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Terça-feira, 28 de junho de 2011 às 16:57

BID coloca US$ 12 bilhões à disposição do Brasil até 2014

Presidenta Dilma Rousseff recebeu do presidente do BID, Luís Moreno, informação de que o banco tem US$ 12 bilhões em linhas de crédito. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O governo federal, estados e municípios terão cerca de US$ 12 bilhões para financiar projetos até o ano de 2014. A disponibilidade financeira foi anunciada nesta terça-feira (28/9) à presidenta Dilma Rousseff, durante audiência concedida ao presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, no Palácio do Planalto. Após o encontro com a presidenta Dilma, Luis Moreno concedeu entrevista coletiva para dar detalhes da conversa. Segundo ele, 50% dos recursos serão destinados a projetos referentes à Copa do Mundo Fifa 2014.

“Estamos interessados também no plano Brasil sem Miséria. Amanhã (29/6), executivos do BID iniciam conversa com a ministra Tereza Campello [Desenvolvimento Social e Combate à Fome] para sabermos em quais projetos o banco poderá atuar”, contou Moreno.

O presidente do BID iniciou a entrevista contando que saiu do encontro com a presidenta Dilma satisfeito com os resultados preliminares da conversa. Segundo ele, foram tratados vários temas que seriam de interesse do banco, como, por exemplo, a cooperação sul-sul e a construção de rodovias nos países sul-americanos com o objetivo de permitir a integração das nações vizinhas.

Luis Moreno disse também que o banco tem parceria com os 26 estados e mais o Distrito Federal em diversos projetos. Os últimos empreendimentos, segundo explicou, estão sendo voltados para a região Nordeste. O presidente do BID informou que tem mantido conversas com os governos estaduais e prefeituras das 12 cidades-sede da Copa 2014 com foco em obras de infraestrutura, como por exemplo aeroportos, trens urbanos e saneamento básico.

Quando indagado outra vez sobre como o BID poderia participar do Brasil Sem Miséria, Luis Moreno explicou que uma das possibilidades será por meio da capacitação técnica de pessoas que vão participar do projeto. Ele informou também que as linhas de crédito colocadas à disposição englobam um mix de fundo perdido com taxa de juros de mercado. Cada projeto tem avaliação específica.

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Quinta-feira, 19 de maio de 2011 às 17:42

Em Brasília, governo divulga cronograma de obras das Praças do PAC

O vice-presidente de Governo da CEF, José Urbano Duarte, as ministras do Planejamento, Miriam Belchior, da Cultura, Ana de Hollanda, e o secretário executivo do Ministério do Esporte, Waldemar de Souza, participam de reunião com prefeitos e gestores municipais, cujo objetivo é analisar os projetos para a implantação das Praças do PAC. Foto: Valter Campanato/ABr

O governo federal apresentou nesta quinta-feira (19/5), na Sala Plínio Marcos, na Funarte, em Brasília, o cronograma para o início das obras das Praças dos Esportes e da Cultura – programa chamado inicialmente de Praças do PAC. As 361 prefeituras e o Distrito Federal terão 120 dias, para apresentar o projeto para a Caixa Econômica Federal (CEF), responsável pela liberação dos recursos. Ao longo de quatro anos, serão construídas 800 praças no valor total de R$ 1,6 bilhão. Nessa primeira seleção, o valor previsto é de R$ 900 milhões, relativos a 401 praças.

“As Praças do Esporte e da Cultura são a tradução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), voltadas diretamente ao reconhecimento qualificado da cidadania, principalmente para as comunidades social e economicamente vulneráveis”, avalia a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, disse que “com esses recursos do PAC, vamos garantir equipamentos de esporte e cultura para as áreas mais carentes das grandes cidades brasileiras”. “O objetivo do Governo é estabelecer uma parceria com as prefeituras para o enfrentamento dos problemas urbanos dessas cidades”, acrescenta.

Miriam Belchior explica aos gestores projeto Praças do PAC. Foto: Valter Campanato/ABr

As Praças serão o primeiro equipamento público com característica multissetorial desenvolvido pelo governo, com o objetivo de promover a cidadania e a redução da pobreza em áreas de alta vulnerabilidade.

A ação interministerial envolve as pastas do Esporte, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Justiça, e do Trabalho e Emprego. Ao Ministério da Cultura, cabe coordenar, monitorar e avaliar a aprovação e a execução das propostas selecionadas das Praças do PAC, bem como a execução e os resultados dos programas.

Na ocasião, também foi apresentada a prefeitos e secretários das cidades selecionadas na primeira do programa a proposta de gestão e mobilização social das praças. Toda documentação necessária está disponível no Praças do PAC.

