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Segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016 às 14:58

Bulgária trabalhará com seriedade pelo acordo Mercosul-UE e reforma da ONU, diz Plevneliev

Rosen passa em revista as tropas

Rosen Plevneliev na cerimônia de chegada: Bulgária também apoiará Brasil quanto à reforma do Conselho de Segurança da ONU, “para que tenha uma representatividade mais ampla”. Foto: José Cruz/ABr

O presidente da Bulgária, Rosen Plevneliev, garantiu à presidenta Dilma Rousseff que seu país trabalhará “com seriedade” pelas finalizações do tratado entre a União Europeia e o Mercosul. “Trabalharemos para que isso aconteça o mais rápido possível”, afirmou ele, durante declaração à imprensa no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira (1º). Esta é a primeira visita oficial de caráter bilateral do presidente búlgaro ao Brasil.

Em relação a esse tratado, o Mercosul já fez uma proposta de ofertas. No entanto, até o momento, a proposta da União Europeia ainda não foi apresentada – sem o quê o acordo entre os blocos não pode ser concretizado.

Plevneliev destacou a participação da Bulgária na União Europeia. “Nosso país é um fator de estabilidade na Europa. A Bulgária moderniza-se e se fixa como ponto produtivo, econômico, comercial e logístico no Sudeste europeu”. Ressaltou ainda a importância estratégica do Brasil para a região, pela possibilidade de abertura de novas possibilidades de intercâmbio em várias áreas.

Os abrangentes programas sociais e o fato de o Brasil ter tirado mais de 40 milhões de pessoas da pobreza é muito simbólico e representam a alta reputação do País”, afirmou. E defendeu ainda o aprofundamento da cooperação na área de ciência e tecnologia. “Acreditamos que temos muitas potencialidades nessa área. As universidades búlgaras têm muitos especialistas nessa área. Desejamos participar da segunda fase do Ciência Sem Fronteiras”, acrescentou.

Rosen Plevneliev recebe mascotes das olimpíadas

Durante almoço no Itamaraty, Plevneliev recebeu, das mãos da presidenta Dilma, mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro: Tom e Vinicius.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Reforma do conselho da ONU
Após a cerimônia no Planalto, o presidente da Bulgária foi homenageado com um almoço no Itamaraty, quando declarou que trabalhará em conjunto com o Brasil pela reforma do Conselho de Segurança da ONU. “A Bulgária apoiará o Brasil no seu desejo quanto à reforma do Conselho de Segurança. Para que tenha uma representatividade mais ampla”.

Durante o almoço, o presidente da Bulgária recebeu, das mãos da presidenta Dilma, os dois mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro: Tom e Vinicius.

Rosen Plevneliev destacou que as duas iniciativas, o acordo Mercosul-União Europeia e a reforma do Conselho de Segurança na ONU, são importantes para seu país, que acredita na competitividade e em um comércio sem limites, bem como nas reforma e em um mundo de paz e prosperidade.

Quarta-feira, 27 de janeiro de 2016 às 14:58

Ministros da saúde do Mercosul se reunirão para combate ao vírus da zika, anuncia Dilma

TwitterEm mensagem divulgada em seu perfil no Twitter, nesta quarta-feira (27), a presidenta Dilma Rousseff divulgou que na próxima semana os ministros de Saúde do Mercosul se reunirão para avançar nas estratégias de combate ao vírus da zika. Ela lembrou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu que toda a região está ameaçada.

“Temos que lançar guerra contra o Aedes aegypt, vetor da dengue, da chikungunya e da zika. Enquanto não temos vacina contra o vírus zika, a guerra deve se concentrar no extermínio de criadouros de mosquito”, declarou. Ela ressaltou que para o sucesso desse combate é necessária a participação de toda a população. “Precisamos eliminar todos os focos de água parada, onde o Aedes vive e se reproduz”.

Dilma está em Quito onde participa da IV Cúpula de Chefes de Estado e de governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e para um encontro de trabalho com o presidente equatoriano, Rafael Correa.

Celac e relação bilateral
Sobre a Celac, a presidenta declarou que o organismo contribuirá para levar a integração regional além da desgravação tarifária e incluir, por exemplo, serviços e investimentos. Disse também que o Brasil tem muito a compartilhar com os países da Celac e ressaltou a experiência de inclusão social que tirou 36 milhões de brasileiros da pobreza.

Sobre as relações bilaterais com o Equador, Dilma frisou que em março de 2016 será realizado em Brasília a segunda reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio Brasil-Equador. Falou também da proposta feita ao presidente Correa para o Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI) entre os dois países. Lembrou ainda do eixo de ligação Manta-Manaus, que ligará o Pacífico equatoriano à Amazônia brasileira e ao Atlântico, e da cooperação no combate ao tráfico de pessoas e na diminuição do fluxo migratório irregular com ingresso pelo Acre.

