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Terça-feira, 3 de maio de 2016 às 11:05

O Brasil está pronto para realizar a mais bem-sucedida edição dos Jogos Olímpicos, diz Dilma

Dilma acena para o popvo logo após acender a tocha olímpica, que começou a percorrer o país por Brasília, onde passará por vários monumentos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma acena para o povo logo após acender a tocha olímpica, que começou a percorrer o País por Brasília, onde passará por vários monumentos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, durante cerimônia de acendimento da tocha olímpica no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (3), que o Brasil está pronto para realizar os melhores Jogos Olímpicos da história. A presidenta destacou a infraestrutura que ficará como legado para o Rio de Janeiro e o País, com o conjunto de obras de mobilidade que irão facilitar o deslocamento dos milhões de turistas que visitarem a Cidade Maravilhosa.

“Nós trabalhamos para isso. Praticamente todas as instalações esportivas nos Centros Olímpicos da Barra e de Deodoro estão prontas. Todos os 39 eventos-teste realizados até agora, de um total de 45 previstos, foram bem-sucedidos.”

Dilma também abordou a segurança dos Jogos, tanto para os turistas como para as delegações estrangeiras. A presidenta reforçou que o plano de ação integrado e os investimentos em serviços de inteligência garantirão a proteção de todos.

Asseguro que o Brasil está plenamente preparado para proporcionar a proteção aos atletas, às comissões técnicas, aos Chefes de Estado, aos turistas, aos jornalistas, a todos. […] O plano de ação integrado para a área de segurança está pronto. Com base na bem-sucedida experiência da Copa do Mundo de 2014, nós integraremos as forças nacionais de segurança pública com as estaduais, as Forças Armadas, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as forças municipais de segurança sob um comando único, detalhou.

A presidenta ainda abordou a importância da passagem da tocha olímpica por mais de 300 cidades do País, para que cada município sinta, por algumas horas, a sensação de sediar as Olimpíadas.

 Imaginem a emoção que sentirá uma criança lá em Barreirinhas, no Maranhão; um quilombola em União dos Palmares, nas Alagoas; um gaúcho em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul; uma jovem estudante universitária de Paraisópolis, em São Paulo; um pescador de Itaporã, no Mato Grosso do Sul. Serão centenas de lugares e milhões de brasileiros irmanados no compromisso de escrever uma página gloriosa na história dos Jogos Olímpicos

Ao citar o Plano Brasil Medalhas, programa federal que desde 2012 investiu em estrutura para treinamentos e preparação de atletas, Dilma ressaltou a importância do legado esportivo para o Brasil.“Após os Jogos, essas estruturas estarão disponíveis para treino de atletas, formação de profissionais e farão parte, sem dúvida, de uma rede nacional de treinamento, que envolverá ainda centros de iniciação ao esporte, em dezenas de municípios do País. Eu tenho muito orgulho do centro de preparação de atletas paralímpicos em São Paulo”.

Domingo, 25 de outubro de 2015 às 11:49

Ministro do Turismo convida norte-americanos para os Jogos Olímpicos

seloO ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, convida, em artigo publicado no portal de notícias Huffington Post, os norte-americanos a participarem dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. No texto, ele destaca a transformação na capital carioca por causa da chegada dos Jogos.

Leia abaixo versão completa do artigo:

O Brasil espera os EUA para a Olimpíada 2016*

Um dos trunfos do Brasil para ganhar, há seis anos, a disputa para sediar a Olimpíada e Paralimpíada de 2016 foi o poder de transformação que o evento terá no Rio de Janeiro e no país. Estavam no páreo Tóquio, Madri e Chicago. Mostramos ao comitê organizador que, no Brasil, o evento tem melhores condições de exercer o seu poder transformador e deixar um legado efetivo para a sociedade.

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“Venham participar desse momento de transformação do nosso país e viver os Jogos Olímpicos e Paralímpicos conosco”, diz o ministro do Turismo em artigo no Huffington Post. Foto: Daniel Ramalho/Rio 2016

A pouco menos de um ano dos jogos olímpicos, podemos comprovar que a escolha não poderia ser mais acertada. Moradores e visitantes do Rio de Janeiro constatam uma cidade em plena transformação. A Olimpíada acelerou investimentos necessários historicamente. Dos US$ 11,5 bilhões investidos, apenas US$ 1,85 bilhão vai para estruturas específicas dos jogos. O restante são melhorias que ficarão para a cidade como legado.

