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Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 19:47

Começa contagem regressiva para Olimpíadas e coração do Brasil já bate mais forte, afirma Dilma

Contagem regressiva

Dilma: a partir de 5 de agosto de 2016, Brasil se tornará sede dos Jogos Olímpicos e os olhos do mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro. “Faremos, sim, um espetáculo inesquecível”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

seloO coração do Brasil já começou a bater muito mais forte, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (5), no Rio de Janeiro, ao participar da cerimônia que marcou o início da contagem regressiva de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Brasil.

A presidenta acrescentou que essa emoção acontece no “generoso coração brasileiro, que teima em acelerar quando nele se cruzam dois sentimentos: a emoção de abraçar gente de todas as partes do mundo e a alegria de disputar partidas com fervor e fair-play”.

“Sempre foi assim no Brasil e sempre será assim no Brasil. A partir de 5 de agosto de 2016, o Brasil se tornará, então, o primeiro país da América do Sul a sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Os olhos do mundo estarão voltados para o nosso querido Rio de Janeiro. Faremos, sim, um espetáculo inesquecível”.

Segundo ela, o evento será mais memorável ainda por causa do cenário onde é realizado e garantiu que o Brasil está pronto para a competição. “O Rio de Janeiro é, sem dúvida, o mais lindo cenário, desde a Grécia antiga, onde se realiza uma Olimpíada. Essa será uma edição muito especial dos Jogos Olímpicos. E vocês que virão, contarão com equipamentos esportivos adequados, infraestrutura urbana modernizada, segurança pública e, claro, a reconhecida hospitalidade e alegria do povo brasileiro”, afirmou.

Lembrou ainda que, com a experiência acumulada ao realizar, “com grande sucesso”, a Copa do Mundo em 2014, o País cumprirá todas as etapas necessárias para, mais uma vez, encantar o mundo. “Os mais de dez mil atletas, as delegações, os torcedores, os turistas, todos serão muito bem recebidos no Brasil”, garantiu.

E afirmou que, para isso, é preciso continuar trabalhando, pois ainda há muito o que fazer. “Nos próximos meses, os eventos-teste nos permitirão ajustar todos os detalhes. Juntos, governo federal, estadual e prefeitura, em estreita colaboração com o Comitê Organizador dos Jogos Olimpícos, construímos as condições para estarmos à altura do desafio que assumimos em 2009 frente ao Comitê Olímpico Internacional”.

Disse ainda que os atletas brasileiros estão treinando com muita dedicação para superar os próprios limites e brilhar nas competições. “Torceremos, claro, por muitas vitórias e medalhas para o Brasil. Nosso povo – trabalhadores, empresários, cientistas, estudantes, artistas – ergueu uma das nações mais diversas, étnica e culturalmente, com capacidade criativa, amabilidade e solidariedade. Construímos uma vigorosa cultura de paz e de trabalho”, enfatizou.

E é com esses valores que o Brasil está trabalhando duro para fazer dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos a melhor festa que o esporte mundial já viveu, destacou a presidenta. “Essa é, para nós, a vitória mais importante que, tenho certeza, vamos alcançar juntos. Uma memorável e extraordinária confraternização entre povos, pessoas e nações. O Rio e todo o povo brasileiro aguardam ansiosos todos que vierem participar da festa olímpica. Esperamos vocês de coração e braços abertos”, concluiu.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:57

Primeira olimpíada da América do Sul será uma transformação para o esporte nacional, diz Virna

seloA jogadora Virna Dias, convocada pela primeira vez para a seleção brasileira de voleibol feminino em 1991, acredita que as Olimpíadas de 2016 serão uma transformação para o esporte nacional, com a oportunidade de ver de perto os grandes atletas mundiais nos primeiros jogos realizados na América do Sul.

“Vocês não têm noção o quanto que é legal poder vivenciar uma Olimpíada de perto. Poder ver os ídolos brasileiros de perto, os atletas. Poder receber turistas do mundo inteiro, atletas do mundo inteiro. É um marco para a história do esporte no Brasil”, disse ela ao Blog do Planalto.