Domingo, 27 de dezembro de 2015 às 10:02

Semana do Planalto: Cúpula do Mercosul, posse de novos ministros e Integração do Rio São Francisco

Segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 às 15:34

Dilma pede cooperação mais ágil para fortalecimento do Mercosul

Em seu discurso, Dilma lembrou que "no mundo conturbado por guerras e pelo terrorismo, nossa região é conhecida por ser uma zona de paz, tolerância e de cooperação”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em seu discurso, Dilma lembrou que “no mundo conturbado por guerras e pelo terrorismo, nossa região é conhecida por ser uma zona de paz, tolerância e de cooperação”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff defendeu, nesta segunda-feira (21), que o fortalecimento do Mercosul passe necessariamente pela adoção de formas mais ágeis de cooperação comercial e de construção de cadeias produtivas intrarregionais.“Devemos resolver a questão das assimetrias regionais, e isso só será possível com a maior cooperação comercial e, sobretudo, com a construção dessas cadeias”.

A afirmação foi feita durante a 49ª Cúpula do Mercosul e Estados Associados, em Assunção, Paraguai. Para Dilma, apesar das dificuldades de integração de seus países-membros, o bloco tem mostrado compromisso com a união. A adesão da Venezuela e da Bolívia ao Mercosul, segundo a presidenta, mostra a capacidade de atração que o bloco exerce.

“Nossa decisão de fortalecer o bloco, econômica e comercialmente, por meio da eliminação de barreiras comerciais, expressa nosso compromisso de longo prazo com o Mercosul”. Ela lembrou que, “no mundo conturbado por guerras e pelo terrorismo, nossa região é conhecida por ser uma zona de paz, tolerância e de cooperação”.

Dilma destacou ainda as ações do Mercosul no desenvolvimento de políticas econômicas e sociais que contribuem para o combate à pobreza e à desigualdade social e no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

“Temos condições de realizar o ideal de desenvolvimento sustentável que nós adotamos, aliás, o mundo adotou na Rio+20: crescer, incluir, conservar e proteger”.

Segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 às 14:32

Líderes do Mercosul defendem integração e exaltam compromisso com direitos humanos

De acordo com o documento, o respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais são condições essenciais para a vigência e evolução do processo de integração”.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

De acordo com o documento, o respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais são condições essenciais para a vigência e evolução do processo de integração”.Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em comunicado conjunto, os presidentes dos países do Mercosul reiteraram o “firme compromisso” com o Bloco e destacaram que os objetivos devem se orientar a aprofundar a integração e desenvolvimento dos povos, a consolidação da democracia e a plena vigência das instituições democráticas.

Além do respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, “que são condições essenciais para a vigência e evolução do processo de integração”. Nesse sentido, o texto ressaltou os 10 anos da adoção do Protocolo de Assunção sobre o Compromisso com a Promoção e Proteção dos Direitos Humanos do Mercosul.

Nesta segunda-feira (21), estiveram reunidos na 49ª Cúpula do Mercosul e Estados Associados, que ocorre em Assunção, no Paraguai, os presidentes da Argentina, Mauricio Macri; do Uruguai, Tabaré Vasquez; do Brasil, Dilma Rousseff, além do anfitrião, Horacio Cortez. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, não compareceu.

Segundo o documento, os presidentes do bloco se comprometeram ainda a estabelecer iniciativas e ações que conduzam o avanço das estruturas produtivas dos Estados Partes, que permitirão fortalecer o modelo regional de desenvolvimento econômico inclusivo e ajudará a melhorar as condições de competitividade em diferentes setores.

Para combater as assimetrias, fomentar a convergência estrutural e a integração produtiva dos países do Bloco, os líderes ratificaram a importância estratégica do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).

De acordo com a nota conjunta, os recursos garantem o desenvolvimento da competitividade, a coesão social e o bem estar dos povos, principalmente, das economias menores e regiões menos desenvolvidas.

Segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 às 11:03

Dilma chega ao Paraguai para reunião com líderes do Mercosul

Após seis meses à frente do Mercosul, o Paraguai entrega nesta segunda-feira (21), a presidência temporária do bloco ao Uruguai, durante a 49ª Cúpula de Chefes de Estado, que ocorre em Assunção, no Paraguai.

A presidenta Dilma Rousseff chega à cidade para participar das reuniões de chefe de estado, juntamente com os outros quatro representantes do Bloco. São eles: Mauricio Macri, da Argentina; Horacio Cartes, do Paraguai e Tabaré Vázquez, do Uruguai. Desde 2012, também faz parte do Mercosul, a Venezuela.

