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Quarta-feira, 4 de março de 2015 às 13:07

Produção industrial de janeiro atinge maior alta desde junho de 2013, diz IBGE

Com informações do IBGE

Produção industrial blog

A produção da indústria brasileira teve em janeiro o melhor resultado desde junho de 2013, com avanço de 2% em janeiro na comparação com o mês anterior, quando registrou queda de 3,2% em dezembro, segundo dados revisados, divulgados nesta quarta-feira (4) pelo IBGE.

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), a alta foi puxada principalmente por alimentos, que cresceu 3,9% no mês. Na comparação com dezembro, 13 dos 24 ramos tiveram aumento na produção. A expansão em relação a dezembro foi influenciada por duas das quatro grandes categorias econômicas, que são bens de capital (máquinas que fabricam outras máquinas) e bens intermediários, ou seja, matérias-primas que passam por um primeiro processo básico de industrialização.

Detalhamento
A expansão de 2% da atividade industrial na passagem de dezembro de 2014 para janeiro de 2015 mostrou resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas. Entre os setores, o principal impacto positivo foi registrado por produtos alimentícios, avançando 3,9%, eliminando parte da perda de 4,5% acumulada nos meses de novembro e dezembro últimos.

Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria vieram das atividades de máquinas e equipamentos (7,6%), metalurgia (5,4%), indústrias extrativas (2,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9%).

Com os resultados desse mês, o primeiro interrompeu quatro meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou perda de 12%; o segundo recuperou parte da redução de 6% verificada entre outubro e dezembro últimos; o terceiro assinalou o segundo mês seguido de crescimento na produção, acumulando nesse período expansão de 3%; e o último eliminou parte do recuo de 9,8% registrado entre setembro e dezembro de 2014.

Nas grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de capital, ao avançar 9,1%, assinalou a expansão mais acentuada em janeiro de 2015, influenciada principalmente pela maior produção de caminhões, após a concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas no mês anterior.

Esse crescimento foi o mais intenso desde julho de 2014 (14,7%) e recuperou parte da redução de 13,4% acumulada entre outubro e dezembro últimos. O segmento de bens intermediários (0,7%) também mostrou taxa positiva nesse mês e interrompeu o comportamento predominantemente negativo presente desde setembro de 2014, período em que acumulou perda de 2,6%. Os setores produtores de bens de consumo duráveis (-1,4%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%) registraram os resultados negativos em janeiro de 2015, com ambos apontando o quarto mês consecutivo de queda na produção e acumulando nesse período redução de 8,2% e de 4,3%, respectivamente.

Taxa anualizada
Na série sem ajuste sazonal, na comparação com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou redução de 5,2% em janeiro de 2015, 11ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

Segundo o IBGE, a taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com o recuo de 3,5% em janeiro de 2015, “manteve a trajetória descendente iniciada em março último (2,0%) e assinalou o resultado negativo mais intenso desde janeiro de 2010 (-4,8%)”. Em novembro de 2014, o recuo da produção industrial foi de 1,1%.

Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015 às 12:12

Mercado mantém aposta de que Brasil seguirá atraente para investidores internacionais em 2015

Os analistas e investidores do mercado financeiro, consultados semanalmente pelo Banco Central, continuam apostando que o Brasil se manterá neste ano como mercado atraente para investidores internacionais. A estimativa do setor para a entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País em 2015 continua estável em US$ 60 bilhões, enquanto outros indicadores mostram recuo. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte também permaneceu em US$ 60 bilhões.

Brasil_atraente_Investimentos_externos

Os dados são do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23), pelo Banco Central. O IED é um tipo de investimento considerado de alta qualidade, porque é feito no setor produtivo brasileiro – e não em bolsas ou outras aplicações financeiras. Essa expectativa indica uma confiança dos investidores nas oportunidades de ganhos oferecidas pelo setor produtivo nacional.

