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Sexta-feira, 29 de abril de 2016 às 11:15

Apresentação Mais Médicos



Sexta-feira, 29 de abril de 2016 às 10:26

Dilma anuncia que médicos estrangeiros poderão ficar por mais três anos no Mais Médicos

Os municípios com médicos brasileiros formados no exterior e estrangeiros poderão contar com os profissionais por mais até três anos. A medida será adotada a partir desta sexta-feira (29), com a assinatura de Medida Provisória pela presidenta Dilma Rousseff, prorrogando por três anos o prazo que permite a atuação de médicos sem diploma revalidado no Brasil para que continuem atuando no Programa. A MP foi proposta ao governo federal pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), pela Associação Brasileira de Municípios (ABM) e pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). Para as entidades, é essencial a permanência dos 7 mil médicos graduados fora do Brasil que encerrariam o período de atuação em 2016.

De acordo com a FNP, a ABM e o CNS, muitas cidades dependem dos médicos intercambistas para manter os serviços básicos de saúde à população, e a descontinuidade criaria um caos nas cidades em período eleitoral. Os gestores também consideram que os significativos resultados gerados pela atuação dos profissionais, dos quais 73% são intercambistas, justificam a prorrogação do tempo de atuação. Entre os intercambistas individuais que vêm de mais de 40 países, além dos médicos brasileiros e cubanos, 98% manifestaram o interesse em permanecer no Brasil, segundo pesquisa realizada com o apoio da Universidade de São Paulo e Organização Pan-Americana da Saúde.

O Ministério da Saúde e a prefeitura de São Paulo também assinaram nesta sexta-feira (29) um termo de cooperação (TC). O objetivo é expandir em 160 o número de profissionais do Mais Médicos atuando na capital paulista. Pelo TC, o município ficará responsável por pagar a bolsa-formação dos médicos, além de moradia e alimentação. O Ministério da Saúde é responsável por financiar as bolsas até o limite máximo de profissionais estabelecidos pelo Programa. Caso o município queira exceder, a prefeitura pode assumir os custos. Caberá a pasta selecionar os profissionais, garantir o curso de especialização e realizar a supervisão dos médicos, bem como emitir registros e monitorar o acolhimento dos médicos intercambistas.

O Programa

Criado em 2013, o Mais Médicos ampliou à assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas. Somando com os Residentes em Medicina de Família e Comunidade, esse número chega a 65 milhões de brasileiros beneficiados.

Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e expansão da formação médica no país. No eixo de infraestrutura, o governo federal está investindo na expansão da rede de saúde. São mais de R$ 5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no país, que compõem o terceiro eixo do programa, preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica para formação de especialistas com o foco na valorização da Atenção Básica e outras áreas prioritárias para o SUS. Destas, já foram autorizadas 5.849 vagas de graduação e 7.782 vagas de residência.



Sexta-feira, 29 de abril de 2016 às 10:26

Mais Médicos é o “Bolsa Família da Saúde” e não pode ser comprometido, avaliam autoridades

A presidenta Dilma Rousseff assina nesta sexta-feira (29), durante cerimônia no Palácio do Planalto, a Medida Provisória que permite a prorrogação da permanência de médicos brasileiros formados no exterior e estrangeiros no Programa Mais Médicos.

Quando o Programa Mais Médicos foi lançado, em 2013, o número de médicos por habitante no Brasil estava abaixo da média de países vizinhos, dos países com sistemas universais de saúde e dos 34 países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Havia grande concentração de profissionais nas regiões metropolitanas e de maior renda. Mesmo nas grandes cidades, estavam ausentes nas áreas de maior vulnerabilidade.

O programa ampliou a rede de atenção básica e garantiu assistência a mais de 63 milhões de brasileiros que antes não tinham acesso a atendimento médico.

Para Eduardo Tadeu Pereira, presidente da Associação Brasileira de Municípios, o Mais Médicos é o “Bolsa Família” da saúde. “Ele garante o atendimento médico, principalmente nos municípios mais afastados e nas regiões metropolitanas das grandes cidades”, afirma.

