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Sábado, 27 de fevereiro de 2016 às 15:21

Presidenta defende equilíbrio fiscal para criar ambiente favorável a investimentos no Brasil

Viagens internacionais“Equilibrar o orçamento […] não é um fim em si. Você faz isso porque é essencial para que se crie um ambiente favorável ao investimento”, disse a presidenta Dilma em entrevista a jornalistas, neste sábado (27), em Santiago, no Chile. Uma das ações necessárias para isso é estabilizar a situação fiscal do País, o que passa necessariamente por uma reforma previdenciária. Dilma explicou que isso não é sinônimo de tirar direitos dos trabalhadores.

“O Brasil tem sólidas estruturas. Precisa agora de uma âncora no fiscal, precisa de uma reforma previdenciária, não para tirar direitos do trabalhador, mas para garantir esses direitos no futuro”.

A presidenta também defendeu que esta é uma reforma que não deve mudar regras da aposentadoria no curto prazo. “Podemos fazer uma reforma com tranquilidade em que você absorva todas as expectativas de direito. Mas que reconheça uma realidade, que é o fato, muito bom, que a população do Brasil está envelhecendo porque nossa expectativa de vida aumentou. E aqueles que trabalham vão ter que, progressivamente, sustentar uma parte maior da população que é a que não trabalha: os que aposentam e as crianças e os jovens”.

A presidenta destacou ainda que é necessário que se aumentem as receitas. “Nós não passamos por essa ponte sem receitas. E daí a importância da CPMF. Tudo isso só [se] faz por um motivo: queremos voltar a crescer”, afirmou a presidenta. Para isso é importante que haja também investimentos, apontou, tanto do setor privado quanto do público. Ainda em 2016, o governo vai realizar leilões de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias.

Dilma defendeu que haja um clima de união que favoreça o Brasil a recuperar o grau de investimento. “O Brasil precisa se unir. Os empresários, os que geram emprego e renda, percebem a força do Brasil”.

Confira a íntegra

Quinta-feira, 7 de janeiro de 2016 às 13:18

Governo buscará reequilíbrio fiscal e atração de investimentos em 2016, afirma Dilma

Em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, aprovação de medidas tributárias e investimento em infraestrutura. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, aprovação de medidas tributárias e investimento em infraestrutura. Foto: Ichiro Guerra/PR

Durante café da manhã com jornalistas, nesta quinta-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff destacou que em 2016, o governo vai buscar o reequilíbrio fiscal, a aprovação de medidas tributárias no Congresso e a atração de investimentos em infraestrutura. Todas as ações, segundo a presidenta, visam a reversão da desaceleração da economia para que, neste ano, o desempenho econômico seja melhor do que em 2015.

A presidenta ainda declarou que o governo fará “de tudo” para garantir o superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme previsto no Orçamento.

“A estabilidade macroeconômica tem como componente fundamental o reequilíbrio fiscal do País, a volta do crescimento (…) e a curto prazo nós temos que aprovar medidas provisórias tributárias que estão no Congresso”, disse. “Enfrentar o reequilíbrio fiscal impacta também na melhoria das condições da inflação. Nosso objetivo é que a inflação volte o mais rapidamente para o centro da meta e o mecanismo é o reequilíbrio fiscal. Vamos fazer de tudo para perseguir o superávit de 0,5%”, explicou.

Em relação à aprovação de MPs que tramitam no Congresso, a presidenta ressaltou os textos que tratam da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e da Desvinculação de Receitas da União (DRU) como alternativas para ajudar na recuperação da economia.

A presidenta destacou que, além de ajudar o governo a recompor as receitas, a CPMF também é uma questão de saúde pública.

“Não é questão só de reequilíbrio fiscal, mas também é questão de saúde pública. Aprovar a CPMF pode ajudar a resolver o problema da saúde pública no país. É visível que estados e municípios precisam deste recurso”, enfatizou.

Ela também afirmou que o País precisará “encarar” em 2016 o tema da reforma da Previdência, e lembrou que a expectativa de vida vem crescendo no país. “A base é o diálogo para escutar todos os segmentos, mas tendo a clareza que temos um problema real”, justificou.

