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Sexta-feira, 22 de agosto de 2014 às 11:01

Taxa de desemprego em julho é a menor para o mês desde 2003

Estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em quatro regiões metropolitanas mostra que taxa de desemprego ficou estável de junho para julho de 2014. Em Belo Horizonte, a variação foi de 3,9% para 4,1%, enquanto no Rio de Janeiro, de 3,2% para 3,6%. Em Recife, a taxa passou de 6,2% para 6,6% e, em São Paulo, houve queda de 5,1% para 4,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME).

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Em comparação com julho do ano passado, todas as regiões apresentam queda na taxa de desemprego. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo tiveram a menor taxa para o mês de julho na série histórica [que começou em março de 2002]. Em 2013, BH o índice era de 4,3%, agora é de 4,1. No Rio de Janeiro, a taxa foi de 4,7% para 3,6%. São Paulo registrou uma queda de 5,8% para 4,9%. Recife foi a única exceção, porque o menor julho para essa região ocorreu em 2011. Mesmo assim, houve uma redução na capital pernambucana de 7,6% para 6,6%.

Já o rendimento médio real do trabalhador cresceu na passagem de junho para julho deste ano, em três das quatro regiões metropolitanas do País pesquisadas pelo IBGE.

A maior alta foi observada em Recife. O rendimento médio real habitual subiu em 1,2% no mês e 5,0% no ano, chegando a R$ 1.513,10. No Rio de Janeiro, o rendimento ficou em R$ 2.285,60, com altas no mês (0,7%) e no ano (8,9%). Em Belo Horizonte, houve leve alta de 0,2% e o valor chegou a R$ 1.898,70. Apenas em São Paulo houve queda do rendimento médio real mensal, de – 0,5%. O valor passou de R$ 2.112,83 em junho para R$ 2.102,70 em julho.

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 11:27

Prévia da inflação oficial despenca de 0,47% em maio para 0,17% em julho

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) caiu de 0,47% em maio para 0,17% em julho, informou nesta terça-feira (22) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda foi puxada principalmente pelos preços dos transportes e alimentos, que ficaram mais baratos, e foi maior que a esperada pelo mercado. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) é considerado como uma prévia da inflação oficial do País.

O grupo Transportes (de 0,50% em junho para -0,85% em julho) foi o principal responsável pelo recuo do índice, detendo menos 0,16 ponto percentual de impacto no IPCA-15 do mês. Alimentação e Bebidas (de 0,21% para -0,03% em julho) também impactou para baixo, com -0,01 ponto.

Nos alimentos, muitos produtos ficaram mais baratos de um mês para o outro, especialmente: batata-inglesa (-13,23%), tomate (-11,63%), feijão-fradinho (-8,04%), cenoura (-7,67%), feijão-carioca (-7,44%), cebola (-6,36%), hortaliças (-5,33%), feijão-preto (-5,32%) e farinha de mandioca (-4,60%).

Dos demais grupos, apenas Habitação (de 0,29% em junho para 0,48% em julho) e (de 1,09% para 1,74%) deixaram de mostrar redução.

A alta de 28,63% nas diárias de hotéis, líderes no ranking dos principais impactos, com 0,13 ponto percentual, levou as Despesas Pessoais (1,74%) ao mais elevado resultado de grupo.

A região metropolitana de Fortaleza se destacou pelo aumento de 57,95% nos valores das diárias, seguida de Brasília, onde os preços subiram 45,74%.

Ano
O recuo da inflação, apontado por diversos indicadores, mostra que as medidas econômicas adotadas pelo governo, como o aumento da taxa de juros básica Selic, foram eficazes na redução do avanço do custo de vida.

No entanto, as taxas acumuladas de 2013 ainda refletem as altas acentuadas dos preços dos alimentos, ocorridas no início do ano, principalmente por causa da seca. Nessa linha de comparação, os 12 meses encerrados em julho, o IPCA-15 aumentou 6,51%, acima da taxa registrada nos 12 meses imediatamente anteriores, de 6,41%.

