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Quinta-feira, 4 de setembro de 2014 às 18:02

Dilma visita um dos maiores residenciais do programa de financiamento de casas no Nordeste

Residencial Cidade Jardim em Fortaleza (CE). Foto: Imprensa/Caixa

Residencial Cidade Jardim em Fortaleza (CE). Foto: Imprensa/Caixa

A presidenta Dilma Rousseff visitou, nesta quinta-feira (04), o Residencial Cidade Jardim, no bairro de José Walter, em Fortaleza. O empreendimento, que faz parte do programa de habitação popular do governo, é composto por 5.536 apartamentos, sendo que 784 famílias já estão morando no local. Até outubro, serão entregues outras 288 unidades. Os imóveis possuem área privativa de 43,29m², divididos em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço.

O Residencial Cidade Jardim é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil (Faixa I) e recebeu investimento total de R$ 352 milhões com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O valor estimado de cada unidade varia entre R$ 61 e 64 mil. O conjunto conta ainda ao todo com 277 unidades adaptadas às pessoas com deficiências.

Além das unidades habitacionais, o residencial ainda conta com pavimentação, energia elétrica, acesso a transporte público,13 quadras poliesportivas, três pistas de skate, 115 playgrounds, 42 salões para eventos e quatro campos de futebol.

Quinta-feira, 4 de setembro de 2014 às 9:50

Artur Ávila e visita a unidades habitacionais do Residencial Cidade Jardim, em Fortaleza

Agenda presidencial

Nesta quinta-feira, às 10h, a presidenta Dilma Rousseff recebe, no Palácio da Alvorada, Artur Ávila, pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). Artur Ávila recebeu recentemente a Medalha Fields, espécie de Nobel da matemática. Na ocasião, a presidenta enalteceu o sentimento de orgulho da nação e do setor pela conquista por meio de sua conta pessoal no Twitter.

Às 15h30, Dilma visita, em Fortaleza, o Residencial Cidade Jardim, empreendimento do programa de financiamento da casa própria.

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014 às 10:27

Brasil reduziu pobreza em suas várias dimensões, revela estudo do Banco Mundial

A pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

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Percentual sobre população em 2004 e 2012. Fonte: MDS

O trabalho foi apresentado por economistas do Banco Mundial em oficina técnica promovida pela Iniciativa Brasileira de Aprendizagem por um Mundo sem Pobreza (World without Poverty – WWP), projeto conjunto do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Banco Mundial e Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

O estudo considerou pobres de renda aqueles que ganham até R$ 140 mensais. O valor é maior do que a linha de extrema pobreza brasileira, de R$ 77 mensais (equivalente a US$1,25 diário). Se a pobreza crônica considerasse apenas a população em situação de miséria, o percentual da redução seria ainda menor do que o 1,6% da população identificado pelos autores do trabalho.

O trabalho, focado na pobreza multidimensional, considerou, além da renda, sete dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.

A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou que o Plano Brasil Sem Miséria foi organizado de forma a enfrentar a pobreza em suas diferentes dimensões, garantindo renda, mas também cuidando de melhorar as oportunidades para inserção econômica dessas famílias, assim como o seu acesso a serviços.

“Construímos o Plano Brasil Sem Miséria olhando o conjunto da população pobre e extremamente pobre”, explicou ela. “Sempre agimos de maneira multidimensional e os dados do Banco Mundial comprovaram isso”, ratificou a ministra.

Para a economista do grupo de Desenvolvimento Humano e Proteção Social do Banco Mundial, Anna Fruttero, coautora do estudo, o fato de um indivíduo ser pobre monetário e multidimensional aumenta a probabilidade de ele seguir na pobreza. Ela participou da oficina técnica Dimensionamento e caracterização da pobreza no contexto de sua superação: os limites dos indicadores clássicos e as novas propostas metodológicas. “O objetivo tem que ser a erradicação da pobreza crônica”, afirmou.