Para Dilma, setores oposicionistas deveriam apoiar medidas de interesse do Brasil, acima de questões partidárias. “A oposição tem que ter o mínimo de comprometimento com o País”.

Domingo, 20 de dezembro de 2015 às 12:51

Simão: recuperar atratividade do País e melhorar o gasto público será missão central do Planejamento

A economia brasileira sempre foi marcada pelo seu dinamismo. E o momento é de recuperar a atratividade do País ao investimento, com a melhora do marco regulatório, o aperfeiçoamento da gestão pública e redução da burocracia. Para o novo titular do Ministério do Planejamento, Valdir Simão, essa será uma missão central da Pasta, sob sua coordenação.

Simão, que foi indicado para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (18), acredita que essas iniciativas, uma vez implantadas, serão muito importantes para os grandes programas de investimento em infraestrutura do Brasil na área de energia, de portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e habitação, disse em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto.

“Temos que fazer uma análise detalhada de cada um dos programas, da qualidade do gasto público e buscar a eficiência nesses programas. Buscar a eficiência na máquina pública, aprofundar a reforma administrativa. Ter capacidade operacional e gerencial para fazer boas entregas para o cidadão. Eu não tenho dúvida de que o Planejamento tem as condições necessárias, com um corpo técnico altamente capacitado, para isso. E nós vamos fazer um excelente trabalho na recuperação da economia do País”, enfatizou Simão.

Ele informou que começou a trabalhar já neste final de semana, para tomar conhecimento de todas as ações da Pasta.

Bons serviços ao cidadão
Valdir Simão acrescentou que outra prioridade diária é a redução e a melhoria da qualidade do gasto público, para que os recursos investidos possam ser convertidos na entrega de políticas públicas de qualidade para o cidadão.

“Esse é um exercício diário que cada um de nós, gestores públicos, temos que fazer. E o Ministério do Planejamento tem que capitanear esse esforço. É lógico, buscando também a redução da burocracia, que penaliza o cidadão, afasta o bom investidor, e fazer com que a máquina pública funcione efetivamente de forma integrada e na busca de um objetivo comum: um desenvolvimento para o País que seja inclusivo, que seja um desenvolvimento que garanta um futuro melhor para cada um dos brasileiros”, destacou.

Quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 às 19:23

Porto do Rio recebe R$ 210 milhões para execução de obras de dragagem

As obras autorizadas pela presidenta Dilma Rousseff visam a redução de custos de transporte e o aumento da segurança à navegação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

As obras autorizadas pela presidenta Dilma Rousseff visam a redução de custos de transporte e o aumento da segurança à navegação. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Porto do Rio de Janeiro começará a passar por obras de dragagem no início do próximo ano. A ordem de serviço para mobilização do equipamento, que permitirá o início das obras físicas, foi assinada nesta quinta-feira (17) pela presidenta Dilma Rousseff, durante viagem que faz à capital fluminense, e pelo ministro da Secretaria de Portos (SEP), Helder Barbalho.

À medida que iniciativa privada está investindo na ampliação e na modernização dos terminais portuários, disse a presidenta, “é papel do Estado dar suporte a esse investimento. Então aumentar o calado é aumentar a rentabilidade desse investimento, é aumentar também as vantagens logísticas para o Brasil. Com isso, toda a cadeia produtiva desse país, que importa, exporta ou cria condições para que o País tenha um fluxo que ainda nós não temos na intensidade que queremos de cabotagem. Mas esse é um porto que representa o caminho do futuro para o nosso País“.

A presidenta disse ainda ter orgulho de, em seu primeiro mandato, ter criado o Marco Regulatório dos Portos, responsável por assegurar regras claras. A regulação trouxe segurança e estabilidade ao setor, atraindo assim investimentos privados.

Ao final das obras, o Porto do Rio poderá receber embarcações de carga geral com capacidade até 78% superior à atual, melhorando as condições para o comércio exterior. A consequência será a redução de custos de transporte e o aumento da segurança à navegação, portanto, reduzindo o chamado “custo Brasil”.