“Eu tive oportunidade de jogar três Olimpíadas, que já é maravilhoso. Ainda mais pelo seu País, eu acho que é o máximo. O povo brasileiro está recebendo um evento de um porte esplêndido”.

A atleta lembrou que, em um momento de crise, o esporte é uma forma de unir os povos, incentivar os jovens. “Tirar as crianças das drogas, da violência. Um evento como esse vai deixar legados muito especiais”, acrescentou.

O mascote Vinícius, das próximas Olimpíadas, vestido com roupa de gala para a festa que marcou 1 ano para o inÍcio das Olimpíadas do Rio. Foto: Adriana Machado/Blog do Planalto

O mascote Vinícius, das próximas Olimpíadas, vestido com roupa de gala para a festa que marcou 1 ano para o início dos jogos olímpicos do Brasil. Foto: Adriana Machado/Blog do Planalto

Sobre a organização do evento, Virna disse não ter dúvidas de que vai dar tudo certo. “Tive oportunidade de viver o Pan-Americano. Obviamente que é 10% de uma Olimpíada, mas tudo funcionou perfeitamente aqui no Rio de Janeiro e não tenho dúvidas de que as coisas vão funcionar muito bem.”

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:30

Medalhista olímpico se diz impressionado com as obras dos Jogos de 2016

O medalhista de ouro Lars Sigurd Bjorkstrom, o primeiro atleta a conquistar essa honraria para o iatismo brasileiro, se disse, nesta quarta-feira (5), bastante impressionado com o bom andamento das obras para as Olimpíadas 2016. “Hoje fomos testemunhas do progresso das obras. Eu realmente fiquei muito bem impressionado. Tenho certeza de que vai estar tudo pronto. Acho que vai ser uma festa fantástica e todos os que vierem para cá não vão esquecer nunca [dos jogos]”, afirmou ele, durante o evento que marcou o início da contagem regressiva de um ano para os jogos, com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

Comparando a emoção vivida hoje com a da conquista da medalha de ouro em Moscou, no ano de 1980, Lars disse que nestes 35 anos que se passaram houve vários momentos de grande emoção, mas esse de hoje é muito especial.

“Claro que, na hora em que a gente participou, o Brasil nunca tinha ganhado uma medalha de ouro em 24 anos e foi realmente uma coisa fantástica. Inclusive porque o Brasil ganhou duas medalhas de ouro, ambas em iatismo. Sentimos que, a partir daí, o iatismo no Brasil realmente deslanchou e hoje o Brasil é uma potência mundial nesta modalidade. Temos dois iatistas que estão entre os mais condecorados do mundo”, afirmou.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:11

Brasil realizará jogos olímpicos inesquecíveis

seloA um ano do início dos Jogos Rio 2016, a presidenta Dilma Rousseff gravou uma mensagem reafirmando a confiança de que o Brasil realizará uma olimpíada inesquecível.

O sucesso dos eventos-teste é uma comprovação disso. Eles “começam a colorir e agitar o Rio”, afirmou a presidenta. De acordo com ela, fica claro como o esporte envolve valores que inspiram nossas vidas, com cada atleta buscando o melhor de si guiado pelo talento dos que trabalham com determinação e perseverança na busca da vitória. “Assim também é todo o povo brasileiro”, disse.

Dilma destacou ainda que povos de todo o mundo, raças e religiões, estarão reunidos na cidade maravilhosa para celebrar, em paz e harmonia, o melhor que o Brasil tem a oferecer.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 15:42

Jogos de 2016 serão de transformação social para o Rio, afirma presidente da Empresa Olímpica

seloNinguém tem dúvidas de que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. Mas, além da beleza, os representantes da cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 querem deixar nos visitantes uma impressão ainda melhor do que os seus atrativos naturais e turísticos.

O presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Joaquim Monteiro de Carvalho, garante que os Jogos Rio 2016 vão promover uma transformação social na cidade. “Estamos usando o argumento olímpico para transformar a cidade. O que estamos fazendo não vai durar apenas durante os dias de competições e nem vai beneficiar apenas atletas e turistas”, ressalta.

