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Quinta-feira, 18 de setembro de 2014 às 16:03

Mais de 50% dos brasileiros tiveram acesso à internet em 2013

PNAD 2013

Mais da metade dos brasileiros têm acesso à internet. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados, nesta quinta-feira (18), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 50,1% dos brasileiros acessaram a internet em 2013, ante 49,2%, em 2012. São 2,5 milhões de novos internautas de 10 anos ou mais de idade, aumento de 2,9% entre 2012 e 2013.

Em todas as regiões houve crescimento no número de internautas de 2012 para 2013: Norte (0,4%), Nordeste (4,9%), Sudeste (2,2%), Sul (4,5%) e Centro-Oeste (1,3%).

Para o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri, o crescimento do acesso à internet vai melhorar o bem-estar dos brasileiros.

“Nós estamos na era do conhecimento, na era da informação. O Brasil é o sexto país com maior expansão de acesso à internet nos últimos anos”, avalia.

Em 2001, o percentual de brasileiros conectados era de apenas 12,6%. As residências moradias com computador conectado à internet aumentaram de 8,5% para 43,7%, no mesmo período.

Telefonia
O levantamento também constatou que 75,5% da população possui celular. Em todas grandes regiões, houve crescimento do total de pessoas com celular, de 2012 para 2013: Norte (5,6%), Nordeste (6,2%), Sudeste (4,5%), Sul (4,9%) e Centro-Oeste (5,1%).

O crescimento da telefonia celular digital também avançou no período analisado pela pesquisa. Do total de domicílios, 53,1% tinham apenas celular como meio telefônico em 2013, acima da taxa de 51,4% de 2012.

O reflexo disso é a queda de 5,6% em 2013 no número de domicílios com apenas telefonia fixa. Ou seja, apenas 1,8 milhão dos 61,5 milhões de domicílios, 2,7% do total, tinham apenas telefone fixo.

Os domicílios com qualquer tipo de telefone cresceram 3,8%, de 2012 para 2013. São 2,2 milhões novos lares com aparelhos. Em 92,7% dos pesquisados, há registro de qualquer tipo de telefonia.

Quinta-feira, 18 de setembro de 2014 às 12:00

Pnad mostra melhoria na vida dos brasileiros em quase todos os aspectos levantados pela pesquisa

PNAD 2013

A qualidade de vida dos 201,5 milhões de brasileiros avançou em quase todos setores, entre 2012 e 2013, em todas regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na área de saneamento, o total de domicílios com coleta de esgoto e fossa séptica chegou a 41,9 milhões no ano passado, aumentando de 63,3% para 64,3%, de acordo com Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (18).

Foram registrados avanços nesta área em todas as regiões, sendo os mais significativos no Sul (8,4 %), Norte (8,3 %) e Centro-Oeste (7,1 %). No caso da coleta de lixo, as residências atendidas aumentaram 3,2 % em 2013, em comparação ao ano anterior, passando de 56,6 milhões para 58,4 milhões e totalizando 89,8% de habitações. Em 2012, esse índice era de 88,8%.

A maior expansão foi observada no Nordeste (5,1 %). O saneamento básico tem impacto direto na saúde da população e está entre os principais indicadores da qualidade de vida de uma nação, ao lado da educação.

Analfabetismo
A taxa de analfabetismo voltou a cair em 2013. Em apenas um ano, 297,7 mil pessoas com idade acima de 15 anos se alfabetizaram, reduzindo o nível de analfabetismo do país de 8,7% para 8,3%. A redução foi observada em todas regiões do País, com destaque para o Nordeste, onde a taxa diminuiu de 17,4% em 2012 para 16,6% em 2013.

Na comparação entre 2012 e 2013, houve redução de 33,5% para 31,2% da proporção de pessoas com ensino fundamental incompleto e aumento de 9,8% para 10,0% da proporção daquelas com ensino fundamental completo.

Aumentou também o número de pessoas de 25 anos ou mais de idade com ensino médio completo (de 25,2% para 25,9%). O peso daquelas que completaram o ensino superior, que inclui também mestrado e doutorado, se elevou em 0,9 ponto percentual no período.

Dentre as grandes regiões, a região Norte era a que possuía a maior proporção de estudantes na rede pública de ensino, em todos os níveis, exceto no nível superior, em que se iguala com a região Nordeste (33,5%). A região Sudeste, por sua vez, tinha a menor proporção de estudantes na rede pública para os ensinos fundamental (84,2%), médio (84,4%) e superior (19,3%).

