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Quarta-feira, 23 de março de 2016 às 14:33

Governo investirá R$ 649 milhões em pesquisa e desenvolvimento para combater Aedes e zika

Dilma: “As pesquisas e os trabalhos pioneiros colocam o Brasil no centro das atenções da comunidade científica internacional. Cabe-nos dar todas as condições para que esse trabalho se coloque em novos patamares”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma: “As pesquisas e os trabalhos pioneiros colocam o Brasil no centro das atenções. Cabe-nos dar todas as condições para que esse trabalho se coloque em novos patamares”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta quarta-feira (23), investimento de R$ 649 milhões em pesquisa e desenvolvimento tecnológico para combate ao vírus zika, ao mosquito Aedes aegypti e às outros vírus que ele transmite. “Sendo 93% deste total aplicado até o final de meu mandato, em 2018”, anotou a presidenta. O governo também disponibilizará um montante de R$ 550 milhões em crédito na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e no Banco Nacional do Desenvolvimento (Bndes) para financiar a geração, a adoção e a comercialização de novas tecnologias.

O anúncio foi feito durante o lançamento do eixo de desenvolvimento tecnológico, educação e pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, no Palácio do Planalto.

Dilma destacou a necessidade dos altos investimentos feitos pelo governo para combater o vírus que se espalhou em “velocidade espantosa” pelo mundo. “O nosso objetivo é avançar no conhecimento sobre o vírus zika, na oferta de diagnósticos, vacinas e medicamentos. Precisamos saber que medidas são mais efetivas para evitar que o feto de uma gestante desenvolva microcefalia, quais as razões para que algumas pessoas tenham formas mais graves da doença, e o que fazer para evitar estes agravos. Precisamos também de novos métodos para combater o mosquito transmissor da doença”.

O objetivo dos investimentos do governo envolve aprimorar os testes para diagnóstico, tornando mais rápido a identificação do vírus e a adoção de medidas de atenção aos que forem contaminados. Outra frente dos investimentos é no desenvolvimento de tecnologias para controlar o mosquito Aedes. Há pesquisas em curso no País, por exemplo, que têm como estratégia a introdução no meio ambiente de mosquitos estéreis ou portadores da bactéria Wolbachia, que coíbe a transmissão de vírus. Além disso, os recursos disponibilizados permitirão o desenvolvimento de vacinas contra as doenças transmitidas pelo mosquito.

Ao citar o trabalho que já vem sendo desenvolvido pelos institutos de pesquisa brasileiros – como a Fiocruz e o Instituto Butantan – a presidenta afirmou que o País tem alcançado papel de destaque internacional no combate ao Aedes e ao vírus zika.

“As pesquisas e os trabalhos pioneiros produzidos e publicados em ritmo acelerado e com qualidade inquestionável colocam o Brasil no centro das atenções da comunidade científica internacional. Cabe-nos, agora, dar todas as condições, mesmo nessa etapa, de dificuldades fiscais, para que esse trabalho se coloque em novos patamares”.

Quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 às 13:18

Governo buscará reequilíbrio fiscal e atração de investimentos em 2016, afirma Dilma

Em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, aprovação de medidas tributárias e investimento em infraestrutura. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, aprovação de medidas tributárias e investimento em infraestrutura. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante café da manhã com jornalistas, nesta quinta-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff destacou que em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, a aprovação de medidas tributárias no Congresso e a atração de investimentos em infraestrutura. Todas as ações, segundo a presidenta, visam a reversão da desaceleração da economia para que, neste ano, o desempenho econômico seja melhor do que em 2015.

A presidenta ainda declarou que o governo fará “de tudo” para garantir o superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme previsto no Orçamento.

“A estabilidade macroeconômica tem como componente fundamental o reequilíbrio fiscal do País, a volta do crescimento (…) e a curto prazo nós temos que aprovar medidas provisórias tributárias que estão no Congresso”, disse. “Enfrentar o reequilíbrio fiscal impacta também na melhoria das condições da inflação. Nosso objetivo é que a inflação volte o mais rapidamente para o centro da meta e o mecanismo é o reequilíbrio fiscal. Vamos fazer de tudo para perseguir o superávit de 0,5%”, explicou.

