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Terça-feira, 18 de agosto de 2015 às 11:28

Programa de Investimento em Logística (PIL) vai mobilizar R$ 198,4 bilhões em investimentos



Sexta-feira, 14 de agosto de 2015 às 14:43

Minha Casa Minha Vida já investiu R$ 270 bilhões na economia brasileira, afirma Dilma

Dilma: "um em cada cinco habitantes de Juazeiro moram em uma casa decente e digna do Minha Casa, Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida". Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma: “um em cada cinco habitantes de Juazeiro vai morar em uma casa decente e digna do Minha Casa, Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Os recursos investidos no Programa Minha Casa Minha Vida, em qualquer cidade brasileira, aquecem a economia e beneficiam a todos no País, afirmou a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (14), ao participar da entrega de 1.480 unidades habitacionais no município de Juazeiro, no norte da Bahia.

O custo de cada moradia entregue hoje foi avaliado em cerca de R$ 60 mil e cada proprietário deverá pagar uma parte de R$ 6 mil, divididos em parcelas mensais que vão variar entre R$ 25 e R$ 80 mensais, dependendo da renda da família. Com isso, 90% do valor total do imóvel é subsidiado pelo governo, por meio da Caixa Econômica Federal.

O importante desse investimento, disse a presidenta, é que as casas beneficiam, além das famílias que receberam o imóvel, as empresas que constroem o material que é usado, que participam das várias etapas dos empreendimentos e geram empregos nas diversas regiões. Desta forma, o Minha Casa Minha Vida já injetou R$ 270 bilhões na economia brasileira, de uma carteira de investimentos totais de cerca de R$ 550 bilhões em infraestrutura.

Além disso, nos locais onde se constroem as casas, continuou, também se criam novas comunidades, gerando novos negócios. “Aqui vocês vão criar toda uma vida em comum. Aqui perto vai ter gente trabalhando para trazer aquilo que vocês compram todo dia. Isso aqui vai virar um bairro”, disse Dilma.

E lembrou que outras quatro mil moradias estão sendo construídas na cidade, totalizando 11 mil unidades habitacionais do programa em Juazeiro. “Daí, fico muito feliz de estar aqui, porque um em cada cinco habitantes de Juazeiro vai morar em uma casa decente e digna do Minha Casa Minha Vida. E esse é um prêmio que eu carrego na minha vida”.

Providenciar casa para quem precisa é novidade no Brasil
Isso porque, acrescentou Dilma, o Minha Casa Minha Vida ainda é uma novidade no País. “Eu sei perfeitamente que o Brasil tem toda uma tradição de não a olhar para aqueles que mais precisam, para aqueles que sofrem, para aqueles que trabalham. E nós, desde o governo do presidente Lula, falamos: ‘Não, tem de acabar com isso. O dinheiro que nós somos, depois da eleição, indicados para administrar, tem de ser dedicado para resolver a vida e melhorar a vida dos brasileiros”.

A presidenta lembrou os moradores de que as casas são um patrimônio que ficará para a família dos beneficiados e que cada um deles deverá zelar por essa conquista. “A casa própria é patrimônio de vocês. Isso aqui é riqueza de vocês. Se [a casa] começa valendo R$ 60 mil, daqui a pouco vai valer R$ 120 e vai se valorizando. Eu vi que aqui tem muita criança pequena, que tem de viver em um lugar que tem árvore”, acrescentando que pediu à prefeitura que plante árvores e crie creches no Residencial Juazeiro.

Sexta-feira, 10 de julho de 2015 às 17:41

Italianos querem disputar concessões em infraestrutura no Brasil, relata Dilma em Milão

Dilma e presidente italiano - PIL

Durante estada em Roma, presidenta Dilma também se encontrou com o presidente da República Italiana, Sergio Mattarella. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em rápida entrevista ao chegar a Milão, a presidenta Dilma Rousseff comentou o encontro mantido, nesta sexta-feira (10), com o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, e destacou a importância das parcerias entre Brasil e Itália, especialmente na área da defesa. “Eles produzem, junto conosco, o veículo Guarani”, lembrou.

