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Segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 às 21:34

Grupo Celac-China decide ampliar investimentos mútuos a US$ 250 bilhões em dez anos

Com informações do MRE

Representantes da China e dos países da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), aprovaram três documentos principais durante a primeira reunião do foro, realizada na última semana, em Pequim. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (12), pelo Itamaraty, o principal documento aprovado foi o Plano de Cooperação 2015-2019, que abrange uma ampla gama de iniciativas.

Representantes da China e da Celac aprovaram o Plano de Cooperação 2015-2019. Foto: divulgação Itamaraty

Representantes da China e da Celac aprovaram o Plano de Cooperação 2015-2019. Foto: divulgação Itamaraty

Pelo plano, os signatários do acordo se comprometeram a ampliar o comércio e os futuros investimentos entre a China e os países da Celac, de forma equilibrada e benéfica para os dois lados. A meta prevista para o comércio é de US$ 500 bilhões e os investimentos recíprocos devem alcançar US$ 250 bilhões em dez anos, com ênfase especial em alta tecnologia e produção de bens de valor agregado (produtos industrializados).

O foro também decidiu aumentar a troca de visitas, encontros e foros multilaterais entre os líderes da China e da Celac e seus estados-membros, além de aumentar o diálogo e os mecanismos de consulta entre os dois lados. A meta é a plena utilização do fórum como plataforma.

Intercâmbio
Os países do foro consideram a possibilidade de realizar intercâmbios entre partidos políticos, governos locais e jovens chineses e latino-americanos. Nesse sentido, a China irá convidar 1.000 líderes políticos dos países da Celac para visita aquele país nos próximos cinco anos. A China oferecerá aos países da Celac mais de 10 mil bolsas de estudo em diversas categorias no período de quatro anos.

Deve ser realizado, no devido prazo, o Fórum China-América Latina e Caribe Prefeitos de Capitais e o Fórum de Cooperação China-América Latina e Caribe Governos Locais. A China manterá o Fórum China-América Latina e Caribe Jovens Líderes Políticos.

Fortalecimento das relações
O Foro Celac-China é o primeiro mecanismo de interlocução externa formalizado pela Celac com um país em desenvolvimento. Segundo o Itamaraty, o papel da Celac será gradualmente fortalecido, como mecanismo representativo da região, que veicula consensos regionais construídos com base nos interesses nacionais de seus Estados-membros.

Para o chanceler chinês, Wang Yi, a I Reunião Ministerial do Foro Celac-China abre uma nova janela para as relações entre os países envolvidos. Para ele, desde a entrada do novo século, a China e as nações da América Latina vêm seguindo estreitamente a tendência de desenvolvimento conjunto, reforçando de forma constante os intercâmbios político, econômico-comercial e cultural.

Essa cooperação resultou em inúmeros êxitos nos domínios de recursos e energia, infraestrutura, finanças, agricultura e manufatura e tecnologia de ponta. Agora, acrescentou em artigo na imprensa local, a reunião ministerial materializa a cooperação integral entre China e Celac.

“Para mim é motivo de especial satisfação que minha primeira participação em um encontro multilateral como chanceler do Brasil se dê em uma reunião que congrega todos os países da América Latina e Caribe, com os quais compartilhamos história, cultura, desafios, bem como diversas oportunidades de cooperação, e a China, principal parceiro comercial do Brasil, importante parceiro estratégico”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

“Inauguramos um mecanismo com potencial para conceber e implementar novas iniciativas que reforcem e diversifiquem o relacionamento sino-latino-americano e caribenho. Lançamos, hoje, uma parceria duradoura, equilibrada e plena de possibilidades”, acrescentou.

O tema do foro foi Nova Plataforma, Novo Ponto de Partida, Nova Oportunidade. O grupo China-Celac foi criado em 2011 e é composto por 34 países, correspondendo a 21% do PIB, 26% da população e 19% do território mundiais. O foro foi lançado durante a Cúpula de Brasília que reuniu líderes da China e de países da América Latina e Caribe. A ideia da reunião entre os chanceleres foi proposta pela China, durante a Cúpula de Brasília de Líderes do país e da Celac em Brasília, em julho de 2014, como forma de incrementar sua aproximação e investimentos na região.

Segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 às 13:51

Investimentos no Minha Casa, Minha Vida estão mantidos, afirma Kassab

O novo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, garantiu, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, que os investimentos em obras do Minha Casa, Minha Vida estão mantidos para 2015. Kassab fez essa afirmação após reunião com a presidenta Dilma na manhã desta segunda-feira (12), no Palácio do Planalto.

"O Minha Casa Minha Vida é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo", disse o ministro das Cidades. Foto: RafaB - Gabinete Digital/PR

“O Minha Casa Minha Vida é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo”, disse o ministro das Cidades. Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR

“O programa Minha Casa Minha Vida não sofrerá cortes, é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo. Isso já é uma definição da presidenta Dilma”, afirmou.

O ministro também destacou que o governo federal permanece comprometido a socorrer o estado de São Paulo para solucionar a crise de abastecimento de água que atinge o estado.

Além disso, Kassab ressaltou os investimentos previstos para a capital paulista em obras de mobilidade urbana – como metrô e corredores de ônibus – e nas áreas de saneamento e canalização, que aumentarão a segurança da população paulistana, inclusive em áreas densamente povoadas.

Terça-feira, 4 de novembro de 2014 às 13:46

Presidenta Dilma recebe o atual e o futuro governador do Ceará

Cid Gomes: "Estão em curso os maiores investimentos da história do Ceará, que são resultantes de parcerias com o governo federal."  Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Cid Gomes: “Estão em curso os maiores investimentos da história do Ceará, que são resultantes de parcerias com o governo federal”, afirmou o governador após reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff recebeu nesta terça-feira (4), no Palácio do Planalto, o atual governador do Ceará, Cid Gomes, e o governador eleito para sucedê-lo, Camilo Santana.

Após o encontro, os governadores deram entrevista coletiva à imprensa. Segundo Cid Gomes, o encontro com a presidenta foi para tratar de temas de interesse do estado, que tem muitos convênios e parcerias com o governo federal. Ele destacou as obras dos maiores investimentos da história no Ceará: a linha leste do metrô de Fortaleza e o Cinturão das Águas.

“De alguma forma eu vim prestar contas. Nesse momento, por exemplo, estão em curso os maiores investimentos da história do estado do Ceará, que são resultantes de parcerias com o governo federal. O maior de todos da história, é a construção da linha leste do metrô de Fortaleza. Esse é um investimento da ordem de R$ 3,4 bilhões que está em andamento e que caberá ao futuro governador Camilo o seu andamento e a sua conclusão”, afirmou Cid Gomes.

Já a construção da primeira etapa do Cinturão das Águas, tem investimento total de R$ 1,5 bilhão. Quando concluída, vai garantir a 17 municípios cearenses o abastecimento e o aumento da oferta de água para consumo humano, hidratação animal e também para promoção da agricultura irrigada e de atividades industriais.

“O segundo maior investimento da história do Ceará (…), que também está em curso, leva a água do São Francisco para as regiões mais áridas do estado. Paradoxalmente o São Francisco já chega no Ceará na região que tem mais oferta de recursos hídricos. O Cinturão, ele chega no leste, no sudeste do estado, é pra levar pro oeste do estado”, completou o atual governador.

Refinaria
Já o governador que tomará posse em 2015, Camilo Santana, declarou que veio, primeiramente, parabenizar a presidenta Dilma pela reeleição. Ele disse que também tratou sobre a construção da refinaria Premium II no estado.