Em relação à aprovação de MPs que tramitam no Congresso, a presidenta ressaltou os textos que tratam da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e da Desvinculação de Receitas da União (DRU) como alternativas para ajudar na recuperação da economia.

A presidenta destacou que, além de ajudar o governo a recompor as receitas, a CPMF também é uma questão de saúde pública.

“Não é questão só de reequilíbrio fiscal, mas também é questão de saúde pública. Aprovar a CPMF pode ajudar a resolver o problema da saúde pública no país. É visível que estados e municípios precisam deste recurso”, enfatizou.

Ela também afirmou que o País precisará “encarar” em 2016 o tema da reforma da Previdência, e lembrou que a expectativa de vida vem crescendo no país. “A base é o diálogo para escutar todos os segmentos, mas tendo a clareza que temos um problema real”, justificou.

Para Dilma, setores oposicionistas deveriam apoiar medidas de interesse do Brasil, acima de questões partidárias. “A oposição tem que ter o mínimo de comprometimento com o País”.

Domingo, 20 de dezembro de 2015 às 12:51

Simão: recuperar atratividade do País e melhorar o gasto público será missão central do Planejamento

A economia brasileira sempre foi marcada pelo seu dinamismo. E o momento é de recuperar a atratividade do País ao investimento, com a melhora do marco regulatório, o aperfeiçoamento da gestão pública e redução da burocracia. Para o novo titular do Ministério do Planejamento, Valdir Simão, essa será uma missão central da Pasta, sob sua coordenação.

Simão, que foi indicado para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (18), acredita que essas iniciativas, uma vez implantadas, serão muito importantes para os grandes programas de investimento em infraestrutura do Brasil na área de energia, de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e habitação, disse em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto.

“Temos que fazer uma análise detalhada de cada um dos programas, da qualidade do gasto público e buscar a eficiência nesses programas. Buscar a eficiência na máquina pública, aprofundar a reforma administrativa. Ter capacidade operacional e gerencial para fazer boas entregas para o cidadão. Eu não tenho dúvida de que o Planejamento tem as condições necessárias, com um corpo técnico altamente capacitado, para isso. E nós vamos fazer um excelente trabalho na recuperação da economia do País”, enfatizou Simão.

Ele informou que começou a trabalhar já neste final de semana, para tomar conhecimento de todas as ações da Pasta.

Bons serviços ao cidadão
Valdir Simão acrescentou que outra prioridade diária é a redução e a melhoria da qualidade do gasto público, para que os recursos investidos possam ser convertidos na entrega de políticas públicas de qualidade para o cidadão.

“Esse é um exercício diário que cada um de nós, gestores públicos, temos que fazer. E o Ministério do Planejamento tem que capitanear esse esforço. É lógico, buscando também a redução da burocracia, que penaliza o cidadão, afasta o bom investidor, e fazer com que a máquina pública funcione efetivamente de forma integrada e na busca de um objetivo comum: um desenvolvimento para o País que seja inclusivo, que seja um desenvolvimento que garanta um futuro melhor para cada um dos brasileiros”, destacou.

Terça-feira, 20 de outubro de 2015 às 15:24

Dilma afirma que viagem à Finlândia amplia parcerias em C&T, educação e investimentos

TwitterA presidenta Dilma Rousseff disse nesta terça (20), por meio de sua conta no Twitter, que a viagem de trabalho a Helsinque ajudou a ampliar a parceria entre o Brasil e a Finlândia em educação, investimentos, ciência, tecnologia e inovação.

“Em reuniões com o presidente Sauli Niinistö e o primeiro ministro Juha Sipilä, tratamos dos próximos passos nas relações entre nossos países. Brasil e Finlândia já desenvolvem importantes projetos na área educacional. Queremos ampliar ainda mais esse esforço”, afirmou.