A presidenta disse ter discutido também, no encontro, a participação de empresas italianas nos leilões do Plano de Infraestrutura Logística (PIL). “Eles estão extremamente interessados na presença de ferrovias, de empresas italianas para disputar concessões de ferrovias, rodovias, portos, aeroportos”, contou.

Além disso, os dois governantes discutiram também a construção de uma parceria na área de educação, para incrementar a troca de pesquisadores.

“Fizemos uma discussão bastante proveitosa, muito proveitosa. E também eles estavam muito interessados em saber sobre o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics e sobre o Acordo Contingente de Reservas”, afirmou.

Durante sua estada em Roma, a presidenta Dilma se encontrou ainda com o presidente da República Italiana, Sergio Mattarella.

Quinta-feira, 9 de julho de 2015 às 20:27

Países do Brics fecham acordo entre bancos de desenvolvimento contra volatilidade do mercado

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma: acordo entre bancos dará mais recursos para financiamentos de logo prazo, fundamentais para investimento em infraestrutura. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


ufa-2015
Os bancos de desenvolvimento dos países dos Brics fecharam acordos, nesta quinta-feira (9), para dar suporte para a obtenção de recursos ao Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) do grupo. “E isso vai ser importante porque amplia o funding. E o funding, nós sabemos que tem uma escassez na área de infraestrutura. Sem investimento em infraestrutura, você não tem infraestrutura”, disse a presidenta Dilma Rousseff, durante entrevista concedida nesta quinta-feira (9), na Rússia, durante a VII Cúpula dos Brics.

A presidenta destacou que o grande gargalo atualmente, para qualquer país do mundo, é justamente o custo da obtenção de recursos de longo prazo, que são necessários para financiar a infraestrutura – o que é um dos objetivos do novo banco dos Brics.

Dilma Rousseff ressalvou que o banco não será o único provedor, mas uma fonte a mais. “Não é a única. E ele não é substituto de nenhum outro banco. Ele é complementar. Assim como o Acordo Contingente de Reservas, que é a primeira iniciativa, no sentido de ter um instrumento interregional de garantia da estabilidade financeira. É um remédio contra a volatilidade financeira”.

De acordo com o balanço feito pela presidenta Dilma, “esses dois acordos foram as principais realizações que a gente comemora nessa reunião”. Ela lembrou que foi na reunião do grupo em Fortaleza, no ano passado, que essas metas foram definidas. “E desembocou aqui, com esse resultado, que eu considero muito positivo”.

Sábado, 13 de junho de 2015 às 20:37

País tem estrutura forte e vai superar dificuldades momentâneas para continuar crescendo

A presidenta Dilma Rousseff falou, nesta sexta-feira (12), em entrevista ao Programa do Jô, sobre a confiança que tem na retomada da economia do Brasil e no avanço das grandes conquistas que marcaram os últimos anos, como o crescimento com distribuição de renda e a redução das desigualdades, além dos investimentos para solucionar os gargalos da infraestrutura.

“A minha promessa de campanha é fazer o Brasil crescer e continuar a política de distribuição de renda e investimento em infraestrutura”, disse ao lembrar que está apenas começando seu segundo mandato, iniciado há cinco meses. E que, ao final dos próximos quatro anos, além de ser a primeira mulher a presidir a Nação, quer ser lembrada “como a pessoa que não abandonou o interesse do seu povo e a soberania do seu País. Sempre isso tem que estar na pauta”, declarou.

Dilma: “Brasil tem grandes vantagens e deve saber usá-las. Porque um povo que não tem esperança também não constrói o futuro”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“O Brasil tem uma estrutura forte. Nós estamos enfrentando uma dificuldade momentânea. Nós vamos superar essa dificuldade. Aliás, nessa semana, na terça-feira [9], lancei um programa bastante ambicioso de investimento e infraestrutura também para ajudar o País a retomar o rumo do crescimento. Investi em rodovia, em ferrovia, o Brasil precisa ter ferrovia”.

E lembrou que somos a sétima economia do mundo. “Nós não temos fragilidades. Este País tem US$ 378 bilhões de reserva. Este País tem estruturas democráticas sólidas: tem um Judiciário, tem o seu Congresso, o seu Parlamento e tem o Executivo. Independentes e tendo de conviver com harmonia”.

