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Sexta-feira, 6 de maio de 2016 às 12:02

Minha Casa Minha Vida Entidades tem um simbolismo especial, diz ministra

"As famílias se organizam em grupos, discutem seus projetos, participam da elaboração da escolha dos terrenos, fazem a própria construção da moradia muitas vezes, e isso cria um laço muito forte de pertencimento dessas famílias com a sua nova casa", disse a ministra.

“As famílias se organizam em grupos, discutem seus projetos, participam da elaboração da escolha dos terrenos, fazem a própria construção da moradia muitas vezes, e isso cria um laço muito forte de pertencimento dessas famílias com a sua nova casa”, disse a ministra. Foto: Blog do Planalto

A ministra das Cidades, Inês Magalhães, defendeu nesta sexta-feira (6) a liberação de novos recursos para a modalidade Entidades Rurais e Urbanas do programa Minha Casa Minha Vida, anunciada pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo ela, a participação das famílias nas etapas do processo de construção das unidades habitacionais tem um grande peso simbólico.

Apesar dessa modalidade ser uma pequena parte de um programa que já contratou 4 milhões de moradias, ela tem um simbolismo especial. As famílias se organizam em grupos, discutem seus projetos, participam da elaboração da escolha dos terrenos, fazem a própria construção da moradia muitas vezes, e isso cria um laço muito forte de pertencimento dessas famílias com a sua nova casa”, disse a ministra.

Inês destacou que a modalidade Entidades, com moradias tanto nas áreas rurais quanto nas urbanas, permitem que os grupos sociais envolvidos no projeto possam realizar adaptações que atendam a eventuais necessidades específicas, como no caso de extrativistas, quilombolas, indígenas ou comunidades tradicionais.

“Elas são desenhadas a partir das suas próprias necessidades. É importante ressaltar que essas famílias não são beneficiárias do Minha Casa Minha Vida, elas são protagonistas na construção das suas casas, assim como na participação do Conselho Nacional das Cidades, elas são partícipes da construção da política urbana do país”, destacou a ministra.

Quinta-feira, 5 de maio de 2016 às 8:00

Usina de Belo Monte e Minha Casa Minha Vida

Agenda presidencialNesta quinta-feira (5), a presidenta Dilma Rousseff tem agendas importantes no estado do Pará. Às 11h45, ela participa da cerimônia de início da operação comercial da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu (PA).

Logo após, Dilma parte para Santarém (PA), onde vai entregar 3.081 moradias do residencial Salvação pelo Programa Minha Casa Minha Vida, com entregas simultâneas em Uberaba (MG), Camaçari (BA), Itapipoca (CE) e Campo dos Goytacazes (RJ).

* Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.

Terça-feira, 26 de abril de 2016 às 9:00

Dilma entrega mais de cinco mil residências do Minha Casa Minha Vida nesta terça


Salvador (BA), Caucaia (CE), Santa Maria (RS), Pirassununga e São Carlos (SP). Estes são os municípios que recebem, na manhã desta terça-feira (26), 5.293 casas do programa Minha Casa Minha Vida destinados a famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais – todos na Faixa 1. A cerimônia será transmitida ao vivo para os municípios envolvidos e contará com as presenças da presidenta Dilma Rousseff e da presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, que estarão na capital baiana

Somente em Salvador serão entregues 2.800 unidades, divididos entre os condomínios Residencial Coração de Maria (1.800) e Lagoa da Paixão (1.000). Todas as casas têm dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, revestido com piso de cerâmica. A infraestrutura está completa, com pavimentação, redes de água e esgoto, drenagem e energia elétrica.

Em Caucaia, serão 232 unidades do Residencial Atenas e 528 unidades dos Residenciais José Lino da Silveira I e III; em Santa Maria, 362 unidades do Loteamento Residencial Leonel Brizola; em Pirassununga, 385 unidades do Residencial Santa Clara; em São Carlos, 986 unidades do Residencial Eduardo Abdelnur.