Acrescentou que a educação é a chave “para preservar e aumentar nossas conquistas sociais, e nossa parceria com a Finlândia será fundamental para isso”.

“Agradeço ao governo e ao povo da Finlândia pela recepção. Kiitos paljon! Será um prazer recebê-los em nossa casa para os Jogos Rio2016”

Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 18:35

Dilma garante que Minha Casa vai continuar: “Diante das dificuldades, temos de ter é coragem”

Dilma entrega casas em Barreiras

Dilma: só na Bahia, já foram entregues, nesse ano,, 17,7 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida, o que significa entregar quase 3 casas por hora. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma garantiu nesta quarta-feira (7), em Barreiras (BA), que manterá os investimentos no Programa Minha Casa Minha Vida, apesar das limitações que a crise financeira internacional impõe ao Brasil. “Todos aqui sabem que nós tivemos que adotar medidas para reequilibrar os gastos do governo. (…) Cortamos vários gastos. Mas nós preservamos os programas sociais”.

E acrescentou: “Diante das dificuldades, o que nós temos de ter é coragem e determinação para enfrentar o problema. A gente não pode se atemorizar nunca diante da dificuldade”, assegurou.

“Eu quero dizer para vocês que o Minha Casa Minha Vida vai continuar. Nós vamos fazer o Minha Casa Minha Vida 3. Vamos continuar com o que falta entregar do Minha Casa Minha Vida 2, dos 4 milhões, já entregamos 2 milhões e mais de 300 mil casas. Então está faltando entregar 1,600 milhão”, contabilizou Dilma.

Apenas na Bahia, a presidenta relatou que já foram entregues, nos primeiros nove meses de 2015, “que está sendo um ano difícil”, 17 mil e 700 casas do Minha Casa Minha Vida. “O que significa esse número: 17.700? Significa entregar quase três casas por hora, todos os 279 dias deste ano. Mesmo com dificuldade, nós fizemos isso”.

Outro exemplo: somente em 2015 o governo colocou mais 388 profissionais do Mais Médicos na Bahia. “Com isso, são 1.700 médicos novos, que o governo federal arca com todos os custos, para garantir que em cada município do Brasil tenha médicos, o que não acontecia antes”.

Além disso, estão sendo feitos investimentos para melhorar a infraestrutura de saúde. Neste ano de 2015, foram entregues 83 postos de saúde novos e reformados 376. Foram entregues também 8 Upas. E, em setembro, 313 mil baianos retiraram medicamentos gratuitos para diabetes, hipertensão e asma na rede Aqui Tem Farmácia Popular.

“Eu garanto a vocês que nenhum desses programas vai parar, porque são todos muito importantes para o País. Aqui [na Bahia], em 2015, tivemos milhares de jovens entrando nas universidades. Milhares entrando no Pronatec. Centenas de crianças indo para as creches”, enumerou.

Os números comprovam que o governo está comprometido com a população e, por isso, tem de agir em duas frentes: “Tem de cuidar, sim, das finanças. Não pode jogar dinheiro pela janela. Tem sempre de procurar fazer mais com menos. Mas sempre tem de fazer mais para aqueles que mais precisam, é para eles que nós temos de fazer mais”.

Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 às 10:01

Merkel chega com grande delegação e inaugura cooperação política em tecnologia e educação

A Alemanha sempre foi um parceiro comercial importante para o Brasil, primordialmente pelo lado econômico. Essa parceria econômica vai continuar forte, com investimentos neste ano em várias fábricas no País. A novidade, que está sendo inaugurada com a visita da chanceler Angela Merkel, que começa nesta quarta-feira (19), é uma cooperação em políticas tecnológicas e educacionais, afirmou o embaixador Oswaldo Biato Júnior, diretor do Departamento da Europa do Ministério das Relações Exteriores.