A presidenta destacou ainda vários fatores que a fazem manter a confiança no Brasil. “Esse País tem uma força imensa. Uma agricultura ultra competitiva, tanto uma agricultura comercial como uma agricultura familiar. Tem um conjunto de empreendedores fortes; ele tem uma mão de obra; ele tem petróleo; ele tem minério; e ele tem esse povo que é fantástico. (…) Então, eu acho que nós temos tudo para ser um país que faz diferença”.

 A diferença brasileira na mudança climática
Dilma apontou, por exemplo, que o Brasil já faz a diferença na mudança do clima. “Todo mundo quer conversar com o Brasil sobre mudança do clima e fazer um acordo. Por quê? Porque nós somos o único que, voluntariamente, passou uma lei dizendo que até 2020 reduziria 36% da emissão de gás de efeito estufa. Isso, em relação a 2005. Nós estamos em 2015, faltando cinco anos. Nós cumprimos 72% da mais ousada meta de redução do efeito do clima”.

Segundo ela, esse avanço foi possível porque o Brasil é capaz de ter muita hidrelétrica, eólica, biomassa, porque faz uma agricultura chamada de baixo carbono, plantando direto na palha. “Isso aumenta a nossa produtividade, reduz todos os comprometimentos do meio ambiente. Porque nós somos capazes de rotar lavoura, pecuária e floresta. Enfim, porque nós acreditamos que é possível crescer, incluir, conservar e proteger”.

Apesar de tantos fatores positivos, Dilma chamou a atenção para o fato de que os brasileiros são muito exigentes consigo mesmos. “No Brasil, tem uma coisa que eu não vejo em outros países. Eu acho que nós somos mais críticos conosco do que nós merecemos. Eu estive recentemente num país que muitos comparam com o Brasil, mas que tem metade da sua população abaixo da linha da pobreza. Então, nós temos grandes vantagens. E temos de saber usá-las. Porque um povo que não tem esperança, também não constrói o futuro. Nós precisamos de esperança, nós precisamos da confiança do povo em si mesmo”.

Ajuste fiscal
A presidenta defendeu o ajuste fiscal, dizendo que ele é passageiro e que acredita que essa situação é momentânea. “O Brasil não passa por uma situação que ele é estruturalmente doente, pelo contrário. Ele está momentaneamente com problemas e dificuldades. Por isso, que é importante fazer logo o ajuste para gente sair o mais rápido possível da situação”.

“Utilizamos tudo que podíamos [para evitar os efeitos da crise]: o Orçamento da União bancou redução de impostos; financiamos o crédito e o consumo, alguns segmentos econômicos, investimos em infraestrutura a juros baixos e à custa do Tesouro, desonerações também da cesta básica. Fizemos políticas para assegurar que o País continuasse a crescer, porque a crise durou mais do que se imaginava e ainda tivemos a pior seca que já se teve”, recordou.

Investimentos
Simultaneamente ao ajuste, é preciso fazer investimento em infraestrutura e manter os programas sociais, adicionou a presidenta. “Para não voltar para trás, para não voltar para aquela época que as pessoas não tinham casa, não tinham médico, não tinham acesso às coisas básicas. Eu acho que tem muito o que mudar. Eu não acho que está perfeito, acho que tem muito o que mudar, muito o que avançar e muito ainda o que construir”.

A expectativa dela é de que a inflação melhore até o final desse ano. “Todas as avaliações de mercado apontam para uma queda da inflação nos próximos meses. E eu sei, também, que no caso, por exemplo, da casa própria, eu acho que muita gente deve ter sofrido com essa consequência. Agora, é importante sinalizar que no Minha Casa, Minha Vida nenhuma das prestações da casa própria foi aumentada. Elas não variam de acordo com os juros, elas são fixas”.

Lembrou que, atualmente, o programa é uma das únicas oportunidades que existem, dentro da economia brasileira, para oferecer acesso à casa própria quem tem menos renda. “Como uma pessoa que ganha até R$ 1.600 compra casa hoje? O governo assegura e isso não vai mudar. Assegura que a pessoa pague uma parte da prestação, a parte menor do valor da casa, e nós pagamos a parte maior”.