A expectativa do mercado para a taxa de juros básica da economia brasileira, a Selic, atualmente em 12,25% ao ano, se manteve em 12,75% ao ano no fim de 2015. Para 2016, a previsão do mercado também seguiu estável, em 11,5% ao ano. A taxa básica de juros é um dos instrumentos utilizado pelo Banco Central contra a inflação.

Os analistas consultados pela pesquisa Focus também mantiveram a projeção estável para a taxa de câmbio em 2015, em R$ 2,90 por dólar. Para 2016, a previsão alcançou de R$ 2,93 para R$ 3,00 por dólar.

Inflação e PIB
Ao mesmo tempo em que esses indicadores foram considerados estáveis pelo mercado, outros apresentaram recuos, segundo a previsões, como o PIB. Os investidores avaliam uma retração de 0,5% no indicador neste ano. Mas para 2016, o mercado continuou prevendo alta de 1,5%.

Para o resultado de 2014, ainda não divulgado, o mercado estimou crescimento zero. Os dados oficiais do IBGE sobre o PIB do quarto trimestre do ano passado, e também de todo ano de 2014, serão publicados em 27 de março. Quanto à inflação, o mercado projeta uma taxa de 7,33% no ano.

A expectativa dos analistas para o IPCA deste ano, que estava em 7,27% na semana retrasada, subiu para 7,33% na última semana. O IPCA mede a inflação oficial do País. Para 2016, a previsão do mercado ficou estável em 5,6%.

No começo deste mês, o IBGE informou que a inflação oficial do país, medida pelo IPCA, ficou em 1,24% em janeiro, depois de avançar 0,78% em dezembro do ano passado. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 7,14%.

Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 às 16:24

Safra deve superar 200 milhões de toneladas em 2015, indica IBGE

Com informações do IBGE

A primeira estimativa de 2015 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas (caroço de algodão, amendoim, arroz, feijão, mamona, milho, soja, aveia, centeio, cevada, girassol, sorgo, trigo e triticale) totalizou 201,3 milhões de toneladas, um crescimento de 4,4% em relação à obtida em 2014, que somou 192,8 milhões de toneladas.

Os dados são do primeiro Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na quinta-feira (12), pelo IBGE.

Safra 2015

Área da colheita cresceu 1,6% em relação a 2014
A estimativa da área a ser colhida é de 57,2 milhões de hectares, o que representa acréscimo de 1,6% frente à de 2014 (56,3 milhões de hectares). Arroz, milho e soja, os três principais produtos deste grupo, somados representaram 91,6% da estimativa da produção e responderam por 85,4% da área a ser colhida.

Em relação ao ano anterior, houve acréscimo de 3,5% na área da soja e redução 1,3% na área de arroz e de 0,3 na área do milho. No que se refere à produção, houve acréscimos de 3,3% para o arroz, 10,5% para a soja e diminuição de 2,9% para o milho.

Quanto à produção, em relação à obtida em 2014, as estimativas de janeiro deste ano indicam que 12 dos 26 produtos aumentaram, com destaque para amendoim em casca 1ª safra (crescimento de 18,8%), arroz em casca (3,3%), a aveia em grão (23,6%), cevada em grão (23,1%), soja em grão (10,5%) e o trigo em grão (20,4%).

Regiões
Nessa avaliação para 2015, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 23,1%, seguido pelo Paraná (18,2%) e Rio Grande do Sul (15,9%), que, somados, representaram 57,2% do total nacional previsto.

Regionalmente, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 81,7 milhões de toneladas; Sul, 75,2 milhões de toneladas; Sudeste, 19,7 milhões de toneladas; Nordeste, 19,2 milhões de toneladas; e Norte, 5,5 milhões de toneladas.

Comparativamente à safra passada, foram constatados incrementos de 0,2% na região Norte, de 23,0% na região Nordeste, de 9,7% na região Sudeste e de 6,3% na região Sul. A região Centro-Oeste apresentou diminuição de 1,5% em relação à produção do ano anterior.