Empreendimentos

Salvador (BA)
Residencial Coração de Maria – entrega de 1.800 apartamentos, com área privativa de 43,52 m², e investimento de R$ 115,2 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 64 mil.
Residencial Lagoa da Paixão – entrega de 1.000 apartamentos, com área privativa de 43,68 m², e investimento de R$ 64 milhões. As unidades também estão avaliadas em R$ 64 mil.

Caucaia (CE)
Residencial Atenas – entrega de 232 casas sobrepostas, com área privativa de 40,75 m² e 43,28 m², e investimento de R$ 14,8 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 63,9 mil.
Residenciais José Lino da Silveira I e III – entrega de 528 apartamentos, com área privativa de 42,28 m², e investimento de R$ 37,4 milhões. As unidades do Residencial José Lino da Silveira I estão avaliadas em R$ 72 mil e do Residencial José Lino da Silveira III, em R$ 70 mil.

Santa Maria (RS)
Loteamento Residencial Leonel Brizola – entrega de 362 casas , com área privativa de 39,8 m², e investimento de R$ 23,1 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 64 mil.

Pirassununga (SP)
Residencial Santa Clara – entrega de 385 casas, com área privativa de 45,93 m² e 45,60 m², e investimento de R$ 30,7 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 79,9 mil.

São Carlos (SP)
Residencial Eduardo Abdelnur – entrega de 986 casas, com área privativa de 45,51 m², e investimento de R$ 80,6 milhões. As unidades estão avaliadas em R$ 81,8 mil.

Números do Minha Casa Minha Vida
O Programa já beneficiou mais de 10,5 milhões de pessoas, com a entrega de 2,6 milhões de moradias em todo o país. Na Bahia, mais de 720 mil pessoas foram beneficiadas com a entrega de mais de 180 mil unidades. No Ceará, foram entregues mais de 68 mil unidades para mais de 272 mil pessoas. No Rio Grande do Sul, foram entregues outras 212 mil unidades, beneficiando mais de 848 mil pessoas. Já em São Paulo, o MCMV beneficiou mais de 1,8 milhão de pessoas com a entrega de mais 465 mil unidades habitacionais.

Segunda-feira, 25 de abril de 2016 às 21:02

Minha Casa Minha Vida: do aluguel de R$ 600 para uma prestação dez vezes menor

Há oito anos, Maria Edna de Oliveira, 43, tomou uma decisão corajosa. Após ser agredida pelo ex-companheiro, fez as malas, saiu de casa com três filhos pequenos e conseguiu um emprego de serviços gerais em uma clínica médica. O problema era que os R$ 1 mil que recebia mal davam para pagar a alimentação da família e os R$ 600 de aluguel. Nesta terça-feira sua vida vai mudar de vez. Ela receberá umas das 2.800 moradias que a presidenta Dilma Rousseff entregará em Salvador (BA) pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

Estou muito feliz. Moro de aluguel com meus três filhos e minha irmã, que está desempregada, e agora vou pagar, mas pela minha casa. Agora estou na minha casa”. Outras 2.493 residências serão entregues, simultaneamente, em Caucaia (CE), Santa Maria (RS), Pirassununga (SP) e São Carlos (SP).

Maria vai pagar R$ 60 de prestação na casa nova – dez vezes menos que gastava com o aluguel. Com o resto do dinheiro ela se permite um novo sonho, além de quitar suas dívidas. “Quem sabe não dá para sonhar com a prestação de um carro?”.

‘Estou ansiosa para pegar a chave’

Outra vida que o Minha Casa Minha Vida está mudando é a de Alexsandra Apolônio de Jesus, 35 anos. Desempregada, ela mora de favor na casa de uma amiga com seus três filhos. Para se manter, Alexsandra recebe R$ 120 do Bolsa Família e um salário mínimo do Benefício de Prestação Continuada (BPC), em razão do seu menino mais novo ter sido diagnosticado com autismo.

