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Sexta-feira, 1 de agosto de 2014 às 15:56

Acordo de US$ 500 milhões com Japão permitirá ampliação da indústria naval

Presidenta Dilma Rousseff em reunião bilateral com o Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

“Sua presença entre nós expressa ainda a vontade recíproca de fortalecer a cooperação bilateral nos mais diversos campos”, disse a presidenta Dilma após reunião com Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Brasil e Japão

Acordo entre Petrobras, Agência Japonesa de Seguro de Crédito Nexi e o Banco Mizuho no valor US$ 500 milhões permitirá a construção de oito novas plataformas para a produção de petróleo em alto mar. O anúncio foi feito em declaração à imprensa após visita oficial do premiê japonês, nesta sexta-feira (1). Segundo a presidenta Dilma Rousseff, a parceria dará novo impulso à cooperação bilateral entre os países.

“Vemos com muita satisfação a associação de empresas brasileiras com empresas japonesas nos estaleiros Atlântico Sul, em Pernambuco; Enseada de Paraguaçu, na Bahia; e Ecovix-Engevix, no Rio Grande do Sul. Vamos complementar esse esforço com intercâmbio de instrutores e a qualificação profissional dos trabalhadores brasileiros.”

Dilma enalteceu também o interesse das empresas japonesas em participar das licitações ligadas a projetos de infraestrutura e logística e citou o fortalecimento entre os países na área de Ciência, Tecnologia e Inovação, com a parceria estendida em novos domínios como o espacial, o nuclear e a prevenção de desastres naturais.

Comércio e investimentos bilaterais
O comércio entre os países, que em 2013 ultrapassou a casa dos US$ 15 bilhões, foi lembrado pela presidenta. Dilma reafirmou ainda a determinação de manter a ampliação e diversificação do comércio bilateral.

“O estoque de investimento japonês em nosso país é de US$ 32 bilhões. (…) Verificamos o crescente interesse da indústria automotiva japonesa em nosso país. No último ano foram anunciados investimentos da Toyota, da Nissan, Honda, Yorozu e Bridgestone. Essa presença se expande agora para novas áreas”, analisou.

Segurança internacional
A presidenta destacou o consenso entre Brasil e Japão por reforma que contemple expansão e ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança das Organizações das Nações Unidas, no sentido de mitigar antigos conflitos de grandes dimensões humanitárias sem perspectiva de solução. Na declaração à imprensa, Dilma também destacou papel da ONU na resolução de conflitos regionais.

“(…) destacamos a importância da ONU na resolução de conflitos regionais, como é o caso daqueles existentes tanto no Oriente Médio, quanto no Leste da Ásia, e a solidariedade do Brasil a toda e qualquer iniciativa que promova a paz em todas as regiões do mundo.”

Confira a íntegra

Quinta-feira, 17 de julho de 2014 às 14:02

Acordos na área de energia reforçam parceria entre Brasil e China

Presidenta Dilma recebe o presidente chinês, Xi Jinping, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma recebe o presidente chinês, Xi Jinping, no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

As parcerias comerciais e no setor de infraestrutura entre Brasil e China saíram reforçadas da reunião bilateral entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente chinês Xi Jinping nesta quinta-feira (17). Dois acordos na área de energia mereceram destaque entre os 32 atos assinados entre os governos. O primeiro, firmado entre Eletrobrás e a chinesa State Grid, estabelece os parâmetros para construção de linhas de transmissão para ultra-alta tensão na Usina de Belo Monte. No segmento de geração, um segundo acordo firmado entre Eletrobrás/Furnas com os construtores da hidrelétrica chinesa de Três Gargantas deve dar as bases do projeto de construção da usina hidrelétrica do Rio Tapajós.

A presidenta destacou o fato do Brasil ser o principal destino de investimentos chineses na América Latina.

“Esses investimentos apresentam forte tendência ao crescimento e à diversificação em áreas como energia, tecnologias da informação e da comunicação, automóveis, alta tecnologia, bancos, petróleo, entre outros setores consolidam a China como grande parceira do desenvolvimento brasileiro.”

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Dilma ressaltou também a abertura de oportunidades para que empresas chinesas participem de licitações em projetos de infraestrutura e logística. Nesse setor, o destaque foi para o Memorando de Entendimento sobre Cooperação Ferroviária, assinado entre o Ministério dos Transportes e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, que abre espaço para a participação de empresas chinesas na licitação do trecho 4 da Ferrovia Transcontinental, que ligará Lucas do Rio Verde (MT) a Campinorte (GO).