Um dos exemplos nesse aspecto são os investimentos em mobilidade urbana, afirma Joaquim. “Estamos mudando a maneira do carioca ir e vir”, assegura. Segundo ele, antes do início das obras, menos de 20% da população utilizava transporte público de massa. Ao final dos Jogos, em 2016, a estimativa é ampliar esse percentual para mais de 60%. Para isso, serão concluídas as obras da Transolímpica para se juntar à Transoeste e Transcarioca e formar um grande corredor de BRT na cidade. Além disso, também deverá ser concluída a linha 4 do metrô, ampliando a rede para atender uma média de 300 mil passageiros/dia.

O orçamento do Comitê Rio 2016 é de R$ 7 bilhões, exclusivamente com verbas privadas, originárias de patrocínio, venda de ingressos, produtos licenciados e direitos de transmissão de TV. Além disso, R$ 6,6 bilhões serão investimentos da matriz de responsabilidade dos governos, com recursos públicos e privados. Para as obras de legado serão destinados R$ 24 bilhões, com investimentos públicos e privados para transformação da cidade, como metrô, BRTs, etc.

Para que esses projetos se concretizem, o presidente da EOM destaca a importância da parceria entre os governos, que tem dado demonstrações de preocupação com o gasto racional dos recursos públicos.  “Você não consegue fazer um evento como uma Olimpíada sem um alinhamento sólido entre o governo municipal, estadual e o federal.” E nesse sentido, destaca o apoio, cada vez mais ativo, que o governo federal tem dado à organização e às obras para os jogos.

A maior parte dos recursos para a construção dos dois principais complexos esportivos para as Olimpíadas: o Parque Olímpico – considerado o coração dos jogos e que já está com 82% de suas obras concluídas, e o Complexo Esportivo de Deodoro – são provenientes do governo federal.

No entanto, Joaquim Carvalho faz questão de destacar o compromisso que os governos envolvidos têm dispensado para a aplicação racional dos recursos públicos e para que as Olimpíadas do ano que vem sejam condizentes com a realidade brasileira.

Quase 60% do orçamento para os Jogos vem da iniciativa privada. Usamos o modelo das Parcerias-Público-Privadas (PPPs) para garantir a infraestrutura necessária para a realização dos Jogos e o Rio está inovando nessa organização. Serão Jogos adequados à realidade brasileira, que terão uso racional dos recursos públicos e com obras que não se tornarão elefantes brancos”, afirma.

Quarta-feira, 25 de março de 2015 às 15:54

500 dias: Defesa prevê R$ 580 milhões em investimentos e 38 mil militares

Do Portal Brasil 2016

Jogos Olímpicos Rio 2016 Pan 2007, Jogos Mundiais Militares 2011, Rio+20 em 2012, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude em 2013, Copa 2014. A atuação dos militares brasileiros em grandes eventos tem amplo histórico, e os legados são aproveitados de um evento para outro. Nos Jogos Olímpicos, não vai ser diferente: os aprendizados dos últimos anos, sobretudo os do Mundial, serão a base do planejamento, que também prevê novos investimentos.

“Nosso orçamento atualmente é projetado em cerca de R$ 580 milhões em três anos: 2014, 2015 e 2016. Isso já levou em consideração o legado dos eventos anteriores.  Além disso, estamos modernizando sistemas, ampliando a nossa área de comunicação rádio-digital, os sistemas de Comando e Controle, aprimorando sistemas de aeronaves, navios e das nossas viaturas, e estamos adquirindo equipamentos novos, particularmente na área de prevenção a incidentes químicos, biológicos, nucleares e radiológicos, prevenção à área de terrorismo e cibernética”, explicou o general Jamil Megid Júnior, assessor especial para Grandes Eventos do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa.

De acordo com ele, a estimativa é que 38 mil militares atuem nos Jogos 2016, especialmente na região de Deodoro. Megid destaca também o legado esportivo-militar para a preparação de atletas ligados às Forças Armadas e revela a meta para 2016: dobrar o número de medalhas obtidas por esportistas militares no ano que vem.