A transformação a ser realizada no Rio de Janeiro só será completa se contar com a participação de povos de todas as partes do planeta. Se conseguirmos concretizar o símbolo olímpico que une o mundo nos cinco círculos coloridos. Como ministro do Turismo do Brasil, é minha missão criar um ambiente favorável para permitir que o visitante internacional possa viver essa experiência conosco.

Os Estados Unidos, que a cada edição dos jogos olímpicos reafirmam a sua hegemonia esportiva, têm especial importância nesse contexto. Os norte-americanos são os que mais tempo permanecem e mais gastam no Brasil. Em 2014, os EUA enviaram 656,8 mil turistas para o Brasil, o equivalente a pouco mais de 10% dos 6,43 milhões visitantes internacionais que recebemos neste ano.

E estamos comprometidos a fortalecer o nosso relacionamento com os americanos. Excepcionalmente, o Brasil poderá (de forma unilateral) suspender a necessidade de vistos de estrangeiros que venham ao país até 18 de setembro de 2016. Esta medida já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, garantindo uma permanência de 90 dias para visitantes que, normalmente, precisariam de visto. Este projeto de lei deve ser aprovado nas próximas semanas pelo Senado e depende da avaliação criteriosa e justa do governo da presidenta Dilma Rousseff, que precisa sancionar a lei. Diferente do que aconteceu durante a Copa do Mundo, os visitantes não precisarão de ingressos dos jogos olímpicos para se beneficiarem desta medida.

No próximo ano, vamos viver o ápice do calendário de megaeventos internacionais, que o Brasil assumiu o desafio de sediar. De 2012 para cá realizamos três etapas da Fórmula 1, sendo as últimas duas eleitas por pilotos e equipes como as mais bem organizada de todo o campeonato; Rio+20, com chefes de nações de todos os continentes; Jornada Mundial da Juventude (JMJ), primeiro evento público do Papa Francisco; Copa das Confederações e Copa do Mundo.

Durante o mundial de futebol de 2014, fizemos uma pesquisa com os turistas internacionais e 95% afirmaram que pretendiam voltar ao Brasil. Aprovaram o que viram e experimentaram.

Por isso, fico muito à vontade e seguro para fazer aqui um convite público. Venham participar desse momento de transformação do nosso país e viver os Jogos Olímpicos e Paralímpicos conosco.

* Henrique Eduardo Alves é ministro do Turismo do Brasil

Segunda-feira, 28 de setembro de 2015 às 14:30

Brasil está “de braços abertos” para receber cidadãos do mundo nas Olimpíadas 2016

ONUDurante o discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU, realizado nesta segunda-feira (28), em Nova Iorque, a presidenta Dilma Rousseff reiterou a hospitalidade do povo brasileiro para receber os cidadãos do mundo “de braços abertos” para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. Essa será a primeira Olimpíada realizada na América do Sul.

Dilma destacou ainda que “essa será oportunidade única para difundir o esporte como instrumento fundamental de promoção da paz, da inclusão social e da tolerância, por meio da luta contra a discriminação racial, étnica e de gênero”, defendeu.

As Olimpíadas Rio 2016 serão os primeiros jogos realizados na América do Sul. Foto: Rio 2016/Daniel Ramalho

As Olimpíadas Rio 2016 serão os primeiros jogos realizados na América do Sul. Foto: Rio 2016/Daniel Ramalho

Segundo a presidenta, a inclusão de pessoas físicas, que é uma das prioridades do governo, estará presente na competição mundial.

Os Jogos Olímpicos no Brasil começam no dia 5 de agosto de 2016. A data marca o encontro de 10.500 atletas, de 206 países diferentes, nos primeiros jogos da América do Sul. Durante os 17 dias de competição serão disputadas 306 provas com medalhas em 42 modalidades.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 19:47

Começa contagem regressiva para Olimpíadas e coração do Brasil já bate mais forte, afirma Dilma

Contagem regressiva

Dilma: a partir de 5 de agosto de 2016, Brasil se tornará sede dos Jogos Olímpicos e os olhos do mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro. “Faremos, sim, um espetáculo inesquecível”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

seloO coração do Brasil já começou a bater muito mais forte, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (5), no Rio de Janeiro, ao participar da cerimônia que marcou o início da contagem regressiva de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Brasil.