Segundo Dilma, o governo banca em torno de 90% da prestação e as pessoas pagam em torno de 10%. “Quando a pessoa ganha de R$ 1.600 à R$ 3.220, você tem uma mudança, mas o governo continua pagando pelo menos uns 50 a 60% da casa própria. E depois, quando ela ganha de R$ 3.220 até R$ 5.000, nós pagamos seguro, nós facilitamos a garantia. E isso significa que aqui, hoje, no Brasil nós, com o programa Minha Casa, Minha Vida, construímos 3 milhões e  750 mil moradias, destas 2 milhões e 200 estão entregues. O restante será entregue até o início do ano que vem. E agora, em agosto, início de agosto, nós vamos lançar mais 3 milhões de moradias”.

Desafios
Dilma disse que sua maior preocupação é buscar sempre estar à altura dos desafios do País e das necessidades do povo brasileiro. E destacou que uma nova realidade contribui para mudar o padrão de vida e também das exigências das pessoas. “Tirar 36 milhões da pobreza e 50 milhões serem elevados à classe média mudou esse País. E porque mudou esse País, todas as pessoas que melhoram de vida. [Agora], elas não querem menos. Elas querem mais. Quando você melhora de vida você não quer voltar pra trás. Você quer ir pra frente. Então, é justo que as pessoas hoje reivindiquem saúde, educação, tudo de qualidade”.

Por isso, contou, “eu me esforço, todo santo dia, para estar à altura do que eu acho que tem que ser feito pelo País. Apesar de eu achar que nós fizemos muito, ao longo desses anos. Porque, quando você olha o mundo, o Brasil é um país que reduziu, de forma drástica, a miséria, a pobreza. O Brasil deu um salto na infraestrutura, em várias áreas. Ninguém pode dizer que os aeroportos do País, hoje, são o que foram no passado, não são mais. Ninguém pode dizer que nós não investimos em estradas. Ninguém pode dizer que não houve um grande crescimento da renda e do emprego”, reiterou.

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 19:30

Lucrará mais quem apostar no Brasil, afirma Dilma ao lançar programa de investimento de R$ 198,4 bi

Os investimentos em concessões em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos lançados nesta terça-feira (9) significam a ampliação de um grande pacto nacional do governo com a sociedade, com a iniciativa privada e com estados e municípios pelo desenvolvimento do Brasil, com sustentação do emprego e da atividade econômica, afirmou a presidenta Dilma Rousseff, ao anunciar a segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai mobilizar recursos de R$ 198,4 bilhões, beneficiando diretamente 20 estados e 130 municípios.

Segundo a presidenta Dilma, as metas do governo são ampliar a taxa de investimento no País e tornar os serviços mais eficientes e com preços justos para os usuários. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

De acordo com a presidenta Dilma, as metas do governo são ampliar a taxa de investimento no País e tornar os serviços mais eficientes e com preços justos para os usuários. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Estamos aqui não só para anunciar grandes números e projetos ambiciosos mas especialmente para dizer que os investimentos significam emprego, renda, capacidade de trabalhar e produzir”, enfatizou. “Há um sopro vital que emana deste ambiente: o oxigênio do otimismo e da esperança. É com este alento que estamos aqui para proclamar, em alto e bom som, que sempre lucrarão mais os que apostarem no Brasil”.

“Hoje é dia de infraestrutura!”, conclamou ela aos empresários, políticos e aos representantes de governo presentes à cerimônia no Palácio do Planalto, reafirmando que, se são grandes as dificuldades econômicas atuais, maiores são a energia e a disposição do povo brasileiro de fazer nosso País seguir em frente. Esse programa, acrescentou, significa uma virada de página gradual e realista. “É para lembrar que o governo não é de quatro meses, mas de quatro anos. E, portanto, estamos na linha de saída e não na reta de chegada”.

O novo modelo de concessões está ancorado em duas premissas: garantia de serviços de qualidade, com preços justos para os usuários; e remuneração adequada aos concessionários por seus investimentos e pelos serviços que irão prestar. “Foi isso que logramos, na primeira etapa do Plano de Investimento em Logística, e que, tenho certeza, agora aperfeiçoamos ainda mais. As nossas metas são: ampliar a taxa de investimento e tornar os serviços mais eficientes, com redução de custos e tarifas”, acrescentou.