Essa alta também se verifica na comparação com julho de 2013, quando o IPCA-15 avançou apenas 0,07%.

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE.

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 14:00

Custo da construção civil desacelera de 1,06% em maio para 0,59% em junho

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) desacelerou para 0,59% em junho, contra uma alta de 1,06% em maio, informou na terça-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizador da pesquisa juntamente com a Caixa Econômica Federal. Em junho de 2013 o índice foi de 7,80%.

A queda de 0,47 ponto percentual no indicador foi puxada pela desaceleração no custo nacional da construção por metro quadrado, que ficou em R$ 891,73 em junho – R$ 489,58 relativos a materiais e R$ 402, 15 a mão de obra. Em maio, esse custo foi de R$ 886, 51.

Com isso, o indicador acumula alta de 3,68% no primeiro semestre de 2014, contra avanço de 4,10% em igual período do ano passado. Em 12 meses encerrados em junho, a alta acumulada é de 0,11%.

Sem considerar a desoneração da folha de pagamento, acumulado no ano se situa em 3,71% e o dos últimos doze meses, em 7,05%. A aplicação da desoneração da folha de pagamento de empresas da construção civil teve efeitos vigentes de primeiro de abril a 3 de junho de 2013, retornando em 19 de julho de 2013, de acordo com a lei 12.844. Também não levando em conta a desoneração, o custo nacional da construção por metro quadrado fechou junho em R$ 953,56, sendo R$ 489,79 relativos aos materiais e R$ 463,77 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,36%, subindo 0,29 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,07%), e a mão de obra registrou variação de 0,87%, caindo 1,43 pontos percentuais em relação a maio (2,30%). Nos seis primeiros meses do ano os acumulados são 3,27% (materiais) e 4,18% (mão de obra), enquanto em 12 meses ficaram em 6,22% (materiais) e -6,45% (mão de obra).

Da mesma forma, estes resultados levam em conta a desoneração da folha de pagamento. Não considerando a desoneração da folha de pagamento os acumulados em doze meses foram: 6,27% (materiais) e 7,89% (mão de obra).

Região Sul tem maior variação em junho
Com variação de 2,99% (Santa Catarina), a Região Sul, com taxa de 0,92%, foi a região com maior variação mensal em junho. Os demais resultados foram: 0,36% (Norte), 0,23% (Nordeste), 0,75% (Sudeste) e 0,83% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 894,95 (Norte); R$ 831,63 (Nordeste), R$ 940,03 (Sudeste); R$ 896,00 (Sul) e R$ 888,88 (Centro-Oeste).

Espírito Santo registra a maior alta
Quatro estados apresentaram aumentos significativos decorrentes da pressão exercida por reajuste salarial do acordo coletivo, sendo a maior variação mensal, a do Espírito Santo, com: 3,82%. Os demais estados foram: Mato Grosso do Sul (3,59%), Tocantins (3,23%), e Santa Catarina (2,99%).

Sinapi
Todos estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de parceria com a Caixa, a partir do Sinapi. Criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.

Fonte: Portal Brasil com informações do IBGE.

Terça-feira, 8 de julho de 2014 às 12:05

Inflação oficial confirma tendência de queda e fica em 0,40% em junho, diz IBGE

IPCA

A inflação oficial brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apresentou desaceleração em junho, com taxa de 040% contra 0,46% em maio. A queda é a terceira seguida e foi puxada novamente pela baixa nos preços dos alimentos e bebidas, que despencou de 0,58% em maio para – 0,11% em junho, menor resultado desde julho de 2013, quando desacelerou a – 0,33%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com essa terceira queda seguida, o indicador confirma a tendência de baixa prevista na semana passada, pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. De acordo com ele, mesmo com as oscilações maiores verificadas no início desde ano, a inflação está sob controle e encerrará 2014 respeitando os limites estabelecidos no âmbito do regime de metas.