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Terça-feira, 10 de maio de 2011 às 9:03

Esporte na escola, exames pelo SUS e reforma agrária

A coluna “Conversa com a Presidenta” desta terça-feira (10/5), publicada em jornais e revistas no Brasil e no exterior, aborda temas como a prática do esporte na rede pública de ensino, os valores dos exames laboratoriais pagos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), bem como a previsão da presidenta Dilma Rousseff para a reforma agrária. Coube ao professor Gentil Soares de Lima, morador em Umuarama (PR), indagar sobre os “projetos e programas que serão efetivados para fazer chegar de forma concreta o esporte ao ambiente escolar”.

“Nós já temos diversos programas em andamento e vamos ampliar ainda mais o acesso dos estudantes à prática esportiva. Com uma rotina de vida saudável, com regras de convivência, os jovens desenvolvem a autoestima, ficam distantes da criminalidade e entre eles podem despontar futuros competidores. Uma das principais iniciativas nesse campo é o Mais Educação, implementado em 2007 pelo Ministério da Educação (MEC). Em 2010, o programa beneficiou 2,2 milhões de estudantes com várias atividades fora dos horários de aula, incluindo cultura, artes, educação científica e esportes. O braço esportivo do Mais Educação é uma parceria com o programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Os estudantes podem praticar modalidades como vôlei, basquete, handebol, tênis de mesa, judô, caratê, taekwondo, yoga, natação, xadrez, atletismo, ciclismo e tênis.”

Confira aqui a íntegra da coluna “Conversa com a Presidenta”.

Para este ano, continuou a presidenta, a meta é atender 15 mil escolas públicas e oferecer educação integral para 3 milhões de alunos. A presidenta Dilma informou que o Ministério do Esporte tem também o Bolsa Atleta, que financia alunos de escolas públicas ou particulares com potencial para se tornarem atletas olímpicos. “E mais: o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do MEC, está financiando a construção, pelas prefeituras, de quadras poliesportivas cobertas. Desde janeiro, 249 prefeituras já foram autorizadas a construir 454 quadras, das 2.500 planejadas para este ano”, informou.

Já farmacêutico bioquímico José Wilton de Melo, de Iguatu (CE), quis saber “a razão de o valor dos procedimentos pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) referentes a exames clínicos laboratoriais se encontrarem congelados desde julho de 1994″. A presidenta contou que não existe congelamento e que somente nos últimos três anos, o Ministério da Saúde promoveu quatro grandes reajustes da tabela de procedimentos do SUS.

“Entre os procedimentos que tiveram reajustes, estavam os exames clínicos laboratoriais, incluindo os hormonais, neonatais, microbiológicos, bioquímicos, toxicológicos, sorológicos e imunológicos. Em 2008, foram reajustados em 11,12% os valores de 55 procedimentos relacionados a exames hormonais (HGH). É importante ressaltar que o Ministério da Saúde tem como objetivo levar o atendimento qualificado para mais perto da casa do brasileiro. Além de reajustar os valores da tabela, o governo federal também ampliou o acesso da população a esses exames. Em 2010, foram realizados na rede pública 471 mil exames laboratoriais, contra 383 mil exames em 2008, o que representou um crescimento de 23%.”

Reforma agrária foi o terceiro tema da coluna “Conversa com a Presidenta”. A apicultora Maria Aparecida Barros, moradora em Belém (PA), indagou sobre o que o governo federal “prevê para este tema” e se a presidenta Dilma acredita na reforma agrária. “Sim, Maria Aparecida, eu acredito na reforma agrária, que democratiza o acesso à terra, garante a produção de alimentos saudáveis e baratos e gera renda e bem-estar social no campo”, respondeu a presidenta.

“Além do mais, ajuda no esforço pela erradicação da extrema pobreza e contribui para reduzir o inchaço das periferias das cidades. Todo o Brasil ganha com a reforma agrária, e não apenas os beneficiários diretos do programa. É por isso que nós avançamos como nunca no governo passado. Durante os 40 anos de existência do Incra, o número de famílias assentadas superou 1 milhão e mais da metade – 614 mil – recebeu terras entre 2003 e 2010. Dos 85,8 milhões de hectares utilizados para assentamentos, 56% foram nos últimos oito anos.”

E prosseguiu: “Não nos limitamos a fornecer terra. Nós construímos ou recuperamos 53 mil km de estradas vicinais para o escoamento da produção, financiamos a construção ou reforma de 405 mil casas dos assentamentos, fornecemos assistência técnica e programas educacionais, entre vários outros benefícios. Também ampliamos o acesso dos assentados aos recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).”

A presidenta Dilma informou que o governo vai “continuar a investir no assentamento de milhares de novas famílias e a estimular o desenvolvimento de agroindústrias para aumentar a produção e agregar valor aos seus produtos”.

“Queremos ampliar a assistência técnica, o acesso ao crédito e infraestrutura, como luz elétrica, mais estradas, abastecimento de água, entre outros incentivos. A efetividade do programa de reforma agrária é necessária para a construção de um país com justiça fundiária, segurança alimentar e paz no campo.”