A presidenta acrescentou que essa emoção acontece no “generoso coração brasileiro, que teima em acelerar quando nele se cruzam dois sentimentos: a emoção de abraçar gente de todas as partes do mundo e a alegria de disputar partidas com fervor e fair-play”.

“Sempre foi assim no Brasil e sempre será assim no Brasil. A partir de 5 de agosto de 2016, o Brasil se tornará, então, o primeiro país da América do Sul a sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Os olhos do mundo estarão voltados para o nosso querido Rio de Janeiro. Faremos, sim, um espetáculo inesquecível”.

Segundo ela, o evento será mais memorável ainda por causa do cenário onde é realizado e garantiu que o Brasil está pronto para a competição. “O Rio de Janeiro é, sem dúvida, o mais lindo cenário, desde a Grécia antiga, onde se realiza uma Olimpíada. Essa será uma edição muito especial dos Jogos Olímpicos. E vocês que virão, contarão com equipamentos esportivos adequados, infraestrutura urbana modernizada, segurança pública e, claro, a reconhecida hospitalidade e alegria do povo brasileiro”, afirmou.

Lembrou ainda que, com a experiência acumulada ao realizar, “com grande sucesso”, a Copa do Mundo em 2014, o País cumprirá todas as etapas necessárias para, mais uma vez, encantar o mundo. “Os mais de dez mil atletas, as delegações, os torcedores, os turistas, todos serão muito bem recebidos no Brasil”, garantiu.

E afirmou que, para isso, é preciso continuar trabalhando, pois ainda há muito o que fazer. “Nos próximos meses, os eventos-teste nos permitirão ajustar todos os detalhes. Juntos, governo federal, estadual e prefeitura, em estreita colaboração com o Comitê Organizador dos Jogos Olimpícos, construímos as condições para estarmos à altura do desafio que assumimos em 2009 frente ao Comitê Olímpico Internacional”.

Disse ainda que os atletas brasileiros estão treinando com muita dedicação para superar os próprios limites e brilhar nas competições. “Torceremos, claro, por muitas vitórias e medalhas para o Brasil. Nosso povo – trabalhadores, empresários, cientistas, estudantes, artistas – ergueu uma das nações mais diversas, étnica e culturalmente, com capacidade criativa, amabilidade e solidariedade. Construímos uma vigorosa cultura de paz e de trabalho”, enfatizou.

E é com esses valores que o Brasil está trabalhando duro para fazer dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos a melhor festa que o esporte mundial já viveu, destacou a presidenta. “Essa é, para nós, a vitória mais importante que, tenho certeza, vamos alcançar juntos. Uma memorável e extraordinária confraternização entre povos, pessoas e nações. O Rio e todo o povo brasileiro aguardam ansiosos todos que vierem participar da festa olímpica. Esperamos vocês de coração e braços abertos”, concluiu.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:57

Primeira olimpíada da América do Sul será uma transformação para o esporte nacional, diz Virna

seloA jogadora Virna Dias, convocada pela primeira vez para a seleção brasileira de voleibol feminino em 1991, acredita que as Olimpíadas de 2016 serão uma transformação para o esporte nacional, com a oportunidade de ver de perto os grandes atletas mundiais nos primeiros jogos realizados na América do Sul.

“Vocês não têm noção o quanto que é legal poder vivenciar uma Olimpíada de perto. Poder ver os ídolos brasileiros de perto, os atletas. Poder receber turistas do mundo inteiro, atletas do mundo inteiro. É um marco para a história do esporte no Brasil”, disse ela ao Blog do Planalto.

“Eu tive oportunidade de jogar três Olimpíadas, que já é maravilhoso. Ainda mais pelo seu País, eu acho que é o máximo. O povo brasileiro está recebendo um evento de um porte esplêndido”.

A atleta lembrou que, em um momento de crise, o esporte é uma forma de unir os povos, incentivar os jovens. “Tirar as crianças das drogas, da violência. Um evento como esse vai deixar legados muito especiais”, acrescentou.

