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Sexta-feira, 6 de março de 2015 às 7:28

Minha Casa Minha Vida leva moradia a quase seis mil pessoas em Araguari (MG)

A presidenta Dilma Rousseff estará no município de Araguari (MG) nesta sexta-feira (6) para entregar 1.472 novas moradias do Residencial Bela Suíça II, construídas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A expectativa é beneficiar mais de 5.800 pessoas.

As casas possuem área privativa de 44,77 m², dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e piso cerâmico em todos os ambientes. Foto: Adriana Machado - Gabinete Digital/PR

As casas possuem área privativa de 44,77 m², dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e piso cerâmico em todos os ambientes. Foto: Adriana Machado – Gabinete Digital/PR

Segundo o superintendente regional da Caixa Econômica Federal no Triângulo Mineiro, Clayton Rosa Carneiro, a entrega das unidades habitacionais compõe um esforço do governo em garantir moradia a todas as faixas de renda do município. “Esse empreendimento está inserido em uma expansão urbana de Araguari, onde temos uma heterogeneização de famílias e de faixas de renda. As pessoas que estão se mudando para cá vão ter à disposição uma infraestrutura de transporte, saúde, educação e lazer”, explica.

O empreendimento Residencial Bela Suíça II é formado por 710 casas, e contou com investimento de R$ 42,6 milhões. O Residencial Bela Suíça III tem 762 unidades e contou com R$ 45,7 milhões em recursos. Os empreendimentos são compostos por casas com área privativa de 44,77 m², dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e piso cerâmico em todos os ambientes.

De acordo com dados do Ministério das Cidades, o MCMV já contratou no estado de Minas Gerais 376.295 unidades habitacionais e entregou 245.418 moradias, totalizando um investimento de R$ 25,8 bilhões. Em Araguari, foram investidos R$ 409,4 milhões para a contratação de 6.476 unidades.  No País, o programa contratou mais de 3,7 milhões de moradias e entregou 2.025.829, com investimento de R$244,2 bilhões.

Sonho realizado
Uma das unidades vai ser ocupada pela dona de casa Luciana Vieira da Silva, de 36 anos. Solteira, mãe de dois filhos, um deles com síndrome de Down, Luciana vive com um salário mínimo e até então morava de favor na casa de uma tia. “Ter uma criança com Down requer uma dedicação muito grande e eu precisei parar de trabalhar para cuidar dele. A gente recebe um salário mínimo por causa dele e essa é minha única renda”, conta.

Luciana se inscreveu no programa de moradia da prefeitura de Araguari em outubro do ano passado e em pouco tempo soube que havia sido selecionada. “Não acreditei quando me contaram. Chorei muito, parecia que tinha ganhado na loteria. Para mim, ter uma casa significa dignidade para mim e para os meus filhos. Sempre tive esse sonho mas não tinha como realizar. Agora posso dizer que tenho uma casa que é minha e dos meus filhos. Estou muito, muito feliz”, afirma.

Segunda-feira, 12 de janeiro de 2015 às 13:51

Investimentos no Minha Casa, Minha Vida estão mantidos, afirma Kassab

O novo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, garantiu, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, que os investimentos em obras do Minha Casa, Minha Vida estão mantidos para 2015. Kassab fez essa afirmação após reunião com a presidenta Dilma na manhã desta segunda-feira (12), no Palácio do Planalto.

"O Minha Casa Minha Vida é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo", disse o ministro das Cidades. Foto: RafaB - Gabinete Digital/PR

“O Minha Casa Minha Vida é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo”, disse o ministro das Cidades. Foto: RafaB – Gabinete Digital/PR

“O programa Minha Casa Minha Vida não sofrerá cortes, é um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo. Isso já é uma definição da presidenta Dilma”, afirmou.

O ministro também destacou que o governo federal permanece comprometido a socorrer o estado de São Paulo para solucionar a crise de abastecimento de água que atinge o estado.

Além disso, Kassab ressaltou os investimentos previstos para a capital paulista em obras de mobilidade urbana – como metrô e corredores de ônibus – e nas áreas de saneamento e canalização, que aumentarão a segurança da população paulistana, inclusive em áreas densamente povoadas.

Sexta-feira, 9 de janeiro de 2015 às 10:00

Investimentos do FGTS em unidades do Minha Casa, Minha Vida chegam a R$ 106 bilhões

Da Agência Caixa de Notícias

O FGTS foi responsável por financiamentos de mais de R$ 106 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) desde 2009. Esse montante viabilizou a construção de 1,5 milhão de unidades em todo o Brasil desde o início do programa habitacional. Os subsídios chegaram a R$ 28,2 bilhões até novembro de 2014, de acordo com o Conselho Curador do FGTS.