Como reflexo do avanço nos primeiros meses de 2014, a inflação acumulou alta de 3,75% no primeiro semestre e avanço de 6,52% em 12 meses, superando assim, momentaneamente, o teto do intervalo da meta de inflação a ser perseguida pelo Banco Central (BC), que é de 6,5%. A alta se deveu, em parte, ao choque de preços dos alimentos no início do ano, concentrado em março, e também ao atual realinhamento de preços relativos.

Agora, no entanto, avaliou Tombini, “a inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses”, principalmente porque o choque no preço dos alimentos, causado pela seca no início do ano, está se dissipando e a queda começa a chegar ao consumidor.

A pesquisa do IPCA de junho, por exemplo, aponta que os alimentos consumidos em casa chegaram a apresentar queda de 0,60%, ao passo que em maio tiveram alta de 0,41%. De acordo com o IBGE, parte dos produtos passou a custar menos e parte teve variação reduzida, destacando-se a batata-inglesa (-11,46%) e o tomate (-9,58%) que apresentaram os mais fortes impactos para baixo, com -0,03 ponto percentual cada.

Desaceleração foi ampla e incluiu habitação
Ainda segundo o IBGE, não foi apenas o grupo Alimentação e Bebidas que reduziu de um mês para o outro. Excetuando-se apenas os Transportes e Despesas Pessoais, todos os demais grupos apresentaram resultados mais baixos em junho.

Nas despesas com Habitação houve redução de 0,61% em maio para 0,55% em junho, mesmo com expressivas altas na taxa de água e esgoto (0,95%), aluguel residencial (0,84%) e artigos de limpeza(0,92%). Isso porque a energia elétrica passou de 3,71% em maio para 0,13% em junho, tendo em vista as quedas de 3,76% no Rio de Janeiro, 1,07% em Belo Horizonte e 1,35% em Brasília.

Altas
Por outro lado, com a Copa do Mundo no Brasil, as diárias dos hotéis aumentaram 25,33% e levaram o grupo das Despesas Pessoais a 1,57% em junho (0,80% em maio), configurando tanto a maior variação quanto o principal impacto de grupo (0,17 ponto percentual). Da mesma forma, com a Copa, as tarifas aéreas ficaram, em média, 21,95% mais caras e, com isso, o grupo dos Transportes foi para 0,37%, após ter registrado queda de 0,45% em maio, mesmo com o litro do etanol e da gasolina mais baratos em 3,42% e 0,72%, respectivamente.

Assim, diárias de hotéis, com 0,11 ponto percentual, aliadas às tarifas aéreas, com 0,09 ponto, lideraram o ranking dos principais impactos. Juntas, se apropriaram de 0,20 ponto percentual e foram responsáveis pela metade do IPCA do mês.

Dentre os índices regionais, o maior foi o de Recife (0,71%), onde as diárias dos hotéis, com alta de 32,69% e peso de 0,94%, exerceram impacto de 0,31 ponto percentual no resultado. O menor índice foi o de Belém (0,21%), em virtude da queda de 0,56% nos alimentos consumidos em casa.

Fonte: Portal Brasil

Segunda-feira, 9 de junho de 2014 às 20:01

Ações afirmativas conquistam espaço de aceitação na sociedade

A Lei que reserva 20% aos negros das vagas nos concursos públicos federais foi sancionada nesta segunda-feira (9) pela presidenta Dilma. Ao Blog do Planalto, a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, falou sobre a importância da aprovação da nova regra e rebateu as principais críticas ao projeto aprovado.

“A lei das cotas nos concursos públicos tem uma importância fundamental. Em primeiro lugar ela busca atacar uma questão de há muito diagnosticada no Brasil, de que as pessoas negras que concluem um curso de nível superior são na verdade as mais discriminadas no mercado de trabalho em matéria de rendimento. Isso quer dizer que, quanto maior a escolaridade da pessoa negra, maior é o diferencial de rendimento dessa pessoa em relação aos trabalhadores brancos.”