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 às 17:30

Cresce o número de trabalhadores com carteira assinada no 4º trimestre de 2014, mostra Pnad

Com informações do IBGE

No 4º trimestre de 2014, cerca de 77,7% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, um avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. A informação é da Pnad, divulgada nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pnad apontou avanço de 0,6 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2013. Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil.

Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% tinham carteira de trabalho assinada no 4º trimestre de 2014, acima dos 31,1% registrados no mesmo trimestre do ano passado. Os militares e servidores estatutários correspondiam a 68,2% dos empregados do setor público.

No mesmo período, com exceção da região Sudeste, que registrou estabilidade, a proporção dos empregados do setor privado com carteira assinada aumentou em todas as regiões. As regiões Norte (64,8%) e Nordeste (63,4%) apresentaram os menores percentuais nesse indicador.

No 4° trimestre de 2014, entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,1% deles tinham carteira de trabalho assinada, o que representou um avanço frente à proporção do 4º trimestre de 2013 (31,1%).

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 às 12:00

Desemprego cai a 6,8% em 2014 e é o menor dos últimos dois anos, aponta IBGE

Com informações do IBGE

A taxa de desemprego no País ficou em 6,8% em 2014, na média. Foi o menor índice desde 2012, quando atingiu 7,4% no ano e também abaixo do patamar registrado em 2013, que foi 7,1%. Considerando apenas o mês de dezembro, a taxa ficou em 4,3%, nível igual ao de dezembro de 2013, considerado o menor da série histórica, iniciada em 2002. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

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Queda no nível de desocupação
Em dezembro, a população desocupada caiu 11,8% nas seis regiões pesquisadas, para 1,051 milhão, em relação ao mês anterior. Na comparação com dezembro de 2013, a queda foi de 0,9%. Já a população ocupada chegou a 23,224 milhões no último mês do ano, recuando 0,7% em relação a novembro. Na comparação com dezembro do ano anterior, ficou quase estável.

Em relação ao trimestres, o nível da ocupação no Brasil, no 4º trimestre de 2014, foi estimado em 56,9%. Não houve variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior, quando era 56,8%. Regionalmente, no 4º trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar foram a Centro-Oeste (61,5%) e a Sul (61,2%), enquanto na região Nordeste foi verificado o menor nível da ocupação, 52,2%.

A população desocupada também mostrou queda na comparação com o trimestre imediatamente anterior, passando de 6,7 milhões para 6,5 milhões de pessoas.

O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 56,9% no 4º trimestre de 2014 no Brasil, permanecendo estável frente ao trimestre anterior (56,8%) e em relação ao 4º trimestre do ano passado (57,3%).

A Pnad Contínua substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). De acordo com os dados, o desemprego ficou em 4,3% em dezembro do ano passado, taxa igual à de 2013, considerada a menor desde o início da série histórica, em 2002.

A cada trimestre, pesquisa analisa os dados de 211.344 domicílios em aproximadamente 16 mil setores censitários em cerca de 3.500 municípios.

Regiões
Regionalmente, no 4º trimestre de 2014, as regiões que apresentaram os maiores percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar foram a Centro-Oeste (61,5%) e a Sul (61,2%), enquanto na região Nordeste foi verificado o menor nível da ocupação, 52,2%.

A a redução mais expressiva no desemprego no ano passado foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 23,4%, seguida de São Paulo (-16,5%) e Belo Horizonte (-12,5%).

Homens e mulheres
As análises apontaram diferenças no nível da ocupação entre homens e mulheres, ou seja, a proporção de homens com 14 anos ou mais de idade trabalhando era superior ao de mulheres deste mesmo grupo etário. No 4º trimestre de 2014, o nível da ocupação dos homens, no Brasil, foi estimado em 68,2% e o das mulheres, em 46,7%.

Faixas etárias
No 4º trimestre de 2014, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 75,8%, para o grupo etário de 40 a 59 anos em 69,9%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 57,9%.