Os subsídios às moradias do programa já atingiram a marca de R$ 28,2 bilhões. Residencial Canário, Complexo do Alemão (RJ). Foto: Wendel Pires/ACN

Os subsídios às moradias do programa já atingiram a marca de R$ 28,2 bilhões. Residencial Canário, Complexo do Alemão (RJ). Foto: Wendel Pires/ACN

O FGTS atua em todas as três faixas do Minha Casa, Minha Vida, que atendem às famílias com renda mensal entre R$ 1.600 e R$ 5 mil. Pelas regras do programa, quanto menor a renda, maior o subsídio. O Fundo participa com 82,5% e o governo federal com 17,5% do valor total nas operações subsidiadas.

O secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Quênio Cerqueira de França, disse que os mais de R$ 106 bilhões usados em habitação popular pelo FGTS refletem o papel social do Fundo no apoio ao trabalhador, à sua família e à sociedade.

“O FGTS já inovou, desde 2001, com a política de subsídios. Ao participar ativamente do Minha Casa Minha Vida, fez novo marco histórico porque houve a leitura de que para atingir as camadas da população que mais necessitam de casa própria, seria necessário esse apoio do FGTS. É um fundo privado, com dinheiro do trabalhador, ajudando a sociedade e toda a população”, afirmou França.

O FGTS subsidia financiamentos para aquisição de imóveis desde 1998. Até hoje, o montante subsidiado pelo Fundo já alcançou R$ 42,9 bilhões, sendo R$ 28,2 bilhões somente no Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com o Ministério das Cidades, o programa fecha o ano de 2014 com 3,7 milhões de unidades contratadas e mais de 1,8 milhão entregues em todas as regiões do país.

Quinta-feira, 6 de novembro de 2014 às 13:40

Minha Casa, Minha Vida contribuiu para reduzir déficit habitacional no Brasil

Estudo preparado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido de entidades da construção civil, identificou que, em cinco anos de operação, o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foi responsável por resultados importantes para a economia brasileira. O estudo “Políticas Permanentes de Habitação” foi elaborado pela professora Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção da FGV. Segundo ela, o programa contribuiu para reduzir o déficit habitacional.

“O déficit habitacional no Brasil, em sua composição, é quase totalmente de famílias de baixa renda. Hoje, 73% das famílias que estão no déficit têm até três salários mínimos”, afirma a pesquisadora. Segundo ela, as pessoas de baixa renda têm mais dificuldade de se inserir nas condições exigidas pelos agentes financeiros. “Os programas habitacionais, ao fornecer subsídios e condições de financiamento subsidiadas, permitem inserir essa população e ajudam a reduzir o déficit habitacional”, disse Ana Maria Castelo.

Maria de Fátima Araujo da Silva é uma destas beneficiárias, no Paranoá (DF). Morava de aluguel desde que chegou a Brasília, em 1974, e desde então esperava pelo sonho da casa própria. Contemplada pelo Minha Casa, Minha Vida, ela pagará apenas R$ 80 por mês pela moradia nova, contra os R$ 390 que desembolsava de aluguel antes. “Com esse dinheiro [que sobra], de repente, dá pra eu ir montando as coisas aos pouquinhos,” avalia. Maria de Fátima aproveita para pontuar a surpresa de receber a unidade pronta para morar. “Eu achei ia receber ela (sic) no ‘osso’, assim sem azulejo, sem piso, sem nada. Recebi ela (sic) pronta pra morar”, contou.

Demanda por habitação
Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostram que o déficit habitacional está em queda nos últimos anos: uma redução de 8,04% no período entre 2009 e 2012. A modalidade coabitação, quando familiares compartilham a mesma residência, caiu em 24,12%. Já no caso das habitações precárias, aquelas em áreas de risco e sem acesso a serviços, a redução no déficit foi de 18,99%. No caso do déficit causado pelo adensamento, ocupação do solo sem o planejamento, o déficit caiu em 5,45%.

Atualmente o déficit está em cinco milhões de moradias. A pesquisadora estimou que a demanda por habitação de baixa renda deva alcançar 20 milhões de unidades em 2024.

Para atender essa demanda, será necessário, segundo ela, construir 11,2 milhões de habitações sociais, a um custo total de R$ 760 bilhões. Até 29 de julho, foram contratadas, de acordo com a Caixa Econômica Federal, 3.553.314 unidades habitacionais por meio do Minha Casa, Minha Vida. Foram investidos, nestas moradias, mais de R$ 223 bilhões. Deste total, foram concluídas 2.040.706 habitações (R$ 136,87 bilhões), 797.666 (R$ 44,98 bilhões) estavam em produção e 692.942 (R$ 39,25 bilhões) estavam na fase inicial, com obra executada em até 25%.