O presidente da ABM avalia que a prorrogação do contrato dos profissionais do Mais Médicos assegura o atendimento aos municípios e às pessoas mais necessitadas. “Havia uma preocupação grande entre prefeitos e prefeitas de interrupção do atendimento. A prorrogação dos atuais contratos é a forma do governo garantir a continuação do atendimento, e que os mais pobres continuem tendo atendimento”, diz.

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, diz que o município conseguiu ampliar o acesso ao atendimento básico de saúde para 360 mil pessoas. “Em Porto Alegre, o programa permite o atendimento de 360 mil pessoas da periferia mais pobre da cidade. Se o contrato tivesse sido encerrado seria o caos, porque não teríamos como repor essa mão-de-obra qualificada. A presidenta Dilma está nos dando tranquilidade de que continuará tendo atendimento para a população que mais precisa”, afirma.

Ronald Ferreira dos Santos, do Conselho Nacional de Saúde, vê com preocupação o momento político que o país está atravessando e afirma que não se pode comprometer importantes avanços sociais como o Mais Médicos. “A gente entende que o programa que consegue levar atenção de saúde a mais de 50 milhões de pessoas, quase uma Argentina, não pode, simplesmente por uma turbulência política, uma tentativa de golpe, uma tentativa de ruptura do Estado Democrático de Direito, deixar uma população do tamanho da Argentina desassistida”, disse.

Segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 às 10:12

Dilma: ‘Estou confiante de que a economia vai emergir ainda mais forte e competitiva’

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal equatoriano “El Comercio”, que o governo está empenhado em recuperar o equilíbrio fiscal, reduzir a inflação e restaurar a confiança dos investidores, para que a economia brasileira entre em um novo ciclo de crescimento e investimento.

“Estou confiante de que a economia brasileira vai superar esses desafios e emergir ainda mais forte e mais competitiva”, declarou.

entrevista Dilma El Comercio

Detalhe da capa do jornal equatoriano “El Comercio”. Foto: Reprodução/Blog do Planalto

De acordo com ela, foram lançados programas para fazer avançar o investimento, em especial em parceria com o setor privado, como Programa de Investimento em Logística, o Programa de Investimento em Energia Elétrica e o Plano Nacional de Exportações.

Ela anotou que tudo isso está sendo feito sem descuidar dos direitos trabalhistas e sociais e as “conquistas dos últimos 13 anos”.

“Não retrocederemos em políticas bem-sucedidas de inclusão social e não descuidaremos daqueles que mais precisam. Mesmo no contexto de ajuste, mantivemos os programas sociais e os principais investimentos”.

Dilma citou como exemplos a integração e revitalização do Rio São Francisco, o programa Minha Casa Minha Vida, novas vagas em universidades, o Pronatec, o Bolsa Família e o Mais Médicos.

Terça-feira, 15 de dezembro de 2015 às 22:12

Dilma anuncia que Conselho Nacional de Política Indigenista será criado ainda nesta semana

Dilma com os índios

Dilma: “Democracia é demarcação de terras para os povos indígenas. E, ainda nesta semana, vamos publicar novos decretos de homologação de terras, como marco dessa primeira conferência”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou que assinará, ainda nesta semana, o decreto que institui o Conselho Nacional de Política Indigenista. A declaração foi feita nesta terça-feira (15), durante a abertura oficial da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista. O evento vai até o dia 17 de dezembro e deve reunir cerca de dois mil participantes em Brasília. O tema central do encontro é A Relação do Estado brasileiro com os povos indígenas no Brasil sob o paradigma da Constituição de 1988.

Segundo a presidenta, o conselho vai fortalecer os canais de interlocução entre o governo e os indígenas, a fim de facilitar a execução de políticas públicas que atendem ao interesse dessa população.

“Participar dessa conferência é, sobretudo, um marco histórico. Porque, a partir dela, construímos uma sistemática de diálogo, propostas e ações, para que a Constituição de 1988, [no que toca] as políticas indigenistas, seja cumprida na sua integralidade”, afirmou.

Demarcação de terras 
Dilma Rousseff assegurou que o governo dará continuidade às demarcações de terras indígenas, para a efetiva posse das áreas já demarcadas e a proteção das reservas.

