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Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 20:29

Presidenta Dilma parabeniza Papa Francisco

Twitter

Por meio de sua conta pessoal no Twitter, a presidenta Dilma Rousseff parabenizou o papa Francisco, que faz aniversário nesta quarta-feira (17). Dilma lembrou o carinho com que a população brasileira recebeu o religioso durante a Jornada Mundial da Juventude.

Mais cedo, durante a 47ª Cúpula do Mercosul, a presidenta lembrou que o Papa Francisco teve papel importante na reaproximação entre Estados Unidos e Cuba, que pôs fim a um bloqueio econômico que já perdurava por décadas.

 

Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 17:18

Dilma: Retomada das relações entre Estados Unidos e Cuba marca uma mudança na civilização

Dilma Rousseff cumprimentou os presidentes Raúl Castro, de Cuba, e Barack Obama, dos Estados Unidos, pela retomada nas relações entre os dois países, um momento que, exaltou a presidenta, marca uma mudança na civilização. A presidenta cumprimentou também o Papa Francisco, a quem creditou participação fundamental para essa reaproximação. As declarações foram feitas no discurso de encerramento da 47ª Cúpula do Mercosul.

A presidenta cumprimentou também o papa Francisco, a quem creditou como um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta cumprimentou também o Papa Francisco, a quem classificou como um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Em um dia como o de hoje, em que, como disse a presidenta Cristina, nós, lutadores sociais, imaginávamos que jamais veríamos este momento de retomada das relações entre os Estados Unidos e Cuba. Eu queria cumprimentar o presidente Raul Castro. Queria cumprimentar também o presidente Barack Obama. E, sobretudo, queria cumprimentar o Papa Francisco por ter sido, muito possivelmente, um dos fatores mais importantes para essa aproximação. Acho que é um momento que marca uma mudança na civilização mostrando que é possível restabelecer relações interrompidas há muitos anos”, enfatizou a presidenta.

Dilma disse que este evento histórico deve servir de exemplo para o mundo. Destacou que os métodos para resolução de conflitos adotados pela América do Sul são o diálogo e o estabelecimento de relações, o que tem permitido que o continente usufrua de paz  há mais de um século, sem conflitos de ordem religiosa, étnica ou de qualquer outra espécie.

“Nós, de fato, vivemos num continente, num hemisfério especial. Nós, pelo menos da América do Sul, estamos há mais de 120 anos vivendo em paz. Não há entre nós nenhum conflito de ordem religiosa, étnica ou de qualquer outra espécie. Nós não resolvemos nossos conflitos com métodos que não sejam o diálogo e o estabelecimento de relações. Daí porque também conquistamos muito com o Mercosul, a Unasul e a Celac”, analisou Dilma.

A presidenta também exaltou o esforço dos países da região para manutenção da democracia na Venezuela, destacando a contribuição fundamental do Papa Francisco.

“Lembro perfeitamente de todas as ações que fizemos, no sentido de fazer vigorar a democracia, seja no caso mais recente, que eu quero me referir, que é o caso da Venezuela. Acho que nós todos tivemos, na Venezuela, uma experiência extraordinária e, nessa ocasião também, acredito que o Papa Francisco foi um grande suporte para que a constitucionalidade na Venezuela fosse respeitada”, analisou.

Confira a íntegra

Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 8:30

Reunião de Cúpula deve fortalecer o “Mercosul das pessoas”, afirma Antônio Simões

A 47ª Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, que acontece nesta terça e quarta-feira (16 e 17), destina atenção especial à vida das pessoas que vivem nos países membros do bloco. Prova disso, é que durante o encontro será apresentada a Cartilha do Mercosul, documento com procedimentos que cidadãos da região devem adotar para realizar ações do dia a dia, como viajar, residir, estudar e trabalhar em um dos cinco países do bloco, além de aspectos relacionados à saúde e à seguridade social dos cidadãos do Mercosul.

Foto: Valter Campanato/ABr.

Além de um importante caráter comercial e econômico, o Mercosul possui também uma forte conotação social e cidadã, garante o embaixador brasileiro Antônio Simões. Foto: Valter Campanato/ABr.

