atendimento em UTI adulto”, afirma.

O Hospital Estadual dos Lagos dispõe de 56 leitos de internação, 10 leitos de UTI Adulto e 10 de UTI Neonatal, cinco de Unidade Semi-Intensiva Adulto, quatro salas de cirurgia, dois de pré-parto/parto/puerpério (PPP), além de quatro consultórios. Em um deles funcionará o SOS Mulher, atendendo vítimas de violência a partir de 12 anos de idade. Haverá também lactário, cartório, laboratório e unidade transfusional. O hospital dispõe de espaço de fisioterapia e reabilitação, suporte psicológico e de fonoaudiologia para atendimento dos pacientes.

Para esta primeira fase foram contratados 450 profissionais de saúde e das áreas de apoio (cozinha, limpeza, lavanderia, vigilância e central de material de esterilização). Quando atingir pleno funcionamento, ainda este ano, o Hospital Estadual dos Lagos será responsável por mais de 600  novos postos de trabalho.

Veja fotos do Hospital Estadual dos Lagos

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 15:06

Novo hospital em Saquarema (RJ) beneficiará população de nove municípios da Região dos Lagos

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