Para a ministra, ações afirmativas têm conquistado espaço de aceitação na sociedade brasileira, especialmente depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou constitucional a medida nas universidades. Entretanto, ainda há resíduos de setores contrários à iniciativa.

“O principal alvo desses setores, no que se refere à lei de cotas nos concursos públicos federais, diz respeito à questão da autodeclaração da cor. Nesse tipo de argumento, o que nós percebemos na realidade é uma tentativa de tumultuar o processo de aplicação da lei, que vai ter uma aplicação imediata, porque, afinal de contas, no Brasil o critério sempre foi o critério da autodeclaração de cor. As pessoas fazem isso nos levantamentos e nas pesquisas do IBGE. Nunca ninguém questionou os resultados obtidos pelo IBGE. Portanto, não há razão para questionar o uso desse critério também quando se trata em cota em serviço público.”

Clédisson Geraldo dos Santos Júnior, da organização EnegreSer, acredita que a sanção da lei será um incentivo para continuar lutando pela promoção da igualdade.

“Somos 52% da população brasileira, então é importante que possamos nos representar nesses espaços com tamanho, intensidade e estatura”.

Maria Júlia Nogueira, secretária de Combate ao Racismo da CUT (Central Única dos Trabalhadores) comenta que de 2013 para cá, passos significativos foram dados para a população negra como a criação da Seppir, implementação do Estatuto da Igualdade Racial e cotas nas universidades públicas.

“São ações efetivas que vem na contramão de uma política racista que era implementada pelo estado brasileiro”, disse.

Sexta-feira, 6 de junho de 2014 às 18:12

Inflação oficial desacelera e fecha maio em 0,46%

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (6) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês de maio: 0,46%. O número representa uma queda de 0,21 ponto percentual em relação a abril deste ano.

O grupo “Transportes” teve queda de preços, com influência de -0,45% no IPCA, principalmente nas tarifas aéreas, com diminuição de 21,11% no valor ao consumidor. Outro grupo importante, “Alimentação”, teve a inflação desacelerada, passando de 1,19% em abril para 0,58% em maio.

Em maio, ao comentar a queda nos preços medida pelo IPCA-15, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que “a inflação está caindo firmemente e vai continuar caindo nos próximos meses. A alimentação já arrefeceu, vários preços caíram e, portanto, nós estamos no caminho certo”.

Terça-feira, 3 de junho de 2014 às 16:00

Desemprego no 1º trimestre recua de 8% para 7,1% em relação a 2013

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada nesta terça-feira (3), aponta queda do desemprego nos três primeiros meses em 2014, na comparação com o mesmo período do ano passado. A taxa de 8% em 2013 caiu para 7,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número da população desocupada é de 7 milhões de pessoas, contra 7,8 milhões em 2013.

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, afirmou que os dados da PNAD indicam que o mercado de trabalho brasileiro está aquecido e robusto.

“Tanto a PNAD Contínua divulgada hoje quanto a Pesquisa Mensal de Emprego demonstram que a taxa de desemprego no país continua caindo muito fortemente. A taxa de desemprego caiu 11% no nosso país entre o 1º trimestre de 2013 e o 1º trimestre de 2014. Nesse período, desde 2011, quando a presidenta Dilma tomou posse, foram criados 4,960 milhões de empregos no nosso país”, ressaltou a ministra.

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Miriam analisou que o mercado se fortalece, pois os empregos gerados estão formalizando melhor as relações de trabalho. De acordo com o IBGE, 77,7% dos empregados no setor privado possuem carteira de trabalho assinada, representando aumento frente aos dados do ano anterior de 1,6%. Para a ministra, significa que as pessoas têm mais acesso a direitos trabalhistas, tais como aposentadoria, seguro desemprego e auxílio doença.