Essa será a segunda fase do processo de dragagem do canal de acesso ao Porto do Rio, o segundo mais importante do País. E, com a assinatura da ordem de serviço, começam as obras físicas, cujo investimento previsto é de R$ 204,8 milhões. O contrato tem duração de 20 meses, para ampliação do canal de acesso, bacia de evolução e acesso aos berços de acostagem.

Ao fim da segunda fase, o Porto do Rio poderá receber navios de até 345 metros de comprimento, 48m de boca e 13,5m de calado. O porto estará apto a receber navios com capacidade de transportar até 8.000 contêineres (de 20 pés com cerca de 6 metros de comprimento), ou 8.000 TEUs (twenty foot equivalent unit, medida equivalente a 20 pés). Atualmente, aportam embarcações com capacidade para transportar até 4.500 contêineres de carga geral, ou 4.500 TEUs. O porto também poderá receber navios graneleiros de até 75.000 toneladas de porte bruto.

A primeira fase foi iniciada em 17 de dezembro de 2014, com assinatura do contrato de dragagem entre a SEP e o Consórcio Van Oord/Boskalis, que venceu a licitação para a execução desse projeto. Ao longo desse ano, foram gastos R$ 5,1 milhões no desenvolvimento dos projetos básico e executivo, bem como nas medidas necessárias para o licenciamento ambiental da obra.

Ao final das obras, o Porto do Rio poderá receber embarcações de carga geral com capacidade até 78% superior à atual. Foto:Asscom/SEP

Ao final das obras, o Porto do Rio poderá receber embarcações de carga geral com capacidade até 78% superior à atual. Foto:Asscom/SEP

Geração de 5 mil postos de trabalho
O investimento público abre caminho para outras obras portuárias previstas em R$ 1,5 bilhão. O Grupo Libra e Multiterminais já anunciaram investimentos de R$ 1 bilhão, incluindo a ampliação do cais de dois terminais, ambos para 800 metros, com dois berços de 400 metros cada um, já prevendo a atracação de navios de maior capacidade em um futuro próximo.

Há ainda previsão de licitação de arrendamento até o fim do ano de 2016 de quatro áreas no Porto do Rio de Janeiro, pedidos de prorrogação antecipada de contratos e de autorização para construção de Terminais de Uso Privado (TUP) em análise na SEP, entre os quais os feitos por Triunfo Logística e Exxonmobil Química.

Além disso, haverá investimentos no fornecimento e na instalação de novos cabos submarinos e novos alimentadores de energia elétrica, incluindo instalação do sistema de geração de energia em emergência, e em uma nova adutora de água potável no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), da Marinha do Brasil.

Tudo isso resultará na geração de até 5.000 postos de trabalho e em impacto direto sobre cadeias produtivas dos setores farmacêutico, automotivo, de óleo e gás, químico e siderúrgico.

Investimentos futuros
Os investimentos nos portos do estado do Rio de Janeiro até 2042 respondem por uma fatia de 14% do total previsto para serem realizados em todo o Brasil nos próximos anos. De acordo com o ministro da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, as obras programadas para o estado somam R$ 6,9 bilhões, considerando arrendamentos (R$ 1,3 bilhão), prorrogações contratuais (R$ 2,8 bilhões) e terminais privados (R$ 2,7 bilhões), sem contar com as obras de dragagem, como a autorizada nesta quinta-feira.

Mesmo sem novas obras, o Porto do Rio foi responsável, em 2014, pela movimentação de 7,5 milhões de toneladas de cargas, além de uma circulação anual média de passageiros que ultrapassa os 500 mil. O estado do Rio de Janeiro é o segundo maior importador do País, tendo registrado R$ 21,7 bilhões em 2014.