A 49ª Cúpula do Mercosul vai reunir os cinco chefes de Estado do bloco em Assunção, no Paraguai. Foto: Luciene Cruz/ Blog do Planalto

A 49ª Cúpula do Mercosul vai reunir os cinco chefes de Estado do bloco em Assunção, no Paraguai. Foto: Luciene Cruz/ Blog do Planalto

Durante a presidência pro tempore, a prioridade do Paraguai foi definir o Plano de Ação para o fortalecimento do Mercosul Comercial e Econômico, com o objetivo de eliminar barreiras ao comércio entre os países membros.

A liderança paraguaia também deu continuidade às discussões visando o processo de diálogo com a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru), iniciado em novembro de 2014. A ideia é realizar nova reunião entre os dois agrupamentos em breve, para definir o Plano de Ação, que prevê medidas, como facilitação do comércio, aproximação dos setores privados, cooperação aduaneira e certificação digital.

O Bloco
O Mercosul tem por objetivo consolidar a integração política, econômica e social entre seus países, fortalecer os vínculos entre os cidadãos do bloco e contribuir para melhorar sua qualidade de vida.

A Bolívia está, atualmente, em processo de adesão ao bloco como Estado Parte. Em julho de 2015, assinou-se novo Protocolo de Adesão daquele país ao Mercosul, dando continuidade ao processo iniciado em 2012.

São Estados Associados do Mercosul o Chile, o Peru, a Colômbia, o Equador, a Guiana e o Suriname. Todos os países da América do Sul estão vinculados ao Mercosul, seja como Estado Parte, seja como Associado.

Segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 às 8:02

Reunião do Mercosul no Paraguai e posse dos novos ministros

Agenda presidencialA presidenta Dilma Rousseff viaja para o Paraguai nesta segunda-feira (21), onde participa, às 10h, horário local (uma hora a menos em relação a Brasília), da XLIX Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados. Às 13h, também no horário local, participa da tradicional fotografia oficial do evento.

Às 16h45, desembarca de volta em Brasília, onde dará posse, às 17h, aos novos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão. A cerimônia será realizada no Palácio do Planalto.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto. 

Domingo, 22 de novembro de 2015 às 19:20

Brasil quer manter apoio da França para que acordo Mercosul-UE saia em 2016, diz chanceler

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Vieira:“Reiteramos ao ministro Fabius desejo do Mercosul de que possamos, ainda neste ano, nos sentar para troca efetiva de ofertas com União Europeia”. Foto:Marcelo Camargo/ABr

O Brasil defendeu que a França mantenha seu apoio às negociações entre o Mercosul e a União Europeia, de forma que um acordo entre os dois blocos possa ser assinado já em 2016. Foi o que disse o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após participar de um almoço de trabalho, no Itamaraty, com o ministro de Assuntos Exteriores e do Desenvolvimento Internacional da França, Laurent Fabius, neste domingo (22).

Para que essa negociação, que já dura duas décadas, alcance esse resultado, é preciso apenas que os dois lados troquem suas ofertas antes do fim deste ano.

“Reiteramos ao ministro Fabius o desejo do governo brasileiro, e de todo o Mercosul, de passar a fase da troca de ofertas para o acordo Mercosul-UE. Para que possamos, ainda neste ano, sentarmos, seja em Bruxelas seja em Assunção – porque o Paraguai tem a presidência pro tempore do Mercosul, para a troca efetiva de ofertas”.

Mauro Vieira afirmou ainda que o Brasil aceitou o apoio da França para garantir a segurança e evitar ataques terroristas nas Olimpídas de 2016. Segundo o ministro, a França colocou-se à disposição do Brasil tanto para transmitir os resultados das ações que estão sendo tomadas naquele país, relativamente aos ataques do último dia 13 de novembro, quanto com o próprio serviço de inteligência, para reduzir o risco de ataques no Brasil durante o evento.

“O que aconteceu em Paris, infelizmente poderia acontecer em vários países do mundo, uma vez que [grupos terroristas] estão organizados internacionalmente”, alertou Fabius. “Disse a Dilma Rousseff que estamos à sua disposição”, acrescentou.

Finalmente, o chanceler brasileiro contou ter conversado com Laurent Fabius sobre as relações bilaterais Brasil-França, que avaliou como excelentes, e sobre a inauguração da ponte que une o Brasil à Guiana Francesa.

“A possibilidade é de que essa inauguração se realize em princípios do segundo semestre do próximo ano. Tão logo se concluam as negociações necessárias de acordos bilaterais que visam facilitar o trânsito entre as populações dos dois lados e também das pessoas que queiram se dirigir a outro país [por meio da ponte], por motivo de turismo, negócios ou por qualquer outro tipo de necessidade”.