Entre os menores de idade (de 14 a 17 anos) esta estimativa foi 15,9%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 22,1%.

Terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 às 19:14

Dilma: emprego é o indicador mais importante e governo trabalhará para manter conquistas sociais

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Clique na imagem para acessar a mensagem na Íntegra no Slideshare do Blog do Planalto.

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que o governo manterá, ao longo de seu novo mandato que começa em 2015, uma ação firme na economia a fim de garantir a estabilidade e um ambiente favorável aos negócios, “condições necessárias para continuarmos alcançando bons resultados na geração de emprego”, disse, em mensagem enviada ao Congresso nessa segunda-feira (2), por ocasião da abertura do ano legislativo.

Segundo a mandatária brasileira, esse é o mais importante indicador de sucesso que o Brasil tem a compartilhar: que aponta nos geração de 20,6 milhões de empregos formais nos últimos últimos 12 anos. “Geramos 5,28 milhões de empregos entre 2011 e 2014, o que garantiu a permanência do desemprego em patamares baixos, entre os menores da história recente do Brasil”, enfatizou.

O expressivo saldo positivo do emprego, avalia a presidenta, e a manutenção do desemprego nas taxas mais baixas dos registros do IBGE constituem diferenças marcantes do Brasil frente à maioria das economias desenvolvidas.

“Mais importante ainda é que atingimos esses resultados sem reduzir direitos dos trabalhadores brasileiros, orientação que continuaremos a perseguir. Vamos mostrar que é possível conciliar ajustes na economia, corrigindo excessos e distorções de alguns programas sociais, com a preservação de direitos trabalhistas e sociais”, garantiu.

Ela também destacou que neste mandato, o governo manterá o controle da inflação como prioridade da gestão macroeconômica. “Ainda que o IPCA tenha permanecido pelo décimo primeiro ano consecutivo dentro do limite definido, queremos resultados ainda melhores – e vamos dedicar esforços para que a inflação convirja para o centro da meta nos próximos anos, o que resultará, em médio prazo, em maior bem-estar para a população e em mais competitividade para a nossa economia”.

Para Dilma, a melhora da competitividade depende, entre outras coisas, da simplificação e da desburocratização do dia a dia das empresas e dos cidadãos. “Para avançar nesta direção, lançaremos um grande Programa de Desburocratização e Simplificação das Ações do Governo. Trata-se de agilizar e simplificar o relacionamento das pessoas e das empresas com o Estado e do Estado consigo mesmo”, ratificou.

A presidenta reafirmou ainda o que disse na cerimônia de posse, que as mudanças esperadas pelo País espera nos próximos quatro anos dependem muito da estabilidade e da credibilidade na economia e é preciso garantir a solidez nos indicadores econômicos do Brasil. Para isso, lembrou, foram tomadas medidas corretivas, ou seja, estruturais, que se mostram necessárias em quaisquer circunstâncias. Ela fez questão de destacar que, não se tratam de medidas fiscais, trata-se de aperfeiçoamento de políticas sociais para aumentar sua eficácia, eficiência e justiça.

Ela listrou as mudanças e sua correlação ao novo quadro econômico do País. Vamos adequar o seguro-desemprego, o abono-salarial, a pensão por morte e o auxílio-doença às novas condições socioeconômicas do País. Essas novas condições mostram que, nos últimos 12 anos, foram gerados 20,6 milhões de empregos formais. A base de contribuintes da Previdência Social foi ampliada em 30 milhões de beneficiários. O valor real do salário mínimo, que é a base de todo o sistema de proteção social, cresceu mais de 70%. Além disso, a expectativa de vida dos brasileiros com mais de 40 anos aumentou, passando de 73,6 para 78,5 anos, ou seja, quase cinco anos a mais de vida”.

Outro conjunto de medidas é o de natureza eminentemente fiscal, indispensáveis para a saúde financeira do Estado brasileiro e para o controle da inflação, crescimento econômico e a garantia, de forma sustentada, do emprego e da renda. “Vamos promover o reequilíbrio fiscal de forma gradual”, disse, lembrando que a primeira ação foi fixar a meta de resultado primário em 1,2% do PIB.

