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Sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 às 18:52

Para Marco Aurélio Garcia, sanções como as aplicadas ao Irã não fortalecem a paz

Marco Aurélio Garcia é assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidenta da República. Foto: arquivo pessoal

Relações Exteriores
No terceiro post da série “Relações Exteriores”, o assessor-chefe da Assessoria Especial da Presidenta da República, Marco Aurélio Garcia, falou sobre a III Reunião de Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e de Países Árabes (Aspa), que será realizada no próximo dia 16/2, em Lima/Peru, e sobre a questão nuclear do Irã. Para ver os outros posts da série clique no selinho ao lado.

Num momento em que o Egito enfrenta grave crise política interna e que a Tunísia sofreu intensas mudanças em seu governo, a Aspa será uma oportunidade – disse Marco Aurélio – para os países sul-americanos e árabes estreitarem a aproximação já iniciada em um processo “irreversível”. Na opinião do assessor da presidenta, se a dinâmica de democratização no mundo árabe continuar ganhando corpo e se aprofundar, as condições de interlocução com a América do Sul, em especial com o Brasil, serão facilitadas.

“Nós esperamos evidentemente que, até a realização da Aspa, muitas dessas situações já estejam resolvidas, cristalizadas, de tal maneira que garanta, entre outras coisas, uma presença mais expressiva de dirigentes árabes”, afirmou.

Sobre a possibilidade de o Brasil continuar intermediando o diálogo com o Irã no tocante aos assuntos nucleares, Marco Aurélio Garcia explicou que o Brasil optou, conjuntamente com a Turquia, por mediar a questão que, naquele momento, apontava riscos à paz mundial. Entretanto, enfatizou, é preciso que se esclareça que o Brasil não possui qualquer tipo de relacionamento privilegiado com o Irã, nem de apoio ao formato político-institucional do país.

“É importante dizer que não houve uma preocupação do Brasil de estabelecer uma aliança privilegiada com o Irã. Nós temos relações com o Irã como nós temos com outros países do mundo, e naquele momento nós entendíamos que o tema da nuclearização para fins pacíficos ou não do Irã era um tema que tinha uma reverberação muito importante sobre a paz mundial (…). Os resultados não foram tanto na direção que nós gostaríamos que fossem, mas a política nem sempre produz resultados imediatos”, explicou.

Marco Aurélio lembrou, ainda, que apesar de o Brasil não ter sido favorável às medidas internacionais aplicadas ao Irã pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, já que “sanções não fortalecem a paz, pelo contrário, elas dificultam o relacionamento”, seguirá as orientações do Conselho da ONU, mesmo tendo votado contra elas.

Terça-feira, 18 de janeiro de 2011 às 13:42

A disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa

A Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República divulgou nota oficial, nesta terça-feira (18/1), na qual informa que a presidenta Dilma Rousseff tomou conhecimento da carta enviada pela deputada iraniana Zohreh Elahian. Na nota oficial, a presidente Dilma “reitera a disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa, sem seletividade e tratamento discriminatório”.

A seguir a íntegra do texto:

“Nota sobre a carta da deputada iraniana Zohreh Elahian enviada à Presidenta Dilma Rousseff

A Presidenta Dilma Rousseff tomou conhecimento hoje, 18 de janeiro, da carta que lhe foi enviada pela Deputada Zohreh Elahian, Presidenta do Comitê de Direitos Humanos da Assembleia Consultiva do Irã.

Agradece os cumprimentos que a parlamentar lhe dirigiu por sua eleição à Presidência do Brasil, as informações que constam da carta e o interesse em contribuir para um diálogo construtivo entre os dois países sobre temas bilaterais e multilaterais.

A Presidenta Dilma Rousseff reitera a disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa, sem seletividade e tratamento discriminatório.

A Presidenta considera, finalmente, como muito positiva a disposição da deputada Zohreh Elahian de realizar um amplo intercâmbio de opiniões por meio dos
canais adequados. Um diálogo com as comissões de Direitos Humanos do Congresso brasileiro poderá ser de grande utilidade nesse sentido.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.”

Segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 às 9:12

Entrevista ao programa É Notícia: “Cumprimos quase tudo que nós prometemos”

EntrevistasA vida de presidente da República é solitária e de muito trabalho, mas nem por isso menos gratificante, principalmente quando se termina o mandato cumprindo boa parte do que foi prometido no programa de governo apresentado na campanha, afirmou o presidente Lula em entrevista concedida ao programa É Notícia, da RedeTV!, que foi ao ar domingo (19/12). Lula disse ainda ao repórter Kennedy Alencar que não pode dizer que não será novamente candidato a presidente da República porque é um político nato e construiu uma excelente relação política durante os oitos anos de seu mandato, mas que ainda é muito cedo para dar palpite. O importante agora, afirmou, é trabalhar para a presidente eleita Dilma Rousseff fazer um bom governo. “Quando chegar na hora certa a gente ver o que vai acontecer. ”

O presidente Lula também falou sobre política externa e sua relação com líderes mundiais, apontando os primeiros-ministros Singh (Índia) e Hu Jintao (China) como grandes parceiros do Brasil nos últimos anos, assim como o ex-presidente americano George W. Bush e o presidente francês Nicolas Sarkozy. Sobre Obama, diz torcer muito pelo seu sucesso, mas acredita que ele cometeu alguns erros políticos na Casa Branca. “Eu acho que o Obama não tinha que fazer muita coisa nos Estados Unidos. Ele só tinha que ter a ousadia que o povo americano teve votando nele”, afirmou.

“É uma figura para quem eu torço, porque eu acho que a vitória de um negro jovem nos Estados Unidos tem o mesmo significado da história de um índio na Bolívia, da minha no Brasil, são outros segmentos da sociedade, que eram marginalizados, em ascenção. (…) Por isso que eu valorizo a democracia, porque isso só acontece na democracia.”

Lula disse ainda que para governar é preciso coração e paixão, e saber a hora de dizer ‘não’. “Quando você diz ‘não’, as pessoas precisam compreender que você não pode fazer aquilo. Quando você pode, você faz. Se você criar essa relação verdadeira com a sociedade, fica muito fácil governar o País”, afirmou.

Aproveitou a entrevista para reafirmar que a presidente eleita está montando o seu ministério com as pessoas que conhece e acredita, e que se muitos dos escolhidos são atuais ministros, é porque ela tem plena confiança neles. E quanto ao fato dela pedir conselhos a ele, é mais do que normal, disse Lula. “Seria anormal ela pedir conselho para o Serra.”

“Eu tenho acompanhado alguns editoriais, colunistas, eu acho muito engraçado o incomôdo que eles têm, dizendo que eu tô montando o governo da Dilma, que o Guido foi meu ministro, que o Paulo Bernardo foi ministro, será que essas pessoas perderam o bom senso? Porque veja, a Dilma foi ministra da Casa Civil, a Dilma coordenava o governo, a Dilma se reuniu mais com o Guido do que eu. Mais com o Paulo Bernardo do que eu. A Dilma se reuniu mais com os ministros do meu governo do que eu. Porque antes dos ministros chegarem a mim, era precedido de três, quatro reuniões com a Casa Civil. Então, os ministros que a Dilma escolheu, sao mais amigos da Dilma do que meu. Ela escolheu a turma dela. Por coincidência, é a minha turma. Mas do ponto de vista da convivência, ela conviveu muito mais com eles.”

Ouça aqui a entrevista:

 

Para ler a transcrição da entrevista, clique aqui.

Confira abaixo o vídeo da entrevista (divido em três partes):

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

Terça-feira, 24 de agosto de 2010 às 19:02

O Brasil aderiu às sanções da ONU contra o Irã

Terça-feira, 10 de agosto de 2010 às 16:07

Em respeito às leis internacionais, Brasil assina decreto ‘internalizando’ sanções ao Irã

O presidente Lula assinou decreto, nesta terça-feira (10/8), “internalizando” as sanções impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da ONU, mas o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, frisou que o governo brasileiro é contrário às medidas e que elas não trarão qualquer prejuízo às relações comerciais entre Brasil e o país persa. Segundo o ministro, o decreto envolve apenas as diretrizes da ONU e não as sanções unilaterais adotadas pelos Estados Unidos ou União Européia.

Amorim disse que a decisão do governo brasileiro refere-se apenas às determinações da resolução número 1929 que se relaciona ao comércio de armamentos pesados ou equipamento para produção de energia nuclear. Os acordos no setor de agroindústria, por exemplo, não serão prejudicados. O chanceler brasileiro fez questão de explicar qure as indústrias brasileiras com negócios no Irã têm liberdade de decidirem pela manutenção ou não de seus respectivos negócios. De parte do governo, nenhuma decisão impedirá a continuidade do comércio bilateral.

Isso não afetará profundamente as relações com o Brasil. Peço que prestem atenção na resposta. O Brasil, embora sem concordar com elas e sem concordar com o método neste momento em que o Irã fez uma abertura, está internalizando as sanções adotadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. As sanções unilaterais, do ponto de vista legal nosso, não nos concernem. Agora não posso dizer que uma empresa que tenha negócio com o Estados Unidos e que prefira não se arrriscar. Isso é um problema da empresa. Não será uma disposição legal brasileira. Não aceitamos as sançoes unilaterais. Nós somos respeitadores das leis internacionais ao contrário de outros que muitas vezes praticam ações unilaterais, que frequentemente criticam o direitos humanos de um lado e financiam governos que violam direitos humanos de outro. Nós seguimos a lei internacional e a lei internacional manda que nós façamos isso.