“Além da formalização, tem um outro fator muito importante que caracteriza o mercado de trabalho do Brasil nos últimos 11 anos, que é a questão do aumento da renda dos trabalhadores. Só no último ano, o aumento real, ou seja, já descontada a inflação no salário dos trabalhadores foi de mais do que 3%. Com isso, acredito que a gente tá informando qual é a situação real que o brasileiro vive hoje de ter emprego com melhores salários e com mais direitos”, constatou.

A PNAD Contínua utiliza os novos conceitos recomendados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Outras informações sobre a pesquisa podem ser encontradas no site do IBGE.

Quarta-feira, 27 de julho de 2011 às 17:33

Unidades de saúde deverão notificar compulsoriamente casos de agressão a idosos

Os estabelecimentos de saúde públicos e privados que prestarem atendimento a idosos vítimas de violência ou maus tratos deverão notificar compulsoriamente, às autoridades competentes, os casos de agressão. Lei sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada nesta quarta-feira (27/7) no Diário Oficial da União altera texto do Estatuto do Idoso e visa ampliar a proteção à população com mais de 60 anos.

Para os efeitos da lei, que entra em vigor em 90 dias, considera-se violência contra o idoso “qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico”.

Além de tipificar a violência, a nova lei obriga também os estabelecimentos e gestores de saúde a notificarem, não somente os profissionais. Para a ministra Maria do Rosário, trata-se de um avanço para o setor.

“Essa lei significa um avanço na proteção dos idosos. A tipificação da violência contra as pessoas idosas vai facilitar as notificações, o que nos ajudará a planejar e implementar políticas públicas para este segmento da população, que cresce rapidamente em nosso país. Estimativas do IBGE para os próximos 30 anos indicam que a população idosa vai ultrapassar 50 milhões de pessoas, alcançando cerca de 28% da população”, avalia.

A ministra comenta ainda que a nova lei chega em momento oportuno. “A medida, inclusive, vem em boa hora, visto que no final do ano realizaremos a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, ocasião em que representantes da sociedade civil e de governos municipais, estaduais e federal se reunirão para traçar, em conjunto, as principais diretrizes para as pessoas idosas”, afirma Maria do Rosário.

Dados do Disque Direitos Humanos (Disque 100), coordenado pela SDH/PR, registram um total de 3.049 denúncias de violências contra idosos em todo o país, entre janeiro e junho deste ano. O estado com maior número de denúncias é o Rio de Janeiro (429), seguido por São Paulo (395) e Bahia (310). Os estados com menor número de denúncias são Roraima (1), Amapá (3) e Acre (6).

Qualquer cidadão pode acionar o Disque Direitos Humanos, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana. Basta discar o número 100 de qualquer telefone, fixo ou celular. O anonimato é garantido e todas as denúncias são encaminhadas para as autoridades locais competentes.

Censo 2010 – Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil é um país que caminha rapidamente para o envelhecimento populacional. Em 2010, a população com 65 anos ou mais representava 7,4% do total de brasileiros, que ultrapassa os 190 milhões de habitantes. Em 1991, essa taxa era 4,8%; passando a 5,9% em 2000.

Outra pesquisa publicada pelo IBGE em setembro de 2010 – a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), que analisa as condições de vida no país com base em diversos estudos – mostra que a expectativa de vida no país aumentou cerca de três anos entre 1999 e 2009. Assim, segundo o Instituto, o brasileiro vive, em média, 73,1 anos. No período avaliado, a expectativa de vida feminina passou de 73,9 anos para 77 anos. Entre os homens, a elevação foi de 66,3 anos para 69,4 anos.