“O assunto com a presidenta [foi] no sentido de parabenizá-la pela vitória, pela reeleição. (…) O primeiro pedido foi a refinaria, que é um sonho do cearense. Está tudo pronto, o governador Cid preparou todas as questões burocráticas exigidas para a implantação da refinaria. A gente quer que essa refinaria seja o mais rápido possível iniciada no estado do Ceará. Hoje nós já temos a siderúrgica e a refinaria será fundamental pro futuro do Ceará”, declarou o governador eleito.

Ele também disse ter falado sobre o Cinturão das águas para seu estado e ressaltou a importância de realizar a segunda etapa do empreendimento. “É o segundo ano que o Ceará enfrenta um problema de seca. Portanto, para nós a obra do Cinturão das Águas, ela é estratégica para o futuro do Ceará, para o problema da água. Eu espero que a gente possa continuar o segundo trecho, que é o trecho que vai exatamente levar água para as áreas mais críticas do Ceará, que é o Sertão de Inhamuns o Sertão de Crateús.”

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 15:11

Presidenta Dilma visita nova fábrica automotiva que vai gerar 8 mil empregos diretos

As instalações da nova unidade industrial da Fiat Chrysler Automóveis em Pernambuco recebem, nesta terça-feira (21), a visita da presidenta Dilma Rousseff. O grupo está investindo R$10 bilhões e a fábrica comporá o Polo Automotivo de Goiana que, ao atingir capacidade de produção de 250 mil veículos/ano, gerará 8 mil empregos diretos.

Nova planta industrial do Grupo Fiat Chrysler terá capacidade de produção de 250 mil veículos/ano. Foto: divulgação.

Nova planta industrial do Grupo Fiat Chrysler terá capacidade de produção de 250 mil veículos/ano. Foto: divulgação.

A fábrica está sendo instalada em terreno com 11 milhões de m² no município de Goiana, a 62 km do Recife e a 52 km de João Pessoa, na região conhecida como Mata Norte de Pernambuco. As obras, iniciadas em setembro de 2012, estão com 85% de execução e tem previsão de início da produção para o primeiro trimestre de 2015. A planta industrial será a mais moderna fábrica do Grupo Fiat Chrysler e um dos mais avançados centros de produção do mundo.

Na construção do polo automotivo são 4,5 mil contratados. Paralelamente, começa a ser formado o contingente de trabalhadores que operarão a fábrica. Já foram contratados 351 trabalhadores, dos quais 90% estão em treinamento. Há engenheiros e técnicos sendo treinados em fábricas no Brasil, Itália e Sérvia.

O projeto pretende absorver parte dos trabalhadores da construção civil (principalmente os residentes em Goiana e região) no contingente que operará a fábrica para prevenir o desemprego e proporcionar a trabalhadores o ingresso no polo automotivo.

A fábrica será um polo irradiador de capacitação de mão de obra voltada a produzir automóveis, projetá-los e desenvolvê-los. Por seu poder irradiador sobre a economia, o polo automotivo projetará seus efeitos em toda a Zona da Mata Norte em Pernambuco, através da geração de riquezas, de renda, de capacitação, de emprego, de melhoria da infraestrutura, da oferta de educação, da expansão da prestação de serviços, entre outros.

Quinta-feira, 9 de outubro de 2014 às 10:00

Investimento de R$ 127 milhões triplicará área de proteção ambiental no litoral brasileiro

Mais de R$ 127 milhões serão investidos em ações voltadas para ecossistemas da costa. O Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Banco Mundial (Bird) e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) assinaram, na sexta-feira (26/09), contrato que viabilizará o projeto Áreas Marinhas Protegidas, medida que aumentará para 17,5 milhões de hectares a área oceânica de proteção ambiental no Brasil, atualmente delimitada em 5,5 milhões.

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Além dos recursos de origem nacional, outros US$ 18,2 milhões (R$ 40 milhões) virão do Fundo Ambiental Global (GEF, na sigla em inglês). As ações previstas no projeto levarão benefícios a 43 milhões de pessoas e alcançarão 514 mil km² da costa do Brasil.