A presidenta Dilma Rousseff participa da Reunião de Cúpula nesta quarta (17) junto com os chefes de Estado dos outros quatro países membros do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e estados associados na cidade de Paraná, Argentina. Na ocasião, a presidenta Dilma passará a ocupar a presidência pro tempore do bloco para os próximos seis meses, cargo que estava sendo ocupado pela presidenta argentina Cristina Kirchner.

Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o subsecretário-geral para a América do Sul, Central e Caribe do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antônio Simões, destacou que, além de um importante caráter comercial e econômico, o Mercosul possui também uma forte conotação social e cidadã.

“Nós estamos trabalhando para a criação de uma unidade ou de um pensamento do Mercosul que muitas vezes não é discutido por nós, que é o Mercosul das pessoas. Esse é o que vai ficar. O Mercosul das disputas comerciais sempre vai existir, agora esse Mercosul das pessoas é que o definitivo”, afirmou.

Além disso, o embaixador ressaltou a necessidade do fortalecimento da integração dos países do Mercosul para enfrentar os desafios impostos pela forte crise internacional.

“Certamente, uma das reflexões que os chefes de Estado vão fazer na reunião de amanhã aqui é refletir como um processo de integração pode nos ajudar no cenário atual que se encontra a economia mundial, em que você tem alguns mercados de ‘commodities’ que estão diminuindo. Há certas dificuldades que precisam ser superadas e há muitas coisas que nós podemos fazer em conjunto em relação a isso, justamente para superar este cenário”, avaliou.

Acordos Comerciais
Além de avanços relacionados à cidadania da população do Mercosul, estão previstas para a 47ª reunião de Cúpula do bloco a assinatura de acordos de preferências tarifárias com Líbano e Tunísia. O Mercosul deve firmar ainda um acordo prevendo relações comerciais futuras com a União Euroasiática, bloco econômico que integrará Rússia, Cazaquistão, Bielarus e Armênia. Outra medida prevista é a aprovação de programa de integração produtiva para o setor de brinquedos, reduzindo a importação atual de produtos da China. A mesma medida também é estudada para os setores têxtil, de softwares, calçados e cosméticos.

Nesta terça (16), Ivan Ramalho, alto representante geral do Mercosul afirmou em entrevista ao Blog do Planalto que o Brasil deve terminar 2014 com superávit superior a US$ 6 bilhões no comércio exterior com países do Mercosul. Ele informou ainda que, do total das exportações brasileiras para os países do bloco, 80% são produtos industrializados de alto valor agregado.

Ouça a entrevista com o embaixador Antônio Simões

Quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 às 8:00

47ª Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul e ministro do Esporte

Agenda presidencial

Nesta quarta-feira (17) a presidenta Dilma Rousseff cumpre agenda na província de Entre Rios, na Argentina por ocasião da 47ª Cúpula do Mercosul e estados Associados. Logo após, ela retorna a Brasília, onde tem compromisso no Palácio do Planalto. Todos as agendas estão no horário de Brasília.

Às 12h, Dilma participa da cerimônia de abertura da 47ª Cúpula do Mercosul e Estados Associados no Centro Cultural y de Convenciones de Entre Ríos.

Às 17h30, já em Brasília, a presidenta recebe o ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal do Planalto.

Terça-feira, 16 de dezembro de 2014 às 19:49

País terá superávit superior a US$ 6 bi no comércio com Mercosul em 2014, diz Ivan Ramalho

O Brasil deve terminar 2014 com superávit superior a US$ 6 bilhões no comércio exterior com os países do Mercosul. Do total das exportações brasileiras para os países do bloco, 80% são produtos industrializados de alto valor agregado. As informações são do alto representante geral do Mercosul, Ivan Ramalho, que participa nesta semana da 47º Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, que acontece na cidade de Paraná, Argentina. A presidenta Dilma Rousseff participa da Cúpula nesta quarta-feira (17).

“Das exportações brasileiras para o Mercosul, 80% são produtos manufaturados, de alto valor agregado. O Brasil não tem essa porcentagem de exportações de produtos industrializados com nenhum outro bloco, com nenhuma outra região, nem com nenhum outro país do mundo”, diz Ivan. Foto: Mercopress.