“Democracia é demarcação de suas terras para os povos indígenas. E, ainda nesta semana, vamos publicar novos decretos de homologação de terras, como marco dessa primeira conferência”, anunciou.

A presidenta aproveitou a ocasião para declarar que é o governo é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/2000, que visa transferir a decisão sobre demarcação de terras indígenas do Poder Executivo para o Congresso Nacional e também possibilita a revisão das terras já demarcadas.

“Queria fazer uma declaração, para que não reste dúvida de que somos contra a PEC 215. Para nós, a demarcação de terras indígenas deve persistir como prerrogativa do Executivo. Continuaremos dialogando com todos, respeitando todos os poderes. Mas, acredito que externar nossa posição é algo fundamental”, afirmou.

A proposta tramita há 15 anos no Legislativo e também prevê mudanças nos critérios e procedimentos para a demarcação de reservas, que passariam a ser regulamentados por lei, e não por decreto, como atualmente.

Concurso para Funai está mantido
Durante seu discurso, na abertura da conferência, a presidenta Dilma defendeu ainda o papel exercido pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

“Ela é tão importante que, mesmo em meio a um processo de reorganização administrativa, nós decidimos dar sequência ainda a seu processo de fortalecimento institucional. Como nos comprometemos com vocês, está mantido o concurso para expandir os quadros da fundação”,garantiu.

Saúde
A presidenta lembrou que, em seu primeiro mandato, o governo conseguiu enfrentar a absoluta um grave problema de saúde que afetava os povos indígenas, as populações tradicionais, quilombolas e todos os brasileiros que viviam na periferia e as populações rurais do interior do Brasil.

“Esse problema era a falta absoluta de médicos, que se concentravam [apenas] nas áreas mais populosas do País, notadamente nas mais ricas”.

Para solucionar esse desafio, o governo realizou o que a presidenta considerou que seja talvez a maior ação de saúde pública do País, que foi o programa Mais Médicos.

“Com isso, nós passamos a ter mais de 18 mil medicos, o que representa um aumento de quase 63 milhões de brasileiros que não tinham atenção básica de saúde. Inclusive, aqui, com destaque aos departamentos de saúde indígena”, recordou.

Educação
A presidenta defendeu ainda, durante a abertura da conferência, uma educação indígena que proteja e promova a cultura indígena, suas línguas, costumes e tradições, preceito que orienta as metas e estratégias do Plano Nacional de Educação.

“Determinei ao Ministério da Educação que, a partir do próximo ano, inicie um processo para consolidação dos Territórios Etnoeducacionais”,afirmou.

Com esse processo, acredita ela, será fortalecido o regime de colaboração entre os entes federados, e promovido o protagonismo indígena nos seus processos educacionais, respeitando a diversidade socioambiental, cultural e linguística dos vários povos.

A presidenta informou que o governo continuará investindo na formação inicial e continuada dos professores indígenas, por meio das Licenciaturas Interculturais Indígenas e dos Saberes Indígenas na Escola. E vai apoiar a realização da II Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena.

Rede Brasileira de Educação Superior
Por fim, a presidenta anunciou a criação da Rede Brasileira de Educação Superior Intercultural Indígena, que irá atender a uma reivindicação histórica dos povos indígenas. A rede será uma organização consorciada de instituições públicas de educação superior para promover o acesso e permanência dos estudantes indígenas na educação superior e estimular o ensino, a pesquisa e a extensão nas temáticas de interesse dos povos indígenas.

“Em outras ocasiões, disse que nossas políticas de democratização do acesso à educação superior têm garantido que as universidades brasileiras tenham as cores de nosso povo. Com a Rede Brasileira de Educação Superior Intercultural Indígena, aprofundaremos esta extraordinária mudança em nosso sistema universitário, fazendo justiça aos povos indígenas e fortalecendo nosso caminho de igualdade de oportunidades”.

Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 18:35

Dilma garante que Minha Casa vai continuar: “Diante das dificuldades, temos de ter é coragem”

Dilma entrega casas em Barreiras

Dilma: só na Bahia, já foram entregues, nesse ano,, 17,7 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida, o que significa entregar quase 3 casas por hora. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma garantiu nesta quarta-feira (7), em Barreiras (BA), que manterá os investimentos no Programa Minha Casa Minha Vida, apesar das limitações que a crise financeira internacional impõe ao Brasil. “Todos aqui sabem que nós tivemos que adotar medidas para reequilibrar os gastos do governo. (…) Cortamos vários gastos. Mas nós preservamos os programas sociais”.

E acrescentou: “Diante das dificuldades, o que nós temos de ter é coragem e determinação para enfrentar o problema. A gente não pode se atemorizar nunca diante da dificuldade”, assegurou.

“Eu quero dizer para vocês que o Minha Casa Minha Vida vai continuar. Nós vamos fazer o Minha Casa Minha Vida 3. Vamos continuar com o que falta entregar do Minha Casa Minha Vida 2, dos 4 milhões, já entregamos 2 milhões e mais de 300 mil casas. Então está faltando entregar 1,600 milhão”, contabilizou Dilma.

Apenas na Bahia, a presidenta relatou que já foram entregues, nos primeiros nove meses de 2015, “que está sendo um ano difícil”, 17 mil e 700 casas do Minha Casa Minha Vida. “O que significa esse número: 17.700? Significa entregar quase três casas por hora, todos os 279 dias deste ano. Mesmo com dificuldade, nós fizemos isso”.

Outro exemplo: somente em 2015 o governo colocou mais 388 profissionais do Mais Médicos na Bahia. “Com isso, são 1.700 médicos novos, que o governo federal arca com todos os custos, para garantir que em cada município do Brasil tenha médicos, o que não acontecia antes”.

Além disso, estão sendo feitos investimentos para melhorar a infraestrutura de saúde. Neste ano de 2015, foram entregues 83 postos de saúde novos e reformados 376. Foram entregues também 8 Upas. E, em setembro, 313 mil baianos retiraram medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão e asma na rede Aqui Tem Farmácia Popular.

“Eu garanto a vocês que nenhum desses programas vai parar, porque são todos muito importantes para o País. Aqui [na Bahia], em 2015, tivemos milhares de jovens entrando nas universidades. Milhares entrando no Pronatec. Centenas de crianças indo para as creches”, enumerou.

Os números comprovam que o governo está comprometido com a população e, por isso, tem de agir em duas frentes: “Tem de cuidar, sim, das finanças. Não pode jogar dinheiro pela janela. Tem sempre de procurar fazer mais com menos. Mas sempre tem de fazer mais para aqueles que mais precisam, é para eles que nós temos de fazer mais”.

Sexta-feira, 2 de outubro de 2015 às 21:10

Mais Médicos e remédios para doenças crônicas estão garantidos, afirma novo ministro da Saúde

O novo ministro da Saúde, Marcelo Castro, garantiu nesta sexta-feira (2) que os programas sociais da pasta, como Mais Médicos e Saúde Não tem Preço, que oferece gratuitamente remédios para doenças crônicas, serão mantidos durante sua gestão. Castro afirmou que vai dar continuidade aos programas já criados pelo atual governo.

Novo ministro da Saúde garantiu que vai fortalecer os programas sociais da pasta. Foto: Agência Brasil

Novo ministro da Saúde garantiu que vai fortalecer os programas sociais da pasta. Foto: Agência Brasil

“A população de menor renda depende diretamente disso aí. O governo é da presidenta Dilma [Rousseff], é um governo de continuidade que vem do governo Lula, evidente que programas que foram criados no governo Lula e no governo Dilma vão continuar. O Mais Médicos que é um programa de grande sucesso cada vez mais vai ser fortalecido e incentivado”, assegurou em entrevista ao Blog do Planalto.

Castro destacou que resultados melhores serão possíveis com racionalização, padronização e economia para “fazer mais com menos”. “Vamos priorizar aquelas áreas que têm uma melhor resposta, um maior alcance social. Quanto mais barato, quanto mais simples, quanto maior for o alcance de uma ação na saúde, aí será priorizada. Sobretudo as ações preventivas, as ações de promoção da saúde, para a gente alcançar um número maior com um recurso menor”, enfatizou.