Sexta-feira, 9 de outubro de 2015 às 11:03

Aproximação entre Mercosul e Bacia do Pacífico é de interesse dos dois blocos, afirma ministro

ONUNa chegada a Bogotá para participar da visita de Estado que a presidenta Dilma Rousseff fará nesta sexta-feira (9), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, defendeu a ampliação das parcerias entre os dois países com a criação de mecanismos de facilitação das relações comerciais.

“Há um potencial extraordinário, há uma complementariedade nas economias e eu acho que essa visita da presidenta vai marcar um novo momento nas relações”, salientou.

O ministro salientou a necessidade de uma maior aproximação entre os países que compõem o Mercosul e os países sul-americanos da Bacia do Pacífico.  “Esse relativo afastamento que existia aqui na América do Sul entre esses dois blocos, eu acho que o nosso desafio é construir exatamente essa ponte, no interesse dos dois blocos”, frisou.

Entre algumas das medidas para intensificar o comércio bilateral, Armando Monteiro destacou a iminente assinatura de acordo entre Brasil e Colômbia com vistas a fortalecer o mercado automotivo entre os países. O acordo prevê, por exemplo, o estabelecimento de uma cota de veículos que terão tarifa de importação zerada. “Olhando as exportações brasileiras, nós temos um imposto de importação elevado aqui”, observou Armando Monteiro.

Para o ministro, é importante ampliar as parcerias entre os dois países com a criação de mecanismos de facilitação das relações comerciais. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Para o ministro, é importante ampliar as parcerias entre os dois países com a criação de mecanismos de facilitação das relações comerciais. Foto: José Cruz/Agência Brasil

O ministro também afirmou que haverá um esforço para acelerar o processo de desgravação do comércio entre Brasil e Colômbia, que reduz progressivamente as tarifas de importação até que cheguem a zero.“O grande desafio é descongelar o cronograma de desgravação e esperamos antecipar esse movimento de tal modo que o comércio esteja integralmente desgravado até 2017. Nossa expectativa é que isso possa começar ainda este ano, nos mais diferentes setores, atingindo um nível de cobertura muito expressivo em relação a todo o volume de comércio”, afirmou.

Quinta-feira, 20 de agosto de 2015 às 17:11

Merkel afirma que atuará junto à Comissão Europeia para acelerar acordo com Mercosul

Selo_Blog_BraAle_v2Em declaração à imprensa nesta quinta-feira (20), a chanceler Angela Merkel, afirmou que durante a reunião de trabalho com a presidenta Dilma, os dois países avançaram na conversação sobre o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Merkel afirmou que, da sua parte, irá trabalhar junto à Comissão Europeia para acelerar as negociações pelo acordo comercial. A previsão é que ocorra troca de propostas entre os dois blocos no último trimestre deste ano.

A chanceler destacou o papel de liderança que o Brasil exerce no bloco sul-americano e também falou sobre o protagonismo assumido pelo País no cenário mundial nos últimos anos. Citou a atuação nos desafios da política externa, os esforços pela manutenção da paz e a liderança pela privacidade na área da internet. O avanço do Brasil, segundo ela, se deve ao intenso desenvolvimento econômico e social vivido aqui nos últimos anos. E destacou o fato de o País ter saído do mapa da fome em 2014.

Protagonismo internacional do Brasil se deve ao intenso desenvolvimento econômico e social vivido pelo País nos últimos anos, avaliou a chanceler alemã. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Protagonismo internacional do Brasil se deve ao intenso desenvolvimento econômico e social vivido pelo País nos últimos anos, avaliou a chanceler alemã. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A chanceler salientou também o acordo firmado para evitar a bitributação na área de transportes marítimos e aéreos e o interesse alemão em parcerias no campo de energia eólica e investimentos em infraestrutura de transportes, portos e linhas de transmissão. Falou ainda sobre acordos em educação, saúde, agricultura, bioeconomia, indústria 4.0 (fábricas inteligentes) e adubos, entre outros.

Um novo encontro de alto nível entre os dois governos está previsto para ocorrer em dois anos, na Alemanha.

Mudança do clima
Brasil e Alemanha firmaram importantes acordos para conservação e regularização ambiental. Tendo em vista a realização da Conferência Mundial sobre o Clima da ONU (COP-21), que será realizada no final do ano em Paris, Angela Merkel afirmou que os dois países, que contam com tradição em parcerias nesta área, têm uma agenda ambiciosa em ações para proteção do clima. Disse que o Brasil deu um enorme passo para alcançar isso e se referiu à meta para reduzir o desmatamento a zero até 2030, da política de proteção dos povos indígenas, ações que são em benefício do mundo todo.

Sobre as ações do governo alemão, ela destacou a criação de um fundo de € 500 milhões para a questão climática e de urbanização. Falou também sobre a meta de descarbonização da indústria até o final do século.

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