O mascote Vinícius, das próximas Olimpíadas, vestido com roupa de gala para a festa que marcou 1 ano para o inÍcio das Olimpíadas do Rio. Foto: Adriana Machado/Blog do Planalto

O mascote Vinícius, das próximas Olimpíadas, vestido com roupa de gala para a festa que marcou 1 ano para o início dos jogos olímpicos do Brasil. Foto: Adriana Machado/Blog do Planalto

Sobre a organização do evento, Virna disse não ter dúvidas de que vai dar tudo certo. “Tive oportunidade de viver o Pan-Americano. Obviamente que é 10% de uma Olimpíada, mas tudo funcionou perfeitamente aqui no Rio de Janeiro e não tenho dúvidas de que as coisas vão funcionar muito bem.”

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:30

Medalhista olímpico se diz impressionado com as obras dos Jogos de 2016

O medalhista de ouro Lars Sigurd Bjorkstrom, o primeiro atleta a conquistar essa honraria para o iatismo brasileiro, se disse, nesta quarta-feira (5), bastante impressionado com o bom andamento das obras para as Olimpíadas 2016. “Hoje fomos testemunhas do progresso das obras. Eu realmente fiquei muito bem impressionado. Tenho certeza de que vai estar tudo pronto. Acho que vai ser uma festa fantástica e todos os que vierem para cá não vão esquecer nunca [dos jogos]”, afirmou ele, durante o evento que marcou o início da contagem regressiva de um ano para os jogos, com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

Comparando a emoção vivida hoje com a da conquista da medalha de ouro em Moscou, no ano de 1980, Lars disse que nestes 35 anos que se passaram houve vários momentos de grande emoção, mas esse de hoje é muito especial.

“Claro que, na hora em que a gente participou, o Brasil nunca tinha ganhado uma medalha de ouro em 24 anos e foi realmente uma coisa fantástica. Inclusive porque o Brasil ganhou duas medalhas de ouro, ambas em iatismo. Sentimos que, a partir daí, o iatismo no Brasil realmente deslanchou e hoje o Brasil é uma potência mundial nesta modalidade. Temos dois iatistas que estão entre os mais condecorados do mundo”, afirmou.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 17:11

Brasil realizará jogos olímpicos inesquecíveis

seloA um ano do início dos Jogos Rio 2016, a presidenta Dilma Rousseff gravou uma mensagem reafirmando a confiança de que o Brasil realizará uma olimpíada inesquecível.

O sucesso dos eventos-teste é uma comprovação disso. Eles “começam a colorir e agitar o Rio”, afirmou a presidenta. De acordo com ela, fica claro como o esporte envolve valores que inspiram nossas vidas, com cada atleta buscando o melhor de si guiado pelo talento dos que trabalham com determinação e perseverança na busca da vitória. “Assim também é todo o povo brasileiro”, disse.

Dilma destacou ainda que povos de todo o mundo, raças e religiões, estarão reunidos na cidade maravilhosa para celebrar, em paz e harmonia, o melhor que o Brasil tem a oferecer.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2015 às 15:42

Jogos de 2016 serão de transformação social para o Rio, afirma presidente da Empresa Olímpica

seloNinguém tem dúvidas de que o Rio de Janeiro é uma das cidades mais bonitas do mundo. Mas, além da beleza, os representantes da cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 querem deixar nos visitantes uma impressão ainda melhor do que os seus atrativos naturais e turísticos.

O presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Joaquim Monteiro de Carvalho, garante que os Jogos Rio 2016 vão promover uma transformação social na cidade. “Estamos usando o argumento olímpico para transformar a cidade. O que estamos fazendo não vai durar apenas durante os dias de competições e nem vai beneficiar apenas atletas e turistas”, ressalta.

Um dos exemplos nesse aspecto são os investimentos em mobilidade urbana, afirma Joaquim. “Estamos mudando a maneira do carioca ir e vir”, assegura. Segundo ele, antes do início das obras, menos de 20% da população utilizava transporte público de massa. Ao final dos Jogos, em 2016, a estimativa é ampliar esse percentual para mais de 60%. Para isso, serão concluídas as obras da Transolímpica para se juntar à Transoeste e Transcarioca e formar um grande corredor de BRT na cidade. Além disso, também deverá ser concluída a linha 4 do metrô, ampliando a rede para atender uma média de 300 mil passageiros/dia.