Sexta-feira, 2 de outubro de 2015 às 17:17

Dilma elenca realizações do mandato e assegura: processo de inclusão social continua

O governo continuará a implementar políticas fundamentais para a população brasileira, apesar de ter realizado profundos e significativos cortes no orçamento e nas despesas públicas, garantiu a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (2), ao anunciar a reforma administrativa e ministerial.

A presidenta citou alguns exemplos que confirmam essa afirmação. “Somente em 2015, justamente nesse ano de dificuldades que estamos enfrentando, criaremos, até o final do ano, 906 mil novas vagas em universidades para os jovens. Abrimos 1,3 milhão de vagas no Pronatec. Entregaremos, até o final do ano, 360 mil casas do Minha Casa, Minha Vida. Já contratamos mais de 4 mil médicos do Mais Médicos, e com esse número chegamos a 63 milhões de pessoas atendidas”, enfatizou.

 No anúncio da reforma administrativa, na manhã de hoje, Dilma lembrou que mesmo em um ano de dificuldades, o governo criou 906 mil novas vagas em universidades públicas, 1,3 milhão de vagas no Pronatec e entregou 360 mil casas do programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

No anúncio da reforma administrativa, desta manhã, Dilma lembrou que mesmo em um ano de dificuldades, o governo criou 906 mil novas vagas em universidades públicas, 1,3 milhão de vagas no Pronatec e entregou 360 mil casas do programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma lembrou também que inaugurou, neste ano, a primeira estação de bombeamento do Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco. Ela reforçou que o governo pretende entregar a obra até o final do ano que vem. Dilma também acrescentou, na lista de realizações de 2015, o lançamento dos planos de financiamento do agronegócio e de financiamento da agricultura familiar com aumento de 20% em relação aos da safra anterior.

“Fica claro, por esses dados, que o processo de inclusão social não foi interrompido. Esperamos que o reequilíbrio fiscal, a ser aprovado pelo Congresso, e o controle da inflação – em processo – garantam a retomada do crescimento e do crédito. E possam contribuir também para uma maior expansão do consumo das famílias nos próximos meses”.

Investimentos em infraestrutura
Falando sobre infraestrutura, Dilma Rousseff destacou que o governo lançou neste ano a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) e o Programa de Investimento em Energia Elétrica (PIEE). E falou sobre a melhora nas exportações brasileiras. “Até setembro, obtivemos um saldo na balança comercial de US$ 10 bilhões”.

Ela ressalvou que esses fatos não significam que o Brasil superou as dificuldades. “Elas devem ser – e serão – continuamente enfrentadas”. Mas acrescentou que significam, sim, que há um processo de avanço em curso e que o governo não deseja uma volta atrás.

Terça-feira, 22 de setembro de 2015 às 16:15

Objetivos do Milênio ajudaram Brasil a melhorar vida da população, diz ministra

ONUO Brasil se destacou em sete dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) definidos pela ONU para o movimento mundial de combate à pobreza, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Segundo ela, a superação das propostas faz com que o Brasil seja o principal exemplo de ação bem sucedida dos ODMs.

“O Brasil fez uma opção de usar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio como farol para que a gente pudesse perseguir melhor não só a melhora dos nossos indicadores, mas das condições de vida da população”, disse nesta segunda-feira (22), em entrevista ao programa Direto na Fonte da TV NBr.

Entre os avanços, Campello ressaltou a redução significativa da fome. De acordo com a ministra, atualmente, 1,7% da população brasileira enfrenta esse problema. Em 2003, o percentual era de 10%. “Em menos de dez anos, nós tivemos uma trajetória muito importante. O Brasil passou a ter acesso a esses alimentos, principalmente por ter acesso a renda. Aumento do salário mínimo, programas como Bolsa Família, por exemplo, que garantiram renda para essa população em situação de pobreza”.

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A ministra comentou também a redução da mortalidade infantil no Brasil, que foi “bem acima” da média mundial. Dados do Unicef e da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, enquanto o mundo reduziu o índice em 53%, no Brasil a redução foi de 73%.