Confira a entrevista:

A 500 dias
A 500 dias dos Jogos Olímpicos estamos na fase de concluir os planejamentos. Iniciamos com o plano estratégico, numa gradação com o plano operacional na cidade-sede principal, que é o Rio de Janeiro, e agora estamos setorizando o planejamento em cada área olímpica dentro do Rio. Paralelamente, iniciamos a preparação. É claro que a preparação das unidades militares já vem sendo feita desde o Pan de 2007. Várias equipes especializadas vêm participando dessa série de grandes eventos. Estamos progressivamente melhorando o treinamento e o planejamento. Por que isso? Para que eles já possam fazer exercícios objetivos nos eventos-teste. Em cada um, iremos treinar alguma tarefa especifica de segurança ou diversas ações, conforme o evento- teste, e vamos com isso fazer esse treinamento prático, não só internamente nas nossas áreas de instrução como também no evento-teste propriamente dito.

38 mil militares
São mais de 20 instituições no Rio de Janeiro – de Segurança Pública, Inteligência, Defesa Civil e Forças Armadas – estudando instalação por instalação, para ter esse detalhamento ponto a ponto. A nossa estimativa hoje está em torno de 38 mil militares nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Isso não é só no Rio. A maior parte do efetivo estará no Rio, mas temos unidades militares nas cidades do futebol olímpico e teremos uma reserva de contingência para sempre procurar atender uma necessidade que surja durante o evento.

Deodoro
Como Forças Armadas, estamos usando o mesmo escopo de ações que tivemos na Copa do Mundo, com um detalhe a mais, que é uma característica dos Jogos Olímpicos no Rio: nós temos o setor Deodoro, que é o segundo maior setor olímpico, com nove competições ocorrendo na Vila Militar, em instalações que são das Forças Armadas. Então, nessa área, nós teremos muito mais atividades das Forças Armadas. Nós é que fazemos o patrulhamento das ruas, a segurança da instalação como um todo e aí, juntamente com a Polícia Militar, Polícia Civil, a segurança privada, vamos participar com um maior efetivo visível, por serem competições olímpicas dentro de quartéis da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Combate ao Terrorismo
Prevenção, repressão e combate ao terrorismo – como denominamos esse eixo –, em qualquer grande evento, tem uma importância específica, pelo tipo de ameaça, que requer uma avaliação, um acompanhamento e a meta é prevenir. O histórico dos Jogos indica que há que ter uma atenção maior nisso. Estamos preparando as tropas especializadas, juntamente com Policia Federal, Policia Militar, Policia Civil e Inteligência, para ter essa atenção redobrada, ter um efetivo melhor distribuído, fazer a maior quantidade de medidas preventivas e estaremos prontos para uma pronta-resposta, se houver necessidade.

Investimentos
Nosso orçamento atualmente é de cerca de R$ 580 milhões em três anos: 2014, 2015 e 2016. O planejamento já levou em consideração o legado dos eventos anteriores. Além disso, estamos modernizando sistemas, ampliando a área de comunicação rádio-digital – que agora abrange todo o Grande Rio, uma área muito maior, e teremos mais militares operando ao mesmo tempo –, estamos ampliando os sistemas de Comando e Controle, modernizando sistemas de aeronaves, navios e das nossas viaturas. Além disso, estamos adquirindo equipamentos novos, particularmente na área de prevenção a incidentes químicos, biológicos, nucleares e radiológicos, prevenção à área de terrorismo e cibernética. Equipamentos novos que compõem um sistema que já existia, o legado anterior dos últimos eventos.

Legado esportivo-militar
Nos Jogos Olímpicos, o Ministério da Defesa tem mais uma característica. Como teremos instalações esportivas em áreas militares, dessas competições que ocorrem principalmente em Deodoro e outros locais de treinamento, então vamos também ter melhores instalações esportivas para o treinamento das nossas equipes. E, paralelamente, estamos confirmando, desde 2009, quando foi implantado, o nosso programa de alto rendimento, que é termos atletas militares no nível das nossas seleções olímpicas. Temos diversos atletas que são militares, participam da nossa atividade de treinamento físico, motivam a tropa e participam das competições olímpicas. Temos vários medalhistas na Marinha, no Exército e na Aeronáutica. Isso está sendo reforçado para os Jogos Olímpicos.