Estou muito ansiosa para ir lá e pegar a minha chave. Quero mudar o mais rápido possível”, disse a baiana, que pretende continuar buscando um emprego para dar uma vida melhor aos filhos. “A casa é deles. Tendo onde colocar eles, pra mim está bom”.

Segundo o diretor de Habitação da Caixa Econômica Federal, Teotônio Rezende, o MCMV é o maior programa habitacional da história do Brasil justamente por atender às famílias de mais baixa renda, responsáveis por 96% do déficit habitacional no Brasil.

Antes do Minha Casa Minha Vida, essas famílias não tinham acesso a moradia digna porque não têm capacidade de tomar um financiamento pelas vias convencionais de mercado. Então o programa fez com que uma carência por imóveis se transformasse em demanda, uma vez que viabilizou que essas famílias, graças a uma carga de subsídio que pode chegar até 95% do valor do imóvel, tivessem condições de adquirir uma habitação digna”.

Momento político

O momento político do país também entrou na conversa. Maria Edna lamenta o impeachment por conta das próximas gerações que sonham com a casa própria. “Acho um absurdo. Todos os outros roubam, mas fazem isso com ela, que não tem nada provado contra”.

Ela revelou temer que os avanços sociais conquistados nos últimos 13 anos sejam prejudicados caso Dilma seja afastada.

Quem não conseguiu uma casa até agora pode não conseguir depois. Casa é pra todo mundo, mas nem todo mundo tem. E ela já ajudou bastante, não só a mim como a muitas outras pessoas”.

Alexsandra também acredita que a presidenta está sendo injustiçada. “Ela fez muita coisa por nós. Sempre olhou pelos pobres. Se for tirar ela, tem que tirar todos”, disse. “Eu não apoio nada disso”.

Sexta-feira, 8 de abril de 2016 às 14:48

Minha Casa Minha Vida realiza sonho da casa própria de quase 18 mil brasileiros nesta sexta


Seguindo a agenda de trabalho desta sexta-feira (8), no Rio de Janeiro (RJ), a presidenta Dilma Rousseff cumpre mais uma etapa de entregas do Programa Minha casa Minha Vida. São mais 4.452 famílias brasileiras beneficiadas com a casa própria.

No bairro de Santa Cruz, na capital carioca, Dilma entrega as chaves de mil apartamentos nos residenciais Mikonos e Santorini. Simultaneamente, serão entregues 300 unidades do Residencial Pinheiros, em Belo Horizonte (MG); 435 unidades do Residencial Aeroporto II, em Jaciara, (MT); 933 unidades do Residencial Canaã, em Canaã dos Carajás (PA); 784 unidades do Residencial Jardim Primavera, em Tailândia (PA); e mil unidades em Balsas (MA).

Todas as unidades são divididas em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. Além disso, atendendo às exigências de qualidade do programa, os empreendimentos são equipados com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica.

Números do Minha Casa Minha Vida
O programa já beneficiou mais de 10,5 milhões de pessoas, com a entrega de 2,6 milhões de moradias em todo o país. Em Minas Gerais, mais de 1,2 milhões de pessoas foram beneficiadas com a entrega de mais de 313 mil unidades. No Maranhão, foram entregues mais de 84 mil unidades, beneficiando mais de 336 mil pessoas. No Mato Grosso, foram entregues mais de 58 mil unidades, beneficiando mais de 232 mil pessoas. Já no Pará, o MCMV beneficiou mais de 259 mil pessoas com a entrega de mais 64 mil unidades habitacionais. No estado do Rio de Janeiro, foram entregues mais de 104 mil unidades, beneficiando mais de 416 mil pessoas.

Quarta-feira, 30 de março de 2016 às 13:35

Dilma: ‘Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. Não adianta fingir’

A presidenta Dilma defendeu a democracia em seu discurso durante o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma defendeu a democracia em seu discurso durante o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em discurso no início da tarde desta quarta-feira (30), no Palácio do Planalto, durante o lançamento da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida, a presidenta Dilma Rousseff defendeu que, apesar de estar previsto na Constituição, o impeachment precisa ser embasado por crimes de responsabilidade, o que não é o caso do processo movido contra o governo na Câmara dos Deputados.