Em 2013, 98,4% das crianças de 6 a 14 anos estavam na escola. Eram 98,2% no ano anterior e 97% em 2007. Na faixa de 15 a 17 anos, eram 82,1% em 2007, 84,2% em 2012 e 84,3% em 2013.

Bens duráveis
O aumento da renda fez crescer o acesso da população aos chamados bens duráveis, que são mais caros e demoram mais a serem trocados, como geladeira, televisão e automóvel, entre outros.

De acordo com a Pnad, cerca de 58,3% residências do País tinham máquina de lavar em 2013, avanço de 7,8% em relação a 2012. A televisão estava em 97,2% dos domicílios, e a geladeira, em 97,3%.

O total de domicílios com computadores também subiu, passando de 46,4% para 49,5%, de 2012 para 2013. No Nordeste, o aumento foi de 14%. Dos 32,2 milhões de domicílios brasileiros com computadores em 2013, 28% tinham acesso à internet.

Aumento da telefonia
O avanço da telefonia celular digital também avançou no período analisado pela pesquisa. Do total de domicílios, 53,1% tinham celular em 2013, acima da taxa de 51,4% de 2012.

Por outro lado, caiu 5,6% em 2013 o número de domicílios com apenas telefonia fixa. Ou seja, apenas 1,8 milhão dos 61,5 milhão de domicílios, ou 2,7% do total, tinham apenas telefone fixo.

Inclusão digital
Com o aumento do acesso aos bens duráveis, inclusive ao computador, e da telefonia, aumentou o número de brasileiros conectados à internet. Pela primeira vez, mais da metade da população brasileira passou a ter acesso à rede. Em 2013, 50,1% da população tinha se conectado à internet alguma vez, em casa ou em outro local, ante 49,2%, em 2012.

Em 2001, esse percentual era de apenas 12,6% .As residências moradias com computador conectado à internet aumentaram de 8,5% para 43,7%, no mesmo período.

Trabalho infantil
A Pnad mostrou uma queda de 12,3% no número de trabalhadores entre 5 e 17 anos de idade entre 2012 e 2013. Em termos percentuais, a maior queda ocorreu entre pessoas de 5 a 9 anos de idade, faixa da qual 24 mil crianças deixaram de trabalhar.

A maior queda de contingente, contudo, ocorreu no grupo de 14 a 17 anos, cerca de 362 mil pessoas, sendo 225 mil delas nas regiões Nordeste e Sudeste.

Rendimento médio mensal real cresce
O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas de 15 anos ou mais ocupadas com rendimento em 2013 foi de R$ 1.681, valor 5,7% superior ao de 2012 (R$ 1.590). A região Sul foi a que apresentou o maior incremento, 8,1% (de R$ 1.731 para R$ 1.872), e a região Centro-Oeste, com o maior valor médio (de R$ 1.906 para R$ 1.992), apresentou a menor variação (4,5%).

A região Nordeste mostrou um crescimento de 5,7%, mas possui o menor rendimento médio (de R$ 1.086 para R$ 1.148). Três unidades da federação apresentaram redução nesse tipo de rendimento: Acre (de R$ 1.342 para R$ 1.302), Amapá (de R$ 1.632 para R$ 1.616) e Espírito Santo (de R$1.577 para R$ 1.557).

Segunda-feira, 23 de maio de 2011 às 11:21

Editada MP que dá incentivos tributários aos tablets produzidos no Brasil

A presidenta Dilma Rousseff encaminhou ao Congresso Nacional Medida Provisória nº 534 que inclui no Programa de Inclusão Digital Tablet PC produzido no país conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo. A MP publicada nesta segunda-feira (23/5), no Diário Oficial da União, dá nova redação ao artigo 28 da Lei no 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como “Lei do Bem”.

“VI – máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm2 (Tablet PC), classificadas na subposição 8471.41 da Tipi, produzidas no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo.”

A MP diz também que “nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadista e pelo varejista relativas à venda dos produtos de que trata o inciso VI do caput, deverá constar a expressão “Produto fabricado conforme processo produtivo básico”, com a especificação do ato que aprova o processo produtivo básico respectivo.”

Quarta-feira, 6 de abril de 2011 às 15:38

Pesquisa aponta que troca de dados via internet de celulares vai triplicar até 2015

As transações e transferências de dados realizadas por meio da internet em telefones móveis em todo o mundo vai quase triplicar, passando de US$ 6,9 bilhões no final de 2010 para US$ 19 bilhões até 2015, prevê relatório publicado pela empresa de consultoria norte-americana Pyramid Research. O crescimento acontecerá principalmente devido à rápida adoção da banda larga móvel e de outros serviços de navegação, diz o documento divulgado nesta quarta-feira (6/5) pela Conexão MiniCom, revista digital do Ministério das Comunicações.