O orçamento do Comitê Rio 2016 é de R$ 7 bilhões, exclusivamente com verbas privadas, originárias de patrocínio, venda de ingressos, produtos licenciados e direitos de transmissão de TV. Além disso, R$ 6,6 bilhões serão investimentos da matriz de responsabilidade dos governos, com recursos públicos e privados. Para as obras de legado serão destinados R$ 24 bilhões, com investimentos públicos e privados para transformação da cidade, como metrô, BRTs, etc.

Para que esses projetos se concretizem, o presidente da EOM destaca a importância da parceria entre os governos, que tem dado demonstrações de preocupação com o gasto racional dos recursos públicos.  “Você não consegue fazer um evento como uma Olimpíada sem um alinhamento sólido entre o governo municipal, estadual e o federal.” E nesse sentido, destaca o apoio, cada vez mais ativo, que o governo federal tem dado à organização e às obras para os jogos.

A maior parte dos recursos para a construção dos dois principais complexos esportivos para as Olimpíadas: o Parque Olímpico – considerado o coração dos jogos e que já está com 82% de suas obras concluídas, e o Complexo Esportivo de Deodoro – são provenientes do governo federal.

No entanto, Joaquim Carvalho faz questão de destacar o compromisso que os governos envolvidos têm dispensado para a aplicação racional dos recursos públicos e para que as Olimpíadas do ano que vem sejam condizentes com a realidade brasileira.

Quase 60% do orçamento para os Jogos vem da iniciativa privada. Usamos o modelo das Parcerias-Público-Privadas (PPPs) para garantir a infraestrutura necessária para a realização dos Jogos e o Rio está inovando nessa organização. Serão Jogos adequados à realidade brasileira, que terão uso racional dos recursos públicos e com obras que não se tornarão elefantes brancos”, afirma.

Quarta-feira, 25 de março de 2015 às 15:54

500 dias: Defesa prevê R$ 580 milhões em investimentos e 38 mil militares

Do Portal Brasil 2016

Jogos Olímpicos Rio 2016 Pan 2007, Jogos Mundiais Militares 2011, Rio+20 em 2012, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude em 2013, Copa 2014. A atuação dos militares brasileiros em grandes eventos tem amplo histórico, e os legados são aproveitados de um evento para outro. Nos Jogos Olímpicos, não vai ser diferente: os aprendizados dos últimos anos, sobretudo os do Mundial, serão a base do planejamento, que também prevê novos investimentos.

“Nosso orçamento atualmente é projetado em cerca de R$ 580 milhões em três anos: 2014, 2015 e 2016. Isso já levou em consideração o legado dos eventos anteriores.  Além disso, estamos modernizando sistemas, ampliando a nossa área de comunicação rádio-digital, os sistemas de Comando e Controle, aprimorando sistemas de aeronaves, navios e das nossas viaturas, e estamos adquirindo equipamentos novos, particularmente na área de prevenção a incidentes químicos, biológicos, nucleares e radiológicos, prevenção à área de terrorismo e cibernética”, explicou o general Jamil Megid Júnior, assessor especial para Grandes Eventos do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa.

De acordo com ele, a estimativa é que 38 mil militares atuem nos Jogos 2016, especialmente na região de Deodoro. Megid destaca também o legado esportivo-militar para a preparação de atletas ligados às Forças Armadas e revela a meta para 2016: dobrar o número de medalhas obtidas por esportistas militares no ano que vem.

Confira a entrevista:

A 500 dias
A 500 dias dos Jogos Olímpicos estamos na fase de concluir os planejamentos. Iniciamos com o plano estratégico, numa gradação com o plano operacional na cidade-sede principal, que é o Rio de Janeiro, e agora estamos setorizando o planejamento em cada área olímpica dentro do Rio. Paralelamente, iniciamos a preparação. É claro que a preparação das unidades militares já vem sendo feita desde o Pan de 2007. Várias equipes especializadas vêm participando dessa série de grandes eventos. Estamos progressivamente melhorando o treinamento e o planejamento. Por que isso? Para que eles já possam fazer exercícios objetivos nos eventos-teste. Em cada um, iremos treinar alguma tarefa especifica de segurança ou diversas ações, conforme o evento- teste, e vamos com isso fazer esse treinamento prático, não só internamente nas nossas áreas de instrução como também no evento-teste propriamente dito.

