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Quinta-feira, 13 de agosto de 2015 às 17:24

Para CEO da Unilever, Brasil é exemplo em meio ambiente e país para investir

Para o executivo, sempre vale a pena investir no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Para o executivo, sempre vale a pena investir no Brasil. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O CEO da multinacional Unilever, Paul Polman, disse nesta quinta-feira (13), após reunião com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, que sempre vale a pena investir no Brasil. A afirmação foi feita após o empresário anunciar a abertura de uma nova fábrica no País na próxima semana, em Aguaí, interior de São Paulo.

“Estamos aqui há 86 anos. O País tem uma população que está crescendo e tem grandes possibilidades de continuar a se desenvolver”. A Unilever possui 15 fábricas no Brasil em 10 localidades, empregando cerca de 14 mil pessoas diretamente.

“E, depois, vamos olhar para as oportunidades no longo prazo porque o potencial deste País ainda é enorme”, complementou Polman.

Brasil é exemplo para o mundo
O Brasil dá exemplo para o mundo quando se trata de desenvolvimento sustentável, acrescentou o empresário, após a reunião com a presidenta. Além de CEO da Unilever, Polman também é presidente do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (World Business Council for Sustainable Development). Ele já ganhou diversos prêmios por sua atuação em prol da sustentabilidade.

“O Brasil está desempenhando em um papel muito importante no mundo em termos de dar o exemplo. Vocês têm feito um tremendo trabalho aqui no Amazonas, nas florestas e na agricultura sustentável. Vocês têm liderado o caminho em várias áreas diferentes. Podemos, junto com o Brasil, ajudar a definir os padrões para o mundo, bem como obter acordos sólidos no que se refere tanto aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável quanto aos acordos sobre mudanças climáticas”, disse Polman.

Segundo o executivo, um dos assuntos tratados no encontro foi a Conferência de Paris sobre a Mudança do Clima, a COP21, realizada pela ONU. “Este é um ano muito importante para todos no mundo, porque este é um ano em que temos todos que estar de acordo com relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que cobrem os próximos 15 anos, sobre como podemos resolver o problema da pobreza no mundo, e ao mesmo tempo precisamos alcançar um acordo sobre mudanças climáticas, que é a COP 21”.

Sexta-feira, 19 de junho de 2015 às 14:24

Fábrica de 500 milhões de euros na Bahia mostra qualidade da parceria Brasil-Alemanha

Dilma: “Eu terei a honra de receber, em agosto, a chanceler Angela Merkel. Tenho certeza de que essa será reunião que vai dar base às parcerias e um aprofundamento ainda maior com a Alemanha.” Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma aciona máquinas da fábrica em Camaçari: parceria com Alemanha é de de qualidade e será aprofundada com visita da chanceler Angela Merkel  em agosto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O investimento feito pela empresa alemã Basf, no complexo acrílico instalado nesta sexta-feira (19), em Camaçari (BA), soma 500 milhões de euros. Sem dúvida, disse a presidente Dilma Rousseff ao inaugurar a fábrica, “é uma quantia bastante significativa e, é certamente, é uma das razões para gente comemorar”.

A presidenta lembrou que a Basf é uma das mais antigas empresas que investem no Brasil. “Está aqui há 105 anos. O que mostra que é uma parceria feita com nosso País não de curto prazo. Que não tem pura e simplesmente um objetivo imediato, mas que está comprometida com futuro do País”, disse.

E que essa parceria de longa duração faz todo sentido dentro do quadro de relações que se desenha entre o Brasil e a Alemanha. “Eu terei a honra de receber, em agosto, [a visita] da chanceler Angela Merkel. E tenho certeza de que essa será reunião que vai dar base às parcerias e um aprofundamento ainda maior com a Alemanha.”

E uma parceria com a Alemanha será sempre na área de investimentos, de comércio e, sobretudo, uma parceria com a qualidade industrial que caracteriza a manufatura alemã, acrescentou.