“É absolutamente de má fé dizer que todo impeachment está correto. Exige que se caracterize crime de responsabilidade”, enfatizou. “Impeachment sem crime de responsabilidade é o quê? É golpe. É essa a questão. Não adianta fingir que nós estamos discutindo, em tese, um impeachment. Estamos discutindo um impeachment muito concreto: sem crime de responsabilidade”.

A presidenta destacou que o processo de impeachment não compadece com a trajetória democrática do País depois da redemocratização. “Um dos direitos inalienáveis do povo brasileiro é a democracia. A democracia é um direito que nós conquistamos. Não caiu do céu. A democracia do Brasil não caiu do céu. Ela foi conquistada com muito empenho, com grande participação de todos nós, brasileiros e brasileiras que, ao longo dos anos, resistimos, metabolizamos e, no fim, engolimos a ditadura”.

Dilma também lembrou que o fato de não se gostar de um governo não é argumento para retirar um governante no regime presidencialista, como o brasileiro. A presidenta lembrou que o sistema parlamentarista não está previsto na Constituição do Brasil.

“Somos presidencialistas. Não tem este negócio de que não gosta do governo, o governo cai”, criticou. “Isso só existe no Parlamentarismo. Não é a mim que se tenta atingir. Lamento que se tenha criado este clima de ódio e ressentimentos no Brasil. Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe”.

A presidenta lamentou profundamente o clima de ódio e intolerância que se espalhou pelo País em razão da polarização política. “Acho que isso é grave porque a intolerância é a base da violência. Acreditar que o outro não tem direito ou não merece ser tratado com respeito é a base da violência. Isso nós não podemos aceitar no nosso País. No Brasil, o outro não é um estranho, é nosso irmão porque é brasileiro”.

Quarta-feira, 30 de março de 2016 às 13:01

‘Importante é o programa continuar’, diz secretária de Habitação sobre Minha Casa Minha Vida 3

A secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, aponta as principais inovações do Minha Casa Minha Vida 3. Foto: Blog do Planalto

A secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades aponta as principais inovações do Minha Casa Minha Vida 3. Foto: Blog do Planalto

“O mais importante é o anúncio da continuidade do programa.” Foi assim que a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, definiu a cerimônia de lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida (MCMV). Em entrevista ao Blog do Planalto, ela explicou as principais novidades do programa que construirá mais 2 milhões de unidades habitacionais em todo o País, uma meta ousada de acordo com ela.

“As inovações são a criação da faixa 1,5 (um e meio), uma faixa intermediária em que as famílias deverão ter mais subsídio para facilitar o acesso a sua moradia”, apontou. A faixa 1,5 atenderá as famílias com renda pouco superior ao máximo permitido na faixa 1 e que recebem até R$ 2.350 por mês. Esta parte da população enfrentava dificuldades para encontrar imóveis da faixa 2 compatíveis com a capacidade de financiamento. “Uma outra [inovação], a ampliação das faixas de renda e dos valores de imóveis”, disse. O teto da faixa 1 passou de R$ 1.600 para 1.800; o da 2 sobe de R$ 3.275 para R$ 3.600 e o da 3 chega a R$ 6.500 – até então, o valor era de R$ 5.000.



Ela destacou um terceiro aprimoramento, que é o lançamento do Portal MCMV, cujo o principal destaque é o simulador, que entra no ar na segunda-feira. “Hoje o Portal já está no ar. Vamos contribuir com os municípios para que o processo de seleção seja célere, transparente e consolidando o conjunto de informações do Minha Casa num só espaço, que era uma das reivindicações importantes que estamos atendendo”.

Ela ainda relacionou aprimoramentos importantes no tocante à melhoria e ao maior cuidado na seleção dos projetos. O objetivo é garantir não só qualidade da unidade habitacional, mas também a provisão de equipamentos sociais e de condições de urbanidade adequadas.