38 mil militares
São mais de 20 instituições no Rio de Janeiro – de Segurança Pública, Inteligência, Defesa Civil e Forças Armadas – estudando instalação por instalação, para ter esse detalhamento ponto a ponto. A nossa estimativa hoje está em torno de 38 mil militares nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Isso não é só no Rio. A maior parte do efetivo estará no Rio, mas temos unidades militares nas cidades do futebol olímpico e teremos uma reserva de contingência para sempre procurar atender uma necessidade que surja durante o evento.

Deodoro
Como Forças Armadas, estamos usando o mesmo escopo de ações que tivemos na Copa do Mundo, com um detalhe a mais, que é uma característica dos Jogos Olímpicos no Rio: nós temos o setor Deodoro, que é o segundo maior setor olímpico, com nove competições ocorrendo na Vila Militar, em instalações que são das Forças Armadas. Então, nessa área, nós teremos muito mais atividades das Forças Armadas. Nós é que fazemos o patrulhamento das ruas, a segurança da instalação como um todo e aí, juntamente com a Polícia Militar, Polícia Civil, a segurança privada, vamos participar com um maior efetivo visível, por serem competições olímpicas dentro de quartéis da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Combate ao Terrorismo
Prevenção, repressão e combate ao terrorismo – como denominamos esse eixo –, em qualquer grande evento, tem uma importância específica, pelo tipo de ameaça, que requer uma avaliação, um acompanhamento e a meta é prevenir. O histórico dos Jogos indica que há que ter uma atenção maior nisso. Estamos preparando as tropas especializadas, juntamente com Policia Federal, Policia Militar, Policia Civil e Inteligência, para ter essa atenção redobrada, ter um efetivo melhor distribuído, fazer a maior quantidade de medidas preventivas e estaremos prontos para uma pronta-resposta, se houver necessidade.

Investimentos
Nosso orçamento atualmente é de cerca de R$ 580 milhões em três anos: 2014, 2015 e 2016. O planejamento já levou em consideração o legado dos eventos anteriores. Além disso, estamos modernizando sistemas, ampliando a área de comunicação rádio-digital – que agora abrange todo o Grande Rio, uma área muito maior, e teremos mais militares operando ao mesmo tempo –, estamos ampliando os sistemas de Comando e Controle, modernizando sistemas de aeronaves, navios e das nossas viaturas. Além disso, estamos adquirindo equipamentos novos, particularmente na área de prevenção a incidentes químicos, biológicos, nucleares e radiológicos, prevenção à área de terrorismo e cibernética. Equipamentos novos que compõem um sistema que já existia, o legado anterior dos últimos eventos.

Legado esportivo-militar
Nos Jogos Olímpicos, o Ministério da Defesa tem mais uma característica. Como teremos instalações esportivas em áreas militares, dessas competições que ocorrem principalmente em Deodoro e outros locais de treinamento, então vamos também ter melhores instalações esportivas para o treinamento das nossas equipes. E, paralelamente, estamos confirmando, desde 2009, quando foi implantado, o nosso programa de alto rendimento, que é termos atletas militares no nível das nossas seleções olímpicas. Temos diversos atletas que são militares, participam da nossa atividade de treinamento físico, motivam a tropa e participam das competições olímpicas. Temos vários medalhistas na Marinha, no Exército e na Aeronáutica. Isso está sendo reforçado para os Jogos Olímpicos.

Atletas militares
O nosso programa de alto rendimento das Forças Armadas, que é conduzido pelo Departamento de Desporto Militar do Ministério da Defesa, vem desenvolvendo esse programa desde 2009 e atendeu muito bem os 5º Jogos Mundiais Militares. O Brasil ganhou essa competição, como resultado desse trabalho, e ele prosseguiu. Estamos indo agora em 2015, em setembro, para os 6º Jogos Mundiais Militares, na Coreia do Sul. Temos uma quantidade maior de atletas na Marinha, no Exército e na Aeronáutica, das diversas equipes olímpicas e alguns esportes militares, que são específicos das Forças Armadas, como paraquedismo, pentatlo militar, que é diferente do pentatlo moderno. E esse apoio é feito com o Comitê Olímpico do Brasil, o Ministério do Esporte e as confederações. Normalmente as confederações que têm uma estrutura menor usufruem mais do apoio militar, porque usam as nossas instalações esportivas, permitem o treinamento desse nível olímpico, são boas instalações, são legado também. E eles participam tanto da equipe militar quanto da olímpica.