Benefícios serão para todos
Os investimentos feitos pelo governo e iniciativa privada em logística e infraestrutura vão beneficiar a todos: os estados, as regiões mais remotas e os brasileiros, principalmente os que mais precisam, com benefícios para a agricultura e escoamento de produtos e troca de insumos e serviços. Haverá uma atuação articulada federativa em favor do desenvolvimento regional.

A presidenta destacou ainda que investir para retomar o crescimento econômico é a ação de um governo que tem a coragem de promover o equilíbrio fiscal e correções na economia. “Ajustes para crescermos e simultaneamente lançamos programas ambiciosos na área de infraestrutura e social”.

Compromisso com a inclusão social
Essa é a característica de um governo que tem a sensibilidade e o compromisso de investir na inclusão social e na qualidade da educação, além da atividade econômica. Segundo a presidenta Dilma, por maiores que tenham sido as adversidades, o governo tem sabido não perder esse rumo. “Não é apenas em tempo de bonança que se constrói o futuro, os alicerces mais sólidos são construídos com luta e determinação, em tempos de dificuldade”, lembrou.

É assim que grandes nações sobreviveram a obstáculos que pareciam intransponíveis, disse Dilma. “Povo unido é forte quando é capaz de superar dificuldades. Será assim que nossa grande Nação vai sustentar essa luta e superar dificuldades que são conjunturais. Estamos aqui, hoje, empunhando novas armas e lançando novos instrumentos para vencermos a batalha. Uma dessas armas decisivas é o aumento da eficiência e produtividade. Outra, o aumento da qualidade de vida e redução da desigualdade no nosso Pais. Hoje, a arma decisiva que estamos empunhando é o investimento”.

Por fim, a presidenta se colocou, mais uma vez, como uma ponte permanente para a construção do diálogo entre as brasileiras e brasileiros. “Quanto mais nos unirmos, mais rápido vamos vencer os obstáculos. Viva o Brasil e viva o futuro do nosso povo”. 

Confira a íntegra

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 16:02

Levy: País está no caminho certo para ter mais empregos e economia mais sofisticada e produtiva

O País está no caminho certo para ter mais empregos e uma economia cada vez mais sofisticada e produtiva. Isso porque está fazendo os ajustes econômicos necessários ao momento atual e criando as condições para, ao mesmo tempo, lançar um programa de investimentos, como foi feito nesta terça-feira (9), pela presidenta Dilma Rousseff.

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a saúde econômica em ordem é possível entrar em outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver a capacidade do País. Foto: RafaB/Blog do Planalto.

Segundo o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, com a saúde econômica em ordem é possível entrar em outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver a capacidade produtiva do País. Foto: RafaB/Blog do Planalto

A avaliação é do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, após o anúncio da segunda fase do Programa de Investimento em Logística (PIL), que vai mobilizar investimentos de R$ 198,4 bilhões, beneficiando diretamente 20 estados e 130 municípios.

Com a saúde econômica do País em ordem, diz Levy, é possível entrar nessa outra etapa de crescimento, de investimentos, atrair parceiros e desenvolver nossa capacidade produtiva. “No caso aqui, a capacidade de logística, que baixe os custos da produção no Brasil e aumente o conforto de quem vai viajar de avião ou até de ônibus. Enfim, cria esse desenvolvimento da economia.”

Para ele, as duas ações do governo dialogam uma com a outra. “Uma fortalece a outra. Na hora em que a gente faz o ajuste, cria as condições para estar lançando um plano ambicioso de investimento. Ao mesmo tempo, na hora em que eu faço o investimento, volto a crescer, tenho mais receitas. E, se eu mantiver a disciplina, a capacidade de pagamento do governo é favorecida, até os juros vindo a cair e a inflação [ficando] menor. Então uma coisa está sempre dialogando com a outra”.

E acrescentou: “Como disse a presidenta Dilma, as nações mostram que são capazes de crescer e de se realizar também no momento de maior sacrifício, momento de ajuste. É aí que a gente vê, realmente, aquela fibra de uma nação e a gente vai nesse caminho. Caminho de ter mais emprego e de uma economia cada vez mais sofisticada e produtiva.”