Atletas militares
O nosso programa de alto rendimento das Forças Armadas, que é conduzido pelo Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, vem desenvolvendo esse programa desde 2009 e atendeu muito bem os 5º Jogos Mundiais Militares. O Brasil ganhou essa competição, como resultado desse trabalho, e ele prosseguiu. Estamos indo agora em 2015, em setembro, para os 6º Jogos Mundiais Militares, na Coreia do Sul. Temos uma quantidade maior de atletas na Marinha, no Exército e na Aeronáutica, das diversas equipes olímpicas e alguns esportes militares, que são específicos das Forças Armadas, como paraquedismo, pentatlo militar, que é diferente do pentatlo moderno. E esse apoio é feito com o Comitê Olímpico do Brasil, o Ministério do Esporte e as confederações. Normalmente as confederações que têm uma estrutura menor usufruem mais do apoio militar, porque usam as nossas instalações esportivas, permitem o treinamento desse nível olímpico, são boas instalações, são legado também. E eles participam tanto da equipe militar quanto da olímpica.

Meta para 2016
A meta para 2016 é termos cerca de 100 atletas do alto rendimento militar participando das equipes olímpicas e com certeza dobrarmos o número de medalhas. Então seria em torno de 10 medalhas olímpicas. Isso está caminhando muito bem.

Terça-feira, 2 de dezembro de 2014 às 16:55

Com R$ 661 mi, Brasil Medalhas ultrapassa previsão de investimento em centros de treinamento

Nesse domingo (30) ocorreu o primeiro evento-teste do Centro Pan-Americano de Judô de Lauro de Freitas (BA). Na estreia da “nova casa”, o Brasil venceu o Desafio Internacional contra a Itália por 5 x 0. O Centro é um das maiores obras do Plano Brasil Medalhas. Com ele, o investimento planejado de R$ 310 milhões em centros de treinamento foi ultrapassado, chegando a R$ 661 milhões destinados (R$ 473 milhões do governo federal e R$ 188 milhões de contrapartidas). No total, o Plano Brasil Medalhas assegurou R$ 1 bilhão aos esportes olímpicos e paraolímpicos, incluídas ações como o Bolsa Pódio.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas. Foto: Divulgação.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas, além de 72 quartos para atletas e quadras poliesportivas. Foto: Divulgação.

A maior parte dos CTs incluídos no Plano está com obras aceleradas ou já entregues. Além disso, há diversos projetos em análise. Estão em fase de finalização alguns editais de locais de treinamento que serão usados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e que depois farão parte da Rede Nacional de Treinamento.

O Centro Pan-Americano de Judô foi entregue à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) em julho deste ano. O CPJ é fruto de um investimento de R$ 43,2 milhões, sendo R$ 18,3 milhões do Estado da Bahia e R$ 19,8 milhões da União. A confederação aportou outros R$ 5,1 milhões para desenvolver o projeto executivo e comprar parte dos equipamentos e mobiliário.

O judô é a modalidade que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil (19) e espera continuar sendo uma das principais forças esportivas do País. Na inauguração, o ministro Aldo Rebelo disse que não foi por acaso a construção na Bahia: “É uma forma de descentralizar o legado e o projeto de construção dos centros de treinamento de alto rendimento no Brasil”, afirmou. Lauro de Freitas também receberá um Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) para a prática de 13 modalidades olímpicas.