Meta para 2016
A meta para 2016 é termos cerca de 100 atletas do alto rendimento militar participando das equipes olímpicas e com certeza dobrarmos o número de medalhas. Então seria em torno de 10 medalhas olímpicas. Isso está caminhando muito bem.

Terça-feira, 2 de dezembro de 2014 às 16:55

Com R$ 661 mi, Brasil Medalhas ultrapassa previsão de investimento em centros de treinamento

Nesse domingo (30) ocorreu o primeiro evento-teste do Centro Pan-Americano de Judô de Lauro de Freitas (BA). Na estreia da “nova casa”, o Brasil venceu o Desafio Internacional contra a Itália por 5 x 0. O Centro é um das maiores obras do Plano Brasil Medalhas. Com ele, o investimento planejado de R$ 310 milhões em centros de treinamento foi ultrapassado, chegando a R$ 661 milhões destinados (R$ 473 milhões do governo federal e R$ 188 milhões de contrapartidas). No total, o Plano Brasil Medalhas assegurou R$ 1 bilhão aos esportes olímpicos e paraolímpicos, incluídas ações como o Bolsa Pódio.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas. Foto: Divulgação.

Centro Pan-Americano de Judô em lauro de Freitas (BA) tem capacidade para 1.900 pessoas, além de 72 quartos para atletas e quadras poliesportivas. Foto: Divulgação.

A maior parte dos CTs incluídos no Plano está com obras aceleradas ou já entregues. Além disso, há diversos projetos em análise. Estão em fase de finalização alguns editais de locais de treinamento que serão usados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e que depois farão parte da Rede Nacional de Treinamento.

O Centro Pan-Americano de Judô foi entregue à Confederação Brasileira de Judô (CBJ) em julho deste ano. O CPJ é fruto de um investimento de R$ 43,2 milhões, sendo R$ 18,3 milhões do Estado da Bahia e R$ 19,8 milhões da União. A confederação aportou outros R$ 5,1 milhões para desenvolver o projeto executivo e comprar parte dos equipamentos e mobiliário.

O judô é a modalidade que mais deu medalhas olímpicas ao Brasil (19) e espera continuar sendo uma das principais forças esportivas do País. Na inauguração, o ministro Aldo Rebelo disse que não foi por acaso a construção na Bahia: “É uma forma de descentralizar o legado e o projeto de construção dos centros de treinamento de alto rendimento no Brasil”, afirmou. Lauro de Freitas também receberá um Centro de Iniciação ao Esporte (CIE) para a prática de 13 modalidades olímpicas.

Rede Nacional de Treinamento
Os locais de treinamento definidos no Plano Medalhas têm duas finalidades. Uma é contribuir com a reta final da preparação das equipes para o Rio 2016. Neste caso se incluem o CT paraolímpico em São Paulo, o do judô na Bahia, do handebol e da ginástica em São Bernardo, assim como o da ginástica em Curitiba, o da canoagem slalom em Foz do Iguaçu e os centros de tiro esportivo e pentatlo já existente em Deodoro (Rio de Janeiro), utilizados pelas confederações há alguns anos. Mas a maior parte das instalações foi prevista para além de 2016, como legado para o esporte brasileiro nos próximos ciclos olímpicos.

Elas compõem o programa Rede Nacional de Treinamento, do Ministério do Esporte. A Rede Nacional está sendo estruturada em todo o país, com instalações para diversas modalidades. A do atletismo está mais avançada, com uma quantidade de pistas já entregues, algumas em fase final de obras, várias com obras iniciadas e outras em fase de projeto.

A Rede Nacional de Treinamento abarcará desde as instalações de competição olímpicas em construção ou adaptação no Rio, até os 285 Centros de Iniciação ao Esporte que serão construídos em 263 municípios do País, passando por centros de treinamento de modalidades, complexos esportivos e estruturas locais das cidades.

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