“Das exportações brasileiras para o Mercosul, 80% são produtos manufaturados, de alto valor agregado. O Brasil não tem essa porcentagem de exportações de produtos industrializados com nenhum outro bloco, com nenhuma outra região, nem com nenhum outro país”, diz Ivan. Foto: Mercopress.

Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o representante geral do Mercosul destacou que os números positivos da balança comercial brasileira demonstram a importância do bloco para o comércio exterior e para a economia nacional:

“Das exportações brasileiras para o Mercosul, 80% são produtos manufaturados, de alto valor agregado. O Brasil não tem essa porcentagem de exportações de produtos industrializados com nenhum outro bloco, com nenhuma outra região, nem com nenhum outro país do mundo”, afirmou.

Além disso, o representante ressaltou o crescimento expressivo do mercado consumidor do Mercosul nos últimos anos, em função do ingresso da Venezuela como país membro, em 2012, e da Bolívia, atualmente em processo de inclusão para se tornar membro permanente do bloco. Em 2013, Guiana e Suriname também passaram a fazer parte do Mercosul na condição de estados associados.

De acordo com Ramalho, a nova configuração do Mercosul tem consolidado um novo mapa geopolítico sul-americano: “O Mercosul, em seu primeiro momento, era mais voltado e mais específico para o Cone Sul (Argentina, Paraguai e Uruguai) e para as regiões Sul e Sudeste do Brasil. Agora com o ingresso da Venezuela, Suriname, Guiana e Bolívia – país este muito importante para o desenvolvimento da região Centro-Oeste do Brasil – está se consolidando um novo mapa geopolítico para o Mercosul”, destacou.

Ainda segundo Ivan Ramalho, além do desenvolvimento do comércio internacional e da troca de investimentos entre os países membros, o Mercosul também tem avançado, nos últimos anos, na conotação social, no que diz respeito à garantia dos direitos de cidadania e sociais de seus cidadãos.

Nesse sentido, ele destacou a atuação do Instituto de Direitos Humanos do Mercosul com sede em Buenos Aires e do Instituto Social do Mercosul sediado em Assunção, no Paraguai, que promovem o estímulo a políticas públicas de fortalecimento dos direitos humanos e sociais na região, voltados sobretudo às populações vulneráveis como crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência e populações em situação de rua.

Cúpula
Nestas terça e quarta-feira (16 e 17), os representantes dos cinco países membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) e estados associados se reúnem para a 47º edição da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul que acontece na cidade de Paraná, Argentina. Os presidentes dos países permanentes do bloco participam do encontro na quarta (17).

Nesta edição do encontro, também será transferida pro tempore a presidência do Mercosul, passando da Argentina para o Brasil, fazendo com que a presidenta Dilma ocupe a presidência do bloco no próximo semestre. Em virtude disso, o Brasil também sediará a próxima edição da Cúpula do Mercosul, prevista para ocorrer em junho ou julho de 2015.

Terça-feira, 25 de novembro de 2014 às 11:16

Integração regional é saída para América Latina enfrentar crise, diz ministro chileno

A economia mundial, após a crise de 2008, está se estruturando em função de microrregiões altamente integradas, o que exige maior unidade entre os países interessados em zelar pelos interesses comuns da América Latina, a fim de avançar rumo a um desenvolvimento sustentável e inclusivo na região, afirmou nesta segunda-feira (24) o ministro das Relações Internacionais do Chile, Heraldo Muñoz.

Para Heraldo Muñoz, a integração entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico não é uma opção, mas uma necessidade. Foto: Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Para Heraldo Muñoz, a integração entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico não é uma opção, mas uma necessidade. Foto: Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Por isso, acrescentou ele, é preciso aprofundar o comércio intrarregional entre a América Latina e o Caribe e aumentar a ainda escassa presença desses países nas cadeias globais de valor. As afirmações do ministro foram feitas durante o encontro entre representantes do Mercosul e da Aliança Pacífico, no Centro Cultural Gabriela Mistral (GAM), em Santiago, no Chile.

O país sedia o seminário “Diálogo sobre Integração Regional: Aliança do Pacífico e Mercosul”, que dá sequência à reunião entre chanceleres dos Estados-parte dos dois blocos, realizada em 1º de novembro, em Cartagena das Índias, na Colômbia.

