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Quinta-feira, 5 de setembro de 2013 às 4:30

Presidenta Dilma participa de reunião de trabalho do G20 em São Petersburgo, Rússia

Quarta-feira, 17 de agosto de 2011 às 16:56

Para líder sindical, Brasil é oásis de esperança para o mundo

Presidenta Dilma Rousseff recebe no Palácio do Planalto a secretária-geral da Central Sindical Internacional, Sharan Burrow. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em encontro na tarde desta quarta-feira (17/8) com a presidenta Dilma Rousseff, a secretária-geral da Central Sindical Internacional (CSI), Sharan Burrow, pediu apoio do governo brasileiro para colocar a questão ambiental no centro do debate mundial sobre trabalho e economia. Na opinião da secretária-geral, se os governos investissem na chamada economia verde, milhões de postos de trabalhos seriam criados.

Sharan Burrow comentou ainda sobre a crise financeira internacional, e disse que o Brasil é um “ oásis de esperança para o mundo”, que enfrenta um momento “muito perigoso para os trabalhadores”. Ela chamou atenção para as políticas brasileiras de geração de emprego e renda e de investimento na indústria.

Outro diferencial do Brasil – segundo Burrow – é a percepção de que o crescimento da economia só é efetivo na medida em que se investe, simultaneamente, em justiça social e na erradicação da miséria. Ela disse reconhecer a liderança da presidenta Dilma Rousseff no G-20, motivo pelo qual pediu apoio da presidenta para clamar que o mundo acabe “com a ganância dos mercados financeiros” e invista na criação de empregos e na sustentabilidade ambiental.

Outra demanda apresentada à presidenta Dilma – segundo informou a representante da CSI – foi em relação à Copa do Mundo 2014 e a necessidade de os contratos respeitarem condições de trabalho descente e salários dignos. Sharan Burrow espera que a experiência brasileira na realização dos Jogos seja um marco para o mundo e exemplo para os próximos países que sediarão o mundial de futebol.

“Eu esperava que seria um encontro importante, mas eu tenho que dizer que foi um encontro muito impressionante. Vocês têm sorte de ter uma presidenta que prioriza uma agenda social e econômica e que coloca as pessoas no centro de suas políticas nacionais. Eu desejo isso para o resto do mundo”, disse.

Quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 às 12:02

BC divulga orientações preliminares e cronograma de implementação das recomendações de Basiléia III

O Banco Central do Brasil divulgou, nesta quinta-feira (17/2), o Comunicado nº 20.615, que traz as orientações preliminares e cronograma relacionados à implementação, no Brasil, das novas recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia sobre a estrutura de capital e liquidez de instituições financeiras. As recomendações, conhecidas por Basiléia III, têm o objetivo de aprimorar a regulamentação prudencial, conforme o compromisso assumido pelos países membros do G20 em dezembro de 2010.

Essas orientações já eram aguardadas pelas instituições do Sistema Financeiro Nacional desde sua proposta inicial divulgada pelo Comitê de Basiléia em dezembro de 2009. A divulgação do comunicado busca fornecer elementos para as instituições financeiras planejarem adequadamente suas necessidades de capital e de liquidez, de forma a permitir uma adaptação eficiente aos novos padrões prudenciais.

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Quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 às 22:30

Viva o Mercosul! Viva a Cúpula Social do Mercosul!

Presidente Lula participa, juntamente com outros chefes de Estado e de Governo do Mercosul e de Países Associados, do encerramento da reunião da Cúpula Social do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Depois de tudo que foi conquistado no Mercosul, governos e sociedade civil não podem recuar, porque ainda falta muito para conquistar. Em seu discurso no encerramento da 10ª Cúpula Social do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (16/12) em Foz do Iguaçu (PR), o presidente Lula conclamou os movimentos sociais a continuarem gritando, protestando e levantando suas bandeiras, para que os líderes da América do Sul jamais se esqueçam deles, e pediu para que mantenham sua cooperação com os governos sem perder autonomia. “Os movimentos sociais não podem ser correia de transmissão nem de governo nem de partido, mas dos interesses da sociedade civil que vocês tão bem representam”, afirmou Lula.