Biato Júnior: Dois terços do governo alemão estarão discutindo cooperação. Foto: Henrique Tavares/MRE

Biato Júnior: Dois terços do governo alemão estarão discutindo cooperação. Foto: Henrique Tavares/MRE

“A visita tem a particularidade que praticamente dois terços do governo da chanceler Angela Merkel estão vindo para o Brasil. Eles terão encontros com seus pares brasileiros para discutir, em detalhes e grande pormenor, todas as possibilidades de cooperação em educação, ciência e tecnologia, de comércio, finanças e desenvolvimento”, informou o embaixador, durante briefing à imprensa realizado no Itamaraty, nesta terça-feira (18).

Segundo Oswaldo Biato, a partir desses contatos bilaterais, os representantes dos dois países participarão de uma grande reunião, em que passarão em revista, sob a coordenação das duas mandatárias, Dilma e Merkel, todos os resultados iniciais dessa visita. “Nossa expectativa é de que, com isso, possamos começar uma cooperação, um diálogo muito mais extenso, muito mais avançado do que tínhamos antes”.

Acordo sobre clima
Como consequência dessa grande interação entre integrantes dos governos Dilma e Merkel, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a ministra alemã de Meio Ambiente, Barbara Hendricks, abrem, já nesta quarta-feira, a Conferência Florestas, Clima e Biodiversidade, no Brasília Palace Hotel, na capital federal. O evento celebra acordos de cooperação entre os dois países, que totalizam 54 milhões de euros. Durante o evento, a presidenta da Caixa, Míriam Belchior, também assina acordo com o governo alemão.

Essa cooperação garantirá um aporte financeiro no Fundo Amazônia para apoiar atividades de fomento e de concessão de proteção ao bioma e redução das emissões de gases de efeito estufa, entre outros projetos.

Novos investimentos na indústria
Já o embaixador Oswaldo Biato Júnior fez questão de destacar, durante o briefing no Itamaraty, a força da parceria da Alemanha com o Brasil na economia, em diversos investimentos que já estão se concretizando.

“Há uma série importante deles [investimentos]. Na área automobilística, por exemplo, temos uma fábrica da Audi que será construída com investimentos de cerca de R$ 500 milhões. A Volkswagen vai começar a produzir o Golfe em São José dos Pinhais [no Paraná]. A Mercedes-Benz vai inaugurar uma nova fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo, também com investimentos em torno de R$ 500 milhões”.

E, finalmente, lembrou Biato, o investimento feito pela Basf, que criou um grande polo de produção de acrílicos na Bahia, avaliado em R$ 1,2 bilhão.

“Tudo isso mostra que os grandes investimentos alemães continuam a acontecer no Brasil. E que são realmente muito importantes, sobretudo na área de química e área industrial. São fundamentais nessas duas áreas”, enfatizou o embaixador.

Quarta-feira, 19 de agosto de 2015 às 9:30

Brasil recebe visita da principal economia da Europa, destaca Edinho Silva

Em entrevista ao Blog do Planalto, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, avaliou que a vinda da chanceler da República Federal da Alemanha, Angela Merkel, ao Brasil representa a visita da chefe de governo da principal economia da Europa e de um importante parceiro econômico para o Brasil. Merkel, acompanhada de comitiva de integrantes de seu governo, inicia programação oficial nesta quarta-feira (19).

“A Alemanha é um parceiro econômico fundamental para que a gente possa cada vez mais abrir mercados no mundo e principalmente fortalecer as nossas relações econômicas na Europa. A vinda da presidenta Merkel significa também o fortalecimento dos laços que o Brasil tem com a Alemanha, com os investidores alemães que estão no Brasil”, disse Edinho. Atualmente, há mais de 200 empresas alemãs investindo no Brasil.