O chanceler chileno acrescentou que, neste momento, é preciso preservar o diálogo econômico em um contexto em que a economia mundial não consegue recuperar o dinamismo dos anos anteriores à crise de 2008. “Vemos um estancamento na Zona do Euro, uma recessão no Japão e, ao mesmo tempo, uma recuperação insuficiente dos Estados Unidos”, destacou. Para ele, a integração entre os dois blocos não é uma opção, mas uma necessidade e, para que ocorra, é imperativo construir pontes entre as diferentes iniciativas de integração regional, como o Mercosul e a Aliança do Pacífico.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil , Luiz Alberto Figueiredo, participou do primeiro painel do seminário ao lado dos chanceleres de outros países. O encontro ministerial também contou com a presença de representantes de diversos organismos internacionais, do empresariado e da sociedade civil das nações envolvidas neste processo. Na ocasião, Figueiredo destacou a importância da convergência entre os dois blocos, acima das diferenças econômicas e comerciais.

Segundo o Itamaraty, o fluxo comercial entre os países do Mercosul e da Aliança do Pacífico alcançou US$ 52 bilhões em 2012. Os investimentos entre os países dos blocos são expressivos. Em 2013, o Brasil investiu US$ 14,1 bilhões junto aos países da Aliança do Pacífico, ao passo que o conjunto dos países da Aliança investiu US$ 3,5 bilhões no Brasil.

O Mercosul busca a integração aduaneira de serviços e fatores produtivos entre Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Já a Aliança do Pacífico propõe uma estratégia de integração conformada por Chile, Colômbia, México e o Peru, com perspectivas de uma saída pelo Oceano Pacífico rumo também a mercados asiáticos.

Bachelet diz que momento é “histórico”
Para a presidenta do Chile, Michelle Bachelet, que abriu o encontro, esse é um “momento histórico em que dois processos de integração se sentam para dialogar e encontrar convergências em temas que interessam a toda a região”.

“Somos uma região diversa e sabemos que isso também é uma riqueza, com caminhos distintos rumo ao desenvolvimento. Trabalhamos com políticas econômicas diferentes, temos enfrentado de diversos modos nossos desafios democráticos. É justamente essa multiplicidade de olhares que pode dar solidez a nossa missão compartilhada com o mundo”, acrescentou Bachelet.

O encontro em Santiago teve ainda a contribuição de associações de classe, sindicais, empresários, acadêmicos e representantes de organismos como a Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal), a Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e a Organização dos Estados Americanos (OEA).

Fonte: com informações do Itamaraty e do Ministério de Relações Exteriores do Chile.

Sexta-feira, 7 de novembro de 2014 às 21:20

Dilma e Mujica defendem o fortalecimento das relações na América Latina

Sexta-feira, 7 de novembro de 2014 às 21:14

Dilma e Mujica defendem o fortalecimento das relações na América Latina

Presidenta Dilma Rousseff e o presidente do Uruguai, José Mujica, se encontraram nesta tarde, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma Rousseff e o presidente do Uruguai, José Mujica, se encontraram nesta tarde, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Após o encontro que teve nesta sexta-feira (7) com o presidente uruguaio, José Mujica, a presidenta Dilma Rousseff destacou a necessidade de fortalecimento das relações do Brasil com o Uruguai e com os países do Mercosul. Nesse sentido, ela lembrou o avanço de negociações pela integração energética e produtiva entre os países e do investimento em infraestrutura. Para a presidenta, é fundamental fazer investimentos que permitam o crescimento do mercado da região.

“Estamos falando de um processo de integração que permita que sejamos capazes de olhar os interesses da região. Essa região do mundo, onde nós nos localizamos, é hoje um mercado muito significativo que nós temos de ajudar a expandir. Isso passa pelo equacionamento do problema secular da desigualdade que levou muitos latino- americanos, nos últimos anos, a condição de consumidores e que significou também a criação de um grande mercado para nós”, afirmou.

Em entrevista após o encontro, o presidente José Mujica falou de tratativas com a presidenta Dilma pela construção de um porto no Rio da Prata que favoreça o desenvolvimento dos países da região – Brasil, Paraguai, Bolívia, Uruguai e Argentina.