“Esta meta representa um grande esforço fiscal, mas um esforço que a economia pode suportar sem comprometer a recuperação do crescimento e do emprego. Preservaremos as metas de todas as nossas políticas sociais, como, por exemplo, do Bolsa Família; do Minha Casa, Minha Vida; do Mais Médicos; do Pronatec; das ações para garantir acesso ao ensino superior; do Ciência sem Fronteiras; do combate à violência contra a mulher, dentre outras, pois são elas e seus benefícios para a população a razão de ser da gestão responsável e consistente da política macroeconômica”, escreveu.

Dilma Rousseff afiançou também que o governo continuará mobilizando as políticas em favor dos mais pobres, para que sua ascensão social e econômica tenha continuidade. “Faremos da prática da busca ativa uma ação contínua para levar oportunidades aos mais pobres. Priorizaremos o acesso das crianças e jovens à educação, para romper, em definitivo, o ciclo da pobreza. Iniciativas de inclusão produtiva serão reforçadas e ampliadas pois, como afirmamos em 2011, o fim da miséria é só um começo”, conclui.

Sábado, 31 de janeiro de 2015 às 10:00

Renda real do trabalhador cresceu mais de 33% desde 2003, aponta IBGE

Com informações do IBGE

A média anual da renda da população ocupada do País, descontada a inflação, cresceu 33,1%, entre 2003 e 2014, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME)divulgada pelo IBGE. A renda média passou de R$ 1.581,31 para R$ 2.104,16 no período, o que significa acréscimo de R$ 522,85,

Apenas em 2014, a média anual do rendimento habitual real da população ocupada (R$ 2.104,16) cresceu 2,7% em relação a 2013 (R$ 2.049,35). A população ocupada compreende as pessoas que tinham trabalho na semana anterior à realização da pesquisa, ou seja, os indivíduos que tinham um patrão, os que exploravam seu próprio negócio e os que trabalhavam sem remuneração em ajuda a membros da família.

Serviços domésticos tiveram maior aumento
Entre 2003 e 2014, o rendimento habitual real nos serviços domésticos teve o maior aumento (69,9%) entre os grupamentos de atividade pesquisados pela PME. Em dezembro do ano passado, o rendimento médio habitual dos ocupados era R$ 2.122.10.

No mês, houve recuo de 1,8% em relação a novembro (R$ 2.161,93) e alta de 1,6% contra dezembro de 2013 (R$ 2.089,57).

A média anual da massa de rendimento real mensal habitual em 2014 (R$ 49,3 bilhões) cresceu 3,0% em relação a 2013 e 66,0% na comparação com 2003.

Considerando apenas a taxa mensal, em dezembro de 2014, a massa de rendimento real habitual (R$ 50.015 milhões) caiu 2,4% em relação a novembro (R$ 51.243 milhões) e subiu 1,4% em relação a dezembro de 2013 (R$ 49.307 milhões).

Já a massa de rendimento efetivo (R$ 55.180 milhões) cresceu 7,2% em relação a outubro (R$ 51.467 milhões) e cresceu 5,5% contra novembro de 2013 (R$ 52.297 milhões).

Quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 às 21:00

Número de trabalhadores com carteira assinada cresce 59,6% no Brasil em 12 anos, diz IBGE

Com informações do IBGE

O percentual médio de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado em relação à população ocupada passou de 50,3% (11,6 milhões) em 2013, para 50,8% (11,7 milhões) em 2014. Em 2003 essa proporção era de 39,7% (7,3 milhões).