Impactos positivos
A presidenta Dilma Rousseff enfatizou ainda que a importância do complexo acrílico de Camaçari vai além da quantidade de euros do investimento. “Sobretudo, é uma indústria que se incorpora à essa região do mundo sendo a primeira do hemisfério, inédita em toda América Latina. E, agora, presente no Brasil. Dando consistência à cadeia de petróleo, à cadeia de petroquímicos, à cadeia de polímeros do País. Isso vai permitir também que nós tenhamos uma vantagem em relação às questões relativas à balança comercial brasileira”.

Além disso, os insumos básicos que serão fabricados na Bahia para a indústria do País, como ácido acrílico e polímeros para absorventes, serão utilizados em produtos que colaboram para o maior conforto da população, como as fraldas para crianças e tintas fabricadas pelas empresas para “colorirem ainda mais nosso país”, comentou.

Terça-feira, 2 de junho de 2015 às 15:28

Plano Safra é garantia de alimentos, exportações e crescimento econômico, diz Kátia Abreu

Os recursos do Plano Safra 2014-2015 resultarão na garantia de alimentos para os brasileiros, produção de excedente para exportação e geração de empregos, afirmou Kátia Abreu, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “Esse Plano Safra não foi para os produtores, foi um Plano Safra que a presidenta especialmente trabalhou para todos os brasileiros”, avaliou. O agronegócio responde por cerca de 24% do PIB e 36% do emprego formal.

“Na agricultura não tem gasto, tem investimento e crescimento. Então nós saímos de R$ 156 bilhões para R$ 187 bilhões. Nós estamos muito contentes com isso porque vamos cumprir nosso papel, vamos continuar trabalhando e ajudando o Brasil neste momento”, declarou a ministra.

“A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou a ministra. Foto: Felipe Rossi - Gabinete Digital/PR

“A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou a ministra. Foto: Felipe Rossi – Gabinete Digital/PR

Ela destacou também que em um momento de ajuste fiscal é significativo que o governo federal aumente em 20% os recursos para custeio da produção agropecuária. “A presidenta Dilma tem repetido e eu quero reiterar que ajuste fiscal não são só cortes, também requer investimentos para continuar crescendo e fazendo o desenvolvimento”, explicou. De acordo com ela, o agronegócio tem a capacidade de dar resposta rápida aos investimentos, e contribuirá para a retomada da trajetória de crescimento da economia.

A ministra ainda lembrou que com o aumento de produtividade ao longo dos anos, o setor tem contribuído com o saldo da balança comercial do País exportando excedentes. “Em 1976, o Brasil produziu 40 milhões de toneladas de grãos com uma produtividade baixa de 1,2 mil quilos por hectare. Em 2014, [foram] 202 milhões de toneladas com uma produtividade de 3,5 mil quilos por hectare.”

Terça-feira, 2 de junho de 2015 às 12:42

Governo eleva em 20% recursos para Plano Safra e total atinge recorde de R$ 187,7 bi em 2015-2016

Dilma anuncia R$ 180 bilhões para o Plano Safra 2015-2016

Dilma: “Produzimos a verdadeira riqueza que movimenta a população mundial. Vamos continuar a fazê-lo, com cada vez mais competência, com este Plano Safra 2015-2016″. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (2), a destinação de R$ 187,7 bilhões para o Plano Agrícola e Pecuário 2015-2016. A soma representa um aumento de 20% nos recursos destinados ao crédito para financiar a próxima safra. Com isso, afirmou a presidenta, os produtores brasileiros terão, mais uma vez, a garantia do governo de que terão recursos para o financiamento adequados ao agronegócio, segmento que continuará sendo prioritário no Brasil.

Esse é maior volume de recursos já liberados para o setor na história. Além do aumento dos recursos, a presidenta lembrou que os juros serão realinhados, sem comprometer a capacidade de pagamento dos produtores. “Manteremos taxas de juros diferenciadas para as linhas de investimento prioritárias e para o médio produtor”, garantiu a presidenta.