Na entrevista, Amorim voltou a relatar sobre os procedimentos do governo brasileiro em favor de Sakineh Mohammadi Ashtiani condenada pelo govereno iraniano a morte por apedrejamento. O chanceler contou também que Colômbia e Venezuela estão em processo de entedimento para o pronto restabelecimento da paz. Além disso, confirmou que um avião da FAB [Força Aérea Brasileira] foi colocado à disposição do presidente do Paraguai, Fernando lugo, para que venha ao Brasil onde se submeterá a tratamento médico para câncer.

Segunda-feira, 9 de agosto de 2010 às 13:03

Presidente defende, em entrevista à IstoÉ, frente ampla e reforma política

Sábado, 7 de agosto de 2010 às 10:01

Estou esperançoso. Agora eu acredito 100%

Presidente Lula recebe os cumprimentos do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, na chegada a Casa de Nariño. Foto Ricardo Stuckert/PR

Viagens internacionais

O presidente Lula, que desembarcou na noite de sexta-feira (6/8) em Bogotá (Colômbia) para participar de jantar oferecido pelo presidente Álvaro Uribe na Casa de Nariño (Palácio do Governo) e também da posse do presidente eleito Juan Manuel Santos, afirmou estar 100% confiante de que Venezuela e Colômbia irão reestabelecer suas relações diplomáticas sem maiores problemas ao deixar seu hotel na capital colombiana:

“Vocês lembram bem quando estava em Moscou e me perguntaram sobre as chances de um acordo com o Irã – eu disse 99,9%. Agora, acredito 100%”, apostou o presidente brasileiro ao deixar o hotel na capital colombiana.

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Sexta-feira, 23 de julho de 2010 às 15:00

Um País mais preparado e exigente – entrevista aos jornais Brasil Econômico e O Dia

Entrevistas

O próximo presidente da República encontrará um Brasil mais sólido, justo e democrático do que o País era no dia 1º de janeiro de 2003, afirmou Lula em entrevista aos jornais Brasil Econômico e O Dia, publicada nas edições desta sexta-feira (23/7). “O Brasil está muito mais preparado para continuar dando um salto de qualidade”, disse o presidente, acrescentando que o País ganhou mais respeitabilidade internacional e autoestima interna. Esse é o seu maior legado para o próximo governo.

O maior desafio do Brasil para o futuro, afirmou Lula, é recuperar o tempo perdido na educação e em investimentos em pesquisa e tecnologia, e para isso espera que o Congresso Nacional tenha bom senso na discussão do novo marco regulatório do Pré-sal. Disse ainda que o próximo presidente brasileiro vai encontrar um País mais exigente, “porque o povo aprendeu a reivindicar”:

“Essa, essa, para mim, é a coisa extraordinária da democracia e da conquista da sociedade: ela está sempre querendo mais, sempre querendo mais, sempre querendo mais.”

Lula revelou que a sua maior frustração foi não ter conseguido fazer as reformas tributária e política no País. O presidente conversou também sobre seu futuro como ex-presidente, a nova politica externa adotada pelo Brasil, dando mais ênfase a países da América Latina e África, a paz no Oriente Médio, as contas públicas e segurança pública.

Confira abaixo os principais trechos da entrevista. Para ler a íntegra da entrevista, clique aqui.

Legado para o próximo presidente

Eu tenho a convicção de que nós vamos entregar um Brasil, no dia 1º de janeiro, infinitamente mais sólido, infinitamente mais justo, mais democrático, do que o país que eu recebi no dia 1º de janeiro de 2003. Do ponto de vista econômico, a situação está infinitamente melhor, o Brasil está estável, a economia está crescendo, nós temos reservas suficientes para enfrentar qualquer crise, tipo crise russa, tipo crise da Malásia, tipo crise do México, e mesmo a crise do subprime nós tivemos solidez para suportar essa crise. Os salários dos trabalhadores estão crescendo, ou seja, nesses oito anos de governo, todos os acordos salariais de 90% das categorias tiveram ganhos reais de aumento de salário. As classes D e E deram um salto de qualidade, cresceu muito a classe C no Brasil. A educação tem melhorado substancialmente, sobretudo…

A pobreza tem diminuído muito no Brasil. E, sobretudo, o Brasil ganhou respeitabilidade internacional e ganhou muita autoestima interna. Então, o Brasil está muito mais preparado para continuar dando um salto de qualidade. A minha tese é que se o Brasil continuar no ritmo em que ele está nos próximos seis ou oito anos, o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo, já em 2016, por conta das Olimpíadas.