“ Essa obra integra a Ferrovia Transoceânica Brasil – Peru, fundamental para a integração sulamericana e o escoamento das exportações brasileiras para a Ásia”, analisou a presidenta.

Investimentos e comércio bilateral
Durante a assinatura de atos, a presidenta lembrou que a China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, passando de US$ 3 bilhões para quase US$ 90 bilhões em 2013. O volume deve crescer ainda mais com o levantamento do embargo e disposição de compra de carne bovina para a China. Dilma afirmou ainda que a relação bilateral ganha força com as indústrias chinesas que serão instaladas no país.

“No setor industrial, a relação bilateral sai fortalecida com os anúncios de investimentos significativos para a fábrica de maquinário para construção civil, pela Sany, no valor de US$ 300 milhões, e a instalação da montadora Chery, no valor de US$ 400 milhões, ambas em Jacareí. Cada uma gerará mil novos postos de trabalho. Identificamos, ainda, amplas oportunidades de cooperação no setor do agronegócio”, explicou.

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A presidenta destacou ainda a necessidade de diversificar e agregar valor às exportações e investimentos brasileiros. Ela citou como exemplo importante a venda de 60 aeronaves da Embraer às empresas chinesas Tianjin Airlines e ICBC Leasing.

Assinatura de atos
Os 32 atos assinados na cerimônia desta quinta-feira (17) abrangem áreas de transporte, energia, infraestrutura, tecnologia, comércio e educação. Dentre vários tópicos, os acordos falam sobre facilitação de vistos de negócios, cooperação na área de Defesa, Aviação Civil, cooperação industrial, além da ampliação da presença de estudantes brasileiros na China por meio do programa de bolsas de intercâmbio do governo brasileiro, do aprendizado do mandarim no Brasil, e do lançamento de um serviço chinês para buscas na internet.


Confira a íntegra

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:57

Presidenta Dilma concede entrevista antes da VI Cúpula do Brics, em Fortaleza

Quarta-feira, 16 de julho de 2014 às 9:56

Presidente do BNDES fala do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics

Terça-feira, 15 de julho de 2014 às 11:46

Banco do Brics permitirá avanços na infraestrutura de países em desenvolvimento

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Presidenta Dilma Rousseff na primeira sessão privada de trabalho da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Brics 2014

A criação do banco de desenvolvimento do Brics foi um dos principais temas do encontro dos bancos nacionais de desenvolvimento dos cinco países, realizado nesta segunda-feira (14) na VI Cúpula em Fortaleza. Antes de se dirigir ao local das reuniões dos Brics, no Centro de Eventos do Ceará, a presidenta Dilma Rousseff considerou que a criação do banco beneficiará e dará mais segurança aos Brics e demais países.

“Acredito que os Brics têm dado grandes passos no sentido de criar instituições que vão beneficiar os países emergentes e em desenvolvimento. Por exemplo, o banco. O banco vai contribuir com recursos para garantir investimentos em infraestrutura. E por outro lado, o acordo contingente de reserva, que tem um montante de US$ 100 bilhões, ele vai contribuir para que esse processo de volatilidade, enfrentado por diversas economias, quando da saída dos Estados Unidos da política de expansão monetária, seja mais contido, seja mais administrado. E dá segurança, dá uma espécie de rede de proteção, aos países Brics e aos demais, amplia a segurança”, afirmou a presidenta.

De acordo com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, um trabalho de cooperação vem sendo construído ao longo dos últimos cinco anos e ganhará maior expressão com criação do novo banco. Na Cúpula realizada na China, o tema infraestrutura foi priorizado; na Índia, o intercâmbio de investimentos diretos entre países; e na África do Sul, a oportunidade de atuar conjuntamente em países africanos. Um dos temas principais discutidos na Cúpula do Brasil é a criação de banco de desenvolvimento dos Brics.

“Olhando para o futuro, toda essa cooperação ganhará maior expressão a partir do momento em que se criar um banco dos países Brics, porque essa nova entidade poderá tirar proveito das experiências dos nossos países, e dos seus respectivos bancos de desenvolvimento, mas também se tornará certamente mais um parceiro da rede de bancos nacionais de desenvolvimento para projetos em vários outros países em desenvolvimento (…) e não apenas dos países Brics. Nesse sentido, abrir-se-á mais espaço de mercado para diversificação das exportações brasileiras. É claro que as nossas comoditties continuarão a ter um peso relevante em função da elevada competitividade que o Brasil tem. Mas o desenvolvimento de novos mercados estará facilitado na medida em que os países em desenvolvimento possam crescer mais rapidamente”, declarou Luciano Coutinho.