O objetivo do projeto é proteger a capacidade dos ecossistemas costeiros de produzir alimentos e manter boa qualidade da água, além de aumentar condições de resistência e recuperação da degradação. A previsão é que a iniciativa desencadeie amplos benefícios sociais e econômicos, incrementando oportunidades para comunidades locais tradicionais que dependem, diretamente, das atividades de pesca para sua subsistência.

Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a zona costeira é, atualmente, uma das regiões ambientalmente mais ameaçadas no Brasil. “A criação de unidades de conservação é fundamental para proteger a biodiversidade dos oceanos e manter as atividades de pesca que, atualmente, representam cerca de 800 mil empregos no país”, declarou.

De acordo com a diretora do Bird para o Brasil, Deborah Wetzel, o banco já é um parceiro do Brasil na implantação de unidades de conservação na Amazônia, com resultados muito bem sucedidos. Disse acreditar no sucesso de mais esta parceria: “Não temos dúvidas de que este novo projeto vai seguir o mesmo caminho, não só preservar este ambiente rico, mas também proporcionar novas oportunidades de desenvolvimento para as comunidades locais que dependem dele”, assegurou. Considerou ainda que “esse é um exemplo para várias outras iniciativas futuras”.

Mais vida
A zona costeira brasileira abriga imensa variedade de ambientes e animais selvagens. Existem, em toda a extensão da costa, os mais longos trechos contínuos de manguezais do mundo, submetido a intensa pressão humana e econômica. Atualmente, apenas 1,57% do litoral do Brasil é abrangido pelo programa Áreas de Proteção de Rede Marinha e Costeira (MCPA).

Entre os principais objetivos do projeto Áreas Marinhas Protegidas estão a criação e consolidação de pelo menos 120 mil quilômetros quadrados de novas áreas de proteção da biodiversidade, incluindo 9.300 quilômetros quadrados de áreas de proteção da biodiversidade melhorados. Serão ampliadas as áreas sob proteção do MCPA promovendo sustentabilidade financeira no longo prazo por meio do desenvolvimento de mecanismos de financiamento.

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014 às 10:10

Editais investem R$ 22 milhões na produção de longas de baixo orçamento e documentários

Segunda-feira, 6 de outubro de 2014 às 10:00

Editais investem R$ 22 milhões na produção de longas de baixo orçamento e documentários

Foi anunciado pelo Ministério da Cultura e pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), na terça-feira (30/09) em São Paulo, R$ 22 milhões de investimentos em editais destinados à seleção de projetos audiovisuais para 2014-2015. São R$ 12 milhões para Longas-Metragens de Baixo Orçamento e R$ 10 milhões para Documentários em Longa-Metragem. Os recursos são do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio do Brasil de Todas as Telas.

Praia do Futuro - foto Alexandre Ermel

Praia do Futuro, filme de Karim Aïnouz com Wagner Moura, premiado em setembro no Festival Internacional de San Sebastián, tem investimento de R$ 2,23 milhões do FSA. Foto: Alexandre Ermel.

Os dois editais constituem ações estratégicas reconhecidas pelo setor audiovisual, com foco no fomento à inovação de linguagem, à formação de novos cineastas e à regionalização da produção.

Durante o anúncio, a ministra Marta Suplicy reafirmou a importância do setor audiovisual para o País e o bom momento pelo qual passa essa indústria. Ela destacou que os editais resultam de políticas públicas que demonstraram resultados bastante efetivos na última década, sobretudo, no fortalecimento da produção regional. Segundo ela, “o cinema leva prazer, cultura, leva a marca do país, mas também a possibilidade de ousar, e estes editais vão ajudar neste processo”.

Já o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, enfatizou a importância da iniciativa para o setor e a construção de uma política pública consistente, “cada vez mais forte em favor do povo brasileiro”, capaz de promover um ambiente de inovação e parceria, fortalecendo ainda mais a produção independente feita no Brasil e “dando as condições para o Brasil construir a sua própria imagem pelas suas próprias mãos, com o talento dos seus realizadores”. Para ele, esta ação representa o “foco na diversidade e na pluralidade do cinema brasileiro”.