A publicação revela ainda que, no Brasil, o acesso à internet a partir de celulares pré-pagos apresentará um crescimento sem precedentes nos próximos quatro anos, o que deve provocar uma reformulação do mercado. Analistas da Pyramid informam que a demanda por banda larga, especialmente banda larga móvel, está aumentando em uma taxa muito elevada e que essa demanda não vem só dos atuais assinantes que querem mobilidade, mas também de outras classes sociais e regiões fora do centro que não tinham acesso a uma conexão de banda larga.

Internet a regiões remotas

Lygia Pupatto, que assumirá a Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações. Foto: Herivelto Batista/MC

Lygia Pupatto, que assumirá a Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, explica quais serão os passos do governo federal para levar a internet para o interior do país. Trabalhando em sintonia com o Programa Nacional de Banda Larga, a nova secretaria irá coordenar as ações de inclusão digital do governo federal, que atualmente estão pulverizadas em diversos órgãos.

Lygia destaca que as metas da pasta são continuar levando internet gratuita de alta velocidade a pontos remotos, como comunidades quilombolas e indígenas, fortalecer a política de telecentros comunitários, implantar cidades digitais em diversos municípios brasileiros e criar um grupo específico que vai formular ações de inclusão digital para a zona rural.

“Vamos trabalhar para instituir cidades digitais pelo nosso país com três vertentes: a primeira é que nós possamos dotar as prefeituras, através da banda larga, com serviços de redes internas que possam prestar serviços à comunidade (…). A segunda é, ao mesmo tempo, destinar espaços de internet gratuita à sociedade, como acontece, por exemplo, com os Telecentros.BR. E a terceira vertente é a articulação com os demais ministérios”, informou.

A secretária frisou, ainda, que a inclusão digital para a população rural terá destaque no governo da presidenta Dilma Rousseff por ter “uma demanda muito grande e necessária”. Uma das apostas é a ampliação de telecentros na zona rural, com conexão visa satélite.

“Quando nós pensamos na zona rural, nos locais mais distantes em que há uma demanda ainda muito grande, vamos precisar da conexão via satélite”, completou.

Quarta-feira, 16 de março de 2011 às 18:47

No Senado, Paulo Bernardo anuncia a criação da Secretaria de Inclusão Digital

No Senado, o ministro Paulo Bernardo falou da criação da Secretaria de Inclusão Digital. Foto: Antonio Cruz/ABr

O ministro das Comunicações,Paulo Bernardo, anunciou nesta quarta-feira (16/03), durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal, que o Ministério das Comunicações ganhará, dentro de alguns dias, a Secretaria de Inclusão Digital. A nova secretária ficará sob o comando de Bernardo, além das duas já existentes: Secretaria de Telecomunicações e Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica.

Segundo Bernardo, a Secretaria de Inclusão Digital, que conta com a aprovação da presidenta Dilma Rousseff e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, será criada para dar apoio, reforço e celeridade ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que é considerado prioridade nos projetos desenvolvidos atualmente pelo ministério.

“Nós temos, os dados vão ser mostrados aqui, um acesso ainda pequeno à internet. Nós consideramos que os serviços são caros e estamos trabalhando para que eles sejam reduzidos e portanto essa é a grande prioridade.”

A quantidade de domicílios que possuem acesso à internet ainda é relativamente baixa, no geral, se comparada às residências que possuem computadores, contou o ministro.

“E temos 34,7% dos domicílios com computador, sendo que só 27,4% com acesso à internet, ou seja, ainda tem um intervalo aí no número de domicílios que tem computador e não tem internet, com certeza por conta do preço ou a dificuldade, em alguns casos, de falta de serviço oferecido.”

Proporcionalmente, a região Sudeste lidera o ranking de aquisição de computadores e de acesso à internet: 43% da população possui computador em casa e desse total, 35% tem acesso à internet. Em contrapartida, a região Nordeste encontra-se em último lugar da lista com apenas 18,5% da população servida por computador e 14,4% dela com acesso à internet.

Alguns números apresentados pelo ministro ratificam o potencial brasileiro de consumo de informação via internet, já que, em 2009, a produção e venda de computadores de mesa e portáteis no Brasil ultrapassou, por exemplo, a do Reino Unido.

“Nós ultrapassamos o Reino Unido e nos tornando o 4º mercado mundial, perdendo para os Estados Unidos, China e Japão e, para 2011, a indústria de eletroeletrônicos prevê 16 milhões de unidades comercializadas no Brasil.”