Rede Nacional de Treinamento
Os locais de treinamento definidos no Plano Medalhas têm duas finalidades. Uma é contribuir com a reta final da preparação das equipes para o Rio 2016. Neste caso se incluem o CT paraolímpico em São Paulo, o do judô na Bahia, do handebol e da ginástica em São Bernardo, assim como o da ginástica em Curitiba, o da canoagem slalom em Foz do Iguaçu e os centros de tiro esportivo e pentatlo já existente em Deodoro (Rio de Janeiro), utilizados pelas confederações há alguns anos. Mas a maior parte das instalações foi prevista para além de 2016, como legado para o esporte brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

Elas compõem o programa Rede Nacional de Treinamento, do Ministério do Esporte. A Rede Nacional está sendo estruturada em todo o país, com instalações para diversas modalidades. A do atletismo está mais avançada, com uma quantidade de pistas já entregues, algumas em fase final de obras, várias com obras iniciadas e outras em fase de projeto.

A Rede Nacional de Treinamento abarcará desde as instalações de competição olímpicas em construção ou adaptação no Rio, até os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos em 263 municípios do País, passando por centros de treinamento de modalidades, complexos esportivos e estruturas locais das cidades.

Domingo, 30 de novembro de 2014 às 10:00

Banco Central lança moedas comemorativas das Olimpíadas Rio 2016

O Banco Central lançou as primeiras nove moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. Serão 36 moedas lançadas até 2016.

Moedas de Ouro dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

Moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos 2016. Foto: Divulgação/Banco Central.

A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).

As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; e aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil, como golfinhos, bromélias e os Arcos da Lapa. Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum.

No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016. As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção. Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do Banco, débito em conta. As moedas também estarão à venda, apenas em dinheiro, em algumas agências do BB.

Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Em 2015, em data a ser divulgada, estarão disponíveis dois conjuntos: com as quatro primeiras moedas de prata e com as quatro de circulação comum. O segundo lançamento do Programa Olímpico ocorrerá no primeiro semestre de 2015.

Segunda-feira, 4 de agosto de 2014 às 12:46

Evento-teste para Jogos Olímpicos Rio 2016 realiza primeiras regatas com sucesso

Cerca de 215 barcos das classes 49er, Finn, Laser, 470 e RS:X (masculinas), 49er FX, Laser Radial, 470 e RS:X (femininas) e Nacra 17 (mista) disputarão as provas naquele que é o maior evento de vela já realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Cerca de 215 barcos de diversas classes disputarão as provas. Evento de vela já é o maior realizado no Brasil. Foto: Paulino Menezes/ME

Esta semana (5) começa a contagem regressiva de dois anos para as Olimpíadas Rio 2016. E o domingo (3) também foi marcado como data histórica com o início das provas da Regata Internacional de Vela, a primeira competição do Aquece Rio, programa de eventos testes para os Jogos do Rio 2016. A disputa é o primeiro dos 45 eventos teste de todas as modalidades olímpicas a serem realizados até 2016 nas arenas de competição dos Jogos.

Até sábado (09), 320 atletas, de 34 países, incluindo 24 medalhistas olímpicos, dentre os quais está o brasileiro Robert Scheidt, bicampeão olímpico (Atlanta 1996 e Atenas 2004) e dono de outras três medalhas nos Jogos (prata em Sydney 2000 e Pequim 2008 e bronze em Londres 2012), disputarão provas em 10 classes olímpicas para testar as condições das cinco raias Baía de Guanabara que abrigarão as competições em 2016.

Além de testar as raias olímpicas, a Regata Internacional de Vela permitirá aos velejadores se familiarizem com a cidade e com condições climáticas e de vento do Rio de Janeiro nesta época do ano, a mesma em que serão disputados os Jogos Olímpicos.

“É uma felicidade grande poder realizar o que planejamos nos últimos cinco anos”, destacou Agberto Guimarães, diretor executivo de esportes do Rio 2016. “Trata-se de um grande evento para nós e tudo foi muito planejado para que possamos tirar importantes lições dessa competição que serão aplicadas em 2016”, continuou.

A Regata Internacional de Vela será disputada nas cinco raias dos Jogos do Rio 2016, localizadas nas áreas do Pão de Açúcar, da Ponte Rio-Niterói, da Escola Naval, da Praia de Copacabana e da orla de Niterói. Foram feitos testes para identificar a qualidade da água nos cinco pontos de competições e os resultados recebidos no dia 1º de agosto apontaram que água não representa qualquer risco à saúde dos velejadores.