Inscrições
O edital para Longas-Metragens de Baixo Orçamento (BO) recebe projetos de diretores que tenham realizado até três longas. O aporte máximo em cada um será de R$ 1,5 milhão, mas podem ser inscritos projetos com custos de até R$ 1,8 milhão, desde que comprovada captação do valor complementar.

Já os projetos contemplados no edital para Documentários podem receber investimentos de até R$ 1 milhão, cada um, totalizando R$ 10 milhões. Projetos com orçamento de até R$ 1,4 milhão podem ser inscritos, desde que o proponente comprove a captação do valor restante.

O período de inscrição de ambos os editais iniciou na quarta-feira (1º) e vai até 30 de dezembro. Mais informações podem ser obtidas no próprio site do Ministério da Cultura.

Brasil de Todas as Telas
O programa é uma ampla ação governamental para transformar o País em centro relevante de produção e programação de conteúdos audiovisuais. Com recursos do FSA, utiliza diferentes modalidades de operação financeira, articula parcerias público-privadas e propõe novos modelos de negócios. O objetivo é estimular o desenvolvimento dos agentes econômicos e promover acesso de número, cada vez maior, de brasileiros aos conteúdos produzidos pelos talentos nacionais, em todas plataformas de exibição.

Quarta-feira, 23 de julho de 2014 às 16:50

Investimento em banda larga democratizará internet na Amazônia

Os aportes feitos na expansão da infraestrutura de banda larga na Amazônia facilitarão a democratização dos serviços de internet na região. A avaliação é do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que participou nesta quarta-feira (23) de reunião entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da World Telecom Italia, Marco Patuano.

De acordo com o executivo, o plano da companhia é manter o nível de investimento de R$ 4 bilhões ao ano e fazer novos investimentos, como do leilão de novas frequências do 4G. O compromisso da empresa também envolve a telefonia rural. Serão atendidas as regiões rurais de quatro estados: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.

“Se a gente considerar que Manaus e região metropolitana tem mais de dois milhões de habitantes e a Zona Franca de Manaus, vai ser um consumo muito grande, vai fazer uma diferença extraordinária. Hoje facilmente você encontra pessoas que pagam R$ 600 por uma conexão de 256 Kbps, isso vai cair para a faixa de R$ 25 a R$ 30 por mês por uma conexão com mais de 1 Mb”, observou Paulo Bernardo.

Os executivos e o ministro declararam que a expansão da infraestrutura de banda larga já está sendo executada na Amazônia. O chamado “linhão”, linha de fibra óptica que liga Tucuruí a Manaus, foi construído e está em operação. O trecho de Manaus a Macapá, com extensão de 2 mil km, está em construção com previsão de entrada em operação ainda este ano. Também será feita extensão de Manaus até Urucu, atendendo mais oito cidades nas margens do Rio Amazonas. Com a conclusão de todos os trechos, mais de 70% da população do estado do Amazonas será atendida.

“No último ano e meio acho que fizemos um trabalho muito importante de melhoria da qualidade, mas ainda não estamos em um nível que podemos considerar de primeiro mundo. Eu acho que o Brasil precisa de um nível totalmente igual ao que temos na Europa ou nos Estados Unidos e não tem mágica, para ter mais qualidade necessita ter mais investimentos e mais frequências”, afirmou Patuano.

Para o desenvolvimento tecnológico da ultra banda larga fixa no Brasil, a companhia firmou, recentemente, parceria de cooperação estratégica para implantar um Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica no País. O objetivo é trabalhar de forma inovadora no desenvolvimento e testes das mais novas tecnologias de acesso, a fim de estabelecer um novo patamar de ultrabanda larga.

Veja outros detalhes em reportagem da TVNBr:

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) atingiu execução de R$ 871,4 bilhões até abril de 2014, o que representa 84,6% do orçamento previsto para o período 2011-2014. Os dados são apresentados nesta sexta-feira (27), pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, e fazem parte do 10º Balanço do programa.