*Com informações da Secretaria de Portos

Domingo, 15 de novembro de 2015 às 16:09

Dilma: Brasil preparado para retomar crescimento com ajuste e investimento em infraestrutura

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Presidenta Dilma Rousseff recebe cumprimentos do Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan durante Cúpula do G20. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

.selo turquia 2A presidenta Dilma Rousseff afirmou neste domingo (15), na Turquia, durante a primeira reunião de trabalho do G20, que o investimento em infraestrutura é central para o grupo. E que, por isso, o Brasil tomou diversas medidas para tornar o setor atraente às empresas internacionais.

“Vamos assegurar aos projetos o status de ativos globais, aprimorando sua atratividade e rentabilidade, reduzindo o risco regulatório e melhorando sua estrutura de governança . O nosso objetivo é atrair o capital privado para buscar uma maior eficiência dos recursos públicos”.

Para tanto, o Brasil já colocou na mesa os projetos de infraestrutura para o período 2015-2018. A segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL) tem uma oferta variada de atrativos, com concessões em portos, aeroportos e nos setores rodoviários. No total, estão previstos investimentos de R$ 400 bilhões em logística e no setor elétrico. Dilma destacou que o Brasil já é um dos países em desenvolvimento com maior participação do capital privado em concessões.

Os projetos de infraestrutura com participação do setor privado responderam por 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011. “Nossa expectativa é aumentar esse patamar para 1,8% do PIB até o final de 2018”, afirmou. O PIB representa a soma de todos os bens e serviços produzidos em um país em determinado período de tempo.

Terça-feira, 10 de novembro de 2015 às 15:36

Com financiamento federal, Linha 4 do metrô do Rio será legado para a população da cidade

A presidenta Dilma Rousseff visita nesta terça-feira (10) as obras da Ponte Estaiada e da Estação Jardim Oceânico do Metrô do Rio de Janeiro (RJ). As instalações fazem parte da Linha 4 do metrô carioca, e contam com 80% de financiamento do governo federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 6,6 bilhões e R$ 1,6 bilhão financiado pelo Banco do Brasil. Os investimento totais somam R$ 10,3 bilhões.  Segundo a diretora -presidente da RioTrilhos, Companhia de Transportes Sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro, Tatiana Carius, esse é o “maior financiamento para projeto único concedido pelo BNDES para um estado”.

Ponte estaiada do metrô da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Ponte estaiada do metrô da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

“Esse é o maior legado em termos de infraestrutura em termos de transporte de alta capacidade que o Rio já teve. Essa é uma obra que fica para a população, feita para a população”,  avalia.

As obras foram iniciadas em março de 2010 e a nova linha entrará em operação no primeiro semestre de 2016. O empreendimento chega a 83% das obras concluídas e será um dos principais legados à cidade após os Jogos Rio 2016.

O empreendimento vai permitir, segundo a diretora-presidente, a integração da zona oeste da cidade, até hoje desassistida com meio de transporte de alta capacidade, à conexão da Linha 1 do metrô, atualmente existente, que termina em Ipanema. Isso permitirá um deslocamento até a Pavuna, última estação da Linha 2 na zona norte. “Isso significa mobilidade, acessibilidade para os passageiros, pagando só uma tarifa”, disse.

Com 72 metros de altura, os dois pilares da ponte estaiada estão concluídos. Estas são as estruturas de concreto que fixam os estais (conjuntos de cabos de aço) da ponte, que ligará s túneis escavados em rocha a partir do Morro do Focinho do Cavalo à Estação Jardim Oceânico.

Esta é a primeira ponte estaiada para metrô no Rio e único trecho onde os trens da Linha 4 poderão ser vistos fora do subterrâneo. São duas vias com 13,9 metros  de largura e 320 metros de extensão na parte suspensa sobre o canal. Quando estiver em funcionamento, a estrutura terá iluminação cenográfica.

Em fase de acabamentos, a estação Jardim Oceânico já recebe trilhos ao longo da área de plataformas, sendo que as bilheterias ficaram prontas e todo o piso de granito foi assentado. Ela conta com iluminação natural por meio de pontos de captação de luz de tamanhos variados, com efeito de “céu estrelado”, e com “telhado verde” (vegetação sobre a cobertura), que contribui para conforto térmico no interior do espaço. A demanda estimada é de 91 mil passageiros diários.