O volume de recursos para Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) foi elevado para R$ 18,9 bilhões, com aumento de cerca de 25% no limite de financiamento para custeio. “Persistimos em nossa estratégia de criar uma classe média rural forte, ancorada em uma produção competitiva e sustentável”, reiterou Dilma.

A presidenta destacou ainda que todas as linhas de financiamento voltadas ao aumento da produtividade e sustentabilidade e ao estímulo à inovação serão mantidas, o que é relevante especialmente neste ano, quando se realiza, em Paris, a conferência internacional do clima das Nações Unidas, a COP 21. Nesse sentido, ela apontou o sucesso do plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC), implementado pelo governo brasileiro, “que é um orgulho das iniciativas brasileiras no campo da agricultura e da produção sustentável”.

Novas tecnologias e implementos agrícolas
O compromisso do governo com a sustentabilidade da produção agropecuária será mantido também quanto aos recursos para o Plano de Apoio Conjunto Inova Agro, ao Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos

Agrícolas Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e para o Seguro Rural, de acordo com os compromissos já assumidos e as demandas e as demandas a serem tomadas para nova safra.

Também terão continuidade linhas de financiamento das últimas safras, importantes para alguns segmentos, setor sucroalcoolerio, pecuária bovina, florestas plantadas, armazenagem por exemplo”, disse Dilma.

A presidenta lembrou que investir na agropecuária é um ótimo negócio para o Brasil, pois a produção gera mais alimentos, mais exportações, mais empregos e riquezas para o País. “Produzimos a verdadeira riqueza, aquela que alimenta a população mundial. Vamos continuar a fazê-lo, reforçamos com esse Plano Agrícola e Pecuário 2015-16, que é uma parceria do governo com o setor. E assim, damos as condições para que o produtor possa atuar com mais produtividade e com a excelência característica”.

Por fim, Dilma Rousseff parabenizou os produtores do agronegócio pelo recorde histórico mensal de exportação de soja, anunciado nesta segunda-feira (1º), no montante de 9 milhões e 340 mil toneladas. “É sem dúvida um mundo de toneladas. A vitória de um segmento é uma vitória de todos os produtores e uma vitória do Brasil”.

Terça-feira, 12 de maio de 2015 às 19:23

Governo já está concluindo detalhes do programa de investimentos em logística, diz presidenta Dilma

O governo já está concluindo os detalhes para o lançamento do programa de concessões de logística, que inclui aeroportos, ferrovias, rodovias e portos, adiantou a presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (12). “Nós estamos finalizando e conversando com empresas, no sentido de ver quais são os interesses existentes. E estamos finalizando, também, as formas de financiamento possíveis. Elas ainda não vão ser as mais definitivas, mas estamos fazendo toda uma modelagem”, explicou.

A afirmação foi feita durante entrevista coletiva, após reunião com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, no Rio de Janeiro. Dilma disse ainda que o pacote de investimentos implica em avaliações minuciosas do que cabe entrar na concessão ou não.

“Há coisas que você não consegue concede, porque o custo da tarifação será muito alto. Dependendo da quantidade de tráfego de uma rodovia, se você conceder, vai ter um pedágio muito elevado. Quanto menos tráfego, maior o pedágio e vice-versa. Em uma ferrovia, se faz uma avaliação que precisa de um certo volume de carga  para ela ser viável em termos de concessão”, comentou.

Dilma anunciou ainda que, após o lançamento do pacote de concessões, o governo vai lançar também um programa de energia elétrica para os próximos anos e o Minha Casa Minha Vida 3.

Rio 2016
Ainda na coletiva de imprensa, a presidenta assumiu o compromisso de, ao longo dos próximos meses, promover reuniões de trabalho sistemáticas com o Comitê Organizador dos Jogos e com o Comitê Olímpico Brasileiro. O objetivo é fazer um “ajuste fino” entre as ações dos governos federal, estadual e municipal.