Após ler seu discurso institucional, em que elogiou a iniciativa brasileira de reunir presidentes sul-americanos e movimentos sociais – algo que, lembrou, é muito difícil de acontecer em outras cúpulas, como a do G20, por exemplo -, e reafirmou sua vontade de ver o Mercosul cada vez mais “democrático, cidadão e solidário”, o presidente brasileiro pediu licença aos convidados presentes para “dar umas duas palavrinhas” de improviso.

Ouça aqui a íntegra dos discursos (institucional e de improviso) do presidente Lula:

 

Destacou que muito já foi conquistado pelo bloco econômico, principalmente se não perdermos de vista as coisas como elas eram há oito, dez anos, em que havia muita dependência da região aos países europeus e aos Estados Unidos:

“Somente quando tivemos coragem de dizer que nós queríamos ser donos de nossas decisões, é que conseguimos vencer alguns obstáculos que pareciam intransponíveis.”

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Quarta-feira, 24 de novembro de 2010 às 21:01

Trabalhadores têm que ter participação no G20

O presidente Lula defendeu, nesta quarta-feira (24/11), a participação de entidade que represente a classe trabalhadora no G20 – grupo das 20 maiores economias do mundo – como forma de fazer frente às demandas trabalhistas no cenário global. Lula informou que conversou sobre o tema com a presidente eleita Dilma Rousseff durante reunião do G20 ocorrida recentemente em Seul (Coreia do Sul). O presidente arrancou aplausos de lideranças sindicais dos trabalhadores que participaram da cerimônia de abertura da Conferência Mercosul de Emprego e Trabalho Decente e assinatura do decreto de convocação da 1ª Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Lula explicou que, nas primeiras reuniões do G20, era o único chefe de Estado a se colocar disponível para receber representantes dos trabalhadores. O presidente comentou também sobre a importância da relação dos países membros do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) e destacou também o apoio do governo federal a realizações de conferências tendo por foco os temas mais diversos.

Queria dizer a vocês que tudo que está acontecendo no Mercosul é apenas o começo da reparação… Aqui acontece uma relação perfeita entre o governo e os movimentos sindical e social.

Ouça o discurso do presidente:

 

O presidente iniciou o discurso destacando que o trabalho digno “é a chave da coesão política e social de uma verdadeira democracia”. Segundo ele, o trabalho decente não é apenas gerador de riqueza, mas “importante fonte de direitos que provê as famílias, integra a juventude, amadurece talentos e cria valores compartilhados, sem os quais é impossível dar sentido e dignidade à própria convivência humana”.

Nesse sentido, estou certo de que a centralidade da agenda de todos os governo mundiais – em especial em sociedades como as nossas, da América Latina – deve ser ocupada pelas medidas que visam a garantir postos de trabalho a amplos setores de sua população. E fazer com que o trabalhador possa exercer todos os seus direitos. Estou falando, enfim, de conduzir políticas públicas que gerem mais e melhores empregos.

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Quarta-feira, 17 de novembro de 2010 às 22:20

2011 é o ano de viajar ainda mais para País ganhar competitividade

Ao participar da posse da nova diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (17/11), em evento realizado em Brasília (DF), o presidente Lula deu um conselho: procurar a presidente Dilma Rousseff assim que ela montar o novo governo para discutir, juntamente com o novo ministro do Desenvolvimento da Indústria e Comércio, um calendário de viagens pelo mundo para vender os produtos brasileiros lá fora. “Não existe outra hipótese de a gente ganhar competitividade se a gente ficar aqui esperando”, afirmou Lula, lembrando aos presentes que a guerra cambial promovida pelos Estados Unidos e China coloca desafios comerciais gigantes para o Brasil no mercado externo.