Quarta-feira, 22 de junho de 2011 às 10:43

IBGE: taxa de desemprego é a menor para maio dos últimos nove anos

A taxa de desemprego foi a menor registrada para o mês de maio em nove anos, afirmou nesta quarta-feira (22/6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que analisa seis regiões metropolitanas. A taxa – estimada em 6,4% – representa o mesmo índice de abril deste ano e, comparando-se à maio de 2010 (7,5%), recuou 1,1 ponto percentual.

A população desocupada (1,5 milhão de pessoas) não apresentou variação em relação ao mês anterior e, frente a maio do ano passado, apresentou queda de 13,7%, ou seja, menos 242 mil pessoas a procura de trabalho. A população ocupada (22,4 milhões) apresentou estabilidade em comparação com abril e, no confronto com maio de 2010, ocorreu elevação de 2,5% nessa estimativa, representando um adicional de 552 mil trabalhadores. O número de brasileiros com carteira assinada no setor privado (10,8 milhões) não apresentou variação significativa frente a abril. Na comparação anual, houve uma elevação de 6,7%, representando um adicional de 676 mil postos de trabalho com carteira assinada.

O rendimento real habitual dos ocupados, cuja média é de R$ 1.566,70, representa o valor mais alto para o mês de maio desde 2002 e apresentou alta de 1,1% na comparação mensal e de 4% frente a maio do ano passado. A massa de rendimento real habitual (R$ 35,5 bilhões) ficou 1,6% acima da registrada em abril e cresceu 6,6% em relação a maio do ano passado. Já a massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 35,3 bilhões) estimada em abril de 2011 subiu 1,5% no mês e 6,9% no ano.

Regionalmente, na comparação mensal, a taxa de desocupação registrou variação significativa em duas regiões metropolitanas na comparação com abril de 2011: Belo Horizonte (de 5,3% para 4,7%) e Rio de Janeiro (de 4,8% para 5,4%). Frente a maio de 2010, foram registradas quedas em Recife (2,9 pontos percentuais), Salvador (1,5 ponto percentual), Belo Horizonte (1,1 ponto percentual), Rio de Janeiro (0,9 ponto percentual) e São Paulo (1,1 ponto percentual). Em Porto Alegre ocorreu estabilidade.

Na análise mensal, o contingente de desocupados variou em Belo Horizonte (queda de 11,3%) e no Rio de Janeiro (alta de 13,0%). Frente a maio de 2010, apresentou recuo em Recife (29,3%), Salvador (15,1%), Belo Horizonte (17,4%), Rio de Janeiro (13,4%) e São Paulo (12,1%). Em Porto Alegre ocorreu estabilidade.

Quinta-feira, 2 de junho de 2011 às 12:30

Lançado Plano de Superação da Extrema Pobreza – Brasil Sem Miséria

residenta Dilma Rousseff cumprimenta a presidenta da Cooperativa de Costureiras de Osasco-SP, Marise Alves Prazeres, durante cerimônia de lançamento do Plano de Superação da Extrema Pobreza - Brasil sem Miséria. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Brasil Sem Miséria A presidenta Dilma Rousseff participou, nesta quinta-feira (2/6), no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em Brasília (DF), da cerimônia de lançamento do Plano de Superação da Extrema Pobreza – Brasil sem Miséria. Com o envolvimento direto de oito ministérios, o projeto é uma das bandeiras da presidenta Dilma que tem por foco retirar cerca de 16,2 milhões de brasileiro da extrema pobreza.

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, que foi recebido mais cedo pela presidenta Dilma, também acompanhou a cerimônia. Foram convidadas cerca de 900 pessoas.

Com base em pesquisa do Ibge, o governo concluiu o universo de cidadãos com renda mensal de até R$ 70, público alvo do plano. Após a cerimônia, está prevista entrevista coletiva da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome,Tereza Campello. Acompanhe pelo Blog do Planalto ao vivo a cerimônia que é transmitida pela TV NBR.

A partir deste instante, os internautas podem acompanhar também as informações do Plano no site do BrasilSemMiséria.

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