“O que nos estimula é que os dados do Banco Mundial mostraram que nossa ação foi eficaz, pois conseguiu atingir a pobreza crônica”, analisou a ministra Tereza Campello. Ela destacou ainda que o trabalho apresentado pelo Banco Mundial considerou dados até 2012 e que os resultados seriam ainda mais surpreendentes se tivessem sido computados dados de 2013, que incluem já os efeitos de programas como Água para Todos, Minha Casa, Minha Vida, e Mais Médicos.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Segunda-feira, 1 de setembro de 2014 às 19:18

Crédito imobiliário na Caixa deve fechar ano com R$140 bi em operações

A Caixa Econômica Federal estima fechar o ano de 2014 registrando R$ 140 bilhões em operações de crédito imobiliário. A estimativa da instituição é que o crédito no setor deve registrar crescimento entre 10 e 20% este ano.

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Até agosto, a Caixa, que detém 70% do mercado imobiliário, concedeu em torno de R$ 80 bilhões em operações – R$ 23,7 bilhões correspondem ao programa de financiamento da casa própria, ou seja, 30% do total.

A expectativa do banco é de que até o fim do ano o volume de novas contratações ainda alcance mais R$ 12,5 bilhões por mês.

Para o próximo ano, o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, acredita que o mercado continuará aquecido em todo o país, mantendo o mesmo ritmo de crescimento de 2014. Ele falou sobre o cenário da habitação no país durante evento do setor.

“2015 será um ano de crescimento. Não vai dobrar o volume de negócios em relação ao que se fez há três, quatro anos, pois estamos falando de um mercado muito mais robusto do que era. Hoje, o mercado já representa 9% do PIB e era de menos de 2% do PIB há cinco, seis anos. Vamos ter um crescimento sustentável, em números mais adequados”, acredita Urbano.

O vice-presidente de Habitação da Caixa disse que, além do crescimento do crédito para a construção civil, outros fatores contribuíram para o incremento do mercado brasileiro: a regulação, que tornou o custo para construir mais baixo, a exemplo do cadastro positivo; os parâmetros mais justos na comparação de preços; e a alienação fiduciária. “Os marcos regulatórios criaram um ambiente muito melhor para o mercado”, ressaltou.

A Caixa Econômica administra, atualmente, cinco milhões de unidades habitacionais e com tendência de crescimento. “Milhões de pessoas nos procuram todos os meses dizendo que querem comprar um imóvel”, disse.

Levantamento do banco mostra que o financiamento de imóveis é feito, em 56% dos casos, com recursos da caderneta de poupança e 44% por meio de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mais de 96% deste crédito tem alienação fiduciária.

Fonte: Caixa Econômica Federal

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 20:00

Hereda: Minha Casa, Minha Vida enfrenta o déficit habitacional e dá esperança ao povo brasileiro

Durante a cerimônia da entrega simultânea de 5.460 unidades habitacionais em onze cidades, nesta quinta-feira (3), o presidente da CAIXA, Jorge Fontes Hereda, falou ao Blog do Planalto sobre a evolução do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), fundado em abril de 2009, que agora entra na sua terceira fase com a meta de 3 milhões de novas unidades.

“É um programa massivo, com um aprendizado de quatro anos e meio. Enfrenta o déficit habitacional, dá esperança ao povo brasileiro, e tem feito isso com qualidade. Foi possível conseguir se aproximar mais dos municípios e estados, no sentido de garantir a estrutura necessária para que o conjunto funcione. Desde equipamentos comunitários ou infraestrutura externa ao conjunto, já que a infraestrutura interna é garantida pelo próprio programa”, afirma Hereda.

O presidente da CAIXA ainda citou o De Olho na Qualidade, programa criado em março de 2013 para que as famílias beneficiadas possam relatar à CAIXA problemas nos empreendimentos por meio do telefone 0800-721-6268. Assim, o banco entra em contato com a empresa construtora para consertar as falhas.