A Linha 4 do Metrô vai ligar a Barra da Tijuca a Ipanema, passando por seis estações: Nossa Senhora da Paz, em Ipanema; Jardim de Alah e Antero de Quental, no Leblon; Gávea; São Conrado e Jardim Oceânico, na Barra. A nova Linha vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas mais de 2 mil carros por hora/pico no eixo Barra – Zona Sul. Assim como acontece com as Linhas 1 e 2, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa.

Quatro estações estão completamente escavadas e em fase de acabamentos: Nossa Senhora da Paz, Antero de Quental, São Conrado e  Jardim Oceânico, que será integrada ao sistema BRT, de transporte de ônibus. As obras seguem nas demais estações.

Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 às 16:39

Miriam Belchior: 1 em cada 4 moradores de Feira de Santana será beneficiado pelo Minha Casa

Para Miriam, número de beneficiados mostra força força do programa, que existe no Brasil inteiro: “Com os recursos do governo federal, é possível garantir isso”. Foto: Rodrigo Oliveira/ACN

Para Miriam, número de beneficiados mostra força força do programa, que existe no Brasil inteiro: “Com os recursos do governo federal, é possível garantir isso”. Foto: Rodrigo Oliveira/ACN

O Minha Casa, Minha Vida 1 e 2 vai atender 26% da população da cidade de Feira de Santana (BA), afirmou nesta quarta-feira (7) a presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, ao participar da entrega simultânea de 2.781 unidades habitacionais do programa em diversas cidades da Bahia, feita pela presidenta Dilma Rousseff. Ao todo, as moradias vão beneficiar mais de 11 mil pessoas no estado.

“Para a gente ter uma ideia do que é isso, de quatro pessoas de Feira de Santana, uma vai morar no Minha Casa, Minha Vida. Essa é a força do programa, que existe no Brasil inteiro. E aqui, em Feira de Santana, com os recursos do governo federal, é possível garantir isso”, comemorou ela, ao entregar a chave que simboliza todos os novos proprietários das casas à senhora Carolina, que é mãe de seis filhos e também é beneficiária do Bolsa Família.

“Ela vai, agora, criar seus filhos em melhores condições”, destacou. Miriam contou que muitos dos beneficiários presentes estavam morando em casas de parentes e, a partir de hoje, vão ter a alegria de realizar o sonho da casa própria.

Filhos das famílias beneficidas pelo Minha Casa Minha Vida em um dos parquinhos do Residencial Parque da Cidade em Feira de Santana. Foto: Naiara Costa/Caixa

Crianças das famílias beneficidas pelo Minha Casa Minha Vida em um dos parquinhos do Residencial Parque da Cidade, em Feira de Santana. Foto: Naiara Costa/Agência Caixa

Por meio de um link direto com a presidenta Dilma, que estava, ao mesmo tempo, entregando casas do programa em Barreiras (BA), Miriam contou que supervisionou o Residencial Parque da Cidade, que tem 732 apartamentos, que dispõem de toda a infraestrutura necessária às famílias que lá vão morar.

“O conjunto aqui, presidenta, é de apartamentos. Eu olhei, como a senhora pede que a gente faça, está muito bem feito. Aqui tem centro comunitário, tem parquinho para as crianças, tem quiosque para o pessoal bater papo, tomar um guaraná ou uma cerveja, tem quadra esportiva para toda a molecada”.

Terça-feira, 18 de agosto de 2015 às 11:28

Programa de Investimento em Logística (PIL) vai mobilizar R$ 198,4 bilhões em investimentos



Sexta-feira, 14 de agosto de 2015 às 14:43

Minha Casa Minha Vida já investiu R$ 270 bilhões na economia brasileira, afirma Dilma

Dilma: "um em cada cinco habitantes de Juazeiro moram em uma casa decente e digna do Minha Casa, Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida". Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma: “um em cada cinco habitantes de Juazeiro vai morar em uma casa decente e digna do Minha Casa, Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Os recursos investidos no Programa Minha Casa Minha Vida, em qualquer cidade brasileira, aquecem a economia e beneficiam a todos no País, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (14), ao participar da entrega de 1.480 unidades habitacionais no município de Juazeiro, no norte da Bahia.