A ministra acredita que, com a criação do programa Mais Médicos, os próximos relatórios vão trazer resultados ainda mais positivos. “O programa garantiu que exatamente onde a população mais pobre está, a gente pudesse ter um médico. E hoje não tem mais nenhum município no Brasil sem médico, e essa é uma grande vitória e nossos indicadores vão ficar melhores ainda”, avaliou.

Entrevista a jornal americano
O jornal The New York Times também repercutiu o exemplo do Brasil nas políticas de redução da pobreza em entrevista com Tereza Campello, publicada na última sexta-feira (18).

“Muitos países têm estudado o Bolsa Família na esperança de adotar a ideia básica do programa”, disse a ministra. Além disso, explicou que o programa melhora a vida de milhões de famílias pobres e contribui diretamente para avanços significativos na educação, na saúde e na nutrição infantil do País.

O jornal pontuou que, desde a sua criação, em 2003, o Bolsa Família contribuiu para uma redução de 82% da população subnutrida do País.

Ainda segundo a publicação, a oposição do governo Dilma reconhece que o programa de transferência de renda é uma forma relativamente acessível para combater a pobreza extrema. A ministra afirma que as críticas que o programa recebe, como a perpetuação do desemprego e o incentivo a gastos irresponsáveis, são mitos.

Campello concedeu a entrevista durante sua ida a Nova Iorque para participar de seminário sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), na ONU, que reunirão 17 boas práticas no mundo que visam melhorar a qualidade de vida e eliminar ou reduzir as desigualdades entre nações ricas e pobres até 2030. Os objetivos serão formalmente aprovados durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que começa na nesta sexta-feira (25) com a participação de cerca de 150 líderes mundiais.

Sexta-feira, 28 de agosto de 2015 às 18:54

Prioridades do governo são retomada do crescimento e redução da inflação, garante Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (28), durante entrega de 2,7 mil residências do Programa Minha Casa Minha Vida, que as prioridades do governo são a retomada do crescimento do país e a redução da inflação. Dessa forma, disse, serão protegidos o emprego e a renda do trabalhador.

A presidenta disse também que é compromisso do governo garantir a continuidade das políticas públicas que nos últimos anos foram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida dos brasileiros. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta disse também que é compromisso garantir a continuidade de políticas públicas que melhoraram a qualidade de vida dos brasileiros nos últimos anos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Sei que nós hoje, no Brasil, estamos passando dificuldades. Muitos de vocês acham que a situação está incerta, que a inflação ainda está alta, têm medo de perder o emprego. Eu quero dizer para vocês que o meu governo pensa em duas coisas. Em como aumentar o emprego, garantir que o país volte a crescer, primeira coisa. Segunda coisa, em reduzir a inflação, porque nós sabemos que a inflação corrói a renda do trabalhador, a renda do empreendedor.”

A presidenta reafirmou que o Brasil é um país forte que vai crescer, vai superar as dificuldades, que são momentâneas, sem retroceder nas conquistas que a Democracia permitiu. “Temos muito o que preservar, nós conquistamos muita coisa”, ressaltou. “Não vamos deixar haver retrocesso nesse país. Nem no que se refere aos programas nem no que se refere à questão da Democracia.”

E Dilma falou também que é compromisso do governo garantir a continuidade das políticas públicas que nos últimos anos foram responsáveis pela melhoria na qualidade de vida dos brasileiros.

“Nós não vamos abrir mão das políticas que têm ajudado o povo brasileiro a melhorar de vida. O Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família. O Prouni, que garantiu, como dizia o pessoal, que a filha do pedreiro pode virar doutora. Garantir também o Fies; o Pronatec, que cria oportunidade de emprego, porque é um programa a favor do emprego, porque forma os jovens trabalhadores desse país; o Pronaf, que é o programa para a agricultura familiar, que também vai continuar.”

Em especial, falou sobre o Mais Médicos, programa responsável por levar atendimento médico a 63 milhões de pessoas antes desassistidas. “Tem um especial que eu tenho um carinho imenso, é o Mais Médicos. Porque no Brasil tinha municípios que não tinham nenhum médico, nem unzinho. Esse foi o primeiro passo para garantir que as pessoas tivessem acesso à saúde”.

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