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 15:30

Investimentos em logística vão girar mais rapidamente a roda da economia, diz Barbosa

A segunda fase do Programa de Investimentos em Logística (PIL), lançada nesta terça-feira (9), é parte da agenda de investimentos do governo e vai conduzir o País à retomada do crescimento da economia de forma sustentável. Em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, explicou que os investimentos em infraestrutura e logística promoverão resultados já no curto prazo.

 “Os projetos apresentados atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País”, afirmou Nelson Barbosa. Foto: RafaB/Blog do Planalto

“Os projetos apresentados atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País”, afirmou Nelson Barbosa. Foto: RafaB/Blog do Planalto

“É possível aumentar rapidamente a produtividade do Brasil reduzindo custos e melhorando serviços com mais investimentos em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias”, disse o ministro. O aumento do investimento aliado à elevação da produtividade é condição necessária para o crescimento sustentável. “Com esses investimentos, vamos alavancar mais atividades, mais empregos e fazer a roda da economia girar mais rapidamente.”

Ao promover o crescimento sustentável, o programa, além de ser uma etapa da política econômica, representa também uma estratégia de política social. O ministro lembrou que o governo conseguiu nos últimos anos combinar crescimento e distribuição de renda.

“Estamos em um momento de alguns ajustes da política econômica devido às atuais condições internacionais e domésticas. É o momento de construirmos as bases para o novo momento com ampliação do ganhos sociais e para o ganho na produtividade. Com isso, poderemos crescer mais e aumentar a distribuição de renda”, disse o ministro.

Programa atende demandas do setor produtivo
Para Barbosa, o programa lançado hoje vem ao encontro de demandas do setor produtivo, de se investir mais em infraestrutura e fazer isso em condições próximas às de mercado. “Os projetos apresentados, primeiro atacam os principais gargalos de infraestrutura e logística identificados no País e a nossa proposta é fazer isso com preços realistas, que atendam as condições de mercado.”

O PIL é baseado em concessões em que o governo organiza os projetos, elabora os editais e define critérios de licitação, criando condições de operação que sejam atraentes ao setor privado. “É crucial a participação do setor privado em coordenação com o governo”, disse Barbosa. E ressaltou que é ainda mais importante que as condições definidas permitam a prestação de serviços de qualidade com custos adequados.

O programa realizará um dos maiores investimentos em logística da história do País. “É um programa de vários anos, cerca de R$ 198 bilhões, dos quais R$ 70 bilhões devem ser executados nos próximos quatro anos. Mas esses R$ 198 bilhões são projetos que nós vamos iniciar até 2018”, falou o ministro.

Ele ainda destacou que o PIL faz parte de uma agenda de investimentos do governo. Na última terça-feira (2) ,foi lançado o Plano Safra 2015-2016. E já na próxima semana será anunciado o Plano Safra de Agricultura Familiar. Em seguida, será a vez do Plano Nacional de Exportações, do Plano Nacional de Banda Larga e também da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida. “São várias iniciativas que se complementam e que vão gradualmente recuperar o investimento e recuperar o crescimento da economia”, declarou Nelson Barbosa.

Terça-feira, 9 de junho de 2015 às 9:11

Tempo Real: Presidenta Dilma anuncia nova etapa do Programa de Investimento em Logística

12h19 -Termina agora a cerimônia de lançamento da segunda etapa do Programa de Investimento em Logística. Confira em instantes a cobertura completa do Blog do Planalto.

12h15 – Para a presidenta Dilma, o verdadeiro exercício da democracia  é tarefa de todos. “A democracia se faz em gestos concretos, como este de hoje, que une o setor público e a iniciativa privada para realizarem o melhor para o País. Num esforço comum para levar crescimento para todos os brasileiros”, enfatizou.

12h05 – Dilma defende que os seis aeroportos brasileiros já concedidos à iniciativa privada (Guarulhos, Brasília, Viracopos, Confins, Galeão e São Gonçalo do Amarante) melhoraram o sistema aeroportuário brasileiro, elevando seus níveis aos melhores padrões internacionais e servindo melhor à população.