“Os Jogos Olímpicos são basicamente um reflexo daquilo que o esporte tem de melhor, que é encarar o desafio, trabalhar no sentido de superar esse desafio, dedicar os seus maiores esforços nesse sentido e conquistar a vitória. E nós aqui estamos com essa disposição. E a forma de nós nos integrarmos é dialogar, dialogar e dialogar”, disse.

A presidenta também destacou a participação dos investidores privados nas obras dos Jogos. “Inclusive, os investidores privados que participam de todos os projetos de PPP [parceria público-privada] que estão sendo levados aqui, que transformam essa Olímpiada em algo especial, ou seja, grande participação do capital privado. O financiamento é feito pelo governo federal, mas tem uma imensa participação do setor privado e vai deixar um imenso legado”.

Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015 às 21:14

Minha Casa, Minha Vida terá 3 milhões de novas moradias, diz Miriam Belchior

Em seu discurso de posse, a nova presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, afirmou que o banco construirá três milhões de novas moradias na nova fase do programa Minha Casa, Minha Vida. A solenidade foi nesta segunda-feira (23), em Brasília.

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Miriam Belchior reafirma o papel social da Caixa com a construção de 3 milhões de novas unidades do Minha Casa, Minha Vida na nova fase do programa. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

Segundo Miriam, a Caixa deverá se desdobrar ainda mais na sua tarefa de parceira estratégica do governo brasileiro. “Será necessário trabalhar arduamente para alcançarmos a meta de contratação de mais três milhões de novas moradias no Minha Casa, Minha Vida, estabelecida pela presidenta Dilma Rousseff. Essas contratações se somarão a dois milhões de moradias entregues e a 1,750 milhão que ainda estão em construção”.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participou da solenidade e, em seu discurso, afirmou que “embora seja um instrumento de políticas públicas, a Caixa também é um banco, e tem caminhos muito certos para operar e mantidos esses caminhos, a Caixa segue uma empresa sólida de resultados”. Mas o ministro não deixou de destacar o  trabalho do banco como um dos principais agentes das políticas públicas do governo. “A Caixa é uma empresa que está lá na ponta. Nós conhecemos todos os programas sociais, os cartões, o benefício de tantas políticas públicas em que o banco tem um papel absolutamente ímpar”.

Carteira de investimentos
Miriam Belchior também anunciou, em seu discurso de posse, a participação da Caixa na implantação de uma nova carteira de investimentos.

“A Caixa deverá ter uma participação destacada na implantação de uma nova carteira de investimentos em infraestrutura de logística, combinando investimento público, parcerias privadas e crédito de longo prazo para os grandes projetos. Entre esses investimentos, merece destaque a expansão da infraestrutura urbana de transporte coletivo por todo o Brasil, que considero um dos mais sérios problemas das cidades brasileiras”, disse Miriam.

Segunda-feira, 13 de maio de 2013 às 16:47

Brasil segue o caminho do crescimento inclusivo e do aumento da competitividade, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (13), em São Paulo, durante a abertura do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que o Brasil segue o caminho do crescimento inclusivo e do aumento da competitividade para enfrentar a crise econômica internacional. No discurso, a presidenta citou a MP dos Portos como exemplo do esforço do governo em buscar mais competitividade e eficiência.

“Se somarmos logística e energia, nós teremos um investimento de um pouco mais de US$ 233 bilhões. Mas os 50% desse volume de investimento será destinado ao setor de logística – transporte, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos –, e nós hoje estamos num momento muito importante que é a votação da Lei dos Portos, que tem por objetivo abrir os portos brasileiros ao investimento privado, gerando competição, maior eficiência e modicidade nos custos”, defendeu.

A presidenta ainda convidou os empresários alemães a investirem no Brasil, e destacou os aportes que serão feitos para melhoria da infraestrutura do país. Também citou a retomada das licitações de campos de petróleo e gás. Uma nova rodada para concessão deve acontecer ainda esta semana, com o interesse declarado de 64 empresas de 20 países. Até o fim do ano, também deve ocorrer a partilha de áreas do pré-sal.