O ministro citou ainda alguns números sobre segmentos controlados pelo ministério como rádios, serviços ativos de telefonia móvel e fixa, além de emissoras de TV, TV digital, TV por assinatura, entre outros. Paulo Bernardo também comentou os principais projetos, a serem realizados ao longo do ano pelas Comunicações que abordarão temas como inclusão digital, implantação da TV Digital, apresentação do marco regulatório das comunicações eletrônicas e garantia de infraestrutura para a Copa das Confederações, Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016.

Sexta-feira, 24 de dezembro de 2010 às 14:38

Nunca antes: investir em inclusão digital para promover a inclusão social

Nunca antes

Num mundo em que acesso à tecnologia praticamente se tornou sinônimo de participação efetiva na sociedade, a inclusão digital ganhou destaque nas políticas públicas brasileiras, como forma de promover o enriquecimento cultural e educacional da população, além de facilitar o acesso das pessoas ao mercado de trabalho. A inclusão, mais do que digital, é social – como mostraremo neste quinto post da série especial “Nunca antes”.

Tratar de inclusão digital em um país como o Brasil, em que o desenvolvimento das tecnologias da informação ocorreu de forma tardia e sua difusão foi lenta e desigual, demandou um esforço intersetorial do governo. A partir de discussões entre vários ministérios, coordenados diretamente pela Presidência da República, foi estabelecido o Programa Brasileiro de Inclusão Digital, com a meta de reduzir o hiato digital, diminuir o número de excluídos, promover a alfabetização digital e a capacitação de alunos e de comunidades. Três frentes foram estabelecidas: ampliar o acesso comunitário gratuito, facilitar a aquisição domiciliar de microcomputadores e universalizar a conexão à internet.

O primeiro passo foi levar a tecnologia para mais perto da população, dando prioridade às crianças e jovens de escolas públicas. Hoje temos mais de 50 milhões de alunos diretamente beneficiados pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), que instalou 104.373 laboratórios de informática em 64.629 escolas públicas urbanas e rurais e pelo Programa Banda Larga nas Escolas, que disponibilizou conexão à internet em banda larga para 46.826 estabelecimentos educacionais.

O passo seguinte foi estender o acesso aos professores e às famílias dos alunos. Foi lançado então o programa Um Computador por Aluno (Prouca), que está distribuindo 150 mil laptops para jovens de 300 escolas públicas. Dentro do Procuca, seis municípios serão atendidos como UCA Total, onde todas as escolas serão atendidas pelo projeto e será implantada rede wi-fi na cidade. Em continuidade, há ainda o Projeto Cidadão Conectado – Um Computador para Todos, dirigido aos professores do ensino continuado das instituições credenciadas no Ministério da Educação. São mais computadores portáteis a um custo abaixo do praticado no mercado.

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Quinta-feira, 22 de julho de 2010 às 20:03

Alunos e professores de Caetés (PE) comemoram chegada de computadores

José Adriel ajuda a colega Nathalia a usar o novo netbook que ambos agora têm para estudar em Caetés (PE).

O município de Caetés (interior de Pernambuco), onde nasceu Lula há quase 65 anos, está em festa – e não apenas pela visita do presidente amanhã (23/7). A cidade de 26 mil habitantes, onde as linhas telefônicas não funcionam muito bem, receberá seus primeiros computadores portáteis do programa Um Computador por Aluno (UCA), o que vem sendo comemorado por estudantes e professores. São 4.458 laptops que serão entregues a quatro escolas de Caetés – três municipais e uma estadual, onde o presidente Lula participará de cerimônia.

Para a professora Paula Ferreira Barbosa de Melo, a novidade é muito bem-vinda porque vai ajudar muito na educação dos jovens da cidade. Ela está entusiasmada e feliz, porque era algo que “parecia muito distante de acontecer” – e se concretizou.

Os equipamentos poderão ser usados pelos estudantes nas aulas, na hora do recreio e em casa, iniciando-se assim um processo de inclusão digital também de familiares e da comunidade. Os netbooks produzidos pela empresa brasileira CCE e doados às escolas de Caetés pesam pouco mais de um quilo, pouco mais de um palmo de comprimento e uma pequena tela de sete polegadas. Cada equipamento vem com 4GB de memória, webcam e capacidade de ligação sem fio à internet, permitindo aos alunos estudarem, acessarem conteúdos curriculares e até se divertirem.

Há 15 dias em Caetés, trabalhando na capacitação de professores, o cientista da computação Renato Lopes da Silva, um dos responsáveis pela infraestrutura do projeto, diz que “a mobilidade permitida pelos computadores, a conectividade sem fio e o uso de diferentes mídias permitem o aprender pela interação das redes sociais”.