Política de estado
Para a melhor continuidade dos programas de habitação de interesse social, a professora Ana Maria Castelo defende a tese de que programas como o Minha Casa, Minha Vida sejam transformados em políticas de estado. “É preciso que haja uma política continuada”, afirmou.

Para a professora, o MCMV precisa superar questões como o valor do preço dos terrenos, sobretudo nos grandes centros, a destinação de áreas para moradia de interesse social, a qualificação de mão de obra do mercado do setor e a melhoria da produtividade nas construtoras.

A economista acredita que a modalidade de arrendamento ou aluguel social, “sem tradição no Brasil”, poderia ser alternativa às ações de redução do déficit habitacional. “A gente não vai conseguir resolver toda questão da necessidade de habitação simplesmente produzindo moradias novas”, afirmou.

Fonte: com informações da Agência Caixa de Notícias.

Quinta-feira, 2 de outubro de 2014 às 11:04

Prédio no centro de São Paulo será transformado em moradia popular

Reforma do edifício Ipiranga, abandonado há quatro anos, beneficiará 120 famílias. Foto: divulgação PAC.

Reforma do edifício Ipiranga, abandonado há quatro anos, beneficiará 120 famílias. Foto: divulgação PAC.

O programa de habitação popular do governo federal financia, pela primeira vez, a reforma de um prédio vazio para transformá-lo em habitação popular. Localizado no centro de São Paulo, o edifício Ipiranga, abandonado há quatro anos, será moradia para 120 famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil. O contrato foi assinado nessa sexta-feira (26), entre a Caixa Econômica Federal e a Unificação das Lutas de Cortiço (ULC).

O edifício possui 21 andares e 7,1 mil metros quadrados de área construída. Serão até seis unidades habitacionais em cada piso, cada uma medindo entre 25 e 63 metros quadrados. A reforma está prevista para terminar em 18 meses e terá investimento de R$ 11,6 milhões, sendo R$ 9,2 milhões pelo governo federal e R$ 2,4 milhões pelo governo estadual.

Na categoria de financiamento contratada, a ULC será responsável pela contratação e fiscalização da empreiteira que fará a obra. As famílias que assumirem o financiamento vão pagar prestação mensal de 5% da renda bruta familiar ou R$ 25, o que for maior. O edifício, situado no número 1.125 da Avenida Ipiranga, foi cedido pela Secretaria do Patrimônio da União por meio da Concessão de Direito Real de Uso (CDRU).

Para o diretor de habitação da Caixa, Teotônio Rezende, a reforma vai garantir uma função social do imóvel, que estava abandonado. “A contratação de um projeto de moradia que prevê a requalificação de um prédio vazio em área central da cidade de São Paulo garante função social ao imóvel e permite uma integração com os serviços e infraestruturas disponíveis no centro. A conjunção de recursos públicos para habitação com uma regulamentação municipal que reconhece a importância da área central, como é hoje o Plano Diretor de São Paulo/SP, permite avanços no enfrentamento do déficit habitacional, com qualidade e retorno para toda a cidade”, disse.

Segundo a Caixa, outros projetos de requalificação em áreas centrais estão em análise.

Requalificação de Imóveis
Outras experiências de requalificação de imóveis já foram implantadas com diferentes modalidades de crédito. No programa habitacional de baixa renda que usa recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS), foram contratadas reformas em imóveis do patrimônio público, como, por exemplo, o Residencial Conquista, prédio com 42 apartamentos populares localizado no centro de Porto Alegre (RS), e do Condomínio Manhattan, com 168 unidades habitacionais, que está em execução em Aracaju (SE).

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 12:37

Minha Casa, Minha Vida garante direito de ter um lar digno, afirma Dilma

Quarta-feira, 2 de julho de 2014 às 12:37

Minha Casa, Minha Vida garante direito de ter um lar digno, afirma Dilma

Presidenta Dilma visita unidade habitacional de residencial do Minha Casa Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Presidenta Dilma visita unidade habitacional de residencial do Minha Casa Minha Vida. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após 496 famílias receberem unidades habitacionais em Vila Velha (ES), nesta quarta-feira (2), a presidenta Dilma Rousseff classificou como importantíssimo a entrega das chaves às famílias que terão acesso ao “sonho da casa própria” graças aos subsídios do governo federal. A primeira etapa do residencial recebeu R$ 22,8 milhões do programa Minha Casa, Minha Vida.

“Aqui, no Residencial Vila Velha são 496 famílias, porque uma casa é uma família. Então, eu conto por família, são 496 famílias. E aí não é tijolo, não é alumínio, não é o azulejo, não é a cerâmica do chão, são os afetos que vão estar lá dentro”, comentou.

Dilma ainda destacou o balanço das casas do Minha Casa, Minha Vida no estado. Das 2,750 milhões de moradias do programa, 17,8 mil foram entregues, e 31 mil estão contratadas no Espírito Santo, beneficiando cerca de 50 mil famílias capixabas.