“Eu sei que hoje as grandes empresas alemãs seguem investindo e reinvestindo capitais produtivos no Brasil, especialmente no setor industrial. Paralelamente verifica-se, com satisfação crescente para todos aqueles interessados nesse relacionamento, ser importante e crescente o número de empresas brasileiras – e eu acho essa uma novidade –, cerca de 50, que se instalaram na Alemanha com investimentos que, segundo as estatísticas alemãs, cresceram à taxa de 6,5% ao ano, de 2005 a 2010″, destacou.

Confira a íntegra 

Segunda-feira, 15 de abril de 2013 às 10:54

Dilma anuncia investimento no RS e afirma: nosso objetivo é dobrar a renda per capita da população

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 17:13

Dilma: “O nosso objetivo é dobrar a renda per capita da população”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, durante cerimônia de entrega de retroescavadeiras, motoniveladoras e ônibus escolares a prefeitos do Rio Grande do Sul que o governo tem como objetivo dobrar a renda per capita da população. A presidenta disse ainda que o caminho para o Brasil se tornar um país de classe média é investir em educação.

“Daqui a alguns anos nós comemoraremos os 200 anos da nossa independência. E nesse dia nós vamos ter que olhar para trás e ver o que fizemos para construir a nossa soberania, o nosso desenvolvimento e o bem-estar do nosso povo. E aí, se vocês perguntarem para mim: qual é o nosso objetivo? O nosso objetivo é dobrar a nossa renda per capita. É esse o objetivo desse país. Ele se mede, fundamentalmente, pela renda per capita da nossa população. É essa a medida e o metro que nós devemos usar”, disse.

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 14:29

Em Porto Alegre, Dilma anuncia o investimento de R$ 2,46 bilhões em obras viárias

Durante entrega, nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, de máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras a municípios gaúchos, a presidenta Dilma Rousseff anunciou R$ 2,46 bilhões em investimentos para melhorar o tráfego e o escoamento da produção na região metropolitana da capital gaúcha.

“Eu sou presidenta de todos os brasileiros. Em todos os lugares que eu vou tenho o cuidado de ver as obras necessárias em curto, médio e longo prazo. Precisamos de muitos empreendimentos na área de infraestrutura. O Brasil hoje tem capacidade de pensar o que quer ser daqui a 10 anos”, afirmou Dilma.

A primeira das três obras anunciadas é o trecho de 32 quilômetros da BR-448, entre Estância Velha e Sapucaia do Sul, com um custo estimado de R$ 530 milhões, e que vai ampliar o acesso à região metropolitana de Porto Alegre e à região de Caxias. Outro trecho é o que liga a capital a Novo Hamburgo pela BR-116.

Com um custo estimado de R$ 330 milhões, a obra terá medidas complementares para desafogar o trânsito na região metropolitana, que incluem passagens de nível, alargamento de viadutos, entre outras. A terceira obra anunciada é a ligação entre Santa Maria e Santo Ângelo pela BR-392, com uma extensão de 235 quilômetros, a um custo de R$ 1,6 bilhão.

Equipamentos
A entrega de 120 máquinas nesta sexta-feira – 80 retroescavadeiras e 40 motoniveladoras – totalizou um investimento de R$ 28 milhões e deve beneficiar cerca de 600 mil pessoas. Já os 25 ônibus disponibilizados pelo Ministério da Educação para 15 municípios terão custo de cerca de R$ 3,5 milhões cada.

“É a capacitação dos municípios para tomar providências. É uma iniciativa do governo de melhorar as condições de transporte das nossas safras. Ele se conjuga com um grande esforço que o governo federal vem fazendo. O Brasil teve um período que parou de investir na escala necessária”, defendeu.

Confira a íntegra

 

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