12h00 – Segundo a presidenta Dilma, o modelo de concessões brasileiro é ancorado em duas premissas: garantia de serviços de qualidade e preços justos, aliado à remuneração adequada aos concessionários por seus investimentos e pelos serviços que irão prestar.

11h57 – Em seu discurso, Dilma defende “que sempre lucrarão mais os que apostarem no Brasil”.

11h55 – Presidenta Dilma destaca, em sua fala, que seu governo tem feito ajustes para crescer, mas que, simultaneamente, faz investimentos ambiciosos em infraestrutura e inclusão social.

11h45 – Dilma: “Estamos aqui não só para anunciar grandes números e projetos ambiciosos. Mas, especialmente, para renovar nosso compromisso com o desenvolvimento de nosso País. Para dizer, com base em dados e ações concretas, que o Brasil vai seguir avançando”.

11h43 – Presidenta Dilma Rousseff inicia seu pronunciamento na cerimônia de lançamento da segunda fase do Programa de Investimento em Logística, no Palácio do Planalto.

 Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Programa de Investimento em Logística projeta o Brasil para o futuro. “O PIL enxerga o Brasil 20 anos à frente”, defendeu na cerimônia de lançamento do plano de investimentos .Foto: RafaB / Blog do Planalto

Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o Programa de Investimento em Logística projeta o Brasil para o futuro. “O PIL enxerga o Brasil 20 anos à frente”, defendeu na cerimônia de lançamento do plano. Foto: RafaB / Blog do Planalto

11h22 – De acordo com o ministro do Planejamento, o PIL prevê 86,4 bilhões em investimentos para ferrovias, no médio e longo prazo, no Brasil. Em sua fala, Barbosa destacou o papel da ferrovia Transcontinental que cruzará o País, ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico. “Trata-se de uma rota alternativa de escoamento da produção agrícola do Brasil para o Pacífico, que aumentará a competitividade da produção brasileira“, afirmou.

11h15 – Confira a apresentação do ministro Nelson Barbosa na cerimônia de lançamento do Programa de Investimento em Logística:

11h07 – Ministro Barbosa confirma a destinação de 11 novos projetos de concessão de rodovias para a iniciativa privada em 10 estados brasileiros.

11h00 – O ministro Nelson Barbosa acaba de anunciar R$ 198,4 bilhões em investimentos no setor de infraestrutura do País. Desse total, R$ 69 bilhões serão investidos até 2018. Os recursos projetados estão distribuídos nos quatro modais de transportes: ferrovias (R$ 86,4 bilhões) rodovias (R$ 66,1 bi), portos (R$ 37,4 bi) e aeroportos (R$ 8,5 bi). Os recursos são recordes.

10h51 – Segundo Nelson Barbosa, o papel do governo é viabilizar bons projetos que sejam atraentes ao setor privado e garantir a prestação de serviços públicos de qualidade para a população.

10h47 – Nelson Barbosa: “Precisamos elevar a taxa de investimentos em infraestrutura no Brasil. É isso que vai garantir a retomada do crescimento brasileiro”.

10h42 – Em seu discurso, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirma que o Brasil adota agora a estratégia de construir as bases para o um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento para o País, com aumento da participação do setor privado na economia e oferta de serviços públicos de qualidade.

10h25 – Começa agora a cerimônia de lançamento da nova fase do Programa de Investimento em Logística (PIL).

 Para o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Willen Manteli, o programa de investimentos em logística representará desenvolvimento e geração de empregos para o País. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto.

Para o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, o programa de investimentos em logística representará desenvolvimento e geração de empregos para o País. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto.

9h42 – De acordo com o o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, o anúncio de um projeto de investimentos de larga escala, como o que será anunciado hoje pela presidenta Dilma, é fundamental, estratégico e indispensável para o País. “Sem dúvida, esse é um projeto gigantesco, que encobre todos os modais [de transporte]. Nós estamos torcendo para que dê certo. O País precisa disso”, defende.