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Segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 às 9:33

Agenda: Relações Exteriores, Esporte, Secretaria-Geral e Justiça

Agenda presidencial

A presidenta Dilma Rousseff inicia o dia de trabalho, nesta segunda-feira (24/1), em despacho com assessores do gabinete, no Palácio do Planalto.

A agenda prevê, também pela manhã, audiências aos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Orlando Silva (Esporte).

À tarde, os compromissos previstos são reuniões com os ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República) e José Eduardo Cardozo (Justiça).

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Quarta-feira, 20 de outubro de 2010 às 15:28

Seleção de vôlei no Planalto

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Quinta-feira, 23 de setembro de 2010 às 14:04

Estado deve investir para que crianças e jovens se tornem atletas de ponta

Lula e o ministro Orlando Silva no Ginásio Chico Neto, onde a seleção feminina de vôlei vai enfrentar os Estados Unidos no fim de semana. Foto Ricardo Stuckert/PR

É preciso que o Estado invista nas crianças e jovens antes mesmo de se tornarem atletas, dando condições para que eles se desenvolvam e se interessem pela prática esportiva, e as Olimpíadas 2016 serão um momento de chamar a atenção do país para a capacidade transformadora do esporte. Essa afirmação foi feita pelo presidente Lula, nesta quinta-feira (23/9), em Maringá (PR), durante cerimônia de inauguração do Ginásio Chico Neto.

“Queremos que Maringá seja uma espécie de elo motivador para que outras cidades criem as suas praças olímpicas e para que cada cidade do Paraná e do Brasil levem muito a sério que as Olimpíadas são um marco que pode dividir a história do Brasil. Nós jamais seremos uma grande potência esportiva se a gente não tratar o investimento em esporte como uma decisão do Estado brasileiro, como uma decisão do governo. Nós precisamos cuidar do atleta antes de ele ser atleta famoso, e somente o Estado pode fazer isso. Por isso criamos o Bolsa-Atleta”, disse.

Ouça abaixo a íntegra do discurso do presidente Lula.

 

Leia aqui o discurso proferido pelo presidente Lula em Maringá (PR).

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Segunda-feira, 20 de setembro de 2010 às 16:00

Atletas comemoram MP que incentiva o esporte olímpico brasileiro

O Brasil vive o seu melhor momento no esporte e se prepara desde já para atingir desempenho recorde nos Jogos Olímpicos de 2016. O pontapé inicial foi dado nesta segunda-feira (20/9) com a Medida Provisória do Alto Rendimento, que altera o Bolsa Atleta e cria os programas Atleta Pódio e Cidade Esportiva. Mais de 70 atletas estiveram na cerimônia, realizada em Brasília (DF), e comemoraram a assinatura da lei como mais um incentivo para os jovens se prepararem para as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, era um dos mais animados com as medidas adotadas pelo governo federal, por considerá-las fundamentais para a preparação dos atletas e das equipes brasileiras. “Sem dúvida nenhuma o Brasil é um País que investe fortemente no esporte, que passa a ser um dos segmentos da sociedade mais importante, especialmente na área de inclusão social, especialmente para os jovens, abrindo oportunidades extraordinárias”, disse ele.

Fabiana Murer, recordista brasileira e sul-americana do salto com varas, também celebrou o aumento de investimento no esporte brasileiro, lembrando ser ela mesma fruto disso: “Tem realmente que ter mais estrutura, pois não é fácil ser o País olímpico, precisa de mais investimentos. Mas acho que a gente vai conseguir superar tudo isso e fazer uma grande Olimpíada.”

Para o ex-velocista Robson Caetano, que conquistou duas medalhas de bronze em Jogos Olímpicos (Seul-1988 e Atlanta-1996), a lei do Alto Rendimento é um diferencial para os atletas que buscam a profissionalização. Segundo ele, a nova lei resultará em um resultado inédito nos Jogos de 2016. Caetano acredita que o Brasil continuará se beneficiando mesmo após as Olimpíadas:

O esporte dá aos jovens a chance de ter uma vida mais digna e nós temos que pensar na qualidade de vida do povo brasileiro. O Brasil está deixando um legado para que se oportunize a iniciação no esporte e para dar condições aos jovens envolvidos na causa do olimpismo. O acesso ao esporte, na sua excelência, deve ser para absolutamente todos e estamos caminhando rumo ao esporte democrático. É isso que o Brasil vai deixar para depois de 2016.

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Segunda-feira, 20 de setembro de 2010 às 14:02

O estado tem que assumir o potencial do atleta brasileiro

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Segunda-feira, 20 de setembro de 2010 às 10:27

Blog do Planalto entrevista Fabiana Mourer

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Segunda-feira, 20 de setembro de 2010 às 10:25

Lula com atletas no Palácio do Planalto

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