O PAC 2 completa três anos e quatro meses cumprindo realização da infraestrutura que eleva competitividade do país, gerar empregos, resgatar papel do Estado como indutor do desenvolvimento, incentivar investimentos públicos e privados e reduzir as desigualdades regionais do Brasil.

As ações concluídas atingiram 95,5% do total previsto até o final de 2014, com R$ 675,8 bilhões em obras nos seis eixos do programa – Transportes, Energia, Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Água e Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida.

Transportes
O Eixo Transportes concluiu R$ 58,9 bilhões em empreendimentos em todo o país. Em Rodovias são 3.003 km de obras finalizadas em 2014, das quais 1.413 km foram concessões.

Em Ferrovias, já estão concluídos 1.053 km, com destaque para conclusão de trecho de 855 km da Ferrovia Norte Sul (FNS), entre Palmas (TO) e Anápolis (GO).

Na área de Portos, foram concluídos 22 empreendimentos, possibilitando a modernização e ampliação da capacidade dos portos brasileiros.

Na área de Aeroportos, foi ampliada capacidade de atendimento em 15 milhões de passageiros por ano, com conclusão de 24 empreendimentos. Nos aeroportos regionais foram concluídas 11 obras em oito cidades.

O PAC 2 universalizou ainda acesso a retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões caçamba em municípios com menos de 50 mil habitantes, alcançando toda a meta prevista.

Energia
No Eixo Energia, concluiu-se R$ 233,1 bilhões de obras de Geração de Energia Elétrica, promovendo a entrada de 12.860 MW no parque gerador brasileiro. Também entraram em operação 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1.729 MW. Estão em construção oito hidrelétricas, cinco termelétricas, 120 usinas eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas, que representarão um aumento de 24.374 MW na capacidade de geração de energia do País.

Para levar toda essa energia aos mercados consumidores, foram concluídas 35 linhas de Transmissão de Energia Elétrica, totalizando 10.194 km de extensão e 36 subestações.

No setor de Petróleo e Gás Natural, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis.

Cidade Melhor
No Eixo Cidade Melhor, o PAC 2 concluiu 1.223 empreendimentos de Saneamento, 70 empreendimentos de drenagem, 19 de contenção de encostas e 32 de pavimentação. Em Mobilidade Urbana, foram concluídos, ou estão em fase final de obras e já operam, 28 empreendimentos. Por meio do PAC Cidades Históricas, o Governo Federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para recuperação de monumentos e sítios urbanos de 44 cidades, em 20 Estados.

Comunidade Cidadã
No Eixo Comunidade Cidadã, foram contratadas 15.095 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o país, com investimentos de R$ 3,8 bilhões, das quais 10.759 estão em obras e 2.432 foram concluídas até junho de 2014. Foram também contratadas 495 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que terão capacidade mensal de até 3,1 milhões de atendimentos, e desse total, 213 estão em obras e 23 foram concluídas até junho de 2014.

Água e Luz para Todos
No Eixo Água e Luz para Todos, foram concluídas ações no valor de R$ 8,7 bilhões, com mais de 474 mil ligações de energia elétrica para 1,9 milhão de pessoas que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas.

Em Recursos Hídricos, mais de 207 localidades tiveram sistemas de abastecimento de água implantados e construídos 53 sistemas de esgotamento sanitário. Foram concluídos 961 empreendimentos, que melhoraram o sistema de abastecimento de água em áreas urbanas e 32 empreendimentos de recursos hídricos para combater a escassez de água no Nordeste brasileiro.

Minha Casa Minha Vida
O Eixo Minha Casa Minha Vida concluiu empreendimentos no valor de R$ 361,6 bilhões, entregando 1,7 milhão de moradias e beneficiando mais de 6,4 milhões de pessoas, o que equivale a segunda maior cidade do País, o Rio de Janeiro.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

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