9h30 – Para o empresário Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), mais investimentos em logística são fundamentais para a recuperação do setor produtivo brasileiro. Segundo o empresário, investimentos em infraestrutura de transportes, com foco em rodovias, ferrovias e hidrovias, atraem o setor produtivo e impulsionam a criação de parques industriais. “Investimento em logística significa mais emprego para o cidadão, para o filho dele, produtos mais baratos para a dona de casa, o que gera mais arrecadação e mais recursos para o Estado poder fazer toda a sua política pública”, garante.

De acordo com o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, “o PIL representa, certamente, o desenvolvimento do agronegócio brasileiro”. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto.

De acordo com o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, “o PIL representa, certamente, o desenvolvimento do agronegócio brasileiro”. Foto: Felipe Rossi/Blog do Planalto

9h15 –  Segundo o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, o PIL vai melhorar, efetivamente, o escoamento da produção agrícola brasileira. “Para a agricultura, esse plano representa redução dos custos de transporte para levar a safra das regiões produtoras para os portos de exportação“, afirmou.

9h07 – A presidenta Dilma Rousseff anuncia, em instantes, a nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL). O projeto é o maior plano de investimentos em infraestrutura já realizado no Brasil. De acordo com o governo, as diversas iniciativas do programa – que prevê investimentos em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias – vão garantir a retomada do crescimento econômico do País, de modo sustentável e com a preservação da inclusão social.

Segunda-feira, 18 de maio de 2015 às 14:32

Segunda fase do programa de infraestrutura do governo será mais ampla, afirma Dilma

O contrato de administração da Ponte Rio-Niterói, assinado nessa segunda-feira (18), marca a última concessão da primeira fase do projeto de investimentos em infraestrutura do governo federal. A partir de agora, começa a nova etapa do programa que, deve ser laçando no próximo mês de junho. “Esse vai ser um programa de concessões um pouco mais amplo, que vai abranger não apenas rodovias, mas rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e outras concessões”, afirmou a presidenta Dilma Rousseff durante a cerimônia de assinatura, no Palácio do Planalto.

Nesta segunda-feira, a presidenta Dilma participou da cerimônia de assinatura do novo contrato de concessão da ponte Rio-Niterói. O novo contrato vai garantir menor preço de pedágio e viabilizar novas obras para beneficiar a população. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Nesta segunda-feira, a presidenta Dilma participou da cerimônia de assinatura do novo contrato de concessão da ponte Rio-Niterói. O novo contrato vai garantir menor preço de pedágio e viabilizar novas obras para beneficiar a população. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Segundo a presidenta, a segunda fase dos investimentos configura uma nova forma de concessão, com duas características principais. “A primeira é o fato de que, como é importante para o País, a redução do custo Brasil”. A outra é a geração de infraestruturas de maior qualidade, construídas e concluídas em um período de tempo mais curto, em cerca de cinco anos. E o pedágio começa a ser cobrado quando 10% da obra estiver concluído.

Dilma enfatizou que a questão do pedágio é importante porque cria uma referência para a população de que a obra está sendo feita e a tarifa é absolutamente justa. Ela lembrou que tal procedimento só acontece quando se trata da primeira concessão, o que não é o caso da Ponte Rio-Niterói. Sobre a ponte, acrescentou ainda que o projeto foi muito bem-sucedido. “Conseguimos, nesse período, licitar 5.349 quilômetros de rodovia federal. E licitar em forma de concessão à iniciativa privada. Isso vai significar, ao longo do tempo, R$ 32 bilhões de investimento”.

Novo programa de investimentos em infraestrutura mostra maturidade
A presidenta Dilma disse creditar que o novo programa de investimentos em infraestrutura do governo terá o mesmo sucesso que o primeiro. “Assim, hoje é um dia que eu considero especial. Acho que, no Brasil, transitar para a segunda etapa de concessão é algo importante, que mostra que o País tem maturidade suficiente para ter projeto de concessão [em que] as regras foram observadas, cumpridas. Que não houve desequilíbrio no contrato”.

De acordo com ela, isso significa robustez em um projeto de concessão. “Significa que o projeto de concessão brasileiro é credível e é forte, o que vai possibilitar não só mais 30 anos para Ponte Rio-Niterói, mas que as nossas novas concessões, que vão ser feitas a partir desse anúncio em junho, também sejam muito bem-sucedidas”.

Confira a íntegra

 

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