O custo de cada moradia entregue hoje foi avaliado em cerca de R$ 60 mil e cada proprietário deverá pagar uma parte de R$ 6 mil, divididos em parcelas mensais que vão variar entre R$ 25 e R$ 80 mensais, dependendo da renda da família. Com isso, 90% do valor total do imóvel é subsidiado pelo governo, por meio da Caixa Econômica Federal.

O importante desse investimento, disse a presidenta, é que as casas beneficiam, além das famílias que receberam o imóvel, as empresas que constroem o material que é usado, que participam das várias etapas dos empreendimentos e geram empregos nas diversas regiões. Desta forma, o Minha Casa Minha Vida já injetou R$ 270 bilhões na economia brasileira, de uma carteira de investimentos totais de cerca de R$ 550 bilhões em infraestrutura.

Além disso, nos locais onde se constroem as casas, continuou, também se criam novas comunidades, gerando novos negócios. “Aqui vocês vão criar toda uma vida em comum. Aqui perto vai ter gente trabalhando para trazer aquilo que vocês compram todo dia. Isso aqui vai virar um bairro”, disse Dilma.

E lembrou que outras quatro mil moradias estão sendo construídas na cidade, totalizando 11 mil unidades habitacionais do programa em Juazeiro. “Daí, fico muito feliz de estar aqui, porque um em cada cinco habitantes de Juazeiro vai morar em uma casa decente e digna do Minha Casa Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida”.

Providenciar casa para quem precisa é novidade no Brasil
Isso porque, acrescentou Dilma, o Minha Casa Minha Vida ainda é uma novidade no País. “Eu sei perfeitamente que o Brasil tem toda uma tradição de não a olhar para aqueles que mais precisam, para aqueles que sofrem, para aqueles que trabalham. E nós, desde o governo do presidente Lula, falamos: ‘Não, tem de acabar com isso. O dinheiro que nós somos, depois da eleição, indicados para administrar, tem de ser dedicado para resolver a vida e melhorar a vida dos brasileiros”.

A presidenta lembrou os moradores de que as casas são um patrimônio que ficará para a família dos beneficiados e que cada um deles deverá zelar por essa conquista. “A casa própria é patrimônio de vocês. Isso aqui é riqueza de vocês. Se [a casa] começa valendo R$ 60 mil, daqui a pouco vai valer R$ 120 e vai se valorizando. Eu vi que aqui tem muita criança pequena, que tem de viver em um lugar que tem árvore”, acrescentando que pediu à prefeitura que plante árvores e crie creches no Residencial Juazeiro.

Sexta-feira, 10 de julho de 2015 às 17:41

Italianos querem disputar concessões em infraestrutura no Brasil, relata Dilma em Milão

Dilma e presidente italiano - PIL

Durante estada em Roma, presidenta Dilma também se encontrou com o presidente da República Italiana, Sergio Mattarella. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em rápida entrevista ao chegar a Milão, a presidenta Dilma Rousseff comentou o encontro mantido, nesta sexta-feira (10), com o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, e destacou a importância das parcerias entre Brasil e Itália, especialmente na área da defesa. “Eles produzem, junto conosco, o veículo Guarani”, lembrou.

A presidenta disse ter discutido também, no encontro, a participação de empresas italianas nos leilões do Plano de Infraestrutura Logística (PIL). “Eles estão extremamente interessados na presença de ferrovias, de empresas italianas para disputar concessões de ferrovias, rodovias, portos, aeroportos”, contou.

Além disso, os dois governantes discutiram também a construção de uma parceria na área de educação, para incrementar a troca de pesquisadores.

“Fizemos uma discussão bastante proveitosa, muito proveitosa. E também eles estavam muito interessados em saber sobre o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics e sobre o Acordo Contingente de Reservas”, afirmou.

Durante sua estada em Roma, a presidenta Dilma se encontrou ainda com o presidente da República Italiana, Sergio Mattarella.

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