Para finalizar, Hereda falou sobre a meta lançada pela presidenta Dilma de 3 milhões de novas casas entregues, garantindo assim a continuidade do MCMV.

“Então acho que a gente chegou em um ponto de maturação em que é preciso garantir a sustentabilidade do programa. Esse meta da presidenta coloca na gente não mais um desafio, mas uma certeza de que nós vamos continuar oferecendo a nossa população a esperança de poder ter a casa própria, um direito constitucional de todos”.

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 12:45

É possível contratar três milhões de moradias, afirma Dilma sobre Minha Casa, Minha Vida 3

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma durante entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida a mais de 5 mil famílias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Ao mesmo tempo em que entregou 5.460 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, nesta quinta-feira (3), no Paranoá (DF), a presidenta Dilma Rousseff considerou possível a contratação de três milhões de moradias na próxima fase do programa. Ela estabeleceu a meta como comprometimento com a continuidade do programa, além de articular empresariado para demanda da terceira etapa.

“Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar agora três milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade. As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, tal como fizemos até agora. E nós precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos, discutir com prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015”, salientou.

Dilma exemplificou a importância do Minha Casa, Minha Vida com a história da dona Elisângela. Uma senhora beneficiada em conjunto residencial no Rio de Janeiro que no momento da mudança para o novo lar dizia: “Vem, gente, olha que maravilha! É apartamento mesmo, pode ver. E eu que achei que só ia entrar em apartamento em horário de serviço. Mas o 304 agora é meu e daqui ninguém me tira”.

“A alegria da dona Elisângela e o orgulho por estar entrando no apartamento próprio é melhor que qualquer discurso de como a casa própria traz o bem, faz o bem para as pessoas. Com o Minha Casa, Minha Vida estamos construindo, sim, um novo país para dezenas de milhões de brasileiros que viviam em áreas insalubres, em áreas de risco, moravam de favor em casa de parentes ou pagavam um aluguel que mal cabia no bolso”, comentou Dilma.

As 5.460 casas do Minha Casa, Minha Vida foram entregues em dez cidades de sete estados, além do Distrito Federal. O programa contemplou os seguintes municípios: Belford Roxo (RJ), Betim (MG), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Governador Valadares (MG), Jequié (BA), Joinville (SC), Juazeiro do Norte (CE), Paranoá (DF), São Vicente (SP) e Santo André (SP).

Subsídios do Minha Casa, Minha Vida
A presidenta também defendeu a aplicação de recursos do Tesouro Nacional para continuar subsidiando unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Dilma explicou como funciona o subsídio, na prática, para um beneficiário do programa.

“No passado, políticos e economistas achavam que era um pecado mortal o governo federal tirar dinheiro do Tesouro e colocar de subsídio para aqueles que mais precisavam. Nós achamos que é uma virtude, é uma virtude perceber que quem ganha até 1.600 reais não cobre o preço da sua casa própria. O governo federal, para essa faixa até 1.600 reais, subsidia, coloca entre 90% a 95% do dinheiro da casa própria para que as pessoas que mais precisam tenham o seu lar, que é a condição primária de segurança pessoal, de segurança familiar”, analisou a presidenta.

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 12:37

Minha Casa, Minha Vida garante direito de ter um lar digno, afirma Dilma

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 12:37

Minha Casa, Minha Vida garante direito de ter um lar digno, afirma Dilma

Presidenta Dilma visita unidade habitacional de residencial do Minha Casa Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma visita unidade habitacional de residencial do Minha Casa Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após 496 famílias receberem unidades habitacionais em Vila Velha (ES), nesta quarta-feira (2), a presidenta Dilma Rousseff classificou como importantíssimo a entrega das chaves às famílias que terão acesso ao “sonho da casa própria” graças aos subsídios do governo federal. A primeira etapa do residencial recebeu R$ 22,8 milhões do programa Minha Casa, Minha Vida.