Em junho, durante cerimônia de inauguração de complexo acrílico da empresa alemã em Camaçari (BA), a presidenta Dilma destacou que já há parcerias de longa duração entre os dois países e falou da expectativa pela visita da chanceler. “Eu terei a honra de receber, em agosto, [a visita] da chanceler Angela Merkel. E tenho certeza de que essa será reunião que vai dar base às parcerias e um aprofundamento ainda maior com a Alemanha,” afirmou ela na ocasião.

Segunda-feira, 29 de junho de 2015 às 16:35

Governo brasileiro deve anunciar metas para o clima em conjunto com os EUA, afirma Dilma

Brasil-EUA-2015
Um dos pontos fundamentais dos encontros de trabalho que manterá com o presidente norte-americano, Barack Obama, será a questão da mudança climática, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta segunda-feira (29), em entrevista coletiva aos jornalistas, concedida em Nova Iorque, após reunião com empresários e investidores internacionais. Ela chegou a Washington no final da tarde desta segunda feira e será homenageada à noite com um jantar no Salão Azul da Casa Branca.

Segundo Dilma Rousseff, o governo brasileiro pretende fazer anúncios conjuntos de redução de emissões de gases de efeito estufa durante a Conferência Mundial da ONU sobre o Clima (COP 21), que será realizada em Paris, em dezembro. “Neste ano você tem a COP 21. E, dentro da COP 21, nós pretendemos fazer anúncios conjuntos, o Brasil e o governo americano”, disse ela.

Ainda em Nova Iorque, a presidenta também anunciou que o governo apresentará, até agosto, o plano nacional de investimentos em energia elétrica. Além disso, informou, “vamos lançar até o dia 7 de julho, a 13ª rodada de concessão na área de petróleo e gás. Ela já foi anunciada na OTC, no início desse ano, mas será integralmente apresentada agora, dia 7 de julho”.

Encontro com empresários

Durante a coletiva, antes de embarcar para Washington, Dilma se mostrou satisfeita com os resultados das reuniões realizadas na manhã desta segunda-feira com investidores privados dos Estados Unidos. “Queríamos discutir as condições macroeconômicas de investimento no Brasil e mostrar que eles eram muito bem-vindos”, afirmou a presidente. “Queremos a participação de investidores estrangeiros.”

No encontro com empresários do setor financeiro, estiveram presentes, entre outros, representantes dos grupos Blackrock, Blackstone Group, Blenheim Capital Management, Cerberus Global Investiments, Citigroup, Diamond Offshore Drilling, Loews Corporations, JP Morgan, Starwood Capital Bondmann, TGP Partners, Valor Capital Group e Warburg Price Pincus.

Entre os empresários do setor produtivo, disse ela, compareceram representantes de várias companhias da área de energia, automobilística, educação, saúde e de petróleo e gás, entre outros. “Foi uma coisa extremamente forte. Porque estavam reunidos aqui, para serem apresentados, todo o programa de investimento em logística, com seus detalhes, com todos os dados”, explicou.

Confira a íntegra

 

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 16:02

Levy: País está no caminho certo para ter mais empregos e economia mais sofisticada e produtiva

O País está no caminho certo para ter mais empregos e uma economia cada vez mais sofisticada e produtiva. Isso porque está fazendo os ajustes econômicos necessários ao momento atual e criando as condições para, ao mesmo tempo, lançar um programa de investimentos, como foi feito nesta terça-feira (9), pela presidenta Dilma Rousseff.

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a saúde econômica em ordem é possível entrar em outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver a capacidade do País. Foto: RafaB/Blog do Planalto.

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a saúde econômica em ordem é possível entrar em outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver a capacidade produtiva do País. Foto: RafaB/Blog do Planalto

A avaliação é do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, após o anúncio da segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai mobilizar investimentos de R$ 198,4 bilhões, beneficiando diretamente 20 estados e 130 municípios.

Com a saúde econômica do País em ordem, diz Levy, é possível entrar nessa outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver nossa capacidade produtiva. “No caso aqui, a capacidade de logística, que baixe os custos da produção no Brasil e aumente o conforto de quem vai viajar de avião ou até de ônibus. Enfim, cria esse desenvolvimento da economia.”