Residencial Vila Velha
O empreendimento em Vila Velha (ES) do Minha Casa, Minha Vida, foi contratado em três etapas, com investimento total de R$ 68,2 milhões. Cada etapa conta com 496 moradias, e depois de finalizadas, as duas restantes vão complementar benefício para 5.952 pessoas.

No total, são 1.488 apartamentos, distribuídos em 31 blocos no residencial localizado no bairro Jabaeté. As unidades com valor de R$ 46 mil, compostas de sala, dois quartos, cozinha, banheiro, área de serviço externa, com piso cerâmico em todos os ambientes. 26 destas unidades estão adaptadas para pessoas com deficiência.

Tanto as infraestruturas internas e externas do Residencial Vila Velha estão concluídas, com disponibilidade de transporte público para os moradores. Internamente, o empreendimento conta com parque infantil e quadra esportiva. As famílias ainda moram a cerca de 2 km de creches, escolas, postos de saúde e unidade de segurança.

Segunda-feira, 23 de junho de 2014 às 11:17

Dilma: Queremos que brasileiros tenham a segurança e a riqueza da casa própria

Presidenta Dilma visita casa do Residencial Macapaba, entregue hoje em Macapá (AP).

Presidenta Dilma visita casa do Residencial Macapaba, entregue hoje em Macapá (AP). Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

A presidenta Dilma Rousseff destacou o esforço do governo federal para a população brasileira ter acesso à casa própria, na entrega de 2.148 casas e apartamentos do Minha Casa, Minha Vida, em Macapá (AP), nesta segunda-feira (23). Ela afirmou que este patrimônio é a riqueza distribuída ao se investir o dinheiro dos impostos em habitação popular.

“O Minha Casa, Minha Vida está distribuindo riqueza pelos brasileiros, garantindo acesso à casa própria. Resolver realizar o sonho da casa própria, esse imenso sonho que é ter um lar para criar os filhos, receber os amigos, receber todas aquelas oportunidades, de fato, é o que faz a vida da gente valer a pena. A casa própria é lar, mas também riqueza, não vamos esquecer. A partir de agora, a parte que mais precisa da população brasileira também tem acesso a riqueza, patrimônio da sua casa”, constatou.

No total, o governo investiu R$ 265 milhões nos residenciais Macapaba 1 e 2, em Macapá. Neste ano, eles beneficiarão mais de 17 mil pessoas com 4.366 moradias, após a entrega da 2ª etapa, prevista para agosto.

“Nesse residencial vão ter 4.366 famílias, 1% da população de Macapá. E vão ter também aqui um novo caminho de oportunidades. No final desse período, até o final desse ano, nós esperamos ter, entre entregues e contratadas, 10 mil moradias, sendo precisa, 10.147. Nós construímos casas e vocês constroem novos sonhos, novos sonhos para vocês, para suas famílias, para as crianças, para os meninos e para as meninas”, comentou a presidenta.

Localizado na BR-156, Km 3,9, o Residencial Macapaba 1 é composto por 164 casas e 1.984 apartamentos distribuídos em 124 blocos com 16 apartamentos cada. As casas têm área privativa de 39,68m² e os apartamentos 44,50m², todos divididos em 2 quartos, circulação, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. As casas estão avaliadas em R$ 58,69 mil e os apartamentos em R$ 60,69 mil.

Segunda-feira, 23 de junho de 2014 às 11:17

Dilma: Queremos que brasileiros tenham a segurança e a riqueza da casa própria

Quinta-feira, 5 de junho de 2014 às 17:00

Meta do Minha Casa, Minha Vida 3 é entregar três milhões de moradias, afirma Dilma

Residencial do Minha Casa Minha Vida em Bauru/SP. Foto:

Residencial do Minha Casa Minha Vida em Bauru/SP.

A terceira fase do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” tem como objetivo mais realista executar 3 milhões de moradias, segundo a presidenta Dilma Rousseff, durante a 43ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), nesta quinta-feira (5). Ela considerou que é um objetivo mais próximo do que as empresas foram capazes de executar nos períodos anteriores, mas ressalta que o número pode aumentar.

“Estamos propondo a definição de 3 milhões. Se for a mesma ampliação do período 2011/2014, vamos chegar a 4 milhões. Em torno de 4 milhões, o que daria 1 milhão de moradias no ano. (…) É possível chegar neste número, mas não colocamos como meta. A meta mais realista, mais próxima do que as empresas foram capazes de executar é 3 milhões. Fiz essa ressalva para dizer que a meta é assim”, comentou.

Num balanço da primeira e da segunda fase do programa, Dilma destacou a importância da parceria com o setor privado e com os movimentos sociais na contratação de 3,750 milhões de moradias, entre 2009 e 2014.

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