“Aqui, no Residencial Vila Velha são 496 famílias, porque uma casa é uma família. Então, eu conto por família, são 496 famílias. E aí não é tijolo, não é alumínio, não é o azulejo, não é a cerâmica do chão, são os afetos que vão estar lá dentro”, comentou.

Dilma ainda destacou o balanço das casas do Minha Casa, Minha Vida no estado. Das 2,750 milhões de moradias do programa, 17,8 mil foram entregues, e 31 mil estão contratadas no Espírito Santo, beneficiando cerca de 50 mil famílias capixabas.

Residencial Vila Velha
O empreendimento em Vila Velha (ES) do Minha Casa, Minha Vida, foi contratado em três etapas, com investimento total de R$ 68,2 milhões. Cada etapa conta com 496 moradias, e depois de finalizadas, as duas restantes vão complementar benefício para 5.952 pessoas.

No total, são 1.488 apartamentos, distribuídos em 31 blocos no residencial localizado no bairro Jabaeté. As unidades com valor de R$ 46 mil, compostas de sala, dois quartos, cozinha, banheiro, área de serviço externa, com piso cerâmico em todos os ambientes. 26 destas unidades estão adaptadas para pessoas com deficiência.

Tanto as infraestruturas internas e externas do Residencial Vila Velha estão concluídas, com disponibilidade de transporte público para os moradores. Internamente, o empreendimento conta com parque infantil e quadra esportiva. As famílias ainda moram a cerca de 2 km de creches, escolas, postos de saúde e unidade de segurança.

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 19:46

Dilma: Minha Casa, Minha Vida tem sentido de recomeço para famílias sem casa própria

Segunda-feira, 30 de junho de 2014 às 19:46

Dilma: Minha Casa, Minha Vida tem sentido de recomeço para famílias sem casa própria

Presidenta Dilma durante cerimônia de entrega de 998 unidades habitacionais dos Residenciais Zé Keti e Ismael Silva do programa Minha Casa Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma em cerimônia de entrega de 998 unidades dos Residenciais Zé Keti e Ismael Silva do programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Na inauguração de 998 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, nesta segunda-feira (30) no Rio de Janeiro, a presidenta Dilma Rousseff considerou o programa como recomeço para famílias. Ela ressaltou a localização dos residenciais Zé Keti e Ismael Silva, além do acesso dos moradores a outros serviços públicos.

“Acho que aqui é um recomeço para muitas famílias que podem olhar o futuro e lembrar o seguinte: agora tem uma moradia. Na hora que colocar a chave na fechadura, abrir a porta e entrar, é isso que vocês têm: um lar a ser construído. E quando tem um lar, também vai ter futuro melhor, vai cuidar melhor das crianças, vão ter uma educação melhor. Aqui vocês vão ter todas essas garantias. Aqui vai ter escola, creche, vai ter todos os equipamentos sociais e na verdade, estão perto de tudo. Fica na verdade no centro do Rio. Por isso, é um recomeço e é também caminho para o futuro”, analisou.

Dilma reforçou ainda a continuidade do Minha Casa, Minha Vida para atender pessoas que ainda acessaram a casa própria. A presidenta lembrou das 3,750 milhões de moradias entregues desde 2009, e com estes resultados o governo adquiriu experiência para ampliar a meta na terceira etapa, a partir de 2015.

Zé Kéti e Ismael Silva
Os residenciais receberam investimento de R$ 31,4 milhões para 499 moradias em cada um. Ao todo, foram quase 4 mil pessoas beneficiadas no Rio de Janeiro. Os empreendimentos contam com 32 unidades adaptadas a pessoas com deficiência. Estão localizados a três quilômetros do centro da cidade e a quatro quilômetros do Aeroporto Santos Dumont, com disponibilidade de transporte público.

Confira a íntegra

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