Para ele, as duas ações do governo dialogam uma com a outra. “Uma fortalece a outra. Na hora em que a gente faz o ajuste, cria as condições para estar lançando um plano ambicioso de investimento. Ao mesmo tempo, na hora em que eu faço o investimento, volto a crescer, tenho mais receitas. E, se eu mantiver a disciplina, a capacidade de pagamento do governo é favorecida, até os juros vindo a cair e a inflação [ficando] menor. Então uma coisa está sempre dialogando com a outra”.

E acrescentou: “Como disse a presidenta Dilma, as nações mostram que são capazes de crescer e de se realizar também no momento de maior sacrifício, momento de ajuste. É aí que a gente vê, realmente, aquela fibra de uma nação e a gente vai nesse caminho. Caminho de ter mais emprego e de uma economia cada vez mais sofisticada e produtiva.”

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 15:30

Investimentos em logística vão girar mais rapidamente a roda da economia, diz Barbosa

A segunda fase do Programa de Investimentos em Logística (PIL), lançada nesta terça-feira (9), é parte da agenda de investimentos do governo e vai conduzir o País à retomada do crescimento da economia de forma sustentável. Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, explicou que os investimentos em infraestrutura e logística promoverão resultados já no curto prazo.

 “Os projetos apresentados atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País”, afirmou Nelson Barbosa. Foto: RafaB/Blog do Planalto

“Os projetos apresentados atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País”, afirmou Nelson Barbosa. Foto: RafaB/Blog do Planalto

“É possível aumentar rapidamente a produtividade do Brasil reduzindo custos e melhorando serviços com mais investimentos em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias”, disse o ministro. O aumento do investimento aliado à elevação da produtividade é condição necessária para o crescimento sustentável. “Com esses investimentos, vamos alavancar mais atividades, mais empregos e fazer a roda da economia girar mais rapidamente.”

Ao promover o crescimento sustentável, o programa, além de ser uma etapa da política econômica, representa também uma estratégia de política social. O ministro lembrou que o governo conseguiu nos últimos anos combinar crescimento e distribuição de renda.

“Estamos em um momento de alguns ajustes da política econômica devido às atuais condições internacionais e domésticas. É o momento de construirmos as bases para o novo momento com ampliação do ganhos sociais e para o ganho na produtividade. Com isso, poderemos crescer mais e aumentar a distribuição de renda”, disse o ministro.

Programa atende demandas do setor produtivo
Para Barbosa, o programa lançado hoje vem ao encontro de demandas do setor produtivo, de se investir mais em infraestrutura e fazer isso em condições próximas às de mercado. “Os projetos apresentados, primeiro atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País e a nossa proposta é fazer isso com preços realistas, que atendam as condições de mercado.”

O PIL é baseado em concessões em que o governo organiza os projetos, elabora os editais e define critérios de licitação, criando condições de operação que sejam atraentes ao setor privado. “É crucial a participação do setor privado em coordenação com o governo”, disse Barbosa. E ressaltou que é ainda mais importante que as condições definidas permitam a prestação de serviços de qualidade com custos adequados.

O programa realizará um dos maiores investimentos em logística da história do País. “É um programa de vários anos, cerca de R$ 198 bilhões, dos quais R$ 70 bilhões devem ser executados nos próximos quatro anos. Mas esses R$ 198 bilhões são projetos que nós vamos iniciar até 2018”, falou o ministro.

Ele ainda destacou que o PIL faz parte de uma agenda de investimentos do governo. Na última terça-feira (2) ,foi lançado o Plano Safra 2015-2016. E já na próxima semana será anunciado o Plano Safra de Agricultura Familiar. Em seguida, será a vez do Plano Nacional de Exportações, do Plano Nacional de Banda Larga e também da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida. “São várias iniciativas que se complementam e que vão gradualmente recuperar o investimento e recuperar o crescimento da economia”, declarou Nelson Barbosa.

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