A criação do banco de desenvolvimento dos Brics contribuirá com crédito de longo prazo, modalidade carente, especialmente para investimentos em infraestrutura. Segundo Coutinho, há déficit de pelo menos US$ 800 bilhões ao ano em investimentos nesse setor que poderiam se realizar nos países em desenvolvimento. A perspectiva é de que o novo banco seja instrumento de cooperação no financiamento da infraestrutura nos países do Brics e também em outros países em desenvolvimento. Este avanço na infraestrutura também cria oportunidades para o Brasil.

“Nesse sentido o BNDES vem se esforçando para que essa cooperação com bancos do Brics se aprofunde e se aperfeiçoe. A nossa presença, por exemplo, na África, com instalação da nossa representação em Johanesburgo, está abrindo nesse momento a possibilidade de muitos projetos em comum com a chance de cofinanciarmos projetos em parceria com os bancos dos países Brics. (…) O avanço na infraestrutura abre espaços também para o Brasil. O Brasil tem uma indústria competitiva em equipamentos, tem uma engenharia e empresas de construção bastante competentes, portanto ela abre também espaço para exportação de equipamentos, bens de capital, exportação de máquinas e exportação de serviços de engenharia e de construção”, disse.

Do encontro dos bancos, também resultará um memorando de entendimento de cooperação na área da inovação tecnológica. Ainda de acordo com o presidente do BNDES, os países dos Brics têm uma diversidade de tecnologias, o que propicia a complementariedade. Espera-se fomentar essa cooperação inclusive entre as empresas dos cinco países.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) atingiu execução de R$ 871,4 bilhões até abril de 2014, o que representa 84,6% do orçamento previsto para o período 2011-2014. Os dados são apresentados nesta sexta-feira (27), pelo Ministério do Planejamento, em Brasília, e fazem parte do 10º Balanço do programa.

O PAC 2 completa três anos e quatro meses cumprindo realização da infraestrutura que eleva competitividade do país, gerar empregos, resgatar papel do Estado como indutor do desenvolvimento, incentivar investimentos públicos e privados e reduzir as desigualdades regionais do Brasil.

As ações concluídas atingiram 95,5% do total previsto até o final de 2014, com R$ 675,8 bilhões em obras nos seis eixos do programa – Transportes, Energia, Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Água e Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida.

Transportes
O Eixo Transportes concluiu R$ 58,9 bilhões em empreendimentos em todo o país. Em Rodovias são 3.003 km de obras finalizadas em 2014, das quais 1.413 km foram concessões.

Em Ferrovias, já estão concluídos 1.053 km, com destaque para conclusão de trecho de 855 km da Ferrovia Norte Sul (FNS), entre Palmas (TO) e Anápolis (GO).

Na área de Portos, foram concluídos 22 empreendimentos, possibilitando a modernização e ampliação da capacidade dos portos brasileiros.

Na área de Aeroportos, foi ampliada capacidade de atendimento em 15 milhões de passageiros por ano, com conclusão de 24 empreendimentos. Nos aeroportos regionais foram concluídas 11 obras em oito cidades.

O PAC 2 universalizou ainda acesso a retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões caçamba em municípios com menos de 50 mil habitantes, alcançando toda a meta prevista.

Energia
No Eixo Energia, concluiu-se R$ 233,1 bilhões de obras de Geração de Energia Elétrica, promovendo a entrada de 12.860 MW no parque gerador brasileiro. Também entraram em operação 62 usinas eólicas, com capacidade instalada de 1.729 MW. Estão em construção oito hidrelétricas, cinco termelétricas, 120 usinas eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas, que representarão um aumento de 24.374 MW na capacidade de geração de energia do País.

Para levar toda essa energia aos mercados consumidores, foram concluídas 35 linhas de Transmissão de Energia Elétrica, totalizando 10.194 km de extensão e 36 subestações.

No setor de Petróleo e Gás Natural, foram concluídos 27 empreendimentos em exploração e produção de petróleo, 19 em refino e petroquímica, nove em fertilizantes e gás natural e três em combustíveis renováveis.

Cidade Melhor
No Eixo Cidade Melhor, o PAC 2 concluiu 1.223 empreendimentos de Saneamento, 70 empreendimentos de drenagem, 19 de contenção de encostas e 32 de pavimentação. Em Mobilidade Urbana, foram concluídos, ou estão em fase final de obras e já operam, 28 empreendimentos. Por meio do PAC Cidades Históricas, o Governo Federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para recuperação de monumentos e sítios urbanos de 44 cidades, em 20 Estados.