“O nosso foco principal é testar as raias de competição”, declarou Rodrigo Garcia, diretor de esportes do Rio 2016 e responsável pela Regata Internacional. “Trata-se de um evento da maior importância para que possamos testar não só as condições de competição, mas também as condições climáticas”, prosseguiu.

Diretor de comunicação da Federação Internacional de Vela (Isaf), Alaistar Fox elogiou a estrutura montada para a Regata Internacional de Vela. “Todos estamos impressionados com o que temos visto até agora”, frisou. Ele também ressaltou a satisfação da Isaf por disputar os Jogos Rio 2016 no Rio de Janeiro e não em outra cidade, como ocorreu, por exemplo, nas Olimpíadas de Pequim 2008, quando as provas de vela não foram disputadas em Pequim, mas na cidade de Qingdao.

Medalha de ouro nos Jogos de Londres 2012 na classe 470, o australiano Mathew Belcher afirmou que os atletas estão muito empolgados para competir no Rio de Janeiro. “Estamos muito animados por estar aqui. É a minha primeira vez no Rio e achei a estrutura ótima. Para nós, vai ser muito bom entender as condições climáticas e conhecer a raia que vamos competir em 2016 e esperamos ter uma ótima competição nesta semana”, pontuou.

Sobre a polêmica das condições da Baía de Guanabara no que diz respeito à poluição, Rodrigo Garcia explicou que diversas providências foram tomadas e que houve um reforço nas ações para que a Regata Internacional de Vela seja disputada sem qualquer problema até o dia 9 de agosto.

No que diz respeito à poluição da Baía de Guanabara, Rodrigo Garcia explicou também as providências tomadas e reforço nas ações para a competição. Ele lembrou as várias ecobarreiras instaladas previamente e que os ecobarcos para o evento, que recolhem o chamado lixo flutuante (sacos plásticos e outros detritos lançados ao mar), passaram de três para 10. Além disso, Rodrigo ressaltou entre 12 e 14 outras embarcações para ações de apoio, assegurando a qualidade da competição.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reforçou a qualidade da água para as cinco raias e adiantou a ansiedade do Rio para os outros eventos testes a partir do ano que vem. “Nós iniciamos as obras de Deodoro e o Parque Olímpico está três semanas adiantado (no cronograma). As obras de legado de infraestrutura estão todas em dia e não tenho dúvida de que a partir da metade do ano que vem a gente começa a ter vários eventos testes a partir do momento em que formos entregando as arenas, os equipamentos esportivos e, mais importante, entregando aquilo que fica para a cidade e que a população já começa a usufruir”, analisou.

Após as regatas deste domingo, o brasileiro Jorginho Zariff, campeão mundial em 2013 na classe Finn, que lidera a prova após o primeiro dia de competição na classe Finn, disse que cada vez mais está sentido o clima dos Jogos do Rio 2016 e que espera ótimas regatas nesta semana. “A gente está fazendo um trabalho totalmente voltado para as Olimpíadas. A gente tem um Mundial no mês que vem e nem sei se o nosso resultado vai ser muito bom pelo fato de a preparação estar sendo feita totalmente para cá (para os Jogos do Rio), mas eu acredito muito a gente daqui a dois anos, se for eu ou se for o Bruno (Bruno Prada), vai chegar bem forte para as Olimpíadas”, declarou Jorginho.

O velejador elogiou a estrutura dada aos atletas neste ciclo olímpico “Eu fui para Londres e acho não dá para comparar o apoio que a gente está tendo agora do COB, do Ministério do Esporte e da Confederação (de Vela). Não dá para reclamar de nada. Todo o material, todas as viagens e todos os profissionais que a gente quis contar a gente está podendo ter e contar e está muito bacana. Se continuar assim até 2016 acho que vamos conseguir ficar entre os dez no quadro de medalhas.”

Fonte: Ministério do Esporte.

Sexta-feira, 11 de julho de 2014 às 16:49

Presidente do COI defende que Brasil fará Jogos Olímpicos com paixão e eficiência

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