Mujica defendeu também o fortalecimento das relações entre os países latino-americanos: “Passamos alguns séculos sem olharmos entre nós mesmos e precisamos avançar para mudar esse cenário. O processo de desenvolvimento chegou tarde para a América Latina e é por isso que temos que juntar nossas forças. Só assim nos tornaremos fortes”, analisou.

Confira a íntegra

Terça-feira, 4 de novembro de 2014 às 14:30

Países iniciam integração da Aliança do Pacífico com o Mercosul

Em reunião realizada no último sábado (1º), em Cartagena das Índias (Colômbia), cinco chanceleres representantes do Mercosul e quatro da Aliança do Pacífico deram início à integração entre os dois maiores blocos comerciais da América Latina. Após o encontro, o ministro das Relações Exteriores do Chile, Heraldo Muñoz, comemorou “o espírito de integração e entendimento” vivido durante a primeira reunião entre os dois grupos. O Chile sediará o próximo encontro entre os dois grupos.

Foto: Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Chanceler do Chile, Heraldo Muñoz, comemorou “o espírito de integração e entendimento” que marcou primeira reunião entre Mercosul e Aliança do Pacífico. Foto: Ministério das Relações Exteriores do Chile.

Em comunicado divulgado pela chancelaria chilena, Muñoz afirmou que a reunião foi “muito positiva”, pois ambos os grupos trocaram informações relevantes sobre como avançar no diálogo rumo à materialização de ações concretas para a integração, que devem acontecer durante o Seminário de Chanceleres da Aliança do Pacífico e Mercosul, que será realizada no próximo dia 24 de novembro, no Chile.

Durante o encontro em Cartagena, foram apresentados os objetivos da integração, as modalidades de trabalhos, êxitos já obtidos e perspectivas dos mecanismos multilaterais, para identificar os potenciais de diversas áreas que podem concorrer para uma melhor relação e cooperação.

Terça-feira, 14 de outubro de 2014 às 17:44

Brasil terá modelo de placas de veículos unificado com o Mercosul

Os cinco países que fazem parte do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela – terão modelo de placa unificada para veículos a partir de 2016. A medida atingirá frota de quase 110 milhões de veículos nos cinco países e tem o objetivo de fortalecer a integração regional e a circulação de cidadãos entre membros do bloco.

Placas_Veiculos_Unificadas_Mercosul

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a mudança deve acontecer de maneira gradual no Brasil. Na prática, isso significa que a partir de 1° de janeiro de 2016 o novo modelo só será obrigatório em veículos novos – no momento do primeiro emplacamento – e em automóveis que passarem por transferência de propriedade ou de local do emplacamento.

450 milhões de combinações
As novas placas adotadas no Mercosul terão 13 cm de altura por 40 cm de largura, as mesmas dimensões utilizadas hoje no Brasil. O design será semelhante ao adotado nos países da União Europeia: fundo branco com faixa azul na parte superior. Haverá ainda o símbolo do Mercosul à esquerda, além do nome e da bandeira do país de origem do veículo.

A nova identificação será formada por sete caracteres: duas letras, três números e mais duas letras. Essa estrutura é capaz de gerar até 450 milhões de diferentes combinações. O modelo utilizado hoje no Brasil poderia chegar a 175 milhões de possibilidades.

Segundo o Itamaraty, a unificação do sistema nos cinco países facilitará a circulação e a segurança no trânsito entre países do bloco, contribuindo, por exemplo, para melhor fiscalização aduaneira e migratória. Além disso, a unificação resultará em um sistema integrado de consultas às informações dos veículos. Essa integração também facilitará o acesso a dados de propriedade, modelo, marca, fabricação e tipo de veículo, além de gerar informações sobre roubos e furtos.

Sistema brasileiro
O modelo de placas brasileiro – que possui três letras e quatro números – foi adotado no Brasil na década de 1990 para substituir as antigas placas amarelas. Pela variação de combinações possíveis, o sistema brasileiro poderia ser mantido até 2030. Na Argentina, no entanto, o sistema atual possui três letras e três números, o que o torna sustentável somente até 2015. Sendo assim, o padrão de placas do Mercosul já deve ser aplicado na Argentina a partir do ano que vem.

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