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Em 12 anos esse contingente cresceu 59,6% (ou mais 4,4 milhões), de acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada nesta quinta-feira (29), pelo IBGE. Em dezembro de 2014, havia 11,807 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, apresentando estabilidade no mês e no ano.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 às 17:02

Com taxa anual de 4,8%, desemprego atinge menor nível da história em 2014

Com informações do IBGE

A taxa média do desemprego brasileiro atingiu o menor nível da série histórica, medida desde 2002 por meio da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Os dados divulgados nesta quinta-feira (29) apontam que, no mês de dezembro, o desemprego caiu a 4,3%, mantendo a mínima histórica para o mês e ficando 0,5 ponto percentual abaixo da taxa registrada em novembro, que foi de 4,8%. Com isso, a taxa média de desemprego do ano passado ficou em 4,8%, abaixo dos 5,4% de 2013. Em relação a 2003 (12,4%), a redução chegou a 7,5 pontos percentuais.

Desempreego blog

A maior queda no desemprego em 2014 foi registrada na região metropolitana do Rio de Janeiro, de -23,4%. Seguida de São Paulo (-16,5%) e Belo Horizonte (-12,5%). Nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE, os salários médios das pessoas ocupadas subiu 2,7% em relação a 2013 e chegou a R$ 2.104,16.

Na comparação com 2003, o aumento foi de 33,1%. Em dezembro de 2014, o rendimento médio era de R$ 2.122.10, ou seja, 1,8% abaixo do pago em novembro, 1,6% acima do de dezembro de 2013.

A média anual da massa de rendimento real mensal habitual em 2014 (R$ 49,3 bilhões) cresceu 3,0% em relação a 2013 e 66,0% contra 2003.

População desocupada e ocupada
Em 2014, a média anual da população desocupada foi estimada em e 1,176 milhão de pessoas desocupadas, contingente 54,9% menor que o de 2003 (2,608 milhões) e 10,8% abaixo da média de 2013 (1,318 milhão).

Em dezembro de 2014, a população desocupada nas seis regiões pesquisadas (1,051 milhão) recuou 11,8% em relação a novembro (1,192 milhão) e 0,9% contra dezembro de 2013 (1,061 milhão).

A média anual da população ocupada nas seis regiões pesquisadas em 2014 foi estimada em 23,087 milhões de pessoas, recuando 0,1% em relação a 2013, quando este contingente era de 23,116 milhões. Em dezembro de 2014, a população ocupada nas seis regiões pesquisadas chegou a 23,224 milhões, recuando 0,7% em relação a novembro e ficando estatisticamente estável (0,5%) frente a dezembro de 2013.

A pesquisa mostra que, no ano passado, a indústria tinha 69,7% dos trabalhadores com carteira assinada, 8,1% sem carteira, 16,7% trabalhando por conta própria e 4,1% como empregador. Em 2003, o emprego com carteira era da de 60,7% na indústria. A PME é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 às 10:43

Índice de Atividade Econômica aponta expansão de 0,04% em novembro

Com informações do Banco Central

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) referente ao mês de novembro de 2014 apresentou leve alta de 0,04% em novembro, após registrar queda de 0,12% em outubro, segundo dados revisados, divulgados nesta quinta-feira (15), pelo Banco Central.

A alta do IBC-Br de novembro veio acima do previsto pelo mercado. Foto: divulgação BCB

A alta do IBC-Br de novembro veio acima do previsto pelo mercado. Foto: divulgação BCB

O IBC-Br é um indicador que antecipa tendências na produção de três setores considerados importantes para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB): agropecuária, a indústria e o setor de serviços, mais os impostos sobre esses produtos. Por isso, é considerado como uma “prévia do PIB”, embora muitas vezes os dois índices acabem não sendo coincidentes, pela interferência de outros fatores mais abrangentes.

A alta do IBC-Br de novembro veio acima do previsto pelo mercado, cujas apostas giravam em torno de uma queda de até 0,20 % para este indicador. No acumulado do ano até novembro, o IBC-Br apresenta leve retração, de 0,12%.

O PIB representa a soma de todos os bens e riquezas produzidos no País em determinado período e a pesquisa deste índice é feita pelo IBGE.

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