O secretário de habitação municipal de São Paulo, João Settewhitaker, também avaliou positivamente as mudanças trazidas pelo MCMV 3. “Uma boa política habitacional tem que ser evolutiva. A fase 3 é importante porque evolui. Continua uma política habitacional importante e traz inovações”, afirmou.

Ele acentuou também a faixa 1,5 que, além de atingir uma população que estava desassistida, “pode dar uma dinamizada ao programa com uma definição de demanda das prefeituras”. Destacou ainda a manutenção da faixa 1. “Existiam boatos de que não ia ter mais o faixa 1, de que a crise ia cortar isso. E na verdade vai ter, isso é muito importante”.

Quarta-feira, 30 de março de 2016 às 11:46

‘Ofensiva golpista representa ameaça à democracia e às conquistas sociais’

Presente na cerimônia de lançamento da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), nesta quarta-feira (30), o governador do Piauí, Wellington Dias, defendeu a continuidade do governo da presidenta Dilma Rousseff, que passa por um processo de impeachment, para que os programas sociais evoluam e continuem melhorando a vida dos brasileiros.

Governador Wellington Dias (esq.), Dinar Isaac (centro) e Guilherme Boulos (dir.) demonstraram apoio à presidenta Dilma Rousseff e condenaram o processo de impeachment em curso no Congresso. Foto: Blog do Planalto

Governador Wellington Dias (esq.), Dinar Isaac (centro) e Guilherme Boulos (dir.) demonstraram apoio à presidenta Dilma Rousseff e condenaram o processo de impeachment em curso no Congresso. Foto: Blog do Planalto

“No Piauí, tivemos 180 mil famílias que passaram a ter casas. Nós podíamos ver a felicidade das pessoas que pararam de pagar aluguel e conquistaram a casa própria”.

Segundo o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, “hoje a ofensiva golpista do impeachment representa uma ameaça à democracia e às conquistas sociais”.

A prefeita de Capinópolis (MG), Dinair Issac, falou do prejuízo que o município teria com o impedimento do governo Dilma. “Nosso município conseguiu inúmeras unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida. Hoje, temos inúmeros projetos em andamento com o governo. Se houver um rompimento, seria muito ruim para o município”.

 

Quarta-feira, 30 de março de 2016 às 11:10

Movimentos sociais criticam impeachment em lançamento do Minha Casa Minha Vida 3

A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta quarta-feira (30), com representantes de movimentos sociais. O encontro foi feito pouco antes do lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida. Foto: Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta quarta-feira (30), com representantes de movimentos sociais. O encontro foi feito pouco antes do lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida. Foto: Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Militantes dos movimentos sociais, reunidos neste momento no Palácio do Planalto para o lançamento da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), se uniram contra a tentativa de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para eles, não há nada que justifique a sua saída.

“Queremos que as políticas sociais conquistadas com tanta dificuldade sejam mantidas. Impeachment é golpe!”, analisa Evaniza Rodrigues, militante da União Nacional por Moradia Popular.

Cedro Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) da Bahia, diz que a disputa no momento se dá entre um projeto que faz e realiza a inclusão social e distribuição de renda contra outro que “prioriza as camadas mais altas de nossa sociedade”. Segundo Cedro, já passou da hora de se acabar com esta disputa fratricida.

“A população não aceita, de jeito nenhum, o impeachment a uma presidenta que não responde a nenhum processo judicial”.

Para Marly Carrara, também da União Nacional por Moradia Popular, o governo Dilma acerta ao apostar na população mais carente. “O Minha Casa só existe num governo que tem no coração a disponibilidade de direcionar os recursos para que mais precisa”.

A terceira etapa do MCMV vai contratar mais 2 milhões de unidades em todo o País até o fim de seu mandato, em 2018. Serão R$ 210,6 bilhões investidos, dos quais R$ 41,2 bilhões são do Orçamento Geral da União.

Domingo, 20 de março de 2016 às 16:00

A Semana em Imagens: Minha Casa Minha Vida em quatro estados e posse de ministros


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