“Tenho conversado muito com o ministro Mantega e a nossa companheira Dilma, e nós estamos trabalhando preocupados com o que está acontecendo com os Estados Unidos e a China. O fato de duas economias desse tamanho tentarem fazer a sua competitividade desvalorizando suas moedas não é correto e não é justo para o comércio internacional”, enfatizou Lula, sob aplausos da plateia que lotou o Centro de Convenções Brasil 21 na capital federal.

O presidente afirmou que o Brasil terá um superávit comercial de cerca de US$ 16 bilhões e que este é um bom número, mas que o momento não é de contentamento. É importante a indústria brasileira construir não só sua pauta de reivindicação para o próximo governo, mas também a pauta de negociação. “Não temos o direito de jogar fora as nossas conquistas… Eu tenho certeza de que a presidente Dilma tem a mesma vontade, igual ou mais do que eu… Trabalhem que o Brasil merece!”, conclamou. “Quem viver a partir de 2011, vai viver um novo país.”

Lula também falou sobre sua expectativa em relação à discussão da reforma tributária no Congresso Nacional a partir do ano que vem. O presidente está convicto de que o País está mais maduro e consciente, e que por isso haverá mais maturidade para se fazer a reforma. “Porque é o segundo projeto que a gente manda para lá e chega lá não acontece nada. Como se tivesse um inimigo oculto que todo mundo é favorável a entrar e quando entra desaparece a vontade”, criticou. Ele só espera que governo, trabalhadores e empresários sentem-se à mesa para negociar os pontos dessa reforma sem que haja prejuízo para nenhuma das partes:

Eu não quero nem ajudar os trabalhadores prejudicando os empresários, nem ajudar os empresários prejudicando os trabalhadores. É preciso construir um denominador comum porque vocês sabem que é a única forma de a gente fazer as coisas bem feitas e consolidar o processo democrático neste País.

Ouça a íntegra do discurso do presidente:

 

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Segunda-feira, 15 de novembro de 2010 às 9:05

Avaliação positiva da reunião de Cúpula do G20: maturidade e bom senso

Café com o presidenteA reunião de Cúpula do G20 realizada em Seul (Coreia do Sul) na semana passada foi positiva porque destacou a importância de termos um maior equilíbrio na economia mundial e de retomarmos a Rodada de Doha, afirmou o presidente Lula em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente desta segunda-feira (15/11). Segundo Lula, o documento final da reunião foi maduro e de bom senso, considerando importante recuperar a economia de vários países e compreendendo que o mundo hoje é interdependente.

Se os americanos tomarem uma medida econômica para tentar resolver um problema dos Estados Unidos, eles têm que pensar no reflexo disso na China, no Brasil, na Argentina, na Alemanha, na França e em um país africano. Se não for assim, nós estaremos matando o multilateralismo.

Sobre a guerra cambial, o presidente lembrou que vários países durante a reunião do G20 deixaram claro que é preciso maior seriedade na política cambial, principalmente por parte dos Estados Unidos e China, que desvalorizaram muito suas moedas para facilitar suas respectivas políticas comerciais.

Eu penso que aí também houve um avanço. Houve um avanço e a compreensão de que é preciso de que haja um maior equilíbrio na política cambial para que nenhum país leve vantagem sobre o outro.

Lula destacou ainda a retomada das negociações da Rodada de Doha a partir do ponto em que foi paralisada, em 2008, com a eleição americana e com a eleição da Índia. Na opinião do presidente, essa retomada é fundamental para equilíbrio da economia mundial, porque somente o comércio é capaz de dinamizar o crescimento dos índices econômicos. “Quanto mais comércio, quanto mais consumo, quanto mais produção, mais a roda da economia vai girar e mais o mundo vai crescer. E nós precisamos, nesse momento, que o mundo cresça. Porque a situação no Brasil é uma situação privilegiada, mas o desemprego é muito grande na Europa, é muito grande nos Estados Unidos”, concluiu.