Comunidade Cidadã
No Eixo Comunidade Cidadã, foram contratadas 15.095 Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o país, com investimentos de R$ 3,8 bilhões, das quais 10.759 estão em obras e 2.432 foram concluídas até junho de 2014. Foram também contratadas 495 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que terão capacidade mensal de até 3,1 milhões de atendimentos, e desse total, 213 estão em obras e 23 foram concluídas até junho de 2014.

Água e Luz para Todos
No Eixo Água e Luz para Todos, foram concluídas ações no valor de R$ 8,7 bilhões, com mais de 474 mil ligações de energia elétrica para 1,9 milhão de pessoas que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas.

Em Recursos Hídricos, mais de 207 localidades tiveram sistemas de abastecimento de água implantados e construídos 53 sistemas de esgotamento sanitário. Foram concluídos 961 empreendimentos, que melhoraram o sistema de abastecimento de água em áreas urbanas e 32 empreendimentos de recursos hídricos para combater a escassez de água no Nordeste brasileiro.

Minha Casa Minha Vida
O Eixo Minha Casa Minha Vida concluiu empreendimentos no valor de R$ 361,6 bilhões, entregando 1,7 milhão de moradias e beneficiando mais de 6,4 milhões de pessoas, o que equivale a segunda maior cidade do País, o Rio de Janeiro.

Sexta-feira, 27 de junho de 2014 às 12:42

PAC 2 conclui 95,5% das ações e executa R$ 871,4 bi

Segunda-feira, 15 de abril de 2013 às 10:54

Dilma anuncia investimento no RS e afirma: nosso objetivo é dobrar a renda per capita da população

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 17:13

Dilma: “O nosso objetivo é dobrar a renda per capita da população”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, durante cerimônia de entrega de retroescavadeiras, motoniveladoras e ônibus escolares a prefeitos do Rio Grande do Sul que o governo tem como objetivo dobrar a renda per capita da população. A presidenta disse ainda que o caminho para o Brasil se tornar um país de classe média é investir em educação.

“Daqui a alguns anos nós comemoraremos os 200 anos da nossa independência. E nesse dia nós vamos ter que olhar para trás e ver o que fizemos para construir a nossa soberania, o nosso desenvolvimento e o bem-estar do nosso povo. E aí, se vocês perguntarem para mim: qual é o nosso objetivo? O nosso objetivo é dobrar a nossa renda per capita. É esse o objetivo desse país. Ele se mede, fundamentalmente, pela renda per capita da nossa população. É essa a medida e o metro que nós devemos usar”, disse.

Sexta-feira, 12 de abril de 2013 às 14:29

Em Porto Alegre, Dilma anuncia o investimento de R$ 2,46 bilhões em obras viárias

Durante entrega, nesta sexta-feira (12), em Porto Alegre, de máquinas retroescavadeiras e motoniveladoras a municípios gaúchos, a presidenta Dilma Rousseff anunciou R$ 2,46 bilhões em investimentos para melhorar o tráfego e o escoamento da produção na região metropolitana da capital gaúcha.

“Eu sou presidenta de todos os brasileiros. Em todos os lugares que eu vou tenho o cuidado de ver as obras necessárias em curto, médio e longo prazo. Precisamos de muitos empreendimentos na área de infraestrutura. O Brasil hoje tem capacidade de pensar o que quer ser daqui a 10 anos”, afirmou Dilma.

A primeira das três obras anunciadas é o trecho de 32 quilômetros da BR-448, entre Estância Velha e Sapucaia do Sul, com um custo estimado de R$ 530 milhões, e que vai ampliar o acesso à região metropolitana de Porto Alegre e à região de Caxias. Outro trecho é o que liga a capital a Novo Hamburgo pela BR-116.

Com um custo estimado de R$ 330 milhões, a obra terá medidas complementares para desafogar o trânsito na região metropolitana, que incluem passagens de nível, alargamento de viadutos, entre outras. A terceira obra anunciada é a ligação entre Santa Maria e Santo Ângelo pela BR-392, com uma extensão de 235 quilômetros, a um custo de R$ 1,6 bilhão.

Equipamentos
A entrega de 120 máquinas nesta sexta-feira – 80 retroescavadeiras e 40 motoniveladoras – totalizou um investimento de R$ 28 milhões e deve beneficiar cerca de 600 mil pessoas. Já os 25 ônibus disponibilizados pelo Ministério da Educação para 15 municípios terão custo de cerca de R$ 3,5 milhões cada.

“É a capacitação dos municípios para tomar providências. É uma iniciativa do governo de melhorar as condições de transporte das nossas safras. Ele se conjuga com um grande esforço que o governo federal vem fazendo. O Brasil teve um período que parou de investir na escala necessária”, defendeu.

Confira a íntegra

 

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