No total, o Ministério da Educação adquiriu 150 mil netbooks (R$ 553 cada) para serem entregues a 300 escolas públicas. Além disso, o ministério também está fornecendo banda larga e infraestrutura de rede sem fio para as escolas.

O netbook foi o primeiro computador de José Adriel Pereira dos Santos, de 13 anos, aluno da 8a série do ensino fundamental em Caetés. “Eu sinto que vai facilitar meus estudos porque com a internet, a gente pesquisa as dúvidas”, explicou o estudante, que fez um curso de informática mas nunca conseguiu colocar em prática o que aprendeu por não conseguir comprar um computador. Ainda assim, é a ele que os colegas recorrem na hora de tirar dúvidas sobre o funcionamento do computador.

Sexta-feira, 7 de maio de 2010 às 10:39

Governo debate plano da banda larga com representantes da sociedade

Uma série de reuniões entre representantes da sociedade e do governo federal estão sendo realizadas nesta sexta-feira (7/5) em Brasília para discutir o Plano Nacional de Banda Larga, lançado quarta-feira (5/5). Participam desses encontros a ministra Erenice Guerra (Casa Civil), Cezar Alvarez (coordenador dos Programas de Inclusão Digital do governo federal) e Rogério Santana (secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento), bem como empresas operadoras de telefonia, de equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional, especialistas em tecnologia da informação e comunicação, prestadores de serviços de telecomunicações e representantes de usuários.

Nos encontros desta sexta-feira também serão discutidos a composição e os nomes dos indicados para o Fórum Brasil Digital, que o governo criará, no âmbito do PNBL, como instância permanente de discussão de questões relacionadas à internet rápida no país.

Todos os setores já foram ouvidos ao longo da elaboração do Plano Nacional de Banda Larga. No dia 2 de fevereiro houve reunião do presidente Lula com especialistas em tecnologia da informação e comunicação e representantes de usuários. No dia 5 de fevereiro, foram feitas reuniões na Casa Civil com empresas operadoras de telefonia e prestadores de serviços de telecomunicações. E, no dia 9 de fevereiro, Alvarez encontrou-se com representantes de lan houses.

Quarta-feira, 5 de maio de 2010 às 17:35

Banda larga para todos

Pois bem, qual é a minha disposição? É que nós precisamos fazer a inclusão digital, garantindo quemais todo brasileiro, independentemente da origem social, seja ele dono de um bilhão ou dono de um tostão, ele tenha possibilidade de ter acesso à inclusão digital, com computador, banda larga, para ele poder descobrir oportunidades.

Presidente Lula no lançamento do Projeto BH Digital – Belo Horizonte, 21 de outubro de 2009

Para o Brasil sair dos atuais 12 milhões de domicílios com acesso à internet por banda larga e chegar a 40 milhões até o final de 2014, o governo vai investir quase R$ 13 bilhões no Plano Nacional de Banda Larga, que foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (5/5) em Brasília – clique aqui para ver apresentação. A prioridade neste momento são 15 estados do Nordeste e Sudeste, mais a capital federal, regiões que já contam com anéis de fibra ótica. Outras 100 cidades serão escolhidas para receber os investimentos do plano, com prioridade para locais da administração pública que estejam relacionados à saúde, educação e segurança.

O gerenciamento do Plano Nacional de Banda Larga caberá à Telebrás, que atuará em parceria com as empresas privadas. Segundo Rogério Santana, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, o plano do governo para implementar a internet banda larga no Brasil reduzirá o custo atual do serviço para no máximo R$ 35 (velocidade de 512 kbps, no mínimo) – há a opção de um plano mais simples, a R$ 15, que oferecerá velocidade de 512 kbps e limitação de downloads.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também presente ao lançamento, comparou o PNBL ao programa Luz para Todos, que levou energia elétrica a mais de 10 milhões de pessoas em todo o Brasil. “Buscamos a cidadania e a competitividade da economia brasileira, que é feita com a inclusão digital”, disse.

Terça-feira, 27 de abril de 2010 às 12:04

Ipea revela que brasileiro gasta mais com banda larga do que país desenvolvido

O brasileiro gastou 10 vezes mais por serviço internet em banda larga, em 2009, do que moradores de países desenvolvidos. A revelação consta do estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta terça-feira (27/4) em Brasília, que avalia a defasagem brasileira no setor e faz recomendações para massificar esse tipo de serviço.

O estudo “Análise e recomendações para as políticas públicas de massificação de acesso à internet em banda larga” usou dados da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, do IBGE; do Sistema de Coleta de Informações (Sici), da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); da União Internacional de Telecomunicações (UIT); e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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