Ouça aqui a íntegra do programa:

 

Para ler a transcrição do programa, clique aqui.

Sexta-feira, 12 de novembro de 2010 às 10:01

Discurso do presidente Lula na reunião do G20 em Seul

 

Sexta-feira, 12 de novembro de 2010 às 2:40

Não há mais espaço para decisões unilaterais no mundo

Chefes de Estado e de Governo do G20 posam para foto oficial do evento realizado em Seul (Coreia do Sul). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Viagens internacionaisO mundo globalizado de hoje não comporta mais decisões unilaterais e o papel do G20 é assumir a responsabilidade de coordenar as ações dos países mais desenvolvidos para as transformar em ações multilaterais, evitando assim prejuízos às nações mais pobres. Essa foi a tônica do discurso do presidente Lula nesta sexta-feira (12/11) na sessão plenária da reunião de cúpula do G20 em Seul (Coreia do Sul), que contou ainda com a participação da presidente eleita Dilma Rousseff.

Qualquer decisão que a Argentina tomar ou o Brasil tomar, terá efeitos imediatos nos países vizinhos. Agora imagine potências econômicas como União Européia, Estados Unidos ou China, tomando decisões unilaterais sem levar em conta a repercussão no restante do mundo?

O presidente brasileiro, em sua intervenção de pouco mais de oito minutos durante a plenária do G20, lembrou que o Brasil superou bem a última crise financeira mundial justamente por ter tomado a decisão política de estimular a economia com medidas anti-cíclicas e incentivar o mercado interno, e que todos os países que fizeram o mesmo colheram bons resultados. “O desenvolvimento passa por uma ação forte do estado”, disse Lula.

Segundo Lula, a presidente eleita Dilma Rousseff não fará discurso reclamando de ‘herança maldita’ porque participou do projeto do atual governo brasileiro, construindo as bases para o desenvolvimento do País, e fez um apelo para que as nações mais desenvolvidas ajudem os países mais pobres, como o Brasil vem fazendo com a África, com política de financiamento mais barato, mais a longo prazo, sem regras pré-estabelecidas. O motivo é simples, disse:

Na hora que os países mais pobres se desenvolverem, vão precisar de mais produção de alimentos, mais produção de carros, mais produção de computadores, mais produção de máquinas, e nós sabemos que estaremos criando os mercados para ajudar nessa combinação perfeita que é a harmonia entre os paises desenvolvidos e os países em desenvolvimento.

Após a sessão plenária, o presidente Lula se encontrou com o presidente francês Nicolas Sarkozy para uma reunião bilateral, com a participação da presidente eleita Dilma Rousseff, ainda no centro de exposições onde se realiza o G20.

Bandeira da Coreia do Sul Clique na bandeira para ver todos os posts da viagem à Coreia do Sul.

Quinta-feira, 11 de novembro de 2010 às 23:01

Sessão do G20 discute desequilíbrio econômico e reforma do FMI

Viagens internacionaisA abertura da sessão plenária da reunião de cúpula do G20, em Seul, às 9 horas desta sexta-feira (12/11) – horário de Seul – continuará as discussões empreendidas no jantar de trabalho da noite de ontem, com foco nas questões de desequilíbrio das economias mundiais. O presidente Lula e a presidente eleita Dilma Rousseff já estão reunidos no Coex, centro de convenções da capital coreana, com os demais líderes mundiais.

O presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, fez o discurso de abertura dando continuidade à discussão iniciada no jantar de trabalho de ontem, a respeito do desequilíbrio das economias mundiais. Em seguida, o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), José Ángel Gurría, falou sobre a reforma estrutural que vem sendo discutida na reunião.

Na segunda sessão do dia, os líderes do G20 debaterão a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI) e melhorias das redes de segurança financeira global.

Confira o nosso infográfico especial sobre a viagem do presidente Lula a Seul:

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