Brasil mais exigente

Quem chegar aqui, depois de mim, vai pegar um país com mais tranquilidade. Agora, vai pegar um país mais exigente, porque o povo aprendeu a reivindicar. Ontem, eu fiz uma reunião, ontem, eu fiz uma reunião… Vocês sabem que neste país presidente da República, nem ministro da Educação, nunca se reuniram com os reitores, nunca. De medo, porque eles imaginavam que os reitores vinham aqui para reivindicar, para pedir a autonomia das universidades. Eu, faz oito anos que presido o Brasil, e todo ano eu me reúno com todos os reitores do Brasil. Ontem, eu fiz a última reunião do ano para dar a autonomia universitária, que era o último compromisso que eu tinha com eles. Dei a autonomia universitária. Quando eu pensei que não ia ter mais reivindicação para apresentar, eles me apresentaram uma nova pauta de reivindicações. Essa, essa, para mim, é a coisa extraordinária da democracia e da conquista da sociedade: ela está sempre querendo mais, sempre querendo mais, sempre querendo mais. E vocês percebem isso no jornal de vocês. Vocês dão aumento de salário, vocês acham que o cara que pegou o aumento está feliz? Ele está feliz no primeiro mês, no segundo mês; no terceiro mês, ele já acha que aquilo já acabou, ele quer mais.

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Quinta-feira, 22 de julho de 2010 às 15:31

Brasil e Turquia não vão desistir de construir a paz no Oriente Médio

Reunião ampliada Brasil e Kuaite realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A busca da paz no Oriente Médio e as oportunidades de investimentos entre empresas do Brasil e do Kuaite marcaram a reunião, nesta quinta-feira (22/7), entre o presidente Lula e o primeiro-ministro kuaitiano, Xeque Nasser al Sabah, em Brasília. Na reunião ampliada, que contou também com a participação de ministros dos dois países, o presidente Lula enfatizou que “o Brasil não vai desistir, junto com a Turquia, de construir a paz” naquela região do planeta.

Eu continuo convencido de que os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) erraram e um dia vão reconhecer isso publicamente.

Depois, em discurso por ocasião de almoço oferecido ao primeiro-ministro do Kuaite, o presidente brasileiro voltou a enfatizar o tema. Segundo ele, o Brasil tem muito a colaborar na pacificação dos povos. Lula aposta no diálogo como instrumento para construir a paz.

Devo dizer que os interesses brasileiros no Oriente Médio vão muito além dos aspectos comerciais. Encontram-se legitimamente fundamentados em nosso desejo de paz e estabilidade regional. Para a consecução desse fim, o Brasil tem a oferecer sua capacidade de contribuição construtiva. O bom diálogo que mantemos com ambos os lados do conflito e a numerosa comunidade de descendentes árabes no Brasil são importantes ativos de que dispomos para ajudar nas negociações.

Ouça aqui a íntegra do discurso:

 

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Quarta-feira, 14 de julho de 2010 às 15:30

Citação à ex-ministra foi reconhecimento histórico

Lula recebe Barroso Durão no Palácio Itamaraty. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula afirmou, nesta quarta-feira (14/7), durante entrevista coletiva no Palácio Itamaraty, em Brasília, que citou o nome da ex-ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, na cerimônia de lançamento do edital para a construção Trem de Alta Velocidade (TAV) realizada ontem (13/7), como ”reconhecimento histórico” por seu trabalho para tornar viável o projeto do trem-bala interligando o Rio de Janeiro a Campinas (SP). Ele explicou que tinha expectativa de que na ocasião uma outra autoridade fizesse o reconhecimento em público e, como isso não ocorreu, tomou a iniciativa.

“O dado concreto é que você sabe que foi ela quem fez todo o trabalho. Há dois meses as críticas eram que ninguém tinha interese no projeto”, afirmou Lula ao explicar que não teve interesse, com a iniciativa, de desafiar a Justiça eleitoral. Em seguida disse ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, que quando ele estiver no Brasil para a Copa do Mundo 2014 vai poder viajar num dos trechos do trem-bala.

Na entrevista, Lula também comemorou a decisão de Cuba em libertar presos políticos. O acordo com o governo de Raúl Castro foi intermediado pela Igreja Católica.

“Com relação aos presos de Cuba, fiquei tão feliz quanto fiquei quando fui solto da cadeia em maio de 1980″, afirmou o presidente brasileiro. Ele afirmou que sempre que houver oportunidade para interceder em favor de cidadãos que estejam encarcerados irá fazê-lo. Contou o exemplo da cidadã francesa que estava presa em Teerã (Irã) e que conseguiu libertá-la num acordo com o governo iraniano.

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